EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
terça-feira, 16 de junho de 2026
O VÍCIO DO CIGARRO, SENDO PRATICAMENTE UM DOS TRÊS MAIS SEVEROS DOS COMUNS QUE SE TEM NOTÍCIA, DE USO ACESSÍVEL, ASSIM COMO O CRACK, ESTE ILÍCITO E, NÃO PROPRIAMENTE ACESSÍVEL, MAS ILÍCITO DAS ELITES, O DA HEROÍNA, CAUSA UMA DEPENDÊNCIA RIGOROSA QUE SÓ ENCONTRA SIMILARES NAS NOVAS DROGAS SINTÉTICAS QUE ESTÃO SENDO MANUFATURADAS E DESCOBERTAS EM LABORATÓRIOS DO PRIMEIRO MUNDO, ESPECIALMENTE EUA E EUROPA.
O USO DO TAI CHI NA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE SIMPLESMENTE É APLICAR O CONTROLE DA RESPIRAÇÃO COM MOVIMENTOS E CONSCIENTIZAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL DO CORPO, MESMO QUE ESTEJAMOS EM NOSSO QUARTO, EM UM ESCRITÓRIO, EM HOME OFFICE, OU QUE NOS LEVANTEMOS PARTICULARMENTE PARA PRATICAR QUANDO A ANSIEDADE PARA FUMAR É GRANDE E PRECISAMOS NOS ARTICULAR PARA CESSAR A COMPULSÃO E DAR PAUSAS ESPORÁDICAS PARA NOS SENTIRMOS MAIS APTOS A CONTINUAR NOSSOS TRABALHOS SEM PENSAMENTOS OBSESSIVOS OU FISSURAS COM RELAÇÃO AO TABACO.
A ARTE MARCIAL ACIMA DE TUDO É UMA PRÁTICA E FILOSOFIA QUE APLICAMOS DIARIAMENTE EM NOSSAS VIDAS E QUE NOS AUXILIA PRINCIPALMENTE EM NOSSOS MAIS SEVEROS CONFLITOS E INQUIETAÇÕES INTERNOS, DESAFIANDO-NOS, COM O BOM USO DA RESPIRAÇÃO CONSCIENTE E DA MEDITAÇÃO EM DEUS, A CONSECUÇÃO DE VENCER INIMIGOS QUE TEMOS EM NOSSA CONSCIÊNCIA E, ATRAVÉS DA PRÁTICA DO PERDÃO, SABER QUE ESTAREMOS PREPARADOS PSICO E FISICAMENTE PARA VENCER OS DEMÔNIOS QUE NOS ASSOLAM A EXISTÊNCIA, INTERNOS OU EXTERNOS...
A NICOTINA É UM VÍCIO SUI GENERIS, POIS QUANDO COMEÇAMOS A TENTAR PARAR FAZEMOS SEU USO COM PARADOXAIS CONTROLES ILUSÓRIOS, FUMAMOS ESCONDIDOS, TENTAMOS REDUZIR, VEMOS QUE ELA NOS FAZ MAL, SABEMOS QUE ELA NOS "FISGA O PULMÃO", QUE ELA MANTÉM NÍVEIS DE DEPENDÊNCIA QUE NÃO PODEMOS COMBATER, E SEGUIMOS NA CITADA ILUSÃO DE QUE SEREMOS FORTES O SUFICIENTE PARA FUMARMOS CONTROLADAMENTE ATÉ REDUZIR DE UMA VEZ E PARAR, O QUE PODE MUI RARAMENTE FUNCIONAR ATÉ CERTO PONTO, NA REDUÇÃO DE DANOS, MAS DEVEMOS, MESMO ASSIM PROCEDER TODO O PROCESSO SOB A ORIENTAÇÃO MÉDICA E PSICOLÓGICA, MEDIANTE MUITAS VEZES O USO DE MEDICAMENTOS.
segunda-feira, 15 de junho de 2026
O “Dia D” para parar de fumar é considerado o marco inicial e, sim, costuma ser o mais difícil, porque é quando o fumante enfrenta pela primeira vez os sintomas de abstinência da nicotina e a quebra de hábitos associados ao cigarro. Esse momento exige preparo psicológico, apoio social e, muitas vezes, acompanhamento profissional para aumentar as chances de sucesso. COPILOT.
CESSANDO O TABAGISMO
Há
pessoas que são incrédulas com relação aos passos que damos para abandonar a nicotina.
O passo inicial é como expor as nossas vísceras ao sol inclemente, o sentimento
dos ossos, a virtude que esquecemos de praticar, jogamos a toalha sem segurar
na etiqueta e pedimos para que um Poder Superior possa nos ajudar a fazer voltar à nossa sanidade: devolver-nos ela, e que nos retire a gana de estarmos fumando
às vezes sem pensar: mesmo porque pensar para fumar, ou fumar para pensar não deixa de ser um paradoxo... Quando a própria medicina e seus agentes da saúde explicam-nos
da necessidade de mudar de rumos, quando estamos fartos de prosseguir sabendo
que partes do corpo humano estarão afetadas, e como isso é visto sob a ótica
médica, posto no caso do pulmão, um caso mais interno e de acesso via cirurgia,
diferindo dos veios nasais, da garganta, do esôfago e etc, isso infere no
mínimo uma tomada de consciência no sentido de pararmos de vez com a gravidade
desse vício.
As partes
do corpo funcionam como as partes de uma máquina, observando-se rigorosamente que
a totalidade, ou hólos pertence à mesma realidade de que somos vítimas de nós
mesmos quando afetamos uma parte de um todo, afetando as demais nos inteirando
de um problema maior do que nós mesmos, sem ao menos supormos que, no mais das
vezes, estaremos diante do mesmo eu que antes gostaríamos de não enfrentar...
Esse eu que aparentemente nos trava, posto não era um exercício intelectual o
fato de não fumarmos, estávamos reféns de uma substância praticamente
psicoativa, literalmente, aliás... Que nos dominava, achávamos ser um tipo de
tranquilizante, algo que nos faria concentrarmo-nos mais e melhor, na realidade,
só serve o tabagismo para destruir muito do que temos de melhor em nós, principalmente
o nosso corpo. Espiritualmente, somos impelidos a uma derrota moral, quando
pensamos sermos fracos, e por tantas vezes que tentamos e fracassamos, muitos
sequer nos consideram corajosos, a não ser aqueles que participam de grupos de
recuperação como o nicotina anônimos, que sempre consideram a tentativa, a persistência e
o comparecimento às reuniões algo válido, pois faz parte do processo em que: o
único requisito necessário para participar dessas reuniões é o desejo sincero
de parar de fumar. Se torna uma condição altamente necessária pensar no assunto da forma realmente madura, não no sentido de termos feito amadurecer em nós mesmos a questão do hábito de fumar, mas o amadurecimento de nos prepararmos para uma nova vida sem o tabaco, sem a nicotina que tanto nos escravizara, por décadas por vezes, e que no mais das contas acaba sendo um trunfo importante existencial quando dela nos livramos, pelo menos por 24 horas, só por hoje, pois o amanhã não se sabe, depois de uma noite bem dormida, ou mesmo de uma noite insone e, em qualquer das duas circunstâncias, devemos cuidar, sermos fortes e vigilantes sempre, para não nos deixarmos abater perante essa doença que tanto mal nos causara e nos causa, na vida que pulsa por mais vida, e diante dessa mesma vida, que nos façamos entender perante um Poder Superior a nós mesmos e que deles recebamos a graça de mais um dia de vitória. Posto que não escarneçamos das derrotas de alguém, pois a derrota pode ser vitória no dia seguinte, e jamais devemos buscar no caos de nós mesmos, a ordem que porventura não existe de fato, mas sim muitas vezes um conteúdo irracional que funcione na base da intuição, ou mesmo de sensações ou emoções que externamos em diversos tipos de expressão, por vezes ordenadas e em outras, não. Então a compulsão, vista sob esse prisma, é algo que muitos sequer saberiam explicar com lógica ou razão, os reais motivos que os levam a cometer a insanidade de partir para a primeira baforada. Por isso não é um exercício intelectual, é um sentimento nos ossos, nossas vísceras expostas ao sol inclemente onde, nesse primeiro passo, sentimos que a nicotina exercia um domínio absoluto sobre nossas vidas.
Todas as questões relativas com a tentação dos vícios demanda a experiência particular de cada indivíduo, não sendo possível generalizar cada reação à falta de uma substância, mesmo porque, quando uma pessoa possui uma comorbidade onde a sua situação de saúde mental possa estar ameaçada pela falta, o indivíduo acaba por, inconsciente ou conscientemente, fazer uso da substância, no caso a nicotina, para se "automedicar" em termos dopaminérgicos ou coisas similares. Por isso, toda a atenção é necessária para se ter condições de dominar os diversos lados da doença, tanto possuindo a caixa de ferramentas necessária, como tendo condições de dominar as tentações que se apresentam na forma a mais variada que temos por notícia até da psique em desequilíbrio diante da falta do sono, ou mesmo de doenças relacionadas à mente.
domingo, 14 de junho de 2026
SÍMBOLO E SINAL
Atravessamos
a rua, e o sinal da faixa de pedestres, obviamente, algo convencionado, assim
como a placa “pare” nos é dado no trânsito, para manter uma ordem e não nos
tornarmos caóticos frente à realidade das ruas... Para pedestres e para carros,
assim como temos um luminoso, escrito “coke”, chamativo, anunciando com sua
logo uma marca a ser consumida. É algo estanque, não como o símbolo, que pode
encerrar em si vários significados e dar um conteúdo bem mais profundo na
psique do ser humano. Os sinais podem estar nos sonhos, mas justamente, se
assim acontece, assumem significado simbólico, pois dizem mais do que simplesmente
o fato em si, mas evidenciam por vezes uma correlação com outros, por assim
dizer, o símbolo de uma garrafa pode remontar a um trauma, e não passa de um objeto
que porventura pode tanto estar em um sonho como em um desenho ou em uma
poesia.
O sinal
do semáforo, na vida comum, tem sua função plena, objetiva e simples, enquanto
no contexto onírico pode significar um aspecto distinto do que simplesmente
pare, atenção e siga... Nesse contexto do “acontecido” perante um sonho, uma
queimadura pode significar tensão e um inconsciente que aflora em uma dor
interna, e símbolos diversos já assumem diante da cultura seus aspectos semânticos
no inconsciente coletivo, como as máscaras, a cruz, a arma, os arquétipos do
tarô e tudo o que remonta signos que lembrem acontecimentos em sonhos,
despontem como coisas que nem sempre possuem nexo, ou lembranças que estão
adormecidas no citado inconsciente. Coisas como uma fala ou uma teoria
filosófica muitas vezes guarnecem no conhecimento racional o entendimento do
que nem sempre é razão pura, pois a história envolve nexos paradoxais, e
algumas personalidades estiveram profundamente envolvidos com grandes mistérios,
com coisas místicas ou similares, e a filosofia traz à razão, especialmente os
pensamentos relacionados com a psique, um leque de possibilidades do universo
mental e seus particulares meandros. Sobre a filosofia, esta contém ícones como
a grafia, a sintaxe, a lógica, a tal ponto esta última ciência que tem se
tornado como que um símbolo arraigado na civilização ocidental, especialmente.
Um objeto em si, um meio, mais separado dos outros, um esteio que nutre por
especialidades científicas a coisa de per si, o essente, um caminho, conforme afirmava Hegel. A dialética da
Natureza envolve esse tipo de compreensão, mesmo porque os símbolos fazem parte
da imaginação ativa e seus processos laborais, e mesmo o mais cético dos homens
com relação à existência daqueles, sabe que vez ou outra sequer compreende a Natureza
da poesia, e seus significados por vezes não verbais.
A
revelação da verdade pode estar em um sinal, mas quando o sinal é místico, podemos
estar lidando com algo bem mais poderoso do que a citada verdade, pois é condição
sine qua non que abracemos a citada verdade com os braços fortes e com o estoicismo
de homens como Marco Aurélio. Homens que viveram com o moral acrescido da prática, que governam exemplarmente não apenas ele, no caso de Roma, a uma nação, mas a si mesmos, dando o exemplo onde a vida estoica seja o rumo a decidir qual a posição inerente a uma razão que dê reais significados em nossas vidas. Por uma questão de lógica, Epicteto foi o inspirador desse Imperador Romano, posto a vida que teve foi exemplar, e conseguimos encontrar nos textos desses senhores o caudal imorredouro de como devemos enfrentar as dificuldades, como a teoria e a prática já o afirmavam: estoicamente... A nossa ligação com a religião pode ser um modo de praticarmos muito desse modo de ser, porquanto uma vida virtuosa passa por sacrifícios, e a vida dos santos revela o dom dessa Natureza, uma Natureza espiritual. Por isso, tenhamos pela frente uma vida mais ilibada, sem os contratempos de campos diversos e mais virtudes pela frente.
UM DESPERTAR
Salvador, dai-me outros sinais, se não estiveres cansado comigo, pois em teus
milagres
Me debruço diante de ti, e o que não obtenho que não sejas por mim,
Que seja por Deus que éreis, Jesus Cristo, Deus na Terra aos homens de boa
vontade!
Me revelastes esta noite a face do bem que fizeste por mim, que ressuscito
quando pensei na morte
Daquela dor que me puseste em prova, e que agora sei que gostarias de saber
mais um pouco de minha fé...
O sacrifício que fizeste pela humanidade, agora sinto no Espírito Santo, e no
que Ele significa
No seu milagre trino, e o sei ser apenas mais um obreiro da messe, que a ti de
mim estou...
Te buscarei em todos os meus caminhos, seguirei caminhando pela tua jornada, ó
Cristo, sou teu
Como não seria se um dia te cri em todos os meus sentidos e pensamentos?
Eis o milagre da fé, eu não poderia sequer supor que serias tanto de tudo e
todos
Quando sei que restauras o nosso corpo, que suplantas a medicina e que és maior
do que todas as filosofias...
Escuto em Joplin a tua música, e jamais o esquecerei na frente do sacerdote que
me ungir
Da comunhão suprema, pois é na Igreja que te encontrarei mais sereno perante os
teus.
sábado, 13 de junho de 2026
O fato de alguém fumar mesmo sabendo dos danos à saúde envolve uma combinação de fatores psicológicos, sociais e biológicos: 🔄 Dependência química A nicotina atua diretamente no sistema de recompensa do cérebro, liberando dopamina e criando sensação de prazer e alívio imediato. Com o tempo, o corpo passa a exigir essa substância para manter o equilíbrio, gerando dependência física. 🧠 Aspectos psicológicos O cigarro funciona como válvula de escape para ansiedade, estresse ou até tédio. Há um componente de hábito: acender um cigarro em certas situações vira quase automático. 👥 Influência social e cultural Muitos começam a fumar por influência de amigos, familiares ou pelo ambiente social. O cigarro também carrega símbolos culturais (rebeldia, estilo, maturidade) que reforçam o comportamento. ⚖️ Dissonância cognitiva O fumante sabe dos riscos, mas racionaliza: “vou parar depois”, “um cigarro não vai me matar”, “meu avô fumou e viveu até os 90”. Esse mecanismo psicológico reduz o desconforto de agir contra o próprio conhecimento. 👉 Ou seja, não é loucura, mas sim uma mistura de dependência química, condicionamento psicológico e justificativas mentais. A consciência dos riscos não basta para vencer a força da dependência — por isso parar de fumar costuma exigir apoio médico, psicológico e, muitas vezes, medicamentos. COPILOT.
ACEITANDO AS REGRAS
Quais
não sejam, existem de fato os parâmetros sociais... Quem seríamos, os animais de
outrora, os símios que deram origem à espécie no darwinismo que tanto apregoa a
ciência, e que seja justa a ciência, posto não sabemos explicar o que vem
depois do fim, mas em diversos escopos, científico e teológico, aprendemos com
as origens. A mente humana por si só, ela mesma, é um universo, e as questões
da psicologia moderna certamente trazem imensas luzes, bem como os avatares
científicos da medicina, que são os psiquiatras, que trazem na sua bagagem e na
sua abordagem científica os fármacos tão indispensáveis ao andamento de certas
conquistas na área da saúde mental. Jung já afirmava que psicoses graves já
podiam ser tratadas com o auxílio daquelas drogas que apenas o desenrolar da
ciência permitiu no andamento da ciência da medicina desse campo, desde os
primeiros asilos da história. Aceitamos as regras sociais, estas regras existem
de fato, e na realidade não estaremos afeitos a sermos rebeldes onde as coisas
tendem ao pacifismo, pois isso não refletirá uma vida em serenidade e compreensão
dos limites, mesmo porque, ao dissiparmos uma dúvida ou mesmo refletirmos sobre
uma ideia, essas questões vem a dar no pensamento, na razão, puramente em
querermos a expressão de algo, uma questão filosófica ou científica, ou mesmo no
arcabouço espiritual, que tanta força tem impresso na vida de grande parte da população
do planeta. A rebeldia citada muitas vezes vem na forma das drogas e suas
adições, suas dependências, seus vícios, e quiçá o universo da religião seja da
máxima importância para nos livrarmos delas, seus obstáculos e nossa fé para
abandonar seus grilhões. Mas, para tanto, devemos abraçar a religião e
dedicarmo-nos a ela, como modo de religarmo-nos com Deus.
Quando
um homem não respeita as regras sociais, pode ir preso, ou ir para um
internamento psiquiátrico, se não estiver de posse de suas faculdades mentais.
Assim como há, na conjuntura das regras sociais, diferença entre um criminoso e
um enfermo mental, não há distinção entre um crente e um ateu no critério social,
posto não se estará infringindo lei alguma, e a crença ou não é livre não
apenas aos olhos da Lei, como das regras morais de toda sociedade civilizada.
Assim manda a Constituição e, como se prevê em uma democracia, todo Estado
Democrático possui seus representantes eleitos pelo voto, e qualquer tentativa
de extorsão dessa modalidade institucional é como uma infração grave aos olhos
da Lei, elaborada pelo Congresso de cada país, na realidade de cada democracia.
Sob essa ótica, estarmos definindo um padrão de liberdade tanto religiosa como
política é uma das qualidades de uma sociedade livre...
sexta-feira, 12 de junho de 2026
🔎 Diferenças entre sintomas emocionais Ansiedade Preocupação excessiva e persistente com o futuro. Sintomas: agitação, tensão muscular, insônia, irritabilidade, dificuldade de concentração. Característica: estado de alerta constante, mesmo sem ameaça real. Depressão Foco no passado e em sentimentos de fracasso ou vazio. Sintomas: tristeza profunda, perda de interesse, fadiga, alterações no apetite e sono, sentimento de culpa. Duração: pelo menos duas semanas seguidas para caracterizar quadro clínico. Estresse Resposta a uma ameaça ou pressão externa identificável (prazos, conflitos, problemas financeiros). Sintomas: tensão muscular, dores de cabeça, irritabilidade, alterações no apetite, fadiga. Geralmente temporário e desaparece quando o estressor é resolvido. Síndrome do Pânico Crises súbitas e intensas de medo, com sintomas físicos fortes (palpitações, falta de ar, sensação de morte iminente). Diferente da ansiedade, que é constante, o pânico é explosivo e breve. COPILOT.
A VIDA EM PROFUSÃO
Pudéssemos comemorar a vida, sem termos algo a dizer em negativar processos
existenciais
Ao que demandássemos sermos mais adiante do que o querer ser revelados, mesmo
que não existamos
Perante aquele “outro” que, sem subterfúgios, não escaparia a uma análise
criteriosa
Ao menos ao nos apercebermos que sem a vida ela mesma, conforme citado acima
Os veios da incompreensão estariam navegando por si mesmos no caudal do
mundo...
Vestimo-nos do reflexo da aurora, colocamos o viés de alguns reparos que não
separam, mas concluem jornadas,
Outrora fossem colchas de retalhos as vertentes que encontramos diante de um
passado de memórias ausentes,
Mas, outrossim, a página incandescente de planos que encontraríamos mais
perfeitos do que ontem.
Nos parâmetros do mundo em que estaremos mais afeitos a certos casos de dores
reflexas
Seríamos nós mesmos a parte que não nos cabia nos ressentimentos que outros
enumeram na fala
Ou, de outro modo, aqueles que se preocupam com farnéis de um ouro de tolo
Quando, finalmente, evanescem nas nossas sombras as questões primeiras do gesto
mais usual do ser.