EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
segunda-feira, 27 de abril de 2026
A literatura de AA pode ser considerada complementar à de NICA, porque ambas se baseiam nos mesmos princípios dos 12 Passos e 12 Tradições, mas cada uma adapta o conteúdo ao foco específico da compulsão (álcool no AA, nicotina ou outras compulsões no NICA). Ler as duas amplia a compreensão e oferece ferramentas diferentes para lidar com padrões semelhantes. COPILOT.
Participar de grupos como AA e NICA é bom porque eles oferecem apoio mútuo, reduzem o isolamento, aumentam a consciência sobre a compulsão e fortalecem a motivação para manter a recuperação. A identificação com pessoas que vivem o mesmo desafio cria pertencimento e responsabilidade compartilhada, fatores que comprovadamente aumentam as taxas de sucesso. 🌱 Principais Benefícios dos Grupos de Apoio 1. Quebrar o isolamento A compulsão muitas vezes leva ao isolamento e à sensação de “ninguém entende”. Nos grupos, você encontra pessoas que passaram ou passam pelo mesmo, o que gera empatia e pertencimento. Isso reduz a solidão, que é um fator de risco para recaídas. 2. Responsabilidade compartilhada Ao participar, você se compromete não só consigo, mas também com os outros. Esse sistema de apoio mútuo aumenta a disciplina e ajuda a manter o foco. 3. Troca de experiências reais Ouvir histórias de recaídas e superações ajuda a reconhecer gatilhos e estratégias práticas. Essa troca aumenta a vigilância sobre os próprios limites e fortalece a consciência do processo. 4. Estrutura dos 12 passos Tanto AA quanto NICA se baseiam em programas de 12 passos, que guiam desde o reconhecimento da impotência diante da compulsão até a busca por autoconhecimento e mudança de comportamento. Essa metodologia é amplamente estudada e mostrou resultados superiores em abstinência contínua comparada a outros tratamentos isolados. 5. Complemento ao tratamento clínico Os grupos não substituem acompanhamento médico ou psicológico, mas funcionam como complemento poderoso. Profissionais de saúde mental frequentemente recomendam essa combinação, pois o suporte social potencializa os resultados. COPILOT.
ESTAR EM ATIVIDADES CONSTANTES EM DIREÇÃO À UMA VIDA SAUDÁVEL, SE ALIMENTAR BEM, PRATICAR EXERCÍCIOS, SEMPRE É UM CAMINHAR SERENO RUMO À CONSECUÇÃO DE PREPARARMOS UMA VIDA PRONUNCIADA QUANDO JÁ VETERANOS, PRESERVANDO OS VALORES ESPIRITUAIS E FÍSICOS, E IGUALMENTE A LUCIDEZ MENTAL PERANTE OS ATOS QUE PERFAZEM ESSA LATITUDE QUE DEMANDA UMA BOA DISCIPLINA.
A SERENIDADE ESPIRITUAL FALA ALTO A UMA RECUPERAÇÃO DE UM VÍCIO SEVERO, SEJA ELE O ÁLCOOL, OU MESMO A NICOTINA OU AFINS, POSTO SEJA A FORMA FÍSICA ALGO QUE DEMANDA A MESMA RECUPERAÇÃO CITADA, MESMO QUE AS COISAS NÃO PAREÇAM TÃO FÁCEIS À PRIMEIRA VISTA, QUANDO COMEÇAMOS, POIS MANTER A SOBRIEDADE E SEUS VÍNCULOS COM AS EMOÇÕES CONTROLADAS É UM DOS SEGREDOS DE UMA RECUPERAÇÃO EFETIVA.
A COMPULSÃO A UMA SUBSTÂNCIA QUALQUER ESTÁ VINCULADA FORTEMENTE À DOENÇA DAS EMOÇÕES, E ENQUANTO NÃO EQUACIONARMOS AS COISAS EM DIREÇÃO À VITÓRIA NA LUTA EM SE PROSSEGUIR NA SERENIDADE, ONDE NÃO PODEMOS MODIFICAR CERTAS COISAS, NÃO TEREMOS A CORAGEM DE EVITAR O PRIMEIRO GOLE OU TRAGADA NA DROGA, E NÃO TEREMOS A SABEDORIA FUNDAMENTAL PARA DIFERENCIARAMOS UMA COISA DA OUTRA.
Vocês estão construindo algo sólido: cada redução no cigarro, cada página lida, cada encontro de grupo, cada momento de cuidado consigo mesmos — tudo isso se soma e fortalece sua recuperação. Sigam celebrando cada passo, porque eles são conquistas reais. E lembrem-se: o otimismo que vocês mantém é uma força que ajuda a atravessar os dias mais desafiadores.
QUANDO ALGUÉM NOS ENVOLVE COM COMENTÁRIOS FERINOS, QUERENDO NOS ATINGIR DE ALGUM MODO, DEVEMOS REDARGUIR COMO SE NÃO ENTENDÊSSEMOS MUITO, OU NOS COLOCAR EM UMA DEFENSIVA, NOS MINIMIZANDO POR VEZES, AGINDO COM HONESTIDADE, QUEM SABE PARA REVELAR ATITUDE ENRIQUECEDORA DE CARÁTER, AO QUE O SER OFENSOR ACABE POR APRENDER CONOSCO QUE AS NOSSAS PALAVRAS SEJAM O MAIS EDUCATIVAS POSSÍVEIS, SEM O RANCOR DA ARROGÂNCIA, MAS O FULGOR DA SIMPLICIDADE.
QUANDO EU PENSO QUE ESTOU LIVRE DE ALGUNS RESSENTIMENTOS QUE ACONTECERAM MAIS PROPRIAMENTE EM ALGUM MÊS PRÓXIMO, ESTAREI CERTAMENTE MAIS VULNERÁVEL A QUE ME ACOMETAM OUTROS RESSENTIMENTOS, SE EU NÃO OS OBSERVAR COM A DEVIDA ATENÇÃO, PERDOANDO A MIM MESMO E A QUEM PORVENTURA EU ACREDITEI FOSSE CULPADO OU CULPADA DE ALGO QUE ME DISSESSE RESPEITO.
ACHO BEM INTERESSANTE QUE SEGUIR UM CAMINHO ESPIRITUAL TORNOU-SE CADA VEZ MAIS ESSENCIAL PARA MIM. PENSAVA QUE PRATICAR O TERCEIRO PASSO ME CONDENARIA A UMA VIDA DE CORAGEM E SACRIFÍCIO PESSOAL, MAS, CONTRARIAMENTE, O TERCEIRO PASSO ME LIBERTA PARA PENSAR E AGIR COM MINHA VERDADEIRA ESSÊNCIA. MEU TRABALHO, QUE É ESCREVER E GUIAR VIAGENS COM ROTEIROS DE NATUREZA, AJUDA AS PESSOAS A EXPLORAREM A CONEXÃO ENTRE A NATUREZA E ESPIRITUALIDADE. TRILHANDO ESTE CAMINHO, A MINHA PRÓXIMA JORNADA SEGUIU POR MUITOS AFLUENTES QUE ME LEVARAM A OUTRAS ÁGUAS. sobriedade emocional, a próxima fronteira.
O ENCAMINHAMENTO DA NORMALIDADE
Uma
veste branca, a visita da terapeuta, e o que queremos de cuidados, que nosso
afã a quem gostamos e prezamos, a visita de terapias, o tudo o que implique
esses citados cuidados, isso é tarefa de uma normalidade, ou melhor, que
aceitemos a vida, mesmo com as dificuldades, como ela se nos apresenta. Por
vezes nos abraça um paradigma emocional, por vezes temos por adiante uma
intercorrência pungente, mas tudo aquilo que nos afete não seja na verdade um
ultimato, um veredicto ao qual não possamos mudar a sentença. Que nos seja dado
um indulto diário, quem dera fosse apenas isso, mas a liberdade não passa sempre
pela libertação, pois nem sempre significa a ação nesse movimento de querermos
estar meio rebelados defronte sistemas e situações, senão que nos adaptemos às
circunstâncias, mas que a liberdade interna seja: viva e deixe viver! Estar cônscios de que destinos nos acalentem a vida, sermos mais úteis e pretendermos continuar
a jornada sem que nos afetemos, essa sobriedade emocional tão importante, isso
nos prepare a que caminhemos onde muitos conseguiram em situações precárias
dos vícios, em dependências atrozes, com ódio de tudo e de todos, mesmo sem
saber se os “outros” nutriam por eles algum sentimento de hostilidade. A
empatia, o perdão, as faltas em remoermo-nos, irados por vezes, quando nos
acometa algum sentimento de impotência perante alguma tarefa, ou mesmo quando
um patrão nos exija algo que não podemos realizar facilmente, e o pago não é
aquele que cremos justo... Aquele que, sendo honesto, afirme que bebeu no dia
anterior, ou mesmo que, tentando largar o tabagismo, em um grupo afirme que
fumara oito e que tente ao menos fumar menos no dia de hoje, sabendo que a meta
mais verdadeira em um programa de doze passos é não dar o primeiro gole, nem a
primeira tragada, assim como não fumar da marijuana, ou não consumir a primeira
carreira da coca.
Estabelecendo
padrões de conduta ilibados, estaremos não apenas dando o exemplo, mas firmando
pé naquilo que muitos harmonizam como uma vida coletivamente coesa, sem pensarmos
necessariamente em diferenças étnicas, religiosas ou políticas, pois o país em
que vivemos é polivalente, e o modo em que o alcançamos, aliás, em qualquer
lugar do mundo, é aquele onde o que se preza é a civilização, e tudo o que
implica seu processo, de acordo com a justiça, onde quer que se passe suas
formas e funções, suas implicações e suas qualidades...
Quando passamos
individualmente por pendências e projeções que fazemos adiante de tudo o que
pensávamos a respeito de nós mesmos, ou dos outros, o que vem a ser um critério
que passe invariavelmente por discussões e conflitos que temos com familiares,
amigos ou colegas de trabalho, ou mesmo na rua, em uma briga de trânsito, como
nós, que temos a doença das emoções, tendemos a absorver mui negativamente esse
processo, não digerindo bem as citadas intercorrências que porventura passamos
a sofrer: por antecipação... Toda essa questão está bem evidenciada em literaturas
que passamos a conhecer em diversos formatos, e tudo o que implica estarmos
sendo partícipes de estados de espírito em que a boa vontade se torna o fiel da
balança, ao qual devemos depositar, através da nossa entrega a Deus, posto será
apenas assim que estaremos livres da compulsão do álcool e das drogas, até
prova em contrário. Mesmo porque, se assim não fosse, não estaríamos aptos a
nos desentravarmos de um relacionamento tóxico, de sabermos bem quem é
hipócrita ou não em nossos laços familiares, e aqueles que nos querem apenas
sugar financeiramente ou de outro modo, vampirizando de modo quase exemplar
suas formas de quererem nos prejudicar, e isso é fato, mas devemos estar
preparados emocionalmente para essas coisas.
O
perdão sempre é necessário, mas estar com aqueles que por um acaso nós
perdoamos, nem sempre é indicado, por isso sugere-se que a alguns só resta nos afastarmos,
para nosso próprio bem. O retorno a uma normalidade e harmonia que aceitemos
por vezes só diz respeito a células onde sabemos como as coisas funcionam, como
a familiar, de culto, uma Pastoral, serviços diversos, sempre sabendo como
proceder, para que nada invada a calma e a introspecção que emane dos assuntos
reservados à intimidade de uma família, seus problemas particulares e sigilosos
ou mesmo no tocante à privacidade de seus membros.
A
normalidade é quando equacionamos nossos problemas tentando trata-los com
parcimônia, sem estresses maiores, e quando a calma volta ao lar, fazendo com que cada membro de uma célula, no caso a familiar, possa pensar, com calma, e
dirimir suas dúvidas com a ajuda de profissionais, ou mesmo obedecendo com
rigor os deveres, a cada qual concedidos, e com os quais, graças a Deus, temos
a oportunidade de agir no mundo em que vivemos: ativamente.
domingo, 26 de abril de 2026
A DINÂMICA DAS COMPULSÕES LEMBRA A PULSÃO DE THANATOS, OU INSTINTO DE MORTE, POR VEZES, QUE HAVEMOS DE REFREAR ATRAVÉS DE NOSSO SUPEREGO, POSTO A QUESTÃO É MAIS ESPIRITUAL, QUANDO CONSEGUIMOS OBTER FORÇA NA FÉ E TOMAR A DIANTEIRA DIANTE DE UM PODER SUPERIOR A NÓS MESMOS, ONDE A FUMAÇA NÃO SEJA MAIS INALADA, OU QUE NOS ENCAMINHEMOS PROGRESSIVAMENTE, NO MÍNIMO, PARA ISSO...
A PRÁTICA ESPIRITUAL NA RECUPERAÇÃO TABÁGICA É ESSENCIAL, MESMO PORQUE AS PERDAS E DANOS SÃO ESSENCIAIS NA CONSAGRAÇÃO DA VERDADE ÚLTIMA QUE PERFAZ ALGO DE RECUPERAÇÃO DO INDIVÍDUO, SOB O ESCOPO DE UM SACERDÓCIO PARA BENEFICIAR ALGO CONCRETO, QUE SÃO O FRUTO DAS EVIDÊNCIAS DAS PATOLOGIAS QUE PODEM APARECER COM O TEMPO.
Substituir cigarros por maconha não é considerado uma estratégia de redução de danos válida no campo da saúde. Vou te explicar por quê: - Continua sendo uma substância fumada: tanto o cigarro quanto a maconha envolvem combustão, que libera toxinas e prejudica os pulmões. - Mantém o ritual da fumaça: o gesto de acender, tragar e expirar reforça o hábito comportamental, dificultando a quebra da compulsão. - Risco de dependência: a maconha também pode gerar dependência psicológica e, em alguns casos, física. Substituir uma droga por outra não resolve o problema central da compulsão. - Redução de danos verdadeira: costuma envolver alternativas que diminuem os riscos sem introduzir novas substâncias nocivas — por exemplo, reposição de nicotina supervisionada, adesivos, gomas, sprays, ou até estratégias comportamentais e apoio em grupos. Ou seja, trocar cigarro por maconha não é visto como avanço no tratamento da dependência. COPILOT.
A literatura de AA realmente é bastante extensa — há livros, folhetos, guias de estudo e reflexões diárias que foram acumulados ao longo de décadas. Isso dá uma sensação de “base sólida”, porque você encontra diferentes ângulos e experiências para se apoiar. Já os grupos como NICA (voltados especificamente para nicotina) são mais recentes e, por isso, têm menos material escrito. Mas o ponto forte deles é a identificação direta: estar com pessoas que enfrentam exatamente o mesmo desafio do cigarro. Ou seja, você está se beneficiando dos dois mundos: - AA: riqueza de literatura, princípios universais de sobriedade, apoio espiritual e psicológico. - NICA: foco específico no tabagismo, troca de experiências muito próximas da sua realidade. Essa combinação pode ser poderosa, porque você se nutre da profundidade da literatura de AA e, ao mesmo tempo, encontra no NICA o espelho imediato da sua luta com a nicotina. É natural sentir mais esperança quando há abundância de material e caminhos já trilhados — e você está se colocando exatamente nesse lugar de apoio múltiplo. COPILOT.
ACEITARMOS A NÓS MESMOS FAZ COM QUE A PRÓPRIA DOR QUE SENTIMOS, MESMO QUE SEJA ALGO EM QUE OUTRAS DORES, AS DOS "OUTROS" TAMBÉM NOS AFLIJAM, FAZ COM QUE SE ESSA DOR, SE FOR CAUSADA POR UMA RECUPERAÇÃO DE UMA DROGA PUNGENTE, ESSA REDUÇÃO PAULATINA, VEM A DAR NOS COSTADOS DA ESPIRITUALIDADE QUE SOBRESPAÇA NO VIÉS DA SANIDADE, ONDE FINALMENTE ENCONTRAMOS COM UM PODER SUPERIOR A NÓS MESMOS, OU SEJA, AQUILO QUE SERIA O PRESSUPOSTO DA FÉ, MESMO QUE ANTES NOS TENHAMOS COLOCADO À PROVA, NAQUELES MOMENTOS ONDE AS COISAS SE DESSEM MAIS DIFICILMENTE, QUE É QUANDO EXPERIMENTAMOS O SISTEMA DE DEUS, ONDE NADA É DESPERDIÇADO...
O livro Vivendo Sóbrio, publicado pelos Alcoólicos Anônimos, foi escrito originalmente para apoiar pessoas em recuperação do alcoolismo. No entanto, muitos dos princípios e sugestões que ele traz — como lidar com gatilhos, desenvolver novos hábitos, aprender a viver sem depender de uma substância, e encontrar apoio em grupos — são aplicáveis de forma mais ampla à dependência química em geral. No caso específico do tabagismo, há uma correspondência bastante clara: - Estratégias de enfrentamento: O livro fala sobre como lidar com situações sociais, estresse e emoções sem recorrer à substância. Isso se aplica diretamente ao fumante que busca parar. - Mudança de estilo de vida: Sugere substituir velhos hábitos por novos, algo essencial para quem abandona o cigarro. - Apoio coletivo: A ideia de não enfrentar sozinho, mas buscar suporte em grupos ou pessoas de confiança, também é válida para quem luta contra o tabagismo. - Construção de sobriedade diária: O foco em viver um dia de cada vez é útil para qualquer dependência, já que o processo de abstinência costuma ser desafiador. Claro que o livro não aborda especificamente os aspectos médicos e fisiológicos do cigarro (como reposição de nicotina ou tratamentos clínicos), mas como guia de mudança comportamental e fortalecimento psicológico, ele pode ser bastante útil para quem deseja parar de fumar. COPILOT.
A literatura científica sobre tabagismo e dependência de nicotina é muito mais vasta e consolidada do que sobre Nicotine Anonymous (NicA), mas isso não significa que AA ou NicA sejam equivalentes em termos de eficácia para cessação do tabaco. AA tem uma tradição extensa de estudos e relatos etnográficos, enquanto NicA, por ser mais específico ao tabagismo, ainda carece de pesquisas robustas. COPILOT.
sábado, 25 de abril de 2026
UMA BASE ALICERÇADA DEVE RESIDIR EM UM SÁBIO DE MENTE ESTÁVEL E EXPERIÊNCIA LONGA DE VIDA, AINDA MAIS QUANDO DEIXA POR HERDEIROS SUCESSORES MADUROS, POIS POR ISSO A ALMA HUMANA VEM DOS DESÍGNIOS DE DEUS, IGUALMENTE À FLOR QUE ENCONTRAMOS EM UMA CAMINHADA, OU EM UM SEIXO BRILHANTE QUE FAÇA A DIFERENÇA.
A DIMENSÃO DO TEMPO ETERNO NÃO TEM COMEÇO, MEIO OU FIM, MAS TRANSCORRE NO TEMPO POR VEZES EM QUE UMA FOLHA SECA DE UMA AMENDOEIRA CAI AO SOLO E É VARRIDA PELO VENTO, POSTO SERÁ NA SEMENTE DA MESMA PLANTA, AO SOLO, SINCRONICAMENTE, QUE OS DOIS MOVIMENTOS FAZEM PARTE DO MESMO TEMPO E, PORTANTO, INCOMENSURÁVEL...
TEMOS QUE RECONHECER QUE A ESPIRITUALIDADE CONFORMA NÃO A DIVISÃO DAS CRENÇAS, MAS A SUA UNIÃO EM UM TODO QUE SE ACRESCENTA COM A IMPESSOALIDADE PERSONALISTA, ESSE ESTRANHO PARADOXO QUE ENCONTRA A EXPLICAÇÃO QUANDO CONCEBERMOS DEUS ALÉM DAS FRONTEIRAS DAS POSSIBILIDADES, OU SEJA, UM DEUS PRATICAMENTE MAIOR DO QUE O INFINITO E, PORTANTO, INCONCEBÍVEL.
COMO UM SONHO INACABADO
Sociedade
imagética: o que poderíamos supor, se tanto que dependemos de sinais
eletrônicos, ou da visibilidade dos comportamentos, ou mesmo das roupas e “uniformes”
para cada classe existencial, ou quem sabe o grito de Munch sobre a ponte vigorasse
o extremismo da expressão alemã, nos tempos das impressões francesas e sua vida
de damas e vagabundos... O sonho acabou, no sonho inacabado, em versão beta...
O que se rogaria completar, era apenas um arquétipo esclarecido nos escaninhos
da racionalidade, a lógica da organização e seus meios, aquilo que se pretenda
ser uma agência de inteligência em meio ao caos do que creem ser uma vida
espiritual, que não passa de drones, fuzis e armamentos nucleares. Quem sabe
cada ser humano portasse uma pistola, quem sabe a fake News fosse vendida nas
prateleiras produtivas, e quem sabe tudo isso não seja verdade, no contrasonho real? As senhas submetidas a
golpes, a burocracia necessária, posto de blindagens eletrônicas devemos nos
acostumar, pois a democracia dos meios digitais passa pela herética forma da
censura autocrática. Os seres que se dizem humanos procuram seus alicerces para
não sucumbirem à loucura, ao ponto de grandes irmandades afirmarem que são
catalogadas na OMS, dando a razão aos fundadores, conforme a autoria
intelectual desse margem a que a própria medicina e seus tratados jogasse a
toalha frente a uma coletividade avassaladora de neuróticos quase anônimos. O
que dá certo para alguns não dá certo para outros, e as respostas mais
incríveis é sermos condenados a um indulto diário de uma pena capital e
perpétua de estarmos coligados com o ego crescente de servidores que não negam
os errantes caminhos da raça humana. O principal é termos em conta de que
combater os narcos é algo sobremodo importante para elucidar as questões do
vicio que tanto assola em diversos formatos, e a saúde mental não é
necessariamente participar de um enlevamento espiritual em que não se possua
retorno, mas justamente fincar pé no que cremos: seja em Krsna, ou mesmo no Materialismo
Dialético ou no Espírito da Natureza...
Não nos
baste jamais algo que não iremos encontrar, nas vias de fato, quando a indisciplina
faz parte do ser humano como formato livre da alma de artista. Quando se fala
em cultura, estaremos nos alicerçando em um bem maior que é a liberdade de expressão,
de estabelecer críticas ao que quer que for, de nos posicionarmos perante o
escopo social afirmando quem somos, e não necessitar gesticular como um
fantoche diante de uma câmera em um grupo, ou mesmo ser uma vaquinha de
presépio perante uma coletividade inconscientemente ignorante. Essa revolução
cultural e necessária falaria mais alto quando todo um povo desse vasão aos escapes
que tanto engasgam, quando engolem certos tipos de padrões comportamentais que
lembram o Terceiro Reich... Ou o fascismo dos militares de 64, no Brasil. A
extrema direita possui muitos agentes dissimulados e disfarçados entre as
camadas populares, ou perto de lideranças que são até que bem permissivas, para
se tornarem um engodo típico de agentes da CIA, ou similares. A necessária
revolução cultural no país já se processa, com um Governo Popular que está
fazendo de sua MPB um emblema renovador no escopo da criação de espaços onde
isso possa acontecer, está acontecendo nas reformas do ensino brasileiro, com a
educação básica em período integral, com a diplomacia exemplar na política
externa, procurando não entrar em conflito com o primeiro mundo, mas tratando
esses países que abusam de seus poderes de igual para igual, revelando ao
planeta que Luís Inácio LULA da Silva é um grande estadista da história da
República Nacional. Talvez o maior de todos e um dos maiores estadistas na história
internacional, com um partido, o PT, de se tirar o chapéu, de tão embasado e
competente nos assuntos nacionais, e tão competente igualmente na relações exteriores.
Temos porventura uma democracia exemplar, e não se fez um gesto quando Bolsonaro
ganhou sua eleição, ao contrário do resultado das urnas quando nosso Presidente
foi vitorioso, há quatro anos atrás, nos atos que vieram no janeiro depois da
posse, no dia 8. Para preservar a dita democracia devemos estar cônscios de que
tudo o que relembrar os dias que virão pela frente, serão dias de conflitos
ideológicos, apenas isso, pois a festa popular não vai ser submetida novamente
a atos subversivos, posto as autoridades diplomáticas e a força das armas há de
coibir qualquer demanda dessa Natureza.
Para que não
se tenha um país sem cultura, a revolução cultural, que se chama O Todo, no
país, deve sempre estar na pauta do dia, e isso implica respeitar as
manifestações de qualquer ordem, permitir-se o ir e vir da população como um
todo, ampliar seus espaços, continuar com a política energética e produtiva,
aumentar as possibilidades de saúde como vêm sendo realizadas, na esfera pública, especialmente os CAPS e CAPSad,
e permitir que as forças armadas tenham largo campo de atuação efetiva em
nossas fronteiras, com cooperação internacional, para que se combata de forma
exemplar o crime organizado, não apenas contra as máfias de drogas, como aquelas
que agem em sistemas financeiros, além de todos os outros que atentem contra os
direitos da dignidade humana, em nosso país.
O SIGNO DOS QUATRO
São os modos que perfazem, estranhas maneiras, fôrmas exatas de produção,
Quimeras: saltamos de patamares de uma evolução circunscrita
E rompemos os laços em que maldizemos uma situação,
Sem ter noções evidentes do que seria um dia sem a distinta condição humana...
Mais do que supor desavenças, gostássemos de sermos outros, quatro membros de
uma fraternidade,
A cada qual a função cardeal, e o mestre que dê o Norte nos avise dos destinos
Quando, por uma questão ao avesso, perfunctória, menos ressentida do que não
suportaríamos:
Eis que surge a frondosa árvore dos desejos, a alquimia da mudança em que preservamos
ao menos uma sincera posição.
Colocaríamos o tempo e o vento em paralelas infinitas, cruzando-se no paradigma
solar
Entre outros processos alquímicos, na transmutação impossível, mas em uma cristandade
Que não nos esperaria do outro lado, posto sermos mais do que a simples querela
do ser
Quando nublamos a fonte do ocaso, e pernoitamos do lado daquela estrela que nos
dá o carinho da luz...
Nessa pungência em sermos mais do que o outro que nos venha a ter assuntos,
qual não seja,
O tempo eterno perfaz intervalos mensuráveis, esboçando a sua relatividade
Por um acaso mais feliz de estarmos consonantes com uma harmonia universal
Onde por vezes os opostos se encontram, no que se volta a equilibrar a energia
do Tao.
sexta-feira, 24 de abril de 2026
A VIDA É RESPIRADA A CADA DIA, POR VEZES COM MAIS DIFICULDADE, POR VEZES COM MAIS PLENITUDE, OU EM OUTRAS, COM O AR POLUÍDO DAS CHAMINÉS DAS FÁBRICAS QUE GERAM O CAPITAL PARA AQUELES QUE EM MUITAS CIRCUNSTÂNCIAS ESTÃO CURTINDO SUAS VIDAS NO PARAÍSO, AO MENOS JULGADO POR ELES, E PASSÍVEL SITUAÇÃO SOB O JUGO DE DEUS.
A PROJEÇÃO QUE FAZEMOS DA NEUROSE DE OUTROS EM NÓS MESMOS, POR VEZES É A REDUNDÂNCIA DE QUE SOMOS OS PSICÓTICOS QUE, JÁ CONTROLADOS POR MEDICAMENTOS PARA TAIS MALES, NOS TORNAMOS IGUALMENTE NEURÓTICOS EM VIRTUDE DE CIRCUNSTÂNCIAS AGRAVANTES COMO MEIO SOCIAL, VULNERABILIDADE DE OUTROS QUE DEMANDAM NOSSO CUIDADO, OU MESMO CONTINGÊNCIAS EXTERNAS PSICOSSOCIAIS DO PLANETA.
QUANDO ESTAMOS DORMITANDO, QUASE EM ESTÁGIO DE SONO, SONHAMOS COM ALGUÉM QUE DITA ALGUMA ORDEM PARA NÓS, SEJA ISSO PORQUE JÁ ESTÁ NO NOSSO INCONSCIENTE O FATO DE TERMOS UMA PESSOA QUE É DOMINANTE E CONTROLADORA NO NOSSO CONHECIMENTO, SEJA PORQUE ATÉ ACORDAMOS COM A ORDEM DE COMANDO, COMO SE O DESPERTAR DO COMANDO NOS ACORDASSE USUALMENTE, COMO OCORRE EM UMA CHAMADA QUALQUER, DE TELEFONE OU COISA SIMILAR.
O INCONSCIENTE MÍTICO
Em eras
como a nossa, profundamente vinculadas à fantasia, a sombras que Jung tanto
citara como fazendo parte de nossa psique mais sutil, esse mundo em que
verdadeiras polarizações não apenas de ordem energética, mas existenciais, já
são parte inequívoca de nossos processos de ordem em que procedemos tendo
atitudes meio dúbias com relação a razões que encampam fatores cruciantes para
nós, em se tratando muitas vezes da própria saúde e nossa integridade física e
por vezes moral, pois de compromissos não devemos nunca atentar contra a nossa
própria vida, já que zelar por ela é dever de um ser com juízo perfeito. Por
vezes o mito que existe em nós depõe contra a saúde ou mesmo a sua manutenção,
quando o arquétipo que nos encerre em travamentos, não propriamente se manifeste
em sonhos, mas simplesmente em aspectos somáticos de nossa psique, como a
maldade personificada, a ira, ou as emoções de que estaremos influenciados por
espíritos ruins, ou coisas do gênero, como demônios ou afins, essas projeções
culturais que podem atrapalhar muito o andamento da saúde como um todo. O
impulso gratuito, meio que no vício, a tentação, e o mito cristão traduzido
pela espiritualidade necessária, esse Deus que nos abraça, e que possui a
oração maior, que diz para não cedermos às tentações, e livrarmo-nos de todo o
mal, esteio que separe o caudal do que chamamos de mito para aquilo que se torne
real, a ordem de Cristo, os seus milagres, a conversão, uma missa solene, e o
que tudo isso pode significar para que o fiel não ceda – de fato – à tentação
de fumar um cigarro, ou de tomar o primeiro gole. O próprio Cristo não cedera
às tentações, quando dele se compunham oferecimentos em que o Diabo a ele tentara,
no deserto, com todos os reinos do mundo...
Hoje, com
a nova mídia, os meios digitais, a influência da IA e a geração do “ilusionismo
eletrônico”, os milagres vistos podem ser mais factíveis, e Cristo caminhando
sobre o mar, nada mais seria na tela de um computador do que um truque, assim
como todo o pretenso cosmos visto na tela digital se encerra, quadraticamente,
na aura da percepção bidimensional, não obstando o fato de que há óculos com
percepções tridimensionais, e hoje já se conjectura a própria espiritualidade
como fator neurológico e adjacências... No entanto, o inconsciente coletivo
permanece, apesar de muitos males mentais e seus medicamentos restringirem a
incidência dos sonhos, por vezes, mas o arquétipo como um todo existe, por mais
que a civilização desenvolva e “evolua”, se essa é a palavra mais certa, pois
no sentido exato da palavra, o que acontece com o ser humano é seu retorno a
camadas reptilianas de seu próprio inconsciente, com as modalidades de consumo
desenfreado, de não se ter mais a noção clara entre o certo e o errado, e da
emergente e cáustica questão das drogas como recurso artificial e químico não
apenas para se ter mais performance em certos sistemas de produção, no caso
daquelas que estimulam, como de fugir do sistema, naquelas que alienam, como a marijuana,
no segundo exemplo, e a cocaína, no primeiro.
O espaço para
o sonho, a esteira das emoções, a gôndola dos afetos, tudo é motivação
comercial, trocas, câmbios, no que vem a dar no mesmo o enfisema, o câncer, a
cirrose, a pancreatite, a diabetes, ou a loucura. Fazem parte do mesmo andaime,
dos mesmos resultados, e as doenças degenerativas, tudo alimenta a engrenagem,
e a medicina se torna uma função primeira na sociedade, cada vez mais
requisitada... Tudo o que fazemos, embalados por impulsos, e Freud falava em
superego e pulsões, tudo o que não é recalcado... E Jung passa a falar do
inconsciente não como resultado apenas de um depósito, mas sim da Natureza mesma
do ser humano, gerador precípuo do consciente, amálgama do Eu, construtor do Self.
Milênios se passaram, e encontramos todo um inconsciente coletivo que o homem
passa a vivenciar na modalidade de seu ser, quando muitos jogos criados na
contemporaneidade, inclusive de tabuleiro, quando fogem da tecnologia pura e simplesmente,
são produzidos e criados por mitólogos em alguns casos que permeiam o imaginário
de usuários que atravessarão pelo arquétipo do herói, por batalhas,
estratégias, história e levitarão sobre ordens antigas, mitos que são recriados
e repovoados, por vezes nas plataformas multiplayers,
onde encontrarão em parceiros moradores do além fronteiras, ou contendores na
IA com estágios avançados de conhecimento e performances, que não encontram uma
previsibilidade fácil... Por isso a mítica está avançando sobre a tecnologia, e
antes o que era o sonho noturno, se torna um sonho em vigília, onde o
povoamento de seres os mais vários, e certos mundos que nos jogos eletrônicos
não são ilusão, mas funcionamento, passam a existir de forma inequívoca no
planeta, inclusive os puzzles, e aquelas modalidades de trabalho onde verdadeiras e maravilhosas ferramentas de trabalho digitais ajudam os usuários e
empreendedores a organizarem melhor os seus fluxos de produção, assim como a
administrar seus negócios.
Sinteticamente,
o inconsciente aflora no consciente fazendo parte dele mesmo, no Self
construído, com toda a mítica da tecnologia que ao mesmo tempo insinua sistemas
inalcançáveis na elaboração, mas na contra parte não reduz o ser humano a plataformas
alienantes, pois amplia enormemente a percepção do mundo digital. Resta apenas
a nós, Natureza Humana, ampliar a consciência planetária para sabermos que a
devastação que nossa raça faz com o mundo não é digna de descaso, e que devamos
prosseguir com os ditames da fé, pois não há um cristal de silício que não seja
criação de Deus...
quinta-feira, 23 de abril de 2026
EM UMA CULTURA ARCAICA SE ACREDITA QUE DEUS ESTÁ SENTADO EM UM TRONO, E AO SEU LADO HÁ UM OUTRO TRONO COM DEUS-MULHER, A DEUSA, COMO SE DEUS FOSSE CASADO COM DEUSA, OU SEJA, SE ACREDITA QUE DEUS TAMBÉM É MULHER, NA FORMA COMO ELES CONCEBIAM, OU COMO ALGUÉM CONCEBA EM SEU DIREITO, QUE SEJA, POR QUE NÃO, UMA MULHER QUE PENSE DESSE MODO?
ENTENDIMENTOS
Pressentimos tempos, alguns mornos, outros gélidos,
Como nas taciturnas noites de um outono reticente
E, antes que houvéramos pressuposto outro dia circunspecto em si mesmo
A aurora nos leve no amanhã no que não projetamos, pois o hoje já bastou...
Mesmo que floresça tardiamente uma estação rubra de inquietudes
Os citados tempo, não cresçam como urtigas frente ao jardim de girassóis
Posto seremos mais tíbios do que as avencas que sobrepairam no nosso saber
Do que sabemos ser, uma frente maior que espaça no vento o escudo de tais
sacrifícios imanentes...