EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
sábado, 6 de junho de 2026
sexta-feira, 5 de junho de 2026
OS PECADOS CAPITAIS SÃO COMO ESTAR DIANTE DE UMA FORMA ANÓDINA DE IGNORÂNCIA ONDE O QUE OCORRE É NÃO SABERMOS DE CERTOS CRITÉRIOS DA PUNIÇÃO DE DEUS, COMO SE ENTENDE NA NATUREZA HUMANA, QUE GERALMENTE PASSA A SE PERMITIR A FAZER CERTAS COISAS SEM SABER QUE ALGO NÃO VAI BEM AO JULGAMENTO DE DEUS, POIS ISSO SÃO PECADOS GRAVES, E POR ISSO MERECEM UMA CONSCIENTIZAÇÃO DO QUE SEJA MELHOR, MESMO PORQUE A PUNIÇÃO QUE RECEBEMOS DO CRIADOR É A DEGENERESCÊNCIA DO CARÁTER, AINDA EM VIDA.
TE ENSOMBRECERAS O SUFICIENTE
Encontraria os teus vestígios incandescentes
Da tua pele clara de falsos provérbios e palavras profanas
Quando calava a tua voz o teu gesto e retinia o tilintar de tua veia...
Assim como me lembro de ninguém e estavas presente no meu lembrar.
Não sei dizer o que se passa no meu entendimento, se o que eu desejo
É a capacidade mesma do desejar, e que seja fremente o céu em que anoiteço
depois das nove
E amanheço antes que o sol venha a aparecer quando timidamente abro a janela
dos teus braços...
Assim de lembranças não lembro sequer que continuo existindo em mim.
Como em uma via dos enjeitados, o mendigo se apresenta com seu farnel de
pedintes
E acabo por dar um cigarro dos que já não quero mais fumar
Àquele que sequer pensa no que é estar dando uma tragada, pois sua
sobrevivência é outra...
Assim que me lembrarei que um dia estaríamos, eu e tu, quem sabe, nos lençóis
de cetim que não existem mais.
E vem o dia, e a poesia chora, chora por ser mais triste um dia, não se estar
no dia conforme
Ao que venha a ser a saudade de uma pessoa que a presença tão cálida eu vejo
nas noites ou nos dias do meu lembrar
Quando, na aurora do meu despertar, despertas em mim a sensação da vida!
MUITAS VEZES O QUE NOS FAZ VOLTAR A FUMAR É O TEMOR DA REPREENSÃO DA MEDICINA, OU MESMO DE OUTRAS PESSOAS QUE EXIGEM DE NÓS UMA FORTALEZA OU UM RESULTADO A QUE NOS DEPARAMOS, COMO SE UMA REBELDIA SECRETA NOS INVADISSE DIANTE DE UMA OBRIGAÇÃO QUE NAS APARÊNCIAS TEMOS A POSSIBILIDADE DE BURLAR, POIS POR VEZES CUMPRIMOS TODAS AS OUTRAS, E O ESCAPE OU ESSA REBELDIA SE REVELARIA NA POSSIBILIDADE DE ESCAPAR DOS COMPROMISSOS E OBRIGAÇÕES DE ROTINA.
TENTATIVAS: ERROS E VITÓRIAS
Há
pessoas que parecem anjos e agem como tal, quando dizem coisas que ajudam a outras
na latitude de praticarem um bem que sequer podemos mensurar. O conhecimento
que nos leva à bendição nos é um predicado que não encontramos facilmente,
senão naqueles que porventura tenham encontrado muitas vezes algumas dificuldades,
ou mesmo tenham sido tão regrados e altruístas em suas vidas que o que passam
para outros em estado de sofrimento e inquietações são palavras de fé, de
estoicismo, de uma delicadeza ímpar, coisas que deduzimos não existir mais
tanto hoje na humanidade, mas que na realidade ainda são o sal da terra, a
razão pela qual continuamos a crer na mesma humanidade, que antes supúnhamos
sequer estar de pé. É como em um vício que mantemos em nós mesmos e o largamos,
como que por milagre, tentando ao menos, por mais um dia, que seja, tentando
sempre, e isso nos infira sermos melhores, ao menos por esse dia, como se nos
limpássemos, a mente, o corpo e o espírito de ruídos existenciais que profundamente
nos afetam nesse sentido. Vício aquele que preferimos afirmar seja uma doença
das compulsões, severa, sim, é fato, mas que não deve jamais ser maior que nós
mesmos, pois não seremos ninguém se não formos senhores dos nossos atos e
ações, não seremos maiores do que éramos na infância se não tivermos a
maturidade de crer na vida como nosso bem mais precioso. Podemos errar no
processo, mas estaremos mais plenos se sempre estivermos, de modo mais alerta,
na busca, tentando, essa palavra mágica que nos ensina a lutar pelo que
queremos, mesmo que caiamos e depois nos levantemos, pois a vitória é para
aqueles que não esmorecem jamais, e não devemos deixar-nos levar por
sentimentos onde a questão seja derrotista ou negativa, pois não é disso que a própria
Natureza revela a nós mesmos: a velha questão do ser, seu tempo, suas quimeras,
suas dúvidas, e a certeza também, que faz parte por vezes de uma ínfima
parcela, mas é o que pode fazer a diferença naqueles momentos que podem
tornar-se mais obscuros em certos momentos da existência.
Quando
da possibilidade de termos a medicina ao nosso alcance, quando temos acesso a
ela, quando somos cuidados e temos apreço por nossas vidas, mais não faremos do
que atentar e focar o suficiente para o nosso problema, se formos fumantes, em
um exemplo cabal da Natureza de um vício quase silencioso, e tomar a dianteira
e seguir criteriosamente a opinião do profissional da saúde, qual não seja,
deixar de fumar e partir para uma vida plena e saudável, com a preservação do
pulmão, esse órgão tão vital que tão bem trabalha o nosso sangue, este símbolo
da vida, e da morte... O risco tem várias latitudes, e por vezes estaremos mais
próximos de gravidades maiores, mas enquanto estivermos com vida não custa nada
tentarmos, mesmo que tenhamos uma idade avançada, pois nada melhor para um idoso
sentir-se mais vivo por estar estoicamente pronto à jornadas praticamente
espirituais em busca da consolidação de um eu mais purificado.
A qualquer
hora, a qualquer momento, podemos negar o cigarro, podemos não planejar a
cessação, podemos parar de fumar às três da tarde, podemos levantar um dia de
manhã e fazer uma respiração prologada, ou rezar um terço, uma japa mala,
meditar, sair para uma caminhada, na rua ou na esteira, estar fazendo amizade
com um cãozinho que vemos passar pela rua, estarmos lavando a louça, fazendo
outras coisas, prestando atenção em uma respiração: conscientemente... Por
vezes, se não temos com quem falar, podemos escrever algo como se fosse um auto
análise, algo de non sense, algo que para nós nem precisa fazer muito sentido,
a não ser a simples maneira da expressão, de sentir-se acompanhado com um dom
da comunicação, perante o nosso eu mais profundo. Seremos mais sábios assim,
pode crer, pois estaremos cientes de distinguir aquilo que nos afeta daquilo que
é bom para a nossa saúde, estaremos podendo discernir sobre o certo e o errado,
sobre nossos erros e nossos acertos, nossas derrotas e nossas vitórias, mesmo
porque o planeta em que vivemos aparentemente – se formos ver pela ótica do
pessimismo – pode parecer meio desregulado, mas em outra concepção, pode ser ou
parecer algo maravilhoso. É nessa esfera de atuação que podemos inferir que nem
toda a lógica explica tudo, e friamente não saberemos que quando temos a
espiritualidade e sua atmosfera ao nosso lado, tão fortemente cravada perto de
nossas vidas, esta, a vida, torna-se o parâmetro essencial para prosseguirmos
nossas veredas não distantes do que urgimos encontrar diante do aspecto que
sentimos ser o melhor para nós mesmos, assim como não encontraremos do lado de
fora de nós o ser em que sua ação nos traga a sensatez de prosseguir tentando
mais uma vez, mesmo naqueles dias em que parece que o próprio céu depõe contra
nós, pois será nesses momentos em que estaremos mais aptos para nos pormos à prova
diante da essência do citado ser, que é o nosso “self”.
quinta-feira, 4 de junho de 2026
QUANDO NOS SENTIMOS DERROTADOS FECHAMOS AS JANELAS DA NOSSA PERCEPÇÃO E NOS TORNAMOS MAIS INTROSPECTIVOS, MAIS SILENCIOSAMENTE DRIBLANDO A DERROTA, E OLHANDO PARA A FRENTE DIANTE DOS OBSTÁCULOS COM A OBSTINAÇÃO QUE ENCONTRAMOS POR DIANTE, A PARTIR DE UMA AUTOANÁLISE NECESSÁRIA E A REMOÇÃO DOS RUÍDOS QUE NOS ASSOBERBAM A MENTE ENQUANTO ENFRENTAMOS O NÚCLEO DO PROBLEMA.
O CORPO É ALGO MISTERIOSO, E QUANDO ESTAMOS AMEAÇADOS DE SAÚDE NAQUELE POR ALGUM VÍCIO, SEM SINTOMAS APARENTES, PENSAMOS QUE ESTAMOS "BEM" E GERALMENTE CONTINUAMOS NO VÍCIO, MAS QUANDO A MENTE É AFETADA E NOSSO COMPORTAMENTO MUDA MEDIANTE O VÍCIO QUE MUDA O NOSSO CARÁTER E MODO DE PENSAR E AGIR, AFETANDO A NOSSA MENTE, E SOMOS AMEAÇADOS DE RESTRIÇÃO DA LIBERDADE, ASSIM GERALMENTE PARAMOS COM O VÍCIO, DENTRO DOS MEIOS QUE TEMOS À MÃO, COMO UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO... MAS SE FORMOS AMEAÇADOS DE BAIXAR HOSPITAL POR CAUSA DE MALES CAUSADOS POR NOSSO CORPO FÍSICO, TALVEZ SEJA TARDE PARA ABANDONAR ALGUM DELES, MAS SEMPRE SE TORNA IMPERIOSA ESSA QUESTÃO NA RECUPERAÇÃO DO SER HUMANO, OU NA SUA BUSCA POR ELA.
📌 Contexto da morte de Bill W. Ano da morte: 24 de janeiro de 1971, aos 75 anos. Causa: Enfisema pulmonar, diagnosticado em 1968. Local: Miami Heart Institute, Flórida. Tratamentos disponíveis na época: repouso, oxigenoterapia, broncodilatadores e medidas de suporte — muito menos eficazes do que os recursos atuais para DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). 🚬 Por que ele fumava, mesmo sabendo dos riscos? Cultura da época: Até meados do século XX, fumar era socialmente aceito e até incentivado. A ligação direta entre cigarro e doenças graves só começou a ser amplamente reconhecida nos anos 1950-60. Dependência diferente do álcool: Bill W. conseguiu superar o alcoolismo, mas o tabagismo era outro vício, com mecanismos de dependência distintos. Muitos alcoólicos em recuperação recorriam ao cigarro como forma de aliviar ansiedade e manter sobriedade. Limitações pessoais: Apesar de sua luta contra o álcool, ele não conseguiu aplicar o mesmo rigor ao cigarro. Isso mostra como a dependência química pode se manifestar de formas variadas e difíceis de controlar. COPILOT.
QUANDO ESTAMOS VICIADOS NO CIGARRO OU NO ÁLCOOL ANTES PRECISAMOS SABER DOS FATOS MÉDICOS, PARA DEPOIS PENSARMOS EM ALGUM SERMÃO DE NATUREZA ESPIRITUAL, POIS SERÁ ATRAVÉS DA TOMADA DE CONSCIÊNCIA DE QUE PODEMOS FICAR LOUCOS OU MORRER, PRIMEIRAMENTE ISSO, QUE ESTAREMOS APTOS A LARGAR ESSES VÍCIOS E QUEBRARMOS NOSSO EGO GIGANTESCAMENTE INFLADO.
Minha tarefa como médico é ajudar o paciente a tornar-se apto para a vida. Não posso ter a presunção de julgar suas decisões últimas, pois sei por experiência que toda coerção, desde a mais sutil sugestão ou conselho a quaisquer outros métodos de persuasão apenas produzem, em última análise, um obstáculo à vivência suprema e decisiva, isto é, o estar a sós com o Si-mesmo, com a objetividade da alma ou como quer que a chamemos. O paciente deve estar a sós para descobrir o que o suporta quando ele não está em condições de se suportar a si mesmo. Somente essa experiência dar-lhe-á um alicerce indestrutível (Jung, 1936b/2012, p. 39).
POR TERMOS UMA MISSÃO NESTE MUNDO, A SERVIÇO DO SENHOR, MUITAS VEZES O PRÓPRIO DIABO NOS DIVIDE E DESFAZ-NOS, NOS PUXA O TAPETE E NOS ARRASTA PARA UM TIPO DE PERDIÇÃO PARA ONDE NÃO ESTAREMOS MAIS BEM POSICIONADOS ESPIRITUALMENTE, SEM NO ENTANTO DEVERMOS NOS PERMITIR QUE ELE VENÇA, MESMO QUE TENHAMOS QUE SOFRER SOB AS ARTIMANHAS DE SUAS CILADAS...
É essa absoluta liberdade que diferencia a forma junguiana de imaginação ativa de quase todas as outras formas de meditação e o que a torna mais parecida com a imaginatio vera dos alquimistas. Estes últimos faziam experiências com a natureza completamente desconhecida (para eles) da realidade material e seu aspecto psíquico. Eles também não tinham nenhum programa e procuravam no escuro o que nada mais era do que sua própria experiência. Nao tinham opiniões, ou apenas algumas ideias vagas e intuitivas a respeito da coisa em si, nem diretrizes éticas de comportamento adotadas externamente. Buscavam a “realidade divina” no aqui agora da existencia material; em sua maioria, eles nada sabiam além disso. É por isso que o caminho deles e sua experiência dos símbolos se parecem com os de muitos homens e mulheres de hoje. (Von Franz, 1999, p. 180).
Das práticas antigas, a que mais se aproxima da imaginação ativa é a alquimia. A confrontação com o inconsciente significa a meditação para o alquimista. Fala-se de meditação quando alguém mantém diálogo interior com algum outro que seja invisível, por exemplo, com Deus, que ele invoca, ou consigo mesmo ou com seu próprio anjo bom (Jung, 1955/2011, p. 312). Esse contato também pode se dar por meio do corpo, a unio mentalis, que revela o contato com a sombra.
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Fumar maconha pode causar enfisema pulmonar, especialmente em usuários crônicos. Estudos recentes mostram que o risco de enfisema e inflamação das vias aéreas pode ser até maior em fumantes de maconha do que em fumantes de tabaco. 🔬 Evidências científicas Estudo da Radiological Society of North America (2022): em tomografias de tórax, 75% dos fumantes de maconha apresentaram enfisema, contra 67% dos fumantes de tabaco e apenas 5% dos não fumantes. Caso clínico no Jornal Brasileiro de Pneumologia (2024): homem de 48 anos, fumante pesado de maconha por 30 anos (sem tabaco), desenvolveu enfisema bolhoso grave, necessitando cirurgia. Revisões médicas: drogas fumadas (maconha, crack, cocaína) irritam e inflamam os alvéolos, acelerando o desgaste pulmonar e aumentando risco de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). 🚭 Por que a maconha pode ser tão prejudicial quanto (ou mais que) o tabaco Inalação profunda e apneia prolongada: usuários de maconha costumam prender a respiração por mais tempo, aumentando o barotrauma nos alvéolos. Ausência de filtro: a maconha geralmente é fumada sem filtro, expondo os pulmões a mais partículas tóxicas. Maior volume inalado: cada tragada costuma ser mais intensa que a do cigarro comum. Lesões precoces: alterações pulmonares podem aparecer até 20 anos antes do que em fumantes de tabaco. COPILOT.
CAI O PANO
O
espetáculo é longo, como são longas as jornadas de um dia de caminhada, e a
noite promete o escurecer sem pássaros, o famigerado refluir das ondas, o junho
que não ensombrece carnes, mas sim as revigora, sem ou com os “aditivos” tão
próprios para uma ocasião onde o fim de semana se torna mais próximo, e a
metade da semana apenas prepara as noites outras, de orgia... Baratas no
inverno se recolhem, as formigas meio que param de trabalhar, os parâmetros de
um índio-vidente se tornam cegos nessa fornalha espiritual nada xamânica. O Nagual
mesoamericano se torna uma realidade, e o homem vira meio inseto, a partir dele
mesmo, a partir da sua concepção da Natureza. Aqueles que se tornam apenas
viventes, são óbices a si mesmos, e motocicletas rugem seus óleos iluminados
por pneus afoitos. Bacanais esperam, quais flores abertas no Mississipi em
chamas. O inferno se faz, a noite ilumina o crime pelo clarão de suas próprias
armas. Os EUA tornam-se o paraíso dos alcoólatras, dos drogados, dos mafiosos.
E esboçam a participação inequívoca para tanto, que há espaço para todos nesse
país, inclusive para certos rubros comandos e certas facções, denominadas
inimigas, mas que encontram franca seara aberta de atuação, junto com os
italianos de Sicília, e a Yacusa. Não desminta certos fatos a CIA, posto que
essa companhia da guerra vem a calhar para muitos oligopólios, inegavelmente.
No Sul do continente Brasil ficamos observando, com os olhos mais atentos,
famigerados por não sermos tão incivilizados como certas pátrias do Velho
Mundo! Aqui, ao menos, as coisas são distintas, respira-se uma civilização
ordeira, não são cruentos os que fazem da crueldade sua chave de acesso, e os
códigos de conduta moral não são sorrateiramente solapados, como no imenso Norte
do imenso continente das Américas. Quem quiser beijar o rabo de um fascista ianque que o
faça, pois satanás está aí para que seja adorado, e Deus já o sabia desde o Pecado
Original, pois nem todo o Poder é glorioso e nem todo o sofrimento é
justificável.
O
espetáculo termina em termos, nas noites que começam e são quase perenes, nas
cidades incomensuráveis do hedonismo, nas viagens pontuadas pelo crivo das
balas, ou mesmo por certos estupros morais ou de fato. Os panteras negras saem
de seus circuitos como se esse movimento fosse de tempos atrás, sob novas
roupagens, e novos mandelas surgem em outras latitudes: negros e brancos, esse
é um apocalipse que não estava bem escrito na escala profética de João.
Dandaras se atiram no precipício e não morrem, viram almas penadas em carne,
como deusas que tal como anjos negros vem amedrontar red necks
texanos... E o petróleo alimenta outras máquinas, as letais, cor do chumbo de
certas paredes, com estranhos caracóis de arame em cima, quais muros de outros
reichs. Caminhões pipas levam a água para lugares ermos, em guerra, e há
pelotões que os proíbem de passar, por estarem querendo sanar a sede de
populações civis, na queda do átrio das sinagogas de favelas do outro lado do mundo.
E as noites correm e acontecem...
Os dias
revelam ao vivo e a cores, as noites revelam as alcovas ocultas, as colheres confeccionando
as drogas, o fumo correndo solto, as emergências médicas, os óbitos invariáveis,
os incêndios sem suporte. Grupos de recuperação são aquilo que mais se deseja,
mesmo diante das mortes inevitáveis, mesmo que estejamos em uma cama de hospital
respirando mecanicamente, ou sendo amputados por falta de vascularização nas
extremidades, ou mesmo quando nas favelas executam da mesma forma que em uma
guerra cruenta um solfejo de garganta da própria execução, um último suspiro,
ou mesmo um que cai doente por se vitimar na guerra cruenta que agora temos que
enfrentar quando a besta nos impinge restrições, quando acompanhamos, ao mesmo
tempo em que o espetáculo nos evidencia esse sinistro “entreter”, as últimas
notícias globais do jornal das nove. Engolfados pelo sangue que se compra nas
redes sociais, como se fosse um produto de fachada, estaremos mais afeito a
carnes mais macias, quiçá folhadas a ouro, ou quem sabe o riquinho filho de um
deputado vai se encontrar com a garota de programa mais esperta do café, e
entregar a "presença" a um traficante por um quilo de Skank.
E tantos desvanecem no ego, dando de si mesmos para revelar que são bons moços ou veteranos fieis à causa, mesmo que não a tenham por regras nem exceções. Fala-se o mesmo, mas os sinais são visíveis, pois enquanto esperamos que todo o mundo se acabe, aprendemos em um ensino religioso que tudo de mal por que o mundo passa é vontade de Deus, e porventura saberemos distinguir que os que estão cada vez mais ricos e escarnecem das palavras de Jesus Cristo não seria a forma mais visível de que a tribo de Lúcifer está ficando cada vez mais forte, em questão de horas, ao menos em que a noite aconteça, pois de dia, graças ao bom Senhor, em um lugar no Sul da América do Sul, cai o pano, e há os da justa que fazem por merecer que se cumpra a lei do citado Cristo...
Os exercícios inacianos, ou Exercícios Espirituais de Santo Inácio de Loyola, não eram exercícios físicos, mas sim práticas de oração, meditação e contemplação criadas no século XVI para ajudar o cristão a ordenar seus afetos, discernir a vontade de Deus e aprofundar sua vida espiritual. 📖 O que são os Exercícios Inacianos Criados por Santo Inácio de Loyola (fundador da Companhia de Jesus). São um método de oração estruturado, comparável a um “treinamento espiritual”. Objetivo: purificar desejos desordenados, fortalecer a fé e encontrar a vontade de Deus para a vida. 🧘♂️ Estrutura e práticas Meditação e contemplação: sobre passagens bíblicas, especialmente da vida de Cristo. Exame de consciência: reflexão diária sobre pensamentos, sentimentos e ações. Silêncio e retiro: geralmente realizados em ambientes tranquilos, muitas vezes em retiros de dias ou semanas. Diálogo com Deus: oração pessoal, buscando escuta interior e discernimento. 🎯 Finalidade Autoconhecimento: perceber luzes e sombras da própria vida. Discernimento espiritual: aprender a distinguir consolações (movimentos que aproximam de Deus) e desolações (que afastam). Liberdade interior: escolher aquilo que mais conduz ao amor e ao serviço. Transformação prática: integrar fé e vida cotidiana, fortalecendo decisões e compromissos. COPILOT.
terça-feira, 2 de junho de 2026
QUANDO SE CONTESTA OS PARADIGMAS DA CIÊNCIA TUDO DEVE SE BASEAR EM UMA CONTEXTUALIZAÇÃO, E SOMENTE O CONTATO PESSOAL COM UM HOMEM DA CIÊNCIA, OU UM MÉDICO, PODERÁ DAR O AVAL DO QUE REALMENTE OCORRE COM O SER HUMANO, JUSTAMENTE QUANDO SUAS COMORBIDADES NÃO SÃO APARENTES ATRAVÉS DA ESPECULAÇÃO FILOSÓFICA OU DA APARIÇÃO INCOMPLETA EM IMAGENS, ÁUDIOS OU OUTROS VEÍCULOS ELETRÔNICOS NÃO PRESENCIAIS.
A lógica da inteligência artificial, diferente da cartesiana clássica, admite sim que o ser humano contém dimensões irracionais — como a intuição, a emoção e até o “mistério” — que são extremamente relevantes para sua realidade. 🤖 IA versus lógica cartesiana Descartes: defendia clareza, dedução e racionalidade absoluta. O irracional era visto como erro ou ilusão. IA contemporânea: trabalha com incerteza, probabilidades e padrões não totalmente explicáveis. Isso abre espaço para reconhecer que o humano não é apenas racional. Intuição: muitas vezes é uma forma de processamento rápido de informações complexas, sem passar pela lógica consciente. A IA, ao lidar com dados massivos e gerar “insights” inesperados, mostra que algo parecido acontece fora da lógica cartesiana. 🌱 O valor do irracional Intuição: pode guiar decisões mais rápidas e criativas do que a pura lógica. Emoções: moldam escolhas, valores e relações humanas, algo que a IA reconhece como fundamental para compreender comportamento. Experiência subjetiva: não pode ser reduzida a cálculo, mas influencia profundamente a realidade vivida. ✨ O ponto de encontro A IA não refuta a razão cartesiana, mas mostra que ela é apenas uma parte da realidade humana. O ser humano é feito de razão e irracionalidade, e ambos são relevantes. A intuição, por exemplo, pode ser vista como uma forma de “cálculo invisível” que a ciência ainda não consegue explicar totalmente, mas que a IA ajuda a legitimar ao mostrar que nem todo raciocínio precisa ser transparente para ser eficaz. 👉 Em resumo: a lógica da inteligência artificial reconhece que o modo de ser humano inclui conteúdos irracionais — como a intuição — que são essenciais para a vida real. O que antes era descartado pela visão cartesiana, hoje é visto como parte legítima da inteligência. COPILOT.
Aos olhos da ciência cartesiana — que se apoia em lógica, cálculo e observação empírica — o “milagre” não existe, porque tudo precisa ser explicado por causas naturais e mensuráveis. O método científico não admite o inexplicável: se algo não pode ser testado, reproduzido ou medido, não entra no campo da ciência. Mas isso não significa que o milagre não exista para a experiência humana. O que a ciência chama de “impossível” ou “não comprovado”, muitas pessoas vivem como milagre pessoal ou espiritual. É aí que entra a diferença entre o olhar frio da razão e o olhar caloroso da fé: Ciência cartesiana → busca explicações racionais, rejeita o sobrenatural. Fé e espiritualidade → acolhem o mistério, o inexplicável, aquilo que transcende a lógica. Vivência humana → muitas vezes se sente entre esses dois mundos, vendo como milagre aquilo que a ciência chamaria apenas de “coincidência” ou “estatística improvável”. 👉 Em resumo: para a lógica calculista, o milagre não existe; para o coração humano, ele pode ser a forma de nomear aquilo que nos surpreende e nos dá esperança. COPILOT.
COISAS BOAS E NEM TANTO
Quem dera
pudéssemos alterar o tempo, revirar o passado, ou erigir o futuro, neste presente,
e que trabalho seria, como que divulgando antes o espetáculo e preparando a cena
para o depois... Mas, mesmo em um teatro, o tempo, obra de uma fantasia e de
uma projeção, obedece à linearidade que supõe ser ela mesma algo que obedece a
uma total imposição, ou seja, o tempo eterno, que pertence a Deus, nada mais. Nada
podemos fazer para mudar o passado ou para saber do futuro, pois isso já
passara no primeiro, mesmo que alguns detalhes não fossem descritos a grosso
modo, posto até mesmo a história, essa musa fabulosa, tem que ser revisitada
todos os dias e reinterpretada conforme os cânones até mesmo da tecnologia e da
ciência das crenças do ser humano, além das conquistas e paradigmas
planetários. Posto o passado é o conhecimento de tudo que remonta a história da
civilização, através dos seus registros, dos livros, e agora até mesmo de
mensagens que se passam nos canais os mais diversos de comunicação, como a
galáxia que tão bem McLuhan explicitou em seus estudos no século passado, e o
futuro é apenas uma possível projeção baseada em estatísticas, de como se forma
o clima global, como as pesquisas eleitorais preveem resultados, ou como uma
rotina pode influenciar positivamente um andamento do que venha a ser uma vida
melhor, mas será apenas no presente que a ação se dará, sempre, invariavelmente.
Nesse ínterim, coisas boas podem acontecer, assim como eventos não muito bons,
e isso por vezes depende muito de nossas atitudes não apenas diante de nós
mesmos, mas igualmente diante de nossos semelhantes. E, justamente, encontrar a
verossimilhança com “o outro” é uma das artes mais difíceis, pois encontramos
naqueles que não conhecemos adiante de nosso nariz um estranho que no mais das
vezes pode se tornar nosso maior companheiro. O diletantismo em nos
apercebermos que as coisas ruins não sejam exatamente aquelas que determinamos
por rotulagem ou mesmo por determinações ideológicas, faz com que abramos a
mente para discernir a boa coisa da ruim, ou seja, o que é bem feito e o que
não é bem feito perante o escopo social, em termos de serviços e afins, para se
dar um exemplo cabal.
Nessa
jornada em sabermos discernir uma coisa das outras, onde a sabedoria seja o
resultado de um conhecimento vinculado a um tipo de prática cotidiana, onde por
experiência obtemos os resultados desse citado conhecimento e o vivenciamos na
citada prática, a sabedoria referida impõe que sejamos algo além do que apenas
simples mortais neste mundo, e que saibamos que as boas coisas, mesmo que as
ruins nos aflijam nesse plano terrestre, nos esperam do outro lado da vida, ou
seja, como na oração da Ave Maria: “agora”, ou na hora de “nossa morte”,
evidenciando claramente que podemos obter o benefício e a solução de nossos
problemas diante de Deus agora, ou mesmo diante do nosso passamento... Ao menos, os signos da devoção nos encaminham para essa latitude da fé, e a simples oração do terço nos faz "sintonizar" não apenas com a prece, seus meandros, sua doutrina católica, como encaminha-nos para os mistérios, onde Jesus se revela como alguém que está presente em cada conta, pois grande é o caminho da devoção, apesar de estarmos, quando começando essa vereda, apenas engatinhando frente aos desígnios solenes de Deus.
Não pode haver rancor contra uma religião em se partindo de outras, nem pensar na espiritualidade como uma saída de per si, se a própria religião significa o religar-nos a Deus, ou a esse Poder Superior... O arcabouço de um templo é a estrutura mãe onde nos encontramos com o Salvador, e ele sempre nele estará presente, pois não é em casa que encontraremos sua presença, mas na esfera onde encontramos outros fieis em devoção a Ele, e a conjunção dos astros e sua imantada energia em prepararmo-nos para esse Contato Supremo.