Sabendo-nos que somos iguais em algo, sabendo que estamos a sofrer por vezes,
Não tiremos das dúvidas as nossas conclusões, pois precipitar um ato antes de
proferir o verbo
Não seja a própria convicção maior de se tentar ao menos compactuar com um
Poder maior
Do que aquele que na verdade passa pelo mundo em seus gigantescos castelos...
Ver-se no espelho alto a alfombra de nós mesmos, como uma superfície onde
encontramos
Aqueles que se foram, aqueles que ainda não amamos por não existir sequer,
Ou mesmo os dias que passam nublados em nosso crivo de pertencer à esfera do
conhecimento.
O dia que não passaria, não seria o mesmo se não erguêssemos uma muralha do
tamanho do mundo
Posto seremos mais ditosos e sinceros quando estivermos diante da textura de
nosso saber
Ao vermos que silenciosamente somos aqueles que vieram para ajudar a reconstruir
algo
Mesmo que seja dentro de nós mesmos apenas, pois não se infira algo que não
retorne vívido
Quando ao parecer de um nexo ainda titubeante, uma palavra que seja, o citado
verbo, mas de Deus...
EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
ERGAMOS A NÓS MESMOS
terça-feira, 14 de julho de 2026
A AÇÃO INDIVIDUAL DO PERDÃO E A HUMILDADE
Que o
ser humano por vezes pense: é impossível perdoar... E por vezes “realmente”
isso é possível ocorrer, principalmente quando o que fizeram contra pessoas que
amamos, como algum crime bárbaro, se tornaram fatos concretos. Nós todos, como
seres humanos que portamos dentro de si o pecado como algo gratuito quase,
quando pensamos naqueles miseráveis que não fazem parte de nossa vidinha,
estamos compactuando com um egoísmo existencial sem par, nada fazendo para ao
menos ter uma alteridade equivalente, ou seja, nos colocar no lugar do outro,
ver que todo o conforto que possuímos não passa de uma ilusão sem precedentes,
pois não seremos mais ou menos abençoados por Deus se não praticarmos a
misericórdia com outros seres humanos, afora outros seres, tais como animais
largados na rua, e comer menos carne, se possível. A nós mesmos não precisamos
ter comiseração, mas apenas arrepender-nos de algo que tenhamos cometido, uma
falta, e tentar não voltar a cometê-la, mesmo que isso tenha a ver com coisas
como prestígio, fama, valores, ou substancialmente conquistas amorosas ou
qualquer coisa que na verdade não passa de hedonismo ou similares. Seremos
melhores se tivermos a compaixão, se virmos o outro que está em situação de
miséria, como olhava nosso Senhor: aliviando seu sofrimento. Como se fosse algo
ímpar, este que vos fala encontrou no Salvador sua própria conversão, e tudo o
que antes conheci como psicologias e filosofias ou mesmo as entranhas de uma
vida anímica, agora vejo na figura histórica e espiritual de Jesus Cristo a
razão e entendimento de minha vida, o meu sentido pleno de existir... Onde
puder, que me reste a vida, levarei a palavra do Senhor em minha ação
cotidiana, sempre que houver alguém dela necessitando, posto só através da
citada misericórdia é que poderei saber que, não apenas individual, mas
coletivamente, estarei mais motivado através da minha fé naquele que foi ungido
pelo Pai para salvar a humanidade da morte, dando para nós a vida eterna.
Mesmo as
dúvidas circunspectas que levam alguém a tentar dissuadir-nos que o Cristo não
foi o exemplo supremo em sua sabedoria, o Deus encarnado, o mais humilde dos
seres, e que seus apóstolos mantiveram sua humildade em bastiões de fé, o que
se tem é uma miríade confusa de inverdades sobre um fato histórico e revelador,
incontestável sob todos os aspectos do ser enquanto matéria da divindade e
crença particular e individual. Que se possa admitir as culturas diversas, mas
foi na figura do Salvador que encontramos aquilo que infunde a fé completa, n’Aquele
que se sacrificou na cruz, que depositou no madeiro seu sofrimento, que, depois
de ressuscitado, comunga com nós seu corpo até nos dias de escuridão, para
todos os séculos que virão, independente de respeitarmos as religiões como um
todo, incluso as tribais e suas origens mais rudimentares, posto muito do
inconsciente coletivo se apresenta nas mais variadas formas diante das quais o
ser passa pelo crivo de seu crer na existência individual e coletiva. Há
algumas religiões fundamentalistas, mas igualmente devem ser respeitadas, desde
que não infundam o terror diante da humanidade como base de sustentação de sua
existência. Reitero apenas que o meu momento é de comunhão sagrada com o meu
Salvador, a quem concebo seja o meu, particular, dentro das orientações que
recebo na doutrina da igreja à qual pertenço, e que me dá o insumo a continuar
vivendo crendo, assim, na revelação de minha vida em superação diuturna, pois
não é fácil caminhar por vales obscuros sem ter no sofrimento algo a supor seja
a consecução divinal e de credo e sustentáculo, posto houve um homem que
sofrera por nós, e esse homem foi um exemplo de superação até mesmo sobre a
morte... É o meu momentum, é a coisa que flui, uma dita revelação, não apenas
uma experiência, posto passo a converter-me, e não servir a vários senhores,
senão a um só.
Por
dias, cremos que a espiritualidade se constituiria naquilo mais inóspito quando
escarnecemos da bondade, mas na realidade essa citada bondade nos revela o
perdão, tanto individual, como coletivo, e a humildade de sermos mais amorosos
intui que os rancores que guardamos e nutrimos por alguém que amamos
profundamente nos ferem nas nossas entranhas em seu começo, mas na realidade é
a sociedade em que vivemos: do imediatismo, das performances, das dúvidas, dos
recomeços... Não há nada escrito, nem na IA, sobre nada especificamente, qual
não seja, que não possamos aprender na prática, conforme igualmente ditames
teóricos, posto alguém, por exemplo, que queira abandonar um vício, por vezes
não se apercebia que a falta de sono que tinha quando deixava de consumir a droga,
era por causa do café em excesso, e o bem que faz tomar chá, em nossa prática
diária, ao menos no fim da tarde em diante. Não há “estalo de Vieira”, que
possa transformar da noite para o dia, em muitos casos, uma solução definitiva
para a cura de um mal, quando estamos cientes de que muita coisa está em jogo
na psique de um ser. Na contraposição fleumática de um homem diante dos
dissabores que possa encontrar na vida, o sentido que lhe aflora pode ser um
bom senso de humor diante de uma atitude civilizada, mas diante da barbárie
nada pode ser feito por vezes, a não ser remediar com a ignorância de passar
desapercebido diante de tudo e todos, quando a maré das guerras e da violência
acomete um território onde reside, ou quando sofre injustiças severas pelas
mãos dos homens. Essa frialdade que a todos acomete, quando em nações
totalitárias, por assim dizer, onde tudo é controlado, até os “movimentos faciais...”
Ou quando vemos, em plena rua, um homem descarregar seu fuzil sobre outros, ou
mesmo quando um companheiro ou uma companheira nos trai de modo surpreendente.
Assim se o diga a crença em Deus, algo que nos anima, mesmo quando nos isolam,
ou quando não sentimos sequer na sombra do outro o menos vestígio do afeto, ou
sentimento semelhante. Na imagem desenhada de Cristo, com sua coroa de espinhos,
encontro finalmente um irmão gigantesco e começo a pensar muito, e não me sinto
só...
segunda-feira, 13 de julho de 2026
PODEMOS EVITAR A IRASCIBILIDADE ATRAVÉS DO PERDÃO, DA PRÁTICA DA COMISERAÇÃO, FATOR PROEMINENTE DE TRANSFORMARMOS RELAÇÕES E CORRELATAS REAÇÕES TÓXICAS, COM ALTERAÇÕES E MUDANÇAS CONCRETAS EM NOSSO COMPORTAMENTO, MAS EXISTENCIALMENTE COM PROFUNDAS MUDANÇAS EM NOSSO IMO, SENÃO NÃO PODEREMOS OBTER CONQUISTAS POSITIVAS COM APARÊNCIAS, MAS MUDANDO AS TIPIFICAÇÕES DOS DESEJOS QUE ALMEJAMOS E AQUELES QUE PODEMOS TER DE FATO.
¹⁸ Vós, servos, sujeitai-vos com todo o temor aos senhores, não somente aos bons e humanos, mas também aos maus. ¹⁹ Porque é coisa agradável, que alguém, por causa da consciência para com Deus, sofra agravos, padecendo injustamente. ²⁰ Porque, que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas se, fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus. ²¹ Porque para isto sois chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas pisadas. ²² O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano. ²³ O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; ²⁴ Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados. ²⁵ Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas. 1 Pedro 2:18-25.
¹¹ Amados, peço-vos, como a peregrinos e forasteiros, que vos abstenhais das concupiscências carnais, que combatem contra a alma; ¹² Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem. ¹³ Sujeitai-vos, pois, a toda a ordenação humana por amor do Senhor; quer ao rei, como superior; ¹⁴ Quer aos governadores, como por ele enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem. ¹⁵ Porque assim é a vontade de Deus, que, fazendo bem, tapeis a boca à ignorância dos homens insensatos; ¹⁶ Como livres, e não tendo a liberdade por cobertura da malícia, mas como servos de Deus. ¹⁷ Honrai a todos. Amai a fraternidade. Temei a Deus. Honrai ao rei. 1 Pedro 2:11-17.
¹³ Portanto, cingindo os lombos do vosso entendimento, sede sóbrios, e esperai inteiramente na graça que se vos ofereceu na revelação de Jesus Cristo; ¹⁴ Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências que antes havia em vossa ignorância; ¹⁵ Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; ¹⁶ Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo. ¹⁷ E, se invocais por Pai aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo a obra de cada um, andai em temor, durante o tempo da vossa peregrinação, ¹⁸ Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, ¹⁹ Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, ²⁰ O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós; ²¹ E por ele credes em Deus, que o ressuscitou dentre os mortos, e lhe deu glória, para que a vossa fé e esperança estivessem em Deus; ²² Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro; ²³ Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e que permanece para sempre. 1 Pedro 1:13-23.
Reduzir ou até suspender a cafeína pode ser benéfico para quem está parando de fumar, porque o metabolismo da cafeína muda após a cessação do tabaco e ela pode intensificar sintomas como ansiedade, insônia e palpitações. Além disso, o café costuma ser um gatilho comportamental associado ao cigarro. 🔄 Relação entre nicotina e cafeína Metabolismo acelerado pelo cigarro: fumar aumenta a atividade da enzima CYP1A2, que metaboliza a cafeína. Ao parar de fumar: essa atividade cai, e a cafeína permanece mais tempo no corpo. Doses que antes eram toleradas podem causar palpitações, nervosismo e insônia. ⚠️ Impactos da cafeína durante a abstinência Ansiedade e irritabilidade: a cafeína pode intensificar sintomas já comuns na abstinência da nicotina. Sono prejudicado: tomar café à tarde/noite atrapalha a qualidade do sono, que é essencial para recuperação cerebral. Gatilho comportamental: o ritual de “café + cigarro” é um condicionamento forte; manter o café pode aumentar o risco de recaída. COPILOT.
domingo, 12 de julho de 2026
O MANDATO DA NATUREZA
Conforme
a Lei Natural, o espírito da Natureza nos conforta em suas prédicas e lições.
Nada que nos conformasse tanto quanto o que há realmente no escopo daquela, e
tudo o que significa os ensinamentos que porventura podemos obter de supremos
benefícios de uma simples presença de uma árvore, da corredeira em seu infinito
de moléculas de água, das rochas que não vemos, e supostamente da mão do
Criador, que tudo vê, e de alguns homens que veem mais do que uma mera
suposição de mortais que somos. O simples fato de um ser qualquer que vemos como
um cãozinho, pode nos dar um sinal divino mais evidenciado do que um ser humano
diabólico, ou afeito ao vegetar perante a turba, em meio aos seus hábitos de
consumo ou disposições mecânicas de conduta. A Natureza exerce um mandato que urge
sabermos, pois não estaremos esperando uma hecatombe final, se já estão morando
em Marte, aqueles facínoras que já preparam o terreno para que o ser humano
possa destruir a mãe Terra tranquilamente, sem sentimento de culpa. Os mistérios
da criação já são explicitados pelo Papa Francisco, quando cita a nossa Casa
Comum. Por ela seremos e a Dialética da Natureza é mais ampla do que sequer
cogitamos, pois está nos ventos que não percebemos integralmente, está nos
pássaros e em seus cantos que nos avisam sobre decisões importantes e está nos
dias e nas noites em que passamos, crendo que estamos solitários, mas um mero
inseto possui mais ciência do que muitos seres humanos, em termos de vida. A
vida que pulsa neste mundo de matéria, e isso é muito importante que saibamos
ao menos para que na Terra o que vem dela é a mesma vida que nos alimenta, e
disso parece que egoisticamente o homem tem a noção evidente. A mente livre
expressa o conhecimento de décadas por vezes de estudo, e não será através de uma
ortodoxia dogmática que o homem deixará de possuir suas particularidades e sua
visão do mundo que o cerca. Não neguemos o Espírito que nos abraça
inspirando-nos a escrever sobre aquele que nos Salva, e não tergiversemos com
escrituras tão importante que versam sobre a psicologia de Jung, por um exemplo
cabal do sucesso de ter sido editado por uma empresa católica, como a “Vozes”.
Recentemente,
estudos revelaram que os animais – domésticos – podem expressar sentimentos,
tristeza, alegria, como se animicamente fossem movidos por um espírito. Quaisquer
maus tratos contra eles são passíveis de punição na esfera judicial, e muitas
vezes um ser humano considera um animal seu filho, pois não conta com mais
ninguém no mundo a não ser da companhia desse amigo e companheiro fiel. Não
sejamos tão dogmáticos ao pensar que a Natureza não possui um Grande Espírito,
e não sejamos tão ortodoxos ao pensar que os outros seres da Criação não tenham
o mesmo direito de viver na Terra, assim como os humanos, pois o melhor amigo
do homem ainda é o cão, e o resto são os interesses, em sua maior parte, pois o
homem é o pior amigo do homem, na maior parte das vezes. Este que vos fala
gosta muito mais de escutar a sinfonia dos pássaros pela manhã do que qualquer
música ou fala humana, tão previsíveis quanto no primeiro caso a indústria
cultural, e no segundo a luta pela sobrevivência insana. Meu ceticismo na raça
humana é sem igual, e tira-se poucos aqueles que estão trilhando por caminhos
de luz, de fato, pois no mais é coisa de ironias, hipocrisias ou desavenças.
Ainda temos por prosseguir uma longa Era por essa jornada de degradação
planetária, onde os abutres – com relação à Natureza – são os seres humanos,
sem freios, sem medidas, alicerçados pela ganância e pelo egoísmo. Jesus Cristo
veio para nos devolver a vida, para a redenção, a remissão – possível – dos nossos
pecados, e a prática diária nas santas missas podem nos devolver essa remissão.
Essa questão passa pelo envolvimento de nos focarmos em uma religião e estarmos
abertos a todas é obra de Satanás, que nos envolve até o pescoço a partir de
algo de bruxaria, de crendices e de coisas que apenas uma Grande Irmandade como
a Santa Igreja pode nos conceder algo consonante em comunhão com a bondade: com seus ritos, seus sacramentos e sua fé. Mesmo que muitos queiram dissuadir-nos que a multi crendice é coisa boa, de abertura espiritual, saibamos que nos alicerçar nos paradigmas e na doutrina da religião é coisa fundamental para que consolidemos algo mais próximo da realidade do ser: saber quem somos, de onde viemos e para onde vamos... Devemos tomar gosto pela Bíblia Sagrada, principalmente o Novo Testamento, que é lá que nos encontraremos com a palavra dos Apóstolos e seus Evangelhos. Até chegarmos no templo, até andarmos em direção a ele, seres aparecem nas ruas, os mais diversos, e estarmos em comunhão com os mistérios da Criação é estarmos em uníssono com Deus e sua Natureza manifesta.
sábado, 11 de julho de 2026
NA HORA DO DESPERTAR SE TORNA IMPERATIVO TOMARMOS O DESEJUM, ALGUMA MEDICAÇÃO NECESSÁRIA E PARTIR, DEPOIS DE NOSSOS DEVERES LOGO CEDO, PARA REZAR O TERÇO... ASSIM JÁ NÃO TEREMOS MAIS O DESEJO INTENSO DE FUMAR, POIS CRIAMOS UMA ATMOSFERA ESPIRITUAL QUE NOS DÁ A FORÇA PERMANENTE PARA SEGUIR BEM O DIA, POR MAIS VINTE E QUATRO HORAS.
QUANDO ESTAMOS CONSTRUINDO NOSSO SELF, QUAISQUER APROXIMAÇÕES COM COISAS QUE AFETEM ESSE CONSTRUCTO DEVEM SER EVITADAS, PRINCIPALMENTE FICAR EXPOSTOS A DEPOIMENTOS PARALELOS COM O OBJETIVO DE NOS SOLAPAR A POSITIVIDADE DIANTE DA VIDA, OU MESMO NOS TIRAR DO RITMO QUE ENCONTRAMOS COM NOSSA RELIGIOSIDADE E AFINS, NOSSO ESPORTE, ALIMENTAÇÃO E BEM ESTAR.
O ENCONTRO DO SER
Cada
momento sagrado, cada respirar sem termos algo a nos dar o amparo de uma adição,
uma fumaça, isso nos seja dado como uma graça, e que o Espírito Santo nos
ilumine em nossa jornada espiritual sobre a Terra, este planeta com bilhões de
segredos, este nicho de nosso lar onde nos encontramos, um casulo que nos envolve
por vezes, a medicina que nos traz boas notícias, quando temos a bênção de
estarmos vivos, e o Salvador, que ilumine estas letras... Em um sábado de
chuvas temos uma prerrogativa de sermos como algo de ser mais profícuo, mais
fértil, que silenciosamente urjamos por vidas melhores a todos os nossos amigos
e inimigos, porventura aqueles que se declaravam, e porventura aqueles que
jamais o saberíamos existir. Se soubéssemos do que nos tira muitas vezes uma
força latente, que o Santo Expedito nos proteja de todo o mal, e que
proficientemente nos resida a fortaleza necessária, com as bênçãos da comunhão
dos Santos, e tudo o que significa a Religião. Mesmo que os segredos da citada
religião ainda sejam infinitos, a simples compreensão desse Poder Superior a
nós mesmos nos seja um presente de fé e caridade a nós mesmos, posto não
haveria melhores tempos se não fôssemos uma parte que equivale ao mesmo ser que
antes não seríamos tão plenamente.
Quando
nos afastamos da divindade, devemos lembrar que o que fizeram com o Senhor
Jesus Cristo, nos tempos daquele império impiedoso de Roma, a sua coroa de
espinhos, o seu flagelo, a crucifixão, todo o seu sofrimento, nos bastam para
que nos situemos que nenhum de nossos sofrimentos pode ser similar aos daquele
que pregara uma palavra maravilhosa e que está vivo entre nós, salvando todos
aqueles que passam pela morte, através da Vida, essa dádiva magnífica, milagre
de Deus. Se tudo fosse simples a vida não seria desafiante por vezes, mas a
matéria por si só não significa o todo, pois aquele que se apresentou ao mesmo
tempo como homem e como Deus, em um só ser, significa que, ao ter contato com
essa verdade sublime, nos faz meditar, não apenas quando temos uma imagem sua
para referenciar-nos de sua presença, mas efetivamente quando vamos a uma
Igreja encontrarmo-nos com aquele que nos salva todo o tempo. Esse tempo em que
focamos por vezes em um Poder tão imenso que podemos perder até mesmo a vontade
de nos intoxicar fumando um cigarro, através da prece e da meditação. Através de
um Pai Nosso, podemos ver Deus em nosso lábio, e Deus estará lá, vibrando com
essas palavras transcendentais...
Cessam-se
os dias, e o que antes era uma promessa de fé vira uma profissão de fé, o que
antes era de se cuidar para que o ser se convertesse, ele se torna um devoto
fiel a Deus! Posto o crente o sabe bem por quais caminho passara, e quais foram
os seus vales de lágrimas, e que Nossa Senhora volva os Seus olhos
misericordiosos para nós, com sua bondosa piedade. Um homem imprime uma cabeça
de Cristo, com a coroa de espinhos, mas com a face serena de um sofrimento
sublimado pela Verdade, e isso lhe toca como se houvera se encontrado com um
irmão que jamais imaginara ter, se sente acompanhado, e constrói finalmente um
altar para com ele poder se fixar nessa Verdade e Luz e orar o Terço, uma, duas,
três vezes...
E Santo
Expedito, uma pequena imagem, o acompanha dando-lhe a proteção necessária, para
que a vida lhe seja concedida, sob todos os aspectos. Mesmo que a tentação
surja no caminho desse ser, que vira um casulo dentro do caminho da Santidade e
da sanidade, ele não estará sequer a olhar para os objetos dessa tentação, pois
desviar um homem que procura o caminho espiritual de seus desígnios sempre é
obra daquele que vem para corromper as veredas do Altíssimo. A conversão
finalmente se faz, e o ser que se trata diante de tudo e todos prima pela
consecução de escutar e ler a palavra do Senhor! Mesmo que não perceba, faz-se
o milagre: o milagre da fé. Ao ler os evangelhos ele sabe que encontrará muito
de sua literatura, de sua busca, de seus mistérios, e não mais precisará de fumar,
sequer um cigarro, pelo menos, na visão de um médico, que isso seja por vinte e
quatro horas, até o dia seguinte, quando rezará novamente o terço e prosseguirá
na sua senda espiritual, isso ad aeternum. Seu novo Pai estará sempre
com ele, apesar do já falecido que lhe deu a vida, não deixará de ser sempre
honrado pelo bom filho... Sempre estará comigo, ó meu Pai que éreis Pai de meu
pai! Éreis Pai da Criação, e por isso regamos a raiz, para que a árvore dê bons
frutos, e antes o que parecia ao ser, ser apenas uma questão de tempo, o tempo
veio antes, veio em um sábado, e um grilhão profundo foi desatado de seus
braços, e de suas pernas, e tudo o que vier pela frente será apenas uma razão
primeira para que este devoto possa estar aplicando sua fé em descrever e
divulgar e obrar pela citada religiosidade sublime que alcança por estar diante
da santidade de um Poder Superior a ele mesmo: o Poder de Deus.