Nascido de uma mulher, de uma filha da
terra de Israel,
Serias algo a mais a não saber, a redenção,
aquilo que quebrou o diabo,
Livrou os crentes do mal, o segundo
Adão, o outro, aquele que nos salva,
Não um ente criado a
partir do nada, mas o Filho do Criador, do Pai,
Posto Bach, em
seu “Jesus A Alegria Dos Homens” nos remete ao milagre da
música
E quem sabe eu aprenda algum dia que a flauta que me
concedes em Teu dom
Seja por mim instrumento de Deus, quando sei
que a minha lucidez passa pela arte
Assim como meu ser dedicado
seja diante dos fardos que carrego diante de mim mesmo,
Até
mesmo quando não sei se estou digno de tuas bênção, já que
apenas cumpro uma missão...
E me pergunto: o que levou os santos aos seus martírios, como com o apóstolo Pedro,
Senão uma fé inquebrantável no Salvador, essa certeza da salvação, de estar em unidade
E comungar entre si, com os seres da Terra, para além da morte daqui e por diante,
Uma certeza sem promessas vis, sem saber na carne o martírio da carne, senão só espírito
Qual, a consagração e a vitória de que a passagem pelo mundo se identifica no Espírito Santo, e só pela Trindade se vive!
EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
domingo, 5 de julho de 2026
O FILHO DO HOMEM
sábado, 4 de julho de 2026
QUANDO NOS SURPREENDEMOS PERDENDO BATALHAS IMPORTANTES PARA A NOSSA VIDA, PARECE QUE ALGO SE NOS ACOMETE DE TRÁGICO, UMA SENSAÇÃO DE FRUSTRAÇÃO, ALGO QUE PARECE NÃO TER VOLTA, E O FATO DE TERMOS QUE NOS ERGUER NOVAMENTE PARA LUTAR POR VEZES EXTENUA SOBREMODO NOSSAS ASPIRAÇÕES E SONHOS EM PROSSEGUIR QUERENDO APENAS VITÓRIAS QUE NÃO SEJAM TÃO IMPOSSÍVEIS.
O VÍCIO NA NICOTINA: AS RECAÍDAS RENITENTES
Tomo para
mim certas responsabilidades, mas o que se passou hoje, nesta madrugada, foi um
mal estar no coração, certamente por estar usando adesivos de reposição de
nicotina e não ter suportado a angústia da compulsão pelo tabaco. A impressão
que tive foi de morte quase súbita. Mais do que depressa, retirei o adesivo e
continuo fumando, havia esquecido de tomar o ansiolítico noturno, e a
expectativa de falar com o médico pneumologista é grande. Tomei o ansiolítico
já na madrugada, e sei que não vou conseguir dormir mais esta noite, temendo
por não resistir muito tempo a esse suplício... Maldita seja a indústria que
inventou o cigarro, maldito seja esse vício diabólico, essa doença da qual faço
parte e que sei que me consome o pulmão e minha vida, sem nada de bom a
oferecer, a não ser destruição e padecimentos. É um crime saber que essa droga
tremenda é liberada, e que a nicotina não perde nem para o crack em termos de
tornar uma pessoa dela dependente, agrilhoando-a a uma escravidão física,
emocional e espiritual. Uma ira sem precedentes perante mim mesmo me acomete, e
acredito ser o ser mais abjeto de entre os homens, por não ter capacidade de
controlar algo que me mata pouco a pouco. De participar desse estranho festim
demoníaco, esse sabá medieval, essa droga em que jamais encontrei precedente,
em todas que tive contato em meus tempos de ativa de drogadição. Estarei
buscando o suicídio, ou a leve impressão de que meus temores não sejam maiores
do que a dita realidade onde me encontro me farão me encontrar com aquela com
toda a força da minha consciência? Me parece que minha psicose não me deixa em paz,
que não aguento o rojão, que aquilo a que me proponho ser sequer se aproxima de
quem eu realmente sou.
Todas as
minhas compulsões parece que possuem um único endereço: o cigarro. Proponho-me
a ver o que acontecerá comigo, se não encontrar a esperança dentro do escopo da
medicina. Devo tentar amanhã, mas não me atrevo mais a colocar o adesivo, nem
por uma sombra do destino. Sou totalmente impotente diante do vício da
nicotina, e a isso devo regrar uma lei qualquer que me ampare, quem sabe o
poder de Deus, mas não faço mais do que continuar fumando, só por hoje? Pois a
noite não termina, e estou exausto dessa luta que vem continuada por quase dois
anos, preocupando-me e me absorvendo dias e meses sem conta. Não sofrer por
antecipação, assim me disseram, e não adianta mais nada, assim é a minha
percepção do problema a ser resolvido. Mas não, há que se lutar, e um bom
guerreiro não nega o combate jamais! Por mais que seja escravizado pelo inimigo,
deve se perdoar por não ter feito o suficiente, e correr adiante da carruagem
buscando se salvar, e pedindo ao próprio Salvador para que se apiede de sua
alma. De tantos pecados cometidos, a lei de ação e reação me coloca diante de
mim mesmo as faltas que cometi perante muitos a quem declarei inimigos sem
jamais tê-los conhecido de fato. As circunstâncias em que me envolvi em
contendas praticamente ilusórias foram fruto de uma patológica imaginação e
total falta de coerência em um comportamento dito civilizado, que carrego imensos
frutos resultantes desses atos. Esta autoanálise leva ao lugar comum da
insanidade, e rogo a um poder superior que a me devolva. Seria capaz de
entregar tudo a Ele, se em troca em houvera prometido nada mais fazer do que prestar
o serviço a Deus, assim como eu O concebo. Mas ainda parece que não serei forte
o suficiente, pois enquanto escrevo já acendo outro, e mais outro cigarro... E
isso me parece uma roda viva, algo que não terei como evitar, pois não encontro
coisas similares em nenhuma ação que pudesse tomar perante um passo possível a
ser dado por um homem que emerge da sombra de si mesmo. Mas que a luta continue sempre, e jamais um homem pode se considerar derrotado perante algo que não faça parte intrínseca de sua vida, como um vício... Seguir os ditames da medicina, tentar todos os recursos, quiçá antes resolver os problemas emocionais e espirituais, quem sabe seja esse o caminho para uma recuperação integral, em todas as suas frentes. Há que se jogar a toalha no ringue e se considerar derrotado perante algo maior do que o enfrentamento cara a cara. No mais, um dia segue-se depois do outro, e todo o dia é dia de recuperação, para aquele que tenta se respeitar e a seu próprio corpo.
sexta-feira, 3 de julho de 2026
O Ansitec (buspirona) não causa dependência química. Diferente dos benzodiazepínicos (como diazepam ou clonazepam), ele não atua nos receptores GABA, que estão ligados à sedação e ao risco de dependência. Por isso, é considerado um ansiolítico seguro para uso prolongado, embora sempre deva ser acompanhado por orientação médica. 🧠 Como o Ansitec funciona Princípio ativo: cloridrato de buspirona. Mecanismo de ação: atua nos receptores de serotonina e influencia levemente a dopamina, regulando humor e ansiedade. Diferença dos benzodiazepínicos: não provoca sedação intensa, relaxamento muscular ou dependência. Efeito gradual: os benefícios aparecem de forma progressiva, geralmente após alguns dias ou semanas de uso contínuo. COPILOT.
²⁶ Porque bem vedes, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados. ²⁷ Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; ²⁸ E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; ²⁹ Para que nenhuma carne se glorie perante ele. ³⁰ Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção; ³¹ Para que, como está escrito: Aquele que se gloria glorie-se no Senhor. 1 Coríntios 1:26-31.
SE ESTAMOS EM UM MODO DE COLOCAR UMA INQUIETAÇÃO NA EXPRESSÃO, MESMO NÃO SABENDO EXATAMENTE QUAL SEJA, O PONTO CERTO É SABERMOS AO MENOS QUE EXISTE A INQUIETAÇÃO, E QUE PODE ESTAR PROFUNDAMENTE VINCULADA A UMA MATÉRIA PSÍQUICA OCULTA, OU SEJA, INCONSCIENTE, QUE EMERGIRÁ CEDO OU TARDE EM OUTRO CONTEXTO, QUIÇÁ FRUTO DE UMA PULSÃO QUE APENAS SENTIMOS, MAS NÃO SABEMOS AINDA VERBALIZÁ-LA.
O PERDÃO E A SOCIEDADE DAS RECOMPENSAS
Visto como
uma substância das coisas do afeto, como algo realmente importante, o perdão é
algo que infere sermos mais do que apenas ação e reação, estímulo e resposta, pois
essencialmente o que temos em nosso universo do espírito é a faculdade de perdoar.
Quando se afirmar que o prazer que outros nos concedem, por vezes a frustração que
pode acontecer pela falta do mesmo “outro” que se torna objeto de nossas
aspirações e projetos de vida, quando pensamos que esse alguém falhou por algum
motivo, mesmo perniciosamente, devemos ceder e “conceder-nos...” Não precisamos
crer que devamos educar tal pessoa, a não ser que seja uma criança, mas certas
orientações são por vezes necessárias, e o perdão fala alto ao diálogo, à
compreensão e certas idiossincrasias outras igualmente importantes, como a misericórdia
e a alteridade.
Na
sociedade atual, prima-se muito pela ação das recompensas, do prêmio, da
comemoração de algum negócio, do dinheiro que se ganha, da coisa mercenária e
comercial, quase acima de tudo e todos. Os financistas os sabem bem desse
oficiar. Praticamente as relações humanas se medem em valores monetários, em
trocas de favores, em hedonismo, na prática sexual irrestrita, e poucos são
aqueles que realmente valorizam a família e tudo o que significa a vida em salvação,
pois só se atém no que pode auferir em ganhos na vida terrenal. Uma forma de
prestarmos um ato de perdão é auto perdoarmo-nos pelas faltas ou pecados que
temos cometido, até que possamos confessar, depois de uma preparação prévia,
quando sentimos que estamos autorizados a isso. Não se trata de elocubrações
mentais, de como devemos partir para sermos melhores do que possamos um dia,
mas simplesmente de fazer as coisas funcionarem a partir de uma piedade que
passamos a ter pelo próximo, amando a Deus e todas as criaturas terrestres... O
homem e a mulher existem para que a providência seja dada a todos os seres do
planeta, e o respeito à ecologia, a tudo o que significa esse imenso lar do
Criador, seja a atitude da capacidade do ser humano na transformação da
matéria, mas igualmente na comunhão espiritual entre os povos. Não estabeleçamos
distinções efêmeras, mas espalhemos a consciência mais plena de que a mesma
providência seja algo que o perdão da humanidade inteira possa redimir – ao menos
em parte – as questões relativas ao joio que cresce em nosso jardim, e que
Cristo afirmara para deixar como é de fato o sentido de saber que haverá o
momento certo em que a separação entre ele e o trigo será um fato concreto.
Podemos nos perdoar, pois, pecadores que somos, deixamos essas jaças nas gemas
preciosas de nossas almas existirem, como foi o pecado original: um tipo de capacitação
ancestral para praticarmos o pecado, mas podemos igualmente evitar de cometer
esses erros, nos arrependendo – dia a dia – quando reformamos nosso caráter e
partimos para a entrega a Deus de nossos atos, na consecução pura e simples de
deixarmos a Sua Palavra agir em nosso coração. Respeitaremos os homens e suas
culturas diversas, mas não podemos exigir que o sistema de recompensas nos
trave em nossos propósitos mais puros.
Penitência significa uma disciplina mental e espiritual, um desconforto por vezes até físico, para obtermos um benefício que chegará mais tarde, no sentido até mesmo de respeitarmos a vida na Terra, esse bem que recebemos, pela graça do Senhor. A saúde mental, física e espiritual faz parte de uma tríade, onde o dom que um médico recebe se torne a vertente que fará com que aponte os erros do paciente, ou seus acertos, mas um bom sacerdote encaminhará seu “paciente espiritual” para os caminhos da paz e da bem aventurança. Por isso, igualmente, devemos perdoar-nos, no sentido de que na realidade mais pungente e premente a ciência se una à religião para que estejamos vinculados a um bem estar amplo, que identifique nossos problemas mais graves, e que possamos igualmente nos livrar das amarras que nos atam a esferas nada promissoras quando não nos permitimos ao milagre... Por isso, ao perdoar, necessitamos de um ato de contrição, de um ato de fé. Quiçá seja mais difícil pedir perdão do que perdoar, pois quando perdoamos a falta supostamente não fora nossa, mas quando pedimos por perdão somos até certo ponto culpados perante as nossas atitudes perante um outro ser humano e pedir por ele nos coloca em estado de humildade onde reparamos os danos que causamos a outrem. Nesse viés, quando estamos com a ira de não obtermos as recompensas, vêm as dificuldades de perdoar, mas, outrossim, quando pedimos perdão, nada temos a perder, senão apenas fazer a nossa parte. Em ambos os casos vale o perdão, pois Aquele que morreu na cruz nos ensinou que devemos perdoar setenta vezes sete, pois a atitude do perdão é praticamente infinita...
¹⁸ Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. ¹⁹ Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a inteligência dos inteligentes. ²⁰ Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo? ²¹ Pois, visto que na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação. ²² Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria; ²³ Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. ²⁴ Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus. ²⁵ Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens. 1 Coríntios 1:18-25.
quinta-feira, 2 de julho de 2026
VÉU DA NOITE
Cai a noite sobre mim, e o que antes era quase profético em meu sonhar desperto
Se torna, como em uníssono, um cantar solene onde encontro restos de minha
lucidez...
Verto palavras como um sereno sonho noturno, assim de me deixar levar
E embriago-me das reflexões de um dia a mais em minha jornada
Quando, a se pensar me seja possível, eu venha a dar meu melhor para aqueles
que necessitem.
E se porventura a missão de dois dias não completa minhas horas, desfaleço em
meu despertar
Quando, no cinzel em noite escura e fria, a lâmina esculpe meu imo
E prossigo construindo a vida que deixei adiante de mim mesmo
Em um mundo que apesar de ser conturbado, ainda encontra o final de nexo nos
sinais de Deus!
Após os picos mais intensos de abstinência, a maioria das pessoas que para de fumar experimenta maior paz mental, com redução da ansiedade, melhora do humor e sensação de clareza mental. Esses benefícios geralmente aparecem após algumas semanas e se consolidam a médio e longo prazo. 🧩 O que acontece emocionalmente ao parar de fumar Fase inicial (primeiras semanas) Sintomas comuns de abstinência: irritabilidade, ansiedade, insônia, aumento do apetite, dificuldade de concentração. Sensação de vazio: o cigarro muitas vezes estava associado a pausas, recompensas ou alívio do estresse, e sua ausência pode gerar desconforto. Importante: esses sintomas são temporários e tendem a diminuir conforme o cérebro se adapta à ausência da nicotina. Fase intermediária (semanas a meses) O cérebro começa a regular neurotransmissores naturalmente, sem depender da nicotina. Há uma redução gradual da ansiedade e do estresse, pois o ciclo de dependência deixa de existir. Técnicas de relaxamento (respiração profunda, meditação, exercícios físicos) ajudam a atravessar essa fase. Fase longa (meses a anos) Benefícios psicológicos consolidados: Redução da ansiedade e sintomas depressivos. Melhora da autoestima e autoconfiança por superar a dependência. Maior energia, clareza mental e produtividade. Relações interpessoais mais saudáveis, sem o peso do cheiro de cigarro ou da preocupação com o fumo passivo. COPILOT.
O ato de parar de fumar mexe bastante com o corpo e com a mente, e isso pode afetar tanto a concentração quanto a inspiração criativa. 🧠 Concentração: A nicotina é um estimulante, e quem fuma costuma sentir que ela ajuda a focar. Quando se para, o cérebro precisa se reajustar. Nos primeiros dias ou semanas, é comum sentir dificuldade de concentração, irritabilidade ou ansiedade. Com o tempo (em geral algumas semanas a alguns meses), o cérebro se adapta e a capacidade de foco tende a melhorar, muitas vezes ficando até melhor do que antes, já que não há mais os altos e baixos da dependência. ✨ Inspiração para escrever: A sensação de “falta de inspiração” pode estar ligada ao desconforto da abstinência. O corpo e a mente estão ocupados em se reorganizar. Muitos escritores relatam que, após esse período inicial, a criatividade volta com força, porque há mais energia, clareza mental e menos interrupções para fumar. O tempo de adaptação varia de pessoa para pessoa, mas costuma ser de algumas semanas até alguns meses. 🌱 O lado positivo: Parar de fumar abre espaço para novos rituais criativos. Em vez de acender um cigarro, você pode criar pequenos hábitos que alimentem a escrita: tomar um café, ouvir uma música, fazer uma caminhada curta. COPILOT.
quarta-feira, 1 de julho de 2026
QUANDO EQUALIZAMOS EMOÇÕES DIVERSAS, CONSEQUÊNCIA DE FATORES OS MAIS VARIADOS, TEMOS POR BASE UM EQUILÍBRIO QUE PODEMOS OBTER DE QUALQUER MODO COM RECURSOS AMPARADOS NÃO APENAS PELA MEDICINA, COMO POR TERAPEUTAS DE APOIO E PRÁTICAS DE MEDITAÇÃO, ALÉM DE EXERCÍCIOS FÍSICOS E BOA ALIMENTAÇÃO, E FINALMENTE: SONO REGULAR.
A DESCOBERTA DO TEMPO ETENO
Quando tudo era treva em nosso imo, éramos embrião diante de um nicho,
E Deus nos concedia a graça de sermos um ser, diante do qual o tempo tem um
limite,
Mas nas coisas do Universo cada planeta possui uma incomensurabilidade quase
eterna
Se comparada com a raça humana, e tudo o que nossa cultura se nos apresentou
Até que viéssemos ao mundo no desconforto do nascimento...
Descobrir cada tempo, cada intervalo, aquilo que é de Deus: a eternidade, supõe
no silogismo
De que todo o homem é mortal, até que a vida eterna nos diga em sua crença
Pelo viés de uma espiritualidade que se apreende conforme os ditames da
religião
Quando, no que menos esperamos, se nos caiba um parecer que faça nexo
Dentro da lógica não menos purista de que algo nos anima a carne!
Saberíamos, portanto, que nem tudo estaria perdido em um desastre
Porquanto as pedras que se acumulam, umas sobre as outras,
Sói recomporem-se nos momentos de calmaria, e mesmo tremores os mais duros
Não revelam a mesma realidade do sempre, pois o tempo eterno é um tempo
infinito
Que está e não está presente: existia antes, existe agora e para todo o
sempre...