EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
domingo, 8 de março de 2026
NO DIA INTERNACIONAL DA MULHER, ALGUMAS NÃO TÊM SE REVELADO EXEMPLARES, POIS SÃO SERES HUMANOS COMO OS HOMENS. ASSIM COMO ELES, HÁ MULHERES IGUALMENTA ASSASSINAS, TRAFICANTES E LADRAS. HÁ ADULTÉRIOS NOS MEIOS DELAS, ASSIM COMO PREVARICAÇÃO E PRECONCEITOS E MALDADE, INFELIZMENTE, NÃO HOUVE ATÉ HOJE UMA COMO A MÃE DO NOSSO SENHOR, JESUS CRISTO, E AS MARIANAS, QUE SEGUEM SEU EXEMPLO, SÃO MULHERES DIVINAIS.
POR VEZES, POR ESTARMOS MAIS SENSIBILIZADOS PELA AUSÊNCIA DE UMA SUBSTÂNCIA VICIANTE, MAIS VULNERÁVEIS, OS SERES DEMONÍACOS PERCEBEM NOSSA VULNERABILIDADE E ATACAM COMO INIMIGOS QUE DEVEMOS IGNORAR, E CERTAMENTE EVITAR TAIS LOCAIS ONDE ESSAS CRIATURAS AGEM É A MELHOR FORMA DE SE PORTAR DIANTE DOS DESAFIOS EM MUDAR DE ARES, COM PERMISSÃO PESSOAL E DEFERÊNCIA A NÓS MESMOS QUE FAZ PARTE DE UM COMPLEXO E PARADOXALMENTE SIMPLES MEIO EXISTENCIAL.
NO ESTOICISMO TEMOS QUE NÃO ESCUTAR AS OFENSAS, OU PERMITIR QUE ELAS SEJAM DITAS COMO SE FOSSE UM TIPO DE ASPECTO LÚDICO DE NÃO CONFLITO, POSTO UM SÁBIO SABERÁ NAVEGAR MELHOR SOBRE O GRANDE MAR DOS BARCOS DOS PIRATAS OFENSORES, COMO SE FÔSSEMOS MAIS UM DELES, OU SEJA, DE MODO TRANSPARENTE OU INVISÍVEL...
O modo de dizer: "sair fora da casinha" pode ser entendido como capacitismo, dependendo do tom e da intenção. A expressão “sair fora da casinha” é usada coloquialmente para dizer que alguém perdeu o controle, agiu de forma irracional ou “não está bem da cabeça”. O problema é que esse tipo de metáfora associa comportamentos inesperados ou intensos a uma suposta “loucura” ou “deficiência mental”, reforçando estigmas sobre saúde mental e pessoas com deficiência intelectual ou psicológica. 👉 Por que pode ser capacitista: - Estigmatização: reduz a pessoa a uma ideia de descontrole ou “anormalidade”. - Reforço de preconceito: perpetua a visão de que sair do padrão é equivalente a ter uma deficiência. - Uso pejorativo: quando usado para desqualificar ou ridicularizar alguém, reforça exclusão social. Por outro lado, em alguns contextos informais, a expressão é usada de forma leve, quase como “perdeu a paciência” ou “exagerou”. Ainda assim, é importante refletir sobre como certas metáforas carregam preconceitos implícitos e podem ser ofensivas, mesmo sem intenção.
A metáfora “sair da casinha” pode sim ser capciosa, dependendo do contexto em que é usada. Em geral, essa expressão significa “agir fora do padrão”, “perder o controle” ou “romper com a normalidade”. O caráter capcioso aparece quando alguém emprega a metáfora de forma ambígua ou maliciosa, deixando em aberto se está elogiando a criatividade e ousadia de quem “sai da casinha” ou se está criticando como se fosse um comportamento desajustado ou irracional. 👉 Por exemplo: - Num ambiente de inovação, “sair da casinha” pode ser visto como positivo — pensar fora da caixa, propor soluções inesperadas. - Já numa discussão pessoal, pode soar como acusação velada de que a pessoa perdeu a razão ou agiu de forma inadequada. Ou seja, a capciosidade está no jogo de sentidos: a mesma metáfora pode ser usada para valorizar ou desqualificar, sem que o interlocutor perceba de imediato qual intenção está por trás. COPILOT.
QUANDO SOMOS OFENDIDOS OU SOFREMOS UMA INJUSTIÇA SOCIAL BRUTA, POR VEZES É MAIS FÁCIL NOS CHAMAR DE LOUCOS DO QUE SER JUSTOS OU HUMANOS, POR ISSO A QUESTÃO DO HUMANISMO NÃO SE RESPIRA, E GUARDAR ISSO COMO REPARAÇÃO ESPIRITUAL JAMAIS SERÁ ESPERADO POR AQUELE QUE SABE QUE ALGUMAS CRIATURAS TEM O CORAÇÃO DE PEDRA.
NA REALIDADE SENTIMOS A OFENSA EM DETERMINADAS HORAS DO DIA, VOLTAMOS PARA A NOSSA CASA E EXERCITAMOS O PERDÃO, E SE NOS BROTA BOM SENTIMENTO, MAS DEPOIS, EM OUTRA HORA, NOVAMENTE VEM OUTRA OFENSA, E ASSIM A VIDA VAI ACONTECENDO, OFENSA APÓS OFENSA, E PODEMOS ORAR O PAI NOSSO E PRATICÁ-LO, MAS NO FUNDO DESEJAMOS QUE TODOS QUE OFENDEM VÃO PARA O INFERNO, SINCERAMENTE, POIS NÃO SÃO TODOS OS MORTAIS QUE POSSUEM ESTÔMAGO DE BARATA...
SE DEUS É AMOR, O QUE SERIA SE TODOS FOSSEM AMOROSOS, NÃO HAVERIA SEQUER UM CONTRASTE ENTRE OS SERES HUMANOS E AS QUALIDADES BOAS E RUINS NÃO SE FARIAM NOTAR, MAS O QUE HÁ NA ERA DA ATUALIDADE CERTAMENTE É MENOS AMOR E MAIS CONFLITOS E GUERRAS, MAIS ÓDIO E INVEJA, MAIS EXPLORAÇÃO E GANÂNCIA, MAS SOBRETUDO SAIBAMOS QUE NOSSO DEUS É VERDADEIRAMENTE O AMOR QUE DEIXAMOS FLORESCER DENTRO DE NÓS.
ASSIM COMO HÁ HOMENS E MULHERES MAIS HUMANOS E DOTADOS DE SENTIMENTOS DE VALORES BONS, HÁ DAQUELES QUE SÃO QUASE GROTESCOS, E INSUFLAM ÓDIO, INTRIGA E GUERRA POR ONDE PASSAM... CERTAMENTE OS PRIMEIROS SÃO CRIATURAS DE DEUS, E OS OUTROS AINDA NÃO CHEGARAM AO PATAMAR DA DIVINDADE, SENDO SERES DEMONÍACOS, OU ASURAS, CONFORME OS VEDAS.
NO MUNDO EM QUE VIVEMOS, QUANDO PENSAMOS APENAS EM QUEM NOS OFENDEU, ESSA OFENDA RENDEU OS FRUTOS DAQUELE QUE COMETEU ESSE PECADO, MAS QUANDO NOS TORNAMOS MAIS VOLTADOS AO PERDÃO E AO AMOR, PODEREMOS CURAR, NÃO APENAS AS CHAGAS QUE CERTAS CRIATURAS DEMONÍACAS NOS IMPÕEM, MAS IGUALMENTE TENTAR LEVÁ-LAS RUMO AO DESTINO DE QUE TOMEM A CONSCIÊNCIA DE MUDAREM A SUA CONDUTA, QUANDO O IMPORTANTE É SABEREM VIVER EM SOCIEDADE DE MODO CIVILIZADO, E NÃO COMO SERES BESTIAIS...
POR MAIS QUE UMA OFENSA SEJA BRUTA, FUNCIONE APARENTEMENTE AOS OLHOS DE QUEM OFENDE, OU MESMO SEJA PLANEJADA COMO UM TIPO DE EMPRESA ONDE O QUE SE PRETENDE É ESPANTAR ALGUÉM OU PREJUDICÁ-LO DE FATO, ESSA MESMA OFENSA VOLTA-SE PARA A BOCA NÃO APENAS DE QUEM OFENDE, MAS DE QUEM CHEFIOU OU MANDOU OFENDER, ASSIM COMO SE UMA SERPENTE SE AFOGASSE COM O SEU PRÓPRIO VENENO.
O IMPACTO DA OFENSA
Qual não seria tão fácil eximir-se das ofensas, neste março meio que de chumbo,
Posto os pequenos demônios, capitaneados por serpentes venenosas do inferno
Sói obedecerem aos impulsos do fremir do capital, por vezes por serem lacaios ideológicos
E em outras apenas para manter o que creem ser seu papel em empresas imersas na
lama.
Se nos diste aquilo que de Cristo se chama o perdão, e que de São Francisco se
chame a união,
E que, no entanto, não estamos em uma assembleia democrática, pois a empresa
parece chamar a tudo e a todos sua mera enganação do ouro,
E o amor que temos porventura não encontra espaço fora do espaço onde de fato
ocorra,
Pois há outros em que o ardil dessas criaturinhas infernais, povoadas da gula,
da inveja e da luxúria
Não temem o fogo eterno de seus pecados mortais, e não são tementes a Deus,
pois será na via em que perdoamos no nosso verbo, apenas,
A conjectura onde se fazem de antirracistas por empregarem negros, mas
escravizam a si mesm@s nas hostes que criam em torno de si
Para investirem, em um empreendimento em que – na Verdade de um – todos a
saberão por um único meio de comunicação.
QUE ESTRANHO MILAGRE É ESSE EM QUE OS FREQUENTADORES DE UM ESTABELECIMENTO "AMEM" ESTAR JUNTOS COM OS SEUS IGUAIS, QUANDO A COMUNICAÇÃO ESTIVER ESCLARECENDO UMA VERDADE ONDE SE REVELARÁ QUE TIPO DE REAL NATUREZA POSSUI ESSE ESTABELECIMENTO, E QUAIS SÃO AS INTENÇÕES DE SEUS ADMINISTRADORES, DIANTE DE VERDADES QUE SÃO CITADAS A TODO O MOMENTO?
A PAZ E O PERDÃO NO RANCOR
Quantos foram os desavisos, as ausências do que nos permitíamos
Quanto, ao querermos nos apegar a algo, a verdade do perdão,
Essa verdade que nos traz a paz diante mesmo de picuinhas do próximo,
Da inveja, de pensamentos que desferimos, compartilhados e, por vezes,
Na ausência de uma semente de areia em que nossa ilusão foi germinada...
No rancor nada se nos passe de bom, pois apenas guardaremos a garantia do ser
Quando sentirmos que ao nos inventariar de modo rápido, e seguro, diante de nós
mesmos e Deus,
Não haveria tentativa, por mais atávica que seja, capaz de demover as fagulhas
que, de modo instantâneo,
Sustentariam o ser que reside em nós diante de outrem que reside em outro
corpo, o mesmo que nos dirá
Para que semeemos a virtude para colher frutos frescos da Bendição...
Dentro do Vaishnavismo, Buda é considerado um dos dez avatares (Dashavatara) de Vishnu, mas não é visto como uma encarnação direta de Krishna. A tradição Vaishnava entende que Krishna é a forma suprema de Vishnu, e que Buda foi uma manifestação específica de Vishnu com um propósito espiritual e histórico. 📖 Como o Vaishnavismo vê Buda Dashavatara: O Vaishnavismo reconhece dez principais encarnações de Vishnu. Entre elas estão Rama, Krishna e também Buda. Função do avatar Buda: segundo textos Vaishnavas, Vishnu teria se manifestado como Buda para desencorajar sacrifícios de animais e promover a compaixão. Diferença de perspectiva: Gautama Buda, historicamente, não se apresentou como encarnação de um deus, mas como mestre que ensinava o caminho da libertação através das Quatro Nobres Verdades e do Caminho do Meio. 🌀 Relação entre Krishna e Buda Krishna: considerado a manifestação plena e suprema de Vishnu, especialmente nas tradições Gaudiya Vaishnava. Buda: visto como um avatar parcial de Vishnu, com missão específica, mas não como Krishna em si. Teologia Vaishnava: todos os avatares são manifestações da mesma realidade divina (Vishnu/Krishna), mas cada um tem um papel distinto. ✨ Em resumo Para os Vaishnavas, Buda é um avatar de Vishnu, mas não é considerado uma encarnação direta de Krishna. Krishna é visto como a forma suprema e completa de Deus, enquanto Buda é uma manifestação destinada a ensinar compaixão e reformar práticas religiosas da época. O budismo, por sua vez, não reconhece essa identificação — para os budistas, Buda foi um ser humano iluminado, não uma encarnação divina. COPILOT.
sábado, 7 de março de 2026
SEGURO É QUE QUANDO UM ELEMENTO PERTENCE A UMA ORGANIZAÇÃO BASEADA EM TI, E COMPARTILHA SUAS INFORMAÇÕES DE OUTREM, NÃO IMPORTA, POIS ESSES OUTROS SÃO MAIS TRANSPARENTES QUE O CRISTAL, MESMO PORQUE A INFORMAÇÃO COMPARTILHADA É FALTA DE QUEM COMETE ESSA ILICITUDE, E NÃO DE QUEM É VÍTIMA DESSE ABUSO...
PELO ARRANJO DE DEUS, O SUJEITO PODE TER GRÃOS O BASTANTE, LEITE O BASTANTE, FRUTAS O BASTANTE E LEGUMES O BASTANTE, BEM COMO A ÁGUA DE UM RIO LÍMPIDO. AGORA, ENTRETANTO, COMO VEJO ENQUANTO VIAJO PELA EUROPA, TODOS OS RIOS LÁ SE TORNARAM ASQUEROSOS. ESSE É O PROCEDER DA NATUREZA, E O PROCEDER DA NATUREZA É O PROCEDER DE KRSNA. ENTÃO, QUAL É A UTILIDADE DE CONSTRUIR IMENSOS SISTEMAS HIDRÁULICOS PARA FORNECER ÁGUA? prabhupada.
DENTRO DAS POSSIBILIDADES
A
magnitude de nossa fé não é delimitada pelo fato de estarmos alheios das possibilidades em medir o que seja viável para estarmos em sincronia espiritual com uma fé divina. Simplesmente passamos por vibrações espirituais, por sacrifícios, por
etapas, por conclusões, racionais ou irracionais, mas vivemos a impressão de
que seremos, com um mínimo domínio teológico, mais aptos a fazermos crer em nós
mesmos a impressão de que estaremos controlando em nós mesmos certos substratos
de nosso eu com a compreensão de que, distante do muito ou do impossível que
pensamos não estar ao nosso alcance, dentro de nosso possível, Deus dá conta do
recado e nos coloca adiante de nós mesmos a vereda que antes não tínhamos
condições de trilhar, livre dos obstáculos do caminho, mas devemos ter
condições de prosseguir, sempre, na vereda, pois o ato de fé é de prática, pois
o Criador faz o impossível para que alcancemos nossos objetivos, mesmo sabendo
que nosso possível seja um severo sacrifício ante o cansaço, o trabalho, a
devoção e a determinação de prosseguirmos em Seu caminho. A função primeira de
nossa espiritualidade é seguirmos o passo Dele em torno de Seus mandamentos e a
tábua de nossa salvação é o que nos resguarda, nos tira de muitos perigos, nos
avisa, quando oramos por clamar Sua proteção, ou mesmo quando pedimos a Ele,
esse Poder Trino, a parte que nos cabe, em missão que fartamente nos dispõe a
Natureza de nossos atos diante do Altíssimo.
Sabendo-nos
sofredores em lugares onde por vezes nos sentimos mais tristes, quando estamos
aparentemente ilhados em meio a dissabores, agrilhoados por preocupações,
quando recebemos um ignorar tácito de alguém, o desencontro de uma mentalidade
hipócrita, ou mesmo estando em locais mais festivos e as tentações vêm a
roldão, tentemos o equilíbrio entre as coisas, entre os nossos conflitos
internos e nossas extroversões com relação ao meio que nos cerca, por vezes
sendo introvertidos publicamente e extrovertidos no recôndito de nossos lares.
Ao inverter papéis, estaremos mais felizes quando solitários, e taciturnos por
entre as gentes, e o que pode parecer um fato existencial pouco comum pode ser
a saída como estratégia onde passamos a comandar melhor nossa ação diante de um
mundo que nos espera o previsível, o comportamento repetitivo, ou mesmo o vício
que temos por algo que se nos pega irremediavelmente perante o nosso bem estar
psíquico, minando-o.
Passamos
por dias afoitos, querendo lutar por nos livrar do tabaco, e por vezes mal
sabemos que a nossa fé nos diria que Deus essencialmente nos quer livre dele, e
por mais que cruzemos por sinais divinais que nos digam o oposto, quem sabe
seja porque ainda não retiramos nossas ervas daninhas do nosso jardim, pois há
flores e frutos que querem apenas respirar um alento de vida... São Francisco
comungara das uvas com um frade que estava doente e debilitado, e este se
lembrara por sempre o dia em que passaram conversando sob uma videira,
simplesmente orando a Deus e o louvando. Os jardins desse santo eram repletos
de bem aventurança transcendental, e de conforto espiritual aos que deles desfrutavam.
Assim como fora um homem desapegado, que sofrera, renunciado dos prazeres
mundanos, São Francisco revelou ao mundo uma vida em que simplesmente que, onde
houvesse a dúvida, ele levaria a fé... Fez de seu caminho uma seara espiritual
reconstruindo igrejas, falando aos sofredores, irmanando com a Natureza e seus
seres, tornando o seu possível o impossível de Deus. Assim sendo, o possível
que realizamos, dentro de nossas limitações humanas, dentro de nossa fé, quando
a praticamos obrando na senda, Deus faz o impossível acontecer. Não fora por
isso, há dias em que precisamos refletir...
Nas
vertentes de um ocaso onde pensamos que estaríamos sem saída, onde nada do que
pensáramos daria certo, Jesus aparece como exemplo imortal, seu sofrimento nos
nubla nossa vida incerta, e pensamos nesse impossível revelado, tornando a fé e
sua razão algo que faz sentido em nossas vidas: subiu aos céus, reside ao lado
de Deus... Maria, sua mãe, fica na Terra, a Casa Comum, conforme a encíclica Laudato Sí de Francisco, o último Papa.
Maria, a mãe Gaya, e seu filho, Jesus Cristo, o unigênito, o Deus encarnado.
Saberíamos de nossa fé algo mais do que isso, quiçá, quem sabe o Budismo nos
traga luzes sobre Sidarta Gautama, o Buda, ou quem sabe Krsna resida no coração
da devoção, igualmente... Mas quando pensamos em Francisco, o santo, pensamos
em Jesus, onisciente, dentro do ser crístico que reside em nós, principalmente
no mundo Ocidental. Não importa a orientação, o Ser Maior concebemos diante das
possibilidade de nossa fé, dentro do que seja a crença que temos por um Deus
que perdoa, que leva a luz onde há trevas, e que leve a fé onde haja a dúvida.
Essa mesma fé que remove montanhas, que podem ser desde obstáculos
intransponíveis até corações transformados em pedra, que cristalizaram de tal
modo a insensibilidade que se tornam verdadeiros desfiladeiros de
desventurados, onde só um amor e perdão gigantes, e a fé pétrea as transformam
em tenras ervas de primavera... Jesus foi sacrificado por aqueles que não
compreenderam sua palavra, mas sua crucifixão estava escrita por sua própria
ressurreição, que até hoje faz com que um homem qualquer possa escrever sobre
isso com as palavras vivas da Verdade e da Luz. “A fé nos permite sorrir apesar
da dor, não desistir jamais, procurar e aceitar as vontades de Deus, superar as
aflições, combater o bom combate, dar um testemunho de vida coerente, não se
enganar com as ilusões do prazer fácil e, enfim, ter a lucidez que nos indicará
os melhores caminhos para a nossa evolução pessoal.” ("A Oração de São
Francisco", Anderson Cavalcante e Gabriel Perissé, Ed. Sextante).
Situando
nossa condição mais favoravelmente, não sentimos a dor daqueles que atravessam,
opressos, o oceano de suas angústias. Para estes a dita dor é motivo de se
querer uma superação necessária, e seguir trabalhando a obra posta no sacrifício,
sente-se por fim pelo menos nos signos que deixamos ao longo de um período
os resultados do poder de Deus sobre nossa obra e nós mesmos. O fenômeno da
salvação vira uma questão de tempo, e as mudanças em nossa vida passam a
acontecer antes do que esperávamos, na velha textura que deixamos ao vento,
para que a Natureza dos eventos do Cristo a toque, como em uma alquimia que
desse certo: o milagre em nossas vidas!
Desde que
passem os dias, as coisas podem se encaixar, o tempo é inexorável, as gerações
se sucedem, surgem governos, conflitos, pessoas se intoxicam e, enquanto isso,
somos meros instrumentos da paz do Senhor. Seguimos conversando conosco mesmos,
e isso não apazigua a muitos, mas no mínimo traduz-se em tomada de consciência
sobre muitos fatos que se nos ocorrem, justo, quando refletimos ou meditamos
sobre nossas vidas, dando um intervalo entre algo que acontecera antes e aquilo
que marcamos para um compromisso escalar, não como algo que nos faça mal, mas
justamente o que vem para equalizar e equilibrar o andamento de uma roda que
ainda fazemos girar mesmo com as dificuldades de encontrar a fé e a força
necessárias para tanto. A partir daí, por vezes quando já estamos exaustos,
Deus nos concede o que era impossível para nós, e obtemos Dele o empurrão para
que andemos com mais facilidade sobre a superfície que, antes nos parecesse
chumbo, vira um tapete de cristal imantado com energia para que naveguemos
sobre ele com a facilidade de verdadeiros seres humanos...
sexta-feira, 6 de março de 2026
O ENCONTRO FORTUITO COM A FÉ É ALGO QUE NA VERDADE RESIDE EM UMA VIDA PONTUADA POR AÇÕES QUE SEJAM BENÉFICAS PARA O CORPO, TEMPLO DE NOSSO ESPÍRITO, DÁDIVA DE DEUS E CIRCUNSCRIÇÃO PERENE DE NOSSA EXISTÊNCIA SOBRE ESTE MUNDO, TÃO AFEITO A RUÍDOS QUE POR VEZES NOS DEIXAM PERPLEXOS DIANTE DE TANTOS QUE SÃO OS DESAFIOS QUE APENAS ENGRANDECEM A NOSSA LUTA PERANTE OS OBSTÁCULOS QUE ENCONTRAMOS NAS NOSSAS DIAMANTINAS JORNADAS.
EM TODOS OS NÍVEIS E CLASSES DA EXISTÊNCIA HUMANA O CAOS DAS COMPULSÕES NOS COLOCA FRENTE A FRENTE COM NOSSO MAIOR DESAFIO, QUAL NÃO SEJA, ESTAR CIENTE DAS DIFICULDADES INERENTES AO DIA A DIA, E A SOLUÇÃO QUE PERFAZEMOS NOS ASPECTOS DE UMA SOCIEDADE MAIS CIVILIZADA E MAIS PLENA NOS TERMOS DO QUE CIRCUNSCREVE A NORMALIDADE.
²² E eis que uma mulher cananeia, que saíra daquelas cercanias, clamou, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de mim, que minha filha está miseravelmente endemoninhada. ²³ Mas ele não lhe respondeu palavra. E os seus discípulos, chegando a ele, rogaram-lhe, dizendo: Despede-a, que vem gritando atrás de nós. ²⁴ E ele, respondendo, disse: Eu não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. ²⁵ Então chegou ela, e adorou-o, dizendo: Senhor, socorre-me! ²⁶ Ele, porém, respondendo, disse: Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos. ²⁷ E ela disse: Sim, Senhor, mas também os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa dos seus senhores. ²⁸ Então respondeu Jesus, e disse-lhe: Ó mulher, grande é a tua fé! Seja isso feito para contigo como tu desejas. E desde aquela hora a sua filha ficou sã. ²⁹ Partindo Jesus dali, veio ao mar da Galileia, e, subindo a um monte, assentou-se lá. ³⁰ E vieram a ele grandes multidões, que traziam consigo coxos, cegos, mudos, aleijados, e outros muitos, e os lançaram aos pés de Jesus, e ele os sarou, ³¹ De tal sorte, que a multidão se maravilhou vendo os mudos a falar, os aleijados sãos, os coxos a andar, e os cegos a ver; e glorificava o Deus de Israel. ³² E Jesus, chamando os seus discípulos, disse: Tenho compaixão da multidão, porque já está comigo há três dias, e não tem o que comer; e não quero despedi-la em jejum, para que não desfaleça no caminho. ³³ E os seus discípulos disseram-lhe: De onde nos viriam, num deserto, tantos pães, para saciar tal multidão? ³⁴ E Jesus disse-lhes: Quantos pães tendes? E eles disseram: Sete, e uns poucos de peixinhos. ³⁵ Então mandou à multidão que se assentasse no chão, ³⁶ E, tomando os sete pães e os peixes, e dando graças, partiu-os, e deu-os aos seus discípulos, e os discípulos à multidão. ³⁷ E todos comeram e se saciaram; e levantaram, do que sobejou, sete cestos cheios de pedaços. ³⁸ Ora, os que tinham comido eram quatro mil homens, além de mulheres e crianças. ³⁹ E, tendo despedido a multidão, entrou no barco, e dirigiu-se ao território de Magadã. Mateus 15:22-39
A VERDADEIRA LIBERTAÇÃO GERALMENTE SUCEDE UMA QUE A ANTECEDE E QUE SERIA UMA JAÇA POSTERIOR, OU UM RISCO À QUEDA, SE NÃO OCORRESSE DO MODO CIRCUNSTANTE, OU SEJA, DEVEMOS RETIRAR CERTAS PEDRAS DE UM CAMINHO PARA QUE POSSAMOS PROSSEGUIR, E ISSO ESTÁ DIANTE DE NÓS COMO ÚNICO PRESSUPOSTO, POR VEZES, OU MELHOR MESMO É CONTORNARMOS AS PEDRAS, SE MUITO GRANDES, E PROSSEGUIRMOS PELA JORNADA ATÉ QUE CONSIGAMOS DAR O NOSSO SEGUNDO PASSO RUMO A UMA LIBERTAÇÃO QUE DIGA A UM DESPERTAR ESPIRITUAL MAIS PLENO E CONCRETO.
A VIDA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS FOI UM CÂNTICO DE LOUVOR À PAZ E À HARMONIA. PELA PALAVRA E PELO EXEMPLO, DEDICOU-SE DE CORPO E ALMA AOS VALORES QUE TORNAM ESTE SONHO DE PAZ UMA REALIDADE. PARA ISSO, PRECISOU VENCER O EGOÍSMO E ENFRENTAR A TRISTEZA, O DESESPERO, A DÚVIDA E O ÓDIO, ENSINANDO A SEUS SEGUIDORES E A TODOS NÓS QUE ESSA LUTA SEMPRE CONDUZ À VITÓRIA. editora sextante.
APENAS JESUS CRISTO PASSOU POR TODO O SOFRIMENTO E SACRIFÍCIO QUE DE MODO INSUPORTÁVEL QUALQUER SER HUMANO PODERIA PASSAR, E DEPOIS DE MORRER NA CRUZ RESSUSCITOU AO TERCEIRO DIA, POR ISSO SUA PALAVRA AINDA DEVE SER SENTIDA COMO PALAVRA VIVA, POIS ELE ESTÁ SENTADO À DIREITA DE DEUS PAI, TODO PODEROSO.
A ÉTICA DA ESPIRITUALIDADE COMPLETA O MOMENTO EM QUE ESTIVERMOS APARENTEMENTE CAÍDOS, POIS É NA RECUPERAÇÃO EM ESPÍRITO QUE CONSAGRAMOS O ATO ENQUANTO LIBERTAÇÃO DO EU, MESMO QUANDO CERTAS SERPENTES VENENOSAS, QUANDO IMPEDIDAS DE INOCULAR SEU VENENO EM NOSSOS CORPOS, RUGIREM QUAIS LEÕES SOLITÁRIOS E FAMINTOS NA SAVANA...
Em termos de “completude” O Vaishnavismo apresenta uma cosmologia muito detalhada sobre carma, samsara e libertação, com forte ênfase na devoção como caminho para transcender a natureza material. O Espiritismo foca mais na evolução moral e intelectual do espírito, sem a ideia de “maya” ou ilusão da matéria, mas com grande atenção às consequências éticas das ações. ✨ Em resumo: o Vaishnavismo pode ser considerado “mais completo” no sentido de oferecer uma visão metafísica e teológica muito elaborada sobre carma e reencarnação, enquanto o Espiritismo é mais voltado à pedagogia espiritual e à ética prática da vida cotidiana. Ambos têm profundidade, mas em dimensões diferentes. COPILOT.
QUANDO CERTAS COISAS, OPINIÕES, SUBSTÂNCIAS, APARENTE QUEDAS, FRACASSOS OU DERROTAS NOS ASSOBERBEM O ESPÍRITO, DEVEMOS APRENDER A RESPIRAR OS ARES DA TEMPERANÇA, NOS RESGUARDAR DIANTE DE ADVERSIDADES ENCONTRADAS E AINDA POR SURGIR, E NOS PREPARAR, POIS SE FOR MERA QUESTÃO AFETIVA NÃO DEVEMOS CAIR NA TENTAÇÃO DE SUPRIMIR A NOSSA PRÓPRIA LIBERTAÇÃO, QUE VIRÁ NO TEMPO CORRETO, QUANDO SUBLIMAMOS OS MAUS DESEJOS, OU MESMO QUANDO PRECISAMOS POR VEZES NOS DEIXAR LEVAR POR QUEDAS APARENTES, PARA POSSÍVEIS E PROGRESSIVOS SALTOS POSITIVOS NO FUTURO.
SEREMOS ÍMPARES
Não sou a previsível equação de teu viés materialista
Posto de minha vida espiritual, que sei eu,
Ninguém a sabe melhor do que a vereda que escolho
Por entre rochas imutáveis, que encontram por vezes na própria carne mineral
Suas prerrogativas e certezas, sua perfusão cerebral quase didática,
Seu cerne espiritual de encaixes religiosos e estanques no que, presume-se,
Seja a via de cada qual, mas na vida de um ser humano com fé inquebrantável
Não vai ser um espírito qualquer que lhe dará margem a que grafem seu próprio “eu”.
quinta-feira, 5 de março de 2026
NA ERA DA INTERNET, TODA E QUALQUER MENSAGEM SE PROPAGA NUM PISCAR DE OLHOS. FATOS QUE OCORREM NUM CANTO DO PLANETA ATRAVESSAM FRONTEIRAS, CHEGANDO A OUTRAS CIDADES, OUTROS PAÍSES E CONTINENTES COM A RAPIDEZ DE UM CLIQUE. ALIMENTADAS PELA FOFOCA, HISTÓRIAS QUE ENVOLVEM A INTIMIDADE DAS PESSOAS TOMAM PROPORÇÕES INIMAGINÁVEIS E INVADEM NOSSOS LARES COMO SE FOSSEM VERDADES ABSOLUTAS. E NESSAS HISTÓRIAS FOMENTAM ANTIPATIAS, PRECONCEITOS E DESPREZO. a oração de são francisco.
JUNTOS SOMOS MAIS E MAIS SIMPLES
Não haveria por que pensar muito
Se na vida não houvesse do suficiente para tantos
Que a complexidade proprietária desse muito
A quem se apropria, o luxo: gerando montes de lixo
Haveria quem navegasse por rios de esgoto na urbe
Para fumar da droga escondidos das viaturas e suas vigílias...
Juntos em comunhão seríamos mais simples
Posto a pena imposta a um inocente,
Ou o falar em um grupo de recuperação do alcoolismo
Quando do encontro cria-se uma assembleia
Onde não só os pastores que falam e passam a sacola
Posto sejam apenas aqueles que não faltam ao compromisso
De, na causalidade factual, passar uma simples mensagem.