EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
domingo, 21 de junho de 2026
sábado, 20 de junho de 2026
ORIENTE, ORIENTE
Musicista oriental, madame do piano, virtuose, quem não te diria do Espírito,
Quando fazes de mim espectador de tem dom maravilhoso, um talento divinal,
Posto estudastes todas as escalas possíveis, todos os compassos, e todos os
timbres.
És maravilhosa em teu vestido rubro, teu piano de cauda, tua solitária música
que me complete
Quando, já que raia o meu dia, vou no teu intervalo ver os pássaros na alfombra
que são as ruas
Onde deposito minha fé nos viventes, quais não fossem, a própria Natureza!
Levo uma haste de bambu e pratico o correr dos dias, na marcialidade que se me
impõe um dever
De estar praticando um Tai Chi mais conforme com os movimentos de seres que não
imaginamos
Mas que, outrossim, o rigor de outras horas apenas divaga sobre a compreensão
dos Santos.
Rápida, teu pianíssimo é forte e ousado, tens a gramatura de um ótimo papel
Quando na aurora de nossos dias, a música fala ao Espírito Santo na forma
original
Diante de tudo e todos, e terias tu, mulher oriental, o sacrossanto Poder de orientação?
Virias diante de tudo e todos, aquilo que demandaria pressupostos indeléveis
Ou mesmo as mãos ternas e ágeis sobre o manto das teclas do instrumento
Quando éreis, por assim dizer, um tempo em que reflito no dia que vem em teus
reflexos na minha alma...
RAZÃO E COMPREENSÃO
Cremos em
algo, porventura na mulher amada, no amigo distante que não mandou mais
notícias, na prima que jamais apareceu diante de sua parente, quem sabe, aos
homens não depositemos a nossa fé. A compreensão do mundo suporta que
entabulemos contato com mestres, com homens e mulheres inteligentes, que seres
racionais como os humanos nos suportem em nossas idiossincrasias, até mesmo no
âmbito comercial, nossas relações mercantis e como estas influenciam nossas
vidas. Verteríamos desejos por várias coisas mundanas, por vezes profanas,
mesmo que na realidade isso não nos diga tanto respeito como no exemplo
escritural, onde Velho e Novo Testamentos se completam, aos olhos de Deus, na forma
mais exemplar de buscarmos, por exemplo, na figura de Abraão o pai dos crentes,
e em Maria a pureza sublime da fé. E tateamos, por canais os mais variados,
sendo aqueles onde o oculto se revela ao nosso olhar, e o ruidoso irrompe em
nossa escuta.
Sabendo
um pouco dos temores que possuímos com relação ao nosso corpo, que envelhece
com o tempo, vamos tomando consciência de que perecemos em carne. No entanto,
tanto são os pássaros em nossas veredas que o Espírito Santo clama por mais
alturas... Entregamo-nos, através da fé, ao Deus revelado. Não julgaríamos um
ato científico de nosso corpo, se apenas somos os mortais que somos. Um homem
pode ficar fora de si por alguns momentos, quando desequilibrado em certos
hormônios, como a dopamina e a serotonina, quando da ausência da nicotina, por
exemplo. Para que não perca o juízo, algo de uma razão maior terá que imperar e
estará mais ileso diante de uma das especialidades médicas: a psiquiatria. Para
manter incólume o seu tirocínio ele fará uso dos seus recursos mais
particulares, mais secretos, o vínculo com sua razão primeira, sua compreensão
da Natureza das coisas, e seu modo de ver místico com relação aos seres que
mais tarde, no correr do dia, encontrará participando, eles mesmos, na
companhia indissolúvel de suas horas. Isso para não falar dos seus estudos da
religião, esse arcabouço indizível de seu ser, tão importante na construção de
seu self.
Mesmo
que, diante de certos fatos, esse homem pareça esmorecer, não sê-lo diga tanto,
pois sua fortaleza diante da vida o fará crescer o ânimo e o entusiasmo, mesmo
porque, além dos ditames críveis da sua razão aparentemente xucra, seu
pensamento se agigante maior, porquanto mais consolidado à luz de suas
experiências vividas, pois já não é mais criança nem adolescente. Exortando a
que outros viventes igualmente cresçam na vida, se desenvolvam e encontrem
razão e compreensão a respeito não apenas da fé, mas da vida de si para si, de
se acreditar um pouco na humanidade, ver com o lado cristão do amor que nos una,
da renitência de Abraão, da pureza de Maria... Não seria mais do que rogar por
nós, rogar que nos amássemos no amor incondicional e compassivo, que uniria o
povo escolhido, o povo de tantos os Santos, posto santificada é a vereda do
Salvador. E, além disso, o Espírito Santo, maior do que tudo e todos, agigantará suas palavras, mesmo que o seu papel de leito sobrescreva a fé que é comum a todos os fiéis da Santa Madre Igreja. E rogará poder servir, poder estar trabalhando na obra comum a todos, posto quiçá seja para aqueles que necessitam de amparo que dará de si, para com e no trato dos entes amados, nas vertentes dos seres que, à semelhança de Deus, são e fazem parte da imensa criação cósmica no planeta, bem como as estrelas que vemos no firmamento, a luz da lua, o clarão do sol de tudo o que se nos dilata a compreensão mesma de onde estamos, e como é magnifica a vida sob essa ótica de Deus! O homem encontra nos sacerdotes algo que remete às escrituras, posto será igualmente sob a luz daquelas que o verbo se fará presente em sua vida: a palavra viva. E a entrega desse mesmo homem já não dará mais espaço para o vício, já não fará o cigarro parte de seu vocabulário, pois esse ser se entregará profundamente ao estudo da religião como algo indissolúvel da matéria e do espírito, algo que reluz sem ser ouro, algo da luz que se esconde dentro de seu coração, ao menos na mesma palavra que profere agora, e que a paz de Jesus Cristo esteja com ele e Maria o abençoe dentro de sua fé imaculada.
Essas palavras praticamente proféticas se darão com a simplicidade desse mesmo despertar espiritual, essa vertente que nos une ao Altíssimo, que não é reducionista na visão mesma do Universo, senão que o amplia mais do que ao infinito. Se é a hora, se é chegada a hora desse homem se entregar por completo a Deus, que esse ser maravilhoso faça de Sua morada a casa onde todos os de bem possam ingressar um dia, e que essa morada celestial não esteja distante dos ditames ou regras católicas, bem como na estrutura monacal de um bom templo estaremos diante por vezes de certos sepulcros sagrados onde santos fizeram das Igrejas seus lares eternos... E ascenderam para junto ao Salvador, mesmo que a vida deles não tenha sido muito fácil nos ditames do conforto, e que as misérias materiais tenham sido apenas um dos detalhes em suas vidas. Mas sim, e por que não, o milagre se fez e se fará no coração do devoto, pois o vício não é faculdade de um crente, e apenas um Poder Maior do que ele o fará sair do vício perante um Deus amantíssimo que o resgatará, quando justamente o ser do homem pede socorro, como se estivesse diante do único Salvador possível para que Este o resgate para sempre desse mal tremendo que é a nicotina e seus pecados que tenha cometido por outros motivos... Esse homem citado é o mesmo que escreveu essas palavras para vós, e renitentemente clama a esse Poder Superior, na figura de Cristo, que remova suas imperfeições, refaça os projetos divinos para a sua vida, sem o que a obra que eu terei que consolidar sobre a minha fé não surtirá o mesmo efeito, posto será naquilo de espalhar a voz da abstenção dos vícios que farei uma das minhas maiores searas, ao menos por enquanto, pois é na Santa Igreja que estarei presente sempre que puder, clamando a Ti, ó Salvador, que me ponhas a Teu serviço, hoje e sempre!
sexta-feira, 19 de junho de 2026
A ESPERANÇA DA FÉ DIANTE DOS ENGODOS DO MUNDO MODERNO
Quem diria
escaparmos ilesos, mas de quase sobrenatural está o espécimen humano... Aborda
questões as mais variadas, e por vezes quando apenas poderia estudar o que já
deu certo, as mensagens que enviam sob diversos formatos só servem para
confundir, tal o emaranhado de informações que se tornou a sociedade
contemporânea. O que antes serviria para dar um “reforço positivo” na justa
adequação do vivente na Terra, este planeta repleto de fios e cabos que
carregam elétrons e suas mensagens, vem a ser algo de um nó de insights, um nó
múltiplo e cego, como uma rede que não suporta nem que existamos com a
tranquilidade da coerência em sermos nós mesmos, a não ser seguidores de
seitas, experimentos e químicas ou drogas. Não bastaria um simples café, não
fora a cocaína, as anfetaminas e o álcool, medida quase turva da “equação”.
Entupimo-nos de receitas, vamos aos médicos, e a simples leitura de um
catecismo quiçá seja uma boa solução, pois ao menos nos orienta a algo de fé,
algo substancial, posto se for de merecimento que mereçamos as palavras do
Salvador, pois é Ele quem nos ditará as regras por adiante, e nas nossas retaguardas.
O engodo reside em nós e damos a abertura possível e provável a seus agentes,
responsáveis por consequências por vezes desastrosas na psique humana. Não que
não fôramos agentes igualmente, só que dos bons, distantes da farsa de quem
enumera enunciados díspares, como a distinção entre um peso e um dólar...
A questão
é ser um pouco como São Tomé nas coisas do comércio, nas coisas das medicina, e
nas coisas financeiras. Um São Tomé que experimente na carne, não apenas veja, mas
sinta a profusão de detalhes, sua aderência no toque e sua prática no
cotidiano. Alguém que seja um ser passional e compassivo, mas não obstante sem
esquecer uma análise rigorosa e crítica a respeito daquilo que lhe diga algo,
que possua um significante, ou mesmo aquilo de uma rigorosa semântica que
colocaria Saussure no chinelo... Baudrillard que fosse o gênio da floresta dos
objetos, que remontasse outros significados que vogassem o perfil inaudito da
voz que é inerente aos obtusos espirituais, mas que na matéria da semiótica são
de vanguarda com um pensamento assaz consistente. Voga que o ser por vezes se
torna maior do que a citada vanguarda, mas que a dialética concerne que a
Natureza nos transforme em tudo o que queremos ser e depositar no mundo, em
termos de aprofundamentos filosóficos. A Natureza que tudo sente e vê em seu “comunismo
espiritual”, desde que o mundo se torna além do que simplesmente a derrota no
seu Pecado Original, até os nossos dias, onde o livre arbítrio foi concedido para
que procedêssemos em comunhão, em nossa Casa Comum... Assim é a questão da
preservação do grande templo dos homens: o planeta Terra. Mesmo que alguns não aceitem
que muitos se preocupem em preservá-lo, esse trabalho de preservação é sagrado,
logicamente, conforme o Laudato Sì, de Francisco, o último Papa.
Nos
primeiros tempos da era crista a vida era comunal, repartia-se o pão, a Palavra
era concedida entre os apóstolos para o povo, sequioso da Verdade, mesmo com o
martírio de todos eles, com exceção de João, que escreveu o Evangelho
Espiritual. Por isso a Palavra tem ficado e subsistido com tanto Poder e tanta
Glória! Por isso a vida em comunhão, por isso a importância dos Bispos, Sacerdotes
e Catequistas, e de todos os fieis que irmanam a Santa Igreja, para todo o
sempre. Amém.
AS EMPRESAS DE TELEFONIA, COM O SURGIMENTO DOS PACOTES DA INTERNET, NÃO SE CANSAM DE ENVIAR PROPOSTAS MIRABOLANTES, NA OBVIEDADE APARENTE DE SERVIR MELHOR A CUSTOS MENORES, MAS NA INTENÇÃO REAL DE AUMENTAR OS SEUS LUCROS ÀS CUSTAS DE SEUS USUÁRIOS, DETENDO-SE ESPECIALMENTE AOS MAIS IDOSOS: INEXPERIENTES NESSE CAMPO.
quinta-feira, 18 de junho de 2026
QUANDO ALGUÉM TERGIVERSA COM ESPECULAÇÕES DE TODA A NATUREZA NA ANTECIPAÇÃO DE UM ENCONTRO CASUAL EM UMA REUNIÃO DE NEGÓCIOS, POR VEZES O FUNCIONÁRIO MAIS AUSENTE DEMONSTRA O TRABALHO EXTERNO QUE FAZ UMA DIFERENÇA TREMENDA NA AQUISIÇÃO DE MAIOR CONSCIÊNCIA NA REALIDADE DO TRABALHO CONSORCIADO COM A VIRTUDE DE UMA BOA INICIATIVA.
A GANA E A CALMA
Tenho a
vida para viver, já uma vida mais breve, pois sei das certezas que ela encerra,
e do destino último na Terra... Sei da fé que possuo, da certeza do Salvador,
que terei que cumprir ainda duras caminhadas, com meu corpo que padecerá os
desígnios agora mais imediatos de uma gana, de uma compulsão que por vezes
penso que Ele colocara no meu caminho para que me detivesse em um estado de
sofrimento, mais que não fosse, para ao menos me lembrar que o sofrimento
citado não passa da possibilidade de uma ressurreição futura. Em uma música de
Mozart, lembro-me que os violinos e o piano me remetem ao início deste que é
mais um dia, e os mesmos dias que me aproximam da medicina quem sabe renderão
as graças de boas, ou os meandros das más notícias, e o cigarro continua miseravelmente
disposto no meio desta louca sociedade de vícios e de purgatórios e infernos
dantescos. Não, não é possível que a oriental que toca o piano o faça apenas
com sua habilidade, pois algo extremamente espiritual, e quando estou mais em
sintonia com o seu tocar se passa que algo de calma notável atravessa-me, e sei
onde estou e quem eu era antes mesmo de me lembrar que jamais estarei só, pois
Aquele filho do homem o sabe de nossas imperfeições, que somos mortais, e que
estou por aqui no planeta apenas para me libertar, depois da minha morte: mas,
nem por isso, quero abreviá-la...
Justo,
prossigo, um homem entre seus iguais e diferentes, um tipo de velho guerreiro,
que já estou meio cansado de combater o vício. Algo de melancolia se me invade,
e percepções outras, que não fora a simples questão da falta, do luto que me dá
a ausência da nicotina e de suas outras substâncias que contém o tabaco, outras
quiçá que porventura acrescem deveras a rapidez onde se dá a dependência, e o pulmão,
já sentindo, e o moral: caindo. Algo que me pega nos ossos, nas vértebras, algo
que me faz pensar até com a calma aparente das primeiras horas do dia, e sigo
na vertente da exclusão que faço de mim mesmo, um derrotado em todos os
sentidos. Os sentidos continuam plenos, mas a razão me aponta, qual um Mefistófeles
de Goethe, que eu me embotarei nessa mesma questão, e que a razão sequer me
adiantará supor que estarei apto a enfrentar os demônios que me tentam, interna
e externamente...
Conseguirei
ou não vencer essa batalha para que possa estar conforme com a vida que pulsa
no meu coração, que não me envenene mais, que eu tenha algo de um superego que
contenha essa estranha pulsão, esse Thanatos que tanto me invade, esse instinto
de morte? Será que a medicina é algo mais frio do que a ciência, será que a
espiritualidade rogará ser a única vertente possível, creio eu, na eventual
ciência dos espíritos, da alma, que se possa acontecer um milagre? Mas sim, eu
creio em Deus Pai, todo poderoso, Criador do céu e da Terra, e de Jesus Cristo:
seu único Filho: concebido pelo poder do Espírito Santo e nascido da santíssima
Virgem Maria! O medo que se me passa é justamente o crivo dos homens, mas
quando o Salvador diz: “por que temeis, homens de pouca fé?”, é justamente nessas
questões que creiamos mais no Salvador do que na ciência, pois a morte na Terra
é inevitável, mas a vida eterna é obra Dele, e só por Ele nos é consagrada...
No entanto, Deus nos deu este corpo como templo de nosso espírito, e por
determinação consagrada, todo o vício é um tipo de pecado, um pecado contra nós
mesmos, e por isso incorremos em falta se não somos capazes de fazer um
sacrifício por Ele, mesmo na forma penitencial de estarmos vencendo o tabaco e
fazer dessa questão uma simples ordem de fé.
Assim
sendo, uma paradoxal calma se me invade o espírito, lerei os evangelhos, orarei
na presença da Cruz Sagrada, estarei cuidando daqueles que amo, espalharei as
obras que posso e, na presença de Deus, como o concebido Trino, com os sofrimentos
de meu corpo, a falta da substância que me impõe os grilhões do vício, como um
escravo do sofrimento corpóreo, tentarei consentir a mim mesmo que me rendo a
esse Poder Superior, que para mim que se me baste, pois a calma espiritual tem
que ocorrer quando estamos por vezes sobre um mar tempestuoso, nas questões de
sobriedade e capacitação mental para vencermos um vício que nada mais é do que
um sintoma de pecado de si para si mesmo. Não é apenas o cigarro, este é uma
simples ponte para que, no meu despertar para as coisas do espírito, de forma coerente
e estudada, conforme os ensinamentos na catequese, um dia eu possa comungar me
lembrando desta época como se fosse algo que a história da minha vida na Terra
o possa explicar com mais simplicidade.
quarta-feira, 17 de junho de 2026
AQUELA CUIDADORA QUE SE IMISCUI DIANTE DA FARSA DO SEU TEATRO ENCONTRA NA TERNURA ENSAIADA DE SEU COMPORTAMENTO E ENERGIA ATRAENTE QUE SÓI CONQUISTAR DIANTE DOS SEUS PRETENDIDOS, UMA QUEDA, UMA FARSA, MAS ATÉ CERTO PONTO FAZ PARTE DA REALIDADE COMPLEXA DE SUA PSIQUE INUNDADA POR DÚVIDAS E RESSENTIMENTOS ÍNTIMOS.
AS NUANCES DE UM GRUPO DE RECUPERAÇÃO NOTURNA E SEUS "CÓDIGOS ENCOBERTOS", COMO ALGO DE SEGREDOS, ENCAMPADOS PELA GESTUALIDADE, PARCIALIDADE E INTROVERSÃO DE MENSAGENS ENCAPSULADAS POR INTENÇÕES AS MAIS DISTINTAS PEGAM O DESAVISADO DESPREVENIDO, MAS DEPOIS DE UMA NOITE DE SONO SEU TESTEMUNHO VINCULADO A UMA BOA MEMÓRIA FAZ FLORESCER CERTAS MENSAGENS SUSPEITOSAS...
CRISTO, ME SALVE, E QUE SEJA FEITA A TUA VONTADE, NÃO A MINHA...
Muitas
palavras são como o fogo que crepita e que não sentimos na voz, mas no coração.
São as palavras do coração, assim como quem as cria não as cria do nada, vêm
aquelas do âmago, do profundo sentimento, de uma emoção evidenciada por
circunstâncias diversas, inquietações, desejos, pulsões, recalques, ou mesmo
inconscientemente, de arquétipos na poesia, ou de frações de pensamentos, ou
ainda de lógicas consistentes, quando do aspecto puramente da consciência, ou
da razão. O desejo de falar é como o desejo de viver, matéria e espírito, fusão
indissolúvel entre consciência e inconsciente, revela-nos coisas que estão
perdidas nos recônditos de nossa alma, nosso imo, como um dever – repito – de querermos
estar vivos, lançando não apenas a voz de comando sobre nós mesmos, ou ao lermos
um texto do catecismo à noite, que nos dará os parâmetros espirituais, que o
Mestre, ou Salvador, nos legou ao mundo... Baixando a guarda, quiçá a falta do
cigarro que nos trouxe a insônia na noite anterior e que o fumamos para
justamente podermos pensar no dia seguinte o que nos levou a um tipo de torpor
que a falta da nicotina no sangue tanto afeta a saúde de um enfermo mental, e
que o equilíbrio da dopamina, da serotonina e da oxitocina tão bem evidenciam
esse fato. Outro quesito, de não termos feito um apanhado de palavras à noite
por interveniência de outrem, na figura de uma agente que deponha contra a
saúde indiretamente contra um homem da comunicação querendo o abster
simplesmente do ato de expressão, em gestos tão sutis que a outros não sejam
percebidos, esses atos quase diabólicos e planejados, mediante um controle de
plantonista às avessas, meio que abre espaço para uma defasagem na vida do
enfermo, que apenas encontraria a solução de seus problemas mediante seguir a
rotina tão premente para ele, que seguirá seu curso mais aprendendo do dia a
dia, das noites em que entra e pensa ser mais adiante o caminho da carruagem da
ilusão, pois a intelectualidade suprema de uma mulher não pode orientar o seu
modo de existir, nem aqui nem na China.
Querendo
ou não, o jornalismo independente deve ser auto sustentável e partir para uma já
citada independência, ao não depender do simiesco modo de se ver o ensaio de
uma fala, do que é dito por outrem, quando o importante é dizermos por nós
mesmos não exatamente uma autoanálise mas justamente as circunstâncias do que
nos acontece no derredor, no entorno, quais são os traquejos que levam a um
depoimento preciso de uma mulher, agente meio que engajada em serviços outros
que não sejam apenas um serviço de levar uma mensagem, quando em seus gestos
que pontuam a fala existam mensagens subliminares, sutis formas de comandos, e
a ternura subjacente que na verdade pode ter incluída uma mensagem do mal. A
podridão em uma fala aparentemente afetiva por vezes tem cheiro de perfume
francês, mas a sentimos depois de uma boa noite de sono, mesmo porque quando
dormimos limpamos nossa massa encefálica de sujeiras que fazem parte dos dias
que nos foram meio que severos, como o são todos em nossa sociedade
contemporânea mercenária de mercado... E, na contemporaneidade, existem esses
estranhos “entes”, mistos de jovens monstros que usam de sua frieza e
experiência alicerçada pelas missões que defendem muitos interesses
internacionais que encontram em países como o nosso sua seara mais profícua de
entabular conversas com os demônios que lhes orientam sobremodo. A parte que
lhes cabe em seus latifúndios existenciais, mantém outros em sua ingenuidade
sob a escravidão de um prócer, que na realidade mantém um vínculo com as forças
antagônicas da perversão. Sempre existem os mentores do caos, um caos organizado,
uma anarquia institucional, na pior forma dela: instaurá-la para depois
censurar a fala de uma testemunha chave que depois fará as declarações indispensáveis
para evidenciar o factual, dispensando a hipocrisia cega do momento e racionalizar
tanto os aspectos do consciente, como de uma inconsciência grupal, ou coletiva.
Trazer à tona sem enumerar os nomes, evidenciar razão primeira, transpor as
barreiras da própria religião, no religare com Deus, por ele invocar o
Espírito Santo e o amor do Salvador, para que nos dê as luzes necessárias para combater
os meandros de Satanás, que tanto nos levam ao vício, à loucura ou à morte
prematura. Não poderíamos eximirmo-nos do fato que até mesmo espíritos
obsessores nos levam a tais ocorrências, e há até mesmo centros espíritas que não
trabalham especificamente para o bem, pois a potência de organizações como o
Ocultismo e suas bruxarias demandam que a maldade seja sua razão de ser, e se
utilizam da prática de mediunidade e de “encaminhamentos” para obsediar aqueles
que buscam o caminho da santidade. Mas será no estudo profundo de uma
catequese, do catecismo, das primeiras cartas de São João Paulo II que podemos
estar consortes com a vereda mais cristalina de que, podendo comungar um dia no
Santíssimo Sacramento, um devoto do Salvador possa não apenas estar livre das armadilhas
dos demônios, como junto àqueles que trilham ou trilharam pelos caminhos da
Salvação. Estas palavras me deram justa adequação mental e espiritual, e por elas
sigo e seguirei minha vereda de fé, com a Religião, como a entendo, dentro da
Grande Igreja e aos pés de Nosso Senhor, Jesus Cristo, com as bênçãos de Maria,
a Virgem Santíssima.