segunda-feira, 20 de julho de 2026
A CONSCIÊNCIA NA SAÚDE MENTAL
Teremos
nós, enfermos mentais, condições de vencer os obstáculos em que se nos
apresentam as vicissitudes da vida, ela mesma, ou será que acabamos por nos
escravizar diante de grupos que por vezes podem se tornar insidiosos no sentido
de pressionar-nos a que sejamos até certo ponto mais funcionais, agindo
coercitivamente e com o zelo típico da hipocrisia, já que a muitos a doença
mental sequer é aceita na modalidade de socialização de seus portadores perante
grande parte dos que se dizem os alfas na sociedade contemporânea? Quantos
sacrifícios ainda teremos que cumprir diante da medicina, se na realidade
simplesmente nosso encontro com a religião pode ser mais importante do que
tudo, inclusive de escolher como e quando morrer? Não que a medicina não seja
uma ciência importante, mas devemos levar em conta que tratar rudemente seu
paciente não seja uma alternativa exatamente de acordo com o que se trata de
levar algum bem estar para o ser humano, e não trata-lo apenas como um código,
ou um caso, ou um “material doente...” O que um paciente que sofrera demasiado
com a espera de um suporte médico na questão de um vício, agora fugiu ao
controle, e ele sabe que terá que esperar agora um pouco mais de tempo para
recompor os destroços na sua saúde mental, em decorrência das frustrações de
suas recaídas, e do prejuízo de sua vida perante a fumaça ingerida e dos
cigarros que tem fumado até então. Pois bem, a relação paciente-médico fica
meio estremecida, mas na realidade o paciente apenas posterga o dia e a hora da
consulta, mesmo para que se ajustem os ponteiros para que a consciência de um
enfermo esteja mais plena em sua saúde mental.
Mesmo
porque até mesmo alguns grupos de recuperação pseudo filosóficos só servirão
para dirimir algumas dúvidas, e evitar certas aproximações se torna algo
pontualmente necessário para que o citado paciente possa se dedicar a algo
maior do que apenas escravizar-se perante um vício do qual não consegue se
libertar, e de toda uma abordagem equivocada por não encontrar suporte à altura
nem na medicina nem em grupos de recuperação, pois suas tentativas já se revelaram
infrutíferas, e as demandas subliminares que exigem de sua atitude existencial são
tão sutis como muralhas de chumbo... Uma vida sem os pesadelos das ânsias se
vence normalmente e se cumpre naturalmente, mesmo que um homem tenha que
sacrificar um pouco a sua saúde, em um intervalo onde a sua saúde mental tenha
que respirar um pouco. Quando se estabelece um dia “D” para largar o hábito de
fumar, isso pode significar a ponta de toda uma questão de ordem sacrificial,
mas quando a questão toda se torna uma tomada de consciência paulatina e, como
diz um religioso, entregamos a nossa vontade a Deus, quiçá essa nossa vontade
maior seja mais pertinente, porquanto menos restritiva de nossos movimentos, e
afeita a processos menos dolorosos para o nosso eu mais profundo, conforme se
diga a quem porta psicoses de fundo de gravidade ímpar. O paciente não quer
sujeitar-se a um tratamento que o mantenha em total controle e sedação para
poder enfrentar um vício, senão seria um contrassenso da própria ciência
médica. O paciente há que estar apto a caminhar com mais vigor e não necessitar
de tantos adesivos que inoculem o veneno em seu sangue, e partir quiçá a se
permitir o vício a partir da redução dos cigarros fumados, até parar com esse
hábito nocivo. Esse é o modo libertário de não se seguir programas, pois nem sempre
uma programática é essencial para a libertação de um homem ou de uma nação,
haja vista tantos partidos políticos e suas doutrinas... Compulsão por
compulsão, é melhor aquela sem adesivos, do que com eles.
Algo de mania
é salutar para o recuperando, como caminhar, e caminhar, gerar saúde, comer
salada, proteína, fazer regime, manter-se limpo, disciplinado, ou seja,
encontrar um propósito na vida, que a justifique e que não o suprima e não o sufoque,
mesmo que encontre ofensores amiúde: isso é recorrente na vereda onde o ser
humano passa a sublimar coisas como uma adição severa, uma dependência química,
ou uma doença de cunho mental, onde se encontra consigo mesmo, por vezes lendo
um evangelho, uma palavra de Deus, por vezes lendo um livro de filosofia, história,
ou mesmo psicologia, ou escrevendo, ou desenhando algo, fazendo um diário de
suas conquistas ou derrotas, ou seja, fazendo os exercícios e tarefas em casa,
e saindo para caminhar nos intervalos, sem dispensar uma boa ginástica na
academia.
São
coisas que ampliam nosso ir e vir, e não carregar uma culpa é como tirar um
fardo pesado dos ombros, qual, cada dia seja feita a vontade do Senhor, a
vitória ou a derrota não importa tanto, o que importa é sermos mais crédulos de
que essa vontade seja mais forte do que nós mesmos, pois a vida está para ser
vivida, e estarmos conscientes do que seja a realidade nos conforte no sentido
de darmos mais significado a coisas que são realmente importantes no escopo de
nossa existência.
domingo, 19 de julho de 2026
OS CÓDIGOS SECRETOS E OS NOVOS “E ANTIGOS” MEIOS
Perfazendo
totalidades de ganhos, ocultando-se diante de mentes que são mais submissas a um
serviço suspeito, estão aqueles que se utilizam de códigos que, desde as Grandes
Guerras no mundo, no século passado, estariam sendo utilizados, agora com a
nova guerra fria e os interesses geopolíticos e econômicos ao redor do planeta.
No Brasil, especialmente no Sul e em outros territórios,
algumas modalidades que eram utilizadas pelos SS nazistas ainda encontram suas áreas
ativas de atuação, sendo que o controle virou peça chave para que grupos de
minoria branca e afeitos à misoginia, às células neonazistas e às vinculações
com a Alemanha atual deem mostras de que efetivamente alguns códigos renasçam dando
continuidade à sanha de se perpetuar poderes paralelos, muitas vezes em nome da
“espiritualidade e seu despertar...” Encontram suas bases muitas vezes em
grupos de recuperação, onde a entrada não possui vinculação com nada, em tese,
apenas a possibilidade de se livrarem do álcool e das drogas, premissa básica
para a existência desses grupamentos. A restrição da vida afetiva, e esmolar a atenção por parte de agentes da citada neoSS, nos moldes da supressão que reja a vida normal, sem a intervenção de uma realidade virtual quase compulsória, aliadas ao fato de que se esmole a dita atenção, e o envolvimento da sexualidade virtual, uma nova modalidade dos novos meios tecnológicos, na forma afetiva e de acepção nua e crua de se obter informações a respeito da vítima, supõe que a mera questão de se eximir do pecado pela permissividade quase promíscua de se estar compactuando com uma podridão típica de espíritos imundos, assim é a modalidade da ingerência da tentativa de escusar-se a cumprir um mínimo de humanismo, pois @ veteran@ nesse tipo de modalidade já cristalizou a maldade como meio de per se, naturalmente. E as agências de inteligência como a CIA acabam por se utilizar das mesmas modalidades de controle, assim como o MOSSAD. A permanência de um bom agente democrático e de cunho popular como testemunho vivo, apesar de não ter sequer um contato humano de fato com outr@s que depõem contra o dito humanismo necessário e o controle das câmeras de modo crônico em uma sociedade controladora, já dá mostras a que a experiência de sociedades totalitárias venham a ser ou fazer de nações latino americanas emergentes fartos laboratórios para tentar a supressão de direitos e a tentativa de encobrir com véus sinistros os golpes contra a liberdade dos seres humanos e seu viés coercitivo para intentar esse tipo de ato. A simpatia com a militarização da nação,
a negação de um Governo Popular e a ascensão da extrema direita no mundo, fazem com que tanto um lado como o outro ingressem em uma guerra ideológica sem
precedentes, com os novos meios de comunicação e os trabalhos antigos, como o ocultismo,
veios espíritas e rosa cruzes, e seitas evangélicas onde arrecadar dinheiro e
conquistar falsos rebanhos se torna a “moeda de troca” fundamental. Fator evidenciado pelo narco-neopentecostalismo, onde igrejas evangélicas compactuam com o tráfico, ou mesmo com a ingerência dos EUA nas questões de nossa democracia e nos atentados contra ícones sagrados do Catolicismo, como imagens e templos.
Um dos
códigos mais presentes diz respeito à espiritualidade, e como designações religiosas
surgem em uma miríade de clãs onde o que vale é a criatividade humana de gerar
novas “religiões” e como integrá-las com um todo, que hoje está tão em voga na
humanidade, na forma de filosofias e do ateísmo encoberto... Surgem os falsos
cristos, os espíritos em irmandades que vigoram fazendo magias com ciências
ocultas, quiromantes, falsos santos, e gente que não segue o Evangelho
Católico, conforme a predição de Cristo, na pessoa de Pedro. Não haveria
códigos maiores do que toda essa previsão de embates com relação aos celulares,
ponta de um iceberg emergente para aqueles que não possuem recursos maiores, do
que a simples questão de quando um homem atinge seu grau máximo na sua
religião, a única de sua maturidade espiritual, a designada pelo Salvador, em
toda a sua plenitude.
O whatsapp
pode ser considerado a ponta de lança de toda a comunicação popular, e quando o
celular está ativo, gente sem recursos forma verdadeiras redes ou grupos de
comunicação e apoio onde estarão agindo com a proficiência encoberta na hipocrisia
de se obter o Poder, em nome de um poder maior, um Poder Superior a si mesmo,
na questão daqueles que tiram das modalidades de seus códigos suspeitos as
fontes mesmas, per se, do que têm pela frente, ou mesmo do que encontram como
recursos paliativos para engordar a burra do que se pretenda poderes além-mar,
ou convenientes súcias com parentes ou amigos no exterior. Vira uma salada tão
grande que aqueles que meramente são os mortais, como todos os seres do planeta, não saberão o que fazer com o destino que lhes abraça depois da morte, que nem
sempre é feliz... Sabermo-nos cientes desses fatos nos faz germinar a ideia de
que apenas em Jesus Cristo e em sua comunhão poderemos estar conformes com a
plataforma de que os códigos de um celular: seus números, suas mensagens, sua
neurolinguística, sua medicina, tudo o que depõe contra a recuperação de um
tipo de postergação de nossa morte para adiante nem que o seja por alguns
minutos a mais de vida, nada mais é do que brincar de ser Deus. O papel da
medicina é esse: salvar vidas. O do Salvador: salvar-nos da morte, e dar-nos a
vida eterna, depois que ressuscitara!
Surgiram
os técnicos em Tecnologia da Informação na era atual, os psicólogos, os
cuidadores de idosos, uma plêiade de novas profissões de tecnólogos, em
especial os de enfermagem, que se creem sabedores da medicina e do trato psíquico,
com a ganância e a soberba de poucos, os médicos veterinários, ou seja, o
mercado aponta para ganhos estratosféricos sobre os costados do sistema capitalista,
enquanto o trato público para o ser humano, nos países que ainda mantém esse
cuidado por parte do Estado, deixa a desejar. Por essas e outras o melhor caminho
seria para nós uma social-democracia, aos moldes da Suécia, posto as
desigualdades que encontramos por cá não terão solução viável se não for pelo
caminho este, do socialismo democrático e cristão. Por essa vereda encontraremos
um modo de saber os trilhos para a melhor justiça social e divina, e que seja ministrado
o ensino religioso desde a infância, para que deste se tire um proveito
equivalente a uma posterior maturidade religiosa dos membros da Grande Igreja
de Pedro.
sábado, 18 de julho de 2026
AS SUBSTÂNCIAS DO OCASO
Fosse ou não fosse o ser enquanto o conhecemos, vinculado à dependência de uma droga, qual, seria melhor se mantivesse uma relação tão íntima com o desejo de dela se tornar livre, como assumir diante de todos esse compromisso tácito e compreender de uma vez que uma única dose pode botar tudo a perder, e que quando tem condições de pagar boa medicina e terapia, que esses fatores sejam um propósito a favor de sua recuperação. Ou mesmo se não tiver condições para tal, viver em um país que ofereça programas de recuperação já é mais do que uma bênção… As substâncias que infligem a pena do vício por parte de enfermos que desenvolvem as dependências citadas podem ser várias, mas especialmente a nicotina quiçá seja uma das piores, ou a pior delas. Nunca negar a luta contra essa tremenda adição sempre é algo mais vital do que tentar encontrar um sentido fora desse escopo. Saber-se preparado para não infligir penas maiores do que aquelas passíveis de não suportarmos e evitar reuniões ou algo que possa influenciar sobremodo a recuperação de um ser humano, como na presença de desafetos ou mesmo em grupos onde a hipocrisia seja a moeda corrente, quando despertada pela presença de um “boi de piranha”. Deve-se evitar ao máximo a intercorrência da farsa, mesmo porque os verdadeiros fariseus se fazem passar por Cristo, quando na realidade são diabos em pele de cordeiro. As personas se sucedem, e o Salvador vira um personagem de mito, como Hércules ou Teseu, como os recentes super-homem ou o homem aranha… Quantos não se fazem passar como heróis, quantos deuses na Terra haverão, justamente fazendo uso de maconha e cigarros, na estranha viagem psicodélica nas entranhas do novo milênio? Quantos ainda são reféns do crack, ou ainda os que estão retidos nos manicômios, nas entranhas da medicina, quão estéril seja a tentativa vã de tentar recuperar os drogadictos?
Na busca de um sentido na vida a fé pode ser a melhor escolha, pois a erva e sua tribo tende a fomentar a questão primeira das virtudes diabólicas no planeta, isso regado à coca e seus atributos, e a nicotina vira apenas a amiga ancestral. E o álcool? Lícito, carro chefe, modo de vitimar inocentes, amigo da nicotina, do pó e de anfetaminas… Enquanto não houver uma repressão constante contra as drogas ilícitas, estas vão estar presentes nas festas mais “infantis.” A cocaína, por exemplo, se fez partes de gangues que pregavam o evangelho por parte de pastores traficantes, deve-se a eles a prisão e a garantia de que seus fiéis não sejam envolvidos nessa trama sinistra.
Enquanto famílias que “fabricam” dinheiro encontram na coca seu recurso mais formal, posto serem aquelas em que seus membros fazem de seus “negócios” o propósito ulterior de seus atos. Mesmo que a inocência lhes seja concedida por terem realizado os sonhos de gente do Poder, essa relação com o Poder pode ficar estremecida, quando se provar o oposto… O fato é que alguns seres humanos que já largaram as drogas pesadas, quando querem estar livres da nicotina, por vezes a idiossincrasia particular negativista presente em familiares ou amigos tende a atrapalhar a recuperação, pois ninguém está livre dos dissabores de uma eventual contenda, ou um conflito quase gratuito.
Enquanto estivermos dentro de uma couraça existencial, um tipo de casulo para nos proteger, tudo aquilo que vem de fora como estímulo sem importância cabal, como gente farisaica, ou mesmo gente que nada mais tem a ver conosco, estaremos nos preservando de futuras recaídas, e erguendo uma boa muralha para nos situarmos de bem com o mundo que nos cerca, pois por vezes já temos problemas recorrentes em nosso dia a dia, e ficar com ruídos indesejados porventura por pessoas que nem estão atentas ao nosso problema e não dão a mínima para você é a melhor saída de vencermos a parada frente aos parasitas do bem estar. Como ingressar em um grupo de recuperação e encontrar uma agente que se diga mais esperta do que a própria esperteza, onde a sua vida seja um exemplo forjado, e que se rebele por outros não fazerem parte de seu grupamento, na acepção nua e crua de um egoísmo às avessas, onde a posição de um veterano vira a atração para que um dito cidadão que muitos julgam vulnerável perante essas verdades, na realidade possa apenas ser um observador distante e crítico, ausente da menor possibilidade de se estar compactuando com esse tipo de cilada egocêntrica e disposta ao mal, subentendendo-se quando a agente dissuade até mesmo as ferramentas de crenças e quase feitiçarias, no poder oculto de tentar obter resultados que anulem o citado bem estar de um homem mais sábio, por ser mais independente desse tipo de falcatruas. O sentido da vida passa a ser para esse homem sábio mais do que apenas lutar, mas dar a volta por cima e partir para um ostracismo reflexo na constituição da impotência em não agir e nada poder fazer para manter sequer um grupo decente, na construção impoluta, mas disparatada em seus reflexos, de se manter a sobriedade, faltando nos comentários sobre uma literatura, nas noites previstas com a exatidão dos engodos...
E seriam nada como reflexos do tempo, um tempo em que o Poder com relação a um ser humano mais não seja do que uma representação incompleta de um novelo com apenas uma ponta, atado a uma malha urdida com a hipocrisia, mas ainda afeita a ser desfeita com a mão da sensatez, pois nada do que se faz no mundo, entre duas pessoas, ou em um grupo cotejado pela miséria da encenação e do teatro não possa sofrer releituras e processos de consertos, sob o testemunho silencioso de um agente e sua sóbria sabedoria.
CANALETAS DO TEMPO
Sinto passarem por mim os feixes, o imo que me ensombra, o caudal rumoroso dos
dias,
O relógio marcara o tempo em uma reunião da noite passada, e isso sobremodo me
fez bem
Quando, a propósito, estarmos em serviço delonga que não passemos mal sobretudo
Na mesma miríade circunflexa da informação, nas mesmas hostes dos códigos
ensaiados
Que tais mulheres que conhecemos no ypsolone, de suas desditas, encerram
o Mundo Novo Admirável...
Algum corredor polonês me afirmara um dia que as fronteiras seriam mais amplas
do que o provável
E que, algures, uma sombra de fetiche mundo se encerraria em um gesto de foguetes
Qual, se não fosse o suficiente, muitos homens e mulheres gostariam de estar em
posição
Para no mínimo supor que a mensagem dada fosse compreendida na íntegra.
Evadir-se de um vício severo é encontrar um propósito na vida, um sentido novo,
qual não seja,
Saber-se mais vivo perante aqueles – céticos – sobre a recuperação de um
enfermo
Que soletre as letras mais diletas diante dos que creem ser possível viver, ao
menos,
Com a certeza de que o substrato não faz a substância, nem o oposto ocorre...
sexta-feira, 17 de julho de 2026
quinta-feira, 16 de julho de 2026
O DESVELO DOS DESVALIDOS
Catamos
nossos próprios novelos pelos caminhos, as críticas, os gestos, a pronúncia daqueles
que nos ignoram, aquilo que não podemos nos permitir dizer, quem sabe a verdade
que muitos sequer pronunciam... Quem sabe se vivêssemos na guerra do Vietname,
ou mesmo em um campo de concentração, quem diria, as coisas seriam piores, ou
mesmo quando a vida nos encerra em redomas blindadas existencialmente, quando
queremos respirar melhor, quando queremos nos libertar de algo que nos
escraviza: quem sabe nós nos fechamos quais ostras em cima de um Muro de
Berlim, escutando The Wall, depois da abertura... Continuamos fechados, tristes
ou contentes, e não sabemos onde buscar um sentido para vivermos mais e melhor,
com os nossos camaradas que não existem, simplesmente.
A festa, a vitória de muitos,
aqueles que se refestelam em suas vantajosas coragens, os dias daqueles
desvalidos que muito nos apercebemos ainda mantém um desvelo acentuado pelos
seus. Não se fale de doenças e suas catástrofes, mas da massa que sofre por
carestias de educação, saúde e pão. No que se projete algo, que se diga algo, e
que alguém leia algumas páginas para se educar. Nada do que seja um bastião de muito
seja detentor de uma verdade suprema, posto na realidade outros vêm para dizer
do pouco que sabem um mundo de história. “País rico é país sem miséria...” Essa
é uma assertiva máxima, e do pouco que conseguimos o muito se revele aos
incrédulos, pois essa noção evidente do Poder deva ser pronunciada àqueles que
nada sabem de um bom Governo Federal.
Desde Oiapoque até o Chuí a nossa
nação possui largas fronteiras, e uma delas é a compreensão do que o nosso povo
deseja para si, pois a batuta maestrina de nosso Presidente saberá agir com
mais ímpeto depois de ganhas as eleições. Aquelas figuras franzinas, ou mesmo
birrentas, ou truculentas que fazem uma oposição sistemática, têm todo o
direito para tal, mas de qualquer modo a companhia de poucos se faz presente em
estados fascistas, para tanto, e os governadores que governam esses estados
mais não fazem do que corromper nossos planos para que não atinjamos os
objetivos que almejamos para todos os brasileiros. Posicionemo-nos em um tipo de projeto de melhorias para toda a nação, e tudo o que vem para agregar-nos na comunhão de fé em um país melhor. Espiritualmente, congracemo-nos a que se congregue a União deste país, ao menos para que a democracia e suas ações sejam dentro de uma prática saudável, e reza a regra que se aceite os resultados dela advindos. Não podemos de maneira alguma permitir que algum tipo de intervenção de algum outro país se faça em relação ao resultado do pleito e aceitar o citado resultado é tarefa dos líderes que estejam dispostos a se permitir não incorrer no erro da prepotência ou de gestos outros que não sejam a neutralidade em relação ao andamento não apenas da nossa democracia, mas de toda a América Latina e seus povos. Com relação a esse tópico, isso perfaz a compreensão de que devemos guarnecer sobremodo a nossa soberania, e não permitir tentativas de golpes de estado, brancos ou não, e aceitar nossas instituições como independentes, especialmente o Supremo Tribunal Federal, tão criticado pelos opositores férreos da nossa atual gestão.
Atingirmos a graça na nação pátria, sabermos que muitos passam por grandes carestias, ainda por si é algo de muitos desafios a serem cumpridos diante de governos que se sucedem para dirimir os problemas sociais, através de políticas públicas implementadas através de atos estatais. Sabermos que um Governo que atenderia principalmente os interesses das elites, sem se preocupar com as demandas dos pobres, não legitima a representação popular, posto sequer se preocuparia com os deserdados pela sorte, e as populações vulneráveis. É por essa questão que pedimos a Deus que abençoe nossos representantes, e faça vir para o Poder alguém mais piedoso com relação àqueles que mais necessitem de atenção do Estado.
A EXPERIÊNCIA DE UM HOMEM QUANDO BUSCA UM SENTIDO NA VIDA PODE ESTAR UM POUCO EM DESACORDO COM A MEDICINA CONVENCIONAL, POIS NA REALIDADE O MAIS IMPORTANTE É ENCONTRAR UM FLUXO DE VIDA QUE SEJA MAIS HARMÔNICO COM UM BEM ESTAR, E NÃO APENAS O SOFRIMENTO, APESAR DE ESTE FAZER PARTE DO DOMÍNIO DA CITADA VIDA, ASSIM COMO O TRABALHO QUE REALIZAMOS EM BUSCA DE ATENUÁ-LO.
NÃO ADIANTA SERMOS CONTRA ATROCIDADES COMETIDAS NA SEGUNDA GRANDE GUERRA MUNDIAL, SE COMPACTUAMOS COM A CIA E SUAS MODALIDADES DE ESCOLA DE TORTURAS MINISTRADAS EM DÉCADAS PASSADAS PARA OS GOLPES NA AMÉRICA LATINA, E QUE CONTINUA AGINDO ATÉ HOJE COM SEUS TENTÁCULOS PARA DERROTAR DEMOCRACIAS POPULARES AO REDOR DO PLANETA.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
ERGAMOS A NÓS MESMOS
Sabendo-nos que somos iguais em algo, sabendo que estamos a sofrer por vezes,
Não tiremos das dúvidas as nossas conclusões, pois precipitar um ato antes de
proferir o verbo
Não seja a própria convicção maior de se tentar ao menos compactuar com um
Poder maior
Do que aquele que na verdade passa pelo mundo em seus gigantescos castelos...
Ver-se no espelho alto a alfombra de nós mesmos, como uma superfície onde
encontramos
Aqueles que se foram, aqueles que ainda não amamos por não existir sequer,
Ou mesmo os dias que passam nublados em nosso crivo de pertencer à esfera do
conhecimento.
O dia que não passaria, não seria o mesmo se não erguêssemos uma muralha do
tamanho do mundo
Posto seremos mais ditosos e sinceros quando estivermos diante da textura de
nosso saber
Ao vermos que silenciosamente somos aqueles que vieram para ajudar a reconstruir
algo
Mesmo que seja dentro de nós mesmos apenas, pois não se infira algo que não
retorne vívido
Quando ao parecer de um nexo ainda titubeante, uma palavra que seja, o citado
verbo, mas de Deus...
terça-feira, 14 de julho de 2026
A AÇÃO INDIVIDUAL DO PERDÃO E A HUMILDADE
Que o
ser humano por vezes pense: é impossível perdoar... E por vezes “realmente”
isso é possível ocorrer, principalmente quando o que fizeram contra pessoas que
amamos, como algum crime bárbaro, se tornaram fatos concretos. Nós todos, como
seres humanos que portamos dentro de si o pecado como algo gratuito quase,
quando pensamos naqueles miseráveis que não fazem parte de nossa vidinha,
estamos compactuando com um egoísmo existencial sem par, nada fazendo para ao
menos ter uma alteridade equivalente, ou seja, nos colocar no lugar do outro,
ver que todo o conforto que possuímos não passa de uma ilusão sem precedentes,
pois não seremos mais ou menos abençoados por Deus se não praticarmos a
misericórdia com outros seres humanos, afora outros seres, tais como animais
largados na rua, e comer menos carne, se possível. A nós mesmos não precisamos
ter comiseração, mas apenas arrepender-nos de algo que tenhamos cometido, uma
falta, e tentar não voltar a cometê-la, mesmo que isso tenha a ver com coisas
como prestígio, fama, valores, ou substancialmente conquistas amorosas ou
qualquer coisa que na verdade não passa de hedonismo ou similares. Seremos
melhores se tivermos a compaixão, se virmos o outro que está em situação de
miséria, como olhava nosso Senhor: aliviando seu sofrimento. Como se fosse algo
ímpar, este que vos fala encontrou no Salvador sua própria conversão, e tudo o
que antes conheci como psicologias e filosofias ou mesmo as entranhas de uma
vida anímica, agora vejo na figura histórica e espiritual de Jesus Cristo a
razão e entendimento de minha vida, o meu sentido pleno de existir... Onde
puder, que me reste a vida, levarei a palavra do Senhor em minha ação
cotidiana, sempre que houver alguém dela necessitando, posto só através da
citada misericórdia é que poderei saber que, não apenas individual, mas
coletivamente, estarei mais motivado através da minha fé naquele que foi ungido
pelo Pai para salvar a humanidade da morte, dando para nós a vida eterna.
Mesmo as
dúvidas circunspectas que levam alguém a tentar dissuadir-nos que o Cristo não
foi o exemplo supremo em sua sabedoria, o Deus encarnado, o mais humilde dos
seres, e que seus apóstolos mantiveram sua humildade em bastiões de fé, o que
se tem é uma miríade confusa de inverdades sobre um fato histórico e revelador,
incontestável sob todos os aspectos do ser enquanto matéria da divindade e
crença particular e individual. Que se possa admitir as culturas diversas, mas
foi na figura do Salvador que encontramos aquilo que infunde a fé completa, n’Aquele
que se sacrificou na cruz, que depositou no madeiro seu sofrimento, que, depois
de ressuscitado, comunga com nós seu corpo até nos dias de escuridão, para
todos os séculos que virão, independente de respeitarmos as religiões como um
todo, incluso as tribais e suas origens mais rudimentares, posto muito do
inconsciente coletivo se apresenta nas mais variadas formas diante das quais o
ser passa pelo crivo de seu crer na existência individual e coletiva. Há
algumas religiões fundamentalistas, mas igualmente devem ser respeitadas, desde
que não infundam o terror diante da humanidade como base de sustentação de sua
existência. Reitero apenas que o meu momento é de comunhão sagrada com o meu
Salvador, a quem concebo seja o meu, particular, dentro das orientações que
recebo na doutrina da igreja à qual pertenço, e que me dá o insumo a continuar
vivendo crendo, assim, na revelação de minha vida em superação diuturna, pois
não é fácil caminhar por vales obscuros sem ter no sofrimento algo a supor seja
a consecução divinal e de credo e sustentáculo, posto houve um homem que
sofrera por nós, e esse homem foi um exemplo de superação até mesmo sobre a
morte... É o meu momentum, é a coisa que flui, uma dita revelação, não apenas
uma experiência, posto passo a converter-me, e não servir a vários senhores,
senão a um só.
Por
dias, cremos que a espiritualidade se constituiria naquilo mais inóspito quando
escarnecemos da bondade, mas na realidade essa citada bondade nos revela o
perdão, tanto individual, como coletivo, e a humildade de sermos mais amorosos
intui que os rancores que guardamos e nutrimos por alguém que amamos
profundamente nos ferem nas nossas entranhas em seu começo, mas na realidade é
a sociedade em que vivemos: do imediatismo, das performances, das dúvidas, dos
recomeços... Não há nada escrito, nem na IA, sobre nada especificamente, qual
não seja, que não possamos aprender na prática, conforme igualmente ditames
teóricos, posto alguém, por exemplo, que queira abandonar um vício, por vezes
não se apercebia que a falta de sono que tinha quando deixava de consumir a droga,
era por causa do café em excesso, e o bem que faz tomar chá, em nossa prática
diária, ao menos no fim da tarde em diante. Não há “estalo de Vieira”, que
possa transformar da noite para o dia, em muitos casos, uma solução definitiva
para a cura de um mal, quando estamos cientes de que muita coisa está em jogo
na psique de um ser. Na contraposição fleumática de um homem diante dos
dissabores que possa encontrar na vida, o sentido que lhe aflora pode ser um
bom senso de humor diante de uma atitude civilizada, mas diante da barbárie
nada pode ser feito por vezes, a não ser remediar com a ignorância de passar
desapercebido diante de tudo e todos, quando a maré das guerras e da violência
acomete um território onde reside, ou quando sofre injustiças severas pelas
mãos dos homens. Essa frialdade que a todos acomete, quando em nações
totalitárias, por assim dizer, onde tudo é controlado, até os “movimentos faciais...”
Ou quando vemos, em plena rua, um homem descarregar seu fuzil sobre outros, ou
mesmo quando um companheiro ou uma companheira nos trai de modo surpreendente.
Assim se o diga a crença em Deus, algo que nos anima, mesmo quando nos isolam,
ou quando não sentimos sequer na sombra do outro o menos vestígio do afeto, ou
sentimento semelhante. Na imagem desenhada de Cristo, com sua coroa de espinhos,
encontro finalmente um irmão gigantesco e começo a pensar muito, e não me sinto
só...
segunda-feira, 13 de julho de 2026
PODEMOS EVITAR A IRASCIBILIDADE ATRAVÉS DO PERDÃO, DA PRÁTICA DA COMISERAÇÃO, FATOR PROEMINENTE DE TRANSFORMARMOS RELAÇÕES E CORRELATAS REAÇÕES TÓXICAS, COM ALTERAÇÕES E MUDANÇAS CONCRETAS EM NOSSO COMPORTAMENTO, MAS EXISTENCIALMENTE COM PROFUNDAS MUDANÇAS EM NOSSO IMO, SENÃO NÃO PODEREMOS OBTER CONQUISTAS POSITIVAS COM APARÊNCIAS, MAS MUDANDO AS TIPIFICAÇÕES DOS DESEJOS QUE ALMEJAMOS E AQUELES QUE PODEMOS TER DE FATO.
¹⁸ Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus. ¹⁹ Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente. ²⁰ Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. ²¹ Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. ²² O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. ²³ O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; ²⁴ Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. ²⁵ Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas. 1 Pedro 2:18-25.
¹¹ Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma; ¹² Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem. ¹³ Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; ¹⁴ Quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. ¹⁵ Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; ¹⁶ Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. ¹⁷ Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei. 1 Pedro 2:11-17.
¹³ Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo; ¹⁴ Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; ¹⁵ Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; ¹⁶ Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. ¹⁷ E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, ¹⁸ Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, ¹⁹ Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, ²⁰ O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; ²¹ E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus; ²² Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro; ²³ Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. 1 Pedro 1:13-23.
Reduzir ou até suspender a cafeína pode ser benéfico para quem está parando de fumar, porque o metabolismo da cafeína muda após a cessação do tabaco e ela pode intensificar sintomas como ansiedade, insônia e palpitações. Além disso, o café costuma ser um gatilho comportamental associado ao cigarro. 🔄 Relação entre nicotina e cafeína Metabolismo acelerado pelo cigarro: fumar aumenta a atividade da enzima CYP1A2, que metaboliza a cafeína. Ao parar de fumar: essa atividade cai, e a cafeína permanece mais tempo no corpo. Doses que antes eram toleradas podem causar palpitações, nervosismo e insônia. ⚠️ Impactos da cafeína durante a abstinência Ansiedade e irritabilidade: a cafeína pode intensificar sintomas já comuns na abstinência da nicotina. Sono prejudicado: tomar café à tarde/noite atrapalha a qualidade do sono, que é essencial para recuperação cerebral. Gatilho comportamental: o ritual de “café + cigarro” é um condicionamento forte; manter o café pode aumentar o risco de recaída. COPILOT.
domingo, 12 de julho de 2026
O MANDATO DA NATUREZA
Conforme
a Lei Natural, o espírito da Natureza nos conforta em suas prédicas e lições.
Nada que nos conformasse tanto quanto o que há realmente no escopo daquela, e
tudo o que significa os ensinamentos que porventura podemos obter de supremos
benefícios de uma simples presença de uma árvore, da corredeira em seu infinito
de moléculas de água, das rochas que não vemos, e supostamente da mão do
Criador, que tudo vê, e de alguns homens que veem mais do que uma mera
suposição de mortais que somos. O simples fato de um ser qualquer que vemos como
um cãozinho, pode nos dar um sinal divino mais evidenciado do que um ser humano
diabólico, ou afeito ao vegetar perante a turba, em meio aos seus hábitos de
consumo ou disposições mecânicas de conduta. A Natureza exerce um mandato que urge
sabermos, pois não estaremos esperando uma hecatombe final, se já estão morando
em Marte, aqueles facínoras que já preparam o terreno para que o ser humano
possa destruir a mãe Terra tranquilamente, sem sentimento de culpa. Os mistérios
da criação já são explicitados pelo Papa Francisco, quando cita a nossa Casa
Comum. Por ela seremos e a Dialética da Natureza é mais ampla do que sequer
cogitamos, pois está nos ventos que não percebemos integralmente, está nos
pássaros e em seus cantos que nos avisam sobre decisões importantes e está nos
dias e nas noites em que passamos, crendo que estamos solitários, mas um mero
inseto possui mais ciência do que muitos seres humanos, em termos de vida. A
vida que pulsa neste mundo de matéria, e isso é muito importante que saibamos
ao menos para que na Terra o que vem dela é a mesma vida que nos alimenta, e
disso parece que egoisticamente o homem tem a noção evidente. A mente livre
expressa o conhecimento de décadas por vezes de estudo, e não será através de uma
ortodoxia dogmática que o homem deixará de possuir suas particularidades e sua
visão do mundo que o cerca. Não neguemos o Espírito que nos abraça
inspirando-nos a escrever sobre aquele que nos Salva, e não tergiversemos com
escrituras tão importante que versam sobre a psicologia de Jung, por um exemplo
cabal do sucesso de ter sido editado por uma empresa católica, como a “Vozes”.
Recentemente,
estudos revelaram que os animais – domésticos – podem expressar sentimentos,
tristeza, alegria, como se animicamente fossem movidos por um espírito. Quaisquer
maus tratos contra eles são passíveis de punição na esfera judicial, e muitas
vezes um ser humano considera um animal seu filho, pois não conta com mais
ninguém no mundo a não ser da companhia desse amigo e companheiro fiel. Não
sejamos tão dogmáticos ao pensar que a Natureza não possui um Grande Espírito,
e não sejamos tão ortodoxos ao pensar que os outros seres da Criação não tenham
o mesmo direito de viver na Terra, assim como os humanos, pois o melhor amigo
do homem ainda é o cão, e o resto são os interesses, em sua maior parte, pois o
homem é o pior amigo do homem, na maior parte das vezes. Este que vos fala
gosta muito mais de escutar a sinfonia dos pássaros pela manhã do que qualquer
música ou fala humana, tão previsíveis quanto no primeiro caso a indústria
cultural, e no segundo a luta pela sobrevivência insana. Meu ceticismo na raça
humana é sem igual, e tira-se poucos aqueles que estão trilhando por caminhos
de luz, de fato, pois no mais é coisa de ironias, hipocrisias ou desavenças.
Ainda temos por prosseguir uma longa Era por essa jornada de degradação
planetária, onde os abutres – com relação à Natureza – são os seres humanos,
sem freios, sem medidas, alicerçados pela ganância e pelo egoísmo. Jesus Cristo
veio para nos devolver a vida, para a redenção, a remissão – possível – dos nossos
pecados, e a prática diária nas santas missas podem nos devolver essa remissão.
Essa questão passa pelo envolvimento de nos focarmos em uma religião e estarmos
abertos a todas é obra de Satanás, que nos envolve até o pescoço a partir de
algo de bruxaria, de crendices e de coisas que apenas uma Grande Irmandade como
a Santa Igreja pode nos conceder algo consonante em comunhão com a bondade: com seus ritos, seus sacramentos e sua fé. Mesmo que muitos queiram dissuadir-nos que a multi crendice é coisa boa, de abertura espiritual, saibamos que nos alicerçar nos paradigmas e na doutrina da religião é coisa fundamental para que consolidemos algo mais próximo da realidade do ser: saber quem somos, de onde viemos e para onde vamos... Devemos tomar gosto pela Bíblia Sagrada, principalmente o Novo Testamento, que é lá que nos encontraremos com a palavra dos Apóstolos e seus Evangelhos. Até chegarmos no templo, até andarmos em direção a ele, seres aparecem nas ruas, os mais diversos, e estarmos em comunhão com os mistérios da Criação é estarmos em uníssono com Deus e sua Natureza manifesta.
sábado, 11 de julho de 2026
NA HORA DO DESPERTAR SE TORNA IMPERATIVO TOMARMOS O DESEJUM, ALGUMA MEDICAÇÃO NECESSÁRIA E PARTIR, DEPOIS DE NOSSOS DEVERES LOGO CEDO, PARA REZAR O TERÇO... ASSIM JÁ NÃO TEREMOS MAIS O DESEJO INTENSO DE FUMAR, POIS CRIAMOS UMA ATMOSFERA ESPIRITUAL QUE NOS DÁ A FORÇA PERMANENTE PARA SEGUIR BEM O DIA, POR MAIS VINTE E QUATRO HORAS.
QUANDO ESTAMOS CONSTRUINDO NOSSO SELF, QUAISQUER APROXIMAÇÕES COM COISAS QUE AFETEM ESSE CONSTRUCTO DEVEM SER EVITADAS, PRINCIPALMENTE FICAR EXPOSTOS A DEPOIMENTOS PARALELOS COM O OBJETIVO DE NOS SOLAPAR A POSITIVIDADE DIANTE DA VIDA, OU MESMO NOS TIRAR DO RITMO QUE ENCONTRAMOS COM NOSSA RELIGIOSIDADE E AFINS, NOSSO ESPORTE, ALIMENTAÇÃO E BEM ESTAR.
O ENCONTRO DO SER
Cada
momento sagrado, cada respirar sem termos algo a nos dar o amparo de uma adição,
uma fumaça, isso nos seja dado como uma graça, e que o Espírito Santo nos
ilumine em nossa jornada espiritual sobre a Terra, este planeta com bilhões de
segredos, este nicho de nosso lar onde nos encontramos, um casulo que nos envolve
por vezes, a medicina que nos traz boas notícias, quando temos a bênção de
estarmos vivos, e o Salvador, que ilumine estas letras... Em um sábado de
chuvas temos uma prerrogativa de sermos como algo de ser mais profícuo, mais
fértil, que silenciosamente urjamos por vidas melhores a todos os nossos amigos
e inimigos, porventura aqueles que se declaravam, e porventura aqueles que
jamais o saberíamos existir. Se soubéssemos do que nos tira muitas vezes uma
força latente, que o Santo Expedito nos proteja de todo o mal, e que
proficientemente nos resida a fortaleza necessária, com as bênçãos da comunhão
dos Santos, e tudo o que significa a Religião. Mesmo que os segredos da citada
religião ainda sejam infinitos, a simples compreensão desse Poder Superior a
nós mesmos nos seja um presente de fé e caridade a nós mesmos, posto não
haveria melhores tempos se não fôssemos uma parte que equivale ao mesmo ser que
antes não seríamos tão plenamente.
Quando
nos afastamos da divindade, devemos lembrar que o que fizeram com o Senhor
Jesus Cristo, nos tempos daquele império impiedoso de Roma, a sua coroa de
espinhos, o seu flagelo, a crucifixão, todo o seu sofrimento, nos bastam para
que nos situemos que nenhum de nossos sofrimentos pode ser similar aos daquele
que pregara uma palavra maravilhosa e que está vivo entre nós, salvando todos
aqueles que passam pela morte, através da Vida, essa dádiva magnífica, milagre
de Deus. Se tudo fosse simples a vida não seria desafiante por vezes, mas a
matéria por si só não significa o todo, pois aquele que se apresentou ao mesmo
tempo como homem e como Deus, em um só ser, significa que, ao ter contato com
essa verdade sublime, nos faz meditar, não apenas quando temos uma imagem sua
para referenciar-nos de sua presença, mas efetivamente quando vamos a uma
Igreja encontrarmo-nos com aquele que nos salva todo o tempo. Esse tempo em que
focamos por vezes em um Poder tão imenso que podemos perder até mesmo a vontade
de nos intoxicar fumando um cigarro, através da prece e da meditação. Através de
um Pai Nosso, podemos ver Deus em nosso lábio, e Deus estará lá, vibrando com
essas palavras transcendentais...
Cessam-se
os dias, e o que antes era uma promessa de fé vira uma profissão de fé, o que
antes era de se cuidar para que o ser se convertesse, ele se torna um devoto
fiel a Deus! Posto o crente o sabe bem por quais caminho passara, e quais foram
os seus vales de lágrimas, e que Nossa Senhora volva os Seus olhos
misericordiosos para nós, com sua bondosa piedade. Um homem imprime uma cabeça
de Cristo, com a coroa de espinhos, mas com a face serena de um sofrimento
sublimado pela Verdade, e isso lhe toca como se houvera se encontrado com um
irmão que jamais imaginara ter, se sente acompanhado, e constrói finalmente um
altar para com ele poder se fixar nessa Verdade e Luz e orar o Terço, uma, duas,
três vezes...
E Santo
Expedito, uma pequena imagem, o acompanha dando-lhe a proteção necessária, para
que a vida lhe seja concedida, sob todos os aspectos. Mesmo que a tentação
surja no caminho desse ser, que vira um casulo dentro do caminho da Santidade e
da sanidade, ele não estará sequer a olhar para os objetos dessa tentação, pois
desviar um homem que procura o caminho espiritual de seus desígnios sempre é
obra daquele que vem para corromper as veredas do Altíssimo. A conversão
finalmente se faz, e o ser que se trata diante de tudo e todos prima pela
consecução de escutar e ler a palavra do Senhor! Mesmo que não perceba, faz-se
o milagre: o milagre da fé. Ao ler os evangelhos ele sabe que encontrará muito
de sua literatura, de sua busca, de seus mistérios, e não mais precisará de fumar,
sequer um cigarro, pelo menos, na visão de um médico, que isso seja por vinte e
quatro horas, até o dia seguinte, quando rezará novamente o terço e prosseguirá
na sua senda espiritual, isso ad aeternum. Seu novo Pai estará sempre
com ele, apesar do já falecido que lhe deu a vida, não deixará de ser sempre
honrado pelo bom filho... Sempre estará comigo, ó meu Pai que éreis Pai de meu
pai! Éreis Pai da Criação, e por isso regamos a raiz, para que a árvore dê bons
frutos, e antes o que parecia ao ser, ser apenas uma questão de tempo, o tempo
veio antes, veio em um sábado, e um grilhão profundo foi desatado de seus
braços, e de suas pernas, e tudo o que vier pela frente será apenas uma razão
primeira para que este devoto possa estar aplicando sua fé em descrever e
divulgar e obrar pela citada religiosidade sublime que alcança por estar diante
da santidade de um Poder Superior a ele mesmo: o Poder de Deus.
RADICAL ISLAMIST EXTREMISTS, OFTEN CALLED "FUNDAMENTALISTS", WERE U.S. FAVORITES IN THE 1980s, BECAUSE THEY WERE THE BEST KILLERS WHO COULD BE FOUND. IN THOSE YEARS, A PRIME ENEMY OF THE U.S. WAS THHE CATHOLIC CHURCH, WHICH HAD SINNED GRIEVOUSLY IN LATIN AMERICA BY ADOPTING "THE PREFERENTIAL OPTION FOR THE POOR."
sexta-feira, 10 de julho de 2026
A CÁPSULA EXISTENCIAL
Podemos perecer diante de infortúnios, quando não estamos alicerçados em um tipo de casulo, um tipo de lar que nos conforte e acolha, mas a iniciativa para isso é estarmos envoltos pela seda em que a crisálida nos acompanhe, e que podemos ser mais fortes, antes de pensarmos em ajudar os outros, evitando, pois estando por vezes alheios, curtindo uma solidão em contentamento, fazendo atividades que construam uma psique ainda frágil, fruto de um histórico de compulsões e hábitos nocivos à saúde, estarmos em grupos de recuperação noturnos nem sempre vai ser bom, qual não seja, não podemos estar vinculados a depoimentos trágicos, ou idiossincrasias de emancipação ególatra, quando muitos no mais alicerçam a recuperação de algum vício qualquer consumindo outras substâncias, principalmente a maconha, a cocaína e o tabaco. Este último, o pior de todos os vícios, pois o seu uso é lícito e a indústria ainda investe pesadamente sobre os vitimados, dependentes desse mal. É confortador quando nos apercebermos estar distanciando do hábito, estar ao menos sabendo consciente do que o cigarro nos faz, e crescermos para estar cada vez mais desapegados do vício. Infelizmente, temos que fazer nossas escolhas e estar em grupos até mais tarde não condiz a que estejamos em conformidade com uma serena vereda, pois até mesmo grupos de recuperação do alcoolismo não são poucas as vezes que nada têm a ver com a questão de drogas ilícitas e sua gravidade no escopo da sociedade.
Construirmos uma cápsula existencial em torno de nós mesmos intui buscarmos sermos os mesmos que não somos agora, mas aqueles com uma pureza espiritual e carnal que éramos quando na juventude, quando estávamos distantes de comportamentos tóxicos e aproximações maiores com substâncias que nos tornam dependentes. Essa iniciativa aos poucos nos retiram das dores de carregarmos uma culpa que seja maior do que aquela já da libertação da compulsão, e aloca um sentido melhor ao nos recuperarmos pouco a pouco, rumo à nos tornarmos livres de quaisquer vícios, sejam eles o da nicotina, da maconha ou da coca, ou mesmo do álcool...
EM TEMPOS MAIS SILENCIOSOS
Nos silêncios de um dia não sejam os ruídos
Aquela soberba que não se tenha gratuitamente
Pois aquilo que não podemos acessar com uma vida serena
Pode auferir a presença latente em sermos mais unos com algo
Que pode significar a conciliação perene em estar mais coerentes.
Não fosse um tempo em que os cuidados sejam melhores do que o nada
Pois na vida que se almeja sempre, sem os vícios que abandonamos
Não fosse o tempo que urge sermos melhores e maiores do que aquilo
Que o viés de uma questão de termos ou não os insumos de apoio
Ou aquilo que não compreendemos totalmente, por deixarmos ser tolos!
Vestem-se de caráter na frente de uma espiritualidade latente
Quando nos predispomos ser a frente indispensável a nós mesmos,
Mesmo que a alguns inconscientemente uma queda seja de importância
Pois a questão de ver os dias mais solenes serão os mesmo daqueles que tenhamos
O véu do mesmo silêncio em encontrar pela vereda a equação que não resolvemos
ainda...
SABER-SE CONSONANTE COM O VIÉS DE UMA RECUPERAÇÃO, OU SEJA, RECUPERAR A AÇÃO, COMO SE DIZ, É ESTAR CONFORME COM AQUELES DIAS EM QUE UM SABIA QUE PODIA GANHAR UMA COMPETIÇÃO, SENDO AQUELE TORNEIO ALGO SÉRIO, POIS DEPOIS DE FRACASSOS CONTÍNUOS E SUCESSIVOS O PRÓPRIO SER APENAS DESCONHECIA PODER RESTAURAR SUAS CHANCES DE VITÓRIA E CONSEGUIR VENCER AS BATALHAS QUE SE APRESENTAM NO DIA A DIA...
quinta-feira, 9 de julho de 2026
O HOMEM QUE SALTA DE UM MAÇO DE CIGARROS PARA DOIS POR DIA AVANÇA RAZOAVELMENTE, MAS APENAS ESTARÁ PREPARANDO UMA BOA SEARA PARA PARAR TOTALMENTE, POIS A RECUPERAÇÃO PLENA É QUESTÃO DE NO MÍNIMO UM MÊS, ATÉ PORQUE ESSA VITÓRIA, QUANDO JAMAIS A ALCANÇARA, RESERVARÁ PARA ELE O PRÊMIO DO MORAL EM SE SENTIR MAIS PLENO E FELIZ.
QUANDO TEMOS UMA ANGÚSTIA PROFUNDA OU INQUIETAÇÕES EXISTENCIAIS DESSA NATUREZA, QUANDO NÃO SABEMOS CONTROLAR MUITO NOSSAS EMOÇÕES E IMPULSOS, DEVEMOS CONSTRUIR UMA COURAÇA OU CÁPSULA EXISTENCIAL QUE NOS ISOLE, UM TIPO DE CASULO QUE SEJA NOSSO FORTALECIMENTO, O FORTALECIMENTO PARA ERIGIR UM "EU" SÓLIDO, E PARA ISSO PODEMOS CONTAR COM A ARTE, A FILOSOFIA, UM DESABAFO, UM DIÁRIO OU SEJA O QUE FOR, TUDO É VÁLIDO: SÓ DEPOIS DE ESTARMOS EFETIVAMENTE BEM CONOSCO É QUE PODEMOS PARTIR PARA UMA EXPANSÃO QUE NOS FAÇA REPARTIR O PÃO QUE NOS TEM ALIMENTADO DA BOA AVENTURANÇA, ESSE PÃO QUE POR VEZES PODE PARECER AMARGO, MAS SEMPRE NECESSÁRIO.
DA MESMA FORMA QUE POR VEZES MATAMOS DENTRO DE NÓS O NOSSO AMOR, POR VEZES O CULTIVAMOS COM DIFICULDADES, POIS ACRESCER DE TERNURA O NOSSO AFETO QUE ESTIVER DESTROÇADO EM CERTOS MOMENTOS DA EXISTÊNCIA MERECE QUE REPAREMOS CERTOS ERROS E COMPARTILHEMOS BONS RESULTADOS, ANUNCIANDO PARA O MUNDO UM PROCESSO DE LIBERTAÇÃO QUE SE REVELA NAQUELAS HORAS QUE PARECE QUE TUDO ESTAVA PERDIDO.
A VIDA, TAL QUAL A CONCEBAMOS, ETERNA E IMUTÁVEL, QUIÇÁ DEPENDA DE UMA JUSTA ADEQUAÇÃO COMPORTAMENTAL DE HÁBITOS ONDE OS PECADOS SÃO OS VÍCIOS MAIS FREQUENTES, E AS VIRTUDES SÃO MAIS RARAS, POIS DESCONHECEMOS ALGO QUE SÓ A FÉ EM UM PODER SUPERIOR PODE NOS ALICERÇAR CERTEZAS, E ONDE A DÚVIDA QUE OS DEMÔNIOS SEMPRE LANÇAM SOBRE A HUMANIDADE É COISA QUE SEMPRE LUTA CONTRA A PALAVRA DO SENHOR.
O VALOR DA VIDA
A vida
tal qual a conhecemos, é justamente algo que não temos ideia de sua totalidade,
e tudo que significa, não apenas em nós mesmos, mas na mãe Terra, e todos os
seus seres, desde uma simples bactéria até mesmo uma águia ou um elefante.
Mesmo porque tudo tem um ciclo e da mesma água que alimenta toda uma lavoura, que
vai fazer crescer os insumos básicos dos alimentos, vicejar os pastos, fazer
desenvolver tubérculos como a batata, alimentar de milho as aves e os porcos, e
finalmente alimentar o homem, é a mesma que sofre tantas intervenções no
sentido da poluição, no âmbito planetário. Pois sim, a água é vida que pulsa no
mundo, é substância essencial para que permaneçamos aqui. Assim como a água é
nossa base de sustentação, seres como a abelha também são responsáveis para
estarmos por aqui, pois cerca de 35% dos alimentos que consumimos dependem de
sua polinização. Eis dois milagres da vida, e por isso nossa imensa Casa Comum,
que é a Terra, é tão fascinante, apesar de carestias que encontramos amiúde por
adiante do que jamais cogitamos. Esse pensamento quase sempre recorrente de que
somos senhores do meio que nos cerca nos faz termos uma soberba sem conta e
total falta de humildade perante a obra do Criador, que dispôs ao homem o
essencial à sua vida, pois o que é do pão fala à fome, e o que é da água fala à
sede. Mas o homem quer mais em sua ganância e o mercado cria cada vez novas
demandas que estimulam desejos antes inexistentes, ao ponto de rótulos serem
criados, marcas nos surpreenderem e a indústria manipular novas modalidades de
consumo, atingindo níveis onde não se basta ter um carro, temos que possuir o mais
caro e não apenas um, mas vários, como símbolo de ostentação, pura e
simplesmente, enquanto muitos trabalham duramente para pagar um ônibus ou um
metrô, nas grandes cidades. Esse tipo de injustiça social acompanhou durante
séculos as civilizações, mas na realidade a máxima: “pouco com Deus é muito e
muito sem Deus é nada” sempre será válida, posto em qualquer sociedade sempre
haverá aqueles que recebem algum privilégio, seja do Governo, ou seja de nascimento
em uma família de mais posses, de onde sai a oportunidade de frequentar
melhores escolas e poder comprar bons materiais de estudo. Conforme o que se
creia ser o melhor para nossos filhos, podemos ter a certeza de que os melhores
médicos serão sempre os particulares, pois há um diferencial no atendimento às
suas populações, mas como criticar um governo como o brasileiro que mantém
dentro de seu sistema o SUS, que pelo menos é uma iniciativa válida de prestar
a ajuda ao povo brasileiro, coisa que um país como os EUA sequer possui? Esse
tipo de iniciativa é algo de se surpreender, pois equipes valorosas de médicos
e paramédicos mantém acesa a chama da saúde em nosso território, pois coisas
como o CAPS sói acontecerem apenas no escopo da atenção à saúde mental como um
todo, e a luta antimanicomial já é uma realidade em nosso país. Melhor seria
ver homeless jogados na rua como em
muitos países ricos, como no citado exemplo dos EUA, em áreas urbanas degradadas
e suscetíveis de vulnerabilidades sociais alarmantes? Obviamente que não, mas o
fato de que as políticas públicas visem, dentro das possibilidades do
orçamento, que não apenas haja a proposta da manutenção dos serviços públicos
que o Estado oferece à população, mas também que se avance na proposição de que
o dito orçamento seja melhor equacionado e resolvido nos interesses da União
como um todo.
Mas de
qualquer forma, o importante que cabe ressaltar é que um país que se construa
na citada União de seu povo, com a religiosidade eclética ou não desse mesmo povo,
independentemente de sua composição cultural, étnica e respeitando as crenças
particulares, essa é a premissa básica da Democracia e sua característica mais
plena: a das liberdades individuais, a consciência de uma coletividade e a
preservação de nossas instituições fundamentais para o andamento saudável da
dita democracia, como o Poder Tripartite, em independência com relação ao
andamento de se perpetuar uma vida livre sobre a esfera de um escopo da
civilização. Sobre a vida, esta mesma a que nos propomos, a vida pulsa desde a
água, desde a mais simples molécula de carbono que compõe a nossa matéria
orgânica, desde como a conhecemos e que Deus a tenha criado, sob os desígnios
do Espírito Santo e no sacrifício de Seu Filho, Nosso Senhor, Jesus Cristo.
Sabemos que apesar das miríades da política, da economia, da matéria, somos
filhos de Deus, e nossa nação já dá mostras de ser uma terra abençoada por Ele.
Como se dizia em outros termos, somos mortais aqui na terra e, em virtude de
nossos pecados, esse destino já está traçado, mas temos por adiante, depois da
morte, a virtude de sabermos que algo de um Destino Maior está traçado pelo
Salvador a cada homem na Terra, a cada mulher. Esperemos que a carestia não
seja maior do que o suportável, mas se em um pouco, com Deus, encontramos
muito, na presença eucarística universal da Igreja encontraremos mais em todas
as congregações do mundo, e pelo mundo seremos, não apenas em combate pela
preservação da água, mas na consecução de todos os propósitos para que o ser
humano, pelo menos em sua esfera de atuação, em sua cápsula existencial, esteja
conforme com a esperança de que, junto a Ele, o Cristo, consiga exercer
corretamente a cidadania divina, ou seja, em harmonia com o Poder que devemos
respeitar acima de tudo e todos...
quarta-feira, 8 de julho de 2026
SABER OU NÃO
Saber ou
não: sermos meramente profissionais, sábios, videntes, ou qualquer coisa de fé,
algo de sacerdotes do tempo, este tempo eterno que já está e sabemos com
certeza que existe de fato. Seremos outrora agentes transmissores de uma educação
paulatina, de uma reeducação de fato, pois se um prócer de uma nação não
conhece os bons modos, quem sabe até mesmo um bom puxão de orelha ou umas boas
palmadas enérgicas em seu traseiro o ensinariam a ser melhor antes de tomar
atitudes incoerentes ou intolerantes. O que quer dizer que nem sempre saberemos
qual a melhor atitude a tomar, mas devemos estar conscientes que, isso sim,
devemos saber, que a Rússia e a China estão aqui no planeta para equilibrar os
papéis desse império falimentar que é o dos EUA. E, por incrível que pareça,
será em países como o Brasil que o termômetro onde certas crises ocorram, por
vezes com tipificações surreais, paradoxais, marcaremos mais pontos ao sabermos
que na realidade a versão de algum tipo de intervenção em famílias que se
tornaram golpistas por Natureza, verão seus dias contados, a saber, depois de
uma boa vitória das frentes populares nas próximas eleições em nosso país.
Uma boa
proposta é sempre reconciliar com os imperialistas no sentido de manter os
laços comerciais, mas ao mesmo tempo manter uma ótima relação com o mundo
oriental, que nos fornece a parceria mais substancial a que façamos jus ao
empreendimento mesmo de novas conquistas na citada esfera do comércio. O que
alguém diz justamente por desabafo em noite anterior, por ressentimento e
rancor, vai ser usado no escopo da memória do pensamento e do registro como
argumento de um ideal ou de uma argumentação em favor de uma situação onde quem
ganha são aqueles que não tem “papas na língua”. É pela questão do Oriente que
a indústria nacional já está atrelada até o pescoço, e que não há mais retorno,
mesmo que outra nação queira promover sua ridícula guerrinha comercial. É pujante
o que acontece no mundo do leste, e pela graça do bom Deus temos uma nação que
equilibra a paz mundial com seus armamentos, como a Rússia...
Como seríamos outros, senão aqueles que esperam por dias onde a Providência Divina venha a concluir a sua Justiça de Deus sobre o planeta, mesmo que soubermos que o que se nos espera seja ainda um mundo onde a luta inóspita por lucros exorbitantes nas mãos de poucos seja altamente recorrente na atualidade? Por vezes saberemos mais sobre muito, por vezes sobre pouco, por vezes nada saberemos sobre tudo. É sobre essa busca, a busca de se discernir, mais e melhor, é que aprenderemos da vida o que ela tem a nos oferecer... Pela graça de Deus! E quem sabe a ciência de estarmos silentes diante de um poder maior do que nós mesmos, mesmo que seja em alguma esfera pessoal, não seja uma escora algo suficiente para partirmos das vertentes de um conhecer mais pleno não apenas de situações da história, bem como do desenvolvimento da tecnologia e sua importância no trabalho humano. Dignificar-se perante o próximo é estabelecer vínculos, mas supostamente em sociedades emergentes tudo fica mais distante do saber que estaremos mais vinculados a um bem estar individual e coletivo se estivermos dotados de valores que nos consagrem maior amplitude de caráter e de sensatez no trato com o semelhante, pois que fomos feitos à imagem e semelhança do Filho do Homem. E é sobre a misericórdia de Deus que se trata o entendimento dos que nele depositam sua crença mais particular e férrea.
Não estaremos isolados jamais, mesmo que as relações do trabalho nos venham a quebrar nossas colunas e nossos combates, mesmo que verdadeira legiões de mercenários a nós queiram fincar suas garras viperinas. São dias de chacal, meio que dias onde o parecer de outros tempos nos pareçam turvos, mas que na esperança de diletos e bons companheiros teremos de ver que ao que lhes conceda do justo, a eles seja concedido. A bem dizer, aqueles que lutam ou lutaram para serem melhores do que seus chefes, quando estes são bons líderes e exercem boas campanhas em campo, seus espaços na sociedade são garantidos sem que guardem um mínimo de sensação de culpa ou remorso, por terem porventura traído os melhores combatentes, como certos Judas que se vê por aí todo o tempo... Todos têm um propósito para ser livres, assim como a todos seja concedido esse direito, mas a alguns a posição constitui condição sine qua non para libertar, seja em que lugar, seja em que circunstância, sempre em nome de Deus. As hostes do inferno estão aí para que sejamos testemunhas fieis do que ocorre fora dos templos da Grande Igreja. E sejamos Cruzados da libertação, posto se assim não fora, nada seria, pois será empunhando nossas espadas que estaremos defendendo o emblema máximo da Justiça Divina! Que Sua Santidade, o Papa Leão nos agracie com as bênçãos de um segundo semestre de paz, e que o caminho para ela seja repleto de luz, e que ilumine a sua nação, tão sofrida de falta de tolerância e sensatez por parte de sua liderança, e que também ilumine nações mais empobrecidas por questões históricas, e que ajude essas nações a se libertar do jugo imperialista, que as faz reféns de complicadas equações, misérias e carestias, consequências que cremos inevitáveis de sua condição no planeta, mas que, sob determinadas condições, terminarão por encontrar seu próprio caminho, que não seja aquela da hipocrisia, da desavença e da discórdia...
terça-feira, 7 de julho de 2026
RELUTANTE LUTA
Nos combates em qualquer esfera
Prosseguir nos ditames da fé, qual, a vertente da certeza,
Não redimiria propriamente um tempo em que poderíamos estar em dia
Com os deveres anunciados, com a mesma lida que anunciamos
Quando em noites secretas o sono continua relutante, mas próprio.
Nas graças de algo que não entendemos, conseguimos um dia de jornadas,
Os passos irrequietos nos sejam dados em mais um dia de vida plena,
A que sejamos mais e mais fortes para que a largada de vitórias venha na
possibilidade
Quando, por mais que a vida se encerre dura e atinente com a inefabilidade de
um gesto
O ser não se encontre com o nada, e por si conclua o atinar-se com mais um dia
de luta gloriosa...
Vencemos um vício por horas, e por outros momentos somos relutantes, mas não caímos,
Prosseguimos atinando-nos perante tudo e todos
Naquelas horas em que um dia parece transcorrer adiante do citado tempo
E que, nas vertentes de outro, eterno,
O Salvador nos oriente com a sua palavra, e que a ciência disso seja o nosso
propósito.
segunda-feira, 6 de julho de 2026
E TANTAS SÃO AS VINTE E QUATRO HORAS...
De um
dia a outro, quem não soubesse do tempo, o que realmente acontece na jornada do
dia, ou nos embates das noites. Os tempos do homem sempre foram os mesmos,
ainda que supuséssemos haver diferenças entre os nasceres e os poentes nas
longitudes do planeta... Calores e suores atravessados quase pela nossa medula,
ossos esfrangalhados, vícios desmesurados, carestia, miséria, seres notívagos
em busca de acolhimentos impossíveis, sofrimentos, faltas e ausências. Qual não
seria a vida se não fora a mesma de sempre, e qual não seria a equação se a
resolvêssemos a contento todo o tempo? Por que uma expectativa sobre um semblante
desnudado entre a frieza de suas convicções e a insanidade de sentimentos
ausentes de humanismo? Padeço por aqueles que estão esquecidos sob marquises,
estão em hospícios, ou mesmo os inocentes que enfrentam duras penas em seus
sofrimentos por vezes compulsórios, quando o que cometeram foi simplesmente
amar além de suas próprias medidas...
A vida
plena, o que seria além de consentir o que temos, e ser feliz com o essencial,
com essa bênção de estarmos em condições de ter uma razão que não nos nuble o
ser que somos. A bendita questão de pronunciarmos nossa fé no Salvador, para
que ilumine a senda daqueles que sofrem em demasia, e por nós olhai todo o
tempo, para que d’Ele sejamos dignos da vida que d’Ele a nós é concedida.
Clamando, em nossas vozes mais internas, em nossos desejos mais viscerais, para
que nos seja dada a clemência dos céus e não padeçamos no inferno. Almas soturnas
plangem suas pernas sobre ruas sem destino, desmembrando do de si para o nada,
como que à busca de algo que seja químico, como que em um desespero louco em si
mesmo: o panorama insano da perdição! Seres humanos catam o lixo nas ruas,
tentando encontrar nos resíduos da sociedade um alimento, ou mesmo latas de
alumínio para trocar por pedras do “paraíso”: as drogas do per si. Em outros
lados, no mesmo mundo em que vivemos sob o emblema da vida, muitos se matam em
guerras cruentas, déspotas urgem pelos poderes, e diversas formas do pecado se
manifestam sob as roupagens titânicas do mal.
Eis que
surge um clarão, uma luz divina, o sol no céu, mesmo que por imaginação
circunflexa, e estamos diante do mundo tal como ele é: imenso, maravilhoso,
seus seres, seus pássaros, suas vidas... E ainda não vimos tudo, vimos apenas
um início, tal é a transmutação da carne, seus elementos vitais, e o Espírito
que nos anima. Seguimos vivendo, e alguns enfrentam suas lides e purgam
verdadeiras missões atrozes, mas nada comparado ao que outros, que já morrem
pelas calçadas, largados, representam os veios de um Carrara que não serviria
para erigir uma Pietá. Nada além de nos abrigarmos na sensatez e partirmos para
conflagrar um estado de coisas que se atinem, algo que dê um sentido melhor na
azáfama, esse caos aparente, essa sociedade onde o consumo se posta diante de
nós com certos confortos, mas que nos despojemos um pouco, que seja, não para
tecer uma crítica, mas para nos colocarmos diante dos titãs da maldade com o perdão
que nos infeste, em uma razão primeva e primeira.
O ser
que somos que nos conforte, mas sozinhos não seremos o ser maior, não seremos
salvos. A paixão em alguns que sofrem deveras, não apenas em sacrificar-se por
muito tempo, assaz, não deveria nem ser objeto de contemplação, pois aquele que
sofreu todas as dores do mundo, esse: olhai por nós! Que nós sejamos objeto de
Deus, que Ele venha, Senhor de tudo e de todos, nos dar Seu amparo para que
sejamos dignos de sua misericórdia divina. E que não merecemos um átomo de Seu
perdão, pecadores que somos e seremos sempre, a não ser que possamos crer na
redenção espiritual, na Sua Santidade e em todos os Santos, que sofreram seus
martírios pela humanidade.
O
despertar espiritual pode vir com um tempo em que não obtemos no sacrifício de
um dia, um mês ou um ano, mas eventualmente com o atraso de séculos de
sobrevivência de nossos antepassados nas veredas mais cristalinas da
purificação, quando de nos apercebermos que a construção paulatina de nosso Eu
mais verdadeiro passa, sim, sob a alfombra do tempo eterno. E tantas são as
vinte e quatro horas, e sofremos, e vivemos... Imensa dor me acomete pelos
desvalidos, e por não ser eu o agente de que o sofrimento desses seres não seja
algo possível de desfazer ou de consertar, pois nem um político genial poderia
dar continuidade a algo que nem algum imperador de Roma obtivera êxito no maior
império da Terra! Sob os dissabores de um tempo onde havia a crucifixão, houve
um homem que permanece vivo, entre nós, para todo o sempre, e o que ensinara não
foi o mais importante, mas a salvação que nos trouxe para a vida eterna se torna
o emblema mais carismático de que é possível uma Ordem melhor para vivermos
mais justamente em sociedade. Mesmo que não saibamos que muitos padeçam, sempre
é tempo de crermos melhor que nós mesmos para que esse Espírito que nos abrace
a todos nos sirva de lição basilar para que compreendamos que no mínimo a
fraternidade e a comunhão seja a condição primordial entre os devotos do
planeta: a nossa Casa Comum.
Os grupos de apoio como os NiCa (Nicotine Anonymous) são considerados úteis pela OMS como parte de estratégias de cessação do tabaco, mas não aparecem como recomendação formal nas diretrizes globais. A OMS recomenda fortemente terapias de reposição de nicotina, medicamentos (vareniclina, bupropiona, citisina) e apoio comportamental, sendo que grupos de apoio comunitários — como NiCa — podem complementar essas intervenções. COPILOT.
A terapia de reposição de nicotina (TRN) tem mostrado resultados positivos globalmente, sendo recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma das formas mais eficazes de ajudar fumantes a largar o tabaco. Estudos indicam que, quando combinada com apoio comportamental, a TRN aumenta significativamente as taxas de sucesso no abandono da nicotina. COPILOT.
POR VEZES SABEMOS TECNICAMENTE QUE TRANSGREDIMOS UMA LEI DIVINA ATRAVÉS DE UM VÍCIO, MAS QUANDO NOS CONVERTEMOS, FINALMENTE, À LEI DO SENHOR, REALMENTE ESTAREMOS DISPOSTOS, COM UMA DISPOSIÇÃO ESPIRITUAL PLENA, DE CUMPRIRMOS, APESAR DE SACRIFÍCIOS INICIAIS, PARA COM A NOSSA REABILITAÇÃO ENQUANTO SERES CONSCIENTES DA DIVINDADE.
domingo, 5 de julho de 2026
TODA A DEPENDÊNCIA QUÍMICA ACESSA MECANISMOS DE RECOMPENSA ARTIFICIAIS, E QUANDO ESTAMOS LIVRES DELA A RECOMPENSA COM ELEMENTOS QUÍMICOS NATURAIS, O QUE INFERE, EM PROCESSOS CEREBRAIS DE NEUROTRANSMISSORES, UMA LIBERTAÇÃO DE SUBSTÂNCIAS QUE CONDICIONAM LIBERAÇÃO DE DOPAMINA ARTIFICIALMENTE, POR EXEMPLO.
Há uma relação direta: fumar aumenta a liberação de dopamina de forma artificial e temporária, mas ao parar de fumar, após um período de abstinência e adaptação, o cérebro recupera sua sensibilidade natural à dopamina, o que pode melhorar funções cognitivas, motivação e prazer em atividades comuns. Em outras palavras, no início há queda de dopamina e sintomas desagradáveis, mas a médio e longo prazo há ganhos em bem-estar e potencial intelectual. 🔬 Como o cigarro afeta a dopamina Nicótina no cérebro: chega em 7–15 segundos após a tragada e estimula receptores que liberam dopamina e serotonina, gerando prazer, foco e redução temporária da ansiedade. Dependência: o cérebro se acostuma ao estímulo externo e passa a produzir menos dopamina naturalmente, exigindo doses maiores de nicotina para o mesmo efeito (tolerância). Consequência: sem cigarro, o fumante sente ansiedade, irritabilidade e queda de motivação, pois o sistema de recompensa cerebral fica “desregulado”. 🚭 O que acontece ao parar de fumar Fase inicial (dias a semanas): Queda temporária nos níveis de dopamina. Sintomas de abstinência: mau humor, irritabilidade, dificuldade de concentração. Desejo intenso de fumar. Adaptação (meses): Receptores de dopamina recuperam sensibilidade. Atividades naturais (exercício, leitura, interação social) voltam a gerar prazer mais intenso. Redução gradual dos desejos. Longo prazo (meses a anos): Melhora da regulação da dopamina e do sistema de recompensa. Maior motivação para tarefas intelectuais e criativas. Estudos sugerem melhora da memória, atenção e desempenho cognitivo em ex-fumantes comparados a fumantes ativos. 📈 Relação com “ganho de intelectualidade” Durante o vício: o cigarro pode dar sensação de foco imediato, mas prejudica a cognição a longo prazo. Após cessação: há evidências de que parar de fumar melhora funções executivas, memória e capacidade de aprendizado, pois o cérebro deixa de depender da nicotina para liberar dopamina. Intelectualidade e prazer natural: atividades intelectuais tornam-se mais gratificantes, já que o sistema de recompensa volta a responder melhor a estímulos não químicos. COPILOT.
SABERÍAMOS MAIS E MELHOR SE A PRISÃO EM QUE MUITOS ESTÃO ENCERRADOS EM FORMA DE ESCRAVIDÃO AUTOIMPOSTA NÃO FOSSE MAIOR DO QUE A REAL ESCRAVIDÃO DE UM VÍCIO, QUE MAIS NÃO FAZ DO QUE MATAR-NOS POUCO A POUCO E ALERTAR, COMO EM UMA MANCHETE DE JORNAL, QUE DA MORTE ESTAMOS NOS APROXIMANDO, E QUE ELA VIRÁ COM SOFRIMENTOS CABAIS...
COMPATIBILIDADE DE GÊNIOS
Quando
estamos em processo de mudança psicossomática, quando necessitamos de algo ou
alguém que faça por nós algo de apoio, ou quem sabe quando sabemos que
porventura somos mais diletantes do que a medida, nada do que pensávamos antes
vai importar tanto, se na realidade o que diligentemente faríamos vai depender
do que fizermos no hoje, quais são efetivamente as mudanças e como podemos
contribuir para dar andamento a todo esse processo. Posto quando mais
tranquilos psiquicamente, sabemos que a vida não é boa para muitos em processo
de recuperação em seus males mentais, mas quem sabe de algo que porventura
venha a ser mais aquietado por nossas sombras, quem sabe a vida não encerraria a
caminhada onde aqueles mais recusados na sociedade não seriam exatamente os
tipos que a vida no escopo da solidariedade não se daria mais facilmente para
que os brancos e os negros se entendessem melhor, literalmente, assim como os
negros e os brancos? É dura a vida, mas é a vida, meus irmãos, e aquele que sai
do hospício, negro, pobre, enlouquecido pelo capacitismo de toda uma sociedade,
não encontrará em um branco seu amigo, igualmente enfermo, mas não totalmente
de sofrências, pois sim, quem sabe o que o Salvador nos coloca adiante de
nossos olhos, senão o perdão a nós mesmos, a quietude de sermos aqueles onde o
perdão maior se nos acompanhe, sequer a face que muitas vezes o desprezo por necessitados
requer para ser combatido a atenção necessária a todas as populações
vulneráveis do mundo, sem distinção étnica, de classe, de enfermidades,
existencial ou quaisquer outras, pois os direitos humanos são eticamente o que
há de mais importante na vida em sociedade, e navegarmos por um mundo
efetivamente mais – repetindo – humano, é aquilo que se espera de um
processo civilizatório perene.
Toda
aquela sociedade bem comportada, tudo aquilo que se revela o desdenhar de um
ser humano em situação vulnerável, todo aquele que se conforma em saber que a
loucura pode ser algo em que a atenção mais cuidadosa diante de uma ordem que
não seja nefasta, seria algo a ser pensado mais amplamente, com o citado
cuidado de não pisarmos nos ovos moles de uma festa pagã, em desordem com o cantar
de comensais, felizes por gastar, apenas isso... Para não se dizer de coisas
onde o registro da inquietude de muitos se faz agigantar críticas na ordem em
que se apagam os vestígios da normalidade em nome de pequenas loucuras, como a
pecha de ser alguém que passa por critérios de moralidade que nada tenham a ver
com a normalidade aparente de ideias precisas e verbos bem colocados. O que se
espera de uma civilização não voltada para o fascismo é justamente crer ainda
na democracia, mesmo porque qualquer cidadão que necessita de amparo
psicossocial tem esse amparo – ainda – nos braços do Sistema de Saúde pública.
Na ordem institucional onde nos encontramos, os pobres e os desvalidos ainda
encontram suas frentes de participação social diante de quadros onde o viés de
Eros ainda seja a melhor saída, pois aqueles instintos de morte não pertençam à
realidade do ser humano, ainda que a supressão de alguns vícios não possa
sucumbir à esteira de quem pode estar mais silente com relação à sua
recuperação individual, frente a toda uma sociedade ou de grupos que entendem
ser importante a dita recuperação.
Saberíamos
mais se a vida não fosse tão mais simples do que apenas viver. A complexidade
por vezes nos pega desprevenidos, e o que antes jactamos poder escolher sermos
melhores do que quase tudo o que está por aí, determinado por questões quase
litigantes, está relacionado na forma de nos portar perante o outro, e usarmos
da segregação quase compulsória em nossos atos toma o vulto de uma ofensa da
qual não temos uma medida correta e, sem sombra de dúvida, inexata. Por essas e
outras, não escapamos de termos ações defensivas diante do mundo, quando algo
ameaça nosso modo de ser perante a idiossincrasia que declaramos de alguém ser idiotice
ou coisa similar... Quando se tinha uma ideia do que fazer quando a incompatibilidade
de sermos quem desejávamos ser, mesmo nas situações onde o que pressupúnhamos na
crença particular sobre algo ou alguém, a transcrição do que agregaria, em
outros tempos, é mais do que necessária para que se fundamente uma questão da isenção
da culpa quando efetivamente pensarmos na liberdade de crenças, opinião e modos
existenciais. Acontece que em outros tempos a permissividade em sabermos que o
cânone de uma estrutura religiosa, uma entidade como uma grande Igreja, será sempre
um baluarte da doutrina que porventura havemos por conhecer, posto a missão de
se evangelizar o outro, ou seja, divulgar a palavra do Senhor, é tarefa ou
condição sine qua non para eventualmente equacionarmos a questão da religação
com Deus e nossa tarefa enquanto fieis a determinada entidade, ou Igreja. Por
isso a Santa Missa é uma frequência que une a espiritualidade, amalgama a fé, e
cristaliza o poder dos sacramentos que a citada Igreja nos apresenta. O que
antes parecia uma virtual incompatibilidade de gênios se torna fecundamente a
forma mais consolidada de estarmos finalmente em comunhão com nossos acertos, e
devidamente encaminhados pelos caminhos do Cristo Rei, conforme os desígnios da
Eucaristia, que nada tem a ver com projetos, mas pode ser uma profissão de fé.
O FILHO DO HOMEM
Nascido de uma mulher, de uma filha da
terra de Israel,
Serias algo a mais a não saber, a redenção,
aquilo que quebrou o diabo,
Livrou os crentes do mal, o segundo
Adão, o outro, aquele que nos salva,
Não um ente criado a
partir do nada, mas o Filho do Criador, do Pai,
Posto Bach, em
seu “Jesus A Alegria Dos Homens” nos remete ao milagre da
música
E quem sabe eu aprenda algum dia que a flauta que me
concedes em Teu dom
Seja por mim instrumento de Deus, quando sei
que a minha lucidez passa pela arte
Assim como meu ser dedicado
seja diante dos fardos que carrego diante de mim mesmo,
Até
mesmo quando não sei se estou digno de tuas bênção, já que
apenas cumpro uma missão...
E me pergunto: o que levou os santos aos seus martírios, como com o apóstolo Pedro,
Senão uma fé inquebrantável no Salvador, essa certeza da salvação, de estar em unidade
E comungar entre si, com os seres da Terra, para além da morte daqui e por diante,
Uma certeza sem promessas vis, sem saber na carne o martírio da carne, senão só espírito
Qual, a consagração e a vitória de que a passagem pelo mundo se identifica no Espírito Santo, e só pela Trindade se vive!
sábado, 4 de julho de 2026
QUANDO NOS SURPREENDEMOS PERDENDO BATALHAS IMPORTANTES PARA A NOSSA VIDA, PARECE QUE ALGO SE NOS ACOMETE DE TRÁGICO, UMA SENSAÇÃO DE FRUSTRAÇÃO, ALGO QUE PARECE NÃO TER VOLTA, E O FATO DE TERMOS QUE NOS ERGUER NOVAMENTE PARA LUTAR POR VEZES EXTENUA SOBREMODO NOSSAS ASPIRAÇÕES E SONHOS EM PROSSEGUIR QUERENDO APENAS VITÓRIAS QUE NÃO SEJAM TÃO IMPOSSÍVEIS.
O VÍCIO NA NICOTINA: AS RECAÍDAS RENITENTES
Tomo para
mim certas responsabilidades, mas o que se passou hoje, nesta madrugada, foi um
mal estar no coração, certamente por estar usando adesivos de reposição de
nicotina e não ter suportado a angústia da compulsão pelo tabaco. A impressão
que tive foi de morte quase súbita. Mais do que depressa, retirei o adesivo e
continuo fumando, havia esquecido de tomar o ansiolítico noturno, e a
expectativa de falar com o médico pneumologista é grande. Tomei o ansiolítico
já na madrugada, e sei que não vou conseguir dormir mais esta noite, temendo
por não resistir muito tempo a esse suplício... Maldita seja a indústria que
inventou o cigarro, maldito seja esse vício diabólico, essa doença da qual faço
parte e que sei que me consome o pulmão e minha vida, sem nada de bom a
oferecer, a não ser destruição e padecimentos. É um crime saber que essa droga
tremenda é liberada, e que a nicotina não perde nem para o crack em termos de
tornar uma pessoa dela dependente, agrilhoando-a a uma escravidão física,
emocional e espiritual. Uma ira sem precedentes perante mim mesmo me acomete, e
acredito ser o ser mais abjeto de entre os homens, por não ter capacidade de
controlar algo que me mata pouco a pouco. De participar desse estranho festim
demoníaco, esse sabá medieval, essa droga em que jamais encontrei precedente,
em todas que tive contato em meus tempos de ativa de drogadição. Estarei
buscando o suicídio, ou a leve impressão de que meus temores não sejam maiores
do que a dita realidade onde me encontro me farão me encontrar com aquela com
toda a força da minha consciência? Me parece que minha psicose não me deixa em paz,
que não aguento o rojão, que aquilo a que me proponho ser sequer se aproxima de
quem eu realmente sou.
Todas as
minhas compulsões parece que possuem um único endereço: o cigarro. Proponho-me
a ver o que acontecerá comigo, se não encontrar a esperança dentro do escopo da
medicina. Devo tentar amanhã, mas não me atrevo mais a colocar o adesivo, nem
por uma sombra do destino. Sou totalmente impotente diante do vício da
nicotina, e a isso devo regrar uma lei qualquer que me ampare, quem sabe o
poder de Deus, mas não faço mais do que continuar fumando, só por hoje? Pois a
noite não termina, e estou exausto dessa luta que vem continuada por quase dois
anos, preocupando-me e me absorvendo dias e meses sem conta. Não sofrer por
antecipação, assim me disseram, e não adianta mais nada, assim é a minha
percepção do problema a ser resolvido. Mas não, há que se lutar, e um bom
guerreiro não nega o combate jamais! Por mais que seja escravizado pelo inimigo,
deve se perdoar por não ter feito o suficiente, e correr adiante da carruagem
buscando se salvar, e pedindo ao próprio Salvador para que se apiede de sua
alma. De tantos pecados cometidos, a lei de ação e reação me coloca diante de
mim mesmo as faltas que cometi perante muitos a quem declarei inimigos sem
jamais tê-los conhecido de fato. As circunstâncias em que me envolvi em
contendas praticamente ilusórias foram fruto de uma patológica imaginação e
total falta de coerência em um comportamento dito civilizado, que carrego imensos
frutos resultantes desses atos. Esta autoanálise leva ao lugar comum da
insanidade, e rogo a um poder superior que a me devolva. Seria capaz de
entregar tudo a Ele, se em troca em houvera prometido nada mais fazer do que prestar
o serviço a Deus, assim como eu O concebo. Mas ainda parece que não serei forte
o suficiente, pois enquanto escrevo já acendo outro, e mais outro cigarro... E
isso me parece uma roda viva, algo que não terei como evitar, pois não encontro
coisas similares em nenhuma ação que pudesse tomar perante um passo possível a
ser dado por um homem que emerge da sombra de si mesmo. Mas que a luta continue sempre, e jamais um homem pode se considerar derrotado perante algo que não faça parte intrínseca de sua vida, como um vício... Seguir os ditames da medicina, tentar todos os recursos, quiçá antes resolver os problemas emocionais e espirituais, quem sabe seja esse o caminho para uma recuperação integral, em todas as suas frentes. Há que se jogar a toalha no ringue e se considerar derrotado perante algo maior do que o enfrentamento cara a cara. No mais, um dia segue-se depois do outro, e todo o dia é dia de recuperação, para aquele que tenta se respeitar e a seu próprio corpo.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
O Ansitec (buspirona) não causa dependência química. Diferente dos benzodiazepínicos (como diazepam ou clonazepam), ele não atua nos receptores GABA, que estão ligados à sedação e ao risco de dependência. Por isso, é considerado um ansiolítico seguro para uso prolongado, embora sempre deva ser acompanhado por orientação médica. 🧠 Como o Ansitec funciona Princípio ativo: cloridrato de buspirona. Mecanismo de ação: atua nos receptores de serotonina e influencia levemente a dopamina, regulando humor e ansiedade. Diferença dos benzodiazepínicos: não provoca sedação intensa, relaxamento muscular ou dependência. Efeito gradual: os benefícios aparecem de forma progressiva, geralmente após alguns dias ou semanas de uso contínuo. COPILOT.
²⁶ Porque bem vedes, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. ²⁷ Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; ²⁸ E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; ²⁹ Para que nenhuma carne se glorie perante ele. ³⁰ Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; ³¹ Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor. 1 Coríntios 1:26-31.
SE ESTAMOS EM UM MODO DE COLOCAR UMA INQUIETAÇÃO NA EXPRESSÃO, MESMO NÃO SABENDO EXATAMENTE QUAL SEJA, O PONTO CERTO É SABERMOS AO MENOS QUE EXISTE A INQUIETAÇÃO, E QUE PODE ESTAR PROFUNDAMENTE VINCULADA A UMA MATÉRIA PSÍQUICA OCULTA, OU SEJA, INCONSCIENTE, QUE EMERGIRÁ CEDO OU TARDE EM OUTRO CONTEXTO, QUIÇÁ FRUTO DE UMA PULSÃO QUE APENAS SENTIMOS, MAS NÃO SABEMOS AINDA VERBALIZÁ-LA.
O PERDÃO E A SOCIEDADE DAS RECOMPENSAS
Visto como
uma substância das coisas do afeto, como algo realmente importante, o perdão é
algo que infere sermos mais do que apenas ação e reação, estímulo e resposta, pois
essencialmente o que temos em nosso universo do espírito é a faculdade de perdoar.
Quando se afirmar que o prazer que outros nos concedem, por vezes a frustração que
pode acontecer pela falta do mesmo “outro” que se torna objeto de nossas
aspirações e projetos de vida, quando pensamos que esse alguém falhou por algum
motivo, mesmo perniciosamente, devemos ceder e “conceder-nos...” Não precisamos
crer que devamos educar tal pessoa, a não ser que seja uma criança, mas certas
orientações são por vezes necessárias, e o perdão fala alto ao diálogo, à
compreensão e certas idiossincrasias outras igualmente importantes, como a misericórdia
e a alteridade.
Na
sociedade atual, prima-se muito pela ação das recompensas, do prêmio, da
comemoração de algum negócio, do dinheiro que se ganha, da coisa mercenária e
comercial, quase acima de tudo e todos. Os financistas os sabem bem desse
oficiar. Praticamente as relações humanas se medem em valores monetários, em
trocas de favores, em hedonismo, na prática sexual irrestrita, e poucos são
aqueles que realmente valorizam a família e tudo o que significa a vida em salvação,
pois só se atém no que pode auferir em ganhos na vida terrenal. Uma forma de
prestarmos um ato de perdão é auto perdoarmo-nos pelas faltas ou pecados que
temos cometido, até que possamos confessar, depois de uma preparação prévia,
quando sentimos que estamos autorizados a isso. Não se trata de elocubrações
mentais, de como devemos partir para sermos melhores do que possamos um dia,
mas simplesmente de fazer as coisas funcionarem a partir de uma piedade que
passamos a ter pelo próximo, amando a Deus e todas as criaturas terrestres... O
homem e a mulher existem para que a providência seja dada a todos os seres do
planeta, e o respeito à ecologia, a tudo o que significa esse imenso lar do
Criador, seja a atitude da capacidade do ser humano na transformação da
matéria, mas igualmente na comunhão espiritual entre os povos. Não estabeleçamos
distinções efêmeras, mas espalhemos a consciência mais plena de que a mesma
providência seja algo que o perdão da humanidade inteira possa redimir – ao menos
em parte – as questões relativas ao joio que cresce em nosso jardim, e que
Cristo afirmara para deixar como é de fato o sentido de saber que haverá o
momento certo em que a separação entre ele e o trigo será um fato concreto.
Podemos nos perdoar, pois, pecadores que somos, deixamos essas jaças nas gemas
preciosas de nossas almas existirem, como foi o pecado original: um tipo de capacitação
ancestral para praticarmos o pecado, mas podemos igualmente evitar de cometer
esses erros, nos arrependendo – dia a dia – quando reformamos nosso caráter e
partimos para a entrega a Deus de nossos atos, na consecução pura e simples de
deixarmos a Sua Palavra agir em nosso coração. Respeitaremos os homens e suas
culturas diversas, mas não podemos exigir que o sistema de recompensas nos
trave em nossos propósitos mais puros.
Penitência significa uma disciplina mental e espiritual, um desconforto por vezes até físico, para obtermos um benefício que chegará mais tarde, no sentido até mesmo de respeitarmos a vida na Terra, esse bem que recebemos, pela graça do Senhor. A saúde mental, física e espiritual faz parte de uma tríade, onde o dom que um médico recebe se torne a vertente que fará com que aponte os erros do paciente, ou seus acertos, mas um bom sacerdote encaminhará seu “paciente espiritual” para os caminhos da paz e da bem aventurança. Por isso, igualmente, devemos perdoar-nos, no sentido de que na realidade mais pungente e premente a ciência se una à religião para que estejamos vinculados a um bem estar amplo, que identifique nossos problemas mais graves, e que possamos igualmente nos livrar das amarras que nos atam a esferas nada promissoras quando não nos permitimos ao milagre... Por isso, ao perdoar, necessitamos de um ato de contrição, de um ato de fé. Quiçá seja mais difícil pedir perdão do que perdoar, pois quando perdoamos a falta supostamente não fora nossa, mas quando pedimos por perdão somos até certo ponto culpados perante as nossas atitudes perante um outro ser humano e pedir por ele nos coloca em estado de humildade onde reparamos os danos que causamos a outrem. Nesse viés, quando estamos com a ira de não obtermos as recompensas, vêm as dificuldades de perdoar, mas, outrossim, quando pedimos perdão, nada temos a perder, senão apenas fazer a nossa parte. Em ambos os casos vale o perdão, pois Aquele que morreu na cruz nos ensinou que devemos perdoar setenta vezes sete, pois a atitude do perdão é praticamente infinita...
¹⁸ Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. ¹⁹ Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes. ²⁰ Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? ²¹ Pois, visto que na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. ²² Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; ²³ Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. ²⁴ Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. ²⁵ Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. 1 Coríntios 1:18-25.
quinta-feira, 2 de julho de 2026
VÉU DA NOITE
Cai a noite sobre mim, e o que antes era quase profético em meu sonhar desperto
Se torna, como em uníssono, um cantar solene onde encontro restos de minha
lucidez...
Verto palavras como um sereno sonho noturno, assim de me deixar levar
E embriago-me das reflexões de um dia a mais em minha jornada
Quando, a se pensar me seja possível, eu venha a dar meu melhor para aqueles
que necessitem.
E se porventura a missão de dois dias não completa minhas horas, desfaleço em
meu despertar
Quando, no cinzel em noite escura e fria, a lâmina esculpe meu imo
E prossigo construindo a vida que deixei adiante de mim mesmo
Em um mundo que apesar de ser conturbado, ainda encontra o final de nexo nos
sinais de Deus!
Após os picos mais intensos de abstinência, a maioria das pessoas que para de fumar experimenta maior paz mental, com redução da ansiedade, melhora do humor e sensação de clareza mental. Esses benefícios geralmente aparecem após algumas semanas e se consolidam a médio e longo prazo. 🧩 O que acontece emocionalmente ao parar de fumar Fase inicial (primeiras semanas) Sintomas comuns de abstinência: irritabilidade, ansiedade, insônia, aumento do apetite, dificuldade de concentração. Sensação de vazio: o cigarro muitas vezes estava associado a pausas, recompensas ou alívio do estresse, e sua ausência pode gerar desconforto. Importante: esses sintomas são temporários e tendem a diminuir conforme o cérebro se adapta à ausência da nicotina. Fase intermediária (semanas a meses) O cérebro começa a regular neurotransmissores naturalmente, sem depender da nicotina. Há uma redução gradual da ansiedade e do estresse, pois o ciclo de dependência deixa de existir. Técnicas de relaxamento (respiração profunda, meditação, exercícios físicos) ajudam a atravessar essa fase. Fase longa (meses a anos) Benefícios psicológicos consolidados: Redução da ansiedade e sintomas depressivos. Melhora da autoestima e autoconfiança por superar a dependência. Maior energia, clareza mental e produtividade. Relações interpessoais mais saudáveis, sem o peso do cheiro de cigarro ou da preocupação com o fumo passivo. COPILOT.
O ato de parar de fumar mexe bastante com o corpo e com a mente, e isso pode afetar tanto a concentração quanto a inspiração criativa. 🧠 Concentração: A nicotina é um estimulante, e quem fuma costuma sentir que ela ajuda a focar. Quando se para, o cérebro precisa se reajustar. Nos primeiros dias ou semanas, é comum sentir dificuldade de concentração, irritabilidade ou ansiedade. Com o tempo (em geral algumas semanas a alguns meses), o cérebro se adapta e a capacidade de foco tende a melhorar, muitas vezes ficando até melhor do que antes, já que não há mais os altos e baixos da dependência. ✨ Inspiração para escrever: A sensação de “falta de inspiração” pode estar ligada ao desconforto da abstinência. O corpo e a mente estão ocupados em se reorganizar. Muitos escritores relatam que, após esse período inicial, a criatividade volta com força, porque há mais energia, clareza mental e menos interrupções para fumar. O tempo de adaptação varia de pessoa para pessoa, mas costuma ser de algumas semanas até alguns meses. 🌱 O lado positivo: Parar de fumar abre espaço para novos rituais criativos. Em vez de acender um cigarro, você pode criar pequenos hábitos que alimentem a escrita: tomar um café, ouvir uma música, fazer uma caminhada curta. COPILOT.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
QUANDO EQUALIZAMOS EMOÇÕES DIVERSAS, CONSEQUÊNCIA DE FATORES OS MAIS VARIADOS, TEMOS POR BASE UM EQUILÍBRIO QUE PODEMOS OBTER DE QUALQUER MODO COM RECURSOS AMPARADOS NÃO APENAS PELA MEDICINA, COMO POR TERAPEUTAS DE APOIO E PRÁTICAS DE MEDITAÇÃO, ALÉM DE EXERCÍCIOS FÍSICOS E BOA ALIMENTAÇÃO, E FINALMENTE: SONO REGULAR.
A DESCOBERTA DO TEMPO ETENO
Quando tudo era treva em nosso imo, éramos embrião diante de um nicho,
E Deus nos concedia a graça de sermos um ser, diante do qual o tempo tem um
limite,
Mas nas coisas do Universo cada planeta possui uma incomensurabilidade quase
eterna
Se comparada com a raça humana, e tudo o que nossa cultura se nos apresentou
Até que viéssemos ao mundo no desconforto do nascimento...
Descobrir cada tempo, cada intervalo, aquilo que é de Deus: a eternidade, supõe
no silogismo
De que todo o homem é mortal, até que a vida eterna nos diga em sua crença
Pelo viés de uma espiritualidade que se apreende conforme os ditames da
religião
Quando, no que menos esperamos, se nos caiba um parecer que faça nexo
Dentro da lógica não menos purista de que algo nos anima a carne!
Saberíamos, portanto, que nem tudo estaria perdido em um desastre
Porquanto as pedras que se acumulam, umas sobre as outras,
Sói recomporem-se nos momentos de calmaria, e mesmo tremores os mais duros
Não revelam a mesma realidade do sempre, pois o tempo eterno é um tempo
infinito
Que está e não está presente: existia antes, existe agora e para todo o
sempre...
A PORTA PARA O SEMPRE
Divagamos o possível, para não tropeçar nas dúvidas
Que nos ensombram o espírito, que nos talham, quais postes de concreto,
As cercas que vemos em torno de nós mesmos, nas alfombras de nossas vidas
Enquanto passamos por adiante de um parafuso que não aperta o madeiro,
Enquanto vemos carros trilhando, quais lanchas incandescentes sobre rios de
piche,
Algo que supostamente não verteríamos em nossas mais ocultas sombras,
A não ser que uma porta mais verdadeira se nos abra para o sempre...
POR VEZES HÁ SERES QUE RECRIAM OS ELOS COM THANATOS, O INSTINTO DE MORTE, COMO UMA SAÍDA PARA O DESESPERO, FRENTE AOS DISSABORES DA VIDA, MAS QUANDO EROS, OU O INSTINTO DE VIDA, NOS FALA MAIS ALTO, PODEMOS AFIRMAR QUE ALGUMAS REFLEXÕES EM PROCESSOS DE AUTOANÁLISE DESFAZEM A AGONIA DE TERMOS PASSADO POR PROCESSOS EQUIVALENTES AO MISTÉRIO EXISTENCIAL DE CADA SER HUMANO.
NADA DE UM PRESSUPOSTO QUE NÃO ENCERRE UM DIA AFEITO À SOBRIEDADE QUASE ESPIRITUAL NÃO ESTARÁ DISTANTE DE QUE FAÇAMOS USO DE QUAISQUER SUBSTÂNCIAS QUE NOS DROGUEM, COM O ÁLCOOL QUANDO SOMOS ALCOÓLICOS, OU OS CIGARROS, ESTES EM QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS, POIS NÃO HÁ USUÁRIO DA NICOTINA QUE NÃO SEJA DELA DEPENDENTE.
A DROGA, ESPIRITUALMENTE, PRINCIPALMENTE PARA QUEM É ADEPTO DE CORRENTES DO ESPIRITISMO, "PUXA" PARA O VÍCIO AQUELES QUE QUEREM SE LIBERTAR, ATÉ QUE NOS PROVEM QUE PODEMOS FECHAR DE TAL MODO O NOSSO CORPO, EM UM SÓ ESPÍRITO PARA QUE CERTAS ENTIDADES NÃO VENHAM A NOS PREJUDICAR AS AÇÕES QUE EMPREENDEMOS CONTRA OS VÍCIOS QUE NOS AFLIGEM.
TODOS OS SERES EM TODOS OS REINOS: MINERAL, VEGETAL, ANIMAL, FAZEM PARTE DA DIALÉTICA DA NATUREZA, INDO ATÉ A NATUREZA DO ÁTOMO, SUAS ENERGIAS, E SUAS TRANSFORMAÇÕES, INCLUSO A VOLUBILIDADE HUMANA, FATOR QUE FICOU MAIS PRESO AO MATERIALISMO DIALÉTICO, ORTODOXIA A SER SUPERADA PELAS NOVAS FRENTES DA PERCEPÇÃO E CONHECIMENTO...
A VERDADE QUE NÃO QUEREMOS VER
Não são
poucas as vezes que os seres humanos colocam sua irresponsabilidade frente a
frente a si mesmos, afetando a vida daqueles que, como que inconscientemente,
navegam pelos caminhos da retidão, pois se sentem incomodados, os que são os
primeiros a afetar um fluxo de sono, drogar-se durante a madrugada e serem
cegos diante de algo que, conforme citado antes, os incomoda sobremodo. Na
realidade, antes de darmos nosso perdão, que invariavelmente é algo quiçá
igualmente importante para nós mesmos, devemos ensinar-lhes a se comportar em
sociedade, e educá-los ou reeducá-los: se essas criaturas não colocam freios em
sua sanha de mau comportar-se assim, diante acima de tudo e de si mesmos... No
entanto, estranho paradoxo da alma, quem sabe seja melhor quando nos acordam
cedo, para que tenhamos condições de trabalhar em nós mesmo uma reflexão que
nos remeta ao que é realmente um fator importante em nossas vidas, e quanto
isso é prática salutar ou não: escrever de madrugada porque alguém nos tenha
despertado assim, sem se importar com a conveniência ou não dessa atitude.
Poderíamos meditar no perdão, mas assim como há santos que a tudo perdoam, há
pessoas que não possuem essa estranha faculdade, infeliz ou felizmente, pois o
mundo atual já não comporta tantos bons samaritanos, já que para comer um pão
paga-se caro... E paga-se pelo afeto, e só recebemos de graça atos deletérios
que nos prejudicam, pois para isso há muitos que trabalham dia e noite. Este
que vos fala pode até perdoar uma falta, mas quando diz respeito a alguém que
seja seu ou sua dileta, não ocorre dessa forma ou modo. Devemos criar couraças
de defesa, ter um sentido de autopreservação, mesmo que você já tenha passado o
recado, pois quem saberá o que é melhor para a sua pessoa senão um profissional
que mereça consideração, e não uma criança crescida e egocêntrica?
Arrastam-nos
pelas veredas dos vícios, a inveja de estarmos vivos seja uma máxima na mentalidade
demoníaca, não por quererem os viventes desse modo, mas querem que você seja
mais uma vítima do tabagismo, por um exemplo cabal, falo de todos aqueles
canalhas que gostam ou sentem satisfação de que estejamos no mesmo nível de
dependência, e tudo farão dentro das suas possibilidades satânicas para que
você caia se possível morto por causa desse mal, e suas ingerências nesse
sentido. Quando a intenção de um sacrílego é acordar você de madrugada, você
deve tomar a dianteira e ter dormido cedo para se precaver do ataque desse tipo
de inimigo. A eletrônica e seus meios, como um celular, que tanto serve para
que você possa assistir uma mãe doente, e necessita do sono, assim pode também
ser um instrumento de gente insana, ou esperta o suficiente para tirá-lo de um
ciclo natural noturno.
Como
meditar sobre o perdão, se estamos reféns de um tipo de briga de foice
sistêmica, onde um ser qualquer manda uma mensagem, lhe acorda e não responde
sequer sobre seus atos? E você recai na madrugada, fumando como se não houvera
parado antes, essa é a verdade. Uma verdade que nós mesmos não queremos ver,
pois depois vira uma luta interna, de você com sua própria dependência, algo
que simplesmente não colocamos o ônus da prova, pois somos donos de nossa própria
conduta, o endemoninhado apenas acionou a “alavanca”. Seríamos melhores do que
isso, pois se alguém lhe aponta um punhal, você dirá antes: pode me matar e
estou lhe perdoando por isso, ou correrá a pleno pulmão para que nada ocorra
para sua integridade física, e não chamará pela polícia logo após para prender
o criminoso, para vê-lo entre as grades? A mesma coisa quando lhe roubam um
celular, você deve fazer o BO para que encontrem o ladrão, pois assim funciona
a lei, e nenhum vagabundo pode extorquir quem quer que seja em nome de um
perdão que não existe sob os auspícios das leis dos homens. Assim como se você
está em um grupo há que respeitar os códigos do grupo, se está em uma Igreja há
de respeitar os cânones, e se estiver preso e for culpado nada há a fazer senão
cumprir sua pena. A vida em sociedade possui verdades inexauríveis, e para isso
devemos ser cuidadosos em nossos atos ou atitudes perante ela. Sejamos
prudentes, sabendo sempre como nos portar perante o escopo de uma modalidade
civilizatória onde a cidade possui os seus padrões, assim como o campo seus
outros, suas formas de trabalho, a conduta de seus membros e o sistema que
rege, com maior ou menor complexidade todo o conjunto de suas normas e leis.
Em
virtude de certos paradigmas, devemos muitas vezes refrear nossas pulsões com o
superego, para se reafirmar o pensamento freudiano, que muito ensinou às
vertentes da psicologia seus fundamentos essenciais... Não somos livres para
fazermos o que bem quisermos, nem para pecar, mas isso passa particularmente à
revelia do bem portar-se em sociedade, pois para nela vivermos nos parece que a
ganância e o desmedido prazer por fazer da corrupção a moeda de troca é
modalidade existencial das mais “escorreitas”. Não podemos reformar o mundo, mas
no que se nos toque pequenas picuinhas que nos prejudiquem, que as palavras
cheguem ao menos no alter ego do sujeito que porte a inferioridade atávica,
essa outra persona que compreenda com mais altruísmo em relação ao mundo de se
fazer uma autocrítica no arremedo que seja, quiçá espiritual, ou coisa que o
valha, pois mendigo que decora bíblia nunca deixará de ser mendicante, se não
aprender a pregar um prego, ao menos, para lutar pelo pão de cada dia...
terça-feira, 30 de junho de 2026
O QUE QUEREMOS DO QUERER
Andaremos por caminhos turvos na luz contraditória do querer
Mesmo sabendo de nossos erros, mesmo que na qualidade de uma medicina que nos
espera
Mais perfeitos, religamos com Deus missões quase paradoxais...
Depois de um dia de voluntariado intenso, renitente e de competência ímpar
O que antes queríamos por fazer seria no fim da noite querer o planejado ontem,
Mas vêm em ondas um tipo de prêmio funesto onde o citado erro continua, e
planeja ainda o hoje.
Efetivamente, a queda de quatro cigarros perfazem a queda de um fraco,
Pois por vezes é na sede da querência de concatenar uma linha de lógica de um
pensar
Que o homem acaba por dormir revirado em seu continental inconsciente...
Alguns ex-dependentes de nicotina podem desenvolver um sentimento de “falsa moralidade” após abandonar o cigarro, assumindo uma postura de superioridade ou julgamento em relação aos fumantes. Esse fenômeno está mais ligado a mecanismos psicológicos de compensação e identidade do que a uma transformação ética genuína. 🔎 Por que surge a “falsa moralidade”? Reforço da identidade: Ao deixar de fumar, muitos ex-dependentes buscam afirmar sua nova identidade “livre do vício”, o que pode levá-los a criticar quem ainda fuma. Mecanismo de defesa: Julgar os outros pode ser uma forma inconsciente de reforçar a própria decisão e evitar recaídas. Compensação emocional: O sofrimento da abstinência pode gerar a necessidade de justificar o esforço, levando a uma postura moralizante. Estigma social: Como o tabagismo é cada vez mais visto negativamente, alguns ex-fumantes internalizam esse estigma e o reproduzem contra os fumantes. COPILOT.
O perdão tem origem nas tradições religiosas e filosóficas antigas, sendo visto como um ato de libertação e reconciliação; sua importância está em restaurar relações, promover paz interior e fortalecer a convivência comunitária. Ele não é apenas um gesto espiritual, mas também um recurso psicológico e social para superar mágoas e construir vínculos saudáveis. 📜 Origem do Perdão Etimologia: A palavra “perdão” vem do latim perdonare, que significa “dar completamente”, indicando a ideia de abrir mão de uma dívida moral ou emocional. Religiões antigas: Cristianismo: Jesus ensinou a perdoar “setenta vezes sete”, mostrando que o perdão deve ser ilimitado. Budismo: O perdão é visto como prática de compaixão e desapego. Islamismo e Judaísmo: O perdão é condição para a reconciliação com Deus e com o próximo. Filosofia clássica: Aristóteles e outros pensadores antigos relacionavam o perdão à virtude, moderação e justiça. 🌟 Importância do Perdão Na vida espiritual: No cristianismo, perdoar é um mandamento divino e condição para receber o perdão de Deus (Mateus 6:14-15). Reflete o caráter de Deus, que oferece perdão incondicional. Na vida emocional: Liberta da mágoa, ressentimento e desejo de vingança. Promove paz interior e cura psicológica. Na vida social: Restaura relacionamentos quebrados. Favorece a convivência pacífica e fortalece comunidades. Na saúde: Estudos mostram que perdoar reduz estresse, ansiedade e até melhora indicadores físicos como pressão arterial. COPILOT.
A interação social em uma pastoral ou em qualquer trabalho voluntário coletivo pode ser um fator muito importante no processo de recuperação de alguém que enfrenta um vício. Vou destacar alguns pontos que ajudam a entender por que isso acontece: 🌱 Benefícios da interação social no voluntariado pastoral Sentido de pertencimento: O enfermo deixa de se sentir isolado e passa a fazer parte de uma comunidade que o acolhe e valoriza. Propósito maior: Ao se engajar em atividades voltadas para o bem comum, ele encontra um motivo para se levantar e agir, o que ajuda a preencher o vazio que muitas vezes alimenta o vício. Rede de apoio: O convívio com pessoas solidárias cria vínculos afetivos e de confiança, fundamentais para sustentar a motivação na luta contra a dependência. Exemplo positivo: Ver outros voluntários engajados e comprometidos inspira mudanças de comportamento e fortalece a esperança de que é possível superar dificuldades. Estrutura e disciplina: O trabalho coletivo exige organização, horários e responsabilidades, o que ajuda a criar rotina saudável e reduzir recaídas. Espiritualidade e valores: No contexto pastoral, há também o reforço de valores espirituais e éticos, que podem ser fonte de força interior e resiliência. ⚖️ Observação importante Embora o voluntariado e a interação social sejam poderosos aliados, eles não substituem acompanhamento médico ou psicológico especializado. O ideal é que o trabalho pastoral seja complementar a um tratamento profissional, formando uma rede de apoio integral. COPILOT.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
A imaginação ativa junguiana pode ser um recurso complementar interessante no processo de cessação tabágica, mas não há evidências científicas robustas que a coloquem como técnica principal para parar de fumar. 🔍 Como pode ajudar indiretamente Acesso ao inconsciente: permite que o fumante entre em contato com imagens e símbolos internos ligados ao hábito de fumar (como ansiedade, busca de prazer ou compensação). Resignificação de gatilhos: ao dialogar com essas imagens, é possível transformar a relação simbólica com o cigarro. Redução de ansiedade: práticas de imaginação ativa podem gerar sensação de calma e integração psíquica, o que ajuda a lidar com a abstinência. Fortalecimento da motivação: ao trabalhar conteúdos internos, o indivíduo pode reforçar o desejo de libertar-se do vício. COPILOT.
A imaginação ativa junguiana não tem comprovação científica de que “equilibre hormônios da felicidade” (como serotonina, dopamina ou endorfina). O que se sabe é que ela atua como prática psicológica profunda, favorecendo integração psíquica e bem-estar subjetivo, mas os efeitos hormonais permanecem especulativos e indiretos. COPILOT.
O CONSTRUCTO DE UM IMAGINAR ATIVO
A meta, metabol, metabolismo, seria algo de monta
Quando a palavra do non sense nos traz algo maior, mesmo do que seja
Algo de perfunctório proceder, o que não faça muito sentido à plena razão
Mas que outrora pode ser encontrado na via de indigentes mas com reserva
cognitiva..
Quando de multidisciplinar, algo perfeito nos dá a dopamina que queremos,
natural,
Quando esta nos falta na queda do consumo do tabaco, e é nessa busca pela
energia hormonal
Que poderemos estar silenciosamente afeitos, estamos de acordo com nós mesmos
Àquilo que somos mais solenemente quase ímpares na conta de nossos desígnios
mais complexos...
Quando pudermos estar diante da vida ela mesma por uma suposição de sermos os
outros
Quem sabe seríamos os mesmos nas vielas e avenidas do tempo,
Onde o viés sobremodo do imaginar ativo
Encontre-nos terapeuticamente na alfombra do alvorecer diamantino de uma
existência.