EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
quinta-feira, 26 de março de 2026
quarta-feira, 25 de março de 2026
CADA QUAL TEM SUA POSTURA EXISTENCIAL, CADA QUAL PENSA DE UM MODO, E A UNIÃO EM COOPERAÇÃO DEVERIA SER ALGO PRATICADO NA ESFERA INTERNACIONAL, POIS AS DIVERSAS CULTURAS MUNDO AFORA PERTENCEM AO SEU PRÓPRIO DOMÍNIO E SUAS PRÓPRIAS PARTICULARIDADES, SUA IDIOSSINCRASIA E SEUS MODOS DE SER, CONFORME TODOS OS MEIOS QUE SE OBTÉM RUMO A UMA RECUPERAÇÃO, NÃO APENAS DE UM PLANETA DEVASTADO, COMO EM PESSOAS QUE BUSCAM A RECUPERAÇÃO DEPOIS DE ESTRAGOS QUE FIZERAM POR VEZES CONTRA SEU PRÓPRIO EU.
MESMO QUE APARENTEMENTE BEBAMOS NO PASSADO DE NOSSO ALCOOLISMO, AS SOBRAS DA COMPULSÃO DE UM SOFREDOR, COM RELAÇÃO À NICOTINA, AINDA TEIMA EM PERSISTIR, POR ISSO QUE TEM O PERFIL DE SER COMPULSIVO EM QUASE TUDO QUE NÃO SE PERCA EM QUALQUER OUTRA ADIÇÃO, E QUE PRESERVE SEU IMO DIANTE DE SI E DOS OUTROS, PRESERVANDO SUA INTEGRIDADE FÍSICA E MORAL.
terça-feira, 24 de março de 2026
A ESQUIZOFRENIA SE CONVERTEU NO SÍMBOLO SAGRADO QUE OS PSIQUIATRAS REVERENCIAM E EM CUJO NOME TRAVAM A BATALHA PARA RECONQUISTAR A RAZÃO À NÃO-RAZÃO, A SANIDADE À INSANIDADE MENTAL; DE QUE MODO O SEU CULTO SE TORNOU A MARCA DA ORTODOXIA PSIQUIÁTRICA E A IRREVERÊNCIA PARA COM ELA A MARCA DA HERESIA PSIQUIÁTRICA; E COMO O NOSSO ENTENDIMENTO DA PSIQUIATRIA E DA ESQUIZOFRENIA PODE SER PROMOVIDO ABORDANDO ESSE "DIAGNÓSTICO" COMO SE ELE APONTASSE PARA UM SÍMBOLO RELIGIOSO E NÃO PARA UMA DOENÇA MÉDICA. thomas s. szasz, universidade do estado de nova iorque.
NÃO EXISTE NADA ATRÁS DO ESPELHO, A NÃO SER A MIRAGEM DO REFLEXO DELE QUE ESTÁ NA FRENTE. APENAS NO "MITO" DE NARCISO EXISTIU SEU PRÓPRIO AFOGAMENTO, QUANDO O ESPELHO ERA A ÁGUA DO LADO ONDE HAVIA O REFLEXO DE SEU BELO ROSTO... NA REALIDADE, @ NARCISISTA É AQUELE OU AQUELA QUE SE PORTAM PERANTE O PODER, QUERENDO ENCARGOS ATÉ MESMO EM GRUPOS DE RECUPERAÇÃO, QUERENDO SE VER EM UM GRUPO CRENDO-SE PORTADORES DA BENEVOLÊNCIA SUPREMA, MAS MAIS NÃO FAZEM DO QUE REVELAREM-SE IGNORANTES QUANDO AFIRMAM QUE FORAM VÍTIMA DE ALGUM NARCISISTA, POIS NO ENTANTO MAIS NÃO FAZEM DO QUE AFOGAREM-SE NA SUA PRÓPRIA ILUSÃO...
UMA BRIGADA DE LUTAS ESTARÁ EM QUALQUER LUGAR, MESMO NAQUELES NINHOS ONDE CERTAS SERPENTES ARDILOSAS DE OUTROS E REMOTOS NINHOS HÃO DE VER SE FAZEM MELHOR DAS SUAS DENTRO DA VITIMIZAÇÃO DEPRESSORA AO QUE QUEIRAM INPINGIR NOS FORTES, OU DA MANIA QUE TOMA CONTA QUANDO SE ESTÁ TÃO ENVOLVID@ COM A ESSÊNCIA DE SUAS PARTES ÍNTIMAS QUE PERDE O TERRENO DE SI MESM@ DIA A DIA, SEMANA A SEMANA, MÊS A MÊS, ANO A ANO...
AS BASES SÓLIDAS DO ENTENDIMENTO ESPIRITUAL DOS POBRES DIANTE DE CRISTO, MESMO QUANDO - E PRINCIPALMENTE - NÃO POSSUAM A PARAFERNÁLIA ELETRÔNICA, É MUITAS VEZES OBTIDA EM UM TEMPLO CATÓLICO, QUE ATENDE AS POPULAÇÕES MAIS VULNERÁVEIS, SEM FAZER PROSELITISMO POLÍTICO, OU MESMO DISSENSÃO RELIGIOSA QUE PUXA A SARDINHA PARA AS PENTECOSTAIS GRINGAS...
segunda-feira, 23 de março de 2026
DADOS VICIADOS
Que estranha TI cumpre com informações e dados, que se faça uma IA maior e mais
robusta
Posto na querência dos enganos, Deus não jogaria dados, qual não fosse, uma
simples folha ao vento
Quiçá fosse um detalhe da Natureza, quiçá um aviso ou um sinal,
Ou mesmo o marulho do mar distasse tanto de um smartphone, quanto de seu
gravador estar silenciando em nossa pátria
As frentes que poderiam gravar o som da Criação, ou melhor seria, talvez, os glúteos
torneados de uma carne febril...
Muitos são os dados da situação, e talvez consigamos o um, talvez o seis, não
importa, pois temos
Ainda os quatro no entrementes...
Quem dera Einstein não fosse tão vivo, e sua palavra vivesse mais e melhor em
sua Teoria,
Quem sabe a matemática dos astros não fosse mais antiga do que o sapiens,
Quem diria os nomes do altíssimo, e a mais não fosse, o enigma de um profeta
Não interpretasse questões maiores, daquilo que é e está por vir,
Quanto o de se dizer, ora, ouvireis estrelas, mas daquelas que ainda estão no
firmamento: firmes!
Por onde andaram as bocas das mulheres, por quais bocas andaram,
Se em seus dados, já meio anasalados, não perfuram os botequins
E seguem por outros vícios, os vícios de não suportarem a Verdade, por vezes,
Ou, em outras, apenas cumprirem seus coitos secretos...
A CARIDADE E O TRABALHO
Devemos
pensar realmente que a caridade, que é dando que se recebe a graça do Senhor,
que na realidade estaremos aclarando a consciência popular de suas próprias
mazelas e como poderíamos participar de uma vida mais solidária, e que porventura
ensinar ao povo os segredos em se lutar por trabalho não seria uma fórmula mais
consonante de praticarmos a verdadeira caridade, senão que apenas através da
educação poderia um ser humano sair de certas lamas onde está metido?
Inequivocamente, há daqueles que possuem o dom de espalhar uma consciência
espiritual entre as populações na miséria, mas esses são homens que se
aproximam da santidade. O que se diz é que aqueles que estão no limbo do
sistema podem, sim, acercar-se de modalidades do trabalho, como se fosse algo
tão ou mais importante nas suas vidas do que simplesmente o fazerem para fumar
a marijuana ou cheirar a coca, ou mesmo fumar o crack e cigarros.
Como se
diz: temos o livre arbítrio para fazermos o que bem quisermos, e o que bem
queiramos fazer por vezes não é pontuado pela prática cotidiana de se bem
portar, mesmo porque há famílias totalmente disfuncionais por causa de um, dois
ou demais membros. Encontra-se, porventura, uma família em uma irmandade ou coisa
parecida, mesmo que para isso tenhamos que nos encontrar com o tempo em que
estivemos em falta, não apenas com familiares, mas com todos aqueles que porventura
prejudicamos, ou já estar preparados para fazer as reparações necessárias
àqueles a quem prejudicamos ontem ou no hoje, e prepararmos nosso inventário
relâmpago, passo essencial para quem quer atingir a serenidade e alicerçar-se,
finalmente, a um Poder Maior do que nós mesmos. Devemos jogar a toalha e nos
declarar impotentes perante algo, e essa consciência de nossos atos pode ser
aquela que podemos participar caritativamente com outros: nossa experiência de
vida particular...
Podemos
ter a concepção de um templo que ofereça cestas básicas, mas basicamente há
procedimentos corretos para se fazer isso, pois dar dinheiro não é uma forma de
ser caritativo, já que mesmo nas cestas há aquelas pessoas que as trocam na
esquina por drogas ou álcool. Há que se conhecer o lar e cadastrar aqueles que
recebem as cestas. Mas o trabalho deve ser sempre a pregação dos sacerdotes:
trabalho e honestidade. Sem esses dois paradigma sociais, os trabalhadores não
encontrariam sua retaguarda religiosa nem o movimento que os “empurra” nessa
direção. Esse empuxo que move tanto as sociedades capitalistas quanto as
socialistas de mercado, pois os ganhos que se oferece através do trabalho deve
ser dignificado por um sacerdócio mesmo daqueles homens que dedicam sua vida a
peregrinar, espalhando a espiritualidade e a palavra de Deus. Posto, qual não seria
o oposto, e a sociedade não fosse efetivamente gerida por trabalhadores que
mais não fazem funcionar o sistema em que vivemos, erigir vivendas, construir
represas, trabalhar como operários em fábricas, ou mesmo lavrando grandes
plantações para alimentar as cidades e o campo? A sociedade é dessa massa de
trabalhadores, e os políticos nada mais são do que apenas seus representantes,
dentro do escopo da democracia, essa face inamovível de um panorama
civilizatório escorreito. Pensemos o que seria de um Governo que atendesse mais
as elites, deixando de lado as massas trabalhadoras, o que seria, senão um
representante ilegítimo da maioria do povo, que são os trabalhadores. Aqueles
que acreditam que a caridade seja um paliativo para atenuar os sofrimentos
decorrentes dos desníveis das classes sociais, mais não fazem do que coadjuvar
com a teoria errônea marxista de que a religião seria o ópio do povo, pois a
realidade contemporânea já revela que certos movimentos religiosos e
libertários trabalham justamente oferecendo cursos de capacitação para que
muitos cidadãos se preparem para o mercado de trabalho, não apenas como alunos
que passam a ser em templos, como mestres de ofício de ditos cursos. Assim como
há serviços de saúde espiritual dentro da própria medicina, que ensinam meditação
e oração, como saídas válidas não apenas para a saúde mental de populações, bem
como a libertação de drogas e outras dependências.
Apenas nas
religiões sectárias se encontra essa falsa libertação humana, pois na realidade
o cerne da espiritualidade já é realidade na neurociência. E será através desse
trabalho continuado frente a populações que estiverem em sofrimento que será
possível alavancar a esperança, junto a irmandades, como os AA, NA e NiCa, que
se poderão vencer os obstáculos rumos a uma recuperação plena e desafiadora
perante dependências químicas ou afetivas que nos acometem todos os dias, no
sentido mais pleno da verdadeira caridade, com os esforços e trabalho de seus
membros, das equipes da medicina, dos operários que constroem tanto os hospitais
como os templos, e as casas de cada ser humano que pertença a essa grande
família que se chama o caminho para o bem estar do ser humano.
QUANDO ACORDAMOS COM EFEITOS EXTRAPIRAMIDAIS POR CAUSA DE MEDICAÇÕES PSIQUIÁTRICAS, ESSA ETAPA DA MANHÃ NOS PARECE MAIS DURA PARA NÃO FUMAR, MAS UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO E LOGO EM SEGUIDA A PRECE E A MEDITAÇÃO NOS FAZ RETORNAR À SERENIDADE HABITUAL, SEM QUE PARA ISSO TENHAMOS QUE NEGOCIAR COM O USO DA SUBSTÂNCIA.
domingo, 22 de março de 2026
O PULMÃO É COMO UMA GRANDE E LINDA FLOR EM QUE SUAS PÉTALAS DEVEM SER RESPEITADAS, E PARA ISSO TEMOS QUE CONTER MÃOS E BOCA PARA NÃO FUMAR, MESMO QUE TENHAMOS QUE FAZER USO DE CHÁS E ERVAS, OU MESMO DA ALOPATIA QUE NOS DÊ AMPARO, SOB O AMPARO DA MEDICINA, JUNTO COM JORNADAS DE PRECE E MEDITAÇÃO, NEM QUE O SEJA NA CALADA DA NOITE.
QUANDO PARTILHAMOS COM UM GRUPAMENTO QUE TENHA PASSADO POR DIFICULDADES ÍMPARES, CONHECEREMOS A FÉ DIAMANTINA NAS VOZES E NOS GESTOS DAQUELES E DAQUELAS QUE TRAZEM AS BOAS NOVAS, OU AS SENDAS DAS DIFICULDADES, POIS ESSA É A NATUREZA DA FÉ, E SUA CONSECUÇÃO SOBRE O MUNDO DOS SERES QUE SOFREM OU JÁ SOFRERAM NELE.
SABERMOS QUE ALGUMAS DIFICULDADE SÃO CICLÓPICAS NA ABSTINÊNCIA TABÁGICA APENAS NOS FAZ EQUALIZAR, IRREMEDIAVELMENTE ANTES COM A AJUDA DA MEDICINA, E DEPOIS COM A MEDITAÇÃO E A ORAÇÃO, O PROCESSO APARENTEMENTE IMPOSSÍVEL DE VENCER ESSA DURA CAMINHADA PARA NOS TORNAR MAIS LIMPOS PERANTE O PODER DO ESPÍRITO SANTO.
ENTREGAR OS PONTOS E SABER QUE PERDEMOS PARA UM VÍCIO É O CAMINHO PARA PAULATINAMENTE TOMARMOS A CONSCIÊNCIA NECESSÁRIA PARA DESATAR OS NÓS QUE NOS LIGAM A ELE, POIS APENAS UM PODER SUPERIOR A NÓS MESMOS, NA FIGURA CENTRAL DE DEUS, PARA MUITOS, PODERÁ NOS LIVRAR DAS AMARRAS DESSAS ADIÇÕES TÃO NEFASTAS PARA O NOSSO SER.
NÍVEIS DE PERDÃO
Como na
máxima judaica: quem com o ferro fere, com o fero será ferido. Serão sempre
essas as máximas das organizações criminosas, posto todo aquele que se sente
ameaçado em sua ganância ou poder, aos moldes da máfia como um todo, crê
piamente na vingança, e nutre um ódio que o vai alimentar, a aos seus atos,
durante toda a vida, a não ser que seja aquele sentimento calculado, frio, que
na realidade perfaz o menor nível do perdão, quando muito, nutrindo apenas atenção
especial onde possua laços consanguíneos, nas relações de poder ou
subserviência e nas questões essenciais de tramas onde se crê @ agente do bem
ou do mal como ”participar” da vida d@ outr@. Na outra ponta, extrema, está
Cristo, que perdoa a toda a humanidade morrendo na cruz, agora sentado à
direita de Deus Pai Todo Poderoso, de onde há de vir e julgar os vivos e os
mortos...
A crença
pura e simples na existência desse Ser grandioso, nos faz refletir um pouco. Há
seitas que pregam o Evangelho, mas tentam dizer que alguém que possui uma mera posição
ideológica é o capeta, há daqueles que impõem duros dízimos a populações que só
tem a perder, e há ainda teologias da Libertação, onde a preferência pelos
pobres é assunto e prática de irmãs e sacerdotes. Ensinam o perdão de forma
clara, e como fazer, com pastorais, obras que revivifiquem a consciência do
trabalho, como ser independentes e fraternos, seguindo os ensinamentos do
Papado. Em termos de evangelização há ainda as designações espíritas, muitas
vezes na senda de um verdadeiro progresso espiritual, assim como templos
budistas, xintoístas e vaishnavas no planeta e no nosso continente, assim como
a religião que se aproxima de Alá e seu profeta Maomé. Bem como, muitas têm
pela frente o ato de gerir o perdão, assim como no Judaísmo se professa já
hoje, em certas vertentes, que Cristo tivesse sido o verdadeiro e esperado
Messias, apesar de grande parte dessa religião ainda esperar pelo ser desse
propósito espiritual na Terra. Essa simples questão fora motivo do não perdão
em certos momentos da história, assim como existe uma eterna “guerra religiosa”
entre os judeus e o povo da Palestina, assim como o da Síria e o mundo islâmico
como um todo, que acaba por encontrar os EUA como forte aliado contra o mundo
árabe, junto com as forças beligerantes israelenses. Qual não seja um dos mais
fortes motivos, o petróleo. Esse perdão que se proclama os povos tenham entre
si deveria transcender as razões geopolíticas que fazem com que as ideologias
opostas sejam inimigas, mas Marx tinha razão ao afirmar que a história da
civilização é a história da luta de classes...
No micro
cosmos, os níveis de perdão são flexíveis, passíveis de “entendimentos diplomáticos”,
assim como certos níveis de consciência permitem ou não níveis de perdão mais
escalonados, mais próprios e mais de valorização, onde a citada consciência de
cada qual nada mais é ou está submetida a ondas, a um dinamismo psíquico, por
vezes a estados de humor, ou mesmo por drogas e substâncias que só ativam os
neurônios e o sistema nervoso para bem ou mal, no caso de drogas ilícitas ou
medicamentos, preparando um embate por vezes cruento que nos faça retornar à
sanidade, esta que nem sempre é de fácil entendimento por parte do dependente,
ou mesmo no caso de patologias psíquicas causadas por adição a substâncias
várias, os fármacos ainda não sustém casos simples de estabilização dos quadros
sem uma boa dose de sofrimento. Por isso pensamos nas chagas de Cristo, e não precisamos
ser São Tomé para delas tomarmos ciência, mas apenas chegarmos no fundo de uma
questão de que, para elucidarmos, à luz da ciência, nosso aprofundamento
espiritual, não imitemos o Ungido, pois nele seremos de fé apenas, e não há um mísero mortal que suporte carregar uma cruz e ser crucificado e flagelado como Ele. E, sob essas citadas
circunstâncias, o perdão pode estar presente em espírito, sem necessariamente
darmos margens em estabelecer mais contato com ofensores, posto nem todos
possuem os níveis espirituais necessários para se expor a uma serpente, ser
picado por ela, e perdoar o veneno que buscou por sua própria iniciativa encontrar,
mesmo sabendo que será evitando a todo o custo maiores aproximações que se estará
livre de certas "vestais" de coração de aço e grandes rabos...