domingo, 21 de junho de 2026
sábado, 20 de junho de 2026
ORIENTE, ORIENTE
Musicista oriental, madame do piano, virtuose, quem não te diria do Espírito,
Quando fazes de mim espectador de tem dom maravilhoso, um talento divinal,
Posto estudastes todas as escalas possíveis, todos os compassos, e todos os
timbres.
És maravilhosa em teu vestido rubro, teu piano de cauda, tua solitária música
que me complete
Quando, já que raia o meu dia, vou no teu intervalo ver os pássaros na alfombra
que são as ruas
Onde deposito minha fé nos viventes, quais não fossem, a própria Natureza!
Levo uma haste de bambu e pratico o correr dos dias, na marcialidade que se me
impõe um dever
De estar praticando um Tai Chi mais conforme com os movimentos de seres que não
imaginamos
Mas que, outrossim, o rigor de outras horas apenas divaga sobre a compreensão
dos Santos.
Rápida, teu pianíssimo é forte e ousado, tens a gramatura de um ótimo papel
Quando na aurora de nossos dias, a música fala ao Espírito Santo na forma
original
Diante de tudo e todos, e terias tu, mulher oriental, o sacrossanto Poder de orientação?
Virias diante de tudo e todos, aquilo que demandaria pressupostos indeléveis
Ou mesmo as mãos ternas e ágeis sobre o manto das teclas do instrumento
Quando éreis, por assim dizer, um tempo em que reflito no dia que vem em teus
reflexos na minha alma...
RAZÃO E COMPREENSÃO
Cremos em
algo, porventura na mulher amada, no amigo distante que não mandou mais
notícias, na prima que jamais apareceu diante de sua parente, quem sabe, aos
homens não depositemos a nossa fé. A compreensão do mundo suporta que
entabulemos contato com mestres, com homens e mulheres inteligentes, que seres
racionais como os humanos nos suportem em nossas idiossincrasias, até mesmo no
âmbito comercial, nossas relações mercantis e como estas influenciam nossas
vidas. Verteríamos desejos por várias coisas mundanas, por vezes profanas,
mesmo que na realidade isso não nos diga tanto respeito como no exemplo
escritural, onde Velho e Novo Testamentos se completam, aos olhos de Deus, na forma
mais exemplar de buscarmos, por exemplo, na figura de Abraão o pai dos crentes,
e em Maria a pureza sublime da fé. E tateamos, por canais os mais variados,
sendo aqueles onde o oculto se revela ao nosso olhar, e o ruidoso irrompe em
nossa escuta.
Sabendo
um pouco dos temores que possuímos com relação ao nosso corpo, que envelhece
com o tempo, vamos tomando consciência de que perecemos em carne. No entanto,
tanto são os pássaros em nossas veredas que o Espírito Santo clama por mais
alturas... Entregamo-nos, através da fé, ao Deus revelado. Não julgaríamos um
ato científico de nosso corpo, se apenas somos os mortais que somos. Um homem
pode ficar fora de si por alguns momentos, quando desequilibrado em certos
hormônios, como a dopamina e a serotonina, quando da ausência da nicotina, por
exemplo. Para que não perca o juízo, algo de uma razão maior terá que imperar e
estará mais ileso diante de uma das especialidades médicas: a psiquiatria. Para
manter incólume o seu tirocínio ele fará uso dos seus recursos mais
particulares, mais secretos, o vínculo com sua razão primeira, sua compreensão
da Natureza das coisas, e seu modo de ver místico com relação aos seres que
mais tarde, no correr do dia, encontrará participando, eles mesmos, na
companhia indissolúvel de suas horas. Isso para não falar dos seus estudos da
religião, esse arcabouço indizível de seu ser, tão importante na construção de
seu self.
Mesmo
que, diante de certos fatos, esse homem pareça esmorecer, não sê-lo diga tanto,
pois sua fortaleza diante da vida o fará crescer o ânimo e o entusiasmo, mesmo
porque, além dos ditames críveis da sua razão aparentemente xucra, seu
pensamento se agigante maior, porquanto mais consolidado à luz de suas
experiências vividas, pois já não é mais criança nem adolescente. Exortando a
que outros viventes igualmente cresçam na vida, se desenvolvam e encontrem
razão e compreensão a respeito não apenas da fé, mas da vida de si para si, de
se acreditar um pouco na humanidade, ver com o lado cristão do amor que nos una,
da renitência de Abraão, da pureza de Maria... Não seria mais do que rogar por
nós, rogar que nos amássemos no amor incondicional e compassivo, que uniria o
povo escolhido, o povo de tantos os Santos, posto santificada é a vereda do
Salvador. E, além disso, o Espírito Santo, maior do que tudo e todos, agigantará suas palavras, mesmo que o seu papel de leito sobrescreva a fé que é comum a todos os fiéis da Santa Madre Igreja. E rogará poder servir, poder estar trabalhando na obra comum a todos, posto quiçá seja para aqueles que necessitam de amparo que dará de si, para com e no trato dos entes amados, nas vertentes dos seres que, à semelhança de Deus, são e fazem parte da imensa criação cósmica no planeta, bem como as estrelas que vemos no firmamento, a luz da lua, o clarão do sol de tudo o que se nos dilata a compreensão mesma de onde estamos, e como é magnifica a vida sob essa ótica de Deus! O homem encontra nos sacerdotes algo que remete às escrituras, posto será igualmente sob a luz daquelas que o verbo se fará presente em sua vida: a palavra viva. E a entrega desse mesmo homem já não dará mais espaço para o vício, já não fará o cigarro parte de seu vocabulário, pois esse ser se entregará profundamente ao estudo da religião como algo indissolúvel da matéria e do espírito, algo que reluz sem ser ouro, algo da luz que se esconde dentro de seu coração, ao menos na mesma palavra que profere agora, e que a paz de Jesus Cristo esteja com ele e Maria o abençoe dentro de sua fé imaculada.
Essas palavras praticamente proféticas se darão com a simplicidade desse mesmo despertar espiritual, essa vertente que nos une ao Altíssimo, que não é reducionista na visão mesma do Universo, senão que o amplia mais do que ao infinito. Se é a hora, se é chegada a hora desse homem se entregar por completo a Deus, que esse ser maravilhoso faça de Sua morada a casa onde todos os de bem possam ingressar um dia, e que essa morada celestial não esteja distante dos ditames ou regras católicas, bem como na estrutura monacal de um bom templo estaremos diante por vezes de certos sepulcros sagrados onde santos fizeram das Igrejas seus lares eternos... E ascenderam para junto ao Salvador, mesmo que a vida deles não tenha sido muito fácil nos ditames do conforto, e que as misérias materiais tenham sido apenas um dos detalhes em suas vidas. Mas sim, e por que não, o milagre se fez e se fará no coração do devoto, pois o vício não é faculdade de um crente, e apenas um Poder Maior do que ele o fará sair do vício perante um Deus amantíssimo que o resgatará, quando justamente o ser do homem pede socorro, como se estivesse diante do único Salvador possível para que Este o resgate para sempre desse mal tremendo que é a nicotina e seus pecados que tenha cometido por outros motivos... Esse homem citado é o mesmo que escreveu essas palavras para vós, e renitentemente clama a esse Poder Superior, na figura de Cristo, que remova suas imperfeições, refaça os projetos divinos para a sua vida, sem o que a obra que eu terei que consolidar sobre a minha fé não surtirá o mesmo efeito, posto será naquilo de espalhar a voz da abstenção dos vícios que farei uma das minhas maiores searas, ao menos por enquanto, pois é na Santa Igreja que estarei presente sempre que puder, clamando a Ti, ó Salvador, que me ponhas a Teu serviço, hoje e sempre!
sexta-feira, 19 de junho de 2026
A ESPERANÇA DA FÉ DIANTE DOS ENGODOS DO MUNDO MODERNO
Quem diria
escaparmos ilesos, mas de quase sobrenatural está o espécimen humano... Aborda
questões as mais variadas, e por vezes quando apenas poderia estudar o que já
deu certo, as mensagens que enviam sob diversos formatos só servem para
confundir, tal o emaranhado de informações que se tornou a sociedade
contemporânea. O que antes serviria para dar um “reforço positivo” na justa
adequação do vivente na Terra, este planeta repleto de fios e cabos que
carregam elétrons e suas mensagens, vem a ser algo de um nó de insights, um nó
múltiplo e cego, como uma rede que não suporta nem que existamos com a
tranquilidade da coerência em sermos nós mesmos, a não ser seguidores de
seitas, experimentos e químicas ou drogas. Não bastaria um simples café, não
fora a cocaína, as anfetaminas e o álcool, medida quase turva da “equação”.
Entupimo-nos de receitas, vamos aos médicos, e a simples leitura de um
catecismo quiçá seja uma boa solução, pois ao menos nos orienta a algo de fé,
algo substancial, posto se for de merecimento que mereçamos as palavras do
Salvador, pois é Ele quem nos ditará as regras por adiante, e nas nossas retaguardas.
O engodo reside em nós e damos a abertura possível e provável a seus agentes,
responsáveis por consequências por vezes desastrosas na psique humana. Não que
não fôramos agentes igualmente, só que dos bons, distantes da farsa de quem
enumera enunciados díspares, como a distinção entre um peso e um dólar...
A questão
é ser um pouco como São Tomé nas coisas do comércio, nas coisas das medicina, e
nas coisas financeiras. Um São Tomé que experimente na carne, não apenas veja, mas
sinta a profusão de detalhes, sua aderência no toque e sua prática no
cotidiano. Alguém que seja um ser passional e compassivo, mas não obstante sem
esquecer uma análise rigorosa e crítica a respeito daquilo que lhe diga algo,
que possua um significante, ou mesmo aquilo de uma rigorosa semântica que
colocaria Saussure no chinelo... Baudrillard que fosse o gênio da floresta dos
objetos, que remontasse outros significados que vogassem o perfil inaudito da
voz que é inerente aos obtusos espirituais, mas que na matéria da semiótica são
de vanguarda com um pensamento assaz consistente. Voga que o ser por vezes se
torna maior do que a citada vanguarda, mas que a dialética concerne que a
Natureza nos transforme em tudo o que queremos ser e depositar no mundo, em
termos de aprofundamentos filosóficos. A Natureza que tudo sente e vê em seu “comunismo
espiritual”, desde que o mundo se torna além do que simplesmente a derrota no
seu Pecado Original, até os nossos dias, onde o livre arbítrio foi concedido para
que procedêssemos em comunhão, em nossa Casa Comum... Assim é a questão da
preservação do grande templo dos homens: o planeta Terra. Mesmo que alguns não aceitem
que muitos se preocupem em preservá-lo, esse trabalho de preservação é sagrado,
logicamente, conforme o Laudato Sì, de Francisco, o último Papa.
Nos
primeiros tempos da era crista a vida era comunal, repartia-se o pão, a Palavra
era concedida entre os apóstolos para o povo, sequioso da Verdade, mesmo com o
martírio de todos eles, com exceção de João, que escreveu o Evangelho
Espiritual. Por isso a Palavra tem ficado e subsistido com tanto Poder e tanta
Glória! Por isso a vida em comunhão, por isso a importância dos Bispos, Sacerdotes
e Catequistas, e de todos os fieis que irmanam a Santa Igreja, para todo o
sempre. Amém.
AS EMPRESAS DE TELEFONIA, COM O SURGIMENTO DOS PACOTES DA INTERNET, NÃO SE CANSAM DE ENVIAR PROPOSTAS MIRABOLANTES, NA OBVIEDADE APARENTE DE SERVIR MELHOR A CUSTOS MENORES, MAS NA INTENÇÃO REAL DE AUMENTAR OS SEUS LUCROS ÀS CUSTAS DE SEUS USUÁRIOS, DETENDO-SE ESPECIALMENTE AOS MAIS IDOSOS: INEXPERIENTES NESSE CAMPO.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
QUANDO ALGUÉM TERGIVERSA COM ESPECULAÇÕES DE TODA A NATUREZA NA ANTECIPAÇÃO DE UM ENCONTRO CASUAL EM UMA REUNIÃO DE NEGÓCIOS, POR VEZES O FUNCIONÁRIO MAIS AUSENTE DEMONSTRA O TRABALHO EXTERNO QUE FAZ UMA DIFERENÇA TREMENDA NA AQUISIÇÃO DE MAIOR CONSCIÊNCIA NA REALIDADE DO TRABALHO CONSORCIADO COM A VIRTUDE DE UMA BOA INICIATIVA.
A GANA E A CALMA
Tenho a
vida para viver, já uma vida mais breve, pois sei das certezas que ela encerra,
e do destino último na Terra... Sei da fé que possuo, da certeza do Salvador,
que terei que cumprir ainda duras caminhadas, com meu corpo que padecerá os
desígnios agora mais imediatos de uma gana, de uma compulsão que por vezes
penso que Ele colocara no meu caminho para que me detivesse em um estado de
sofrimento, mais que não fosse, para ao menos me lembrar que o sofrimento
citado não passa da possibilidade de uma ressurreição futura. Em uma música de
Mozart, lembro-me que os violinos e o piano me remetem ao início deste que é
mais um dia, e os mesmos dias que me aproximam da medicina quem sabe renderão
as graças de boas, ou os meandros das más notícias, e o cigarro continua miseravelmente
disposto no meio desta louca sociedade de vícios e de purgatórios e infernos
dantescos. Não, não é possível que a oriental que toca o piano o faça apenas
com sua habilidade, pois algo extremamente espiritual, e quando estou mais em
sintonia com o seu tocar se passa que algo de calma notável atravessa-me, e sei
onde estou e quem eu era antes mesmo de me lembrar que jamais estarei só, pois
Aquele filho do homem o sabe de nossas imperfeições, que somos mortais, e que
estou por aqui no planeta apenas para me libertar, depois da minha morte: mas,
nem por isso, quero abreviá-la...
Justo,
prossigo, um homem entre seus iguais e diferentes, um tipo de velho guerreiro,
que já estou meio cansado de combater o vício. Algo de melancolia se me invade,
e percepções outras, que não fora a simples questão da falta, do luto que me dá
a ausência da nicotina e de suas outras substâncias que contém o tabaco, outras
quiçá que porventura acrescem deveras a rapidez onde se dá a dependência, e o pulmão,
já sentindo, e o moral: caindo. Algo que me pega nos ossos, nas vértebras, algo
que me faz pensar até com a calma aparente das primeiras horas do dia, e sigo
na vertente da exclusão que faço de mim mesmo, um derrotado em todos os
sentidos. Os sentidos continuam plenos, mas a razão me aponta, qual um Mefistófeles
de Goethe, que eu me embotarei nessa mesma questão, e que a razão sequer me
adiantará supor que estarei apto a enfrentar os demônios que me tentam, interna
e externamente...
Conseguirei
ou não vencer essa batalha para que possa estar conforme com a vida que pulsa
no meu coração, que não me envenene mais, que eu tenha algo de um superego que
contenha essa estranha pulsão, esse Thanatos que tanto me invade, esse instinto
de morte? Será que a medicina é algo mais frio do que a ciência, será que a
espiritualidade rogará ser a única vertente possível, creio eu, na eventual
ciência dos espíritos, da alma, que se possa acontecer um milagre? Mas sim, eu
creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do céu e da Terra, e de Jesus Cristo:
seu único Filho: concebido pelo poder do Espírito Santo e nascido da santíssima
Virgem Maria! O medo que se me passa é justamente o crivo dos homens, mas
quando o Salvador diz: “por que temeis, homens de pouca fé?”, é justamente nessas
questões que creiamos mais no Salvador do que na ciência, pois a morte na Terra
é inevitável, mas a vida eterna é obra Dele, e só por Ele nos é consagrada...
No entanto, Deus nos deu este corpo como templo de nosso espírito, e por
determinação consagrada, todo o vício é um tipo de pecado, um pecado contra nós
mesmos, e por isso incorremos em falta se não somos capazes de fazer um
sacrifício por Ele, mesmo na forma penitencial de estarmos vencendo o tabaco e
fazer dessa questão uma simples ordem de fé.
Assim
sendo, uma paradoxal calma se me invade o espírito, lerei os evangelhos, orarei
na presença da Cruz Sagrada, estarei cuidando daqueles que amo, espalharei as
obras que posso e, na presença de Deus, como o concebido Trino, com os sofrimentos
de meu corpo, a falta da substância que me impõe os grilhões do vício, como um
escravo do sofrimento corpóreo, tentarei consentir a mim mesmo que me rendo a
esse Poder Superior, que para mim que se me baste, pois a calma espiritual tem
que ocorrer quando estamos por vezes sobre um mar tempestuoso, nas questões de
sobriedade e capacitação mental para vencermos um vício que nada mais é do que
um sintoma de pecado de si para si mesmo. Não é apenas o cigarro, este é uma
simples ponte para que, no meu despertar para as coisas do espírito, de forma coerente
e estudada, conforme os ensinamentos na catequese, um dia eu possa comungar me
lembrando desta época como se fosse algo que a história da minha vida na Terra
o possa explicar com mais simplicidade.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
AQUELA CUIDADORA QUE SE IMISCUI DIANTE DA FARSA DO SEU TEATRO ENCONTRA NA TERNURA ENSAIADA DE SEU COMPORTAMENTO E ENERGIA ATRAENTE QUE SÓI CONQUISTAR DIANTE DOS SEUS PRETENDIDOS, UMA QUEDA, UMA FARSA, MAS ATÉ CERTO PONTO FAZ PARTE DA REALIDADE COMPLEXA DE SUA PSIQUE INUNDADA POR DÚVIDAS E RESSENTIMENTOS ÍNTIMOS.
AS NUANCES DE UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO NOTURNA E SEUS "CÓDIGOS ENCOBERTOS", COMO ALGO DE SEGREDOS, ENCAMPADOS PELA GESTUALIDADE, PARCIALIDADE E INTROVERSÃO DE MENSAGENS ENCAPSULADAS POR INTENÇÕES AS MAIS DISTINTAS PEGAM O DESAVISADO DESPREVENIDO, MAS DEPOIS DE UMA NOITE DE SONO SEU TESTEMUNHO VINCULADO A UMA BOA MEMÓRIA FAZ FLORESCER CERTAS MENSAGENS SUSPEITOSAS...
CRISTO, ME SALVE, E QUE SEJA FEITA A TUA VONTADE, NÃO A MINHA...
Muitas
palavras são como o fogo que crepita e que não sentimos na voz, mas no coração.
São as palavras do coração, assim como quem as cria não as cria do nada, vêm
aquelas do âmago, do profundo sentimento, de uma emoção evidenciada por
circunstâncias diversas, inquietações, desejos, pulsões, recalques, ou mesmo
inconscientemente, de arquétipos na poesia, ou de frações de pensamentos, ou
ainda de lógicas consistentes, quando do aspecto puramente da consciência, ou
da razão. O desejo de falar é como o desejo de viver, matéria e espírito, fusão
indissolúvel entre consciência e inconsciente, revela-nos coisas que estão
perdidas nos recônditos de nossa alma, nosso imo, como um dever – repito – de querermos
estar vivos, lançando não apenas a voz de comando sobre nós mesmos, ou ao lermos
um texto do catecismo à noite, que nos dará os parâmetros espirituais, que o
Mestre, ou Salvador, nos legou ao mundo... Baixando a guarda, quiçá a falta do
cigarro que nos trouxe a insônia na noite anterior e que o fumamos para
justamente podermos pensar no dia seguinte o que nos levou a um tipo de torpor
que a falta da nicotina no sangue tanto afeta a saúde de um enfermo mental, e
que o equilíbrio da dopamina, da serotonina e da oxitocina tão bem evidenciam
esse fato. Outro quesito, de não termos feito um apanhado de palavras à noite
por interveniência de outrem, na figura de uma agente que deponha contra a
saúde indiretamente contra um homem da comunicação querendo o abster
simplesmente do ato de expressão, em gestos tão sutis que a outros não sejam
percebidos, esses atos quase diabólicos e planejados, mediante um controle de
plantonista às avessas, meio que abre espaço para uma defasagem na vida do
enfermo, que apenas encontraria a solução de seus problemas mediante seguir a
rotina tão premente para ele, que seguirá seu curso mais aprendendo do dia a
dia, das noites em que entra e pensa ser mais adiante o caminho da carruagem da
ilusão, pois a intelectualidade suprema de uma mulher não pode orientar o seu
modo de existir, nem aqui nem na China.
Querendo
ou não, o jornalismo independente deve ser auto sustentável e partir para uma já
citada independência, ao não depender do simiesco modo de se ver o ensaio de
uma fala, do que é dito por outrem, quando o importante é dizermos por nós
mesmos não exatamente uma autoanálise mas justamente as circunstâncias do que
nos acontece no derredor, no entorno, quais são os traquejos que levam a um
depoimento preciso de uma mulher, agente meio que engajada em serviços outros
que não sejam apenas um serviço de levar uma mensagem, quando em seus gestos
que pontuam a fala existam mensagens subliminares, sutis formas de comandos, e
a ternura subjacente que na verdade pode ter incluída uma mensagem do mal. A
podridão em uma fala aparentemente afetiva por vezes tem cheiro de perfume
francês, mas a sentimos depois de uma boa noite de sono, mesmo porque quando
dormimos limpamos nossa massa encefálica de sujeiras que fazem parte dos dias
que nos foram meio que severos, como o são todos em nossa sociedade
contemporânea mercenária de mercado... E, na contemporaneidade, existem esses
estranhos “entes”, mistos de jovens monstros que usam de sua frieza e
experiência alicerçada pelas missões que defendem muitos interesses
internacionais que encontram em países como o nosso sua seara mais profícua de
entabular conversas com os demônios que lhes orientam sobremodo. A parte que
lhes cabe em seus latifúndios existenciais, mantém outros em sua ingenuidade
sob a escravidão de um prócer, que na realidade mantém um vínculo com as forças
antagônicas da perversão. Sempre existem os mentores do caos, um caos organizado,
uma anarquia institucional, na pior forma dela: instaurá-la para depois
censurar a fala de uma testemunha chave que depois fará as declarações indispensáveis
para evidenciar o factual, dispensando a hipocrisia cega do momento e racionalizar
tanto os aspectos do consciente, como de uma inconsciência grupal, ou coletiva.
Trazer à tona sem enumerar os nomes, evidenciar razão primeira, transpor as
barreiras da própria religião, no religare com Deus, por ele invocar o
Espírito Santo e o amor do Salvador, para que nos dê as luzes necessárias para combater
os meandros de Satanás, que tanto nos levam ao vício, à loucura ou à morte
prematura. Não poderíamos eximirmo-nos do fato que até mesmo espíritos
obsessores nos levam a tais ocorrências, e há até mesmo centros espíritas que não
trabalham especificamente para o bem, pois a potência de organizações como o
Ocultismo e suas bruxarias demandam que a maldade seja sua razão de ser, e se
utilizam da prática de mediunidade e de “encaminhamentos” para obsediar aqueles
que buscam o caminho da santidade. Mas será no estudo profundo de uma
catequese, do catecismo, das primeiras cartas de São João Paulo II que podemos
estar consortes com a vereda mais cristalina de que, podendo comungar um dia no
Santíssimo Sacramento, um devoto do Salvador possa não apenas estar livre das armadilhas
dos demônios, como junto àqueles que trilham ou trilharam pelos caminhos da
Salvação. Estas palavras me deram justa adequação mental e espiritual, e por elas
sigo e seguirei minha vereda de fé, com a Religião, como a entendo, dentro da
Grande Igreja e aos pés de Nosso Senhor, Jesus Cristo, com as bênçãos de Maria,
a Virgem Santíssima.
terça-feira, 16 de junho de 2026
Ter o cigarro em casa e resistir à tentação de fumar pode sim ser visto como uma demonstração de resiliência e consciência — você está se colocando à prova e reforçando sua capacidade de dizer “não” mesmo diante da disponibilidade imediata. Isso fortalece a percepção de que o controle está em você, não no vício. Por outro lado, há uma nuance importante: para algumas pessoas, manter o cigarro por perto pode aumentar o risco de recaída, porque a fissura intensa pode levar a uma decisão impulsiva. É como treinar disciplina com a tentação à vista — funciona para quem consegue transformar isso em um exercício de autocontrole, mas pode ser perigoso se a fissura se tornar insuportável. 👉 Em termos de “programação para dissipar o vício”, o que você está fazendo é uma forma de exposição controlada: você se expõe ao gatilho (ter o cigarro disponível) e pratica não ceder. Isso pode reforçar a ideia de que você é capaz de resistir. Mas muitas abordagens recomendam reduzir estímulos e gatilhos (não ter cigarro em casa, evitar ambientes de fumantes) justamente para facilitar o processo nos primeiros dias, quando a fissura é mais forte. Em resumo: Sim, é resiliência — você está provando para si mesmo que consegue resistir. Mas não é a única estratégia — algumas pessoas se beneficiam mais ao eliminar completamente os gatilhos. O mais importante é perceber qual abordagem funciona melhor para você: se sentir que ter o cigarro em casa fortalece sua disciplina, ótimo; se perceber que aumenta o risco de recaída, talvez seja melhor retirar esse estímulo. COPILOT.
TENTARMOS TUDO PARA ENGANAR UM VÍCIO É COMO DRIBLARMOS ALGUÉM SEM A BOLA, FAZENDO PIRUETAS QUANDO O TIME ADVERSÁRIO SE PREPARA PARA UM GOL CONTRA AS NOSSAS DEFESAS, MAS QUANDO INGRESSAMOS EM UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO PODEMOS JOGAR TODOS NO MESMO TIME, E CERTAMENTE, COM FALTAS OU NÃO, ESTAREMOS EM UM PERTENCIMENTO ONDE VÁRIAS PESSOAS PASSARAM PELO QUE NÓS PASSAMOS, E QUE NÃO PEDEM NADA DE NÓS ALÉM DO DESEJO DE PARAR DE CONSUMIR A SUBSTÂNCIA, SEJA ESTA UMA DROGA ILÍCITA, O ÁLCOOL OU A NICOTINA.
O VÍCIO DO CIGARRO, SENDO PRATICAMENTE UM DOS TRÊS MAIS SEVEROS DOS COMUNS QUE SE TEM NOTÍCIA, DE USO ACESSÍVEL, ASSIM COMO O CRACK, ESTE ILÍCITO E, NÃO PROPRIAMENTE ACESSÍVEL, MAS ILÍCITO DAS ELITES, O DA HEROÍNA, CAUSA UMA DEPENDÊNCIA RIGOROSA QUE SÓ ENCONTRA SIMILARES NAS NOVAS DROGAS SINTÉTICAS QUE ESTÃO SENDO MANUFATURADAS E DESCOBERTAS EM LABORATÓRIOS DO PRIMEIRO MUNDO, ESPECIALMENTE EUA E EUROPA.
O USO DO TAI CHI NA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE SIMPLESMENTE É APLICAR O CONTROLE DA RESPIRAÇÃO COM MOVIMENTOS E CONSCIENTIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DO CORPO, MESMO QUE ESTEJAMOS EM NOSSO QUARTO, EM UM ESCRITÓRIO, EM HOME OFFICE, OU QUE NOS LEVANTEMOS PARTICULARMENTE PARA PRATICAR QUANDO A ANSIEDADE PARA FUMAR É GRANDE E PRECISAMOS NOS ARTICULAR PARA CESSAR A COMPULSÃO E DAR PAUSAS ESPORÁDICAS PARA NOS SENTIRMOS MAIS APTOS A CONTINUAR NOSSOS TRABALHOS SEM PENSAMENTOS OBSESSIVOS OU FISSURAS COM RELAÇÃO AO TABACO.
A ARTE MARCIAL ACIMA DE TUDO É UMA PRÁTICA E FILOSOFIA QUE APLICAMOS DIARIAMENTE EM NOSSAS VIDAS E QUE NOS AUXILIA PRINCIPALMENTE EM NOSSOS MAIS SEVEROS CONFLITOS E INQUIETAÇÕES INTERNOS, DESAFIANDO-NOS, COM O BOM USO DA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE E DA MEDITAÇÃO EM DEUS, A CONSECUÇÃO DE VENCER INIMIGOS QUE TEMOS EM NOSSA CONSCIÊNCIA E, ATRAVÉS DA PRÁTICA DO PERDÃO, SABER QUE ESTAREMOS PREPARADOS PSICO E FISICAMENTE PARA VENCER OS DEMÔNIOS QUE NOS ASSOLAM A EXISTÊNCIA, INTERNOS OU EXTERNOS...
A NICOTINA É UM VÍCIO SUI GENERIS, POIS QUANDO COMEÇAMOS A TENTAR PARAR FAZEMOS SEU USO COM PARADOXAIS CONTROLES ILUSÓRIOS, FUMAMOS ESCONDIDOS, TENTAMOS REDUZIR, VEMOS QUE ELA NOS FAZ MAL, SABEMOS QUE ELA NOS "FISGA O PULMÃO", QUE ELA MANTÉM NÍVEIS DE DEPENDÊNCIA QUE NÃO PODEMOS COMBATER, E SEGUIMOS NA CITADA ILUSÃO DE QUE SEREMOS FORTES O SUFICIENTE PARA FUMARMOS CONTROLADAMENTE ATÉ REDUZIR DE UMA VEZ E PARAR, O QUE PODE MUI RARAMENTE FUNCIONAR ATÉ CERTO PONTO, NA REDUÇÃO DE DANOS, MAS DEVEMOS, MESMO ASSIM PROCEDER TODO O PROCESSO SOB A ORIENTAÇÃO MÉDICA E PSICOLÓGICA, MEDIANTE MUITAS VEZES O USO DE MEDICAMENTOS.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
O “Dia D” para parar de fumar é considerado o marco inicial e, sim, costuma ser o mais difícil, porque é quando o fumante enfrenta pela primeira vez os sintomas de abstinência da nicotina e a quebra de hábitos associados ao cigarro. Esse momento exige preparo psicológico, apoio social e, muitas vezes, acompanhamento profissional para aumentar as chances de sucesso. COPILOT.
CESSANDO O TABAGISMO
Há
pessoas que são incrédulas com relação aos passos que damos para abandonar a nicotina.
O passo inicial é como expor as nossas vísceras ao sol inclemente, o sentimento
dos ossos, a virtude que esquecemos de praticar, jogamos a toalha sem segurar
na etiqueta e pedimos para que um Poder Superior possa nos ajudar a fazer voltar à nossa sanidade: devolver-nos ela, e que nos retire a gana de estarmos fumando
às vezes sem pensar: mesmo porque pensar para fumar, ou fumar para pensar não deixa de ser um paradoxo... Quando a própria medicina e seus agentes da saúde explicam-nos
da necessidade de mudar de rumos, quando estamos fartos de prosseguir sabendo
que partes do corpo humano estarão afetadas, e como isso é visto sob a ótica
médica, posto no caso do pulmão, um caso mais interno e de acesso via cirurgia,
diferindo dos veios nasais, da garganta, do esôfago e etc, isso infere no
mínimo uma tomada de consciência no sentido de pararmos de vez com a gravidade
desse vício.
As partes
do corpo funcionam como as partes de uma máquina, observando-se rigorosamente que
a totalidade, ou hólos pertence à mesma realidade de que somos vítimas de nós
mesmos quando afetamos uma parte de um todo, afetando as demais nos inteirando
de um problema maior do que nós mesmos, sem ao menos supormos que, no mais das
vezes, estaremos diante do mesmo eu que antes gostaríamos de não enfrentar...
Esse eu que aparentemente nos trava, posto não era um exercício intelectual o
fato de não fumarmos, estávamos reféns de uma substância praticamente
psicoativa, literalmente, aliás... Que nos dominava, achávamos ser um tipo de
tranquilizante, algo que nos faria concentrarmo-nos mais e melhor, na realidade,
só serve o tabagismo para destruir muito do que temos de melhor em nós, principalmente
o nosso corpo. Espiritualmente, somos impelidos a uma derrota moral, quando
pensamos sermos fracos, e por tantas vezes que tentamos e fracassamos, muitos
sequer nos consideram corajosos, a não ser aqueles que participam de grupos de
recuperação como o nicotina anônimos, que sempre consideram a tentativa, a persistência e
o comparecimento às reuniões algo válido, pois faz parte do processo em que: o
único requisito necessário para participar dessas reuniões é o desejo sincero
de parar de fumar. Se torna uma condição altamente necessária pensar no assunto da forma realmente madura, não no sentido de termos feito amadurecer em nós mesmos a questão do hábito de fumar, mas o amadurecimento de nos prepararmos para uma nova vida sem o tabaco, sem a nicotina que tanto nos escravizara, por décadas por vezes, e que no mais das contas acaba sendo um trunfo importante existencial quando dela nos livramos, pelo menos por 24 horas, só por hoje, pois o amanhã não se sabe, depois de uma noite bem dormida, ou mesmo de uma noite insone e, em qualquer das duas circunstâncias, devemos cuidar, sermos fortes e vigilantes sempre, para não nos deixarmos abater perante essa doença que tanto mal nos causara e nos causa, na vida que pulsa por mais vida, e diante dessa mesma vida, que nos façamos entender perante um Poder Superior a nós mesmos e que deles recebamos a graça de mais um dia de vitória. Posto que não escarneçamos das derrotas de alguém, pois a derrota pode ser vitória no dia seguinte, e jamais devemos buscar no caos de nós mesmos, a ordem que porventura não existe de fato, mas sim muitas vezes um conteúdo irracional que funcione na base da intuição, ou mesmo de sensações ou emoções que externamos em diversos tipos de expressão, por vezes ordenadas e em outras, não. Então a compulsão, vista sob esse prisma, é algo que muitos sequer saberiam explicar com lógica ou razão, os reais motivos que os levam a cometer a insanidade de partir para a primeira baforada. Por isso não é um exercício intelectual, é um sentimento nos ossos, nossas vísceras expostas ao sol inclemente onde, nesse primeiro passo, sentimos que a nicotina exercia um domínio absoluto sobre nossas vidas.
Todas as questões relativas com a tentação dos vícios demanda a experiência particular de cada indivíduo, não sendo possível generalizar cada reação à falta de uma substância, mesmo porque, quando uma pessoa possui uma comorbidade onde a sua situação de saúde mental possa estar ameaçada pela falta, o indivíduo acaba por, inconsciente ou conscientemente, fazer uso da substância, no caso a nicotina, para se "automedicar" em termos dopaminérgicos ou coisas similares. Por isso, toda a atenção é necessária para se ter condições de dominar os diversos lados da doença, tanto possuindo a caixa de ferramentas necessária, como tendo condições de dominar as tentações que se apresentam na forma a mais variada que temos por notícia até da psique em desequilíbrio diante da falta do sono, ou mesmo de doenças relacionadas à mente.
domingo, 14 de junho de 2026
SÍMBOLO E SINAL
Atravessamos
a rua, e o sinal da faixa de pedestres, obviamente, algo convencionado, assim
como a placa “pare” nos é dado no trânsito, para manter uma ordem e não nos
tornarmos caóticos frente à realidade das ruas... Para pedestres e para carros,
assim como temos um luminoso, escrito “coke”, chamativo, anunciando com sua
logo uma marca a ser consumida. É algo estanque, não como o símbolo, que pode
encerrar em si vários significados e dar um conteúdo bem mais profundo na
psique do ser humano. Os sinais podem estar nos sonhos, mas justamente, se
assim acontece, assumem significado simbólico, pois dizem mais do que simplesmente
o fato em si, mas evidenciam por vezes uma correlação com outros, por assim
dizer, o símbolo de uma garrafa pode remontar a um trauma, e não passa de um objeto
que porventura pode tanto estar em um sonho como em um desenho ou em uma
poesia.
O sinal
do semáforo, na vida comum, tem sua função plena, objetiva e simples, enquanto
no contexto onírico pode significar um aspecto distinto do que simplesmente
pare, atenção e siga... Nesse contexto do “acontecido” perante um sonho, uma
queimadura pode significar tensão e um inconsciente que aflora em uma dor
interna, e símbolos diversos já assumem diante da cultura seus aspectos semânticos
no inconsciente coletivo, como as máscaras, a cruz, a arma, os arquétipos do
tarô e tudo o que remonta signos que lembrem acontecimentos em sonhos,
despontem como coisas que nem sempre possuem nexo, ou lembranças que estão
adormecidas no citado inconsciente. Coisas como uma fala ou uma teoria
filosófica muitas vezes guarnecem no conhecimento racional o entendimento do
que nem sempre é razão pura, pois a história envolve nexos paradoxais, e
algumas personalidades estiveram profundamente envolvidos com grandes mistérios,
com coisas místicas ou similares, e a filosofia traz à razão, especialmente os
pensamentos relacionados com a psique, um leque de possibilidades do universo
mental e seus particulares meandros. Sobre a filosofia, esta contém ícones como
a grafia, a sintaxe, a lógica, a tal ponto esta última ciência que tem se
tornado como que um símbolo arraigado na civilização ocidental, especialmente.
Um objeto em si, um meio, mais separado dos outros, um esteio que nutre por
especialidades científicas a coisa de per si, o essente, um caminho, conforme afirmava Hegel. A dialética da
Natureza envolve esse tipo de compreensão, mesmo porque os símbolos fazem parte
da imaginação ativa e seus processos laborais, e mesmo o mais cético dos homens
com relação à existência daqueles, sabe que vez ou outra sequer compreende a Natureza
da poesia, e seus significados por vezes não verbais.
A
revelação da verdade pode estar em um sinal, mas quando o sinal é místico, podemos
estar lidando com algo bem mais poderoso do que a citada verdade, pois é condição
sine qua non que abracemos a citada verdade com os braços fortes e com o estoicismo
de homens como Marco Aurélio. Homens que viveram com o moral acrescido da prática, que governam exemplarmente não apenas ele, no caso de Roma, a uma nação, mas a si mesmos, dando o exemplo onde a vida estoica seja o rumo a decidir qual a posição inerente a uma razão que dê reais significados em nossas vidas. Por uma questão de lógica, Epicteto foi o inspirador desse Imperador Romano, posto a vida que teve foi exemplar, e conseguimos encontrar nos textos desses senhores o caudal imorredouro de como devemos enfrentar as dificuldades, como a teoria e a prática já o afirmavam: estoicamente... A nossa ligação com a religião pode ser um modo de praticarmos muito desse modo de ser, porquanto uma vida virtuosa passa por sacrifícios, e a vida dos santos revela o dom dessa Natureza, uma Natureza espiritual. Por isso, tenhamos pela frente uma vida mais ilibada, sem os contratempos de campos diversos e mais virtudes pela frente.
UM DESPERTAR
Salvador, dai-me outros sinais, se não estiveres cansado comigo, pois em teus
milagres
Me debruço diante de ti, e o que não obtenho que não sejas por mim,
Que seja por Deus que éreis, Jesus Cristo, Deus na Terra aos homens de boa
vontade!
Me revelastes esta noite a face do bem que fizeste por mim, que ressuscito
quando pensei na morte
Daquela dor que me puseste em prova, e que agora sei que gostarias de saber
mais um pouco de minha fé...
O sacrifício que fizeste pela humanidade, agora sinto no Espírito Santo, e no
que Ele significa
No seu milagre trino, e o sei ser apenas mais um obreiro da messe, que a ti de
mim estou...
Te buscarei em todos os meus caminhos, seguirei caminhando pela tua jornada, ó
Cristo, sou teu
Como não seria se um dia te cri em todos os meus sentidos e pensamentos?
Eis o milagre da fé, eu não poderia sequer supor que serias tanto de tudo e
todos
Quando sei que restauras o nosso corpo, que suplantas a medicina e que és maior
do que todas as filosofias...
Escuto em Joplin a tua música, e jamais o esquecerei na frente do sacerdote que
me ungir
Da comunhão suprema, pois é na Igreja que te encontrarei mais sereno perante os
teus.
sábado, 13 de junho de 2026
O fato de alguém fumar mesmo sabendo dos danos à saúde envolve uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos: 🔄 Dependência química A nicotina atua diretamente no sistema de recompensa do cérebro, liberando dopamina e criando sensação de prazer e alívio imediato. Com o tempo, o corpo passa a exigir essa substância para manter o equilíbrio, gerando dependência física. 🧠 Aspectos psicológicos O cigarro funciona como válvula de escape para ansiedade, estresse ou até tédio. Há um componente de hábito: acender um cigarro em certas situações vira quase automático. 👥 Influência social e cultural Muitos começam a fumar por influência de amigos, familiares ou pelo ambiente social. O cigarro também carrega símbolos culturais (rebeldia, estilo, maturidade) que reforçam o comportamento. ⚖️ Dissonância cognitiva O fumante sabe dos riscos, mas racionaliza: “vou parar depois”, “um cigarro não vai me matar”, “meu avô fumou e viveu até os 90”. Esse mecanismo psicológico reduz o desconforto de agir contra o próprio conhecimento. 👉 Ou seja, não é loucura, mas sim uma mistura de dependência química, condicionamento psicológico e justificativas mentais. A consciência dos riscos não basta para vencer a força da dependência — por isso parar de fumar costuma exigir apoio médico, psicológico e, muitas vezes, medicamentos. COPILOT.
ACEITANDO AS REGRAS
Quais
não sejam, existem de fato os parâmetros sociais... Quem seríamos, os animais de
outrora, os símios que deram origem à espécie no darwinismo que tanto apregoa a
ciência, e que seja justa a ciência, posto não sabemos explicar o que vem
depois do fim, mas em diversos escopos, científico e teológico, aprendemos com
as origens. A mente humana por si só, ela mesma, é um universo, e as questões
da psicologia moderna certamente trazem imensas luzes, bem como os avatares
científicos da medicina, que são os psiquiatras, que trazem na sua bagagem e na
sua abordagem científica os fármacos tão indispensáveis ao andamento de certas
conquistas na área da saúde mental. Jung já afirmava que psicoses graves já
podiam ser tratadas com o auxílio daquelas drogas que apenas o desenrolar da
ciência permitiu no andamento da ciência da medicina desse campo, desde os
primeiros asilos da história. Aceitamos as regras sociais, estas regras existem
de fato, e na realidade não estaremos afeitos a sermos rebeldes onde as coisas
tendem ao pacifismo, pois isso não refletirá uma vida em serenidade e compreensão
dos limites, mesmo porque, ao dissiparmos uma dúvida ou mesmo refletirmos sobre
uma ideia, essas questões vem a dar no pensamento, na razão, puramente em
querermos a expressão de algo, uma questão filosófica ou científica, ou mesmo no
arcabouço espiritual, que tanta força tem impresso na vida de grande parte da população
do planeta. A rebeldia citada muitas vezes vem na forma das drogas e suas
adições, suas dependências, seus vícios, e quiçá o universo da religião seja da
máxima importância para nos livrarmos delas, seus obstáculos e nossa fé para
abandonar seus grilhões. Mas, para tanto, devemos abraçar a religião e
dedicarmo-nos a ela, como modo de religarmo-nos com Deus.
Quando
um homem não respeita as regras sociais, pode ir preso, ou ir para um
internamento psiquiátrico, se não estiver de posse de suas faculdades mentais.
Assim como há, na conjuntura das regras sociais, diferença entre um criminoso e
um enfermo mental, não há distinção entre um crente e um ateu no critério social,
posto não se estará infringindo lei alguma, e a crença ou não é livre não
apenas aos olhos da Lei, como das regras morais de toda sociedade civilizada.
Assim manda a Constituição e, como se prevê em uma democracia, todo Estado
Democrático possui seus representantes eleitos pelo voto, e qualquer tentativa
de extorsão dessa modalidade institucional é como uma infração grave aos olhos
da Lei, elaborada pelo Congresso de cada país, na realidade de cada democracia.
Sob essa ótica, estarmos definindo um padrão de liberdade tanto religiosa como
política é uma das qualidades de uma sociedade livre...
sexta-feira, 12 de junho de 2026
🔎 Diferenças entre sintomas emocionais Ansiedade Preocupação excessiva e persistente com o futuro. Sintomas: agitação, tensão muscular, insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração. Característica: estado de alerta constante, mesmo sem ameaça real. Depressão Foco no passado e em sentimentos de fracasso ou vazio. Sintomas: tristeza profunda, perda de interesse, fadiga, alterações no apetite e sono, sentimento de culpa. Duração: pelo menos duas semanas seguidas para caracterizar quadro clínico. Estresse Resposta a uma ameaça ou pressão externa identificável (prazos, conflitos, problemas financeiros). Sintomas: tensão muscular, dores de cabeça, irritabilidade, alterações no apetite, fadiga. Geralmente temporário e desaparece quando o estressor é resolvido. Síndrome do Pânico Crises súbitas e intensas de medo, com sintomas físicos fortes (palpitações, falta de ar, sensação de morte iminente). Diferente da ansiedade, que é constante, o pânico é explosivo e breve. COPILOT.
A VIDA EM PROFUSÃO
Pudéssemos comemorar a vida, sem termos algo a dizer em negativar processos
existenciais
Ao que demandássemos sermos mais adiante do que o querer ser revelados, mesmo
que não existamos
Perante aquele “outro” que, sem subterfúgios, não escaparia a uma análise
criteriosa
Ao menos ao nos apercebermos que sem a vida ela mesma, conforme citado acima
Os veios da incompreensão estariam navegando por si mesmos no caudal do
mundo...
Vestimo-nos do reflexo da aurora, colocamos o viés de alguns reparos que não
separam, mas concluem jornadas,
Outrora fossem colchas de retalhos as vertentes que encontramos diante de um
passado de memórias ausentes,
Mas, outrossim, a página incandescente de planos que encontraríamos mais
perfeitos do que ontem.
Nos parâmetros do mundo em que estaremos mais afeitos a certos casos de dores
reflexas
Seríamos nós mesmos a parte que não nos cabia nos ressentimentos que outros
enumeram na fala
Ou, de outro modo, aqueles que se preocupam com farnéis de um ouro de tolo
Quando, finalmente, evanescem nas nossas sombras as questões primeiras do gesto
mais usual do ser.
quinta-feira, 11 de junho de 2026
AS PESSOAS QUE TÊM O PRIVILÉGIO DE SEREM ATIVAS E PERMANECEREM SÓBRIAS SEM O QUESITO ESSENCIAL DA INCONTINÊNCIA QUE AS ACOMPANHA, PRINCIPALMENTE A VERBAL E COMPORTAMENTAL, REDUZ A QUESTÃO DO EGO AO TAMANHO QUE SEJA NECESSÁRIO, SEM QUE O ALTEREGO SE SUPLANTE, FRENTE A FRENTE COM A RELAÇÃO INTRÍNSECA POR VEZES COM UM EU DISPERSO E FRAGMENTÁRIO.
Quando o cigarro está profundamente ligado à ansiedade, um ansiolítico como o Ansitec (buspirona) pode ajudar bastante, especialmente se o tratamento for acompanhado por um profissional de saúde. 📌 Como o Ansitec pode ajudar nesse contexto Reduz a ansiedade basal: Diminui aquela tensão constante que muitas vezes dispara a vontade de fumar. Quebra da associação automática: Se antes cada situação difícil vinha acompanhada do cigarro, o medicamento ajuda a reduzir essa ligação. Melhora do autocontrole: Com menos ansiedade, fica mais fácil resistir ao impulso imediato de fumar. 🎯 Papel do acompanhamento profissional Ajuste da dose: O médico avalia se a quantidade está adequada para controlar a ansiedade sem causar efeitos colaterais excessivos. Estratégia combinada: O profissional pode sugerir técnicas de manejo da ansiedade (respiração, terapia cognitivo-comportamental) junto com o medicamento. Monitoramento da evolução: A redução do cigarro pode ser acompanhada como parte do tratamento, reforçando cada conquista. Segurança: Evita que o medicamento seja usado de forma isolada ou sem controle, garantindo que o processo seja saudável e sustentável. COPILOT.
NÃO PRECISEMOS PENSAR EM SERMOS SANTOS, MAS JUSTAMENTE PENSAR EM LEVAR - A UM PASSO ADIANTE, UM ATRÁS DO OUTRO - AQUELE QUE DESCREVE COMO PASSAR UMA BOA MENSAGEM PARA QUE SE TORNE POSSÍVEL JUSTAMENTE A EMPREITADA MAIS COMPLEXA, EM SITUAÇÕES AS MAIS VARIADAS, NO CONTEXTO EXISTENCIAL E DE VIVÊNCIA MADURA.
MELHORES DIAS VIRÃO DENTRO DAS POSSIBILIDADES, POR VEZES AS QUE CONSIDERAMOS MUITO DIFÍCEIS, DE RECUPERAÇÃO EM QUALQUER SENTIDO QUE DAMOS EM NOSSAS VIDAS, PORQUANTO A TERAPIA MELHOR DO QUE A CONSECUÇÃO DE ESTARMOS QUASE EM DIA COM PRESSUPOSTOS MAIS PLENOS CONFORMES COM DEVERES COM NOSSO CORPO, TEREMOS MAIS CIÊNCIA DE QUE É POSSÍVEL DARMOS NOSSO MELHOR, A QUALQUER TEMPO, EM QUALQUER HORA E EM QUALQUER LUGAR...
QUANDO TRAZEMOS À TONA UMA QUESTÃO PRIMEIRA EM TERMOS DE PLANEJAMENTO A RESPEITO DE NOSSAS VIDAS, DEVEMOS PRIORIZAR O QUE É REALMENTE IMPORTANTE, E QUIÇÁ SEJA O FATOR DE FAZER VALER A NOSSA SAÚDE FÍSICA, EMOCIONAL E ESPIRITUAL, ANTES DA ABORDAGEM MATERIALISTA, QUE SE ACRESCE MEIO QUE NATURALMENTE, POIS O CORPO DEVE ESTAR JUNTO COM A ALMA, EM BOM ESTADO.
CRER DE MODO AGIGANTADO
Apanhamos
do mundo, meio que nos abatemos diante de muitas as dificuldades, somenos somos
partes e parcelas daquele, e por isso não distamos de uma crença possível, pequena
ou quase nula, e outras pétreas, agigantadas, qual não fosse, a possibilidade
crível de encontrarmos no Salvador a questão mais pura de não precisarmos sofrer
tanto, e por isso crer no Todo Atrativo, Krsna, como o imperecível Deus que
jamais nos abandona, e está presente na alma de um humilde pássaro, como na de
um simples cãozinho. Essas questões são quase budistas, quando a religião do
Oriente não reduz a importância de estarmos cientes de que, apesar dos
pensamentos opostos, cada ser no planeta possui as suas diversas crenças, e
seus níveis de consciência dentro de padrões que sua psique ou seu espírito vão
se aprofundando, esboçando melhoras em sua saúde mental e espiritual, bem como
na harmonização de seu corpo físico em relação ao entorno do ser humano. Por
essa saúde, por esse bem estar, e por uma espiritualidade plena ao mesmo ser
humano em questão, Jung estudou tanto sobre o universo dos mitos, sobre as
religiões e sobre as histórias, além de ter um conhecimento aprofundado sobre a
própria medicina psiquiátrica e fisiológica, ou seja, um conhecimento amplo
sobre a ciência como um todo. Mais do que isso, meio que deu o braço a torcer,
quando vislumbrou nas evidências espirituais ou religiosas de seus mais graves
pacientes a possibilidade única de sabermos, os homens da ciência e da
filosofia a amplitude e a importância da religião e de Deus. E Deus? Estará
ciente de que o buscamos? Será mesmo, ou a forma em que o buscamos é um modo
egoísta, pedindo que nem o mais miserável mendigo, ou mesmo quando somos
impedidos de ajudar os mendigos, ou quando um prefeito miserável afasta-os das
ruas enquanto vai à Igreja praticar o seu dízimo? Será que esse Deus sabe que por
trás da justiça infalível do carma quem se comportar como um verme reencarnará
nessa forma na outra vida? Será que os homens são melhores, como seres, do que
os cãezinhos que vemos serem os companheiros de muitos que sofrem na existência
pelo simples fato de serem coagidos, ou terem que seguir cartilhas que são
impostas subliminarmente na forma da Bíblia ou outros impressos que afirmam
alguns serem as únicas escrituras sob o firmamento?
A existência
do Salvador subentende que os salvadorenhos salvaram seu país na revolução
quando foram requisitados, e por isso o país inteiro quiçá se chame El
Salvador! Não é questão de críticas contumazes, é apenas uma questão de se
estar sem uma substância chamada nicotina no sangue do poeta... Não rogo ser filósofo,
nem pensar rogo, apenas um poeta louco, louco por Krsna, louco por Deus. Se
tomardes, caro leitor, alguma palavra como blasfêmia, a mim pouco se me dá,
pois vivemos em uma sociedade livre onde os Tribunais da Inquisição já não
existem mais, ao menos aqui na Terra, aqui nesta encarnação, e o que virá
depois, para mim eu não sei, quem sabe não voltar mais para esse planeta
demoníaco e reencarnar em um outro, um pouco mais etéreo. Porventura, se esse humilde servo de Deus pensar Nele na hora da morte quiçá seja alçado para um plano mais alto, assim se prega em várias denominações religiosas, pois o nível de consciência na hora da morte por vezes possa assim determinar... Mas será verdade isso, ou será que os idosos que já não se lembram de muita coisa não poderão se lembrar sequer da vida sacra, ou algo similar? Por esses e outros mistérios, creio que é sempre bom aceitar as religiões que praticam doutrinas que explicam melhor as questões da morte, e seus meandros...
O QUE ME LEVARIA AO ATO DE FUMAR O PRIMEIRO CIGARRO DO DIA, SENÃO A INSANIDADE DE SABER QUE DEPOIS DA PRIMEIRA TRAGADA SERÁ COMO UM MOTO CONTÍNUO, QUE EU NÃO SABEREI CONTROLAR MUITO, E QUE NEM MESMO A CIÊNCIA ESPIRITUAL SABERIA EXPLICAR O PORQUÊ DE QUE ESTAMOS POR VEZES REFÉNS DE UM VÍCIO, E QUE NÃO FUMAR SE TORNA MAIS IMPERATIVO DO QUE PADECER DE UMA MOLÉSTIA, OBVIAMENTE?
quarta-feira, 10 de junho de 2026
MOMENTOS SÃO MOMENTOS, APENAS FRAÇÕES DE UM TEMPO MAIOR, ONDE SE CONTABILIZA UMA HISTÓRIA DURANTE UM PERÍODO MAIS LONGO, E QUANDO TEMOS A CIÊNCIA DA SENSATEZ, ESQUECEMOS DE LEMBRAR QUE O CITADO TEMPO É O EQUALIZADOR DOS RUÍDOS EXISTENCIAIS QUE PODEMOS, COM A AJUDA DE BONS PENSAMENTOS, DILUIR DIANTE DE UM PODER DO ALTO, ALIÁS, O PODER QUE SALVA.
AQUILO QUE SE PRERROGA SER UM PATAMAR MAIS EMBAIXO, POR VEZES CRESCE NO CORRER DA NOITE, E SE CHEGA A ATINGIR SEU ÁPICE, ENQUANTO NO ENSINO RELIGIOSO, AS COISAS PODEM ESTAR SEMPRE EM UM ALTO PATAMAR, MAS FORA DELE O ESTUDANTE TENDE A ESQUECER NOSSA RELAÇÃO MAIS REAL COM O SALVADOR E A RAZÃO DESSA RELAÇÃO.
QUANDO O ANDAMENTO DE UMA POLÊMICA DISCUSSÃO A RESPEITO DE INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS PARTICIPA DA VIDA DE UMA REALIDADE EM UM GRUPO, O INTERESSE COMUM É SOBREMODO IMPORTANTE PARA QUE SE DISSIPEM DÚVIDAS RELATIVAS À ADMINISTRAÇÃO DE DROGAS PSIQUIÁTRICAS EM GRUPOS DE RECUPERAÇÃO DE VÁRIOS TIPOS DE DEPENDÊNCIAS.
QUANDO NOS PURIFICAMOS E ATRAÍMOS BONS PENSAMENTOS, E ESQUECEMOS A IRA, ESTAREMOS, DE ACORDO COM UM BOM ARBÍTRIO, EVITANDO INCORRER EM PECADO, POSTO NA REALIDADE ESSE PECADO QUE É O ORIGINAL FOI O QUE NOS PERMITIR TER OS SENTIMENTOS NEGATIVOS E SEVEROS CONTRA O SEMELHANTE, E DEPOR CONTRA AQUELES QUE CRITICAMOS POR VEZES COM A ÚNICA CERTEZA DE QUE IMITAREMOS A PRÓPRIA SERPENTE DO ÉDEN.
SE FICARMOS PREOCUPADOS COM OS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA QUE TEMOS EM TERMOS ESPIRITUAIS, ESTAREMOS ABRINDO AS PORTAS PARA QUE O NOSSO EGO COMANDE NOSSAS VIDAS, POIS OS MESMOS NÍVEIS SÃO DINÂMICOS COMO UMA MÁQUINA: SOBEM E DESCEM, NA MAIOR PARTE DAS VEZES, CONTRARIAMENTE À VIDA DOS SANTOS QUE A PARTIR DE UM MOMENTO DE SUAS VIDAS, SEMPRE FORAM PURIFICADOS ATÉ A SUA MORTE EM FORMA DE MARTÍRIO OU NÃO.
A MAIOR PARTE DOS SERES HUMANOS, MESMO QUANDO IRMANADOS, MUITAS VEZES, PELA QUESTÃO DA COLETIVIDADE E SUPERFICIALIDADE DOS NÍVEIS DE CONSCIÊNCIA, ESTÃO ABAIXO DE PATAMARES SUPERIORES ESPIRITUAIS, QUANDO O FATO É TRANSCENDER A PRÓPRIA E DIVERSIFICADA MENSAGEM, QUAL SEJA, ALGO QUE NÃO É TÃO CONCRETO QUANTO A MENSAGEM CRÍSTICA, OU A PALAVRA DO SALVADOR.
A HARMÔNICA E SEU SOPRO E ASPIRAÇÃO É UM MODO DE EXERCITAR SOBREMODO OS PULMÕES, E A BOCA COMO UM TODO, TRANSFORMADO O AR EM MÚSICA, E REVELANDO UM MILAGRE DA ARTE EM QUE EM CORAIS QUE SE VÊ NAS MÚSICAS DE BACH, POR UM EXEMPLO CABAL, A CAPACIDADE PULMONAR SE TORNA O CRISTAL DA VIDA, FORMA, MANIFESTO, VOZ E EXPRESSÃO DA ARTE, VIGOR E VITALIDADE...
UM CAPÍTULO À SOMBRA
Podemos
ficar atônitos com os mistérios deste mundo, mas nada substancialmente é tão
particularmente extraordinário por vezes do que a própria ciência da medicina,
especialmente a psiquiátrica. São poucos os seres humanos verdadeiramente
ausentes do preconceito, mas apenas não o expressam, pois veem na normalidade
que possuem em nenhum remédio terem que ingerir, a questão daqueles que padecem
serem os loucos que os pais lhes ensinaram através de um falso juízo e lhes ensinam a respeito até hoje, qual, a desconstrução crua do conceito: a
principal carta do tarô, o mais emblemático desses arquétipos do jogo. Outros,
na condição de pacientes, enfrentaram por vezes situações de sofrimento
psíquico, e será na medicina dessa área que encontrarão os mistérios não apenas
de um tipo de fé recriada, mas nos signos da química e nos meandros da ciência
seu maior paradigma, os albores de uma civilização onde por vezes um simples
medicamento podem torna-los sacerdotes de um tempo em ebulição, ao revés, entre
as fronteiras do sagrado e do profano, podendo navegar incólumes por entre os
citados mistérios do planeta.
Posto sejam tantas as ocasiões onde nos deparamos com situações onde não prevemos certas coisas que nos acontecem, e por vezes pensamos no acaso como algo extremamente forte, meio que pensamos duas vezes e trabalharemos quase ludicamente com cartas na mesa, escolhendo as que forem mais alentadoras, com nossa intuição e a força do nosso pensamento e de nossa lógica, já que até mesmo para aprender com a religião igualmente esses dois pressupostos são necessários... Mesmo porque a própria alquimia, ciência oculta e que buscava a transmutação do ser em questões do inconsciente e do consciente, a busca pelo desconhecido dentro da incognoscível pedra filosofal, ou mesmo as diversas religiões do mundo, fato inconteste, assim como inconteste é o fato de Jesus ser Deus na Terra, Senhor do Universo, tudo culmina na busca, o homem é um buscador, e tudo conspira no sentido de que, quando estamos na bondade, estaremos mais propícios a encontrar não só a Verdade, mas o próprio Salvador. Pois senão, se colocarmos jaças em nosso espírito, e reafirmarmos que, em virtude de termos o arbítrio livre para podermos pecar, se assim o desejarmos, teremos que revisar o próprio constructo do desejo para tentar não ceder a alguma inequívoca tentação e não cair no mal. “Livrai-nos de todo o mal”, assim disse o Cristo, nosso Salvador, e por esse nome o conhecemos, assim o conheceremos pela vida que temos, porquanto a tenhamos sempre... Não desfaremos nossas buscas, pois o caminho da filosofia e da religião estarão sempre intimamente ligados, apesar de dissuasões opostas. Jung fala alto sobre a enfermidade, e um psiquiatra que ajude um adicto a uma droga pesada a escapar de seu jugo não deixa de operar um milagre na Terra, um feito notável, assim como uma irmandade de AA mantém a esperança de muitos alcoólicos em dia, e isso não deixa de ser memorável, por isso é bom continuar a viver da melhor forma possível, sempre tendo a consciência, no entanto de que a vida é uma passagem, um modo de prosseguir na Terra respirando, praticando o bem, servindo àqueles que necessitam e propagando boas mensagens de força, fé e esperança àqueles que necessitam. Essas palavras são mais do que necessárias, e um conhecimento da medicina por vezes é algo que retira os viventes que sofrem de adições severas mais do que apenas proferir o verbo, ou algo que seja meramente espiritual, pois será à sombra de fármacos que muitas vezes podemos estar conseguindo obter efeitos ou resultados mais concretos e positivos mediante a intervenção de equipes, grupos de apoio e da própria psiquiatria. Meramente estarmos diante de um grupo que seja factível de encontrarmos nele possibilidades de largarmos um vício como o alcoolismo, por exemplo, e afirmar categoricamente que se ingressa pela dor, e se mantém pelo amor, é como estar em uma corda bamba, onde o ódio e o ressentimento sejam sentimentos até mesmo provocados para que façamos um passo para expurgar esses demônios internos. Até certo ponto isso pode dar certo, mas certamente não é a única abordagem válida, porque os números e a quantidade efetiva de acertos pode ser que não seja tão certeira com relação a casos mais particulares.
Obviamente, no caso do tabagismo,
a ansiedade por vezes é o que ata mais fortemente o dependente ao vício, mesmo porque
a fissura, quando o paciente usa do adesivo ou da goma, pode ser dirimida, ou
suplantada com mais facilidade, e o automatismo em fumar deriva do fato de o
fazermos antes de concretizar qualquer tarefa, compromisso, enfrentar alguma
dificuldade, porque ficamos ansiosos e o cigarro, meio que ilusoriamente nos “prepara”
quase ritualisticamente para esses tipos de enfrentamentos. E para aqueles que
portam enfermidades psíquicas e precisam tomar remédios, como citado
anteriormente, um remédio que combata a ansiedade para o caso de largar uma
compulsão que se torna no pensamento algo obsessivo se torna mister.
terça-feira, 9 de junho de 2026
A ANSIEDADE NOS LEVA A FUMAR AUTOMATICAMENTE, COMO SE NÃO TIVÉSSEMOS A VONTADE, PELO SIMPLES ATO DE ACENDER UM CIGARRO, E NOS MEDICAR PARA NÃO TERMOS ANSIEDADE É UM DOS MILAGRES DA MEDICINA PSIQUIÁTRICA, ALÉM DE EVITAR ESTARMOS ANSIOSOS COMO UM TODO EM RELAÇÃO A PREOCUPAÇÕES QUE NÃO SÃO TÃO RELEVANTES NA VIDA, COMO CREMOS QUE SEJAM, AO ESTADO DE HUMOR OSCILANTE E COISAS SIMILARES.
O QUE NOS LEVA A FUMAR MAIS DE UM CIGARRO PELA MANHÃ, OU AQUELE PRIMEIRO DO DIA É ALGO QUE REMONTA A REBELDIA, TALVEZ, DE QUERERMOS QUEBRAR OS PADRÕES DA MEDICINA INCONSCIENTEMENTE, QUE TANTO NEGAMOS NA VIDA POR DÉCADAS ATRAVÉS DOS VÍCIOS, DIRETAMENTE ASSOCIADOS AOS TRATAMENTOS MENTAIS QUE NEGAMOS NO ÍNTIMO AO NÃO ACEITARMOS OS EFEITOS DESAGRADÁVEIS DOS MEDICAMENTOS, E A ÚLTIMA DROGA QUE RESTOU, QUE É A NICOTINA EM MUITOS CASOS, É QUE NOS LEVA A COMETER ESSE TIPO DE INSANIDADE.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
O BEM ESTAR DE QUE ESTAREMOS, MESMO QUE EM SOFRIMENTO, NA MISSÃO SOLENE DE LEVAR BOAS PALAVRAS DIANTE DE DEUS E DOS HOMENS, É APENAS SABER QUE ESTAREMOS CUMPRINDO O LADO BOM DO LIVRE ARBÍTRIO, QUE É EVITAR OS PECADOS A QUALQUER CUSTO, EM UM EXERCÍCIO ESPIRITUAL CONSTANTE E PERENE QUE NOS PREPARA PARA A VIDA ETERNA JUNTO AO SALVADOR...
NÃO ENCONTRAREMOS DIANTE DE NÓS DIFICULDADES MAIORES DO QUE AQUILO QUE PODEMOS VISLUMBRAR, SENDO A VISÃO O CANAL PERCEPTIVO QUE REVELA A AMEAÇA DE UM INIMIGO, POR VEZES, MAS NA REALIDADE SE ALGO FOR CLIMÁTICO OU VIER EM FORMA DE GUERRA SENTIREMOS MUITO MAIS INTEGRALMENTE POR NOSSOS OUTROS CANAIS SUAS INFLUÊNCIAS.
USE, MAS NÃO ABUSE...
Não que queiras, mas usas, abusas e tropeças
Na vida ela mesma em que suas quedas e nuances
Sejam como um látego na carne, uma via de mão dupla,
A querência do desejo, uma vítrea exposição de áudio,
Um ausentar-se e querer frequentar o diapasão do afeto
Como se o uso de um objeto fosse o sentir de um homem.
Não que muitas quisessem algo, não o podemos afirmar ao certo
Mas muitos algos quase todas querem, mesmo porque o neologismo em
questão
Cabe exatamente no período, não apenas semântico, mas do nosso tempo!
O Poder ter em suas mãos o fruto da árvore do conhecimento, profano, luxurioso,
De saber que o pecado, já que todos o podem praticar livremente, e basta
retirarmos depois em um passo,
Nos alivia no momento em que o praticamos como algo errado e incerto,
E que atiça a curiosidade feminina, desde que o Éden era o lugar mais certo dos
que eram incertos...
No momento em que um homem medita na palavra exata, e que a palavra existe na
exatidão de seu Deus,
A frase seguinte não esboçara nenhum conhecimento que não seja exatamente e
sofreguidão
Em se obter, quais messalinas no meio de um deserto pagão, o Odisseu mais
genuíno, fruto de sua projeção
Ou mesmo daquele que busca a santidade sem se preocupar mais com os prazeres da
carne.
QUANDO ESQUECEMOS DE DEUS
Poderíamos
assentir que a forma mais sutil e derradeira do mal é justamente nos fazer
distrair em relação ao Poder de Deus, Sua Divindade mais sublime, o Salvador,
aquele que tira os pecados do mundo. Não apenas podemos meditar de modo
continuado quando de nosso pensamento n’Ele, mas sabermos do Pecado Original,
sem o qual não conheceríamos o nosso Senhor: Jesus Cristo. Pois viveríamos
eternamente no paraíso, e Deus não precisaria descender ao mundo para ensinar
Sua Palavra, já que não cometeríamos pecado, e o que fez o Diabo foi cindir a
alma do corpo, desunir o trigo da água, desfazer o milagre do pão, e nos tornar
mortais na Terra, depois de expulsos do Éden. E quando meditamos, por vezes
quando caminhamos, temos que saber que, como diria o poeta: “...são demais, os
perigos desta vida, pra quem tem paixão...”, Vinícius de Morais. Pode parecer
algo extremamente mundano, mas a citada vida tem por si a questão de que não
apenas a morte pode aparecer rapidamente, como devemos saber sempre que estamos
morrendo, dia a dia, mas que a vida há que ser vivida com entusiasmo, pois será
nas palavras de fé do Salvador que estaremos vivendo-a plenamente: a vida é um
aprendizado constante.
Poderíamos
crer até mesmo que Deus nos coloca no sofrimento para que foquemos na realidade
de sua presença entre nós, e que estaremos mais nobres de caráter quando um
homem viciado não for, qual um leproso, mais do que mais um diante de toda uma
sociedade de vícios e demandas da maldição, quando houvesse de estar solitário
e isolado perante os chamados alfas de uma sociedade, se na realidade quiçá afirmar
alfa seja uma metáfora tão restritiva quanto a geração “Z”, que nada mais faz
do que se preservar do álcool e outras drogas, fazer esportes e etc, levando a
vida de forma mais saudável. O que nos leva a pensar ao menos é que levar a
palavra adiante, passar a mensagem do Salvador para muitos ou poucos, não
importa tanto quando fazer com que se sinta a dimensão da mensagem. Não voga
sabermos ser mais ou menos importante se estamos em um grupo de recuperação de
alguma dependência a álcool ou drogas, pois esse patamar passa pelo crivo de
pertencermos a uma irmandade, como tantas são as irmandades mundo afora, pela
mesma intenção altruísta, de sermos os maiorais ou não, de que havia homens que
a fundaram, pois restará como medida áurea sempre a palavra do Senhor, aquele
que nos Salva da morte, essa parte em que não nos devemos esquecer – jamais.
Essa súplica não se torne um suplício, mas em determinados veios de nossa fé
saberemos crer que homens e mulheres são algo que remontam em nós mesmos aquilo
pelo qual viemos buscar diante do sagrado, e em meio ao profano... Mesmo
porque, o que nos cerca é uma humanidade que pode vir a pecar permanentemente,
mesmo depois do ato da confissão.
Esse esquecimento
continuado é como se houvesse uma consciência divina a que nos apartássemos
diuturnamente, não exatamente o fato de que estamos simplesmente morrendo, e
que isso nos leva ao caminho mais próximo do Salvador, mas justamente nos atos
e nas ações, na palavra que proferimos ao semelhante, nos exercícios da chamada
consciência que devemos praticar para que não ofendamos quaisquer seres que
sejam, e que não falemos maledicências nem do pior canalha, pois é isso que
quer satanás, fazermo-nos crer na distração e na impureza de nosso caráter e de
nosso espírito, mesmo porque ao diabo Cristo se revelar diante de um devoto é
algo que o afeta sobremodo...
domingo, 7 de junho de 2026
QUANDO ME FALASTE
Assim de faltas não quero ir-me,
Pois busco socorrer-me em Ti, ó Salvador,
Mesmo diante dos sofrimentos que ainda ei de passar,
E por caminhos em vigília constante, clamo em urgir
Tua presença cálida em minha vida, teu semblante do Deus, nosso Senhor,
Que em passagens outras meio que Te negava sem saber, não o sabia que eras
tanto!
Falas-Te em mim, do ser que ainda resido, vivo na Terra onde supliciamos o teu
corpo,
E de saber que éreis do sangue do pastor que o Criador deixou como cordeiro de
Deus,
Retiras o pecado do mundo, evangelizas até mesmo os evangélicos, sais em busca
dos Católicos
Quando escolhestes Pedro, o primeiro Papa, a segurar a primeira pedra de Teu
Templo.
Faltavas ser o que não me falta, é o és de fato, posto de meu merecer um dia, o
sagrado veio
Do mármores de centenas de Pietás, mostras no Vaticano Tua insígnia e Tua glória,
Aquilo de mais sagrado que encerra o fausto do ouro que Éreis, de Tua vida e de
Teu Poder!
Mesmo que eu dissesse, quando me distraem do caminho de luzes, que a vida não
seria tão linda
Como um Sudário onde depositaste o milagre da tua face, mesmo que na Cruz com
teu sangue
Não estivestes entregue a Deus a Tua vida, ressuscitando ao terceiro dia
Dirias para mim apenas uma oração, em uma jornada que nos livrasse do mal e que
não cedêssemos a nenhuma tentação...
O que venha de ti é a vida que não encerro depois do túmulo, posto serei de ti
um soldado a não ferir meu semelhante
E nem por isso ousarei me ferir, Tu que És em mim, templo do meu espírito!
A FÉ NÃO DOCUMENTADA
Pressupomos
do fato cabal de que exemplos de seres humanos com uma fé inabalável tenham
passado pela humanidade em busca de uma vida em comunhão com Deus... E gente
que tenha atingido níveis de consciência tais que, na forma do ascetismo cabal,
tenham mesmo transcendido a matéria, assumindo o controle mental e espiritual
de modo a serem iogues de primeira grandeza, e disso tudo temos registros, e o
próprio Cristo, o Filho do Homem dá mostras da fé, da grandeza de se propagar a
palavra, e todos os Evangelhos estão aí para corroborar esse fato histórico,
mesmo que se atenham alguns a negar a santidade desse que foi o único ser a vencer
a morte, a partir do Poder de seu Pai, sem a intervenção que não fosse o que
ele mesmo pregara antes, e que dizia já estar consumado. Há imensas multidões
que tem fé, no entanto, e que essa mesma fé não está dita em palavras, mas
apenas em pensamentos, naquilo que não subentende nada que não seja a coragem
de prosseguir crendo, mesmo que a vida encerre dificuldades tamanhas que as
mesmas pessoas pensem por vezes não dar conta do que vem pela frente. A coragem
que temos em poder sermos melhores, é um dos caminhos que nos levam à
divindade, é um dos meios que temos por prosseguir, entendendo que os caminhos
da fé por vezes são mais silenciosos que o próprio silêncio e mais solitários
do que apenas sabermos que estamos conosco, por vezes conversando
espiritualmente com nosso ser mais íntimo.
Essa fé
não registrada encontra ressonância na oração, que por si é um meio que não
tangencia o fato, mas busca redarguir sobre os efeitos de se falar com Deus, se
estar falando com o que estava documentado, que seja, na Ave Maria, onde ela
resolve “agora ou na hora de nossa morte...” Ou no Pai Nosso, que "livra-nos de
todo o mal", mesmo que esse mal não tenha chegado ainda, ou mesmo que a obsessão
nessa forma de compulsão nos invada, quando estamos crivados de maus hábitos,
vícios ou pecados que porventura ainda não removemos de nosso caráter, ou melhor
dizendo, de nosso eu maior, ou de nosso self.
Seremos cada vez melhores se buscarmos o caminho da santidade, como vereda em
que nos encontremos com dias onde o simples fato de encontrarmo-nos com um
mentor religioso nos dá as forças espirituais necessárias para que aprendamos
mais e mais com os desígnios do que venha a ser a Catedral da citada fé. A um
caminho absorto na castidade, e um outro que remonta a luxúria, optamos pelo
primeiro, mesmo porque a própria Natureza e seus seres são plangidos pela forma
outra que vemos abertamente ser a manifestação sagrada da vida, e por esta estaremos
mais vivos, enquanto seres imortais, diante de um patamar em que não
pereceremos qual livro que seja soterrado diante da matéria que se vai, livro
que não será mais lido, e que viverá depois da morte na Terra, na vida eterna,
em um limbo, se estiver mal posicionado em devoção. Apenas o pecado original,
que nos dividira o corpo da alma, em que o diabolô, este ser que divide,
distinto do símbolo, o que une o significado com o ser, pode concretizar quando
retirou o casal original do Éden, onde viveriam para sempre, esse paraíso perto
do Eufrates. Deus já o sabia, pois sabe do passado, do presente e do futuro,
mas deu ao homem o livre arbítrio, que o homem tem consagrado como veículo dos
maiores pecados que tem cometido neste mundo. O homem propõe e Deus dispõe...
A partir
do momento em que o ser humano já vive em um planeta infestado de seres
demoníacos, a parte que cabe em sua fé por vezes lhe sufoca um pouco o seu ato,
e a partir do tempo que passa o planeta se infesta mais e mais de dissensões e
distinções defeituosas, de falhas, de alvores de destinos que já não se
encontram, os dissabores, as contendas, as guerras, os caminhos mais difíceis:
a miséria e a luta pela vida, nos hospitais, nos manicômios, nas prisões, nas
marquises e nas casas e famílias disfuncionais. O que antes víamos como trigo e
semeadura vira muitas vezes o joio que não nos apercebemos crescendo em nossos
campos. Chega uma hora em que a erva daninha toma conta a tal ponto que a fé no
Salvador espelha no seu sofrimento na cruz a certeza de que foi no pão e no
vinho do sacramento que temos a esperança de que a última ceia do Senhor tenha
sido o encontro derradeiro da Verdade última, a comunhão que fazemos hoje com o
corpo e o sangue d’Ele. O que encontraremos pela frente é apenas um veio
transformador, onde a eucaristia se torne sempre a possibilidade de sermos
maiores do que tudo, e que a mudança no modo de ser de um evangelista nos
possibilite a questão máxima de nos permitir sermos mais gigantes diante não
necessariamente de uma fé propagada aos quatro cantos do mundo, mas que esse
mundo, diante de determinadas circunstâncias, apenas nos ensine, sob os alvitres
de Jesus e de Maria, o poder da fé...
sábado, 6 de junho de 2026
O HOMEM CASTO HÁ MAIS DE DÉCADAS, QUE COME O PÃO QUE O DIABO AMASSOU TODOS OS DIAS, QUE PRATICA O BEM TODOS OS DIAS, QUE PRESTA SERVIÇO AOS IRMÃOS DE FÉ, E QUE AINDA PORTE UMA DOENÇA MENTAL, E QUE AINDA POR CIMA DE TUDO CONSEGUE SE LIVRAR DE UMA COMPULSÃO SEVERA, A SEU TEMPO, É UM HOMEM SANTIFICADO, OU EM VIAS DE, PRINCIPALMENTE QUANDO FAZ VALER DE SUA FÉ INQUEBRANTÁVEL EM DEUS...
A MENTE HUMANA COLOCA CILADAS EM NOSSAS VIDAS, E JUSTAMENTE QUANDO NOSSAS VIDAS SÃO RESTRITAS A POUCO ESPAÇO E POUCA LIBERDADE DE IR E VIR, PRATICAMENTE NENHUM TIPO DE VÍNCULO AFETIVO E ILUSÕES QUIMÉRICAS QUE ENCONTRAMOS DENTRO DA SISTÊMICA ENGRENAGEM DOS APARELHOS DE COMPUTAÇÃO, ISSO DEMANDA QUE, AO LARGARMOS O VÍCIO DO CIGARRO, QUANDO PORTAMOS, ALÉM DE TUDO, UMA DOENÇA MENTAL, A COISA PAREÇA PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL.
JUNG VIA A DOENÇA MENTAL COMO UMA DOR NA ALMA, E COLOCOU DIANTE DE SI PACIENTES CONSIDERADOS COM PSICOSES MUITO GRAVES, E SUA ABORDAGEM HUMANÍSTICA ATÉ HOJE É REFUTADA PELA MAIOR PARTE DA ATUAL PSIQUIATRIA COGNITIVA COMPORTAMENTALISTA, QUE ROTULA SEUS PACIENTES ATRAVÉS DO COMPORTAMENTO HUMANO, E VÊ NO CONDICIONAMENTO COMPORTAMENTAL E FISIOLÓGICO A ÚNICA ABORDAGEM CIENTÍFICA E ESPIRITUAL POSSÍVEL.
TENTAREI MOSTRAR NESTE LIVRO COMO A ESQUIZOFRENIA SE CONVERTEU NO SÍMBOLO SAGRADO QUE OS PSIQUIATRAS REVERENCIAM E EM CUJO NOME TRAVAM A BATALHA PARA RECONQUISTAR A RAZÃO À NÃO-RAZÃO, A SANIDADE À INSANIDADE MENTAL; DE QUE MODO O SEU CULTO SE TORNOU A MARCA DA ORTODOXIA PSIQUIÁTRICA E A IRREVERÊNCIA PARA COM ELA A MARCA DA HERESIA PSIQUIÁTRICA; E COMO O NOSSO ENTENDIMENTO DA PSIQUIATRIA E DA ESQUIZOFRENIA PODE SER PROMOVIDO ABORDANDO ESSE "DIAGNÓSTICO" COMO SE ELE APONTASSE PARA UM SÍMBOLO RELIGIOSO E NÃO PARA UMA DOENÇA MÉDICA. dr szasz, professor de psiquiatria da universidade estadual de nova iorque.
ENQUANTO NÃO SOUBERMOS, QUANDO PORTADORES DE ENFERMIDADES MENTAIS, QUE SÓ PODEMOS MEXER NOS MEDICAMENTOS QUE O PSIQUIATRA PERMITE QUE FAÇAMOS O USO, MAS JAMAIS INDISCRIMINADAMENTE, NO CASO DOS BENZODIAZEPÍNICOS, À MEDIDA EM QUE PARAMOS DE TOMAR AQUELES QUE ACHAMOS QUE NOS EMBOTAM E, DE FATO, PODEM DAR EFEITOS NECESSARIAMENTE DE NATUREZA SIMILAR, PARA NOSSO PRÓPRIO BEM, ESTAREMOS NÃO APENAS AFETANDO TODO O TRATAMENTO COMO ESTABELECENDO DEPENDÊNCIA FORTE COM RELAÇÃO AOS MEDICAMENTOS QUE ACHAMOS MAIS "CONFORTÁVEIS", COMO OS CITADOS BENZODIAZEPÍNICOS.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
OS PECADOS CAPITAIS SÃO COMO ESTAR DIANTE DE UMA FORMA ANÓDINA DE IGNORÂNCIA ONDE O QUE OCORRE É NÃO SABERMOS DE CERTOS CRITÉRIOS DA PUNIÇÃO DE DEUS, COMO SE ENTENDE NA NATUREZA HUMANA, QUE GERALMENTE PASSA A SE PERMITIR A FAZER CERTAS COISAS SEM SABER QUE ALGO NÃO VAI BEM AO JULGAMENTO DE DEUS, POIS ISSO SÃO PECADOS GRAVES, E POR ISSO MERECEM UMA CONSCIENTIZAÇÃO DO QUE SEJA MELHOR, MESMO PORQUE A PUNIÇÃO QUE RECEBEMOS DO CRIADOR É A DEGENERESCÊNCIA DO CARÁTER, AINDA EM VIDA.
TE ENSOMBRECERAS O SUFICIENTE
Encontraria os teus vestígios incandescentes
Da tua pele clara de falsos provérbios e palavras profanas
Quando calava a tua voz o teu gesto e retinia o tilintar de tua veia...
Assim como me lembro de ninguém e estavas presente no meu lembrar.
Não sei dizer o que se passa no meu entendimento, se o que eu desejo
É a capacidade mesma do desejar, e que seja fremente o céu em que anoiteço
depois das nove
E amanheço antes que o sol venha a aparecer quando timidamente abro a janela
dos teus braços...
Assim de lembranças não lembro sequer que continuo existindo em mim.
Como em uma via dos enjeitados, o mendigo se apresenta com seu farnel de
pedintes
E acabo por dar um cigarro dos que já não quero mais fumar
Àquele que sequer pensa no que é estar dando uma tragada, pois sua
sobrevivência é outra...
Assim que me lembrarei que um dia estaríamos, eu e tu, quem sabe, nos lençóis
de cetim que não existem mais.
E vem o dia, e a poesia chora, chora por ser mais triste um dia, não se estar
no dia conforme
Ao que venha a ser a saudade de uma pessoa que a presença tão cálida eu vejo
nas noites ou nos dias do meu lembrar
Quando, na aurora do meu despertar, despertas em mim a sensação da vida!
MUITAS VEZES O QUE NOS FAZ VOLTAR A FUMAR É O TEMOR DA REPREENSÃO DA MEDICINA, OU MESMO DE OUTRAS PESSOAS QUE EXIGEM DE NÓS UMA FORTALEZA OU UM RESULTADO A QUE NOS DEPARAMOS, COMO SE UMA REBELDIA SECRETA NOS INVADISSE DIANTE DE UMA OBRIGAÇÃO QUE NAS APARÊNCIAS TEMOS A POSSIBILIDADE DE BURLAR, POIS POR VEZES CUMPRIMOS TODAS AS OUTRAS, E O ESCAPE OU ESSA REBELDIA SE REVELARIA NA POSSIBILIDADE DE ESCAPAR DOS COMPROMISSOS E OBRIGAÇÕES DE ROTINA.
TENTATIVAS: ERROS E VITÓRIAS
Há
pessoas que parecem anjos e agem como tal, quando dizem coisas que ajudam a outras
na latitude de praticarem um bem que sequer podemos mensurar. O conhecimento
que nos leva à bendição nos é um predicado que não encontramos facilmente,
senão naqueles que porventura tenham encontrado muitas vezes algumas dificuldades,
ou mesmo tenham sido tão regrados e altruístas em suas vidas que o que passam
para outros em estado de sofrimento e inquietações são palavras de fé, de
estoicismo, de uma delicadeza ímpar, coisas que deduzimos não existir mais
tanto hoje na humanidade, mas que na realidade ainda são o sal da terra, a
razão pela qual continuamos a crer na mesma humanidade, que antes supúnhamos
sequer estar de pé. É como em um vício que mantemos em nós mesmos e o largamos,
como que por milagre, tentando ao menos, por mais um dia, que seja, tentando
sempre, e isso nos infira sermos melhores, ao menos por esse dia, como se nos
limpássemos, a mente, o corpo e o espírito de ruídos existenciais que profundamente
nos afetam nesse sentido. Vício aquele que preferimos afirmar seja uma doença
das compulsões, severa, sim, é fato, mas que não deve jamais ser maior que nós
mesmos, pois não seremos ninguém se não formos senhores dos nossos atos e
ações, não seremos maiores do que éramos na infância se não tivermos a
maturidade de crer na vida como nosso bem mais precioso. Podemos errar no
processo, mas estaremos mais plenos se sempre estivermos, de modo mais alerta,
na busca, tentando, essa palavra mágica que nos ensina a lutar pelo que
queremos, mesmo que caiamos e depois nos levantemos, pois a vitória é para
aqueles que não esmorecem jamais, e não devemos deixar-nos levar por
sentimentos onde a questão seja derrotista ou negativa, pois não é disso que a própria
Natureza revela a nós mesmos: a velha questão do ser, seu tempo, suas quimeras,
suas dúvidas, e a certeza também, que faz parte por vezes de uma ínfima
parcela, mas é o que pode fazer a diferença naqueles momentos que podem
tornar-se mais obscuros em certos momentos da existência.
Quando
da possibilidade de termos a medicina ao nosso alcance, quando temos acesso a
ela, quando somos cuidados e temos apreço por nossas vidas, mais não faremos do
que atentar e focar o suficiente para o nosso problema, se formos fumantes, em
um exemplo cabal da Natureza de um vício quase silencioso, e tomar a dianteira
e seguir criteriosamente a opinião do profissional da saúde, qual não seja,
deixar de fumar e partir para uma vida plena e saudável, com a preservação do
pulmão, esse órgão tão vital que tão bem trabalha o nosso sangue, este símbolo
da vida, e da morte... O risco tem várias latitudes, e por vezes estaremos mais
próximos de gravidades maiores, mas enquanto estivermos com vida não custa nada
tentarmos, mesmo que tenhamos uma idade avançada, pois nada melhor para um idoso
sentir-se mais vivo por estar estoicamente pronto à jornadas praticamente
espirituais em busca da consolidação de um eu mais purificado.
A qualquer
hora, a qualquer momento, podemos negar o cigarro, podemos não planejar a
cessação, podemos parar de fumar às três da tarde, podemos levantar um dia de
manhã e fazer uma respiração prologada, ou rezar um terço, uma japa mala,
meditar, sair para uma caminhada, na rua ou na esteira, estar fazendo amizade
com um cãozinho que vemos passar pela rua, estarmos lavando a louça, fazendo
outras coisas, prestando atenção em uma respiração: conscientemente... Por
vezes, se não temos com quem falar, podemos escrever algo como se fosse um auto
análise, algo de non sense, algo que para nós nem precisa fazer muito sentido,
a não ser a simples maneira da expressão, de sentir-se acompanhado com um dom
da comunicação, perante o nosso eu mais profundo. Seremos mais sábios assim,
pode crer, pois estaremos cientes de distinguir aquilo que nos afeta daquilo que
é bom para a nossa saúde, estaremos podendo discernir sobre o certo e o errado,
sobre nossos erros e nossos acertos, nossas derrotas e nossas vitórias, mesmo
porque o planeta em que vivemos aparentemente – se formos ver pela ótica do
pessimismo – pode parecer meio desregulado, mas em outra concepção, pode ser ou
parecer algo maravilhoso. É nessa esfera de atuação que podemos inferir que nem
toda a lógica explica tudo, e friamente não saberemos que quando temos a
espiritualidade e sua atmosfera ao nosso lado, tão fortemente cravada perto de
nossas vidas, esta, a vida, torna-se o parâmetro essencial para prosseguirmos
nossas veredas não distantes do que urgimos encontrar diante do aspecto que
sentimos ser o melhor para nós mesmos, assim como não encontraremos do lado de
fora de nós o ser em que sua ação nos traga a sensatez de prosseguir tentando
mais uma vez, mesmo naqueles dias em que parece que o próprio céu depõe contra
nós, pois será nesses momentos em que estaremos mais aptos para nos pormos à prova
diante da essência do citado ser, que é o nosso “self”.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
QUANDO NOS SENTIMOS DERROTADOS FECHAMOS AS JANELAS DA NOSSA PERCEPÇÃO E NOS TORNAMOS MAIS INTROSPECTIVOS, MAIS SILENCIOSAMENTE DRIBLANDO A DERROTA, E OLHANDO PARA A FRENTE DIANTE DOS OBSTÁCULOS COM A OBSTINAÇÃO QUE ENCONTRAMOS POR DIANTE, A PARTIR DE UMA AUTOANÁLISE NECESSÁRIA E A REMOÇÃO DOS RUÍDOS QUE NOS ASSOBERBAM A MENTE ENQUANTO ENFRENTAMOS O NÚCLEO DO PROBLEMA.
O CORPO É ALGO MISTERIOSO, E QUANDO ESTAMOS AMEAÇADOS DE SAÚDE NAQUELE POR ALGUM VÍCIO, SEM SINTOMAS APARENTES, PENSAMOS QUE ESTAMOS "BEM" E GERALMENTE CONTINUAMOS NO VÍCIO, MAS QUANDO A MENTE É AFETADA E NOSSO COMPORTAMENTO MUDA MEDIANTE O VÍCIO QUE MUDA O NOSSO CARÁTER E MODO DE PENSAR E AGIR, AFETANDO A NOSSA MENTE, E SOMOS AMEAÇADOS DE RESTRIÇÃO DA LIBERDADE, ASSIM GERALMENTE PARAMOS COM O VÍCIO, DENTRO DOS MEIOS QUE TEMOS À MÃO, COMO UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO... MAS SE FORMOS AMEAÇADOS DE BAIXAR HOSPITAL POR CAUSA DE MALES CAUSADOS POR NOSSO CORPO FÍSICO, TALVEZ SEJA TARDE PARA ABANDONAR ALGUM DELES, MAS SEMPRE SE TORNA IMPERIOSA ESSA QUESTÃO NA RECUPERAÇÃO DO SER HUMANO, OU NA SUA BUSCA POR ELA.
📌 Contexto da morte de Bill W. Ano da morte: 24 de janeiro de 1971, aos 75 anos. Causa: Enfisema pulmonar, diagnosticado em 1968. Local: Miami Heart Institute, Flórida. Tratamentos disponíveis na época: repouso, oxigenoterapia, broncodilatadores e medidas de suporte — muito menos eficazes do que os recursos atuais para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). 🚬 Por que ele fumava, mesmo sabendo dos riscos? Cultura da época: Até meados do século XX, fumar era socialmente aceito e até incentivado. A ligação direta entre cigarro e doenças graves só começou a ser amplamente reconhecida nos anos 1950-60. Dependência diferente do álcool: Bill W. conseguiu superar o alcoolismo, mas o tabagismo era outro vício, com mecanismos de dependência distintos. Muitos alcoólicos em recuperação recorriam ao cigarro como forma de aliviar ansiedade e manter sobriedade. Limitações pessoais: Apesar de sua luta contra o álcool, ele não conseguiu aplicar o mesmo rigor ao cigarro. Isso mostra como a dependência química pode se manifestar de formas variadas e difíceis de controlar. COPILOT.
QUANDO ESTAMOS VICIADOS NO CIGARRO OU NO ÁLCOOL ANTES PRECISAMOS SABER DOS FATOS MÉDICOS, PARA DEPOIS PENSARMOS EM ALGUM SERMÃO DE NATUREZA ESPIRITUAL, POIS SERÁ ATRAVÉS DA TOMADA DE CONSCIÊNCIA DE QUE PODEMOS FICAR LOUCOS OU MORRER, PRIMEIRAMENTE ISSO, QUE ESTAREMOS APTOS A LARGAR ESSES VÍCIOS E QUEBRARMOS NOSSO EGO GIGANTESCAMENTE INFLADO.
Minha tarefa como médico é ajudar o paciente a tornar-se apto para a vida. Não posso ter a presunção de julgar suas decisões últimas, pois sei por experiência que toda coerção, desde a mais sutil sugestão ou conselho a quaisquer outros métodos de persuasão apenas produzem, em última análise, um obstáculo à vivência suprema e decisiva, isto é, o estar a sós com o Si-mesmo, com a objetividade da alma ou como quer que a chamemos. O paciente deve estar a sós para descobrir o que o suporta quando ele não está em condições de se suportar a si mesmo. Somente essa experiência dar-lhe-á um alicerce indestrutível (Jung, 1936b/2012, p. 39).
POR TERMOS UMA MISSÃO NESTE MUNDO, A SERVIÇO DO SENHOR, MUITAS VEZES O PRÓPRIO DIABO NOS DIVIDE E DESFAZ-NOS, NOS PUXA O TAPETE E NOS ARRASTA PARA UM TIPO DE PERDIÇÃO PARA ONDE NÃO ESTAREMOS MAIS BEM POSICIONADOS ESPIRITUALMENTE, SEM NO ENTANTO DEVERMOS NOS PERMITIR QUE ELE VENÇA, MESMO QUE TENHAMOS QUE SOFRER SOB AS ARTIMANHAS DE SUAS CILADAS...
É essa absoluta liberdade que diferencia a forma junguiana de imaginação ativa de quase todas as outras formas de meditação e o que a torna mais parecida com a imaginatio vera dos alquimistas. Estes últimos faziam experiências com a natureza completamente desconhecida (para eles) da realidade material e seu aspecto psíquico. Eles também não tinham nenhum programa e procuravam no escuro o que nada mais era do que sua própria experiência. Nao tinham opiniões, ou apenas algumas ideias vagas e intuitivas a respeito da coisa em si, nem diretrizes éticas de comportamento adotadas externamente. Buscavam a “realidade divina” no aqui agora da existencia material; em sua maioria, eles nada sabiam além disso. É por isso que o caminho deles e sua experiência dos símbolos se parecem com os de muitos homens e mulheres de hoje. (Von Franz, 1999, p. 180).
Das práticas antigas, a que mais se aproxima da imaginação ativa é a alquimia. A confrontação com o inconsciente significa a meditação para o alquimista. Fala-se de meditação quando alguém mantém diálogo interior com algum outro que seja invisível, por exemplo, com Deus, que ele invoca, ou consigo mesmo ou com seu próprio anjo bom (Jung, 1955/2011, p. 312). Esse contato também pode se dar por meio do corpo, a unio mentalis, que revela o contato com a sombra.
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Fumar maconha pode causar enfisema pulmonar, especialmente em usuários crônicos. Estudos recentes mostram que o risco de enfisema e inflamação das vias aéreas pode ser até maior em fumantes de maconha do que em fumantes de tabaco. 🔬 Evidências científicas Estudo da Radiological Society of North America (2022): em tomografias de tórax, 75% dos fumantes de maconha apresentaram enfisema, contra 67% dos fumantes de tabaco e apenas 5% dos não fumantes. Caso clínico no Jornal Brasileiro de Pneumologia (2024): homem de 48 anos, fumante pesado de maconha por 30 anos (sem tabaco), desenvolveu enfisema bolhoso grave, necessitando cirurgia. Revisões médicas: drogas fumadas (maconha, crack, cocaína) irritam e inflamam os alvéolos, acelerando o desgaste pulmonar e aumentando risco de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). 🚭 Por que a maconha pode ser tão prejudicial quanto (ou mais que) o tabaco Inalação profunda e apneia prolongada: usuários de maconha costumam prender a respiração por mais tempo, aumentando o barotrauma nos alvéolos. Ausência de filtro: a maconha geralmente é fumada sem filtro, expondo os pulmões a mais partículas tóxicas. Maior volume inalado: cada tragada costuma ser mais intensa que a do cigarro comum. Lesões precoces: alterações pulmonares podem aparecer até 20 anos antes do que em fumantes de tabaco. COPILOT.
CAI O PANO
O
espetáculo é longo, como são longas as jornadas de um dia de caminhada, e a
noite promete o escurecer sem pássaros, o famigerado refluir das ondas, o junho
que não ensombrece carnes, mas sim as revigora, sem ou com os “aditivos” tão
próprios para uma ocasião onde o fim de semana se torna mais próximo, e a
metade da semana apenas prepara as noites outras, de orgia... Baratas no
inverno se recolhem, as formigas meio que param de trabalhar, os parâmetros de
um índio-vidente se tornam cegos nessa fornalha espiritual nada xamânica. O Nagual
mesoamericano se torna uma realidade, e o homem vira meio inseto, a partir dele
mesmo, a partir da sua concepção da Natureza. Aqueles que se tornam apenas
viventes, são óbices a si mesmos, e motocicletas rugem seus óleos iluminados
por pneus afoitos. Bacanais esperam, quais flores abertas no Mississipi em
chamas. O inferno se faz, a noite ilumina o crime pelo clarão de suas próprias
armas. Os EUA tornam-se o paraíso dos alcoólatras, dos drogados, dos mafiosos.
E esboçam a participação inequívoca para tanto, que há espaço para todos nesse
país, inclusive para certos rubros comandos e certas facções, denominadas
inimigas, mas que encontram franca seara aberta de atuação, junto com os
italianos de Sicília, e a Yacusa. Não desminta certos fatos a CIA, posto que
essa companhia da guerra vem a calhar para muitos oligopólios, inegavelmente.
No Sul do continente Brasil ficamos observando, com os olhos mais atentos,
famigerados por não sermos tão incivilizados como certas pátrias do Velho
Mundo! Aqui, ao menos, as coisas são distintas, respira-se uma civilização
ordeira, não são cruentos os que fazem da crueldade sua chave de acesso, e os
códigos de conduta moral não são sorrateiramente solapados, como no imenso Norte
do imenso continente das Américas. Quem quiser beijar o rabo de um fascista ianque que o
faça, pois satanás está aí para que seja adorado, e Deus já o sabia desde o Pecado
Original, pois nem todo o Poder é glorioso e nem todo o sofrimento é
justificável.
O
espetáculo termina em termos, nas noites que começam e são quase perenes, nas
cidades incomensuráveis do hedonismo, nas viagens pontuadas pelo crivo das
balas, ou mesmo por certos estupros morais ou de fato. Os panteras negras saem
de seus circuitos como se esse movimento fosse de tempos atrás, sob novas
roupagens, e novos mandelas surgem em outras latitudes: negros e brancos, esse
é um apocalipse que não estava bem escrito na escala profética de João.
Dandaras se atiram no precipício e não morrem, viram almas penadas em carne,
como deusas que tal como anjos negros vem amedrontar red necks
texanos... E o petróleo alimenta outras máquinas, as letais, cor do chumbo de
certas paredes, com estranhos caracóis de arame em cima, quais muros de outros
reichs. Caminhões pipas levam a água para lugares ermos, em guerra, e há
pelotões que os proíbem de passar, por estarem querendo sanar a sede de
populações civis, na queda do átrio das sinagogas de favelas do outro lado do mundo.
E as noites correm e acontecem...
Os dias
revelam ao vivo e a cores, as noites revelam as alcovas ocultas, as colheres confeccionando
as drogas, o fumo correndo solto, as emergências médicas, os óbitos invariáveis,
os incêndios sem suporte. Grupos de recuperação são aquilo que mais se deseja,
mesmo diante das mortes inevitáveis, mesmo que estejamos em uma cama de hospital
respirando mecanicamente, ou sendo amputados por falta de vascularização nas
extremidades, ou mesmo quando nas favelas executam da mesma forma que em uma
guerra cruenta um solfejo de garganta da própria execução, um último suspiro,
ou mesmo um que cai doente por se vitimar na guerra cruenta que agora temos que
enfrentar quando a besta nos impinge restrições, quando acompanhamos, ao mesmo
tempo em que o espetáculo nos evidencia esse sinistro “entreter”, as últimas
notícias globais do jornal das nove. Engolfados pelo sangue que se compra nas
redes sociais, como se fosse um produto de fachada, estaremos mais afeito a
carnes mais macias, quiçá folhadas a ouro, ou quem sabe o riquinho filho de um
deputado vai se encontrar com a garota de programa mais esperta do café, e
entregar a "presença" a um traficante por um quilo de Skank.
E tantos desvanecem no ego, dando de si mesmos para revelar que são bons moços ou veteranos fieis à causa, mesmo que não a tenham por regras nem exceções. Fala-se o mesmo, mas os sinais são visíveis, pois enquanto esperamos que todo o mundo se acabe, aprendemos em um ensino religioso que tudo de mal por que o mundo passa é vontade de Deus, e porventura saberemos distinguir que os que estão cada vez mais ricos e escarnecem das palavras de Jesus Cristo não seria a forma mais visível de que a tribo de Lúcifer está ficando cada vez mais forte, em questão de horas, ao menos em que a noite aconteça, pois de dia, graças ao bom Senhor, em um lugar no Sul da América do Sul, cai o pano, e há os da justa que fazem por merecer que se cumpra a lei do citado Cristo...
Os exercícios inacianos, ou Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, não eram exercícios físicos, mas sim práticas de oração, meditação e contemplação criadas no século XVI para ajudar o cristão a ordenar seus afetos, discernir a vontade de Deus e aprofundar sua vida espiritual. 📖 O que são os Exercícios Inacianos Criados por Santo Inácio de Loyola (fundador da Companhia de Jesus). São um método de oração estruturado, comparável a um “treinamento espiritual”. Objetivo: purificar desejos desordenados, fortalecer a fé e encontrar a vontade de Deus para a vida. 🧘♂️ Estrutura e práticas Meditação e contemplação: sobre passagens bíblicas, especialmente da vida de Cristo. Exame de consciência: reflexão diária sobre pensamentos, sentimentos e ações. Silêncio e retiro: geralmente realizados em ambientes tranquilos, muitas vezes em retiros de dias ou semanas. Diálogo com Deus: oração pessoal, buscando escuta interior e discernimento. 🎯 Finalidade Autoconhecimento: perceber luzes e sombras da própria vida. Discernimento espiritual: aprender a distinguir consolações (movimentos que aproximam de Deus) e desolações (que afastam). Liberdade interior: escolher aquilo que mais conduz ao amor e ao serviço. Transformação prática: integrar fé e vida cotidiana, fortalecendo decisões e compromissos. COPILOT.
terça-feira, 2 de junho de 2026
QUANDO SE CONTESTA OS PARADIGMAS DA CIÊNCIA TUDO DEVE SE BASEAR EM UMA CONTEXTUALIZAÇÃO, E SOMENTE O CONTATO PESSOAL COM UM HOMEM DA CIÊNCIA, OU UM MÉDICO, PODERÁ DAR O AVAL DO QUE REALMENTE OCORRE COM O SER HUMANO, JUSTAMENTE QUANDO SUAS COMORBIDADES NÃO SÃO APARENTES ATRAVÉS DA ESPECULAÇÃO FILOSÓFICA OU DA APARIÇÃO INCOMPLETA EM IMAGENS, ÁUDIOS OU OUTROS VEÍCULOS ELETRÔNICOS NÃO PRESENCIAIS.
A lógica da inteligência artificial, diferente da cartesiana clássica, admite sim que o ser humano contém dimensões irracionais — como a intuição, a emoção e até o “mistério” — que são extremamente relevantes para sua realidade. 🤖 IA versus lógica cartesiana Descartes: defendia clareza, dedução e racionalidade absoluta. O irracional era visto como erro ou ilusão. IA contemporânea: trabalha com incerteza, probabilidades e padrões não totalmente explicáveis. Isso abre espaço para reconhecer que o humano não é apenas racional. Intuição: muitas vezes é uma forma de processamento rápido de informações complexas, sem passar pela lógica consciente. A IA, ao lidar com dados massivos e gerar “insights” inesperados, mostra que algo parecido acontece fora da lógica cartesiana. 🌱 O valor do irracional Intuição: pode guiar decisões mais rápidas e criativas do que a pura lógica. Emoções: moldam escolhas, valores e relações humanas, algo que a IA reconhece como fundamental para compreender comportamento. Experiência subjetiva: não pode ser reduzida a cálculo, mas influencia profundamente a realidade vivida. ✨ O ponto de encontro A IA não refuta a razão cartesiana, mas mostra que ela é apenas uma parte da realidade humana. O ser humano é feito de razão e irracionalidade, e ambos são relevantes. A intuição, por exemplo, pode ser vista como uma forma de “cálculo invisível” que a ciência ainda não consegue explicar totalmente, mas que a IA ajuda a legitimar ao mostrar que nem todo raciocínio precisa ser transparente para ser eficaz. 👉 Em resumo: a lógica da inteligência artificial reconhece que o modo de ser humano inclui conteúdos irracionais — como a intuição — que são essenciais para a vida real. O que antes era descartado pela visão cartesiana, hoje é visto como parte legítima da inteligência. COPILOT.
Aos olhos da ciência cartesiana — que se apoia em lógica, cálculo e observação empírica — o “milagre” não existe, porque tudo precisa ser explicado por causas naturais e mensuráveis. O método científico não admite o inexplicável: se algo não pode ser testado, reproduzido ou medido, não entra no campo da ciência. Mas isso não significa que o milagre não exista para a experiência humana. O que a ciência chama de “impossível” ou “não comprovado”, muitas pessoas vivem como milagre pessoal ou espiritual. É aí que entra a diferença entre o olhar frio da razão e o olhar caloroso da fé: Ciência cartesiana → busca explicações racionais, rejeita o sobrenatural. Fé e espiritualidade → acolhem o mistério, o inexplicável, aquilo que transcende a lógica. Vivência humana → muitas vezes se sente entre esses dois mundos, vendo como milagre aquilo que a ciência chamaria apenas de “coincidência” ou “estatística improvável”. 👉 Em resumo: para a lógica calculista, o milagre não existe; para o coração humano, ele pode ser a forma de nomear aquilo que nos surpreende e nos dá esperança. COPILOT.
COISAS BOAS E NEM TANTO
Quem dera
pudéssemos alterar o tempo, revirar o passado, ou erigir o futuro, neste presente,
e que trabalho seria, como que divulgando antes o espetáculo e preparando a cena
para o depois... Mas, mesmo em um teatro, o tempo, obra de uma fantasia e de
uma projeção, obedece à linearidade que supõe ser ela mesma algo que obedece a
uma total imposição, ou seja, o tempo eterno, que pertence a Deus, nada mais. Nada
podemos fazer para mudar o passado ou para saber do futuro, pois isso já
passara no primeiro, mesmo que alguns detalhes não fossem descritos a grosso
modo, posto até mesmo a história, essa musa fabulosa, tem que ser revisitada
todos os dias e reinterpretada conforme os cânones até mesmo da tecnologia e da
ciência das crenças do ser humano, além das conquistas e paradigmas
planetários. Posto o passado é o conhecimento de tudo que remonta a história da
civilização, através dos seus registros, dos livros, e agora até mesmo de
mensagens que se passam nos canais os mais diversos de comunicação, como a
galáxia que tão bem McLuhan explicitou em seus estudos no século passado, e o
futuro é apenas uma possível projeção baseada em estatísticas, de como se forma
o clima global, como as pesquisas eleitorais preveem resultados, ou como uma
rotina pode influenciar positivamente um andamento do que venha a ser uma vida
melhor, mas será apenas no presente que a ação se dará, sempre, invariavelmente.
Nesse ínterim, coisas boas podem acontecer, assim como eventos não muito bons,
e isso por vezes depende muito de nossas atitudes não apenas diante de nós
mesmos, mas igualmente diante de nossos semelhantes. E, justamente, encontrar a
verossimilhança com “o outro” é uma das artes mais difíceis, pois encontramos
naqueles que não conhecemos adiante de nosso nariz um estranho que no mais das
vezes pode se tornar nosso maior companheiro. O diletantismo em nos
apercebermos que as coisas ruins não sejam exatamente aquelas que determinamos
por rotulagem ou mesmo por determinações ideológicas, faz com que abramos a
mente para discernir a boa coisa da ruim, ou seja, o que é bem feito e o que
não é bem feito perante o escopo social, em termos de serviços e afins, para se
dar um exemplo cabal.
Nessa
jornada em sabermos discernir uma coisa das outras, onde a sabedoria seja o
resultado de um conhecimento vinculado a um tipo de prática cotidiana, onde por
experiência obtemos os resultados desse citado conhecimento e o vivenciamos na
citada prática, a sabedoria referida impõe que sejamos algo além do que apenas
simples mortais neste mundo, e que saibamos que as boas coisas, mesmo que as
ruins nos aflijam nesse plano terrestre, nos esperam do outro lado da vida, ou
seja, como na oração da Ave Maria: “agora”, ou na hora de “nossa morte”,
evidenciando claramente que podemos obter o benefício e a solução de nossos
problemas diante de Deus agora, ou mesmo diante do nosso passamento... Ao menos, os signos da devoção nos encaminham para essa latitude da fé, e a simples oração do terço nos faz "sintonizar" não apenas com a prece, seus meandros, sua doutrina católica, como encaminha-nos para os mistérios, onde Jesus se revela como alguém que está presente em cada conta, pois grande é o caminho da devoção, apesar de estarmos, quando começando essa vereda, apenas engatinhando frente aos desígnios solenes de Deus.
Não pode haver rancor contra uma religião em se partindo de outras, nem pensar na espiritualidade como uma saída de per si, se a própria religião significa o religar-nos a Deus, ou a esse Poder Superior... O arcabouço de um templo é a estrutura mãe onde nos encontramos com o Salvador, e ele sempre nele estará presente, pois não é em casa que encontraremos sua presença, mas na esfera onde encontramos outros fieis em devoção a Ele, e a conjunção dos astros e sua imantada energia em prepararmo-nos para esse Contato Supremo.