EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
quinta-feira, 30 de julho de 2026
A QUESTÃO DO SAGRADO NA ORAÇÃO
Pedirmos algo
em oração sempre pode ser uma voz de misericórdia, no sentido de pensarmos em
aliviar o nosso fardo e do semelhante, como se de repente a coisa acontecesse
no centro de nossas emoções, naquilo que nos coloca com desconfortos
espirituais ou morais, no que venha a dar na mesma questão emocional e mental
diante de muitos infortúnios que nos acometem. A oração nos aproxima de Nosso
Senhor Jesus Cristo. Nos aproxima de Deus e Sua Pessoa... Aos santos, ela nos
guarnece, nos dá a proteção, como invocar a Santa Maria de Deus para sabermos
que ela estará nos dando igualmente a sua proteção imaculada, assim como na
forma de São Miguel, Santo Expedito, São Pedro ou São Francisco, entre outros,
encontramos farta munição para nos guarnecermos contra o mal. É algo tão sagrado
que seu poder se revela nas simples palavras pronunciadas, assim como levarei a
esperança aos desesperados, se Deus me conceder essa graça e me fizer
instrumento se Sua paz. Assim se fez e se faz a comunhão dos santos, assim como
era no princípio e para todo o sempre... Mesmo que certas batalhas se nos
apresentem, certamente serão lutas internas que nosso eu apresenta, ou mesmo
quando certos agentes da lei estão em serviço, cumprindo duras missões
combatendo o crime, e se não for do modo em que estiverem mais resolvidos
internamente, isso não se dará efetivamente com a coragem necessária para se
mudar o que estiver dentro das possibilidades.
Muito de
nós é afeito a uma construção moral e espiritual sobre os alicerces que
deixamos erguidos de ante mão a que se proceda a erradicação de dúvidas, mesmo
que alguns deles precisem ser refeitos. A luta contra a nicotina, e seu vício, demanda
sermos mais do que tolerantes com aqueles que espiritualmente e materialmente
são desonestos, pois não será na graça de um ou outro que estaremos mais aptos
a desentranhar certos novelos e redes... As boas redes de pesca pescam homens,
e estão cheias... Somos pescados por Deus todo o tempo, para formarmos um
número de homens fortalecidos em fé e no Espírito Santo, todo o tempo em que
nos dedicarmos a isso, como se fosse um mindfulness espiritual contínuo, ou
seja, diuturnamente possuirmos a consciência espiritual aflorada, orando
seguidamente e praticando, em todos os nossos passos, a prática da recordação,
como se depois de tudo elucidássemos a um público dos céus o que foi bom e o
que não foi no término de uma jornada de mais um dia. Esse relatar-se continuamente,
mesmo em pensamentos, e o ato da oração, mesmo na gratidão pura e simplesmente,
nos dá a força necessária e justa, mormente, naquele que nos fortalece todas as
horas do dia.
Deus é
pleno, e em sua presença vemos que o Espírito se manifesta em nós e opera
verdadeiros milagres. É aproximada a hora, é vista a fé, não se mescle
esperança com amor, pois o amor é a própria consagração de um ato concreto, e o
que antes projetamos ser algo possível mas distante, se torna simplesmente a
consecução daquilo que sabemos ser certo, ou seja, mais um dia, dos bons ou dos
ruins, mas que se viva com o que temos, e os recursos da oração vêm nos
momentos difíceis e de angústia, mas também de felicidade, e podem muito bem
premiarmo-nos com a dopamina espiritual contrapondo-se àquela: química,
substrato da nicotina e todos os malefícios que a tantos domina em sua
tentativa não malograda a muitos de escravizar um adicto a essa droga. Para não
finalizarmos uma linha com um termo tão sujo, que sejamos mais limpos que a
água da fonte, todos os dias, pois do maná receberemos o pão que recebemos todos
os dias na comunhão sagrada, ou no ofertório que um programa religioso de TV
todos os dias nos conceda nessa dádiva sagrada...
Na visão católica, os animais possuem uma “alma” no sentido de princípio vital, mas não uma alma espiritual e imortal como a dos seres humanos. Apenas o ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, tem alma racional e eterna. 📖 O que a Igreja Católica ensina Definição de alma A palavra “alma” (do latim anima) significa princípio vital. Todos os seres vivos — plantas, animais e humanos — possuem alma nesse sentido. Diferença fundamental Alma humana: espiritual, racional e imortal, criada diretamente por Deus. Alma animal: sensitiva e material, ligada apenas ao corpo físico; deixa de existir com a morte. Imortalidade Apenas o ser humano tem alma imortal, capaz de conhecer e amar a Deus e destinada à vida eterna. Os animais não têm consciência moral nem capacidade de escolher entre o bem e o mal. 🐶 Animais e o Céu Catecismo da Igreja Católica (CIC 2416–2418): os animais são criaturas de Deus e merecem respeito e cuidado. Não há céu para animais no sentido de vida eterna pessoal. Quando morrem, sua alma (vital) se extingue. Contudo, a Escritura fala da renovação de toda a criação (Romanos 8,19–22). Isso abre espaço para uma esperança teológica de que Deus possa restaurar o que amamos de formas que não compreendemos plenamente. COPILOT.
¹ E aconteceu, depois disto, que andava de cidade em cidade, e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus; e os doze iam com ele, ² E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; ³ E Joana, mulher de Cuza, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com seus bens. Lucas 8:1-3.
NÃO QUE NÃO TENHAMOS A BOA VONTADE PARA MANTERMO-NOS SÓBRIOS EM RELAÇÃO A TUDO, MAS É NAS EMOÇÕES QUE POR VEZES AS COISAS SE TORNAM MAIS COMPLEXAS, E SERÁ SEMPRE NESSA QUESTÃO QUE DEVEREMOS, APESAR DE TERMOS "TAMPADO A GARRAFA", SEGURARMOS OS NOSSOS ALTOS E BAIXOS COM UM ESPÍRITO MAIS EQUILIBRADO E ESTÁVEL DIANTE DE NOSSAS INTERCORRÊNCIAS EXISTENCIAIS.
quarta-feira, 29 de julho de 2026
terça-feira, 28 de julho de 2026
²⁵ E eis que se levantou um certo doutor da lei, tentando-o, e dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? ²⁶ E ele lhe disse: Que está escrito na lei? Como lês? ²⁷ E, respondendo ele, disse: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. ²⁸ E disse-lhe: Respondeste bem; faze isso, e viverás. ²⁹ Ele, porém, querendo justificar-se a si mesmo, disse a Jesus: E quem é o meu próximo? ³⁰ E, respondendo Jesus, disse: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. ³¹ E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. ³² E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo. ³³ Mas certo samaritano, viajando, veio até ele e, vendo-o, foi movido de íntima compaixão; ³⁴ E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre o seu animal, levou-o para uma estalagem, e cuidou dele; ³⁵ E, partindo no outro dia, tirou dois dinheiros, e deu-os ao hospedeiro, e disse-lhe: Cuida dele; e tudo o que de mais gastares eu to pagarei quando voltar. ³⁶ Qual, pois, destes três te parece que foi o próximo daquele que caiu nas mãos dos salteadores? ³⁷ E ele disse: O que usou de misericórdia para com ele. Disse, pois, Jesus: Vai, e faze da mesma maneira. Lucas 10:25-37.
QUANDO DE TRATAMENTOS DE CUNHO MENTAL, A NÃO SER QUE ESTEJAMOS ESTÁVEIS E MAIS SERENOS, SERÁ IMPOSSÍVEL LARGARMOS UM VÍCIO COMO A NICOTINA, POIS NÃO DÁ POR VEZES DE VINCULAR O SOFRIMENTO DE CUNHO MENTAL COM UMA SÍNDROME DE ABSTINÊNCIA QUE ARREMETE CONTRA O SER DUAS FORÇAS GIGANTESCAS E DESTRÓI AS SUAS CHANCES DE SE RECUPERAR.
UM QUINHÃO DE SABERMOS QUE NA ESFERA DE UMA INTERCORRÊNCIA DE UMA PSICOSE GRAVE PARA UM DEPENDENTE DA NICOTINA ABANDONAR O VÍCIO, COMPULSORIAMENTE O PACIENTE HÁ QUE ESTAR NO MÍNIMO MAIS ESTÁVEL QUANDO EM DESORDEM NO HUMOR, PARA ESTAR APTO PARA EMPREENDER A DURA BATALHA CONTRA O VÍCIO, E UMA DAS FORMAS SATISFATÓRIAS PARA ISSO É FAZER UM TIPO DE DIÁRIO ONDE RELATA DIA A DIA A HISTÓRIA DE SUAS CONQUISTAS, POIS ISSO É UM MODO DE INVENTARIAR OS ERROS E ACERTOS DE SUA LUTA.
QUANDO PEDIREM PERDÃO...
Não negues teu calor, não se tenha em conta maior
Do que teimamos em ser mais do que a vida de um ente
Que não se encerra na via inaudita em que a equação que enfrentamos
Nas salas de uma aula bem disposta dentro de uma academia
Seria quase um erro em que o professor coloca diante do aluno
Quanto ao teste de saber que podemos resolvê-la, frente ao desafio
De sabermos que nem sempre a vida – ela mesma – dispõe a nós
O panorama incerto em que negamos um perdão, quando a resposta é sim...
Quando pedirem algo a se pedir, peçamos antes o nosso perdão, pelas faltas
Que cometemos no dia a dia, por todos os momentos da existência
Em que ignoramos as vezes em que as horas em que os signos de uma luta inglória
Pode revelar-nos o prazer de combater, pura e simplesmente, mesmo na derrota
passageira
Posto não é morto quem dá seus sinais para aqueles que observam a batalha,
Mesmo quando não percebem que alguns estão bravos dentro dela
Enquanto outros, mais silenciosos, participam com os próprios erros de uma guia
Onde porventura o segredo mais inocente é saber que seremos mais justos quando sãos
e vivos...
¹⁸ E perguntou-lhe um certo príncipe, dizendo: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? ¹⁹ Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom, senão um, que é Deus. ²⁰ Sabes os mandamentos: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, honra a teu pai e a tua mãe. ²¹ E disse ele: Todas essas coisas tenho observado desde a minha mocidade. ²² E quando Jesus ouviu isto, disse-lhe: Ainda te falta uma coisa; vende tudo quanto tens, reparte-o pelos pobres, e terás um tesouro no céu; vem, e segue-me. ²³ Mas, ouvindo ele isto, ficou muito triste, porque era muito rico. ²⁴ E, vendo Jesus que ele ficara muito triste, disse: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas! ²⁵ Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. ²⁶ E os que ouviram isto disseram: Logo quem pode salvar-se? ²⁷ Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus. ²⁸ E disse Pedro: Eis que nós deixamos tudo e te seguimos. ²⁹ E ele lhes disse: Na verdade vos digo que ninguém há, que tenha deixado casa, ou pais, ou irmãos, ou mulher, ou filhos, pelo reino de Deus, ³⁰ Que não haja de receber muito mais neste mundo, e na idade vindoura a vida eterna. Lucas 18:18-30.
⁹ E disse também esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, crendo que eram justos, e desprezavam os outros: ¹⁰ Dois homens subiram ao templo, para orar; um, fariseu, e o outro, publicano. ¹¹ O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano. ¹² Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. ¹³ O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador! ¹⁴ Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque qualquer que a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado. Lucas 18:9-14.
A DERRADEIRA PALAVRA DE UMA MULHER OFERECE A TODO UM PÚBLICO AS SUAS PREFERÊNCIAS, E TUDO O QUE SIGNIFICA O SEU CAMINHAR, SEM AQUELE QUE ANTES ELA SUPUSERA ALGO QUE PODIA EXISTIR DE TERNURA, MAS AQUELE OU AQUELA QUE ESCOLHE SUA VEREDA NÃO DEVE OLHAR PARA TRÁS, JUSTO QUE PARA CERTAS PESSOAS A DECISÃO TOMADA NÃO PODE SER RETORNADA A UM TIPO DE REINÍCIO, MESMO QUE TENHA SIDO ERRÁTICA...
QUANDO POSSUÍMOS UMA CIDADE ONDE O NOSSO LAR NECESSITA DE ATENÇÕES DESMESURADAS, ALIÁS, COMO TODOS OS LARES DO MUNDO, ESSA CIDADE MERECE A ATENÇÃO DE SEU GOVERNANTE PARA NÃO PERMITIR A ENTRADA DE UM MODO QUASE GROTESCO DE INVASORES, OU QUAISQUER OUTROS POVOS QUE ATENTEM CONTRA A SEGURANÇA DESSA CIDADE E SEUS PORTÕES, QUE DEVEM GUARNECÊ-LA, PRINCIPALMENTE NAS NOITES INCERTAS.
SABERMOS INCAPAZES PARA ALGO, QUANDO UM QUALQUER INSINUA SORRATEIRAMENTE ESSA ABERTURA DO MAU CARÁTER FUNCIONAL, EVANESCE PELAS VIELAS DA LUCIDEZ A PÁGINA QUE ENCERRAMOS NOS CONDUZINDO PARA DERROTAR NOSSOS INIMIGOS NA MORALIDADE AUSENTE DE ATOS NOCIVOS ÀQUELES QUE GOSTAM DE SER COMO ANIMAIS PEÇONHENTOS EM MEIO À SELVA DAS ILUSÕES PERDIDAS.
GERALMENTE OS PALHAÇOS SÃO CAPACITISTAS E ESBOÇAM DENTRO DE SEUS PRECONCEITOS A SUA PRÓPRIA DEMÊNCIA OU O QUE É PIOR, SEU ESCÁRNIO QUE SENTEM NA PELE POR SEREM OU MUITO FEIOS, OU, COMO FOI CITADO ACIMA, PALHAÇOS NA FORMA DE PENSAR E FALAR, HISTRIONICAMENTE, COMO REPRESENTANTES DO NADA E COMO QUE SENDO SÍMBOLOS DE UMA GUERRA SEM CAPITÃO.
CONHECIMENTO E SABEDORIA: A PRÁTICA E A TEORIA
Se há
uma questão de sermos conhecedores de algo, possuirmos bagagens, sermos doutores,
ou mesmo termos mais informações a lapidarmos em nossa vida consciente, por
vezes a sabedoria ela mesma nos falta, quando o que fazemos é estarmos
angustiados ao não gerir a informação que acumulamos em nossas vidas na forma
de conhecimento, passando ao não praticar muito o que todo o lado teórico nos
tenha ensinado. Passamos a evitar olharmos para certas situações concretas e
não agir conformemente com o que nossa consciência dita, ao nos ocultarmos de
um problema e não seguir corretamente um caminho que seja no mínimo sensato. Em
um exemplo cabal, há inúmeros homens cultos e inteligentes que não largam certos
vícios que podem leva-los à morte, justamente porque não encontram meios na
sabedoria para largá-los, mesmo querendo abandonar essas dependências.
Teoricamente, até sabem como poderia se fazer, mas esquecem o fato de que sem o
acompanhamento de um profissional como um médico muitas vezes isso se torna
muito difícil, bem como a ajuda de um psicólogo, e de toda a boa vontade e
técnicas que o paciente passa a ter que praticar para se livrar dos grilhões
dessas formas de viver, que os podem levar a momentos de angústia, não apenas
pela ingesta, como pela abstinência.
Vivemos
por vezes momentos emocionais difíceis, seguindo por caminhos que não são
sábios, e isso cabe por solapar a nossa existência na relação com os outros
companheiros de estrada, por vezes algo nos aborrece, por vezes somos artistas
e nos expressamos na base da dor, com toda a parte técnica, por vezes, em síntese, não
estamos de bem com Deus, e isso pode nos trazer mais a mais sofrimento, pois a
questão espiritual também – e pode por vezes não parecer tanto – é importante
em muitas questões de nossa prática diária, como as preces e as orações...
Quanto mais levarmos uma palavra alentadora para nossos amigos que necessitem
dela, mais e mais estaremos praticando o nosso conhecimento, seja ele em que
área for, principalmente nas questões de saúde, onde podemos ajudar a curar
enfermos, ou mesmo levando aquela que remete à esperança e à fé em um Poder
Superior a nós mesmos, esse Jesus Cristo que tanto nos enleva, mas com uma força
gigante na força que dele emanou em todos os sentidos e em todas as
circunstâncias.
Divagando
sobre o constructo do “self” no processo de individuação, Jung mesmo nos ensina
ser possível que encontremos a paz, mesmo portando um problema mental de
gravidade, e será por essa vereda que na sobriedade emocional estaremos aptos a
largar outros vícios, afora aqueles que nos alteram o humor, como as relações
que julgáramos tóxicas, o vício da nicotina, que por ausência nos submete a uma
dose de sofrimento, e outros que são pertinentes, mas de preferência que o
façamos aos poucos, com a redução de danos paulatina, pois assim dá mais certo
em grande parte dos casos, aliás, em 50 a 70% deles. Ou seja, depois de atingirmos
um grau de serenidade existencial, depois que nossos conflitos mais severos
internos deixarem de ser um grande obstáculo para a nossa recuperação, quando
pudermos evitar tudo o que não nos seja favorável, mesmo alguns grupos de
recuperação onde não sentimos muito uma boa e saudável empatia, com
acompanhamento psicológico, conforme citado acima, é que podemos começar a
empreender a batalha para sentir-nos nas rédeas da situação. Esse controle
efetivo e consciente de que podemos, sim, nos livrar de drogas como a nicotina,
uma das mais severas de que a ciência médica tem notícia, sempre vem a reboque
de nosso estado psíquico mais equilibrado, e que sofrermos muito não condiz com
os aspectos de vulnerabilidade mental quando já padecemos dessa doença. O uso
indiscriminado de café, energéticos, ou outros aditivos que nos deixem mais “espertos”,
no mal sentido da palavra, apenas nos predispõem a que sintamos os gatilhos
mais próximos, e o fluxo da fissura, ou mesmo de estados emocionais mais
afeitos aos mesmos gatilhos, surjam inesperadamente, ou mesmo em modalidades
que antes não esperávamos encontrar com tal intensidade. Por aproximação, a
cafeína e a nicotina meio que “se entendem” mutuamente... Esse conhecimento,
essa teoria, não adiantaria nada se não praticássemos com sabedoria a evitar
esses gatilhos, pela ingestão dessas substâncias, e os movimentos compulsivos
em sua direção apenas reitera o fato de que nem todo o conhecedor é um homem
realmente sábio, e que nem todo aquele que conhece as coisas teoricamente as
aplica na prática. Quando, finalmente, estamos a poucos passos da vitória,
saberemos que nem tudo estava perdido, e que, dia a dia, com todos os recursos do
conhecimento que tínhamos à nossa disposição, quando praticados, se tornarão o
resultado de levarmos a nossa vida com a sabedoria necessária que resultará em
resultados antes apenas teóricos, e que apenas a esperança e a fé, inabaláveis,
podem mitigar os sofrimentos daquelas horas em que nos encontraremos silenciosamente
sozinhos, pois encontra naquele que nos salva todo o tempo é um meio de encontrarmos
nosso melhor amigo, isso, para todo o sempre...
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Alcoólicos Anônimos (AA) nasceram fortemente influenciados pelos ensinamentos cristãos praticados nos Oxford Groups, um movimento espiritual fundado por Frank Buchman nos anos 1920–30. Os princípios de confissão, reparação, disciplina moral e busca de orientação divina foram incorporados e adaptados nos 12 Passos de AA, embora a irmandade tenha se tornado independente de qualquer religião específica. 📜 Origem espiritual dos AA Oxford Group: movimento cristão evangélico que pregava os “quatro absolutos” — honestidade absoluta, pureza absoluta, altruísmo absoluto e amor absoluto. Práticas centrais: confissão pública de falhas (“compartilhamento”), restituição de danos, meditação (“tempos quietos”) e trabalho pessoal de um membro com outro. Influência direta: Bill Wilson e Dr. Bob, fundadores de AA, participaram de reuniões do Oxford Group em Akron e Nova York. Muitos dos conceitos foram adaptados para os 12 Passos. 🔑 Elementos cristãos herdados Reconhecimento da impotência diante do vício → inspirado na ideia de entregar a vida a Deus. Inventário moral e confissão → prática de compartilhar falhas e buscar perdão. Restituição → reparar danos causados, como ensinava o Oxford Group. Trabalho com outros → base do 12º Passo, derivado do discipulado cristão. COPILOT.
A PRÁTICA DO PERDÃO COMO SABEDORIA HUMANA
Haja o
que houver, perdoando é que se é perdoado, e conforme se diga, um pecador que
pede o perdão merece ser perdoado setenta vezes sete... A sinceridade no ato, e
o ato de submetermo-nos a uma autoridade, sendo ela espiritual, ou no simples exercício
da convivência com familiares, na questão da hierarquia, respeitando os mais
velhos e duramente solapados por sofrimentos anteriores, por complexos duros da
existência, seremos melhores, justamente pela questão desses seres que por
vezes negando o simples conviver serem responsáveis por nos cuidar, e essa mola
mestra que vai e volta, que se traduz nesse exercício continuado, se transforma
em amor, no que vem a ser o perdão de que se trata sabermos que o ser é mais do
que supõe quando esse amor se transforma em diálogo, compreensão e virtude...
Supomos que não seja assim em tudo, pois no mais das vezes desconhecemos muitos
que beiram nossos raios do conhecimento, mas aqueles que coexistem fisicamente
conosco, sendo eles funcionários, uma mãe adoecida, um filho desmotivado, ou um
pai mentalmente enfermo, todos passamos por uma questão de rebatimentos e
compreensão necessários para nos compreendermos mutuamente, e não é isso uma
questão meramente de tempo, mas que nos demos tempo para que as coisas se assentem
em nosso coração, para assim sermos mais livres com relação a medidas a se
tomar, a decisões importantes, e ao escopo de perdoarmo-nos a nós mesmos,
quando esse ato de perdoarmo-nos na realidade passa pelo crivo do Redentor, que
reside em nosso coração. O ato de misericórdia a nós mesmos é um ato de
misericórdia ao outro. Quando divagarmos que seremos mais felizes ao supormos
que toda a tempestade tem seus dias de calmaria, isso demanda que também
façamos um esforço em sermos mais íntegros com todos os que trazem as boas
novas, esperando uma resposta que venha ao encontro de nós mesmos, ou de tal
modo que encontremo-nos com aqueles que porventura traçamos um contato por
vezes quase pueril no momento de duas horas, onde encontramos muitas vezes
também relatos de gente que sofreu deveras e que deve a sua vida e suas crenças
à aproximação de um grupo, ou ao contato que obteve de um bom texto, na
literatura da vida.
À
medida que raiamos ao desconhecido, esse raiar do sol tímido, reticente, por
vezes é o alento que nos fará ver que por certo encontraremos mais do que
simplesmente expressar ideias, e praticar grandemente um altruísmo sincero, um desprendimento
correlato com palavras de esperança e fé, e engrandecer a vida dos que nela
depositam seus veios, largando de vez questões como instintos destrutivos, ou
coisas parecidas... Não que certas coisas não alcancem significados outros que
não sejam díspares, conforme assertivas em que de outro modo aceitávamos antes,
mas as novidades que trazem um bom tempo, nem que o seja por meros cinco
minutos do tempo de um ser, isso é mais do que apenas dialogar com a esperança,
senão construí-la com os nossos próprios braços, na obra grande, onde
certamente o Criador nos faz de instrumentos da citada obra. É como um encontro
certeiro de membros de uma família, sem termos quaisquer vínculos com grilhões
outros que não sejam um pouco do quilate do sofrimento em que cada qual tenha
vivido uma boa parte de sua existência.
A
partir do momento em que completamos, através do perdão, mesmo que em silêncio
e anonimato constante, os atos cometidos por pessoas que antes nossos
prejulgamentos houvessem abraçado a intolerância encoberta, ou sentimentos de
profunda natureza negativista, quando estamos dispostos a conviver com os
ruídos ou chistes de muitos humanos que outros veem com o preconceito do
desconhecimento ímpar, Cristo, isso sim, traz para nós a compreensão de que
somos mais verdadeiros do que antes supuséssemos que éramos. Essa
transubstanciação da carne do Salvador, no símbolo do pão, e de seu sangue, no
símbolo do vinho, traz em si a forma mais terna que não reduz o pecado ao
pecador, mas nos salva quando comungamos sempre, dia a dia, não apenas na
hóstia sagrada, mas na Natureza ela mesma, onde a Santíssima Trindade se nos
apresenta de modo a querermos mais e mais estarmos uno a Ela e praticarmos o
bem, onde quer que os transtornos e o sofrimento humano se nos apresente...
Quando aparentarmos que não somos feitos do perdão de Deus, quando parecermos ser aquilo que sequer pretendíamos, não padeceremos do quinhão em que Jesus não nos repartiu o pão, mas na realidade de um dia estará a situação em que estaremos mais serenos, sempre que necessitarmos do mesmo perdão citado. Quando vier um dia em que seremos mais e melhores do que o que nos encaminhe o viés das luzes, na verdade a beleza do Espírito Santo, esse ser da Trindade que não pode ser blasfemado jamais, nos enlevará a tal ponto que seguiremos a cumprir o milagre do encontro com os Evangelhos dos Apóstolos, esses homens que foram escolhidos para levar a palavra, com especial atenção ao evangelho da misericórdia, ao espiritual e às cartas de Paulo, juntamente com a Igreja de Pedro, que a construiu para o Senhor.