EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
segunda-feira, 20 de julho de 2026
A CONSCIÊNCIA NA SAÚDE MENTAL
Teremos
nós, enfermos mentais, condições de vencer os obstáculos em que se nos
apresentam as vicissitudes da vida, ela mesma, ou será que acabamos por nos
escravizar diante de grupos que por vezes podem se tornar insidiosos no sentido
de pressionar-nos a que sejamos até certo ponto mais funcionais, agindo
coercitivamente e com o zelo típico da hipocrisia, já que a muitos a doença
mental sequer é aceita na modalidade de socialização de seus portadores perante
grande parte dos que se dizem os alfas na sociedade contemporânea? Quantos
sacrifícios ainda teremos que cumprir diante da medicina, se na realidade
simplesmente nosso encontro com a religião pode ser mais importante do que
tudo, inclusive de escolher como e quando morrer? Não que a medicina não seja
uma ciência importante, mas devemos levar em conta que tratar rudemente seu
paciente não seja uma alternativa exatamente de acordo com o que se trata de
levar algum bem estar para o ser humano, e não trata-lo apenas como um código,
ou um caso, ou um “material doente...” O que um paciente que sofrera demasiado
com a espera de um suporte médico na questão de um vício, agora fugiu ao
controle, e ele sabe que terá que esperar agora um pouco mais de tempo para
recompor os destroços na sua saúde mental, em decorrência das frustrações de
suas recaídas, e do prejuízo de sua vida perante a fumaça ingerida e dos
cigarros que tem fumado até então. Pois bem, a relação paciente-médico fica
meio estremecida, mas na realidade o paciente apenas posterga o dia e a hora da
consulta, mesmo para que se ajustem os ponteiros para que a consciência de um
enfermo esteja mais plena em sua saúde mental.
Mesmo
porque até mesmo alguns grupos de recuperação pseudo filosóficos só servirão
para dirimir algumas dúvidas, e evitar certas aproximações se torna algo
pontualmente necessário para que o citado paciente possa se dedicar a algo
maior do que apenas escravizar-se perante um vício do qual não consegue se
libertar, e de toda uma abordagem equivocada por não encontrar suporte à altura
nem na medicina nem em grupos de recuperação, pois suas tentativas já se revelaram
infrutíferas, e as demandas subliminares que exigem de sua atitude existencial são
tão sutis como muralhas de chumbo... Uma vida sem os pesadelos das ânsias se
vence normalmente e se cumpre naturalmente, mesmo que um homem tenha que
sacrificar um pouco a sua saúde, em um intervalo onde a sua saúde mental tenha
que respirar um pouco. Quando se estabelece um dia “D” para largar o hábito de
fumar, isso pode significar a ponta de toda uma questão de ordem sacrificial,
mas quando a questão toda se torna uma tomada de consciência paulatina e, como
diz um religioso, entregamos a nossa vontade a Deus, quiçá essa nossa vontade
maior seja mais pertinente, porquanto menos restritiva de nossos movimentos, e
afeita a processos menos dolorosos para o nosso eu mais profundo, conforme se
diga a quem porta psicoses de fundo de gravidade ímpar. O paciente não quer
sujeitar-se a um tratamento que o mantenha em total controle e sedação para
poder enfrentar um vício, senão seria um contrassenso da própria ciência
médica. O paciente há que estar apto a caminhar com mais vigor e não necessitar
de tantos adesivos que inoculem o veneno em seu sangue, e partir quiçá a se
permitir o vício a partir da redução dos cigarros fumados, até parar com esse
hábito nocivo. Esse é o modo libertário de não se seguir programas, pois nem sempre
uma programática é essencial para a libertação de um homem ou de uma nação,
haja vista tantos partidos políticos e suas doutrinas... Compulsão por
compulsão, é melhor aquela sem adesivos, do que com eles.
Algo de mania
é salutar para o recuperando, como caminhar, e caminhar, gerar saúde, comer
salada, proteína, fazer regime, manter-se limpo, disciplinado, ou seja,
encontrar um propósito na vida, que a justifique e que não o suprima e não o sufoque,
mesmo que encontre ofensores amiúde: isso é recorrente na vereda onde o ser
humano passa a sublimar coisas como uma adição severa, uma dependência química,
ou uma doença de cunho mental, onde se encontra consigo mesmo, por vezes lendo
um evangelho, uma palavra de Deus, por vezes lendo um livro de filosofia, história,
ou mesmo psicologia, ou escrevendo, ou desenhando algo, fazendo um diário de
suas conquistas ou derrotas, ou seja, fazendo os exercícios e tarefas em casa,
e saindo para caminhar nos intervalos, sem dispensar uma boa ginástica na
academia.
São
coisas que ampliam nosso ir e vir, e não carregar uma culpa é como tirar um
fardo pesado dos ombros, qual, cada dia seja feita a vontade do Senhor, a
vitória ou a derrota não importa tanto, o que importa é sermos mais crédulos de
que essa vontade seja mais forte do que nós mesmos, pois a vida está para ser
vivida, e estarmos conscientes do que seja a realidade nos conforte no sentido
de darmos mais significado a coisas que são realmente importantes no escopo de
nossa existência.
domingo, 19 de julho de 2026
OS CÓDIGOS SECRETOS E OS NOVOS “E ANTIGOS” MEIOS
Perfazendo
totalidades de ganhos, ocultando-se diante de mentes que são mais submissas a um
serviço suspeito, estão aqueles que se utilizam de códigos que, desde as Grandes
Guerras no mundo, no século passado, estariam sendo utilizados, agora com a
nova guerra fria e os interesses geopolíticos e econômicos ao redor do planeta.
No Brasil, especialmente no Sul e em outros territórios,
algumas modalidades que eram utilizadas pelos SS nazistas ainda encontram suas áreas
ativas de atuação, sendo que o controle virou peça chave para que grupos de
minoria branca e afeitos à misoginia, às células neonazistas e às vinculações
com a Alemanha atual deem mostras de que efetivamente alguns códigos renasçam dando
continuidade à sanha de se perpetuar poderes paralelos, muitas vezes em nome da
“espiritualidade e seu despertar...” Encontram suas bases muitas vezes em
grupos de recuperação, onde a entrada não possui vinculação com nada, em tese,
apenas a possibilidade de se livrarem do álcool e das drogas, premissa básica
para a existência desses grupamentos. A restrição da vida afetiva, e esmolar a atenção por parte de agentes da citada neoSS, nos moldes da supressão que reja a vida normal, sem a intervenção de uma realidade virtual quase compulsória, aliadas ao fato de que se esmole a dita atenção, e o envolvimento da sexualidade virtual, uma nova modalidade dos novos meios tecnológicos, na forma afetiva e de acepção nua e crua de se obter informações a respeito da vítima, supõe que a mera questão de se eximir do pecado pela permissividade quase promíscua de se estar compactuando com uma podridão típica de espíritos imundos, assim é a modalidade da ingerência da tentativa de escusar-se a cumprir um mínimo de humanismo, pois @ veteran@ nesse tipo de modalidade já cristalizou a maldade como meio de per se, naturalmente. E as agências de inteligência como a CIA acabam por se utilizar das mesmas modalidades de controle, assim como o MOSSAD. A permanência de um bom agente democrático e de cunho popular como testemunho vivo, apesar de não ter sequer um contato humano de fato com outr@s que depõem contra o dito humanismo necessário e o controle das câmeras de modo crônico em uma sociedade controladora, já dá mostras a que a experiência de sociedades totalitárias venham a ser ou fazer de nações latino americanas emergentes fartos laboratórios para tentar a supressão de direitos e a tentativa de encobrir com véus sinistros os golpes contra a liberdade dos seres humanos e seu viés coercitivo para intentar esse tipo de ato. A simpatia com a militarização da nação,
a negação de um Governo Popular e a ascensão da extrema direita no mundo, fazem com que tanto um lado como o outro ingressem em uma guerra ideológica sem
precedentes, com os novos meios de comunicação e os trabalhos antigos, como o ocultismo,
veios espíritas e rosa cruzes, e seitas evangélicas onde arrecadar dinheiro e
conquistar falsos rebanhos se torna a “moeda de troca” fundamental. Fator evidenciado pelo narco-neopentecostalismo, onde igrejas evangélicas compactuam com o tráfico, ou mesmo com a ingerência dos EUA nas questões de nossa democracia e nos atentados contra ícones sagrados do Catolicismo, como imagens e templos.
Um dos
códigos mais presentes diz respeito à espiritualidade, e como designações religiosas
surgem em uma miríade de clãs onde o que vale é a criatividade humana de gerar
novas “religiões” e como integrá-las com um todo, que hoje está tão em voga na
humanidade, na forma de filosofias e do ateísmo encoberto... Surgem os falsos
cristos, os espíritos em irmandades que vigoram fazendo magias com ciências
ocultas, quiromantes, falsos santos, e gente que não segue o Evangelho
Católico, conforme a predição de Cristo, na pessoa de Pedro. Não haveria
códigos maiores do que toda essa previsão de embates com relação aos celulares,
ponta de um iceberg emergente para aqueles que não possuem recursos maiores, do
que a simples questão de quando um homem atinge seu grau máximo na sua
religião, a única de sua maturidade espiritual, a designada pelo Salvador, em
toda a sua plenitude.
O whatsapp
pode ser considerado a ponta de lança de toda a comunicação popular, e quando o
celular está ativo, gente sem recursos forma verdadeiras redes ou grupos de
comunicação e apoio onde estarão agindo com a proficiência encoberta na hipocrisia
de se obter o Poder, em nome de um poder maior, um Poder Superior a si mesmo,
na questão daqueles que tiram das modalidades de seus códigos suspeitos as
fontes mesmas, per se, do que têm pela frente, ou mesmo do que encontram como
recursos paliativos para engordar a burra do que se pretenda poderes além-mar,
ou convenientes súcias com parentes ou amigos no exterior. Vira uma salada tão
grande que aqueles que meramente são os mortais, como todos os seres do planeta, não saberão o que fazer com o destino que lhes abraça depois da morte, que nem
sempre é feliz... Sabermo-nos cientes desses fatos nos faz germinar a ideia de
que apenas em Jesus Cristo e em sua comunhão poderemos estar conformes com a
plataforma de que os códigos de um celular: seus números, suas mensagens, sua
neurolinguística, sua medicina, tudo o que depõe contra a recuperação de um
tipo de postergação de nossa morte para adiante nem que o seja por alguns
minutos a mais de vida, nada mais é do que brincar de ser Deus. O papel da
medicina é esse: salvar vidas. O do Salvador: salvar-nos da morte, e dar-nos a
vida eterna, depois que ressuscitara!
Surgiram
os técnicos em Tecnologia da Informação na era atual, os psicólogos, os
cuidadores de idosos, uma plêiade de novas profissões de tecnólogos, em
especial os de enfermagem, que se creem sabedores da medicina e do trato psíquico,
com a ganância e a soberba de poucos, os médicos veterinários, ou seja, o
mercado aponta para ganhos estratosféricos sobre os costados do sistema capitalista,
enquanto o trato público para o ser humano, nos países que ainda mantém esse
cuidado por parte do Estado, deixa a desejar. Por essas e outras o melhor caminho
seria para nós uma social-democracia, aos moldes da Suécia, posto as
desigualdades que encontramos por cá não terão solução viável se não for pelo
caminho este, do socialismo democrático e cristão. Por essa vereda encontraremos
um modo de saber os trilhos para a melhor justiça social e divina, e que seja ministrado
o ensino religioso desde a infância, para que deste se tire um proveito
equivalente a uma posterior maturidade religiosa dos membros da Grande Igreja
de Pedro.
sábado, 18 de julho de 2026
AS SUBSTÂNCIAS DO OCASO
Fosse ou não fosse o ser enquanto o conhecemos, vinculado à dependência de uma droga, qual, seria melhor se mantivesse uma relação tão íntima com o desejo de dela se tornar livre, como assumir diante de todos esse compromisso tácito e compreender de uma vez que uma única dose pode botar tudo a perder, e que quando tem condições de pagar boa medicina e terapia, que esses fatores sejam um propósito a favor de sua recuperação. Ou mesmo se não tiver condições para tal, viver em um país que ofereça programas de recuperação já é mais do que uma bênção… As substâncias que infligem a pena do vício por parte de enfermos que desenvolvem as dependências citadas podem ser várias, mas especialmente a nicotina quiçá seja uma das piores, ou a pior delas. Nunca negar a luta contra essa tremenda adição sempre é algo mais vital do que tentar encontrar um sentido fora desse escopo. Saber-se preparado para não infligir penas maiores do que aquelas passíveis de não suportarmos e evitar reuniões ou algo que possa influenciar sobremodo a recuperação de um ser humano, como na presença de desafetos ou mesmo em grupos onde a hipocrisia seja a moeda corrente, quando despertada pela presença de um “boi de piranha”. Deve-se evitar ao máximo a intercorrência da farsa, mesmo porque os verdadeiros fariseus se fazem passar por Cristo, quando na realidade são diabos em pele de cordeiro. As personas se sucedem, e o Salvador vira um personagem de mito, como Hércules ou Teseu, como os recentes super-homem ou o homem aranha… Quantos não se fazem passar como heróis, quantos deuses na Terra haverão, justamente fazendo uso de maconha e cigarros, na estranha viagem psicodélica nas entranhas do novo milênio? Quantos ainda são reféns do crack, ou ainda os que estão retidos nos manicômios, nas entranhas da medicina, quão estéril seja a tentativa vã de tentar recuperar os drogadictos?
Na busca de um sentido na vida a fé pode ser a melhor escolha, pois a erva e sua tribo tende a fomentar a questão primeira das virtudes diabólicas no planeta, isso regado à coca e seus atributos, e a nicotina vira apenas a amiga ancestral. E o álcool? Lícito, carro chefe, modo de vitimar inocentes, amigo da nicotina, do pó e de anfetaminas… Enquanto não houver uma repressão constante contra as drogas ilícitas, estas vão estar presentes nas festas mais “infantis.” A cocaína, por exemplo, se fez partes de gangues que pregavam o evangelho por parte de pastores traficantes, deve-se a eles a prisão e a garantia de que seus fiéis não sejam envolvidos nessa trama sinistra.
Enquanto famílias que “fabricam” dinheiro encontram na coca seu recurso mais formal, posto serem aquelas em que seus membros fazem de seus “negócios” o propósito ulterior de seus atos. Mesmo que a inocência lhes seja concedida por terem realizado os sonhos de gente do Poder, essa relação com o Poder pode ficar estremecida, quando se provar o oposto… O fato é que alguns seres humanos que já largaram as drogas pesadas, quando querem estar livres da nicotina, por vezes a idiossincrasia particular negativista presente em familiares ou amigos tende a atrapalhar a recuperação, pois ninguém está livre dos dissabores de uma eventual contenda, ou um conflito quase gratuito.
Enquanto estivermos dentro de uma couraça existencial, um tipo de casulo para nos proteger, tudo aquilo que vem de fora como estímulo sem importância cabal, como gente farisaica, ou mesmo gente que nada mais tem a ver conosco, estaremos nos preservando de futuras recaídas, e erguendo uma boa muralha para nos situarmos de bem com o mundo que nos cerca, pois por vezes já temos problemas recorrentes em nosso dia a dia, e ficar com ruídos indesejados porventura por pessoas que nem estão atentas ao nosso problema e não dão a mínima para você é a melhor saída de vencermos a parada frente aos parasitas do bem estar. Como ingressar em um grupo de recuperação e encontrar uma agente que se diga mais esperta do que a própria esperteza, onde a sua vida seja um exemplo forjado, e que se rebele por outros não fazerem parte de seu grupamento, na acepção nua e crua de um egoísmo às avessas, onde a posição de um veterano vira a atração para que um dito cidadão que muitos julgam vulnerável perante essas verdades, na realidade possa apenas ser um observador distante e crítico, ausente da menor possibilidade de se estar compactuando com esse tipo de cilada egocêntrica e disposta ao mal, subentendendo-se quando a agente dissuade até mesmo as ferramentas de crenças e quase feitiçarias, no poder oculto de tentar obter resultados que anulem o citado bem estar de um homem mais sábio, por ser mais independente desse tipo de falcatruas. O sentido da vida passa a ser para esse homem sábio mais do que apenas lutar, mas dar a volta por cima e partir para um ostracismo reflexo na constituição da impotência em não agir e nada poder fazer para manter sequer um grupo decente, na construção impoluta, mas disparatada em seus reflexos, de se manter a sobriedade, faltando nos comentários sobre uma literatura, nas noites previstas com a exatidão dos engodos...
E seriam nada como reflexos do tempo, um tempo em que o Poder com relação a um ser humano mais não seja do que uma representação incompleta de um novelo com apenas uma ponta, atado a uma malha urdida com a hipocrisia, mas ainda afeita a ser desfeita com a mão da sensatez, pois nada do que se faz no mundo, entre duas pessoas, ou em um grupo cotejado pela miséria da encenação e do teatro não possa sofrer releituras e processos de consertos, sob o testemunho silencioso de um agente e sua sóbria sabedoria.
CANALETAS DO TEMPO
Sinto passarem por mim os feixes, o imo que me ensombra, o caudal rumoroso dos
dias,
O relógio marcara o tempo em uma reunião da noite passada, e isso sobremodo me
fez bem
Quando, a propósito, estarmos em serviço delonga que não passemos mal sobretudo
Na mesma miríade circunflexa da informação, nas mesmas hostes dos códigos
ensaiados
Que tais mulheres que conhecemos no ypsolone, de suas desditas, encerram
o Mundo Novo Admirável...
Algum corredor polonês me afirmara um dia que as fronteiras seriam mais amplas
do que o provável
E que, algures, uma sombra de fetiche mundo se encerraria em um gesto de foguetes
Qual, se não fosse o suficiente, muitos homens e mulheres gostariam de estar em
posição
Para no mínimo supor que a mensagem dada fosse compreendida na íntegra.
Evadir-se de um vício severo é encontrar um propósito na vida, um sentido novo,
qual não seja,
Saber-se mais vivo perante aqueles – céticos – sobre a recuperação de um
enfermo
Que soletre as letras mais diletas diante dos que creem ser possível viver, ao
menos,
Com a certeza de que o substrato não faz a substância, nem o oposto ocorre...
sexta-feira, 17 de julho de 2026
quinta-feira, 16 de julho de 2026
O DESVELO DOS DESVALIDOS
Catamos
nossos próprios novelos pelos caminhos, as críticas, os gestos, a pronúncia daqueles
que nos ignoram, aquilo que não podemos nos permitir dizer, quem sabe a verdade
que muitos sequer pronunciam... Quem sabe se vivêssemos na guerra do Vietname,
ou mesmo em um campo de concentração, quem diria, as coisas seriam piores, ou
mesmo quando a vida nos encerra em redomas blindadas existencialmente, quando
queremos respirar melhor, quando queremos nos libertar de algo que nos
escraviza: quem sabe nós nos fechamos quais ostras em cima de um Muro de
Berlim, escutando The Wall, depois da abertura... Continuamos fechados, tristes
ou contentes, e não sabemos onde buscar um sentido para vivermos mais e melhor,
com os nossos camaradas que não existem, simplesmente.
A festa, a vitória de muitos,
aqueles que se refestelam em suas vantajosas coragens, os dias daqueles
desvalidos que muito nos apercebemos ainda mantém um desvelo acentuado pelos
seus. Não se fale de doenças e suas catástrofes, mas da massa que sofre por
carestias de educação, saúde e pão. No que se projete algo, que se diga algo, e
que alguém leia algumas páginas para se educar. Nada do que seja um bastião de muito
seja detentor de uma verdade suprema, posto na realidade outros vêm para dizer
do pouco que sabem um mundo de história. “País rico é país sem miséria...” Essa
é uma assertiva máxima, e do pouco que conseguimos o muito se revele aos
incrédulos, pois essa noção evidente do Poder deva ser pronunciada àqueles que
nada sabem de um bom Governo Federal.
Desde Oiapoque até o Chuí a nossa
nação possui largas fronteiras, e uma delas é a compreensão do que o nosso povo
deseja para si, pois a batuta maestrina de nosso Presidente saberá agir com
mais ímpeto depois de ganhas as eleições. Aquelas figuras franzinas, ou mesmo
birrentas, ou truculentas que fazem uma oposição sistemática, têm todo o
direito para tal, mas de qualquer modo a companhia de poucos se faz presente em
estados fascistas, para tanto, e os governadores que governam esses estados
mais não fazem do que corromper nossos planos para que não atinjamos os
objetivos que almejamos para todos os brasileiros. Posicionemo-nos em um tipo de projeto de melhorias para toda a nação, e tudo o que vem para agregar-nos na comunhão de fé em um país melhor. Espiritualmente, congracemo-nos a que se congregue a União deste país, ao menos para que a democracia e suas ações sejam dentro de uma prática saudável, e reza a regra que se aceite os resultados dela advindos. Não podemos de maneira alguma permitir que algum tipo de intervenção de algum outro país se faça em relação ao resultado do pleito e aceitar o citado resultado é tarefa dos líderes que estejam dispostos a se permitir não incorrer no erro da prepotência ou de gestos outros que não sejam a neutralidade em relação ao andamento não apenas da nossa democracia, mas de toda a América Latina e seus povos. Com relação a esse tópico, isso perfaz a compreensão de que devemos guarnecer sobremodo a nossa soberania, e não permitir tentativas de golpes de estado, brancos ou não, e aceitar nossas instituições como independentes, especialmente o Supremo Tribunal Federal, tão criticado pelos opositores férreos da nossa atual gestão.
Atingirmos a graça na nação pátria, sabermos que muitos passam por grandes carestias, ainda por si é algo de muitos desafios a serem cumpridos diante de governos que se sucedem para dirimir os problemas sociais, através de políticas públicas implementadas através de atos estatais. Sabermos que um Governo que atenderia principalmente os interesses das elites, sem se preocupar com as demandas dos pobres, não legitima a representação popular, posto sequer se preocuparia com os deserdados pela sorte, e as populações vulneráveis. É por essa questão que pedimos a Deus que abençoe nossos representantes, e faça vir para o Poder alguém mais piedoso com relação àqueles que mais necessitem de atenção do Estado.
A EXPERIÊNCIA DE UM HOMEM QUANDO BUSCA UM SENTIDO NA VIDA PODE ESTAR UM POUCO EM DESACORDO COM A MEDICINA CONVENCIONAL, POIS NA REALIDADE O MAIS IMPORTANTE É ENCONTRAR UM FLUXO DE VIDA QUE SEJA MAIS HARMÔNICO COM UM BEM ESTAR, E NÃO APENAS O SOFRIMENTO, APESAR DE ESTE FAZER PARTE DO DOMÍNIO DA CITADA VIDA, ASSIM COMO O TRABALHO QUE REALIZAMOS EM BUSCA DE ATENUÁ-LO.
NÃO ADIANTA SERMOS CONTRA ATROCIDADES COMETIDAS NA SEGUNDA GRANDE GUERRA MUNDIAL, SE COMPACTUAMOS COM A CIA E SUAS MODALIDADES DE ESCOLA DE TORTURAS MINISTRADAS EM DÉCADAS PASSADAS PARA OS GOLPES NA AMÉRICA LATINA, E QUE CONTINUA AGINDO ATÉ HOJE COM SEUS TENTÁCULOS PARA DERROTAR DEMOCRACIAS POPULARES AO REDOR DO PLANETA.
quarta-feira, 15 de julho de 2026
ERGAMOS A NÓS MESMOS
Sabendo-nos que somos iguais em algo, sabendo que estamos a sofrer por vezes,
Não tiremos das dúvidas as nossas conclusões, pois precipitar um ato antes de
proferir o verbo
Não seja a própria convicção maior de se tentar ao menos compactuar com um
Poder maior
Do que aquele que na verdade passa pelo mundo em seus gigantescos castelos...
Ver-se no espelho alto a alfombra de nós mesmos, como uma superfície onde
encontramos
Aqueles que se foram, aqueles que ainda não amamos por não existir sequer,
Ou mesmo os dias que passam nublados em nosso crivo de pertencer à esfera do
conhecimento.
O dia que não passaria, não seria o mesmo se não erguêssemos uma muralha do
tamanho do mundo
Posto seremos mais ditosos e sinceros quando estivermos diante da textura de
nosso saber
Ao vermos que silenciosamente somos aqueles que vieram para ajudar a reconstruir
algo
Mesmo que seja dentro de nós mesmos apenas, pois não se infira algo que não
retorne vívido
Quando ao parecer de um nexo ainda titubeante, uma palavra que seja, o citado
verbo, mas de Deus...
terça-feira, 14 de julho de 2026
A AÇÃO INDIVIDUAL DO PERDÃO E A HUMILDADE
Que o
ser humano por vezes pense: é impossível perdoar... E por vezes “realmente”
isso é possível ocorrer, principalmente quando o que fizeram contra pessoas que
amamos, como algum crime bárbaro, se tornaram fatos concretos. Nós todos, como
seres humanos que portamos dentro de si o pecado como algo gratuito quase,
quando pensamos naqueles miseráveis que não fazem parte de nossa vidinha,
estamos compactuando com um egoísmo existencial sem par, nada fazendo para ao
menos ter uma alteridade equivalente, ou seja, nos colocar no lugar do outro,
ver que todo o conforto que possuímos não passa de uma ilusão sem precedentes,
pois não seremos mais ou menos abençoados por Deus se não praticarmos a
misericórdia com outros seres humanos, afora outros seres, tais como animais
largados na rua, e comer menos carne, se possível. A nós mesmos não precisamos
ter comiseração, mas apenas arrepender-nos de algo que tenhamos cometido, uma
falta, e tentar não voltar a cometê-la, mesmo que isso tenha a ver com coisas
como prestígio, fama, valores, ou substancialmente conquistas amorosas ou
qualquer coisa que na verdade não passa de hedonismo ou similares. Seremos
melhores se tivermos a compaixão, se virmos o outro que está em situação de
miséria, como olhava nosso Senhor: aliviando seu sofrimento. Como se fosse algo
ímpar, este que vos fala encontrou no Salvador sua própria conversão, e tudo o
que antes conheci como psicologias e filosofias ou mesmo as entranhas de uma
vida anímica, agora vejo na figura histórica e espiritual de Jesus Cristo a
razão e entendimento de minha vida, o meu sentido pleno de existir... Onde
puder, que me reste a vida, levarei a palavra do Senhor em minha ação
cotidiana, sempre que houver alguém dela necessitando, posto só através da
citada misericórdia é que poderei saber que, não apenas individual, mas
coletivamente, estarei mais motivado através da minha fé naquele que foi ungido
pelo Pai para salvar a humanidade da morte, dando para nós a vida eterna.
Mesmo as
dúvidas circunspectas que levam alguém a tentar dissuadir-nos que o Cristo não
foi o exemplo supremo em sua sabedoria, o Deus encarnado, o mais humilde dos
seres, e que seus apóstolos mantiveram sua humildade em bastiões de fé, o que
se tem é uma miríade confusa de inverdades sobre um fato histórico e revelador,
incontestável sob todos os aspectos do ser enquanto matéria da divindade e
crença particular e individual. Que se possa admitir as culturas diversas, mas
foi na figura do Salvador que encontramos aquilo que infunde a fé completa, n’Aquele
que se sacrificou na cruz, que depositou no madeiro seu sofrimento, que, depois
de ressuscitado, comunga com nós seu corpo até nos dias de escuridão, para
todos os séculos que virão, independente de respeitarmos as religiões como um
todo, incluso as tribais e suas origens mais rudimentares, posto muito do
inconsciente coletivo se apresenta nas mais variadas formas diante das quais o
ser passa pelo crivo de seu crer na existência individual e coletiva. Há
algumas religiões fundamentalistas, mas igualmente devem ser respeitadas, desde
que não infundam o terror diante da humanidade como base de sustentação de sua
existência. Reitero apenas que o meu momento é de comunhão sagrada com o meu
Salvador, a quem concebo seja o meu, particular, dentro das orientações que
recebo na doutrina da igreja à qual pertenço, e que me dá o insumo a continuar
vivendo crendo, assim, na revelação de minha vida em superação diuturna, pois
não é fácil caminhar por vales obscuros sem ter no sofrimento algo a supor seja
a consecução divinal e de credo e sustentáculo, posto houve um homem que
sofrera por nós, e esse homem foi um exemplo de superação até mesmo sobre a
morte... É o meu momentum, é a coisa que flui, uma dita revelação, não apenas
uma experiência, posto passo a converter-me, e não servir a vários senhores,
senão a um só.
Por
dias, cremos que a espiritualidade se constituiria naquilo mais inóspito quando
escarnecemos da bondade, mas na realidade essa citada bondade nos revela o
perdão, tanto individual, como coletivo, e a humildade de sermos mais amorosos
intui que os rancores que guardamos e nutrimos por alguém que amamos
profundamente nos ferem nas nossas entranhas em seu começo, mas na realidade é
a sociedade em que vivemos: do imediatismo, das performances, das dúvidas, dos
recomeços... Não há nada escrito, nem na IA, sobre nada especificamente, qual
não seja, que não possamos aprender na prática, conforme igualmente ditames
teóricos, posto alguém, por exemplo, que queira abandonar um vício, por vezes
não se apercebia que a falta de sono que tinha quando deixava de consumir a droga,
era por causa do café em excesso, e o bem que faz tomar chá, em nossa prática
diária, ao menos no fim da tarde em diante. Não há “estalo de Vieira”, que
possa transformar da noite para o dia, em muitos casos, uma solução definitiva
para a cura de um mal, quando estamos cientes de que muita coisa está em jogo
na psique de um ser. Na contraposição fleumática de um homem diante dos
dissabores que possa encontrar na vida, o sentido que lhe aflora pode ser um
bom senso de humor diante de uma atitude civilizada, mas diante da barbárie
nada pode ser feito por vezes, a não ser remediar com a ignorância de passar
desapercebido diante de tudo e todos, quando a maré das guerras e da violência
acomete um território onde reside, ou quando sofre injustiças severas pelas
mãos dos homens. Essa frialdade que a todos acomete, quando em nações
totalitárias, por assim dizer, onde tudo é controlado, até os “movimentos faciais...”
Ou quando vemos, em plena rua, um homem descarregar seu fuzil sobre outros, ou
mesmo quando um companheiro ou uma companheira nos trai de modo surpreendente.
Assim se o diga a crença em Deus, algo que nos anima, mesmo quando nos isolam,
ou quando não sentimos sequer na sombra do outro o menos vestígio do afeto, ou
sentimento semelhante. Na imagem desenhada de Cristo, com sua coroa de espinhos,
encontro finalmente um irmão gigantesco e começo a pensar muito, e não me sinto
só...