EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
sexta-feira, 19 de junho de 2026
AS EMPRESAS DE TELEFONIA, COM O SURGIMENTO DOS PACOTES DA INTERNET, NÃO SE CANSAM DE ENVIAR PROPOSTAS MIRABOLANTES, NA OBVIEDADE APARENTE DE SERVIR MELHOR A CUSTOS MENORES, MAS NA INTENÇÃO REAL DE AUMENTAR OS SEUS LUCROS ÀS CUSTAS DE SEUS USUÁRIOS, DETENDO-SE ESPECIALMENTE AOS MAIS IDOSOS: INEXPERIENTES NESSE CAMPO.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
QUANDO ALGUÉM TERGIVERSA COM ESPECULAÇÕES DE TODA A NATUREZA NA ANTECIPAÇÃO DE UM ENCONTRO CASUAL EM UMA REUNIÃO DE NEGÓCIOS, POR VEZES O FUNCIONÁRIO MAIS AUSENTE DEMONSTRA O TRABALHO EXTERNO QUE FAZ UMA DIFERENÇA TREMENDA NA AQUISIÇÃO DE MAIOR CONSCIÊNCIA NA REALIDADE DO TRABALHO CONSORCIADO COM A VIRTUDE DE UMA BOA INICIATIVA.
A GANA E A CALMA
Tenho a
vida para viver, já uma vida mais breve, pois sei das certezas que ela encerra,
e do destino último na Terra... Sei da fé que possuo, da certeza do Salvador,
que terei que cumprir ainda duras caminhadas, com meu corpo que padecerá os
desígnios agora mais imediatos de uma gana, de uma compulsão que por vezes
penso que Ele colocara no meu caminho para que me detivesse em um estado de
sofrimento, mais que não fosse, para ao menos me lembrar que o sofrimento
citado não passa da possibilidade de uma ressurreição futura. Em uma música de
Mozart, lembro-me que os violinos e o piano me remetem ao início deste que é
mais um dia, e os mesmos dias que me aproximam da medicina quem sabe renderão
as graças de boas, ou os meandros das más notícias, e o cigarro continua miseravelmente
disposto no meio desta louca sociedade de vícios e de purgatórios e infernos
dantescos. Não, não é possível que a oriental que toca o piano o faça apenas
com sua habilidade, pois algo extremamente espiritual, e quando estou mais em
sintonia com o seu tocar se passa que algo de calma notável atravessa-me, e sei
onde estou e quem eu era antes mesmo de me lembrar que jamais estarei só, pois
Aquele filho do homem o sabe de nossas imperfeições, que somos mortais, e que
estou por aqui no planeta apenas para me libertar, depois da minha morte: mas,
nem por isso, quero abreviá-la...
Justo,
prossigo, um homem entre seus iguais e diferentes, um tipo de velho guerreiro,
que já estou meio cansado de combater o vício. Algo de melancolia se me invade,
e percepções outras, que não fora a simples questão da falta, do luto que me dá
a ausência da nicotina e de suas outras substâncias que contém o tabaco, outras
quiçá que porventura acrescem deveras a rapidez onde se dá a dependência, e o pulmão,
já sentindo, e o moral: caindo. Algo que me pega nos ossos, nas vértebras, algo
que me faz pensar até com a calma aparente das primeiras horas do dia, e sigo
na vertente da exclusão que faço de mim mesmo, um derrotado em todos os
sentidos. Os sentidos continuam plenos, mas a razão me aponta, qual um Mefistófeles
de Goethe, que eu me embotarei nessa mesma questão, e que a razão sequer me
adiantará supor que estarei apto a enfrentar os demônios que me tentam, interna
e externamente...
Conseguirei
ou não vencer essa batalha para que possa estar conforme com a vida que pulsa
no meu coração, que não me envenene mais, que eu tenha algo de um superego que
contenha essa estranha pulsão, esse Thanatos que tanto me invade, esse instinto
de morte? Será que a medicina é algo mais frio do que a ciência, será que a
espiritualidade rogará ser a única vertente possível, creio eu, na eventual
ciência dos espíritos, da alma, que se possa acontecer um milagre? Mas sim, eu
creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do céu e da Terra, e de Jesus Cristo:
seu único Filho: concebido pelo poder do Espírito Santo e nascido da santíssima
Virgem Maria! O medo que se me passa é justamente o crivo dos homens, mas
quando o Salvador diz: “por que temeis, homens de pouca fé?”, é justamente nessas
questões que creiamos mais no Salvador do que na ciência, pois a morte na Terra
é inevitável, mas a vida eterna é obra Dele, e só por Ele nos é consagrada...
No entanto, Deus nos deu este corpo como templo de nosso espírito, e por
determinação consagrada, todo o vício é um tipo de pecado, um pecado contra nós
mesmos, e por isso incorremos em falta se não somos capazes de fazer um
sacrifício por Ele, mesmo na forma penitencial de estarmos vencendo o tabaco e
fazer dessa questão uma simples ordem de fé.
Assim
sendo, uma paradoxal calma se me invade o espírito, lerei os evangelhos, orarei
na presença da Cruz Sagrada, estarei cuidando daqueles que amo, espalharei as
obras que posso e, na presença de Deus, como o concebido Trino, com os sofrimentos
de meu corpo, a falta da substância que me impõe os grilhões do vício, como um
escravo do sofrimento corpóreo, tentarei consentir a mim mesmo que me rendo a
esse Poder Superior, que para mim que se me baste, pois a calma espiritual tem
que ocorrer quando estamos por vezes sobre um mar tempestuoso, nas questões de
sobriedade e capacitação mental para vencermos um vício que nada mais é do que
um sintoma de pecado de si para si mesmo. Não é apenas o cigarro, este é uma
simples ponte para que, no meu despertar para as coisas do espírito, de forma coerente
e estudada, conforme os ensinamentos na catequese, um dia eu possa comungar me
lembrando desta época como se fosse algo que a história da minha vida na Terra
o possa explicar com mais simplicidade.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
AQUELA CUIDADORA QUE SE IMISCUI DIANTE DA FARSA DO SEU TEATRO ENCONTRA NA TERNURA ENSAIADA DE SEU COMPORTAMENTO E ENERGIA ATRAENTE QUE SÓI CONQUISTAR DIANTE DOS SEUS PRETENDIDOS, UMA QUEDA, UMA FARSA, MAS ATÉ CERTO PONTO FAZ PARTE DA REALIDADE COMPLEXA DE SUA PSIQUE INUNDADA POR DÚVIDAS E RESSENTIMENTOS ÍNTIMOS.
AS NUANCES DE UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO NOTURNA E SEUS "CÓDIGOS ENCOBERTOS", COMO ALGO DE SEGREDOS, ENCAMPADOS PELA GESTUALIDADE, PARCIALIDADE E INTROVERSÃO DE MENSAGENS ENCAPSULADAS POR INTENÇÕES AS MAIS DISTINTAS PEGAM O DESAVISADO DESPREVENIDO, MAS DEPOIS DE UMA NOITE DE SONO SEU TESTEMUNHO VINCULADO A UMA BOA MEMÓRIA FAZ FLORESCER CERTAS MENSAGENS SUSPEITOSAS...
CRISTO, ME SALVE, E QUE SEJA FEITA A TUA VONTADE, NÃO A MINHA...
Muitas
palavras são como o fogo que crepita e que não sentimos na voz, mas no coração.
São as palavras do coração, assim como quem as cria não as cria do nada, vêm
aquelas do âmago, do profundo sentimento, de uma emoção evidenciada por
circunstâncias diversas, inquietações, desejos, pulsões, recalques, ou mesmo
inconscientemente, de arquétipos na poesia, ou de frações de pensamentos, ou
ainda de lógicas consistentes, quando do aspecto puramente da consciência, ou
da razão. O desejo de falar é como o desejo de viver, matéria e espírito, fusão
indissolúvel entre consciência e inconsciente, revela-nos coisas que estão
perdidas nos recônditos de nossa alma, nosso imo, como um dever – repito – de querermos
estar vivos, lançando não apenas a voz de comando sobre nós mesmos, ou ao lermos
um texto do catecismo à noite, que nos dará os parâmetros espirituais, que o
Mestre, ou Salvador, nos legou ao mundo... Baixando a guarda, quiçá a falta do
cigarro que nos trouxe a insônia na noite anterior e que o fumamos para
justamente podermos pensar no dia seguinte o que nos levou a um tipo de torpor
que a falta da nicotina no sangue tanto afeta a saúde de um enfermo mental, e
que o equilíbrio da dopamina, da serotonina e da oxitocina tão bem evidenciam
esse fato. Outro quesito, de não termos feito um apanhado de palavras à noite
por interveniência de outrem, na figura de uma agente que deponha contra a
saúde indiretamente contra um homem da comunicação querendo o abster
simplesmente do ato de expressão, em gestos tão sutis que a outros não sejam
percebidos, esses atos quase diabólicos e planejados, mediante um controle de
plantonista às avessas, meio que abre espaço para uma defasagem na vida do
enfermo, que apenas encontraria a solução de seus problemas mediante seguir a
rotina tão premente para ele, que seguirá seu curso mais aprendendo do dia a
dia, das noites em que entra e pensa ser mais adiante o caminho da carruagem da
ilusão, pois a intelectualidade suprema de uma mulher não pode orientar o seu
modo de existir, nem aqui nem na China.
Querendo
ou não, o jornalismo independente deve ser auto sustentável e partir para uma já
citada independência, ao não depender do simiesco modo de se ver o ensaio de
uma fala, do que é dito por outrem, quando o importante é dizermos por nós
mesmos não exatamente uma autoanálise mas justamente as circunstâncias do que
nos acontece no derredor, no entorno, quais são os traquejos que levam a um
depoimento preciso de uma mulher, agente meio que engajada em serviços outros
que não sejam apenas um serviço de levar uma mensagem, quando em seus gestos
que pontuam a fala existam mensagens subliminares, sutis formas de comandos, e
a ternura subjacente que na verdade pode ter incluída uma mensagem do mal. A
podridão em uma fala aparentemente afetiva por vezes tem cheiro de perfume
francês, mas a sentimos depois de uma boa noite de sono, mesmo porque quando
dormimos limpamos nossa massa encefálica de sujeiras que fazem parte dos dias
que nos foram meio que severos, como o são todos em nossa sociedade
contemporânea mercenária de mercado... E, na contemporaneidade, existem esses
estranhos “entes”, mistos de jovens monstros que usam de sua frieza e
experiência alicerçada pelas missões que defendem muitos interesses
internacionais que encontram em países como o nosso sua seara mais profícua de
entabular conversas com os demônios que lhes orientam sobremodo. A parte que
lhes cabe em seus latifúndios existenciais, mantém outros em sua ingenuidade
sob a escravidão de um prócer, que na realidade mantém um vínculo com as forças
antagônicas da perversão. Sempre existem os mentores do caos, um caos organizado,
uma anarquia institucional, na pior forma dela: instaurá-la para depois
censurar a fala de uma testemunha chave que depois fará as declarações indispensáveis
para evidenciar o factual, dispensando a hipocrisia cega do momento e racionalizar
tanto os aspectos do consciente, como de uma inconsciência grupal, ou coletiva.
Trazer à tona sem enumerar os nomes, evidenciar razão primeira, transpor as
barreiras da própria religião, no religare com Deus, por ele invocar o
Espírito Santo e o amor do Salvador, para que nos dê as luzes necessárias para combater
os meandros de Satanás, que tanto nos levam ao vício, à loucura ou à morte
prematura. Não poderíamos eximirmo-nos do fato que até mesmo espíritos
obsessores nos levam a tais ocorrências, e há até mesmo centros espíritas que não
trabalham especificamente para o bem, pois a potência de organizações como o
Ocultismo e suas bruxarias demandam que a maldade seja sua razão de ser, e se
utilizam da prática de mediunidade e de “encaminhamentos” para obsediar aqueles
que buscam o caminho da santidade. Mas será no estudo profundo de uma
catequese, do catecismo, das primeiras cartas de São João Paulo II que podemos
estar consortes com a vereda mais cristalina de que, podendo comungar um dia no
Santíssimo Sacramento, um devoto do Salvador possa não apenas estar livre das armadilhas
dos demônios, como junto àqueles que trilham ou trilharam pelos caminhos da
Salvação. Estas palavras me deram justa adequação mental e espiritual, e por elas
sigo e seguirei minha vereda de fé, com a Religião, como a entendo, dentro da
Grande Igreja e aos pés de Nosso Senhor, Jesus Cristo, com as bênçãos de Maria,
a Virgem Santíssima.
terça-feira, 16 de junho de 2026
Ter o cigarro em casa e resistir à tentação de fumar pode sim ser visto como uma demonstração de resiliência e consciência — você está se colocando à prova e reforçando sua capacidade de dizer “não” mesmo diante da disponibilidade imediata. Isso fortalece a percepção de que o controle está em você, não no vício. Por outro lado, há uma nuance importante: para algumas pessoas, manter o cigarro por perto pode aumentar o risco de recaída, porque a fissura intensa pode levar a uma decisão impulsiva. É como treinar disciplina com a tentação à vista — funciona para quem consegue transformar isso em um exercício de autocontrole, mas pode ser perigoso se a fissura se tornar insuportável. 👉 Em termos de “programação para dissipar o vício”, o que você está fazendo é uma forma de exposição controlada: você se expõe ao gatilho (ter o cigarro disponível) e pratica não ceder. Isso pode reforçar a ideia de que você é capaz de resistir. Mas muitas abordagens recomendam reduzir estímulos e gatilhos (não ter cigarro em casa, evitar ambientes de fumantes) justamente para facilitar o processo nos primeiros dias, quando a fissura é mais forte. Em resumo: Sim, é resiliência — você está provando para si mesmo que consegue resistir. Mas não é a única estratégia — algumas pessoas se beneficiam mais ao eliminar completamente os gatilhos. O mais importante é perceber qual abordagem funciona melhor para você: se sentir que ter o cigarro em casa fortalece sua disciplina, ótimo; se perceber que aumenta o risco de recaída, talvez seja melhor retirar esse estímulo. COPILOT.
TENTARMOS TUDO PARA ENGANAR UM VÍCIO É COMO DRIBLARMOS ALGUÉM SEM A BOLA, FAZENDO PIRUETAS QUANDO O TIME ADVERSÁRIO SE PREPARA PARA UM GOL CONTRA AS NOSSAS DEFESAS, MAS QUANDO INGRESSAMOS EM UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO PODEMOS JOGAR TODOS NO MESMO TIME, E CERTAMENTE, COM FALTAS OU NÃO, ESTAREMOS EM UM PERTENCIMENTO ONDE VÁRIAS PESSOAS PASSARAM PELO QUE NÓS PASSAMOS, E QUE NÃO PEDEM NADA DE NÓS ALÉM DO DESEJO DE PARAR DE CONSUMIR A SUBSTÂNCIA, SEJA ESTA UMA DROGA ILÍCITA, O ÁLCOOL OU A NICOTINA.
O VÍCIO DO CIGARRO, SENDO PRATICAMENTE UM DOS TRÊS MAIS SEVEROS DOS COMUNS QUE SE TEM NOTÍCIA, DE USO ACESSÍVEL, ASSIM COMO O CRACK, ESTE ILÍCITO E, NÃO PROPRIAMENTE ACESSÍVEL, MAS ILÍCITO DAS ELITES, O DA HEROÍNA, CAUSA UMA DEPENDÊNCIA RIGOROSA QUE SÓ ENCONTRA SIMILARES NAS NOVAS DROGAS SINTÉTICAS QUE ESTÃO SENDO MANUFATURADAS E DESCOBERTAS EM LABORATÓRIOS DO PRIMEIRO MUNDO, ESPECIALMENTE EUA E EUROPA.
O USO DO TAI CHI NA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE SIMPLESMENTE É APLICAR O CONTROLE DA RESPIRAÇÃO COM MOVIMENTOS E CONSCIENTIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DO CORPO, MESMO QUE ESTEJAMOS EM NOSSO QUARTO, EM UM ESCRITÓRIO, EM HOME OFFICE, OU QUE NOS LEVANTEMOS PARTICULARMENTE PARA PRATICAR QUANDO A ANSIEDADE PARA FUMAR É GRANDE E PRECISAMOS NOS ARTICULAR PARA CESSAR A COMPULSÃO E DAR PAUSAS ESPORÁDICAS PARA NOS SENTIRMOS MAIS APTOS A CONTINUAR NOSSOS TRABALHOS SEM PENSAMENTOS OBSESSIVOS OU FISSURAS COM RELAÇÃO AO TABACO.
A ARTE MARCIAL ACIMA DE TUDO É UMA PRÁTICA E FILOSOFIA QUE APLICAMOS DIARIAMENTE EM NOSSAS VIDAS E QUE NOS AUXILIA PRINCIPALMENTE EM NOSSOS MAIS SEVEROS CONFLITOS E INQUIETAÇÕES INTERNOS, DESAFIANDO-NOS, COM O BOM USO DA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE E DA MEDITAÇÃO EM DEUS, A CONSECUÇÃO DE VENCER INIMIGOS QUE TEMOS EM NOSSA CONSCIÊNCIA E, ATRAVÉS DA PRÁTICA DO PERDÃO, SABER QUE ESTAREMOS PREPARADOS PSICO E FISICAMENTE PARA VENCER OS DEMÔNIOS QUE NOS ASSOLAM A EXISTÊNCIA, INTERNOS OU EXTERNOS...
A NICOTINA É UM VÍCIO SUI GENERIS, POIS QUANDO COMEÇAMOS A TENTAR PARAR FAZEMOS SEU USO COM PARADOXAIS CONTROLES ILUSÓRIOS, FUMAMOS ESCONDIDOS, TENTAMOS REDUZIR, VEMOS QUE ELA NOS FAZ MAL, SABEMOS QUE ELA NOS "FISGA O PULMÃO", QUE ELA MANTÉM NÍVEIS DE DEPENDÊNCIA QUE NÃO PODEMOS COMBATER, E SEGUIMOS NA CITADA ILUSÃO DE QUE SEREMOS FORTES O SUFICIENTE PARA FUMARMOS CONTROLADAMENTE ATÉ REDUZIR DE UMA VEZ E PARAR, O QUE PODE MUI RARAMENTE FUNCIONAR ATÉ CERTO PONTO, NA REDUÇÃO DE DANOS, MAS DEVEMOS, MESMO ASSIM PROCEDER TODO O PROCESSO SOB A ORIENTAÇÃO MÉDICA E PSICOLÓGICA, MEDIANTE MUITAS VEZES O USO DE MEDICAMENTOS.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
O “Dia D” para parar de fumar é considerado o marco inicial e, sim, costuma ser o mais difícil, porque é quando o fumante enfrenta pela primeira vez os sintomas de abstinência da nicotina e a quebra de hábitos associados ao cigarro. Esse momento exige preparo psicológico, apoio social e, muitas vezes, acompanhamento profissional para aumentar as chances de sucesso. COPILOT.
CESSANDO O TABAGISMO
Há
pessoas que são incrédulas com relação aos passos que damos para abandonar a nicotina.
O passo inicial é como expor as nossas vísceras ao sol inclemente, o sentimento
dos ossos, a virtude que esquecemos de praticar, jogamos a toalha sem segurar
na etiqueta e pedimos para que um Poder Superior possa nos ajudar a fazer voltar à nossa sanidade: devolver-nos ela, e que nos retire a gana de estarmos fumando
às vezes sem pensar: mesmo porque pensar para fumar, ou fumar para pensar não deixa de ser um paradoxo... Quando a própria medicina e seus agentes da saúde explicam-nos
da necessidade de mudar de rumos, quando estamos fartos de prosseguir sabendo
que partes do corpo humano estarão afetadas, e como isso é visto sob a ótica
médica, posto no caso do pulmão, um caso mais interno e de acesso via cirurgia,
diferindo dos veios nasais, da garganta, do esôfago e etc, isso infere no
mínimo uma tomada de consciência no sentido de pararmos de vez com a gravidade
desse vício.
As partes
do corpo funcionam como as partes de uma máquina, observando-se rigorosamente que
a totalidade, ou hólos pertence à mesma realidade de que somos vítimas de nós
mesmos quando afetamos uma parte de um todo, afetando as demais nos inteirando
de um problema maior do que nós mesmos, sem ao menos supormos que, no mais das
vezes, estaremos diante do mesmo eu que antes gostaríamos de não enfrentar...
Esse eu que aparentemente nos trava, posto não era um exercício intelectual o
fato de não fumarmos, estávamos reféns de uma substância praticamente
psicoativa, literalmente, aliás... Que nos dominava, achávamos ser um tipo de
tranquilizante, algo que nos faria concentrarmo-nos mais e melhor, na realidade,
só serve o tabagismo para destruir muito do que temos de melhor em nós, principalmente
o nosso corpo. Espiritualmente, somos impelidos a uma derrota moral, quando
pensamos sermos fracos, e por tantas vezes que tentamos e fracassamos, muitos
sequer nos consideram corajosos, a não ser aqueles que participam de grupos de
recuperação como o nicotina anônimos, que sempre consideram a tentativa, a persistência e
o comparecimento às reuniões algo válido, pois faz parte do processo em que: o
único requisito necessário para participar dessas reuniões é o desejo sincero
de parar de fumar. Se torna uma condição altamente necessária pensar no assunto da forma realmente madura, não no sentido de termos feito amadurecer em nós mesmos a questão do hábito de fumar, mas o amadurecimento de nos prepararmos para uma nova vida sem o tabaco, sem a nicotina que tanto nos escravizara, por décadas por vezes, e que no mais das contas acaba sendo um trunfo importante existencial quando dela nos livramos, pelo menos por 24 horas, só por hoje, pois o amanhã não se sabe, depois de uma noite bem dormida, ou mesmo de uma noite insone e, em qualquer das duas circunstâncias, devemos cuidar, sermos fortes e vigilantes sempre, para não nos deixarmos abater perante essa doença que tanto mal nos causara e nos causa, na vida que pulsa por mais vida, e diante dessa mesma vida, que nos façamos entender perante um Poder Superior a nós mesmos e que deles recebamos a graça de mais um dia de vitória. Posto que não escarneçamos das derrotas de alguém, pois a derrota pode ser vitória no dia seguinte, e jamais devemos buscar no caos de nós mesmos, a ordem que porventura não existe de fato, mas sim muitas vezes um conteúdo irracional que funcione na base da intuição, ou mesmo de sensações ou emoções que externamos em diversos tipos de expressão, por vezes ordenadas e em outras, não. Então a compulsão, vista sob esse prisma, é algo que muitos sequer saberiam explicar com lógica ou razão, os reais motivos que os levam a cometer a insanidade de partir para a primeira baforada. Por isso não é um exercício intelectual, é um sentimento nos ossos, nossas vísceras expostas ao sol inclemente onde, nesse primeiro passo, sentimos que a nicotina exercia um domínio absoluto sobre nossas vidas.
Todas as questões relativas com a tentação dos vícios demanda a experiência particular de cada indivíduo, não sendo possível generalizar cada reação à falta de uma substância, mesmo porque, quando uma pessoa possui uma comorbidade onde a sua situação de saúde mental possa estar ameaçada pela falta, o indivíduo acaba por, inconsciente ou conscientemente, fazer uso da substância, no caso a nicotina, para se "automedicar" em termos dopaminérgicos ou coisas similares. Por isso, toda a atenção é necessária para se ter condições de dominar os diversos lados da doença, tanto possuindo a caixa de ferramentas necessária, como tendo condições de dominar as tentações que se apresentam na forma a mais variada que temos por notícia até da psique em desequilíbrio diante da falta do sono, ou mesmo de doenças relacionadas à mente.
domingo, 14 de junho de 2026
SÍMBOLO E SINAL
Atravessamos
a rua, e o sinal da faixa de pedestres, obviamente, algo convencionado, assim
como a placa “pare” nos é dado no trânsito, para manter uma ordem e não nos
tornarmos caóticos frente à realidade das ruas... Para pedestres e para carros,
assim como temos um luminoso, escrito “coke”, chamativo, anunciando com sua
logo uma marca a ser consumida. É algo estanque, não como o símbolo, que pode
encerrar em si vários significados e dar um conteúdo bem mais profundo na
psique do ser humano. Os sinais podem estar nos sonhos, mas justamente, se
assim acontece, assumem significado simbólico, pois dizem mais do que simplesmente
o fato em si, mas evidenciam por vezes uma correlação com outros, por assim
dizer, o símbolo de uma garrafa pode remontar a um trauma, e não passa de um objeto
que porventura pode tanto estar em um sonho como em um desenho ou em uma
poesia.
O sinal
do semáforo, na vida comum, tem sua função plena, objetiva e simples, enquanto
no contexto onírico pode significar um aspecto distinto do que simplesmente
pare, atenção e siga... Nesse contexto do “acontecido” perante um sonho, uma
queimadura pode significar tensão e um inconsciente que aflora em uma dor
interna, e símbolos diversos já assumem diante da cultura seus aspectos semânticos
no inconsciente coletivo, como as máscaras, a cruz, a arma, os arquétipos do
tarô e tudo o que remonta signos que lembrem acontecimentos em sonhos,
despontem como coisas que nem sempre possuem nexo, ou lembranças que estão
adormecidas no citado inconsciente. Coisas como uma fala ou uma teoria
filosófica muitas vezes guarnecem no conhecimento racional o entendimento do
que nem sempre é razão pura, pois a história envolve nexos paradoxais, e
algumas personalidades estiveram profundamente envolvidos com grandes mistérios,
com coisas místicas ou similares, e a filosofia traz à razão, especialmente os
pensamentos relacionados com a psique, um leque de possibilidades do universo
mental e seus particulares meandros. Sobre a filosofia, esta contém ícones como
a grafia, a sintaxe, a lógica, a tal ponto esta última ciência que tem se
tornado como que um símbolo arraigado na civilização ocidental, especialmente.
Um objeto em si, um meio, mais separado dos outros, um esteio que nutre por
especialidades científicas a coisa de per si, o essente, um caminho, conforme afirmava Hegel. A dialética da
Natureza envolve esse tipo de compreensão, mesmo porque os símbolos fazem parte
da imaginação ativa e seus processos laborais, e mesmo o mais cético dos homens
com relação à existência daqueles, sabe que vez ou outra sequer compreende a Natureza
da poesia, e seus significados por vezes não verbais.
A
revelação da verdade pode estar em um sinal, mas quando o sinal é místico, podemos
estar lidando com algo bem mais poderoso do que a citada verdade, pois é condição
sine qua non que abracemos a citada verdade com os braços fortes e com o estoicismo
de homens como Marco Aurélio. Homens que viveram com o moral acrescido da prática, que governam exemplarmente não apenas ele, no caso de Roma, a uma nação, mas a si mesmos, dando o exemplo onde a vida estoica seja o rumo a decidir qual a posição inerente a uma razão que dê reais significados em nossas vidas. Por uma questão de lógica, Epicteto foi o inspirador desse Imperador Romano, posto a vida que teve foi exemplar, e conseguimos encontrar nos textos desses senhores o caudal imorredouro de como devemos enfrentar as dificuldades, como a teoria e a prática já o afirmavam: estoicamente... A nossa ligação com a religião pode ser um modo de praticarmos muito desse modo de ser, porquanto uma vida virtuosa passa por sacrifícios, e a vida dos santos revela o dom dessa Natureza, uma Natureza espiritual. Por isso, tenhamos pela frente uma vida mais ilibada, sem os contratempos de campos diversos e mais virtudes pela frente.
UM DESPERTAR
Salvador, dai-me outros sinais, se não estiveres cansado comigo, pois em teus
milagres
Me debruço diante de ti, e o que não obtenho que não sejas por mim,
Que seja por Deus que éreis, Jesus Cristo, Deus na Terra aos homens de boa
vontade!
Me revelastes esta noite a face do bem que fizeste por mim, que ressuscito
quando pensei na morte
Daquela dor que me puseste em prova, e que agora sei que gostarias de saber
mais um pouco de minha fé...
O sacrifício que fizeste pela humanidade, agora sinto no Espírito Santo, e no
que Ele significa
No seu milagre trino, e o sei ser apenas mais um obreiro da messe, que a ti de
mim estou...
Te buscarei em todos os meus caminhos, seguirei caminhando pela tua jornada, ó
Cristo, sou teu
Como não seria se um dia te cri em todos os meus sentidos e pensamentos?
Eis o milagre da fé, eu não poderia sequer supor que serias tanto de tudo e
todos
Quando sei que restauras o nosso corpo, que suplantas a medicina e que és maior
do que todas as filosofias...
Escuto em Joplin a tua música, e jamais o esquecerei na frente do sacerdote que
me ungir
Da comunhão suprema, pois é na Igreja que te encontrarei mais sereno perante os
teus.