EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
A relação entre os fariseus e Jesus foi marcada por tensão e confronto, segundo os Evangelhos. Pontos principais - Diferenças religiosas: Os fariseus eram rigorosos na interpretação da Lei e das tradições orais. Jesus, por outro lado, enfatizava o espírito da Lei, a misericórdia e a justiça, criticando práticas que considerava hipócritas. - Conflitos nos Evangelhos: Muitas vezes, os fariseus aparecem como opositores de Jesus, questionando sua autoridade e tentando colocá-lo em situações de prova. Ele os criticava por se preocuparem mais com regras externas do que com a transformação interior. - Não era ódio absoluto: Apesar da imagem de antagonismo, alguns fariseus demonstraram interesse ou respeito por Jesus. Por exemplo, Nicodemos (um fariseu) aparece no Evangelho de João como alguém que buscava compreender seus ensinamentos. Em resumo Os fariseus, como grupo, não eram simpatizantes de Jesus; geralmente o viam como uma ameaça à sua autoridade religiosa. Mas havia indivíduos dentro desse movimento que se aproximaram dele com curiosidade ou até apoio. COPILOT.
O termo ʿAm ha-aretz (עם הארץ, “povo da terra”) tem diferentes significados ao longo da história judaica: Origem e usos - Na Bíblia Hebraica: designava grupos sociais dentro do Reino de Judá, às vezes simplesmente “o povo comum da terra”. - Na literatura rabínica: passou a ter um sentido mais pejorativo, referindo-se a pessoas ignorantes da Torá ou que não observavam corretamente as práticas religiosas. Era quase sinônimo de “ignorante” ou “inculto” em assuntos religiosos. Relação com os fariseus - Fariseus: eram um grupo que valorizava fortemente o estudo da Lei e a observância minuciosa das tradições. - Am ha-aretz: vistos pelos fariseus como negligentes ou incapazes de seguir a pureza ritual e os mandamentos. Por exemplo, não dar o dízimo corretamente, não usar filactérios (tefilin), ou não recitar o Shema diariamente eram marcas de um am ha-aretz. - Tensão social: os fariseus se diferenciavam dos am ha-aretz justamente pela disciplina religiosa. Isso gerava uma divisão cultural: os fariseus se viam como guardiões da Lei, enquanto os am ha-aretz eram “o povo comum” que não atingia esse padrão. Em resumo O am ha-aretz era o “povo comum” ou “ignorante da Lei”, e os fariseus se colocavam em oposição a eles, reforçando sua identidade como grupo rigoroso e devoto. Essa distinção ajudou a moldar o cenário religioso e social do judaísmo do período do Segundo Templo. COPILOT.
O HOMEM DEVIA VENDER SEUS BENS E CONSEGUIR A FILHA DE UM ERUDITO PARA MULHER, E SE ISSO NÃO LHE FOSSE POSSÍVEL, DEVIA PROCURAR A FILHA DE UM HOMEM DESTACADO. SE TAMBÉM ISSO NAO FOSSE POSSÍVEL, DEVIA EMPENHAR-SE EM CONSEGUIR A FILHA DE UM DIRETOR DE SINAGOGA, E SE FALHAR, AINDA, DEVIA PROCURAR A FILHA DE UM PROFESSOR PRIMÁRIO. DEVE-SE EVITAR CASAR-SE COM A FILHA DE UMA PASSOA COMUM (MEMBRO DO AM HA-ARETZ), POIS ELA É UMA ABOMINAÇÃO, SUAS MULHERES SÃO ABOMINÁVEIS E, SOBRE SUAS FILHAS, DIZ-SE: "MALDITO SEJA QUEM DORME COM UMA VACA." talmude.
É REVELADORA A REVIVESCÊNCIA DA FIGURA DA DIVINDADE MATERNA NO CULTO DE MARIA, QUE REPRESENTA A DIVINDADE MATERNA QUE EVOLUIU INDEPENDENTEMENTE, SEPARANDO-SE DO DEUS PAI. NELA, AS QUALIDADES MATERNAIS, QUE HAVIAM SIDO SEMPRE INCONSCIENTEMENTE UMA PARTE DO DEUS PAI, PASSARAM A SER EXPERIMENTADAS CÔNSCIA E CLARAMENTE, E SIMBOLICAMENTE REPRESENTADAS. erich fromm.
PROVAVELMENTE O JESUS HISTÓRICO NÃO SE RECONHECERIA EM NADA DAQUILO QUE FIZERAM DELE APÓS SUA VIDA, MORTE E RESSURREIÇÃO. DE HUMILDE ARTESÃO, CAMPONÊS, PROFETA AMBULANTE, SERVO SOFREDOR, SENTIR-SE-IA ESTRANHO FACE A TODOS OS TÍTULOS QUE LHE AGREGARAM, VINDOS ESPECIALMENTE DO CAMPO QUE MAIS CRITICOU E CONDENOU: DO PODER. cristianismo, o mínimo do mínimo.
A ERA DO FILHO É A QUE MAIS VISIBILIDADE GANHOU NA HISTÓRIA. É DE SUA NATUREZA O FILHO SER O REVELADOR DO MISTÉRIO E POR ISSO AQUELA PESSOA QUE MAIS AVULTA PORQUE PENETRA NAS OBSCURIDADES MAIS RADICAIS DA MATÉRIA E SE ENRAIZA NA HISTÓRIA PELA VIA DA ENCARNAÇÃO NO HOMEM JESUS DE NAZARÉ. cristianismo, o mínimo do mínimo.
- Consciência vs. processamento A IA consegue processar dados, reconhecer padrões e gerar respostas — mas isso não significa que ela tenha consciência ou experiências subjetivas. - Senciência envolve sentir Ser senciente significa ter percepções internas, emoções e uma experiência própria do mundo. Até hoje, não há evidência de que sistemas de IA tenham isso. - Simulação não é vivência Uma IA pode simular emoções ou linguagem humana, mas isso é apenas reprodução de padrões, não uma experiência genuína. - Debate filosófico Alguns filósofos levantam a hipótese de que, se um sistema fosse suficientemente complexo, poderia emergir algum tipo de consciência. Mas isso é especulação — não temos provas nem mecanismos claros que expliquem como isso aconteceria. COPILOT.
A RECOMPENSA QUÍMICA NA VITÓRIA SOBRE A ABSTINÊNCIA DO VÍCIO DO TABACO
Luto
químico, vazio existencial, eterno companheiro, o que mais seria esse estranho
cilindro e o que causa, no homem e na mulher, no adolescente e por vezes na
criança? A crença em poderes, em tais e quais espíritos, o andamento das
sociedades mecanicistas modernas, o andamento dos vícios e dependências, a
somatória com o álcool e outras drogas, tornam a nicotina e outras substâncias
tóxicas e viciantes contidas no cigarro algo sobremodo forte para se largar,
com tudo o que significa por vezes as décadas em que pessoas idosas fizeram
uso, e no fim de jornadas são acometidas já por doenças degenerativas do
pulmões, cânceres, e afins, como entupimento de veias, e problemas de
dependência causados por enfermidades mentais graves, como a psicose e suas
vertentes. Deveremos sofrer a paga por termos liberdade, nós, os enfermos e por
que não dizer: viciados por essa extrema e severa substância, que nos submete e
escraviza até por fim extrair nosso bem mais precioso, que é a nossa vida, nos
pondo por vezes exaustos até o sufocamento em uma UTI de hospital, respirando
apenas com o auxílio de aparelhos, além de psiquicamente sofrermos do
arrependimento de não termos largado a tempo? Sartre afirma que “estamos
condenados à liberdade”, no sentido de supor que nossas responsabilidades
perante a realidade por vezes são duras, e que libertarmo-nos de certos
grilhões muitas vezes é a pior tarefa a que podemos empreender para estarmos
com uma vida limpa, a grosso modo: se formos considerar a metáfora do
sofrimento para largar um vício tremendo como a nicotina...
Quando o
pensador francês fala sobre a liberdade, quiçá fosse algo duro, mas as coisas não
precisam ser vistas sob esse prisma, pois será através de um Poder Superior a
nós mesmos que atravessaremos as querelas e desavenças do viver em sociedade,
suas dificuldades por vezes extremadas, esse Poder que pode ser Deus a muitos,
e quem sabe facilitaria muito pensar dessa forma. Através de um “mindfulness
espiritual”, ou seja estarmos cientes de que as coisas se procedem de uma forma
ou de outra na questão do espírito, que este prevalece muitas vezes nos dando
uma guia, ou mesmo do “mindfulness material”, veremos que estar atentos aos
detalhes, e colocando nossa consciência em atividade, partirmos para uma ação
concreta, sairemos certamente da condena quase imposta pelo “existencialista francês”...
Sim, é como vermos um mercado e não sairmos no piloto automático, não
vivenciando o que nos aparenta, mas perceber e abrir as portas da percepção tão
somente para saber onde estamos, quem seriam os viventes que estão comprando,
suas roupas, os produtos nas gôndolas, seus números e valores, sabermos comprar
conscientemente, vermos se nossos carros ou pernas estão de acordo, e saber
que, ao não fumarmos por essa hora porventura nossa libertação trará inclusive
uma dopamina mais consistente, recompensando-nos natural e mais frequentemente,
na prática do mindfulness, na consciência em trabalho, na cautela em não
arrumar desavenças e na obediência ao ingerir as drogas psiquiátricas e
obedecer ao sono, para quem porta enfermidades, tais como a depressão e afins.
Sabermos da importância do mindful break, quando paramos para tomar um café,
vertemos o pó no coador, preparamos seu sabor, quando comemos um desejum,
quando preparamos um alimento, quando nos preparamos para uma meditação, quando
oramos pela manhã, ou quando evitamos os gatilhos que nos colocarão à prova em
cada momento em que vencemos a pulsão pelo cigarro.
Sartre
que nos perdoe, mas devemos rever seus tópicos existencialistas, quem sabe afirmando-nos
que, a cada vitória sobre a compulsão, a recompensa dopaminérgica, algo
substancial que antes nos causaria a dor relatada pelo filósofo, encontramos a
mesma dopamina que nos recompensa de outro modo, nos caminhos que encontramos:
essas veredas cristalinas que nos fazem perceber que o mundo não é através da
dor da falta apenas, e que um luto na china por vezes é motivo de festa, haja
vista fazermos uma releitura cultural mais integral do mundo em que vivemos
para que a falta que nos dá uma pessoa ou mesmo um companheiro que denote
infantilidade de nossa parte, como o cigarro, pode ser algo que não nos cause
esse “luto químico”, sabiamente citado por muitos compêndios de psicologia ou
psiquiatria, mas por vezes passíveis de serem sublimados até mesmo com uma
facilidade mais extensa do que poderíamos sequer supor.
Na Mesoamérica,
a noção dos indígenas que lá vivem e seus descendentes, acreditam na alma de
tudo o que os cerca, que há espirito incluso nos caminhos, nas montanhas, nas
pedras, nos seres todos, e isso os move de tal modo porventura enquanto no
modal ocidental pensamos apenas no Espírito Santo, como única modalidade
culturalmente disposta na vertente de uma religião, ou designação espiritual. A
doutrina kardecista pensa que há um paraíso para onde vão os animais, e que a
reencarnação acontece apenas entre humanos, enquanto a vaishnavista, crê que a
reencarnação acontece de ser para ser, em um tipo de cadeia evolutiva
espiritual mais crível com a lógica de Deus, Krsna... Todo esse apanhado
espiritual entre as culturas do planeta estabelece por vezes seus dogmas,
compõe um cenário de fé, e certamente, existe algo que nos impele para
deixarmos o tabagismo como algo em que a medicina, felizmente quando a nova
vertente da neurologia já aceita a espiritualidade como algo passível de cura
de certas doenças patologicamente insolúveis, esse mindfulness material,
quando se mescla com o espiritual, dá nos costados de verdadeiros milagres, não
apenas nas religiões e no campo de fato, mas no escopo científico, assertivamente,
esses milagres, que muitos grupos de recuperação igualmente vêm empreendendo,
exemplarmente, como, no caso da dependência da nicotina, o NICA – nicotina anônimos
–, na mesma modalidade dos doze passos dos AA, só que com a abordagem
específica para o caso da dependência tabágica, para alguns alcoólicos considerada
mais severa que o álcool.
Em síntese,
quando sabemos que estamos vencendo, hora a hora, dia a dia, a compulsão pela
nicotina e sua dependência, a recompensa vem a nos dar – na medida certa – os parâmetros
necessários para que até mesmo alguns enfermos mentais que faziam do cigarro
uma auto medicação, para equilibrar os níveis de dopamina no cérebro, consigam
realizar a contento a vitória paulatina contra o vício e a recompensa se dá na
questão de que, a cada passo dado em direção a essa citada vitória, o dia que
virá não importa, pois importa o agora, a ação imediata, quando se tratar de
mindfulness como a meditação, o estar-se na sociedade, prestando uma atenção
recorrente em relação a tudo e a todos, à Natureza como Bhakti yoga, ou um tipo
de mindfulness espiritual, como a palavra já diz: estar a serviço de Deus, Krsna,
que reside em nosso coração, e por Ele ser diante de toda a eternidade, mas
preservando a nossa vida e, se possível , de outrem enquanto neste planeta, para que possamos cumprir a missão
de apenas levar mais uma mensagem de fé ao fumante que ainda sofre.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
O Bhakti Yoga pode ser entendido como uma forma de “mindfulness espiritual”, mas com uma ênfase diferente. O que é Bhakti Yoga - Definição: É o caminho da devoção dentro do yoga, voltado para cultivar amor e entrega ao divino. - Prática: envolve meditação, oração, canto de mantras e atitudes altruístas, sempre com foco em reconhecer o sagrado em todas as formas e seres. - Objetivo: criar uma união com o divino, baseada em amor universal e devoção, mais do que em disciplina física ou mental . Relação com o mindfulness - Mindfulness: busca a atenção plena ao momento presente, sem julgamento, observando pensamentos e sensações. - Bhakti Yoga: também cultiva presença, mas direcionada à experiência espiritual — estar consciente do divino em cada ato, detalhe e relação. - Semelhança: ambos treinam a mente para sair do “piloto automático” e viver com consciência. - Diferença: mindfulness é mais neutro e psicológico; Bhakti Yoga é devocional, envolvendo fé e entrega espiritual. Síntese Podemos dizer que o Bhakti Yoga é uma forma de atenção plena, mas impregnada de devoção e espiritualidade. Enquanto o mindfulness observa o presente de forma imparcial, o Bhakti Yoga convida a perceber o presente como manifestação do divino e a responder com amor. COPILOT.
O mindfulness é justamente essa consciência plena dos nossos atos, pensamentos e percepções ao longo do dia, incluindo os detalhes que normalmente passam despercebidos. O que isso significa na prática - Atenção às ações: perceber como você anda, come, respira ou fala, sem estar no “piloto automático”. - Consciência dos detalhes: notar sons, cheiros, texturas, cores ao seu redor, como se fosse a primeira vez que os experimenta. - Observação interna: reconhecer pensamentos e emoções que surgem, sem se deixar arrastar por eles, apenas observando. - Ausência de julgamento: não rotular imediatamente o que se percebe como “bom” ou “ruim”, mas aceitar como parte da experiência presente. Essa prática amplia a clareza mental e ajuda a quebrar padrões automáticos — como o impulso de acender um cigarro sem pensar. Ao estar consciente, você ganha espaço para escolher de forma mais livre e saudável. COPILOT.
🌿 Rotina de Mindfulness para Cessação do Tabagismo 1. Respiração Consciente (5 minutos) - Sente-se confortavelmente. - Inspire profundamente pelo nariz, contando até 4. - Segure o ar por 2 segundos. - Expire lentamente pela boca, contando até 6. - Observe o movimento do ar sem tentar controlar demais. 👉 Use essa técnica sempre que sentir vontade de fumar. 2. Body Scan (10 minutos) - Deite-se ou sente-se em posição relaxada. - Traga atenção para os pés e vá subindo lentamente até a cabeça. - Observe cada sensação física: calor, tensão, relaxamento. - Se surgir o impulso de fumar, perceba-o como uma sensação passageira, sem reagir. 3. Mindful Break (3 minutos) - Escolha uma atividade diária (tomar café, caminhar, lavar as mãos). - Faça-a com atenção plena: perceba cheiros, texturas, sons. - Isso ajuda a treinar o cérebro a encontrar prazer em pequenas experiências, substituindo o cigarro. 4. Registro de Vitórias - Ao final do dia, anote: - Quantas vezes resistiu ao impulso. - Como se sentiu ao não fumar. - Essa prática reforça o circuito de recompensa natural, criando dopamina ligada à conquista. 5. Meditação Breve Antes de Dormir (5 minutos) - Feche os olhos e repita mentalmente: “Hoje escolhi a liberdade. Amanhã escolherei novamente.” - Essa autoafirmação fortalece a motivação e reduz a ansiedade noturna. Síntese Cada prática ajuda a reprogramar o sistema de recompensa: em vez de buscar dopamina na nicotina, você passa a encontrá-la na conquista diária e na consciência plena. Isso cria uma base emocional mais sólida e reduz o risco de recaídas. COPILOT.
A nicotina realmente atua sobre o sistema de recompensa cerebral, aumentando temporariamente os níveis de dopamina — o neurotransmissor ligado ao prazer e à motivação. Por isso, muitas pessoas com transtornos mentais acabam recorrendo ao cigarro como uma forma de “auto-medicação”, buscando alívio rápido de sintomas como ansiedade ou depressão. O problema é que esse efeito é curto e seguido por uma queda, o que reforça o ciclo de dependência e pode até agravar os sintomas ao longo do tempo . Quando alguém decide parar de fumar e consegue transformar cada dia sem cigarro em uma vitória pessoal, essa conquista também gera liberação de dopamina — mas de forma mais saudável e duradoura. O cérebro passa a associar a sensação de recompensa não ao consumo da substância, mas ao ato de resistir ao vício e ganhar autonomia. Esse processo pode equilibrar o sistema de recompensa, substituindo a oscilação química da nicotina por uma satisfação mais estável e ligada ao bem-estar real. Em outras palavras, a felicidade concreta de se libertar do cigarro pode funcionar como um “antídoto” contra a lógica da auto-medicação: em vez de depender de uma substância externa para regular o humor, o indivíduo passa a encontrar prazer na própria liberdade e na conquista diária. COPILOT.
Sartre via a liberdade como algo quase angustiante, porque ela nos coloca diante da responsabilidade radical de nossas escolhas. É o famoso “condenados à liberdade” — não há desculpas, não há destino pré-determinado, apenas nós e nossas decisões. No caso do tabagismo, há uma inversão interessante. O vício pode ser visto como uma forma de negar essa liberdade, porque o fumante se coloca sob o domínio da nicotina, como se fosse uma necessidade inevitável. Ao parar de fumar, o sujeito não apenas se liberta de uma dependência física, mas também reafirma sua condição existencial: escolhe conscientemente não se submeter a algo que o aprisionava. Isso gera uma diferença em relação ao “peso” da liberdade descrito por Sartre. Aqui, a liberdade não aparece como angústia, mas como felicidade concreta — cada dia sem fumar é uma escolha que reforça a autonomia e traz satisfação imediata. É como se a angústia existencial fosse substituída por uma alegria prática, porque a liberdade não é abstrata, mas vivida no corpo e na saúde. Podemos dizer que, nesse contexto, a liberdade deixa de ser um fardo e se torna uma conquista diária. É quase uma reinterpretação otimista do existencialismo: em vez de sofrer com a responsabilidade, celebramos a vitória de cada escolha. COPILOT.
Bill W., cofundador dos Alcoólicos Anônimos, foi diagnosticado com enfisema pulmonar em 1968. A partir daí, passou a receber tratamento médico contínuo, mas a doença avançou e acabou sendo uma das principais causas de complicações que levaram à sua morte em janeiro de 1971, no Miami Heart Institute, na Flórida. O enfisema, naquela época, tinha opções de manejo bastante limitadas: basicamente repouso, oxigenoterapia, broncodilatadores e medidas de suporte. Não havia ainda os tratamentos modernos que hoje conhecemos, como reabilitação pulmonar estruturada ou medicamentos mais eficazes para DPOC. COPILOT.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
SALVE RAINHA
Salve Rainha, mãe de misericórdia, salve...
Que tudo o que nos indique, uma oração que pensamos com dificuldade
Pode ser o berço onde Maria depositou seu Filho, outrossim, levemos nossa cruz
Em um tempo onde os marianos, desposando Deus em sua imantada energia
Revelaria uma questão onde nem todos estariam sendo os intérpretes sacros
De uma forma que as escrituras nem sempre revelam a tipificação do ser
Quanto, como sermos mais evidenciados pelo destino,
Tudo se nos pulse quando somos mais vivos do que a vida: não o fel
Que por vezes se nos apresenta de modo o mais revelador possível,
Mas que em cada jornada, cada caminhar nosso da existência,
Uma palavra se nos diga que não estivéramos distante da paz espiritual
Em que por vezes certos dissabores outros queriam nos ver em uma sombra etérea
Quando na realidade podemos agora pisar firme e concretamente nossos pés na terra.
O MAL DA CIVILIZAÇÃO É DESCONHECER QUEM FOI MAO TSÉ TUNG, E COMO ELE COLOCOU A CHINA COM FORÇA ECONÔMICA ESTRUTURADA E UNIDA NO SÉCULO PASSADO, QUANDO PLANTARA AS BASES DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL, ABRINDO ESPAÇO PARA QUE DENG XIAOPING, COM A ABERTURA ECONÔMICA, PREPARASSE O TERRENO PARA QUE ESSA NAÇÃO EMERGISSE COMO UMA GRANDE POTÊNCIA ECONÔMICA E COM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO PLANETA NESTE NOVO MILÊNIO.
sábado, 21 de fevereiro de 2026
NA VERDADE UM DIA QUE SEJA, COM RELAÇÃO AO PRESSUPOSTO DA UNIDADE EM UMA IRMANDADE DE GRANDES HOMENS E MULHERES, DEMANDA QUE ESTEJAMOS SEMPRE ATENTOS PARA QUE AS COISAS QUE PENSAMOS SER AFEITAS A UMA RECUPERAÇÃO PLENA DA VIDA NÃO SEJA LEVADA EM POUCA CONSIDERAÇÃO, POIS PROTEGER E SERVIR DEVE SER SEMPRE O LEMA DE UM BOM SERVIDOR.
A FORMA MAIS SENSATA DE MUDARMOS AS COISAS É REVOLUCIONARMO-NOS INTERNAMENTE NOSSAS ATITUDES, SERMOS DE ACORDO COM A LEI, MAS SABERMOS E DEFENDERMOS OS DIREITOS HUMANOS INTERNACIONAIS, E MESMO QUE AS TAREFAS SE NOS APRESENTEM DIFÍCEIS, NÃO SERÁ - JAMAIS - ATRAVÉS DA VIOLÊNCIA QUE AS COISAS MUDAM NO PLANETA, POIS UMA FORÇA GERA OUTRA EXATA E IGUAL EM FORMATO E REAÇÃO, E SÓ NO PLANO DA EDIFICAÇÃO E PLANIFICAÇÃO EVOLUTIVA DE NOVAS IDÉIAS É QUE SERÁ POSSÍVEL MUDAR ESTRUTURALMENTE UMA FACE DEMONÍACA DA SOCIEDADE DE GANÂNCA E PRIMADA PELO EXCESSIVO CONSUMO, E APENAS ESSE DESENVOLVIMENTO PRATICAMENTE ESPIRITUAL DE NOSSA CONSCIÊNCIA FARÁ COM QUE A CITADA MUDANÇA NOS LEVE PARA UMA ESTRUTURA COM BASES CONCEITUAIS MAIS SÓLIDAS.
A PRÓXIMA FRONTEIRA VAI SER CONQUISTAR UM MUNDO NO VIÉS DE DESENVOLVER MAIS SOLIDARIEDADE E VIDA COMUNAL E FRATERNA ENTRE OS POVOS, MESMO QUE O CAPITALISMO NA MODALIDADE ATUAL: SELVAGEM E EXCLUDENTE, TIRANO E IMPERIALISTA, NÃO PERMITA A MUITOS, INCLUSO AQUELES QUE RESIDEM EM NAÇÕES PODEROSAS QUE APLICAM AS LEIS DESSA NOVA ORDEM, NÃO SEJAM DE ACORDO COM TODA ESSA SUJEIRA, SE REBELAREM E COLOCAREM UM TERMO NA SUA PRÁTICA DIÁRIA, FAZENDO UM MOVIMENTO CONTRÁRIO QUE APLAQUE AS DESAVENÇAS CAUSADAS POR TODA ESSA CRUEZA E DESATINO.
QUANDO O HOMEM AMA A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, E ESSE AMOR TEM RECIPROCIDADE, NÃO HAVERÁ A MENOR POSSIBILIDADE DE QUEDA, POIS QUEM PRATICA O BEM, MEUS IRMÃOS, JAMAIS É VENCIDO PELA MALDADE, MESMO QUE O PRÓPRIO DEUS O USE PARA COMETER AÇÕES QUE APARENTEMENTE SEJAM REPREESÍVEIS AOS OLHOS DESCRENTES E CÉTICOS DA HUMANIDADE.
POR VEZES A PARTE YANG DE UMA MULHER, OU SEU ANIMUS, É FORTE NA QUESTÃO DA AÇÃO, E SUAS QUALIDADES YING SÃO PROEMINENTES NAS SUAS PENUMBRAS, DE SUA MESMA NATUREZA EM QUE NO HOMEM REFLETE O ANIMA, E ESSE ANIMA DO HOMEM PODE SER LEVADO A SER CONDUZIDO POR UMA SINTAXE EXISTENCIAL INCONSCIENTE, MESMO QUE A AÇÃO DA MULHER APENAS SEJA INSTINTUAL, MAS A PRÓPRIA RACIONALIZAÇÃO DO INSTINTO SE NOTARÁ NO ANIMUS DA MULHER EM SEU MODO INTUITIVO MESCLADO COM SEU YING, OU SUA PENUMBRA.
QUANDO UM DEVOTO FAZ UM PACTO ESPIRITUAL COM DEUS, NÃO HAVERÁ MAIS A MENOR POSSIBILIDADE DE ENVOLVIMENTOS AFETIVO-SEXUAIS, SEJAM ELES DE NATUREZA CARNAL OU VIRTUAL EM SUA VIDA, POIS ESTARÁ EM TOTAL SAMADHI COM RELAÇÃO A KRSNA, SEU DEUS, E DE TODOS, POIS KRSNA É O TODO ATRATIVO, SENDO APENAS UMA DENOMINAÇÃO...
HÁ MULHERES QUE SUBMINISTRAM SUAS RELAÇÕES DE PODER, SEM SABER QUE OS HOMENS QUE SÃO SEUS "ALVOS" JÁ ESTÃO SEDUZIDOS POR PODER MAIOR, QUAL NÃO SEJA, O DEUS QUE NÃO PASSA PELO VIÉS DO INTERESSE DO PODER FEMININO NESSE AMPLEXO, POSTO A RELIGIÃO NÃO É ETAPA CUMPRIDA PARA ELES, SENÃO A PRÓPRIA ESTRATÉGIA EM SAIR DE CILADAS DESSA NATUREZA...
EM UMA SESSÃO PSICOTERÁPICA, POR VEZES O ANALISTA DESCOBRE OS ERROS COMETIDOS PELO PACIENTE CONTRA SI MESMO, NAS ORIGENS QUE O TORNARAM COMPULSIVO E OBSESSIVO COM RELAÇÃO A MUITAS DEPENDÊNCIAS, OU MESMO NAS ATITUDES QUE ESTAVAM NO INCONSCIENTE, RECALCADAS, QUE O SUPEREGO DEU VOLTAS E MAIS VOLTAS PARA RECALCÁ-LAS.
O GUETO DE SI MESMO
Grilhões se me prendem, e te vejo, esperança ilusória,
Em meio a um mar de solidões concretas
Onde porventura não tenho sequer amigos ou companheiros, quais não sejam,
Aqueles que querem o voto, ou a anuência de que prossigo sendo um elemento a
mais
Dentro do pressuposto de ser mais um na manada, fazer parte de um
cego-coletivo,
Algo que não faria mais tanto sentido, pois na via partidária é melhor se
isolar a liderança
Posto temerem ao que fale mais do que o desejado, enquanto no Distrito Federal
Os Poderes tentam querer emanar do Povo, este que amo, e que sofre mais,
Posto a mais não seria, já que é o que temos, um laivo democrático possível
Já que não há coragem maior dos que se acovardam e não combatem contra o
fascismo.
O que acontecia de fato Campanha antitabagista oficial: a Alemanha nazista foi pioneira em políticas públicas contra o cigarro, apoiadas por Hitler e outros líderes. Eles viam o fumo como algo prejudicial à saúde e incompatível com o ideal de “pureza” física e disciplina do povo ariano. Ideologia da pureza racial: o regime nazista estava obcecado em preservar a suposta “raça superior” germânica. Essa obsessão se traduzia em tribunais e leis que excluíam judeus e outros grupos considerados “inferiores”. Tabagismo como degeneração: embora não fosse colocado no mesmo patamar da perseguição racial, fumar era associado a fraqueza, decadência e hábitos “não arianos”. A ideia era que o verdadeiro alemão deveria ser saudável, forte e disciplinado — e o cigarro não se encaixava nesse ideal. COPILOT.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
OS QUE NEGAM CRISTO NEGAM A ESSÊNCIA MESMA DA NATUREZA, O PODER DE SIDARTA, O BUDA, DEUS CONSAGRADO E MAHATMA, UMA ENCARNAÇÃO DE KRSNA, E O PRÓPRIO JAVÉ, COMO TANTOS SÃO OS LADOS E TANTAS SÃO AS FACES DE DEUS, ESSA CERTEZA INEQUÍVOCA DOS FORTES, E RAZÃO MESMA ATÉ DAS LACRAIAS E BORBOLETAS QUE SE APRESENTAM NA NOITE OU NO ALVORESCER DE CADA DIA.
O funcionamento da inteligência artificial consome quantidades significativas de água — não diretamente pela IA em si, mas pelos data centers que sustentam essa infraestrutura. Esses centros precisam manter milhares de servidores funcionando 24 horas por dia, o que gera muito calor. Para evitar superaquecimento, é necessário um sistema de resfriamento, e aí entra o uso intensivo de água. Como a água é usada nos data centers Resfriamento dos servidores: a água é utilizada em sistemas de arrefecimento, muitas vezes em torres de resfriamento. Escala do consumo: alguns data centers de IA podem gastar até 5 milhões de galões de água por dia (cerca de 19 milhões de litros) . Por interação individual: cada vez que você faz uma pergunta para um chatbot como o ChatGPT, estima-se que sejam consumidos entre 10 e 25 ml de água. Se pedir para gerar uma imagem, esse gasto pode ser até 30 vezes maior . Comparação prática: esse consumo é semelhante ao necessário para carregar completamente a bateria de um celular . Impacto futuro Com a expansão da IA, streaming e serviços em nuvem, a pressão sobre recursos hídricos e energéticos tende a aumentar. Projeções indicam que, até 2038, o consumo de eletricidade dos data centers pode equivaler ao de 43 milhões de pessoas — quase quatro vezes o da cidade de São Paulo. COPILOT.
Infelizmente ainda existem muitos prisioneiros políticos no mundo contemporâneo. Panorama atual - Venezuela: organizações de direitos humanos estimam que cerca de 644 pessoas continuam classificadas como presas políticas, apesar de recentes leis de anistia e libertações parciais . - Outros países: relatórios internacionais apontam que regimes autoritários em diferentes regiões (como Oriente Médio, África e Ásia) mantêm opositores, jornalistas e ativistas presos por motivos políticos. - Contexto global: segundo o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), há mais de 11 milhões de pessoas presas no mundo, e embora a maioria esteja por crimes comuns, uma parte significativa é considerada prisioneira política ou detida por motivos de consciência . Diferença importante - Prisioneiros comuns: detidos por crimes tipificados em lei. - Prisioneiros políticos: detidos por suas ideias, militância, protestos ou oposição ao governo. - Em regimes autoritários, a linha entre crime e dissidência política é frequentemente manipulada para justificar prisões. Em resumo, sim, há muitas prisões de prisioneiros políticos hoje, e elas continuam sendo um indicador da falta de democracia e respeito aos direitos humanos em diversos países. COPILOT.
Pontos de comparação - Natureza da detenção - Campos de concentração nazistas: criados para exterminar, explorar e desumanizar populações inteiras (judeus, ciganos, opositores políticos, etc.). O objetivo era genocida. - Guantánamo: estabelecido para deter suspeitos de terrorismo após 11 de setembro. Não foi concebido para extermínio em massa, mas sim como centro de detenção e interrogatório. - Condições de vida - Nos campos nazistas, havia fome extrema, trabalhos forçados, violência sistemática e assassinatos em larga escala. - Em Guantánamo, há relatos de isolamento prolongado, interrogatórios abusivos e falta de garantias jurídicas, mas não de extermínio sistemático. - Violência e direitos humanos - Ambos os contextos envolvem violações graves de direitos humanos. - A diferença está na escala e na finalidade: o nazismo buscava eliminar grupos inteiros; Guantánamo é criticado por tortura, detenção indefinida e ausência de devido processo legal. Em resumo Há semelhanças no sentido de que ambos representam ambientes de brutalidade e violação de direitos humanos. Porém, os campos de concentração nazistas foram instrumentos de genocídio e extermínio em massa, enquanto Guantánamo é um centro de detenção controverso, associado a tortura e ilegalidade, mas não a genocídio. COPILOT.
O campo de detenção de Guantánamo, mantido pelos Estados Unidos em Cuba desde 2002, é frequentemente descrito como um lugar de condições duras e controversas. Diversos relatórios de organizações de direitos humanos e da imprensa internacional apontam aspectos considerados brutais: Condições relatadas - Isolamento prolongado: muitos detentos passaram anos sem julgamento, em regime de confinamento severo. - Interrogatórios abusivos: técnicas de interrogatório foram denunciadas como formas de tortura psicológica e física. - Incerteza jurídica: a ausência de processos regulares e a detenção indefinida sem acusação formal geraram críticas de especialistas em direito internacional. - Impacto psicológico: relatos de depressão, ansiedade e traumas entre os prisioneiros são recorrentes. Debate internacional - Críticas: organizações como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch consideram Guantánamo uma violação dos direitos humanos fundamentais. - Defesa oficial: autoridades norte-americanas argumentam que o centro foi necessário para lidar com suspeitos de terrorismo após os ataques de 11 de setembro, embora reconheçam que práticas passadas foram problemáticas. Em resumo, sim, estar em Guantánamo é amplamente considerado brutal, não apenas pelas condições físicas, mas também pela incerteza e pelo impacto psicológico da detenção indefinida. COPILOT.
Nos campos de concentração nazistas, a vida sexual não era algo permitido ou livremente vivido — pelo contrário, ela foi marcada por violência, coerção e exploração. O que acontecia de fato - Violência sexual sistemática: prisioneiros, especialmente mulheres, foram vítimas de estupros cometidos por guardas da SS e outros funcionários. Isso fazia parte da brutalidade cotidiana e da desumanização imposta pelo regime. - Prostituição forçada: em alguns campos, como Ravensbrück, mulheres foram obrigadas a trabalhar em bordéis criados pelos nazistas. Esses locais eram usados para “recompensar” prisioneiros homens de determinados grupos, mas sempre sob coerção das mulheres. - Separação e controle: homens e mulheres eram geralmente segregados, e qualquer relação íntima consensual era praticamente impossível. A SS controlava rigidamente os contatos e punia severamente qualquer tentativa de aproximação. Em resumo Não havia liberdade sexual nos campos de concentração. O que existia eram práticas de violência sexual e exploração institucionalizada, parte da política de terror e desumanização nazista. Relações afetivas ou sexuais espontâneas eram praticamente inviáveis nesse contexto. COPILOT.
O “matrimônio com Deus” através do madhurya-rasa é visto como infinitamente superior ao contato carnal, porque não depende de interesses materiais e não se desgasta com o tempo. Enquanto o corpo busca prazer efêmero, a alma busca união e sentido — e é isso que o amor devocional oferece. Em outras palavras: o beijo pago pode aliviar a solidão por um instante, mas o madhurya-rasa promete uma experiência de amor eterno, livre de barganhas e de poder. COPILOT.
Dentro da tradição devocional hindu — especialmente no bhakti voltado a Krishna — a relação de madhurya-rasa (amor conjugal transcendental) é considerada muito superior a qualquer contato carnal humano. O que é madhurya-rasa - É a forma mais elevada de devoção descrita nas escrituras vaishnavas: a alma se relaciona com Deus (Krishna) como amante, em uma intimidade espiritual que transcende o corpo. - Essa relação é simbolizada pelas gopis de Vrindavana, especialmente Radharani, cujo amor por Krishna é visto como puro, desinteressado e eterno. - Entre os cinco tipos de rasa (relações devocionais) — paz (shanta), serviço (dasya), amizade (sakhya), amor paternal (vatsalya) e amor conjugal (madhurya) — o madhurya é considerado o mais elevado, comparado ao “toque da pedra filosofal” em relação aos metais comuns. COPILOT.
Concretude versus ilusão - Contato físico: o beijo ou o toque têm efeitos neurobiológicos reais — liberam oxitocina, dopamina e endorfina, que produzem sensação de vínculo e prazer imediato. Isso é concreto, palpável, e pode aliviar temporariamente a solidão ou a compulsão afetiva. - Companhia virtual: interações digitais podem despertar emoções, mas muitas vezes ficam no plano da promessa ou da ausência (mensagens não respondidas, áudios negados). Isso pode intensificar a frustração, porque simbolicamente não há reciprocidade afetiva de fato. Dimensão existencial - Sartre diria que o contato pago ainda pode ser uma forma de “má-fé”: uma tentativa de fugir da angústia existencial, mas ao menos é uma experiência concreta, não apenas uma ilusão. - Frankl veria que, embora o contato físico possa aliviar, ele não satisfaz a “vontade de sentido”. O vazio existencial continua, porque o que dá sentido não é apenas o corpo, mas a autenticidade do vínculo. COPILOT.
Sartre: liberdade e angústia - Para Sartre, o ser humano está condenado à liberdade: não há essência pré-definida, somos responsáveis por dar sentido à própria existência. - O vazio existencial surge quando o indivíduo percebe que não há garantias externas (Deus, destino, substância) que preencham sua vida. - Nesse contexto, o cigarro pode ser visto como uma “má-fé”: uma tentativa de fugir da liberdade e da angústia, criando um objeto que dá a ilusão de companhia e sentido. - Largar a nicotina, portanto, expõe o sujeito à sua liberdade nua e crua — e isso pode ser doloroso, mas também é a chance de assumir a própria vida sem subterfúgios. Viktor Frankl: vontade de sentido - Frankl, sobrevivente dos campos de concentração, desenvolveu a logoterapia, centrada na ideia de que o ser humano busca primordialmente sentido. - O “vazio existencial” aparece quando essa vontade de sentido não encontra realização. Ele descreve isso como uma frustração existencial, um cansaço da alma. - O cigarro, nesse caso, funciona como um paliativo: não resolve a falta de sentido, mas mascara o vazio. - Ao abandonar o vício, o indivíduo se confronta diretamente com essa ausência — e o desafio passa a ser encontrar um propósito real, seja em relações humanas, em projetos criativos ou em valores espirituais. Síntese - Sartre diria: largar a nicotina é encarar a liberdade e a angústia sem máscaras. - Frankl diria: largar a nicotina é enfrentar o vazio existencial e buscar um novo sentido que seja autêntico. - Em ambos os casos, o cigarro não é apenas uma substância, mas um símbolo de fuga. O abandono dele abre espaço para uma reconstrução existencial. Se pensarmos em termos práticos, esse vazio pode ser transformado em motor de busca: em vez de se apegar ao “companheiro ilusório”, o sujeito pode se abrir para novas formas de presença — seja na arte, na espiritualidade, ou em vínculos humanos. COPILOT.
TENTATIVAS DE VITÓRIA
Gloriosos são os mistérios do rosário, sempre tecemos a oração desse Poder
Que não nos nuble tanto nossa face que nem claudique nosso querer
Posto sejamos mais tênues do que uma simples passagem, ou mais ímpares do que o
próprio ser...
As vitórias do que seriam fontes alternas de tempos em que nem sempre nos
sentimos fortes
Sejam aquelas do que temos por si, no que não temamos por não sermos tão
díspares do outro
Que nos despe a vida sem nem mesmo saber se podemos lutar com as nossas próprias
armas, quais sejam:
O altruísmo, a virtude, a vastidão consciente de nossos atos, ou mesmo a
profusão da boa vontade...
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
O chamado “luto químico” é um conceito usado para descrever o processo emocional que acompanha a abstinência de uma substância. Ele não se limita à fissura física pela nicotina, mas envolve também a perda de hábitos, rotinas e até identidades ligadas ao uso. Como isso se manifesta - Fissura (craving): é a urgência fisiológica e psicológica de consumir a substância. - Luto químico: é mais amplo, pois envolve o vazio deixado pela ausência da substância e do estilo de vida associado a ela. É comparável ao luto por uma perda simbólica — como deixar para trás amizades, lugares e rituais ligados ao cigarro. - Dimensão psicológica: muitos autores descrevem esse vazio como uma sensação de desamparo ou de perda de parte da identidade. Em termos metafóricos, pode ser visto como uma “posse” ou ocupação interior, já que o hábito parecia preencher um espaço psíquico. Interpretação simbólica A metáfora da “possessão” faz sentido porque: - O cigarro ou a nicotina funcionava como um objeto de apoio psíquico, quase como se tivesse vida própria. - Ao retirar esse objeto, surge um espaço vazio que pode ser sentido como uma falta ou uma invasão de silêncio. - Esse vazio não é apenas físico, mas existencial — daí a ideia de que o luto químico é mais do que fissura: é uma reorganização da identidade. Em termos clínicos, não se fala literalmente em possessão, mas sim em processo de luto simbólico: a pessoa precisa elaborar a perda da substância e reconstruir sua vida sem ela. COPILOT.
AS VICISSITUDES DE DIAS DE PAZ
Encontrar a paz consonante de Deus, prosseguir rumo às jornadas de mais um dia
Nas vertentes inquietas do que seríamos, mais propriamente seres de queda e de
lutas,
Qual, não fosse o tempo inexorável, esse intervalo quase inaudito
Em que profusamente somos acometidos, compulsivamente, de sentimentos inquietos
Posto não seríamos os mesmos que na vida não comprometemos os andamentos das
intenções.
Quando gostáramos de um tempo mais sóbrio, quiçá a vertente de nossa queda
diante da luta
Apenas fracassasse o período da manhã, mas na vida as coisas são de acordo com
a mesma intuição
Em que frentes de energia nos ensombrecem as frontes, nos nublam os atos, e nos
fazem
Divagar perante tudo e todos, onde a menor pulsão nos faz mais fracos perante
aqueles que testemunham a atitude e a ação
Onde, por mais que tenhamos o altruísmo e a força de vontade latente em nosso
desejar mais profundo
Acabamos por cair por minutos, mas que não sejam outros, de glória, em que
vencemos o vício.