EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
sábado, 11 de julho de 2026
O ENCONTRO DO SER
Cada
momento sagrado, cada respirar sem termos algo a nos dar o amparo de uma adição,
uma fumaça, isso nos seja dado como uma graça, e que o Espírito Santo nos
ilumine em nossa jornada espiritual sobre a Terra, este planeta com bilhões de
segredos, este nicho de nosso lar onde nos encontramos, um casulo que nos envolve
por vezes, a medicina que nos traz boas notícias, quando temos a bênção de
estarmos vivos, e o Salvador, que ilumine estas letras... Em um sábado de
chuvas temos uma prerrogativa de sermos como algo de ser mais profícuo, mais
fértil, que silenciosamente urjamos por vidas melhores a todos os nossos amigos
e inimigos, porventura aqueles que se declaravam, e porventura aqueles que
jamais o saberíamos existir. Se soubéssemos do que nos tira muitas vezes uma
força latente, que o Santo Expedito nos proteja de todo o mal, e que
proficientemente nos resida a fortaleza necessária, com as bênçãos da comunhão
dos Santos, e tudo o que significa a Religião. Mesmo que os segredos da citada
religião ainda sejam infinitos, a simples compreensão desse Poder Superior a
nós mesmos nos seja um presente de fé e caridade a nós mesmos, posto não
haveria melhores tempos se não fôssemos uma parte que equivale ao mesmo ser que
antes não seríamos tão plenamente.
Quando
nos afastamos da divindade, devemos lembrar que o que fizeram com o Senhor
Jesus Cristo, nos tempos daquele império impiedoso de Roma, a sua coroa de
espinhos, o seu flagelo, a crucifixão, todo o seu sofrimento, nos bastam para
que nos situemos que nenhum de nossos sofrimentos pode ser similar aos daquele
que pregara uma palavra maravilhosa e que está vivo entre nós, salvando todos
aqueles que passam pela morte, através da Vida, essa dádiva magnífica, milagre
de Deus. Se tudo fosse simples a vida não seria desafiante por vezes, mas a
matéria por si só não significa o todo, pois aquele que se apresentou ao mesmo
tempo como homem e como Deus, em um só ser, significa que, ao ter contato com
essa verdade sublime, nos faz meditar, não apenas quando temos uma imagem sua
para referenciar-nos de sua presença, mas efetivamente quando vamos a uma
Igreja encontrarmo-nos com aquele que nos salva todo o tempo. Esse tempo em que
focamos por vezes em um Poder tão imenso que podemos perder até mesmo a vontade
de nos intoxicar fumando um cigarro, através da prece e da meditação. Através de
um Pai Nosso, podemos ver Deus em nosso lábio, e Deus estará lá, vibrando com
essas palavras transcendentais...
Cessam-se
os dias, e o que antes era uma promessa de fé vira uma profissão de fé, o que
antes era de se cuidar para que o ser se convertesse, ele se torna um devoto
fiel a Deus! Posto o crente o sabe bem por quais caminho passara, e quais foram
os seus vales de lágrimas, e que Nossa Senhora volva os Seus olhos
misericordiosos para nós, com sua bondosa piedade. Um homem imprime uma cabeça
de Cristo, com a coroa de espinhos, mas com a face serena de um sofrimento
sublimado pela Verdade, e isso lhe toca como se houvera se encontrado com um
irmão que jamais imaginara ter, se sente acompanhado, e constrói finalmente um
altar para com ele poder se fixar nessa Verdade e Luz e orar o Terço, uma, duas,
três vezes...
E Santo
Expedito, uma pequena imagem, o acompanha dando-lhe a proteção necessária, para
que a vida lhe seja concedida, sob todos os aspectos. Mesmo que a tentação
surja no caminho desse ser, que vira um casulo dentro do caminho da Santidade e
da sanidade, ele não estará sequer a olhar para os objetos dessa tentação, pois
desviar um homem que procura o caminho espiritual de seus desígnios sempre é
obra daquele que vem para corromper as veredas do Altíssimo. A conversão
finalmente se faz, e o ser que se trata diante de tudo e todos prima pela
consecução de escutar e ler a palavra do Senhor! Mesmo que não perceba, faz-se
o milagre: o milagre da fé. Ao ler os evangelhos ele sabe que encontrará muito
de sua literatura, de sua busca, de seus mistérios, e não mais precisará de fumar,
sequer um cigarro, pelo menos, na visão de um médico, que isso seja por vinte e
quatro horas, até o dia seguinte, quando rezará novamente o terço e prosseguirá
na sua senda espiritual, isso ad aeternum. Seu novo Pai estará sempre
com ele, apesar do já falecido que lhe deu a vida, não deixará de ser sempre
honrado pelo bom filho... Sempre estará comigo, ó meu Pai que éreis Pai de meu
pai! Éreis Pai da Criação, e por isso regamos a raiz, para que a árvore dê bons
frutos, e antes o que parecia ao ser, ser apenas uma questão de tempo, o tempo
veio antes, veio em um sábado, e um grilhão profundo foi desatado de seus
braços, e de suas pernas, e tudo o que vier pela frente será apenas uma razão
primeira para que este devoto possa estar aplicando sua fé em descrever e
divulgar e obrar pela citada religiosidade sublime que alcança por estar diante
da santidade de um Poder Superior a ele mesmo: o Poder de Deus.
RADICAL ISLAMIST EXTREMISTS, OFTEN CALLED "FUNDAMENTALISTS", WERE U.S. FAVORITES IN THE 1980s, BECAUSE THEY WERE THE BEST KILLERS WHO COULD BE FOUND. IN THOSE YEARS, A PRIME ENEMY OF THE U.S. WAS THHE CATHOLIC CHURCH, WHICH HAD SINNED GRIEVOUSLY IN LATIN AMERICA BY ADOPTING "THE PREFERENTIAL OPTION FOR THE POOR."
sexta-feira, 10 de julho de 2026
A CÁPSULA EXISTENCIAL
Podemos perecer diante de infortúnios, quando não estamos alicerçados em um tipo de casulo, um tipo de lar que nos conforte e acolha, mas a iniciativa para isso é estarmos envoltos pela seda em que a crisálida nos acompanhe, e que podemos ser mais fortes, antes de pensarmos em ajudar os outros, evitando, pois estando por vezes alheios, curtindo uma solidão em contentamento, fazendo atividades que construam uma psique ainda frágil, fruto de um histórico de compulsões e hábitos nocivos à saúde, estarmos em grupos de recuperação noturnos nem sempre vai ser bom, qual não seja, não podemos estar vinculados a depoimentos trágicos, ou idiossincrasias de emancipação ególatra, quando muitos no mais alicerçam a recuperação de algum vício qualquer consumindo outras substâncias, principalmente a maconha, a cocaína e o tabaco. Este último, o pior de todos os vícios, pois o seu uso é lícito e a indústria ainda investe pesadamente sobre os vitimados, dependentes desse mal. É confortador quando nos apercebermos estar distanciando do hábito, estar ao menos sabendo consciente do que o cigarro nos faz, e crescermos para estar cada vez mais desapegados do vício. Infelizmente, temos que fazer nossas escolhas e estar em grupos até mais tarde não condiz a que estejamos em conformidade com uma serena vereda, pois até mesmo grupos de recuperação do alcoolismo não são poucas as vezes que nada têm a ver com a questão de drogas ilícitas e sua gravidade no escopo da sociedade.
Construirmos uma cápsula existencial em torno de nós mesmos intui buscarmos sermos os mesmos que não somos agora, mas aqueles com uma pureza espiritual e carnal que éramos quando na juventude, quando estávamos distantes de comportamentos tóxicos e aproximações maiores com substâncias que nos tornam dependentes. Essa iniciativa aos poucos nos retiram das dores de carregarmos uma culpa que seja maior do que aquela já da libertação da compulsão, e aloca um sentido melhor ao nos recuperarmos pouco a pouco, rumo à nos tornarmos livres de quaisquer vícios, sejam eles o da nicotina, da maconha ou da coca, ou mesmo do álcool...
EM TEMPOS MAIS SILENCIOSOS
Nos silêncios de um dia não sejam os ruídos
Aquela soberba que não se tenha gratuitamente
Pois aquilo que não podemos acessar com uma vida serena
Pode auferir a presença latente em sermos mais unos com algo
Que pode significar a conciliação perene em estar mais coerentes.
Não fosse um tempo em que os cuidados sejam melhores do que o nada
Pois na vida que se almeja sempre, sem os vícios que abandonamos
Não fosse o tempo que urge sermos melhores e maiores do que aquilo
Que o viés de uma questão de termos ou não os insumos de apoio
Ou aquilo que não compreendemos totalmente, por deixarmos ser tolos!
Vestem-se de caráter na frente de uma espiritualidade latente
Quando nos predispomos ser a frente indispensável a nós mesmos,
Mesmo que a alguns inconscientemente uma queda seja de importância
Pois a questão de ver os dias mais solenes serão os mesmo daqueles que tenhamos
O véu do mesmo silêncio em encontrar pela vereda a equação que não resolvemos
ainda...
SABER-SE CONSONANTE COM O VIÉS DE UMA RECUPERAÇÃO, OU SEJA, RECUPERAR A AÇÃO, COMO SE DIZ, É ESTAR CONFORME COM AQUELES DIAS EM QUE UM SABIA QUE PODIA GANHAR UMA COMPETIÇÃO, SENDO AQUELE TORNEIO ALGO SÉRIO, POIS DEPOIS DE FRACASSOS CONTÍNUOS E SUCESSIVOS O PRÓPRIO SER APENAS DESCONHECIA PODER RESTAURAR SUAS CHANCES DE VITÓRIA E CONSEGUIR VENCER AS BATALHAS QUE SE APRESENTAM NO DIA A DIA...
quinta-feira, 9 de julho de 2026
O HOMEM QUE SALTA DE UM MAÇO DE CIGARROS PARA DOIS POR DIA AVANÇA RAZOAVELMENTE, MAS APENAS ESTARÁ PREPARANDO UMA BOA SEARA PARA PARAR TOTALMENTE, POIS A RECUPERAÇÃO PLENA É QUESTÃO DE NO MÍNIMO UM MÊS, ATÉ PORQUE ESSA VITÓRIA, QUANDO JAMAIS A ALCANÇARA, RESERVARÁ PARA ELE O PRÊMIO DO MORAL EM SE SENTIR MAIS PLENO E FELIZ.
QUANDO TEMOS UMA ANGÚSTIA PROFUNDA OU INQUIETAÇÕES EXISTENCIAIS DESSA NATUREZA, QUANDO NÃO SABEMOS CONTROLAR MUITO NOSSAS EMOÇÕES E IMPULSOS, DEVEMOS CONSTRUIR UMA COURAÇA OU CÁPSULA EXISTENCIAL QUE NOS ISOLE, UM TIPO DE CASULO QUE SEJA NOSSO FORTALECIMENTO, O FORTALECIMENTO PARA ERIGIR UM "EU" SÓLIDO, E PARA ISSO PODEMOS CONTAR COM A ARTE, A FILOSOFIA, UM DESABAFO, UM DIÁRIO OU SEJA O QUE FOR, TUDO É VÁLIDO: SÓ DEPOIS DE ESTARMOS EFETIVAMENTE BEM CONOSCO É QUE PODEMOS PARTIR PARA UMA EXPANSÃO QUE NOS FAÇA REPARTIR O PÃO QUE NOS TEM ALIMENTADO DA BOA AVENTURANÇA, ESSE PÃO QUE POR VEZES PODE PARECER AMARGO, MAS SEMPRE NECESSÁRIO.
DA MESMA FORMA QUE POR VEZES MATAMOS DENTRO DE NÓS O NOSSO AMOR, POR VEZES O CULTIVAMOS COM DIFICULDADES, POIS ACRESCER DE TERNURA O NOSSO AFETO QUE ESTIVER DESTROÇADO EM CERTOS MOMENTOS DA EXISTÊNCIA MERECE QUE REPAREMOS CERTOS ERROS E COMPARTILHEMOS BONS RESULTADOS, ANUNCIANDO PARA O MUNDO UM PROCESSO DE LIBERTAÇÃO QUE SE REVELA NAQUELAS HORAS QUE PARECE QUE TUDO ESTAVA PERDIDO.
A VIDA, TAL QUAL A CONCEBAMOS, ETERNA E IMUTÁVEL, QUIÇÁ DEPENDA DE UMA JUSTA ADEQUAÇÃO COMPORTAMENTAL DE HÁBITOS ONDE OS PECADOS SÃO OS VÍCIOS MAIS FREQUENTES, E AS VIRTUDES SÃO MAIS RARAS, POIS DESCONHECEMOS ALGO QUE SÓ A FÉ EM UM PODER SUPERIOR PODE NOS ALICERÇAR CERTEZAS, E ONDE A DÚVIDA QUE OS DEMÔNIOS SEMPRE LANÇAM SOBRE A HUMANIDADE É COISA QUE SEMPRE LUTA CONTRA A PALAVRA DO SENHOR.
O VALOR DA VIDA
A vida
tal qual a conhecemos, é justamente algo que não temos ideia de sua totalidade,
e tudo que significa, não apenas em nós mesmos, mas na mãe Terra, e todos os
seus seres, desde uma simples bactéria até mesmo uma águia ou um elefante.
Mesmo porque tudo tem um ciclo e da mesma água que alimenta toda uma lavoura, que
vai fazer crescer os insumos básicos dos alimentos, vicejar os pastos, fazer
desenvolver tubérculos como a batata, alimentar de milho as aves e os porcos, e
finalmente alimentar o homem, é a mesma que sofre tantas intervenções no
sentido da poluição, no âmbito planetário. Pois sim, a água é vida que pulsa no
mundo, é substância essencial para que permaneçamos aqui. Assim como a água é
nossa base de sustentação, seres como a abelha também são responsáveis para
estarmos por aqui, pois cerca de 35% dos alimentos que consumimos dependem de
sua polinização. Eis dois milagres da vida, e por isso nossa imensa Casa Comum,
que é a Terra, é tão fascinante, apesar de carestias que encontramos amiúde por
adiante do que jamais cogitamos. Esse pensamento quase sempre recorrente de que
somos senhores do meio que nos cerca nos faz termos uma soberba sem conta e
total falta de humildade perante a obra do Criador, que dispôs ao homem o
essencial à sua vida, pois o que é do pão fala à fome, e o que é da água fala à
sede. Mas o homem quer mais em sua ganância e o mercado cria cada vez novas
demandas que estimulam desejos antes inexistentes, ao ponto de rótulos serem
criados, marcas nos surpreenderem e a indústria manipular novas modalidades de
consumo, atingindo níveis onde não se basta ter um carro, temos que possuir o mais
caro e não apenas um, mas vários, como símbolo de ostentação, pura e
simplesmente, enquanto muitos trabalham duramente para pagar um ônibus ou um
metrô, nas grandes cidades. Esse tipo de injustiça social acompanhou durante
séculos as civilizações, mas na realidade a máxima: “pouco com Deus é muito e
muito sem Deus é nada” sempre será válida, posto em qualquer sociedade sempre
haverá aqueles que recebem algum privilégio, seja do Governo, ou seja de nascimento
em uma família de mais posses, de onde sai a oportunidade de frequentar
melhores escolas e poder comprar bons materiais de estudo. Conforme o que se
creia ser o melhor para nossos filhos, podemos ter a certeza de que os melhores
médicos serão sempre os particulares, pois há um diferencial no atendimento às
suas populações, mas como criticar um governo como o brasileiro que mantém
dentro de seu sistema o SUS, que pelo menos é uma iniciativa válida de prestar
a ajuda ao povo brasileiro, coisa que um país como os EUA sequer possui? Esse
tipo de iniciativa é algo de se surpreender, pois equipes valorosas de médicos
e paramédicos mantém acesa a chama da saúde em nosso território, pois coisas
como o CAPS sói acontecerem apenas no escopo da atenção à saúde mental como um
todo, e a luta antimanicomial já é uma realidade em nosso país. Melhor seria
ver homeless jogados na rua como em
muitos países ricos, como no citado exemplo dos EUA, em áreas urbanas degradadas
e suscetíveis de vulnerabilidades sociais alarmantes? Obviamente que não, mas o
fato de que as políticas públicas visem, dentro das possibilidades do
orçamento, que não apenas haja a proposta da manutenção dos serviços públicos
que o Estado oferece à população, mas também que se avance na proposição de que
o dito orçamento seja melhor equacionado e resolvido nos interesses da União
como um todo.
Mas de
qualquer forma, o importante que cabe ressaltar é que um país que se construa
na citada União de seu povo, com a religiosidade eclética ou não desse mesmo povo,
independentemente de sua composição cultural, étnica e respeitando as crenças
particulares, essa é a premissa básica da Democracia e sua característica mais
plena: a das liberdades individuais, a consciência de uma coletividade e a
preservação de nossas instituições fundamentais para o andamento saudável da
dita democracia, como o Poder Tripartite, em independência com relação ao
andamento de se perpetuar uma vida livre sobre a esfera de um escopo da
civilização. Sobre a vida, esta mesma a que nos propomos, a vida pulsa desde a
água, desde a mais simples molécula de carbono que compõe a nossa matéria
orgânica, desde como a conhecemos e que Deus a tenha criado, sob os desígnios
do Espírito Santo e no sacrifício de Seu Filho, Nosso Senhor, Jesus Cristo.
Sabemos que apesar das miríades da política, da economia, da matéria, somos
filhos de Deus, e nossa nação já dá mostras de ser uma terra abençoada por Ele.
Como se dizia em outros termos, somos mortais aqui na terra e, em virtude de
nossos pecados, esse destino já está traçado, mas temos por adiante, depois da
morte, a virtude de sabermos que algo de um Destino Maior está traçado pelo
Salvador a cada homem na Terra, a cada mulher. Esperemos que a carestia não
seja maior do que o suportável, mas se em um pouco, com Deus, encontramos
muito, na presença eucarística universal da Igreja encontraremos mais em todas
as congregações do mundo, e pelo mundo seremos, não apenas em combate pela
preservação da água, mas na consecução de todos os propósitos para que o ser
humano, pelo menos em sua esfera de atuação, em sua cápsula existencial, esteja
conforme com a esperança de que, junto a Ele, o Cristo, consiga exercer
corretamente a cidadania divina, ou seja, em harmonia com o Poder que devemos
respeitar acima de tudo e todos...
quarta-feira, 8 de julho de 2026
SABER OU NÃO
Saber ou
não: sermos meramente profissionais, sábios, videntes, ou qualquer coisa de fé,
algo de sacerdotes do tempo, este tempo eterno que já está e sabemos com
certeza que existe de fato. Seremos outrora agentes transmissores de uma educação
paulatina, de uma reeducação de fato, pois se um prócer de uma nação não
conhece os bons modos, quem sabe até mesmo um bom puxão de orelha ou umas boas
palmadas enérgicas em seu traseiro o ensinariam a ser melhor antes de tomar
atitudes incoerentes ou intolerantes. O que quer dizer que nem sempre saberemos
qual a melhor atitude a tomar, mas devemos estar conscientes que, isso sim,
devemos saber, que a Rússia e a China estão aqui no planeta para equilibrar os
papéis desse império falimentar que é o dos EUA. E, por incrível que pareça,
será em países como o Brasil que o termômetro onde certas crises ocorram, por
vezes com tipificações surreais, paradoxais, marcaremos mais pontos ao sabermos
que na realidade a versão de algum tipo de intervenção em famílias que se
tornaram golpistas por Natureza, verão seus dias contados, a saber, depois de
uma boa vitória das frentes populares nas próximas eleições em nosso país.
Uma boa
proposta é sempre reconciliar com os imperialistas no sentido de manter os
laços comerciais, mas ao mesmo tempo manter uma ótima relação com o mundo
oriental, que nos fornece a parceria mais substancial a que façamos jus ao
empreendimento mesmo de novas conquistas na citada esfera do comércio. O que
alguém diz justamente por desabafo em noite anterior, por ressentimento e
rancor, vai ser usado no escopo da memória do pensamento e do registro como
argumento de um ideal ou de uma argumentação em favor de uma situação onde quem
ganha são aqueles que não tem “papas na língua”. É pela questão do Oriente que
a indústria nacional já está atrelada até o pescoço, e que não há mais retorno,
mesmo que outra nação queira promover sua ridícula guerrinha comercial. É pujante
o que acontece no mundo do leste, e pela graça do bom Deus temos uma nação que
equilibra a paz mundial com seus armamentos, como a Rússia...
Como seríamos outros, senão aqueles que esperam por dias onde a Providência Divina venha a concluir a sua Justiça de Deus sobre o planeta, mesmo que soubermos que o que se nos espera seja ainda um mundo onde a luta inóspita por lucros exorbitantes nas mãos de poucos seja altamente recorrente na atualidade? Por vezes saberemos mais sobre muito, por vezes sobre pouco, por vezes nada saberemos sobre tudo. É sobre essa busca, a busca de se discernir, mais e melhor, é que aprenderemos da vida o que ela tem a nos oferecer... Pela graça de Deus! E quem sabe a ciência de estarmos silentes diante de um poder maior do que nós mesmos, mesmo que seja em alguma esfera pessoal, não seja uma escora algo suficiente para partirmos das vertentes de um conhecer mais pleno não apenas de situações da história, bem como do desenvolvimento da tecnologia e sua importância no trabalho humano. Dignificar-se perante o próximo é estabelecer vínculos, mas supostamente em sociedades emergentes tudo fica mais distante do saber que estaremos mais vinculados a um bem estar individual e coletivo se estivermos dotados de valores que nos consagrem maior amplitude de caráter e de sensatez no trato com o semelhante, pois que fomos feitos à imagem e semelhança do Filho do Homem. E é sobre a misericórdia de Deus que se trata o entendimento dos que nele depositam sua crença mais particular e férrea.
Não estaremos isolados jamais, mesmo que as relações do trabalho nos venham a quebrar nossas colunas e nossos combates, mesmo que verdadeira legiões de mercenários a nós queiram fincar suas garras viperinas. São dias de chacal, meio que dias onde o parecer de outros tempos nos pareçam turvos, mas que na esperança de diletos e bons companheiros teremos de ver que ao que lhes conceda do justo, a eles seja concedido. A bem dizer, aqueles que lutam ou lutaram para serem melhores do que seus chefes, quando estes são bons líderes e exercem boas campanhas em campo, seus espaços na sociedade são garantidos sem que guardem um mínimo de sensação de culpa ou remorso, por terem porventura traído os melhores combatentes, como certos Judas que se vê por aí todo o tempo... Todos têm um propósito para ser livres, assim como a todos seja concedido esse direito, mas a alguns a posição constitui condição sine qua non para libertar, seja em que lugar, seja em que circunstância, sempre em nome de Deus. As hostes do inferno estão aí para que sejamos testemunhas fieis do que ocorre fora dos templos da Grande Igreja. E sejamos Cruzados da libertação, posto se assim não fora, nada seria, pois será empunhando nossas espadas que estaremos defendendo o emblema máximo da Justiça Divina! Que Sua Santidade, o Papa Leão nos agracie com as bênçãos de um segundo semestre de paz, e que o caminho para ela seja repleto de luz, e que ilumine a sua nação, tão sofrida de falta de tolerância e sensatez por parte de sua liderança, e que também ilumine nações mais empobrecidas por questões históricas, e que ajude essas nações a se libertar do jugo imperialista, que as faz reféns de complicadas equações, misérias e carestias, consequências que cremos inevitáveis de sua condição no planeta, mas que, sob determinadas condições, terminarão por encontrar seu próprio caminho, que não seja aquela da hipocrisia, da desavença e da discórdia...
terça-feira, 7 de julho de 2026
RELUTANTE LUTA
Nos combates em qualquer esfera
Prosseguir nos ditames da fé, qual, a vertente da certeza,
Não redimiria propriamente um tempo em que poderíamos estar em dia
Com os deveres anunciados, com a mesma lida que anunciamos
Quando em noites secretas o sono continua relutante, mas próprio.
Nas graças de algo que não entendemos, conseguimos um dia de jornadas,
Os passos irrequietos nos sejam dados em mais um dia de vida plena,
A que sejamos mais e mais fortes para que a largada de vitórias venha na
possibilidade
Quando, por mais que a vida se encerre dura e atinente com a inefabilidade de
um gesto
O ser não se encontre com o nada, e por si conclua o atinar-se com mais um dia
de luta gloriosa...
Vencemos um vício por horas, e por outros momentos somos relutantes, mas não caímos,
Prosseguimos atinando-nos perante tudo e todos
Naquelas horas em que um dia parece transcorrer adiante do citado tempo
E que, nas vertentes de outro, eterno,
O Salvador nos oriente com a sua palavra, e que a ciência disso seja o nosso
propósito.
segunda-feira, 6 de julho de 2026
E TANTAS SÃO AS VINTE E QUATRO HORAS...
De um
dia a outro, quem não soubesse do tempo, o que realmente acontece na jornada do
dia, ou nos embates das noites. Os tempos do homem sempre foram os mesmos,
ainda que supuséssemos haver diferenças entre os nasceres e os poentes nas
longitudes do planeta... Calores e suores atravessados quase pela nossa medula,
ossos esfrangalhados, vícios desmesurados, carestia, miséria, seres notívagos
em busca de acolhimentos impossíveis, sofrimentos, faltas e ausências. Qual não
seria a vida se não fora a mesma de sempre, e qual não seria a equação se a
resolvêssemos a contento todo o tempo? Por que uma expectativa sobre um semblante
desnudado entre a frieza de suas convicções e a insanidade de sentimentos
ausentes de humanismo? Padeço por aqueles que estão esquecidos sob marquises,
estão em hospícios, ou mesmo os inocentes que enfrentam duras penas em seus
sofrimentos por vezes compulsórios, quando o que cometeram foi simplesmente
amar além de suas próprias medidas...
A vida
plena, o que seria além de consentir o que temos, e ser feliz com o essencial,
com essa bênção de estarmos em condições de ter uma razão que não nos nuble o
ser que somos. A bendita questão de pronunciarmos nossa fé no Salvador, para
que ilumine a senda daqueles que sofrem em demasia, e por nós olhai todo o
tempo, para que d’Ele sejamos dignos da vida que d’Ele a nós é concedida.
Clamando, em nossas vozes mais internas, em nossos desejos mais viscerais, para
que nos seja dada a clemência dos céus e não padeçamos no inferno. Almas soturnas
plangem suas pernas sobre ruas sem destino, desmembrando do de si para o nada,
como que à busca de algo que seja químico, como que em um desespero louco em si
mesmo: o panorama insano da perdição! Seres humanos catam o lixo nas ruas,
tentando encontrar nos resíduos da sociedade um alimento, ou mesmo latas de
alumínio para trocar por pedras do “paraíso”: as drogas do per si. Em outros
lados, no mesmo mundo em que vivemos sob o emblema da vida, muitos se matam em
guerras cruentas, déspotas urgem pelos poderes, e diversas formas do pecado se
manifestam sob as roupagens titânicas do mal.
Eis que
surge um clarão, uma luz divina, o sol no céu, mesmo que por imaginação
circunflexa, e estamos diante do mundo tal como ele é: imenso, maravilhoso,
seus seres, seus pássaros, suas vidas... E ainda não vimos tudo, vimos apenas
um início, tal é a transmutação da carne, seus elementos vitais, e o Espírito
que nos anima. Seguimos vivendo, e alguns enfrentam suas lides e purgam
verdadeiras missões atrozes, mas nada comparado ao que outros, que já morrem
pelas calçadas, largados, representam os veios de um Carrara que não serviria
para erigir uma Pietá. Nada além de nos abrigarmos na sensatez e partirmos para
conflagrar um estado de coisas que se atinem, algo que dê um sentido melhor na
azáfama, esse caos aparente, essa sociedade onde o consumo se posta diante de
nós com certos confortos, mas que nos despojemos um pouco, que seja, não para
tecer uma crítica, mas para nos colocarmos diante dos titãs da maldade com o perdão
que nos infeste, em uma razão primeva e primeira.
O ser
que somos que nos conforte, mas sozinhos não seremos o ser maior, não seremos
salvos. A paixão em alguns que sofrem deveras, não apenas em sacrificar-se por
muito tempo, assaz, não deveria nem ser objeto de contemplação, pois aquele que
sofreu todas as dores do mundo, esse: olhai por nós! Que nós sejamos objeto de
Deus, que Ele venha, Senhor de tudo e de todos, nos dar Seu amparo para que
sejamos dignos de sua misericórdia divina. E que não merecemos um átomo de Seu
perdão, pecadores que somos e seremos sempre, a não ser que possamos crer na
redenção espiritual, na Sua Santidade e em todos os Santos, que sofreram seus
martírios pela humanidade.
O
despertar espiritual pode vir com um tempo em que não obtemos no sacrifício de
um dia, um mês ou um ano, mas eventualmente com o atraso de séculos de
sobrevivência de nossos antepassados nas veredas mais cristalinas da
purificação, quando de nos apercebermos que a construção paulatina de nosso Eu
mais verdadeiro passa, sim, sob a alfombra do tempo eterno. E tantas são as
vinte e quatro horas, e sofremos, e vivemos... Imensa dor me acomete pelos
desvalidos, e por não ser eu o agente de que o sofrimento desses seres não seja
algo possível de desfazer ou de consertar, pois nem um político genial poderia
dar continuidade a algo que nem algum imperador de Roma obtivera êxito no maior
império da Terra! Sob os dissabores de um tempo onde havia a crucifixão, houve
um homem que permanece vivo, entre nós, para todo o sempre, e o que ensinara não
foi o mais importante, mas a salvação que nos trouxe para a vida eterna se torna
o emblema mais carismático de que é possível uma Ordem melhor para vivermos
mais justamente em sociedade. Mesmo que não saibamos que muitos padeçam, sempre
é tempo de crermos melhor que nós mesmos para que esse Espírito que nos abrace
a todos nos sirva de lição basilar para que compreendamos que no mínimo a
fraternidade e a comunhão seja a condição primordial entre os devotos do
planeta: a nossa Casa Comum.