EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
segunda-feira, 11 de maio de 2026
AS NUANCES QUE SÓI ENCONTRAREM A VERTENTE INOMINÁVEL DE QUEM QUER APENAS UMA "TEOLÓGICA PROSPERIDADE", CREIA-SE, QUE APENAS PENSAM SABER QUE DEUS É AQUELE QUE O TEMPLO MANDA QUE SEJA CONFORME OS DITAMES DE UM FALSO PASTOR, MESMO ASSIM NÃO REVELAM A PARTE MAIS INCRIVELMENTE BELA DO ENCONTRO MAIS VERDADEIRO COM O JESUS CRISTO QUE NESTES NÃO RESIDEM.
domingo, 10 de maio de 2026
A ESPERANÇA NO OLHAR DOS AFLITOS
Quem dera
se fôssemos de quadrantes inumeráveis onde nem pudéssemos contar seus veios,
suas plataformas, de onde retirássemos a energia quando justamente esta nos
faltasse naquelas horas de ostracismo onde a letargia de um não agir desse
espaço para nos associarmos a substâncias estimulantes... Isso na realidade é
não apenas possível, como absolutamente praticável. As artes em geral dão esse
ganho de energia, em especial as marciais. Exercitar com um bambu ou cabo de
vassoura pode ser extremamente sadio para implementar as forças que sói estarem
adormecidas diante de nós, e desenhar, sobremodo nos tira do ostracismo mental,
assim como a literatura em geral, especialmente a poesia, pois podemos sim
fugir de vícios como o da nicotina praticando dessa forma. Você pode ensinar a
seu aluno como fazer os primeiros passos em direção à recuperação,
estimulando-o a praticar sempre que der a fissura qualquer das modalidades
acima descritas, e a esperança pode voltar a brotar em um olhar aflito. Se a
pessoa se articula em se movimentar e partir para a ação, se houver motivação
sincera e desmontar a cadeia da aflição nesse sentido, ela pode chegar a ter um
domínio maior sobre que é e tomar consciência, não apenas de seu espaço físico,
mas mental, e ter as ferramentas necessárias para sair do citado ostracismo
existencial onde se encontrava, outra vez – repetindo – praticando dia a dia
suas tarefas a serem empreendidas em conformidade com sua luta pessoal. Do
contrário, será cada vez mais difícil para ela sair desse movimento autofágico.
Os
caminhos para se sair da depressão são os mais variados, e se o homem quiser,
ele pode sair, mas precisa se ajudar para tanto, no mínimo movimentando o corpo
e sua massa cinzenta. Um bom terapeuta, porventura quando porta uma enfermidade
psíquica, pode se utilizar de sua própria experiência como a sua superação
compartilhada, e os caminhos que se utilizou e utiliza para obter resultados
favoráveis à sua própria pesquisa nesse campo, até que se cumpra no paciente a
prerrogativa de que, dentro de um espectro amplo o suficiente, se possam
aplicar os desenvolvimentos na psique de cada qual, em um tipo de convivência
onde as aflições cedam lugar à esperança, no movimento que cesse por instantes
os momentos de fissura, onde cada vitória obtida sobre o vício remonte o
quebra-cabeça que dirima as dúvidas na adição de um paciente. Quando algo como
um desejo de fumar seja praticamente insolúvel em termos de predisposição
mental, deve-se capitular e nada pode ser feito, pois a compulsão passou a ser
patologicamente incontornável em certas situações. Mas se, por outro lado, se
os exercícios propostos derem cabo de uma compulsão, e o paciente puder esperar
ao menos mais uma hora até virem as próximas vontades, uma estrela será
colocada na folha que ele anota, como um etapa vencida favoravelmente.
Outrossim, se isso não ocorrer diante do ânimo que o paciente tiver em si
mesmo, a derrota de uma tentativa a mais pode se consolidar. No entanto, as
tentativas são sempre válidas enquanto o tempo continuar a ser o paradigma que
encerra nos vieses da vida os seus mistérios, e a saúde puder ser a vereda mais
lógica para se empreender a virtude da recuperação...
A
qualquer um que se quisesse afirmar o oposto do descrito acima, poderia ser uma
simples contraordem, ou algo que não casasse bem com a operacionalização de
questões relativas e positivas ao tema. A mera cautela em prosseguir com
andamentos desse libertar-se de grilhões tão aferrados aos nossos pés por si só
já subentende não se permitir amalgamar substratos que deem andamento a uma
questão tão fundamental. Não se pode auferir os ganhos suficientemente em
escalas temporais, mas na realidade há casos em que o tempo é fator circunstancial
para tanto. Se alguém já demanda cuidados médicos para largar qualquer vício, é
de vital importância cessar imediatamente com ele, mesmo porque não há tempo suficiente,
em muitos casos, em que questões de gravidade ímpar venham a fazer com que a
própria medicina, além obviamente da preventiva, que já possui a sua função primordial,
delimite a questão da cessação do tabagismo ou mesmo do alcoolismo, questão
essa que em diversas modalidades de enfermidades decorrentes ou consequentes do
uso revelam a ineficácia da redução de danos na maior parte dos casos graves.
Consequentemente, a abordagem médica já é um sinal de que na realidade os casos
patológicos fogem ao sistema unicamente psiquiátrico que influencia por vezes
um pouco a procrastinação dessa cessação, ou mesmo de grupos de recuperação
única e simplesmente, quando o caminho já está delimitado, por onde não há
retorno se não houver intervenção da citada medicina...
sábado, 9 de maio de 2026
Complexos como “ilhas de afeto”: Jung descreve os complexos como partes autônomas da psique, que carregam memórias, emoções e imagens ligadas a experiências passadas. Eles podem permanecer latentes até que um estímulo externo ou interno os ative. O medo como gatilho: O medo funciona como um sinalizador: diante de uma situação ameaçadora, ele pode tocar diretamente um complexo. Exemplo: alguém com um complexo de abandono pode sentir medo desproporcional ao menor sinal de rejeição. Mudança de humor: Quando o complexo é ativado, ele invade a consciência com emoções intensas. Isso pode gerar uma mudança súbita de humor: calma se transforma em ansiedade, alegria em angústia, confiança em pânico. O ego perde momentaneamente o controle, e o afeto do complexo domina. Função simbólica: Jung via esse processo não apenas como patológico, mas também como mensagem simbólica do inconsciente. O medo que ativa um complexo revela conteúdos que precisam ser integrados para o desenvolvimento da personalidade (processo de individuação). 🌌 Exemplo prático Imagine uma pessoa que sofreu humilhações na infância. Esse núcleo emocional forma um complexo de inferioridade. Em uma reunião de trabalho, ao sentir medo de ser criticada, o complexo é ativado. O humor muda drasticamente: a pessoa pode ficar retraída, ansiosa ou até agressiva. O medo não é só reação ao presente, mas também à memória inconsciente que o complexo carrega. COPILOT.
UMA AUTOANÁLISE, VIA DE REGRA, É UMA FORMA DE SE ESCREVER OU PENSAR SOBRE COISAS QUE NOS ACONTECEM NO DIA A DIA, POR REPETIÇÕES OU ROTINAS QUE PORVENTURA NÃO SEJAM TÃO BOAS MAS QUE INFEREM QUE EXPRESSEMOS MAIS NITIDAMENTE NO PAPEL OU NO PENSAMENTO, PARA QUE NÃO SUCUMBAMOS DE NOVO A CERTOS ERRROS RECORRENTES.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Para Jung, a intuição é uma das quatro funções psicológicas fundamentais e significa uma forma de percepção irracional, baseada em processos inconscientes, que capta possibilidades futuras e conteúdos não evidentes. Ela não depende da lógica ou da análise consciente, mas se manifesta como insights imediatos e criativos. 🌿 O significado da intuição em Jung: Função psicológica: junto com pensamento, sentimento e sensação, a intuição é uma das quatro funções que estruturam a consciência. Percepção irracional: não segue lógica linear; é uma apreensão imediata de possibilidades, tendências e direções. Ligação com o inconsciente: a intuição acessa conteúdos que não estão disponíveis à percepção sensorial direta, aproximando-se dos arquétipos do inconsciente coletivo. Orientação para o futuro: enquanto a sensação mostra o que existe, o pensamento explica o que é e o sentimento avalia se é bom ou ruim, a intuição revela “de onde vem e para onde vai” uma situação. 🔮 Características principais Insights súbitos: aparecem como “flashes” ou pressentimentos. Criatividade: abre caminhos para soluções inovadoras e novas perspectivas. Profundidade simbólica: conecta o indivíduo a imagens arquetípicas e significados coletivos. Processo de individuação: desempenha papel crucial ao orientar o sujeito em sua jornada de autoconhecimento e integração do inconsciente. COPILOT.
Muitos filósofos argumentaram que a lógica pode ser vista como um instrumento redutivo e constritor, porque ela trabalha apenas com a forma racional do pensamento e tende a excluir ou limitar experiências subjetivas, intuitivas e transcendentes. Kant, por exemplo, distingue entre lógica formal e lógica transcendental justamente para mostrar que a razão pura não dá conta da totalidade da experiência. 📚 A lógica como instrumento redutivo Lógica formal (Aristóteles): preocupa-se apenas com a correção das inferências, sem considerar o conteúdo ou a experiência subjetiva. Crítica de Kant: a lógica formal é insuficiente para explicar como conceitos se relacionam com intuições; por isso ele propõe a lógica transcendental, que busca compreender as condições de possibilidade da experiência. Limitação: ao reduzir o pensamento a regras formais, a lógica pode “constranger” a abertura para vivências subjetivas, espirituais ou místicas. 🌿 Experiência subjetiva e transcendental Intuição e subjetividade: para Kant, a experiência não é apenas lógica, mas também intuitiva; a lógica pura não capta esse aspecto. Fenomenologia (Husserl): destaca que a consciência tem vivências que não podem ser reduzidas a esquemas lógicos. Místicos e espiritualistas: defendem que a lógica é útil, mas limitada; a transcendência exige abertura para experiências que não se deixam formalizar. COPILOT.
Os evangelhos apresentam Cristo como a própria encarnação de Deus e seus milagres, ensinamentos e sobretudo a ressurreição são tomados como “provas” da existência divina. Para os fiéis, o “ao pé da letra” significa que os relatos bíblicos são verdadeiros e, portanto, a vida e obra de Cristo confirmam Deus. 👉 Do ponto de vista filosófico: Muitos pensadores (como Santo Agostinho e Tomás de Aquino) defendem que Cristo não apenas provou Deus por meio de milagres, mas também pela coerência de sua mensagem. Já filósofos modernos e existencialistas (como Sartre ou Nietzsche) rejeitam essa leitura literal, vendo os relatos como construções simbólicas ou históricas, não como provas objetivas. 👉 A questão da “prova”: Em filosofia, “provar” significa demonstrar de forma racional e universal. Nesse sentido, Cristo não “provou” Deus de maneira científica ou lógica. Mas para a fé, a prova é experiencial: os sinais, milagres e a ressurreição são suficientes para quem crê. ✨ Em resumo: Cristo, tomado ao pé da letra nos evangelhos, é considerado prova da existência de Deus para os cristãos. Já para a filosofia crítica, isso não é uma prova objetiva, mas sim uma experiência de fé. COPILOT.
Jean‑Paul Sartre foi declaradamente ateu e seu existencialismo se fundamenta na ausência de Deus como condição da liberdade humana. Ele não era “cético” no sentido de dúvida permanente, mas afirmava com clareza que Deus não existe e que cabe ao homem criar seus próprios valores. 📌 Sartre e o ateísmo Ateísmo declarado: Sartre afirmava que o homem é um “ser‑para‑si” e que não há essência dada por Deus; a existência precede a essência. Ontologia sem Deus: em O Ser e o Nada (1943), ele defende que a consciência humana é livre porque não há uma divindade que determine seu destino. Humanismo existencialista: em O Existencialismo é um Humanismo (1946), ele explica que o ateísmo não é apenas negar Deus, mas assumir a responsabilidade radical pela própria vida. 🤔 Sartre era “cético”? Não no sentido clássico: o ceticismo filosófico é a suspensão do juízo sobre verdades últimas. Sartre não suspendeu: ele afirmava categoricamente que Deus não existe. Ceticismo existencial: pode-se dizer que Sartre era “cético” quanto a valores absolutos, pois via todos como construções humanas. Diferença de Camus: enquanto Camus trabalhava com a ideia do “absurdo” e mantinha certa ambiguidade, Sartre foi mais direto em seu ateísmo, sem reservas. COPILOT.
DEUS SABE DE TUDO O QUE ACONTECE, COM TUDO E COM TODOS, EM TODOS OS TEMPOS, NO PASSADO, NO PRESENTE E NO FUTURO, E ESTÁ EM TODOS OS LUGARES, E SUA CONSCIÊNCIA É MAIOR DO QUE APENAS SABER ONDE UMA HASTE DE GRAMA ESTÁ SENDO SOPRADA PELO VENTO, OU QUANDO UM CARRO VAI ESTAR ESTACIONANDO PARA QUE ALGUÉM SAIBA AO MENOS SE ESTÁ NO RUMO CERTO, OU MESMO QUEM VAI PEDIR ALGO PARA COMPRAR UMA SUBSTÂNCIA QUALQUER E ONDE ESSA PESSOA VAI CONSUMIR ESSA SUBSTÂNCIA, SEJA ÁLCOOL, TABACO OU SIMILARES...
A METÁFORA DO CERCEAMENTO ESPIRITUAL NÃO EXISTE NAQUELES ESPÍRITOS DE LUZ, ONDE NÃO HÁ PAREDES QUE OS PRENDAM, NEM HÁ PORTAS QUE NÃO POSSAM ABRIR, QUANDO O ASPECTO DIVINO E ESPIRITUAL QUE EXISTE DE FATO NAS PRESENÇAS DESSA CIÊNCIA QUANDO ESTUDADA A DOUTRINA, ENCONTRARÁ A LUZ PARA QUEM PRECISA, E VIDA ETERNA PARA QUEM DESENVOLVEU A MEDIUNIDADE APROPRIADA E SEU DISCERNIMENTO DO QUE VENHA A SER UMA VIVÊNCIA ESPIRITUAL CONCRETA.
OS MOMENTOS EM QUE TRANSCENDEMOS AS NOSSAS VIDAS E TUDO O QUE IMPLICA A AUSÊNCIA DA ESPIRITUALIDADE, POR VEZES NOS DARÁ A FORÇA NECESSÁRIA PARA NOS PREPARARMOS COM COISAS RELACIONADAS À NOSSA SAÚDE FÍSICA E MENTAL, QUANDO SOUBERMOS QUE SEMPRE É NO NÍVEL ESPIRITUAL QUE A NOSSA REALIDADE APONTA PARA UM MUNDO MAIS REAL E TANGÍVEL, GRAÇAS À TRANSCENDÊNCIA CITADA, OU SEJA, CAMINHAR SOBRE A FÉ DE TERMOS QUE SABER QUE A VIDA É ETERNA NOS DESÍGNIOS DE DEUS JÁ NOS PREPARA, MESMO QUANDO TUDO ESTÁ BEM, PARA SERMOS COADJUVANTES DA MESMA ESPIRITUALIDADE CITADA E PRESENTE EM CADA MOMENTO DE NOSSA VIDA.
AQUELE QUE ESTÁ DENTRO E FORA, QUE É IMPERECÍVEL, IMUTÁVEL E GIGANTESCO COMO O MAIOR, E MENOR COMO O MAIS DIMINUTO, QUE FALA OU OBSERVA TUDO, QUE É TOTALMENTE CONSCIÊNCIA, QUE ESTÁ E NÃO ESTÁ AO MESMO TEMPO, ESSE É GOVINDA, O MENINO KRSNA, O SENHOR DOS OLHOS DE LÓTUS, A CIÊNCIA PLENA, O INCONCEBÍVEL, O EXATO E AO MESMO TEMPO O ERRO DO JOGADOR...
A VIDA ESPERA DE UMA PESSOA QUE ELA SE DIRIJA AO CRIADOR COM O RESPEITO EM SABER QUE É APENAS UMA DE SUAS OBRAS, E QUE MESMO COM SUA CIÊNCIA A RESPEITO DE TUDO, NOSSO OLHAR PERCEPTIVO DA REALIDADE E NOSSAS CONCEPÇÕES DO MUNDO E DE TUDO O QUE NOS CERCA É RESULTADO DA PERCEPÇÃO HUMANA, SENDO A VERDADE DOS SERES HUMANOS, NÃO NECESSARIAMENTE O QUE ACONTECE NOS MEIOS EM QUE VIVEMOS, ENTRE OUTRAS ESPÉCIES, POIS O ÚNICO SENHOR DE TODAS ELAS, E O SER HUMANO SE INCLUI APENAS COMO UMA DELAS, É O DEUS DA CRIAÇÃO CÓSMICA UNIVERSAL, ONIPRESENTE, ONIPENETRANTE E ONISCIENTE.
UM HOMEM QUE CHEGA
Partiste, e não ias só andando, seguiam-te
Sob a mesma alfombra de um céu que ouvia
Mas não te apartavas de mim, ó criatura de Deus,
E sabias de teus companheiros, que guarneceras diante de seu fausto
Quando, sob o céu, dirias que as coisas não residiam na casa certa
E se soubéramos nós de tudo, o que dirias tu do nada?
Pela vereda, eras um só, e deixaste a arma no caminho
Quando percebestes que era apenas mais um engodo do destino
A viagem dos capitães do erro, quais não fossem os crédulos em suas montanhas
A sabermos nós que os dissabores do vento não sabem contar as sementes...
E no blues a mais, no álbum de Jethro Tull escutaste a tua canção preferida
Mesmo sabendo que outras viriam de roldão pela tua estrada, quase por vezes
pérfida,
Mas nua em sua insensatez e desatino, quem sabe andarias pelas voltas de outra
estrada
Qual não fora, a vertente quase inaudível de tua querência em se prosseguir na
ausência!
UM ESTUDIOSO DE JUNG TEM QUE PASSAR PELO LIVRO "OS FUNDAMENTOS DA PSICOLOGIA ANALÍTICA", MAS PODE COMEÇAR LENDO "O HOMEM E SEUS SÍMBOLOS", QUANDO NÃO ESTIVER MUITO HABITUADO COM AS QUESTÕES DA PSICOLOGIA COMO UM TODO, MAS TODO AQUELE QUE QUISER COMEÇAR A LER "PSICOLOGIA OU ALQUIMIA" OU O "LIBER NOVUS", AMBOS DE JUNG, TEM QUE ESTAR PREPARADO COM A DENSIDADE NÃO APENAS ACADÊMICA MAS ESPIRITUAL COM A QUAL IRÁ SE DEFRONTAR.
JUNG NEGOU FREUD, MAS JAMAIS NEGARA QUE ELE ERA O MESTRE, E QUE NA REALIDADE OS TRAUMAS INFANTIS PODERIAM EQUACIONAR SEMPRE A RELAÇÃO DO INDIVÍDUO COM A POSTERIOR CONSTRUÇÃO DO "SELF", APENAS CRENDO EM UMA AMPLIAÇÃO MAIOR DO QUE SERIA O INCONSCIENTE, SENDO LACAN UMA ABORDAGEM QUE MUITOS ADOTARAM MUNDO AFORA, FREUDIANO POR NATUREZA, E QUIÇÁ A COMPREENSÃO DE UMA PSICOLOGIA MAJORADA SEJA A COMPREENSÃO DE QUE TODOS ELES SÃO VÁLIDOS PORQUANTO FAZEM PARTE DO UNIVERSO ANGULAR DESSES PARADIGMAS PSÍQUICOS TODOS.
AO INVÉS DE USAR UM APANHADO DE ANIMAIS PARA SE EXPERIMENTAR ALGO, UM ESTUDIOSO PODE SER COBAIA DE SEUS PRÓPRIOS ESTUDOS, QUANDO TIVER A FACULDADE DE REVELAR O QUE VAI NO ÍNTIMO DE SUAS RELAÇÕES COM SEU INCONSCIENTE, NA FORMA DA IMAGINAÇÃO ATIVA DE JUNG, NA INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS, NOS ASPECTOS CATÁRTICOS DE FREUD, E NA SUGESTÃO AINDA FREUDIANA COM ABORDAGEM PARA REVELAR A MUITOS A NATUREZA DE ALGUNS ARQUÉTIPOS FUNDAMENTAIS, UTILIZANDO ATÉ MESMO AS CARTAS DE TARÔ COMO BASE DE SUSTENTAÇÃO DE SEUS ESTUDOS E A PRÁTICA DA PSICOLOGIA ANALÍTICA NA CONCEPÇÃO MAIS AMPLA DE SUAS ABORDAGENS.
A LUZ NO FIM DO TÚNEL PARA UM HOMEM DE CIÊNCIAS É SABER QUE HOUVE, COMO JUNG, UM ESTUDO APROFUNDADO SOBRE A ESPIRITUALIDADE, UMA REGRA EM QUE O HOMEM DE CIÊNCIAS PODE APLICAR EM SEUS MUNDOS ESPIRITUAL E MATERIAL, FUNDINDO-OS NA NATUREZA INTRÍNSECA DOS MEIOS, E COMUNICAR SUAS DESCOBERTAS À LUZ DA COMPREENSÃO DA MEDICINA E DA RELIGIÃO.
O HOMEM QUE PORTA UMA ENFERMIDADE PSÍQUICA GRAVE COMO A PSICOSE E ESTUDAR JUNG E FREUD PROFUNDAMENTE PODE ENTENDER MELHOR A NATUREZA DE SUA DOENÇA, PRINCIPALMENTE SE FICAR MAIS CAPACITADO A INTERPRETAR OS SINAIS DE SEU INCONSCIENTE, NÃO APENAS NOS ASPECTOS DE TRAUMAS INFANTIS, NA LINHA FREUDIANA, MAS EM SE POSSUIR UM GABARITO HISTÓRICO E CULTURAL PARA COMPREENDER MELHOR OS SÍMBOLOS E ARQUÉTIPOS DO INCONSCIENTE COLETIVO, O QUE VEM A SER OS COMPLEXOS, E TUDO O QUE IMPLICA UMA CORRETA INTERPRETAÇÃO DOS SONHOS QUE PORVENTURA TIVER, MEIO QUE SENDO PALCO DE ESTUDOS QUE FARÁ EM SI MESMO, PARA QUE CONTRIBUA PARA UMA PERCEPÇÃO MAIS ACURADA DA NATUREZA DAS DOENÇAS DE CUNHO MENTAL, SENDO UM LABORATÓRIO DE ESTUDOS AMBULANTE.
A LUTA EM SE LARGAR UM VÍCIO COMO A NICOTINA PODE FICAR NO NOSSO INCONSCIENTE, QUANDO SIMBOLICAMENTE ESTIVERMOS OU TIVERMOS TIDO UMA EXPERIÊNCIA FAVORÁVEL OU EXTREMAMENTE SEVERA, E SERÁ PORVENTURA NA OBSERVAÇÃO DE SONHOS QUE PODEMOS ELUCIDAR CERTAS QUESTÕES, QUANDO RELACIONARMOS UM TRAUMA QUE SIGNIFICA A FRUSTRAÇÃO EXTREMA DE TERMOS RECAÍDO MUITAS VEZES QUE FINALMENTE PODEMOS SEGUIR MAIS TRANQUILAMENTE EM UM MOVIMENTO A FAVOR DE NOSSA RECUPERAÇÃO PLENA.
quarta-feira, 6 de maio de 2026
POR VEZES FICAMOS EMBEVECIDOS PELA BELEZA DA MULHER, E EM OUTRAS PELA SUA EXPERIÊNCIA, E EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS A MULHER É UM RECEPTÁCULO DE NOSSA ATENÇÃO, MESMO QUE NÃO DISPUSÉSSEMOS DE SUA PRESENÇA CÁLIDA NA FRENTE DE NOSSA JORNADA, MAS SAIBAMOS QUE A NATUREZA ESPIRITUAL DE NOSSA ANIMA É PROJETADA NA MULHER COMO O CONTEÚDO DE NOSSA VIVÊNCIA JUNTO A ELAS...
A IMPORTÂNCIA DA VIDA E A ATITUDE
Amortecer
um semblante cáustico dentro do peito, andar pelas ruas como um sonâmbulo,
saber que somos limitados em nossa cabeça animal, saber que estamos como que paridos
pelo vento, denota que somos mais do que a humílima condição em que nos
encontremos resolva a íntima questão do querer. Não querer que a razão seja a
condição primeira, posto seremos também irracionais até mesmo no caráter,
sermos duros com relação à condição humana, e querermos supor finalmente que a
verve que nos une em uma palavra nos remeta ao ostracismo de uma doença
psicossomática, ou uma adição severa a uma substância, mesmo que os caminhos
que nos levem à sanidade ainda sejam de ordem espiritual... A importância mesma
da vida não pede a nós uma passagem, e ainda que naveguemos por oceanos de
tentações por vezes a que consideremos insuportáveis, na questão dos vícios e
sua Natureza, algo de consciência se faz necessário para girarmos o timão na
direção certa, e estarmos vigilantes, para no melhor das contas, redarguir à sanidade da qual fomos subtraídos, a possibilidade de que Deus se nos a devolva
com todo o Seu poder e Sua glória. Por vezes há dilemas e equações intangíveis
no meio do caminho, e os inimigos de nossas contendas mais duras nos impõem
severos grilhões em tempos onde as casas e os nichos das ruas nos colocavam
reféns de caminhares pouco tranquilos e lutas que participavam do mesmo ocaso
onde víamos nossos destinos.
Estaríamos
mais silenciosos se guardássemos o tesouro por baixo de claustros sagrados, se
urgíssemos ver na cruz o símbolo que nos redima, mesmo que a carreguemos por
muito tempo seu peso, mesmo que nosso carma seja mais duro diante de um
espírito que nos observe por um acaso de frêmito, ou que seja o tempo mais do
que um juiz diante de nossas causas mais secretas. A vertente que nos indique
sermos mais do que um simples amontoado de carne, ossos e sangue, nos faça crer
que a vida que se nos pulsa nas veias é a parte que não críamos existir sequer,
onde nosso pulmão pede passagem, e onde um acidente vascular seja mais raro...
Animicamente, por baixo de nossa carne, bem no fundo de nosso ser, reside
espiritualmente uma força que nos impele, e essa força é espiritual, a fonte de
nossa vida. A não ser que não achemos a questão assim como se fora de forma
gratuita, a vida – ela mesma – dependerá a maior parte do tempo de uma atitude
quase sagrada em se perpetuar, assim como a encerrarmos no nosso quinhão
eterno. Quando atingirmos um padrão de limpeza de substâncias, quando formos
caretas de todo, limpos do álcool e das drogas, assim como dos cigarros,
estaremos mais afeitos a sermos, essencialmente, o que esperávamos encontrar diante
de muitos dissabores da Terra. Mesmo que o tempo passe, que as guerras de cunho
materialista se desenvolvam e retornem a este planeta, saberemos que muitas
dessas questões encontram no reino das religiões suas motivações mais
concretas, e que no mais das vezes, a própria e enumerada religião – sob o
tempo eterno – não era tão eterna assim...
Poderemos
encontrar entes poderosos, forças antagônicas que nos remetam ao fracasso, mas
devemos considerar que certos erros podem ser remediados diante de um perfil
onde nos aproximemos da bondade, do altruísmo, e de uma elegância de caráter,
onde nem sempre o que nos espera seja algo que não possua volta, ou mesmo algo
que seja uma fatalidade, posto nem só de pontos vive um homem ou uma mulher, mas
cumprir com nossos deveres sem procrastinar nossos tempos é que nos fazem
certamente pessoas melhores. Essa atitude nos coloca em ação, e ação em
consciência de Deus é ação de fato, pois já nos remete a um tipo de vigilância
suprema, dentro de um universo de possibilidades, onde qualquer um de nós
saberá a hora certa de estar comprometido consigo, e qual será a dianteira do
que teremos na vida, seja ela dificultosa ou não, mas certamente distante das
criaturas acima citadas, ou o que quer que elas signifiquem em nossa
existência, sejam elas falsos companheiros, canalhas, ou senhores da guerra.
Isso faz com que a nossa renúncia em lutar por batalhas mercenárias realoque a
questão do Poder precariamente fornecido por oligopólios e interesses outros
que não sejam o humanismo e a solidariedade entre os povos venham a dar sentido,
na ação em desertarmos das batalhas pelas quais não deveremos – por uma questão
de dever – de sequer pensar em travar.
Quando
remontarmos o quebra-cabeças histórico dos viventes e o que fizeram para passar
bem suas vidas, o xeque-mate dos opostos não encontrará como levar a termo seu
movimento, e o rei inimigo cairá... Desse modo, nesta mesma forma a questão não
seria saber exatamente como anular o movimento da oposição, mas certamente
aqueles que não desejam o bem de nossas populações mais pobres, que fazem por
desmerecer todo um movimento político a favor de um critério mais justo
socialmente, encontrará o reflexo existencial na vida que pulsa a favor de um
programa que jamais será reducionista, outrossim, mas apenas uma modalidade de
se fazer da vida nosso propósito mais elementar, e quiçá até mesmo científico.
Não negando o serviço de ajuda hospitalar, continuando com o SUS e sua
implementação paulatina, continuando como está, o Governo atual tem tudo para
dar certo, desde que devidamente observada a continuidade de se suprir as
demandas que se jacta possível na esfera assertiva dos propósitos da citada
continuidade. Por isso devemos viver. Para prosseguir lutando por melhores
dias, e a partir do momento em que o ser social se sentir útil para seguir sua
seara permanentemente a favor dessa democracia, e contra a tirania como um todo,
mesmo sabendo que há agentes externos trabalhando em sua função, a Pátria Brasileira como um todo deverá estar coesa e soberana.