Chama de fogo celeste, brilho de ponto distante, reflexo
No olhar de uma mulher depois do amor refeito
Lágrima que cai no colo da saudade, gota de orvalho na madrugada
Ou ainda a luz que tu, lua, emanas em teu plágio dos astros.
De tudo o que Tu criastes, meu Deus, há de ser um simples sopro
Da primavera que surge, e as águas refletem o sol, essa ampla estrela
Que, fugidia, se esconde no anoitecer do dia, quando decantamos o ser...
Naquilo suposto, naquilo não medido, no valor e na entrega,
Dos astros as testemunhas nos mergulham nos seus ares etéreos,
Ao cosmo que tece uma longa jornada, do dia, da noite, do sono e da vigília...
Serias tu, ó noite estelar, onde precipitas muitas inquietações de vozes
agigantadas
No sono ensurdecedor, onde Vênus, a Dalva, dos céus de meu país internacional
Não difira de outros céus, onde se verá o diamante esmeraldino da pátria de
minha bandeira
Quando, finalmente, estivermos próximos e distantes do que emerja de uma Pátria
soberana!
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
ESTELAR
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