EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
sábado, 3 de outubro de 2026
NÃO PRECISAMOS PADECER ANTECIPADAMENTE POR PROJEÇÕES MENTAIS, POIS UM DIA DE DIFICULDADES REMONTA ESFORÇOS QUE FAZEMOS, E QUE TUDO O QUE PODEMOS SER ADIANTE DE NOSSOS SOFRIMENTOS SEJA ALGO QUE NOS CONSTRUA ESPIRITUALMENTE, A CADA DIA DE OBSTÁCULOS, A CADA MINUTO DE DÚVIDA, MAS COM A FÉ NA DIANTEIRA, SEMPRE...
¹ Ora, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos também vós com este mesmo pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado; ² Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus. ³ Porque nos basta que no tempo passado da vida fizéssemos a vontade dos gentios, andando em dissoluções, concupiscências, embriaguezes, glutonarias, bebedices e abomináveis idolatrias; ⁴ E acham estranho não correrdes com eles no mesmo desenfreamento de dissolução, blasfemando de vós. ⁵ Os quais hão de dar conta ao que está preparado para julgar os vivos e os mortos. ⁶ Porque por isto foi pregado o evangelho também aos mortos, para que, na verdade, fossem julgados segundo os homens na carne, mas vivessem segundo Deus em espírito; ⁷ E já está próximo o fim de todas as coisas; portanto sede sóbrios e vigiai em oração. ⁸ Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados. ⁹ Sendo hospitaleiros uns para com os outros, sem murmurações, ¹⁰ Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons mordomos da multiforme graça de Deus. ¹¹ Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém. ¹² Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse; ¹³ Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória vos regozijeis e alegreis. ¹⁴ Se pelo nome de Cristo sois vituperados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus; quanto a eles, é ele, sim, blasfemado, mas quanto a vós, é glorificado. ¹⁵ Que nenhum de vós padeça como homicida, ou ladrão, ou malfeitor, ou como o que se entremete em negócios alheios; ¹⁶ Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte. ¹⁷ Porque já é tempo que comece o julgamento pela casa de Deus; e, se primeiro começa por nós, qual será o fim daqueles que são desobedientes ao evangelho de Deus? ¹⁸ E, se o justo apenas se salva, onde aparecerá o ímpio e o pecador? ¹⁹ Portanto também os que padecem segundo a vontade de Deus encomendem-lhe as suas almas, como ao fiel Criador, fazendo o bem. 1 Pedro 4:1-19.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
PAVIMENTOS DE TERNURA
Como
não dizer que podemos construir alicerces de pedra imantada com um amor solene?
Como não dizer que o amor, este dilema de construção do “eu maior”, não poderia
ser o amálgama que unisse abaixo do propósito de um leito de rocha, a firme
decisão de não fazermos ruir a construção de algo que sequer projetamos a olho
nu? Acima de tudo, que a ternura, sob a égide de maciços blocos de um
constructo derradeiro, fariam pavimentos para abrigar as populações que deles
necessitassem para residir, tanto em escala, como em urgência vital, para que
não se fizessem ruir nos descaminhos da edificação porosa e extremamente
acessível, aquilo que na realidade é seguir os ditames da boa arquitetura,
solene, encravada nas montanhas da fé, algo que redobre-nos a atenção frente a
frente com o monumental desafio de erigir um edifício sólido e generoso sobre a
superfície imantada do humanismo essencial... Para tanto, sói termos uma paciência
solene e mais fértil de um solo fecundo, o húmus que brota da ternura de um
olhar, a Verdade tal qual é e que A vejamos não silenciosamente, mas com o
olhar voltado para Ela, tal a designação do espírito de Deus!
Na
beleza de nossa fé, o milagre se faz a cada dia, em cada palavra soletrada, em
cada ensinamento do Senhor, e que nada perpasse adiante do que antes cavávamos
como um fosso sem fim, buscando nas entranhas fundear estaqueamentos e
estruturas onde erigir casebres enquanto, diante de nós, as fortalezas de nossa
alma clamavam pela presença de um Salvador... Estava ali, diante de nós, a
grosso modo, ao alcance de nossas mãos exangues por trabalhos e pela obra de
uma fé incerta e ainda insuficiente. Adiante, e distante de nós mesmos, como um
cavalo encilhado que passa e nos esquecemos de montar, como um trem que ainda
tem alguns vagões por detrás, e passamos correndo procurando pela máquina que o
puxa, por ainda então. Estranhas veredas nos ensinariam que a procela de um dia
e o despertar de uma noite encerraria a jornada de 24 horas na exata dimensão
de se almejar um futuro distante de uma dose a menos... E estaríamos mais
silenciosos do que nas jornadas anteriores, quando companheiros diletos por nós
dariam suas vidas, tentando nos ensinar a sua vereda espiritual sobre o mundo.
Não reservaríamos
o direito de erigir um edifício comunitário para a comunidade global, se não fora
para participar do banquete da comunhão com Deus, esse pão que se fez hóstia,
essa consagração sacramental, para que déssemos conta do milagre da santa
missa, onde muitos tem a coragem de aplicar seus atos devocionais em favor do
semelhante. Veríamos – repito – distantes e longínquos, os atos que reverberam
em nosso favor, veríamos a constrição e a atitude de um Presidente, ou não,
revisando conceitos, e relembrando a favor de toda uma massa de trabalhadores,
seu compromisso revelado com a República. Por vezes, no outro, gotas de ternura
suplicadas, por vezes compassivamente a atitude regressa arrependida, por vezes
o ciúme doentio na hora imprópria e finalmente, as dores cáusticas de uma agressividade
midiática, por certo que em hora mais imprópria ainda.
No certo
é que andaremos fundeando questões que não nos avassalem, por um principiar das
dores reflexas, e certamente em outros níveis, por falta da fé imorredoura que jamais
tem sido suficiente no comum das gentes... No entanto, tudo o que indica algo
que nos remete ao mundo real e sensato de ações que nos levem ao andamento de
estar-se de acordo com o estatuto nada nominal de um lado irrepreensível do
ser, aquilo que nos demanda a citada sensatez da realidade sutil e fragmentária
ao mesmo tempo, não nos reduz ao inconsútil, senão à uma sensaboria e reflexo
do que estaria por vir, diante de fatos que já estamos presenciando no dia a
dia dos tempos. O constructo da ternura diamantina roga a Deus que não
desanimemos diante de reveses, ou óbices que se anteponham a que erijamos
primeiramente as fundações do amor, e que esse amor, não sentimento que se
revele transparente, seja a rocha firme e eterna diante do Espírito Santo que é
fruto da relação do Pai com o Filho do Homem... Se crermos que a luz da nossa
fé vai diretamente a Jesus, o Cristo, unigênito do Pai, esse amor nos
alimentará de mais luz, e o ciclo estará completo quando a ternura que temos em
nosso coração terminar de construir os pavimentos equivalentes a um edifício que,
em sua estrutura modular, dará mais e mais recursos para ser ampliado, mesmo
que o seja até a nossa morte, ou seja, quando acreditarmos que estaremos prontos
para consagrar nosso corpo e nosso espírito nos braços de Deus, para prosseguirmos
e vivermos plenamente a vida pela qual sempre esperamos, a vida imortal, em
nome de Jesus...
SAIRMOS COM PALAVRAS DURADOURAS DIANTE DE DESAFIANTES SITUAÇÕES, ONDE UM AMIGO SOFRE DEVERAS PELA INFLUÊNCIA DE TODA UMA VIDA AFEITA AOS DISSABORES DE PERDAS, OU MESMO À INFLUÊNCIA DE FAMILIARES QUE TENHAM SIDO RESPONSÁVEIS PELO LADO ALGO TRÁGICO DE SUA EXISTÊNCIA, CONFORMA A QUESTÃO DE SERMOS MELHORES ENQUANTO PUDERMOS DAR O ALENTO MERECIDO ÀQUELE QUE NECESSITA.
⁷ E perguntaram-lhe, dizendo: Mestre, quando serão, pois, estas coisas? E que sinal haverá quando isto estiver para acontecer? ⁸ Disse então ele: Vede não vos enganem, porque virão muitos em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e o tempo está próximo. Não vades, portanto, após eles. ⁹ E, quando ouvirdes de guerras e sedições, não vos assusteis. Porque é necessário que isto aconteça primeiro, mas o fim não será logo. ¹⁰ Então lhes disse: Levantar-se-á nação contra nação, e reino contra reino; ¹¹ E haverá em vários lugares grandes terremotos, e fomes e pestilências; haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu. ¹² Mas antes de todas estas coisas lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome. ¹³ E vos acontecerá isto para testemunho. ¹⁴ Proponde, pois, em vossos corações não premeditar como haveis de responder; ¹⁵ Porque eu vos darei boca e sabedoria a que não poderão resistir nem contradizer todos quantos se vos opuserem. ¹⁶ E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. ¹⁷ E de todos sereis odiados por causa do meu nome. ¹⁸ Mas não perecerá um único cabelo da vossa cabeça. ¹⁹ Na vossa paciência possuí as vossas almas. Lucas 21:7-19.
MAIS DO QUE TUDO NO MUNDO, QUANDO UM PACIENTE URGE POR TRATAMENTOS DE QUAISQUER ESCOPOS DIANTE DA MEDICINA, PODE CRER QUE ELE ESTARÁ MAIS SOLIDAMENTE ALICERÇADO SE POSSUIR UMA FÉ INQUEBRANTÁVEL NO PODER DE DEUS, MAS HÁ DE CONSENTIR COM OS TRATAMENTOS PROPOSTOS PELA CIÊNCIA, POIS ESTA E A FÉ ANDAM JUNTAS, QUANDO QUEREMOS...
A melancolia não se “cura” de forma simples, mas pode ser tratada com acompanhamento profissional — geralmente por meio de psicoterapia e, em alguns casos, medicação prescrita por psiquiatra. O aconselhamento mais importante é buscar ajuda especializada, evitar o isolamento e adotar práticas que favoreçam o bem-estar emocional. COPILOT.
O luto é um processo natural de elaboração da perda, enquanto a melancolia é uma forma patológica em que a perda é internalizada e dirigida contra o próprio eu. Em resumo: no luto, a dor é consciente e tende a se resolver com o tempo; na melancolia, há autodepreciação, culpa e dificuldade de identificar claramente o objeto perdido. COPILOT.
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
OS PORQUÊS SÃO COERENTES?
Tanto
nos perguntamos, tanto nos inquirimos, que por vezes nos sufocamos –
paradoxalmente – com a ausência de respostas... Por que somos os tais, se na
realidade somos ou fazemos parte de uma manada que quer apenas partir para a
defesa de argumentações que cremos lógicas, fundamentando nossos juízos nas
aparências: se temos uma família ilibada, se somos ou não egoístas, não nos
relacionamos com nossas imperfeições, se somos belos, feios ou loucos,
descartáveis ou permanentes nas lápides de nosso futuro, quem saberia mais,
senão os porquês que endereçamos à nossa própria permanência no mercado, nossa
veia capitalista mais profunda, o que poderemos fazer, finalmente, com os
nossos ganhos, nem sempre honestos? A virada da chave é saber que o homem
encontra dilemas mais notórios do que seu simples encontro com a realidade, e
saber-se digno ou não vale o que pesa na balança de seu lado mercenário e sombrio...
A fé de um homem se mede pela chama de sua vela, e o sopro de um pobre diabo a
pode extinguir de uma hora para outra, e para isso vale sentirmos o peso de
encontrar o Salvador na medida em que a hora citada seja para evitarmos um vício,
a aproximação que não seja em um bom serviço, a suplementação de uma vitamina
que se chama: querer dar o nosso melhor, sem dignar-se a prêmios, ou a
sustentações equivocadas do ego.
Dúvidas
ensombrecem sobremodo grupos e mais grupos, dentro de uma coletivização
agigantada das sociedades, da França ao Nepal. Passamos por uma Alemanha meio
que dividida, por um EUA na beira de um colapso nervoso, por uma América Latina
observando e sofrendo retaliações do Império. Inquietações à parte, o que fica
na pauta são as questões relativas ao humanismo necessário, sem termos que
pensar na cosmética gerada na IA e seus propósitos elementares de controle, não
apenas populacional, como na influência diretamente vinculada aos órgãos
midiáticos. O panorama social agradeceria muito se as eleições fossem diretamente
ao ponto, escolhesse aquele candidato que fala mais alto ao povo brasileiro, ou
seja, aquele que vem trabalhando suas políticas públicas nesse sentido,
combatendo o que é necessário e defendendo os direitos dos trabalhadores do
Brasil. A fala necessária, nesse sentido, é urgir para retomar forças e romper
as amarras do ostracismo, partindo para a ação peremptória, e clamar para que o
sagrado emerja da escolha dos homens de bem...
A
continuidade de uma agenda política há que ser mantida à toda a prova, e dar
vasão a pressupostos ideológicos da extrema direita não frutificará em manter
girante a roda da renovada questão da citada continuidade, se nos projetos
desenvolvimentistas nacionais a coisa ficar desconstruída, e precisarmos e mais
e mais reconstrução depois de um governo que tende a privatizar os setores
estratégicos, conforme as promessas a se fazerem cumprir se o mandato que se
prima por essas questões for vitorioso. Não há aliança política com certos
países do primeiro mundo, que mais não fazem por cobiçar a nossa Amazônia, entre
outros sítios sagrados e nossos minerais e riquezas, que quase brotam à flor da
terra. Mais não fosse, que e imagem de Nossa Senhora Aparecida abençoe o nosso
país, como uma mãe imaculada, como geratriz da nossa fé, algo sui generis,
fruto do nosso encontro com o símbolo sagrado da religião com o poder de se ter
algo a mais em se pensar a respeito do muito que ainda não se cometeu.
Há porquês
que ficam no ar, há reprimendas casuísticas, há candidaturas e chefes de estado
que não se conformariam com certos resultados eleitorais, e devemos com isso
revidarmos com a soberania pétrea em que Deus nos confiou toda uma pátria para
tal. Independentemente do Poder dos Impérios sobre a face da Terra, não devemos
temer os países ricos que nos auxiliarem em nosso processo desenvolvimentista, mas
sim aqueles usurpadores de nossas riquezas e geradores de desequilíbrios
monumentais em nosso modo de ser enquanto nação, pois não haverá ciência
financeira, e nem movimentos em favor de deixar-nos eternamente em desenvolvimento,
nas relações como colônias e metrópoles, que resolveremos as questões particulares
de nos tornarmos independentes de fato, não apenas como celeiro do mundo, mas
como país que pode sim desenvolver a sua tecnologia e serviços elementares à
sua população, baseando-se na sua educação como mola propulsora de vida e
trabalho, formando profissionais e técnicos à altura de capacitação internacional,
como esfera, estrutura e substância nacionais...