A busca por si só é inerente àquele que a pratica
No Todo ou nos fragmentos da vida, sem que isso implique
Em divisões ou aquartelamentos supostos, mas sempre
Na fermentação de uma fé inquebrantável em Deus, naquilo que a Ele concebe
Um espírito de graça que porventura sejamos, sem o saber na exatidão do ser
Em mais propósitos ou experiências de vida, que o sejamos com o ardor da existência...
Qual um dilúvio profetizado algures, a Natureza se rebela, na exata dimensão planetária
Quando sucede sermos filhos de certos fatalismos que nos invadem
Ou mesmo na procela de furores que sequer percebemos quando não o negativamos na sintaxe.
De se talhar uma especulação de pensamentos vãos, vai-se por vezes a ciência trajando a rigor
O caráter de seus faunos, de suas ciclópicas mentiras, a se notar que diante de um mundo feito matéria dissonante
Os erros crassos da humanidade são ponteados por justificativas cabais
De que a vida não seria tão sensata sem os machos e fêmeas encaixados,
Ou mesmo na suposta veia da virtude ignorada por muitos que se creem
Superiores em relação a raças e credos que residem naturalmente em cada ser
Que se supõe dinâmico na grande e orquestral Dialética da Natureza...
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