EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
A INVERSÃO DOS VALORES NA NOSSA ERA
Urgimos
por mudanças por vezes radicais em nossos sistemas, mas não podemos arguir de
modo tão lógico sobre o que seriam exatamente essas mudanças, de fatores
primários – quiçá – mas que não se recriem novamente esteiras e mais esteiras
de vaidades, pois sobre elas reside a engrenagem que nos move, e isso ou esse
motor nos possa parecer absurdo, quase sempre, posto a premissa básica é o
novo, e a sociedade do descarte passa a funcionar mais e mais, esse mercado
como um tipo de deus que a tudo e a todos abraça, e nós mesmos – todos – nos quebra.
A premiação imediata, a dopamina barata, o capacitismo como última fronteira da
intolerância, e a perdulária forma de que, enquanto alguns – de tanto que
possuem – não sabem o que fazer com tanto dinheiro, outros, a grande maioria
das gentes, navegam pelas ruas sendo deslocados pela vigilância brutal, que por
vezes, a mando de Governos déspotas, sequer quer estabelecer vínculos maiores
com os CAPS ou assistências federais.
Alguma coisa
não cheira bem no ar, nessa atmosfera de desavenças, de festas de um Carnaval
onde nada faz muito sentido, onde as drogas se acumulam, e onde o trabalhador
brasileiro apenas traça rumos para uma quarta de cinzas ainda mais melancólica,
mas sempre com a anuência de que será no escopo de que seus valores ainda não sejam
totalmente relativizados pela “uberização” de nossa economia, que não valha
menos do que a suposição de que estaremos mais felizes sem a intervenção que
seria bem-vinda em certos Estados da Federação, de Natureza fascista. Mas não,
efetivamente só são punidos aqueles que colocam a mão na massa para tentar golpear
a nossa democracia, e esperemos que ela se fortaleça cada vez mais para que se
torne mais sólida e estável quanto as maiores do planeta. Modos de ser encapsulam multidões, e o fascismo é um deles. A extrema
direita, como se apresenta hoje, é uma de suas vertentes, e uma tendência não
apenas mundial, mas naqueles que se dizem de vanguarda espiritual, mas não passam
de baixas frequências energéticas. Diz-se que não há para se ter rancores, isso
não deixa de ser certo, mas não podemos baixar a guarda, e estarmos sempre em
um tipo de samadhi, de acordo, com um
“transe consciente” para não permitirmos que esses reacionários avancem demais
sobre o nosso país, combatendo frentes internacionais para prevenir a sua
vinda, preservando o nosso melhor viver aqui, sem as sombras dessa ganância que
tanto assola o nosso puro modo de ser.
Alguma
coisa evanesce, a mera questão das trocas de mercadoria, a velha história dos
conflitos comerciais internacionais, a competição inescrupulosa, a inversão inequívoca
de valores que sempre fizeram parte da história, mas que em nossos tempos se
tornou a peça fundamental para que se tire do planeta o residual, e se transforme
o ser humano no resíduo existencial de sua própria raça, essencialmente
falando, onde muitos caem no ostracismo sem sequer terem a força de trilharem
caminhos igualitários e humanos de oportunidades. Acresce que a essas questões
a engrenagem dos tempos contemporâneos se dá através de um sectarismo, com a
tecnologia como ela é empregada, mas no âmbito de uma vida de ganhos, os
gadgets trouxeram sem dúvida maior possibilidade de comunicação, mas tudo passa
pela questão da velocidade como isso se tem processado, não apenas no ato mas
no pensamento do ser humano. A ansiedade gerada por níveis excessivos de drogas
se atenua para muitos no uso de drogas como a maconha, ou por consequência dos
diversos usos recorrentes de coca e similares, as drogas psiquiátricas e seus
tratamentos compulsórios.
Chega uma
hora que um aprendiz quer colocar as coisas na prática, mas o ideal é que se
tenha tido uma boa experiência na busca pelo conhecimento, e um ancião pode se
tornar aprendiz depois de passar muito tempo na ignorância, assim como um
viciado pode largar uma droga, sendo na prática um oficioso membro de uma
prática que passa a levar a termo, depois de estar sendo vilipendiado por ela
por muito tempo, tornando-se ao mesmo tempo seu próprio instrutor e seu próprio
aluno. Se é o que está pegando na aura de um ser humano, a questão do
alcoolismo, do tabagismo e das drogas em geral, roga-se que se amplie os níveis
de consciência ao menos para que se largue esse círculo vicioso, bem como a questão
de reuniões de recuperação que podem tornar o ser adicto às possibilidades de
estar afeito a poderes superiores que por vezes nada têm a ver com Deus ou algo
similar, como uma espiritualidade, esta mesma que nega a religião como algo
proibitivo, e torna fanaticamente uma doutrina como algo a ser seguido por um viés
programático na visão de algo caótico por vezes, alicerçados certos membros e fundadores à função de
pequenos deuses da humanidade, mas que na realidade determinaram convencionalmente
uma parcela enorme de Poder, inequívoco, mas inevitavelmente despótico e
hipócrita, na acepção de que a crítica venha a funcionar mediante as mudanças que não acontecem, e que tradicionalmente vêm estimulando fissuras egocêntricas na maioria dos citados membros, que fazem parte de estruturas que por vezes só fazem ruir a sua origem original, por razões de competição pelo poder...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
domingo, 15 de fevereiro de 2026
¹ E, logo ao amanhecer, os principais sacerdotes, com os anciãos, e os escribas, e todo o Sinédrio, tiveram conselho; e, amarrando Jesus, o levaram e entregaram a Pilatos. ² E Pilatos lhe perguntou: Tu és o Rei dos Judeus? E ele, respondendo, disse-lhe: Tu o dizes. ³ E os principais sacerdotes o acusavam de muitas coisas; porém ele nada respondia. ⁴ E Pilatos o interrogou outra vez, dizendo: Nada respondes? Vê quantas coisas testificam contra ti. ⁵ Mas Jesus nada mais respondeu, de maneira que Pilatos se maravilhava. ⁶ Ora, no dia da festa costumava soltar-lhes um preso qualquer que eles pedissem. ⁷ E havia um chamado Barrabás, que, preso com outros amotinadores, tinha num motim cometido uma morte. ⁸ E a multidão, dando gritos, começou a pedir que fizesse como sempre lhes tinha feito. ⁹ E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que vos solte o Rei dos Judeus? ¹⁰ Porque ele bem sabia que por inveja os principais sacerdotes o tinham entregado. ¹¹ Mas os principais sacerdotes incitaram a multidão para que fosse solto antes Barrabás. ¹² E Pilatos, respondendo, lhes disse outra vez: Que quereis, pois, que faça daquele a quem chamais Rei dos Judeus? ¹³ E eles tornaram a clamar: Crucifica-o. ¹⁴ Mas Pilatos lhes disse: Mas que mal fez? E eles cada vez clamavam mais: Crucifica-o. ¹⁵ Então Pilatos, querendo satisfazer a multidão, soltou-lhe Barrabás e, açoitado Jesus, o entregou para ser crucificado. ¹⁶ E os soldados o levaram dentro à sala, que é a da audiência, e convocaram toda a coorte. ¹⁷ E vestiram-no de púrpura, e tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. ¹⁸ E começaram a saudá-lo, dizendo: Salve, Rei dos Judeus! ¹⁹ E feriram-no na cabeça com uma cana, e cuspiram nele e, postos de joelhos, o adoraram. ²⁰ E, havendo-o escarnecido, despiram-lhe a púrpura, e o vestiram com as suas próprias vestes; e o levaram para fora a fim de o crucificarem. ²¹ E constrangeram um certo Simão, cireneu, pai de Alexandre e de Rufo, que por ali passava, vindo do campo, que levasse a sua cruz. ²² E levaram-no ao lugar do Gólgota, que se traduz por lugar da Caveira. ²³ E deram-lhe a beber vinho com mirra, mas ele não o tomou. ²⁴ E, havendo-o crucificado, repartiram as suas vestes, lançando sobre elas sortes, para saber o que cada um levaria. ²⁵ E era a hora terceira, e o crucificaram. ²⁶ E por cima dele estava escrita a sua acusação: o rei dos judeus. ²⁷ E crucificaram com ele dois salteadores, um à sua direita, e outro à esquerda. ²⁸ E cumpriu-se a escritura que diz: E com os malfeitores foi contado. ²⁹ E os que passavam blasfemavam dele, meneando as suas cabeças, e dizendo: Ah! Tu que derrubas o templo, e em três dias o edificas, ³⁰ Salva-te a ti mesmo, e desce da cruz. ³¹ E da mesma maneira também os principais sacerdotes, com os escribas, diziam uns para os outros, zombando: Salvou os outros, e não pode salvar-se a si mesmo. ³² O Cristo, o Rei de Israel, desça agora da cruz, para que o vejamos e acreditemos. Também os que com ele foram crucificados o injuriavam. ³³ E, chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona. ³⁴ E, à hora nona, Jesus exclamou com grande voz, dizendo: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que, traduzido, é: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? ³⁵ E alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Eis que chama por Elias. ³⁶ E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a numa cana, deu-lho a beber, dizendo: Deixai, vejamos se virá Elias tirá-lo. ³⁷ E Jesus, dando um grande brado, expirou. ³⁸ E o véu do templo se rasgou em dois, de alto a baixo. ³⁹ E o centurião, que estava defronte dele, vendo que assim clamando expirara, disse: Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus. ⁴⁰ E também ali estavam algumas mulheres, olhando de longe, entre as quais também Maria Madalena, e Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé; ⁴¹ As quais também o seguiam, e o serviam, quando estava na Galileia; e muitas outras, que tinham subido com ele a Jerusalém. ⁴² E, chegada a tarde, porquanto era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, ⁴³ Chegou José de Arimateia, conselheiro honrado, que também esperava o reino de Deus, e ousadamente foi a Pilatos, e pediu o corpo de Jesus. ⁴⁴ E Pilatos se maravilhou de que já estivesse morto. E, chamando o centurião, perguntou-lhe se já havia muito que tinha morrido. ⁴⁵ E, tendo-se certificado pelo centurião, deu o corpo a José; ⁴⁶ O qual comprara um lençol fino, e, tirando-o da cruz, envolveu-o no lençol, e o depositou num sepulcro lavrado numa rocha; e revolveu uma pedra para a porta do sepulcro. ⁴⁷ E Maria Madalena e Maria, mãe de José, observavam onde o punham. Marcos 15:1-47
¹ O presbítero ao amado Gaio, a quem em verdade eu amo. ² Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas, e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma. ³ Porque muito me alegrei quando os irmãos vieram, e testificaram da tua verdade, como tu andas na verdade. ⁴ Não tenho maior gozo do que este, o de ouvir que os meus filhos andam na verdade. ⁵ Amado, procedes fielmente em tudo o que fazes para com os irmãos, e para com os estranhos, ⁶ Os quais em presença da igreja testificaram do teu amor; aos quais, se conduzires como é digno para com Deus, bem farás; ⁷ Porque pelo seu Nome saíram, nada tomando dos gentios. ⁸ Portanto, aos tais devemos receber, para que sejamos cooperadores da verdade. ⁹ Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura ter entre eles o primado, não nos recebe. ¹⁰ Por isso, se eu for, trarei à memória as obras que ele faz, proferindo contra nós palavras maliciosas; e, não contente com isto, não recebe os irmãos, e impede os que querem recebê-los, e os lança fora da igreja. ¹¹ Amado, não sigas o que é mal, mas o que é bom. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus. ¹² Todos dão testemunho de Demétrio, até a mesma verdade; e também nós testemunhamos; e vós bem sabeis que o nosso testemunho é verdadeiro. ¹³ Tinha muito que escrever, mas não quero escrever-te com tinta e pena. ¹⁴ Espero, porém, ver-te brevemente, e falaremos face a face. ¹⁵ Paz seja contigo. Os amigos te saúdam. Saúda os amigos por nome. 3 João 1:1-15
UNIDADE EM SERVIÇO, ANTES PERCORREMOS A SENDA DE UMA RECUPERAÇÃO EM UNIDADE, E BONS SERVIDORES MANTÉM A SALA DE RECUPERANDOS NO ROL DAS VIRTUDES PAULATINAS DESSE GRANDE TRIÂNGULO QUE MARCA A HISTÓRIA DE MUITA GENTE SINCERA, NO INTUITO DE UM CAMINHAR SOLENE PERANTE A VIDA, ELA MESMA, COMO SE NOS APRESENTA.
¹ O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida ² (Porque a vida foi manifestada, e nós a vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a vida eterna, que estava com o Pai, e nos foi manifestada); ³ O que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também tenhais comunhão conosco; e a nossa comunhão é com o Pai, e com seu Filho Jesus Cristo. ⁴ Estas coisas vos escrevemos, para que o vosso gozo se cumpra. ⁵ E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: Que Deus é luz, e não há nele trevas nenhumas. ⁶ Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade. ⁷ Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. ⁸ Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. ⁹ Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. ¹⁰ Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós. 1 João 1:1-10
Because of nicotine’s cognitive-enhancing effects in schizophrenia at the α7 nicotinic receptor, many clinical trials explored the use of nicotine and α7 nicotinic agonists as a treatment for cognitive deficits in schizophrenia.6 However, these studies found that nicotine and α7 nicotinic agonists were not an effective cognitive enhancement therapy. These conflicting findings beg the question: what is the underlying neural mechanism of nicotine? Is it possible that, in addition to acting upon reward circuitry, nicotine also acts on schizophrenia-specific circuitry? To answer this question, we used an entirely data-driven approach to identify neural correlates of nicotine use in schizophrenia.7 This approach is not confined by a predetermined hypothesis of what brain regions will be involved. Instead, a data-driven approach allows us to examine the entire brain and ask, “where is brain activity related to nicotine use?” Using this data-driven method, we observed that brain network organization was related to nicotine use, but only in schizophrenia. Specifically, only in individuals with schizophrenia, those who smoked more cigarettes per day showed a pathologic expansion of the default mode network (DMN) into a region typically occupied by a different network. PSYCHIATRIC TIMES.
Perspectivas sobre o "poder superior" - Espiritualidade naturalista: muitas pessoas veem a própria natureza como uma força superior — o ciclo da vida, a interdependência dos seres, a ordem ecológica. Obedecer a isso significaria viver em harmonia com o meio ambiente, respeitar limites naturais e cultivar equilíbrio. - Cosmos e ordem universal: em tradições filosóficas como o estoicismo, o cosmos é regido por uma razão ou ordem maior (o logos). Disciplina, nesse contexto, é alinhar-se com essa ordem, aceitando o que não pode ser mudado e agindo com virtude no que está ao nosso alcance. - Religiões e espiritualidades: em muitas crenças, o poder superior é personificado (Deus, divindades, espíritos). A disciplina se traduz em práticas, rituais e códigos morais que buscam alinhar o ser humano com esse poder. - Visão científica e secular: mesmo sem recorrer à espiritualidade, pode-se ver o cosmos como uma realidade maior que nos transcende. A disciplina aqui seria aceitar nossa pequenez diante da vastidão do universo e viver de forma responsável, consciente dos impactos de nossas ações. COPILOT.
sábado, 14 de fevereiro de 2026
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
QUE AS GARRAS QUE NOS CONDUZEM A UM CAMINHO DE SOMBRAS NÃO REVELEM A FORÇA DE SUAS INTENÇÕES NEFASTAS, MAS QUE NO CAMINHO SURJA A TEMPERANÇA DA LUZ, POIS SÓ ASSIM ESSAS GARRAS SE PERDERÃO EM SEUS PARADOXAIS INTENTOS E DESISTIRÃO DE INSISTIR EM QUE NÃO NOS ENCAMINHEMOS - SEMPRE - PELAS VEREDAS DA VIRTUDE.
A VITÓRIA EM ANOS QUE JAMAIS SE REPETIRÃO É O NÚMERO UM DE UM RECOMEÇO, É O EMBLEMA QUE DEIXAMOS DE NOS PROPOR A VIVER QUANDO DE AUSENTARMO-NOS DO QUE SERIA UMA CIÊNCIA ESPIRITUAL, CONTRAFEITA AOS MODOS DA ELETRÔNICA, MAS PERMANENTE AOS OLHOS DE DEUS, MESMO QUE REMOTAMENTE, QUANDO ABRAÇAMOS O SILÍCIO COMO UMA OPORTUNIDADE DE SINCRONIZARMOS O DIVINO COM A SUJEIÇÃO OBJETIVA DE SERMOS AS CRIATURAS DE LUZES DEBRUÇADAS EM UMA TELA DE INFORMÁTICA.
O QUE PARECE SER O NEXO DA CARNE EXPOSTA NO CARNAVAL, SEUS MODOS DE ESTAR CURTINDO A TUDO E A TODOS, NA REALIDADE JÁ NÃO FAZ MAIS TANTO SENTIDO EM UM PLANETA ONDE SUA CARNE JÁ FOI TÃO ARRASADA QUE SOBRARAM OS CONFETIS QUE, TAIS ESTRELAS DE PAPEL, NADA MAIS FAZEM DO QUE SE ACUMULAR SOBRE O ASFALTO CRU DA SOLIDÃO HUMANA...
NADA DO QUE ACHÁSSEMOS QUE PARECERIA SER, DIANTE DE FATOS QUE SE NOS APRESENTAM SUBJETIVAMENTE, O SERÃO FACILITADOS POR MEIO DE UMA RACIONALIZAÇÃO EXCESSIVA, PELO USO DE UMA LÓGICA REDUNDANTE, OU MERAMENTE PELO FATO DO SER HUMANO NÃO SER REALMENTE TÃO EXATO, PORQUANTO FEITO DE UM AMONTOADO DE MATÉRIA BIOLÓGICA, ONDE SEU ANIMISMO PODE ESTAR PROFUNDAMENTE INFLUENCIADO POR ALGUMA SUBSTÂNCIA, OU POR NÓDOAS DE CARÁTER QUE INTERFEREM EM SUAS RELAÇÕES DE PODER, NOS SEUS PENSAMENTOS EGOÍSTAS, OU MESMO NO HEDONISMO CABAL QUE TANTO FAZ PARTE DO "SER PROPRIETÁRIO", QUE INIBE QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA EM SE SOLIDARIZAR COM O PRÓXIMO, QUANDO O SER ESTÁ TÃO APEGADO ÀS COISAS DA MATÉRIA, SEU PRÓPRIO UMBIGO, SEU SEXO SECRETO OU SEUS DESEJOS MAIS ÍNTIMOS DE PRATICAR A DESONESTIDADE PARA COM OS OUTROS E A SI MESMO.
A REDUÇÃO DE DANOS: UMA ABORDAGEM TERAPÊUTICA CONTRA OS VÍCIOS
Por uma
experiência particular, portanto como paciente e portador da dependência da
nicotina, creio que salientar que essa experiência possa ser um atenuante da minha
própria enfermidade, creio que vale salientar a importância que tem sido meu
tratamento com relação ao uso da substância, no tempo em que experimento as
conquistas diárias do trato com essa luta em que podemos acreditar que toda a
questão de vencer qualquer vício não depende exclusivamente da força de
vontade, mas acima de tudo da recriação de hábitos que demandem um trato à nossa
própria consciência, rumo à libertação. Escrever sobre essa questão não é
meramente um ato formal, mas na verdade o que sinto é não poder ficar à mercê
de algo em que simplesmente a cessação imediata me traz prejuízos não apenas de
natureza cognitiva, mas de desconfortos que beiram atos que posso vir a cometer
nisso que se chama a compulsão, ou o que pode advir dela, quando estou sem a
substância ou os mecanismos de reposição paulatina, pelo menos naquilo que me
seja possível, com o controle imanente dos meus sentidos, e a crença em um
Poder maior a mim mesmo, que simbolizo como Cristo, na figura de Deus Filho, e
Krsna, na figura de Deus Pai. Assim concebo e quando simplesmente me abstraio e
preparo a lavra para que possa estar na companhia de Deus, me seja possível
vencer aqueles dias cruciais que sucedem os relapses,
ou recaídas, do dia anterior, quando no dia seguinte a compulsão me abraça e eu
já posso voltar a girar o timão para uma direção onde passo a controlar melhor
as minhas pulsões, com um superego mais atento e recalcando onde posso no
controle de dissipar melhor esses citados impulsos não apenas de hábitos
inconscientes, mas de abstinências que por vezes se tornam quase
incontornáveis... Perdura-se a fase em que tornamos a girar a questão do leme
de nossas vidas, e reitero ser de suma importância que minha experiência
pessoal venha a ser de valia a mais pessoas que vivenciam esses problemas de
natureza psíquica e de dependência química e comportamental.
O ser
humano possui a sua tipificação biológica, orgânica, seu cérebro jamais vai ser
igual ao de outro: reage de forma distinta na questão dos vícios, por vezes há
casos em que um homem ou uma mulher para de fumar e depois tenta se livrar do
alcoolismo e não consegue o êxito, enquanto outros conseguem até com certa
facilidade se livrar de alguma substância e depois fracassam em outra... Os
modos de se obter sucesso em uma empreitada contra qualquer vício faz por vezes
com que um fumante de maconha não consiga se livrar dessa droga, e ainda por
cima fica na fissura por um cigarro de tabaco, pois quase sempre uma coisa leva
à outra e mais outra nas drogas de combustão, podendo mesclar maconha com
cocaína e fumar a mescla e partir finalmente para fumar heroína ou crack. As
drogas sintéticas como a K9, um tipo de maconha, e finalmente o ecstasy, a
anfetamina e outras que chegam em profusão ao mercado, principalmente
Ocidental, fazem com que modalidades de vícios absurdos se instalem na mente
desses usuários, e a psiquiatria sequer encontre soluções palpáveis para muitos
casos. O que se pode contar com uma política pública é a redução, no caso do
tabagismo, de adesivos e gomas de mascar com nicotina, com assistência
psicossocial na abordagem do Brasil, e essa política pública pode estar sendo
fartamente utilizada como meio válido para que não se prolongue o vício da
nicotina, quando sabemos dos diversos males causados por essa droga, o tabaco,
que contém mais de 4000 substâncias tóxicas em sua composição.
Mas a “aquisição”
de níveis de consciência majorada espiritualmente, quando nos aproximamos de
Deus e tudo o que isso significa, quando temos a noção exata de que ele é que
deve nos comandar, e mesmo em dúvida, colocarmos nossa fé em dia através da meditação
e da oração, mesmo quando mais velhos e reclusos, o andamento de nossa
recuperação finca o pé na jornada que se torna mais e mais promissora ao
reiterarmos uma recuperação possível, com o apoio de grupos que nos deem a
retaguarda com bons companheiros de jornada... E quando estamos mais solitários
em nossos lares, solteiros, sem progênie, quando temos algo de Natureza em
nosso derredor, creiam-me, não estamos sozinhos, pois é o Poder de Deus acima
citado que irá nos dar as rédeas necessárias para que possamos não apenas nos
recuperar, mas igualmente estar em serviço e levar a mensagem para aqueles que
sofrem com os vícios em geral.
Na redução
de danos o objetivo é largarmos a substância, mas o acompanhamento médico se
faz necessário, como uma multidisciplinaridade que nos auxilie no sentido de
levar-nos a um bom andamento clínico e espiritual, rumo à libertação, não
apenas do cigarro de tabaco, como de todas as dependências que assolam um mundo
tão afeito às adições como um todo, em seu leque variado que, por mais
funcional que alguma substância e seu uso possa parecer, a sua essência vai ser
sempre a violação do nosso corpo, mente e espírito no sentido de usurpar de
nosso ser o segredo de uma vida melhor, que é a mera normalidade...
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
O CARNAVAL DEVE SER RESPEITADO COMO UMA FESTA POPULAR, MANIFESTAÇÃO DA CULTURA E NO BRASIL A INSPIRAÇÃO DE SAMBAS E DA MUSICALIDADE GENIAL QUE EMERGE DAS COMUNIDADES CARENTES, TÍPICAS E IMANENTES DO POVO CARENTE BRASILEIRO, O QUE TORNA-SE UM PARADOXO, TAL A GENIALIDADE E O TALENTO DOS NOMES DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA.
NO CARNAVAL AS PESSOAS GOSTAM DE TECER AS SUAS FANTASIAS E SER, AO MENOS DURANTE ESSES POUCOS DIAS DE FESTAS, TUDO O QUE IMAGINARAM SER POSSÍVEL DENTRO DAS POSSIBILIDADES PRATICAMENTE INSANAS DA BUSCA PELO PRAZES, E É NESSA FESTA QUE A QUESTÃO DA LOUCURA VÊM À TONA COM MUITA FORÇA, ANTES DA DEPRESSÃO DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS...
O primeiro “carnaval” do mundo não surgiu como uma festa única e definida, mas como um conjunto de celebrações muito antigas ligadas a rituais pagãos. Origens do Carnaval 🌍 Grécia Antiga: há registros de festas em honra a Dionísio (deus do vinho e da fertilidade), chamadas Bacanais, com desfiles, música e danças. Essas celebrações são consideradas uma das inspirações diretas para o carnaval moderno. Roma Antiga: os romanos celebravam as Saturnálias, festas em homenagem ao deus Saturno, marcadas pela inversão de papéis sociais (escravos e senhores trocavam funções por um dia). Idade Média: com o avanço do cristianismo, essas festas foram incorporadas ao calendário religioso como um período de excessos antes da Quaresma, dando origem ao carnaval como conhecemos hoje. COPILOT.
Origem do Carnaval O termo "Carnaval" deriva do latim "carne vale", que significa "adeus à carne". Essa expressão surgiu em referência ao período de jejum que se inicia na Quaresma, onde a carne é tradicionalmente evitada. O Carnaval é, portanto, visto como a última oportunidade para desfrutar de prazeres carnais antes desse período de abstinência. COPILOT.
O ESPELHO FIEL
Quem serias tu, se na latitude de meus versos eu não encontrasse mais inteira
Quanto, a parecer que a vida nos revelasse aqueles tempos em que te desconheço
No mais, tudo o que me destes a conhecer, nos dias em que o serviço te colocava
inquieta
E que, solicitamente, descortinaste o semblante em que te vi nos olhos crus de
amêndoas coletivas
No tapete sereno em que quiçá ainda mergulhes em meus versos, esse amálgama de
independência
Sem os subterfúgios da aurora em que me negastes, e que nela ainda estou já dormindo
À procura de outros semblantes em meu sonho em que já não apareces tão menina,
Mas que brincas esquecendo no regaço o mesmo caudal de tua superfície de ouro
antigo
Quanto o de sabermos que não queiras mesmo o de esquecer-me, posto que só te
encontro na sombra de teus dias
Enquanto ainda anunciavas estar ocupada com teus artefatos eletrônicos de
outrora
Seguindo o chiste de teus desavisos, o semblante sereno de meus passos, agora
em que te esqueço...