EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
O PARAÍSO É ESTARMOS EM SINTONIA COM DEUS, MESMO DIANTE DE LOCAIS QUE POR VEZES SÃO APENAS LOCAIS DE LUTA, E SABER DIFERENCIAR OS BONS GUERREIROS DAQUELES QUE APENAS NÃO SÃO TÃO BONS POR FRAQUEJAREM POR VEZES, É ESTARMOS IMERSOS NA NATUREZA DIVINA, E SÓI SABERMOS DIFERENCIAR POR VEZES O RANCOR DE MULHERES ADOECIDAS PELA DOR DE TEREM SIDO TÃO MALTRATADAS PELOS SEUS CONSORTES OU MESMO PELA VIDA, E POR ELAS HAVEMOS DE MANTER UM DISTANCIAMENTO, POIS JAMAIS SERÃO BOAS COMPANHEIRAS, NEM SEQUER BOAS AMIGAS, PRINCIPALMENTE QUANDO FAZEM USO DE DROGAS QUE CONTESTEMOS, POIS EM GERAL NÃO ABANDONAM O USO POR UM TIPO DE SACERDÓCIO SINISTRO...
QUANDO JUNG TRAZ À TONA ARQUÉTIPOS DO INCONSCIENTE COLETIVO, REMONTA ASPECTOS DE CULTURAS DISTANTES, DO SACRO AO PROFANO, DE TEMPERAMENTOS DIVERSOS, DO RACIONAL AO IRRACIONAL, DAQUILO A QUE CHAMARÍAMOS DE BONS OU MAUS INSTINTOS, POIS A NATUREZA DO SER HUMANO É DISPOSTA DE TAL FORMA QUE POR VEZES O SER HUMANO BUSCA COISAS QUE SEQUER CONHECE, E INSTINTOS BRUTOS O ACOMETEM, VINDOS DE PROFUNDEZAS QUE FAZEM PARTE DE UM TIPO DE ANCESTRALIDADE SIMBÓLICA QUE TRANSCENDE A PRÓPRIA LÓGICA.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
ALICERÇADOS POR DEUS, ESTAREMOS ERGUENDO UMA MORADA ETERNA SOBRE OS UMBRAIS DE UMA VIDA DIGNA, SENDO O PÃO NOSSO A DÁDIVA MAIS IMPORTANTE QUE OBTEREMOS COM O NOSSO TRABALHO, E NÃO PEDIREMOS MUITO ALÉM DISSO, POIS ENRIQUECER DEMAIS É JÁ UM DOS NOVOS PECADOS CAPITAIS, SEIS AO TODO, ENUMERADOS PELA GRANDE IGREJA DO PRIMEIRO PAPA DO MUNDO: PEDRO, O APÓSTOLO.
ESPIRITUALMENTE, QUANDO SE CITA UM PODER SUPERIOR, SUBENTENDE-SE ALGO ELEVADO NESSE ASSUNTO, ENQUANTO INFERIOR SERIA AQUELE ALGO QUE É INFERIOR ESPIRITUALMENTE, EM TERMOS COMPARATIVOS QUE OBEDEÇAM A UMA LÓGICA TÃO EXATA QUANTO SABERMOS QUE O PODER SUPERIOR NÃO SEJA ALGO NOCIVO AO SER HUMANO, MAS QUE O CONSTRÓI DIA A DIA COMO UM BOM EDUCADOR, OU COMO UM BOM PAI.
AS ESTRUTURAS DO QUE É
Não nos
dispusemos a saber onde colocamos os alicerces de nós mesmos, ou onde fundeamos
a âncora que silencia o navegar do navio, essa estranha nave que estrutura a navegação
possível dentro do que imaginamos sermos até mesmo uma tripulação quiçá
inquieta dentro daquilo que supomos provável. Onde edificaremos sobre alicerces
que não encontramos em nossos tecidos cerebrais? São apenas a estrutura do que
é, nada mais do que isso, e jamais encontraremos outras que deem sustentação a
outros e mais outros e mais outros, que vêm pelas veredas para encontrar
tijolos, areia, brita e ferros...
O que
queremos de nós mesmos, senão a morada, o edifício, ou será que as ruas
demandariam que comprássemos um bom lote para fundear a âncora de um bom
empreendimento? Há diversas estruturas, companheiros, na esfera da Terra, e
muitas são tão silenciosas quanto efetivas, muitas são mais do que poderosas, e
outras sequer sabemos, não por serem quase residuais, mas por serem substrato
de sistemas que sequer cogitamos existirem, no fator humano, no fator autômato
do funcionamento.
Existem
as estruturas que funcionam com base em lubrificantes vários, como substâncias
que as movem, não apenas seus motores, mas verdadeiras máquinas humanas, com
suas idiossincrasias químicas, seus estímulos no sistema nervoso central, suas
horas de descanso com outras substância, já de fumaças, gente que pega no batente,
que não faz parte dessas estruturas mas delas dependem, e agregações várias que
demandam por vezes verdadeiras e sólidas atenções psicossociais. Há ausências
de encapsulamentos amorosos de fato, mas o que se predizia é que isso não fosse
absolutamente necessário, tornar a vida de muitos um feixe de estímulos e
respostas, quando na realidade nem toda a estrutura valida a si mesma
mecanizando o ato afetivo, ou tornando a vida das pessoas um código numérico a
ser cumprido conforme performances ou determinações de contornos mecanicistas,
conforme já citado anteriormente.
Estruturas
por vezes respiram de modo independente, mesmo quando sabemos que alguns
fundadores não previram o fator humano como algo que subverte-as desde a sua
formação inicial. Nas estruturas onde o capital é mola mestra, a equação econômica
é simples, e o exército industrial de reserva, mesmo quando minorado, é uma das
condições de sobrevivência administrativa da empresa, ou das empresas em questão,
mesmo que limitações exponenciais das relações oferta-trabalhador venham a dar com
coisas que fujam ao controle de se obter mão de obra qualificada para algumas empreitadas
mais complexas, que demandem humanismo e altruísmo por parte do funcionário.
Quanto às
estruturas de serviço voluntário, estas demandam que mais e mais pessoas criem
soluções compatíveis com a participação em serviços que sejam conformes com as
atitudes que as levaram até esse tipo de atuação, esse tipo de ato de
comiseração, geralmente em grupos de recuperação, posto será nesses grupos onde
encontraram o apoio necessário que na realidade permanecerão atuantes nessa
questão de fornecer um trabalho gratuito quase em retribuição ao que
antecipadamente se prescreveria o serviço como um tipo de tripé organizacional
desse grupamento. Um exemplo claro disso são os AA (Alcoólicos Anônimos), onde
o tripé é a Recuperação, a Unidade e o Serviço. A ordem desses requisitos não
importa, o que importa é a estrutura imbricada nessa questão. A relação dos
servidores que mantém salas abertas para que se componha a recuperação de um
grupo, no escopo individual, e dentro de uma consciência coletiva, perfaz
igualmente e necessidade de se manter a Unidade do Grupo, e isso se chama uma
estrutura onde o Poder não Governa, e onde os servidores prestam seu serviço durante
aquele tempo determinado, em uma relação estrutural harmônica entre seus
membros, como um exemplo cabal de um grupo efetivamente com boas intenções no
sentido de alicerçar ou ajudar a montar bons alicerces existenciais em cada
membro do grupo, na sua própria realidade, no consentimento de se evitar o álcool
ou outros vícios por apenas vinte e quatro horas, e não se preocupar com o que foi
feito no passado, e não pensar no futuro como compromisso de recuperação, mas
apenas no hoje como meta maior a ser cumprida, por uma questão de se manter ausente do álcool por 24 horas...
EXERCÍCIOS DE CAPOEIRA, ARTES MARCIAIS, ALONGAMENTOS E EXPRESSÃO CORPORAL COMO UM TODO EQUILIBRAM A TONIFICAÇÃO DO CORPO E O CHI INTERNO, RESTAURANDO O MAL ESTAR PROVOCADO POR UMA NOITE COM POSIÇÕES DESCONFORTÁVEIS, OU DANDO MAIS INSUMOS A QUE PROSSIGAMOS O DIA COM MAIS ÂNIMO, POIS RETOMAMOS O "SELF" CORPÓREO E A CONSCIÊNCIA DE NOSSOS MOVIMENTOS, SENDO ISSO UMA INICIATIVA EXTREMAMENTE SAUDÁVEL, PRINCIPALMENTE ÀQUELES QUE ESTÃO TENSOS TENTANDO SE LIBERTAR DO ÁLCOOL OU DA NICOTINA.
domingo, 1 de fevereiro de 2026
NA MEDIDA EM QUE O MISTÉRIO SAI DE SI (PAI) E SE FAZ PALAVRA (FILHO) SE CRIA A CONDIÇÃO DE COMUNHÃO DE UM COM O OUTRO: É ESPÍRITO SANTO. ELE É O SOPRO (SPIRITUS) QUE SAI DO PAI NA DIREÇÃO DO FILHO E DO FILHO NA DIREÇÃO DO PAI, FAZENDO COM QUE OS TRÊS SEJAM UM SÓ MISTÉRIO QUE SE DÁ E QUE VOLTA SOBRE SI MESMO. O ESPÍRITO É A ETERNA ENERGIA DE UNIÃO DENTRO DA TRINDADE. leonardo boff.
O MISTÉRIO, POR UM DINAMISMO INTRÍNSECO, QUER SER CONHECIDO. PERMANENTEMENTE SE REVELA E SE AUTOCOMUNICA. SAI DE SI E CONHECE E AMA O NOVO QUE DELE SE MANIFESTA. O QUE VAI SE REVELAR NÃO É REPRODUÇÃO DO MESMO, MAS SEMPRE DISTINTO E NOVO TAMBÉM PARA ELE. À DIFERENÇA DO ENIGMA QUE, CONHECIDO, SE DESFAZ, O MISTÉRIO QUANTO MAIS CONHECIDO MAIS APARECE COMO MISTÉRIO QUE CONVIDA PARA MAIS CONHECIMENTO E PARA MAIOR AMOR. leonardo boff.
A PRÁTICA DA MUSCULAÇÃO, ENTREMEADA COM ALONGAMENTOS FEITOS COM HASTE DE BAMBU, E ARTES MARCIAIS COMO TAI CHI CHUÁN, OU SIMILARES, QUANDO ESTAMOS COM MAIS DE CINQUENTA ANOS DE IDADE, PODE SER UMA BOA TONIFICAÇÃO MUSCULAR E CONTRIBUIR MUITO PARA EQUILIBRAR NOSSO CHI, EM VIRTUDE DE QUANDO PARAMOS COM O VÍCIO DE CIGARROS E SENTIMOS O DESCONFORTO DA ABSTINÊNCIA, E ESSES EXERCÍCIOS PODEM SER PRATICADOS AO LONGO DE TODO O DIA, SEM EXAGEROS, OBVIAMENTE.
O TEMPO DE FORA
Que me passasses, outrora, em roupas que já trocaste,
No tempo que não viria tão cru em dissonantes dias,
Como se tudo o que a gente houvera desejado, desde há muito
Não passasse de um fulgor quase infantil, qual, quimeras passadas,
Aquilo de fora de nós mesmos, um não fazer sequer sentido maior
Quando perpassamos veias circunspectas de nossa própria razão
A mais, por que não dizer: não bastará mais dizer-te nada,
Pois a ti já não faz mais diferença nem mesmo uma palavra que valha...
E se te manténs indiferente, não importará que se encontre um pavio aceso
De uma chama que não muda, que não tem mais cor, quiçá nunca tenha realmente brilhado
Nem mesmo no reflexo de uma luz que achei ter vislumbrado diante do display onde te vi,
Remotamente, como em um filme onde nem haveria padrões de grande fotografia
Posto não ser cinema de arte, mas apenas um meet, um quase filme, um recorte,
Onde mal e mal nos vemos, as falas por vezes trepidam, por vezes temos que fechar a câmera,
Qual não seja, isso será solidão ou solitude, ou será que já encontraram outra palavra
Que anuncie que, ao menos durante cinco minutos onde vomitamos, o cheiro desse vomitar
Lembraria um almíscar selvagem, que diante de tudo e todos reside o oceano do impossível?
E quem dera, as virtudes quase implacáveis de uma sensatez patibular
Quando outros elementos creem que ficar seja algo libertário, no meio das secreções e da bile
Que regurgitariam depois do sonoro não, que seja, a frase mais simples da sexualidade afoita
Ou verazmente aquela mais proibida: fetiche de quem pratica, ou coito alternativo de outro meio,
Qual não fosse, meramente um subterrâneo clássico de uma emoção de uma frase
Quando supõe atingir o "goal" da meta desejada...
sábado, 31 de janeiro de 2026
ÉPICOS NOTURNOS
Fôssemos o que fôramos, na esfera da noite,
Qual o significado primeiro do frisson já dissipado da nicotina
Quando, do vício ao Poder de Deus, sejamos já concludentes
Que soubéramos que ao viés do recurso já estamos vendo mais vezes
Na opinião que houvéssemos tido a semântica de um verso mais afeito
Ao que supomos não seja tão consonante o dia
De uma vitória de livre arbítrio
em estar fora do vício...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
Existem inúmeras representações de Cristo, que variam conforme a época, a cultura e a intenção religiosa ou artística. Desde os primeiros símbolos cristãos até as imagens modernas em cinema e arte contemporânea, cada representação reflete valores teológicos, culturais e sociais de seu tempo. Principais Tipos de Representações de Cristo 1. Arte Cristã Primitiva e Medieval - Símbolos iniciais: peixe, cordeiro, cruz, bom pastor. - Cristo jovem e sem barba: comum nos primeiros séculos, refletindo a ideia de sabedoria e pureza. - Ícones bizantinos: Cristo Pantocrator (século VI), com barba e cabelos longos, transmitindo autoridade divina. 2. Renascimento e Barroco - Humanização de Cristo: artistas como Leonardo da Vinci e Michelangelo enfatizaram a figura humana de Jesus. - Dramatização da Paixão: obras de Caravaggio e Rubens destacaram o sofrimento físico e emocional. - Cristo triunfante: representado em ressurreições e juízos finais, reforçando poder e glória. 3. Representações Modernas e Contemporâneas - Arte moderna: Salvador Dalí e outros exploraram Cristo em estilos surrealistas e abstratos. - Cinema e cultura popular: filmes como A Paixão de Cristo (2004) ou musicais como Jesus Cristo Superstar (1970) reinterpretam sua história para novos públicos. - Cristo contextualizado: em comunidades latino-americanas, africanas e asiáticas, Jesus é retratado com traços locais, reforçando identificação cultural. Símbolos Associados - Cordeiro: sacrifício e pureza. - Cruz: redenção e sofrimento. - Coroa de espinhos: martírio. - Coração sagrado: amor e misericórdia. COPILOT.
"Cristo Operário" refere-se a uma representação de Jesus Cristo destacando sua vida de trabalho manual e sua conexão com a classe trabalhadora, comumente associada à valorização da dignidade humana e da justiça social. Também pode se referir a paróquias, como a Paróquia Cristo Operário, ou a uma abordagem pastoral que busca a santificação através do labor. COPILOT.
AS SOMBRAS DE NÓS MESMOS
Quando
finalmente um médico dá uma prescrição a respeito de uma doença, ela já está
manifesta, assim como um sociólogo sabe quando pega a ferida em uma sociedade e
suas relações, por vezes extremamente desiguais, nos níveis econômicos de classe
de suas populações: algumas em um conforto excessivo, e grande parte na carestia.
A nós mesmos nos perguntamos ser ou não ser possível a exata compreensão de
certas realidades, e algo de materialista dialético não nos dispõe sequer uma
saída à altura, na crença de que extirpar da Natureza a ganância que faria a
sociedade menos desigual é a mesma noção de lucro de ganhos para elucidar a questão
econômica, mas a Natureza citada está exaurida, e será da riqueza já acumulada
que se deve fazer uma distribuição mais equânime para aqueles que residem na
linha da miséria. Saber que essa questão da nossa relação preservacionista com
a Natureza, e que a riqueza da humanidade há de ser no comparte e na não
exploração do homem pelo homem para que alguns enriqueçam muito, enquanto
outros vivam mal e porcamente, isso é a tomada de consciência planetária onde
certamente os interesses mais vis e escusos das grandes corporações e sistemas
financeiros internacionais que tornam famílias brutalmente ricas demonstrarão a
sua tentativa renitente em prosseguir sendo a esfera dominante no seio de
sociedades cada vez mais injustas socialmente. Companheiros: basta o que temos
e não precisamos estar contando vis metais de ouro do alto de palacetes
blindados, perante uma rua onde sequer queremos caminhar, a não ser pegando
nosso audi e indo diretamente para um aeroporto e vice e versa, de Roma a
Venice, de Nova Iorque por vezes a Burundi, onde vamos ver como andam nossas
minas de diamantes e as guerras que para lá levamos através de nossos mercenários.
A consistência
de um saber que transcenda qualquer inteligência pré-fabricada, revela que
sejamos conscientes de que aquele aparato todo de pérolas ensartadas em cordões
de ouro no colo de uma sacerdotisa do prazer, uma messalina ao melhor estilo
romano, não remonte que a cidade aberta de Fellini não fosse apenas uma Fontana
de Trevi. Não remontemos guerreiros que não o sejam de fato para uma sociedade
mais justa, e socializemos aquele cidadão que urge por justiça social, no
sentido de proporcionar a continuidade de um Governo que apenas é o melhor,
pois as outras opções, conservadoras, apenas darão continuidade para uma
exclusão cada vez mais majorada, o que na realidade causará mais e mais
explosão de violência, do tráfico de entorpecentes e dos preconceitos de toda a
Natureza...
O laivo
de supormos que na verdade não estaremos ausentes de uma palavra religiosa, ou
melhor dizendo, da subjetividade espiritual, revelará a nós mesmos que essa
suposta subjetividade pode se tornar mais concreta, a nível de psiquismo, ou mesmo
de progresso na manutenção da saúde mental de imensas populações, quando
levarem – esse mesmo povo – a termo, não apenas o aconselhamento da medicina, como
fator decisório em suas vidas, mas a dignificação, que o seja, nas palavras do
Cristo, que tão à mão as temos, como solução prática em nossas vidas... Por
vezes há veredas que não cremos poder existir sequer, como solução diária, como
pressuposição de que nossos sofrimentos não dariam mais conta sequer do que
seja um dia a dia construído sobre alicerces que foram mal erigidos. Cabe a nós
edificar outros, sem perder antigas e reparáveis estruturas aparentemente
danificadas, mas com a proficiência, com a pertinácia de remontar a arquitetura
dentro do suposto concreto em que erigiremos eternamente nossa morada, material
e espiritual, sobretudo. Nosso eu mais profundo não será mais a sombra do que
estava destruído, quer sejamos antigos ou novos na caminhada. Por uma suposição
escorreita do que vem a ser a nossa própria tomada de consciência para esses
citados caminhos, algo de boa nova vem a dar nos costados de uma recuperação livre
de obstáculos, mesmo que a aura de uma socialização que venha a nos fazer
crescer no dia a dia não seja apenas um ideal de vida, ou uma teoria anódina, mas
efetivamente um pragmatismo levado a termo, seja por parte de homens ou de
mulheres, cada qual em seus turnos, cada qual em seus passos, sozinho ou
irmanado...