EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
quinta-feira, 2 de julho de 2026
quarta-feira, 1 de julho de 2026
QUANDO EQUALIZAMOS EMOÇÕES DIVERSAS, CONSEQUÊNCIA DE FATORES OS MAIS VARIADOS, TEMOS POR BASE UM EQUILÍBRIO QUE PODEMOS OBTER DE QUALQUER MODO COM RECURSOS AMPARADOS NÃO APENAS PELA MEDICINA, COMO POR TERAPEUTAS DE APOIO E PRÁTICAS DE MEDITAÇÃO, ALÉM DE EXERCÍCIOS FÍSICOS E BOA ALIMENTAÇÃO, E FINALMENTE: SONO REGULAR.
A DESCOBERTA DO TEMPO ETENO
Quando tudo era treva em nosso imo, éramos embrião diante de um nicho,
E Deus nos concedia a graça de sermos um ser, diante do qual o tempo tem um
limite,
Mas nas coisas do Universo cada planeta possui uma incomensurabilidade quase
eterna
Se comparada com a raça humana, e tudo o que nossa cultura se nos apresentou
Até que viéssemos ao mundo no desconforto do nascimento...
Descobrir cada tempo, cada intervalo, aquilo que é de Deus: a eternidade, supõe
no silogismo
De que todo o homem é mortal, até que a vida eterna nos diga em sua crença
Pelo viés de uma espiritualidade que se apreende conforme os ditames da
religião
Quando, no que menos esperamos, se nos caiba um parecer que faça nexo
Dentro da lógica não menos purista de que algo nos anima a carne!
Saberíamos, portanto, que nem tudo estaria perdido em um desastre
Porquanto as pedras que se acumulam, umas sobre as outras,
Sói recomporem-se nos momentos de calmaria, e mesmo tremores os mais duros
Não revelam a mesma realidade do sempre, pois o tempo eterno é um tempo
infinito
Que está e não está presente: existia antes, existe agora e para todo o
sempre...
A PORTA PARA O SEMPRE
Divagamos o possível, para não tropeçar nas dúvidas
Que nos ensombram o espírito, que nos talham, quais postes de concreto,
As cercas que vemos em torno de nós mesmos, nas alfombras de nossas vidas
Enquanto passamos por adiante de um parafuso que não aperta o madeiro,
Enquanto vemos carros trilhando, quais lanchas incandescentes sobre rios de
piche,
Algo que supostamente não verteríamos em nossas mais ocultas sombras,
A não ser que uma porta mais verdadeira se nos abra para o sempre...
POR VEZES HÁ SERES QUE RECRIAM OS ELOS COM THANATOS, O INSTINTO DE MORTE, COMO UMA SAÍDA PARA O DESESPERO, FRENTE AOS DISSABORES DA VIDA, MAS QUANDO EROS, OU O INSTINTO DE VIDA, NOS FALA MAIS ALTO, PODEMOS AFIRMAR QUE ALGUMAS REFLEXÕES EM PROCESSOS DE AUTOANÁLISE DESFAZEM A AGONIA DE TERMOS PASSADO POR PROCESSOS EQUIVALENTES AO MISTÉRIO EXISTENCIAL DE CADA SER HUMANO.
NADA DE UM PRESSUPOSTO QUE NÃO ENCERRE UM DIA AFEITO À SOBRIEDADE QUASE ESPIRITUAL NÃO ESTARÁ DISTANTE DE QUE FAÇAMOS USO DE QUAISQUER SUBSTÂNCIAS QUE NOS DROGUEM, COM O ÁLCOOL QUANDO SOMOS ALCOÓLICOS, OU OS CIGARROS, ESTES EM QUAISQUER CIRCUNSTÂNCIAS, POIS NÃO HÁ USUÁRIO DA NICOTINA QUE NÃO SEJA DELA DEPENDENTE.
A DROGA, ESPIRITUALMENTE, PRINCIPALMENTE PARA QUEM É ADEPTO DE CORRENTES DO ESPIRITISMO, "PUXA" PARA O VÍCIO AQUELES QUE QUEREM SE LIBERTAR, ATÉ QUE NOS PROVEM QUE PODEMOS FECHAR DE TAL MODO O NOSSO CORPO, EM UM SÓ ESPÍRITO PARA QUE CERTAS ENTIDADES NÃO VENHAM A NOS PREJUDICAR AS AÇÕES QUE EMPREENDEMOS CONTRA OS VÍCIOS QUE NOS AFLIGEM.
TODOS OS SERES EM TODOS OS REINOS: MINERAL, VEGETAL, ANIMAL, FAZEM PARTE DA DIALÉTICA DA NATUREZA, INDO ATÉ A NATUREZA DO ÁTOMO, SUAS ENERGIAS, E SUAS TRANSFORMAÇÕES, INCLUSO A VOLUBILIDADE HUMANA, FATOR QUE FICOU MAIS PRESO AO MATERIALISMO DIALÉTICO, ORTODOXIA A SER SUPERADA PELAS NOVAS FRENTES DA PERCEPÇÃO E CONHECIMENTO...
A VERDADE QUE NÃO QUEREMOS VER
Não são
poucas as vezes que os seres humanos colocam sua irresponsabilidade frente a
frente a si mesmos, afetando a vida daqueles que, como que inconscientemente,
navegam pelos caminhos da retidão, pois se sentem incomodados, os que são os
primeiros a afetar um fluxo de sono, drogar-se durante a madrugada e serem
cegos diante de algo que, conforme citado antes, os incomoda sobremodo. Na
realidade, antes de darmos nosso perdão, que invariavelmente é algo quiçá
igualmente importante para nós mesmos, devemos ensinar-lhes a se comportar em
sociedade, e educá-los ou reeducá-los: se essas criaturas não colocam freios em
sua sanha de mau comportar-se assim, diante acima de tudo e de si mesmos... No
entanto, estranho paradoxo da alma, quem sabe seja melhor quando nos acordam
cedo, para que tenhamos condições de trabalhar em nós mesmo uma reflexão que
nos remeta ao que é realmente um fator importante em nossas vidas, e quanto
isso é prática salutar ou não: escrever de madrugada porque alguém nos tenha
despertado assim, sem se importar com a conveniência ou não dessa atitude.
Poderíamos meditar no perdão, mas assim como há santos que a tudo perdoam, há
pessoas que não possuem essa estranha faculdade, infeliz ou felizmente, pois o
mundo atual já não comporta tantos bons samaritanos, já que para comer um pão
paga-se caro... E paga-se pelo afeto, e só recebemos de graça atos deletérios
que nos prejudicam, pois para isso há muitos que trabalham dia e noite. Este
que vos fala pode até perdoar uma falta, mas quando diz respeito a alguém que
seja seu ou sua dileta, não ocorre dessa forma ou modo. Devemos criar couraças
de defesa, ter um sentido de autopreservação, mesmo que você já tenha passado o
recado, pois quem saberá o que é melhor para a sua pessoa senão um profissional
que mereça consideração, e não uma criança crescida e egocêntrica?
Arrastam-nos
pelas veredas dos vícios, a inveja de estarmos vivos seja uma máxima na mentalidade
demoníaca, não por quererem os viventes desse modo, mas querem que você seja
mais uma vítima do tabagismo, por um exemplo cabal, falo de todos aqueles
canalhas que gostam ou sentem satisfação de que estejamos no mesmo nível de
dependência, e tudo farão dentro das suas possibilidades satânicas para que
você caia se possível morto por causa desse mal, e suas ingerências nesse
sentido. Quando a intenção de um sacrílego é acordar você de madrugada, você
deve tomar a dianteira e ter dormido cedo para se precaver do ataque desse tipo
de inimigo. A eletrônica e seus meios, como um celular, que tanto serve para
que você possa assistir uma mãe doente, e necessita do sono, assim pode também
ser um instrumento de gente insana, ou esperta o suficiente para tirá-lo de um
ciclo natural noturno.
Como
meditar sobre o perdão, se estamos reféns de um tipo de briga de foice
sistêmica, onde um ser qualquer manda uma mensagem, lhe acorda e não responde
sequer sobre seus atos? E você recai na madrugada, fumando como se não houvera
parado antes, essa é a verdade. Uma verdade que nós mesmos não queremos ver,
pois depois vira uma luta interna, de você com sua própria dependência, algo
que simplesmente não colocamos o ônus da prova, pois somos donos de nossa própria
conduta, o endemoninhado apenas acionou a “alavanca”. Seríamos melhores do que
isso, pois se alguém lhe aponta um punhal, você dirá antes: pode me matar e
estou lhe perdoando por isso, ou correrá a pleno pulmão para que nada ocorra
para sua integridade física, e não chamará pela polícia logo após para prender
o criminoso, para vê-lo entre as grades? A mesma coisa quando lhe roubam um
celular, você deve fazer o BO para que encontrem o ladrão, pois assim funciona
a lei, e nenhum vagabundo pode extorquir quem quer que seja em nome de um
perdão que não existe sob os auspícios das leis dos homens. Assim como se você
está em um grupo há que respeitar os códigos do grupo, se está em uma Igreja há
de respeitar os cânones, e se estiver preso e for culpado nada há a fazer senão
cumprir sua pena. A vida em sociedade possui verdades inexauríveis, e para isso
devemos ser cuidadosos em nossos atos ou atitudes perante ela. Sejamos
prudentes, sabendo sempre como nos portar perante o escopo de uma modalidade
civilizatória onde a cidade possui os seus padrões, assim como o campo seus
outros, suas formas de trabalho, a conduta de seus membros e o sistema que
rege, com maior ou menor complexidade todo o conjunto de suas normas e leis.
Em
virtude de certos paradigmas, devemos muitas vezes refrear nossas pulsões com o
superego, para se reafirmar o pensamento freudiano, que muito ensinou às
vertentes da psicologia seus fundamentos essenciais... Não somos livres para
fazermos o que bem quisermos, nem para pecar, mas isso passa particularmente à
revelia do bem portar-se em sociedade, pois para nela vivermos nos parece que a
ganância e o desmedido prazer por fazer da corrupção a moeda de troca é
modalidade existencial das mais “escorreitas”. Não podemos reformar o mundo, mas
no que se nos toque pequenas picuinhas que nos prejudiquem, que as palavras
cheguem ao menos no alter ego do sujeito que porte a inferioridade atávica,
essa outra persona que compreenda com mais altruísmo em relação ao mundo de se
fazer uma autocrítica no arremedo que seja, quiçá espiritual, ou coisa que o
valha, pois mendigo que decora bíblia nunca deixará de ser mendicante, se não
aprender a pregar um prego, ao menos, para lutar pelo pão de cada dia...
terça-feira, 30 de junho de 2026
O QUE QUEREMOS DO QUERER
Andaremos por caminhos turvos na luz contraditória do querer
Mesmo sabendo de nossos erros, mesmo que na qualidade de uma medicina que nos
espera
Mais perfeitos, religamos com Deus missões quase paradoxais...
Depois de um dia de voluntariado intenso, renitente e de competência ímpar
O que antes queríamos por fazer seria no fim da noite querer o planejado ontem,
Mas vêm em ondas um tipo de prêmio funesto onde o citado erro continua, e
planeja ainda o hoje.
Efetivamente, a queda de quatro cigarros perfazem a queda de um fraco,
Pois por vezes é na sede da querência de concatenar uma linha de lógica de um
pensar
Que o homem acaba por dormir revirado em seu continental inconsciente...
Alguns ex-dependentes de nicotina podem desenvolver um sentimento de “falsa moralidade” após abandonar o cigarro, assumindo uma postura de superioridade ou julgamento em relação aos fumantes. Esse fenômeno está mais ligado a mecanismos psicológicos de compensação e identidade do que a uma transformação ética genuína. 🔎 Por que surge a “falsa moralidade”? Reforço da identidade: Ao deixar de fumar, muitos ex-dependentes buscam afirmar sua nova identidade “livre do vício”, o que pode levá-los a criticar quem ainda fuma. Mecanismo de defesa: Julgar os outros pode ser uma forma inconsciente de reforçar a própria decisão e evitar recaídas. Compensação emocional: O sofrimento da abstinência pode gerar a necessidade de justificar o esforço, levando a uma postura moralizante. Estigma social: Como o tabagismo é cada vez mais visto negativamente, alguns ex-fumantes internalizam esse estigma e o reproduzem contra os fumantes. COPILOT.
O perdão tem origem nas tradições religiosas e filosóficas antigas, sendo visto como um ato de libertação e reconciliação; sua importância está em restaurar relações, promover paz interior e fortalecer a convivência comunitária. Ele não é apenas um gesto espiritual, mas também um recurso psicológico e social para superar mágoas e construir vínculos saudáveis. 📜 Origem do Perdão Etimologia: A palavra “perdão” vem do latim perdonare, que significa “dar completamente”, indicando a ideia de abrir mão de uma dívida moral ou emocional. Religiões antigas: Cristianismo: Jesus ensinou a perdoar “setenta vezes sete”, mostrando que o perdão deve ser ilimitado. Budismo: O perdão é visto como prática de compaixão e desapego. Islamismo e Judaísmo: O perdão é condição para a reconciliação com Deus e com o próximo. Filosofia clássica: Aristóteles e outros pensadores antigos relacionavam o perdão à virtude, moderação e justiça. 🌟 Importância do Perdão Na vida espiritual: No cristianismo, perdoar é um mandamento divino e condição para receber o perdão de Deus (Mateus 6:14-15). Reflete o caráter de Deus, que oferece perdão incondicional. Na vida emocional: Liberta da mágoa, ressentimento e desejo de vingança. Promove paz interior e cura psicológica. Na vida social: Restaura relacionamentos quebrados. Favorece a convivência pacífica e fortalece comunidades. Na saúde: Estudos mostram que perdoar reduz estresse, ansiedade e até melhora indicadores físicos como pressão arterial. COPILOT.
A interação social em uma pastoral ou em qualquer trabalho voluntário coletivo pode ser um fator muito importante no processo de recuperação de alguém que enfrenta um vício. Vou destacar alguns pontos que ajudam a entender por que isso acontece: 🌱 Benefícios da interação social no voluntariado pastoral Sentido de pertencimento: O enfermo deixa de se sentir isolado e passa a fazer parte de uma comunidade que o acolhe e valoriza. Propósito maior: Ao se engajar em atividades voltadas para o bem comum, ele encontra um motivo para se levantar e agir, o que ajuda a preencher o vazio que muitas vezes alimenta o vício. Rede de apoio: O convívio com pessoas solidárias cria vínculos afetivos e de confiança, fundamentais para sustentar a motivação na luta contra a dependência. Exemplo positivo: Ver outros voluntários engajados e comprometidos inspira mudanças de comportamento e fortalece a esperança de que é possível superar dificuldades. Estrutura e disciplina: O trabalho coletivo exige organização, horários e responsabilidades, o que ajuda a criar rotina saudável e reduzir recaídas. Espiritualidade e valores: No contexto pastoral, há também o reforço de valores espirituais e éticos, que podem ser fonte de força interior e resiliência. ⚖️ Observação importante Embora o voluntariado e a interação social sejam poderosos aliados, eles não substituem acompanhamento médico ou psicológico especializado. O ideal é que o trabalho pastoral seja complementar a um tratamento profissional, formando uma rede de apoio integral. COPILOT.
segunda-feira, 29 de junho de 2026
A imaginação ativa junguiana pode ser um recurso complementar interessante no processo de cessação tabágica, mas não há evidências científicas robustas que a coloquem como técnica principal para parar de fumar. 🔍 Como pode ajudar indiretamente Acesso ao inconsciente: permite que o fumante entre em contato com imagens e símbolos internos ligados ao hábito de fumar (como ansiedade, busca de prazer ou compensação). Resignificação de gatilhos: ao dialogar com essas imagens, é possível transformar a relação simbólica com o cigarro. Redução de ansiedade: práticas de imaginação ativa podem gerar sensação de calma e integração psíquica, o que ajuda a lidar com a abstinência. Fortalecimento da motivação: ao trabalhar conteúdos internos, o indivíduo pode reforçar o desejo de libertar-se do vício. COPILOT.
A imaginação ativa junguiana não tem comprovação científica de que “equilibre hormônios da felicidade” (como serotonina, dopamina ou endorfina). O que se sabe é que ela atua como prática psicológica profunda, favorecendo integração psíquica e bem-estar subjetivo, mas os efeitos hormonais permanecem especulativos e indiretos. COPILOT.
O CONSTRUCTO DE UM IMAGINAR ATIVO
A meta, metabol, metabolismo, seria algo de monta
Quando a palavra do non sense nos traz algo maior, mesmo do que seja
Algo de perfunctório proceder, o que não faça muito sentido à plena razão
Mas que outrora pode ser encontrado na via de indigentes mas com reserva
cognitiva..
Quando de multidisciplinar, algo perfeito nos dá a dopamina que queremos,
natural,
Quando esta nos falta na queda do consumo do tabaco, e é nessa busca pela
energia hormonal
Que poderemos estar silenciosamente afeitos, estamos de acordo com nós mesmos
Àquilo que somos mais solenemente quase ímpares na conta de nossos desígnios
mais complexos...
Quando pudermos estar diante da vida ela mesma por uma suposição de sermos os
outros
Quem sabe seríamos os mesmos nas vielas e avenidas do tempo,
Onde o viés sobremodo do imaginar ativo
Encontre-nos terapeuticamente na alfombra do alvorecer diamantino de uma
existência.