EDITORA ESPAÇO
Arte e textos.
terça-feira, 9 de junho de 2026
O QUE NOS LEVA A FUMAR MAIS DE UM CIGARRO PELA MANHÃ, OU AQUELE PRIMEIRO DO DIA É ALGO QUE REMONTA A REBELDIA, TALVEZ, DE QUERERMOS QUEBRAR OS PADRÕES DA MEDICINA INCONSCIENTEMENTE, QUE TANTO NEGAMOS NA VIDA POR DÉCADAS ATRAVÉS DOS VÍCIOS, DIRETAMENTE ASSOCIADOS AOS TRATAMENTOS MENTAIS QUE NEGAMOS NO ÍNTIMO AO NÃO ACEITARMOS OS EFEITOS DESAGRADÁVEIS DOS MEDICAMENTOS, E A ÚLTIMA DROGA QUE RESTOU, QUE É A NICOTINA EM MUITOS CASOS, É QUE NOS LEVA A COMETER ESSE TIPO DE INSANIDADE.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
O BEM ESTAR DE QUE ESTAREMOS, MESMO QUE EM SOFRIMENTO, NA MISSÃO SOLENE DE LEVAR BOAS PALAVRAS DIANTE DE DEUS E DOS HOMENS, É APENAS SABER QUE ESTAREMOS CUMPRINDO O LADO BOM DO LIVRE ARBÍTRIO, QUE É EVITAR OS PECADOS A QUALQUER CUSTO, EM UM EXERCÍCIO ESPIRITUAL CONSTANTE E PERENE QUE NOS PREPARA PARA A VIDA A TERNA JUNTO AO SALVADOR...
NÃO ENCONTRAREMOS DIANTE DE NÓS DIFICULDADES MAIORES DO QUE AQUILO QUE PODEMOS VISLUMBRAR, SENDO A VISÃO O CANAL PERCEPTIVO QUE REVELA A AMEAÇA DE UM INIMIGO, POR VEZES, MAS NA REALIDADE SE ALGO FOR CLIMÁTICO OU VIER EM FORMA DE GUERRA SENTIREMOS MUITO MAIS INTEGRALMENTE POR NOSSOS OUTROS CANAIS SUAS INFLUÊNCIAS.
USE, MAS NÃO ABUSE...
Não que queiras, mas usas, abusas e tropeças
Na vida ela mesma em que suas quedas e nuances
Sejam como um látego na carne, uma via de mão dupla,
A querência do desejo, uma vítrea exposição de áudio,
Um ausentar-se e querer frequentar o diapasão do afeto
Como se o uso de um objeto fosse o sentir de um homem.
Não que muitas quisessem algo, não o podemos afirmar ao certo
Mas muitos algos quase todas querem, mesmo porque o neologismo em
questão
Cabe exatamente no período, não apenas semântico, mas do nosso tempo!
O Poder ter em suas mãos o fruto da árvore do conhecimento, profano, luxurioso,
De saber que o pecado, já que todos o podem praticar livremente, e basta
retirarmos depois em um passo,
Nos alivia no momento em que o praticamos como algo errado e incerto,
E que atiça a curiosidade feminina, desde que o Éden era o lugar mais certo dos
que eram incertos...
No momento em que um homem medita na palavra exata, e que a palavra existe na
exatidão de seu Deus,
A frase seguinte não esboçara nenhum conhecimento que não seja exatamente e
sofreguidão
Em se obter, quais messalinas no meio de um deserto pagão, o Odisseu mais
genuíno, fruto de sua projeção
Ou mesmo daquele que busca a santidade sem se preocupar mais com os prazeres da
carne.
QUANDO ESQUECEMOS DE DEUS
Poderíamos
assentir que a forma mais sutil e derradeira do mal é justamente nos fazer
distrair em relação ao Poder de Deus, Sua Divindade mais sublime, o Salvador,
aquele que tira os pecados do mundo. Não apenas podemos meditar de modo
continuado quando de nosso pensamento n’Ele, mas sabermos do Pecado Original,
sem o qual não conheceríamos o nosso Senhor: Jesus Cristo. Pois viveríamos
eternamente no paraíso, e Deus não precisaria descender ao mundo para ensinar
Sua Palavra, já que não cometeríamos pecado, e o que fez o Diabo foi cindir a
alma do corpo, desunir o trigo da água, desfazer o milagre do pão, e nos tornar
mortais na Terra, depois de expulsos do Éden. E quando meditamos, por vezes
quando caminhamos, temos que saber que, como diria o poeta: “...são demais, os
perigos desta vida, pra quem tem paixão...”, Vinícius de Morais. Pode parecer
algo extremamente mundano, mas a citada vida tem por si a questão de que não
apenas a morte pode aparecer rapidamente, como devemos saber sempre que estamos
morrendo, dia a dia, mas que a vida há que ser vivida com entusiasmo, pois será
nas palavras de fé do Salvador que estaremos vivendo-a plenamente: a vida é um
aprendizado constante.
Poderíamos
crer até mesmo que Deus nos coloca no sofrimento para que foquemos na realidade
de sua presença entre nós, e que estaremos mais nobres de caráter quando um
homem viciado não for, qual um leproso, mais do que mais um diante de toda uma
sociedade de vícios e demandas da maldição, quando houvesse de estar solitário
e isolado perante os chamados alfas de uma sociedade, se na realidade quiçá afirmar
alfa seja uma metáfora tão restritiva quanto a geração “Z”, que nada mais faz
do que se preservar do álcool e outras drogas, fazer esportes e etc, levando a
vida de forma mais saudável. O que nos leva a pensar ao menos é que levar a
palavra adiante, passar a mensagem do Salvador para muitos ou poucos, não
importa tanto quando fazer com que se sinta a dimensão da mensagem. Não voga
sabermos ser mais ou menos importante se estamos em um grupo de recuperação de
alguma dependência a álcool ou drogas, pois esse patamar passa pelo crivo de
pertencermos a uma irmandade, como tantas são as irmandades mundo afora, pela
mesma intenção altruísta, de sermos os maiorais ou não, de que havia homens que
a fundaram, pois restará como medida áurea sempre a palavra do Senhor, aquele
que nos Salva da morte, essa parte em que não nos devemos esquecer – jamais.
Essa súplica não se torne um suplício, mas em determinados veios de nossa fé
saberemos crer que homens e mulheres são algo que remontam em nós mesmos aquilo
pelo qual viemos buscar diante do sagrado, e em meio ao profano... Mesmo
porque, o que nos cerca é uma humanidade que pode vir a pecar permanentemente,
mesmo depois do ato da confissão.
Esse esquecimento
continuado é como se houvesse uma consciência divina a que nos apartássemos
diuturnamente, não exatamente o fato de que estamos simplesmente morrendo, e
que isso nos leva ao caminho mais próximo do Salvador, mas justamente nos atos
e nas ações, na palavra que proferimos ao semelhante, nos exercícios da chamada
consciência que devemos praticar para que não ofendamos quaisquer seres que
sejam, e que não falemos maledicências nem do pior canalha, pois é isso que
quer satanás, fazermo-nos crer na distração e na impureza de nosso caráter e de
nosso espírito, mesmo porque ao diabo Cristo se revelar diante de um devoto é
algo que o afeta sobremodo...
domingo, 7 de junho de 2026
QUANDO ME FALASTE
Assim de faltas não quero ir-me,
Pois busco socorrer-me em Ti, ó Salvador,
Mesmo diante dos sofrimentos que ainda ei de passar,
E por caminhos em vigília constante, clamo em urgir
Tua presença cálida em minha vida, teu semblante do Deus, nosso Senhor,
Que em passagens outras meio que Te negava sem saber, não o sabia que eras
tanto!
Falas-Te em mim, do ser que ainda resido, vivo na Terra onde supliciamos o teu
corpo,
E de saber que éreis do sangue do pastor que o Criador deixou como cordeiro de
Deus,
Retiras o pecado do mundo, evangelizas até mesmo os evangélicos, sais em busca
dos Católicos
Quando escolhestes Pedro, o primeiro Papa, a segurar a primeira pedra de Teu
Templo.
Faltavas ser o que não me falta, é o és de fato, posto de meu merecer um dia, o
sagrado veio
Do mármores de centenas de Pietás, mostras no Vaticano Tua insígnia e Tua glória,
Aquilo de mais sagrado que encerra o fausto do ouro que Éreis, de Tua vida e de
Teu Poder!
Mesmo que eu dissesse, quando me distraem do caminho de luzes, que a vida não
seria tão linda
Como um Sudário onde depositaste o milagre da tua face, mesmo que na Cruz com
teu sangue
Não estivestes entregue a Deus a Tua vida, ressuscitando ao terceiro dia
Dirias para mim apenas uma oração, em uma jornada que nos livrasse do mal e que
não cedêssemos a nenhuma tentação...
O que venha de ti é a vida que não encerro depois do túmulo, posto serei de ti
um soldado a não ferir meu semelhante
E nem por isso ousarei me ferir, Tu que És em mim, templo do meu espírito!
A FÉ NÃO DOCUMENTADA
Pressupomos
do fato cabal de que exemplos de seres humanos com uma fé inabalável tenham
passado pela humanidade em busca de uma vida em comunhão com Deus... E gente
que tenha atingido níveis de consciência tais que, na forma do ascetismo cabal,
tenham mesmo transcendido a matéria, assumindo o controle mental e espiritual
de modo a serem iogues de primeira grandeza, e disso tudo temos registros, e o
próprio Cristo, o Filho do Homem dá mostras da fé, da grandeza de se propagar a
palavra, e todos os Evangelhos estão aí para corroborar esse fato histórico,
mesmo que se atenham alguns a negar a santidade desse que foi o único ser a vencer
a morte, a partir do Poder de seu Pai, sem a intervenção que não fosse o que
ele mesmo pregara antes, e que dizia já estar consumado. Há imensas multidões
que tem fé, no entanto, e que essa mesma fé não está dita em palavras, mas
apenas em pensamentos, naquilo que não subentende nada que não seja a coragem
de prosseguir crendo, mesmo que a vida encerre dificuldades tamanhas que as
mesmas pessoas pensem por vezes não dar conta do que vem pela frente. A coragem
que temos em poder sermos melhores, é um dos caminhos que nos levam à
divindade, é um dos meios que temos por prosseguir, entendendo que os caminhos
da fé por vezes são mais silenciosos que o próprio silêncio e mais solitários
do que apenas sabermos que estamos conosco, por vezes conversando
espiritualmente com nosso ser mais íntimo.
Essa fé
não registrada encontra ressonância na oração, que por si é um meio que não
tangencia o fato, mas busca redarguir sobre os efeitos de se falar com Deus, se
estar falando com o que estava documentado, que seja, na Ave Maria, onde ela
resolve “agora ou na hora de nossa morte...” Ou no Pai Nosso, que "livra-nos de
todo o mal", mesmo que esse mal não tenha chegado ainda, ou mesmo que a obsessão
nessa forma de compulsão nos invada, quando estamos crivados de maus hábitos,
vícios ou pecados que porventura ainda não removemos de nosso caráter, ou melhor
dizendo, de nosso eu maior, ou de nosso self.
Seremos cada vez melhores se buscarmos o caminho da santidade, como vereda em
que nos encontremos com dias onde o simples fato de encontrarmo-nos com um
mentor religioso nos dá as forças espirituais necessárias para que aprendamos
mais e mais com os desígnios do que venha a ser a Catedral da citada fé. A um
caminho absorto na castidade, e um outro que remonta a luxúria, optamos pelo
primeiro, mesmo porque a própria Natureza e seus seres são plangidos pela forma
outra que vemos abertamente ser a manifestação sagrada da vida, e por esta estaremos
mais vivos, enquanto seres imortais, diante de um patamar em que não
pereceremos qual livro que seja soterrado diante da matéria que se vai, livro
que não será mais lido, e que viverá depois da morte na Terra, na vida eterna,
em um limbo, se estiver mal posicionado em devoção. Apenas o pecado original,
que nos dividira o corpo da alma, em que o diabolô, este ser que divide,
distinto do símbolo, o que une o significado com o ser, pode concretizar quando
retirou o casal original do Éden, onde viveriam para sempre, esse paraíso perto
do Eufrates. Deus já o sabia, pois sabe do passado, do presente e do futuro,
mas deu ao homem o livre arbítrio, que o homem tem consagrado como veículo dos
maiores pecados que tem cometido neste mundo. O homem propõe e Deus dispõe...
A partir
do momento em que o ser humano já vive em um planeta infestado de seres
demoníacos, a parte que cabe em sua fé por vezes lhe sufoca um pouco o seu ato,
e a partir do tempo que passa o planeta se infesta mais e mais de dissensões e
distinções defeituosas, de falhas, de alvores de destinos que já não se
encontram, os dissabores, as contendas, as guerras, os caminhos mais difíceis:
a miséria e a luta pela vida, nos hospitais, nos manicômios, nas prisões, nas
marquises e nas casas e famílias disfuncionais. O que antes víamos como trigo e
semeadura vira muitas vezes o joio que não nos apercebemos crescendo em nossos
campos. Chega uma hora em que a erva daninha toma conta a tal ponto que a fé no
Salvador espelha no seu sofrimento na cruz a certeza de que foi no pão e no
vinho do sacramento que temos a esperança de que a última ceia do Senhor tenha
sido o encontro derradeiro da Verdade última, a comunhão que fazemos hoje com o
corpo e o sangue d’Ele. O que encontraremos pela frente é apenas um veio
transformador, onde a eucaristia se torne sempre a possibilidade de sermos
maiores do que tudo, e que a mudança no modo de ser de um evangelista nos
possibilite a questão máxima de nos permitir sermos mais gigantes diante não
necessariamente de uma fé propagada aos quatro cantos do mundo, mas que esse
mundo, diante de determinadas circunstâncias, apenas nos ensine, sob os alvitres
de Jesus e de Maria, o poder da fé...
sábado, 6 de junho de 2026
O HOMEM CASTO HÁ MAIS DE DÉCADAS, QUE COME O PÃO QUE O DIABO AMASSOU TODOS OS DIAS, QUE PRATICA O BEM TODOS OS DIAS, QUE PRESTA SERVIÇO AOS IRMÃOS DE FÉ, E QUE AINDA PORTE UMA DOENÇA MENTAL, E QUE AINDA POR CIMA DE TUDO CONSEGUE SE LIVRAR DE UMA COMPULSÃO SEVERA, A SEU TEMPO, É UM HOMEM SANTIFICADO, OU EM VIAS DE, PRINCIPALMENTE QUANDO FAZ VALER DE SUA FÉ INQUEBRANTÁVEL EM DEUS...
A MENTE HUMANA COLOCA CILADAS EM NOSSAS VIDAS, E JUSTAMENTE QUANDO NOSSAS VIDAS SÃO RESTRITAS A POUCO ESPAÇO E POUCA LIBERDADE DE IR E VIR, PRATICAMENTE NENHUM TIPO DE VÍNCULO AFETIVO E ILUSÕES QUIMÉRICAS QUE ENCONTRAMOS DENTRO DA SISTÊMICA ENGRENAGEM DOS APARELHOS DE COMPUTAÇÃO, ISSO DEMANDA QUE, AO LARGARMOS O VÍCIO DO CIGARRO, QUANDO PORTAMOS, ALÉM DE TUDO, UMA DOENÇA MENTAL, A COISA PAREÇA PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL.
JUNG VIA A DOENÇA MENTAL COMO UMA DOR NA ALMA, E COLOCOU DIANTE DE SI PACIENTES CONSIDERADOS COM PSICOSES MUITO GRAVES, E SUA ABORDAGEM HUMANÍSTICA ATÉ HOJE É REFUTADA PELA MAIOR PARTE DA ATUAL PSIQUIATRIA COGNITIVA COMPORTAMENTALISTA, QUE ROTULA SEUS PACIENTES ATRAVÉS DO COMPORTAMENTO HUMANO, E VÊ NO CONDICIONAMENTO COMPORTAMENTAL E FISIOLÓGICO A ÚNICA ABORDAGEM CIENTÍFICA E ESPIRITUAL POSSÍVEL.
TENTAREI MOSTRAR NESTE LIVRO COMO A ESQUIZOFRENIA SE CONVERTEU NO SÍMBOLO SAGRADO QUE OS PSIQUIATRAS REVERENCIAM E EM CUJO NOME TRAVAM A BATALHA PARA RECONQUISTAR A RAZÃO À NÃO-RAZÃO, A SANIDADE À INSANIDADE MENTAL; DE QUE MODO O SEU CULTO SE TORNOU A MARCA DA ORTODOXIA PSIQUIÁTRICA E A IRREVERÊNCIA PARA COM ELA A MARCA DA HERESIA PSIQUIÁTRICA; E COMO O NOSSO ENTENDIMENTO DA PSIQUIATRIA E DA ESQUIZOFRENIA PODE SER PROMOVIDO ABORDANDO ESSE "DIAGNÓSTICO" COMO SE ELE APONTASSE PARA UM SÍMBOLO RELIGIOSO E NÃO PARA UMA DOENÇA MÉDICA. dr szasz, professor de psiquiatria da universidade estadual de nova iorque.
ENQUANTO NÃO SOUBERMOS, QUANDO PORTADORES DE ENFERMIDADES MENTAIS, QUE SÓ PODEMOS MEXER NOS MEDICAMENTOS QUE O PSIQUIATRA PERMITE QUE FAÇAMOS O USO, MAS JAMAIS INDISCRIMINADAMENTE, NO CASO DOS BENZODIAZEPÍNICOS, À MEDIDA EM QUE PARAMOS DE TOMAR AQUELES QUE ACHAMOS QUE NOS EMBOTAM E, DE FATO, PODEM DAR EFEITOS NECESSARIAMENTE DE NATUREZA SIMILAR, PARA NOSSO PRÓPRIO BEM, ESTAREMOS NÃO APENAS AFETANDO TODO O TRATAMENTO COMO ESTABELECENDO DEPENDÊNCIA FORTE COM RELAÇÃO AOS MEDICAMENTOS QUE ACHAMOS MAIS "CONFORTÁVEIS", COMO OS CITADOS BENZODIAZEPÍNICOS.
sexta-feira, 5 de junho de 2026
OS PECADOS CAPITAIS SÃO COMO ESTAR DIANTE DE UMA FORMA ANÓDINA DE IGNORÂNCIA ONDE O QUE OCORRE É NÃO SABERMOS DE CERTOS CRITÉRIOS DA PUNIÇÃO DE DEUS, COMO SE ENTENDE NA NATUREZA HUMANA, QUE GERALMENTE PASSA A SE PERMITIR A FAZER CERTAS COISAS SEM SABER QUE ALGO NÃO VAI BEM AO JULGAMENTO DE DEUS, POIS ISSO SÃO PECADOS GRAVES, E POR ISSO MERECEM UMA CONSCIENTIZAÇÃO DO QUE SEJA MELHOR, MESMO PORQUE A PUNIÇÃO QUE RECEBEMOS DO CRIADOR É A DEGENERESCÊNCIA DO CARÁTER, AINDA EM VIDA.
TE ENSOMBRECERAS O SUFICIENTE
Encontraria os teus vestígios incandescentes
Da tua pele clara de falsos provérbios e palavras profanas
Quando calava a tua voz o teu gesto e retinia o tilintar de tua veia...
Assim como me lembro de ninguém e estavas presente no meu lembrar.
Não sei dizer o que se passa no meu entendimento, se o que eu desejo
É a capacidade mesma do desejar, e que seja fremente o céu em que anoiteço
depois das nove
E amanheço antes que o sol venha a aparecer quando timidamente abro a janela
dos teus braços...
Assim de lembranças não lembro sequer que continuo existindo em mim.
Como em uma via dos enjeitados, o mendigo se apresenta com seu farnel de
pedintes
E acabo por dar um cigarro dos que já não quero mais fumar
Àquele que sequer pensa no que é estar dando uma tragada, pois sua
sobrevivência é outra...
Assim que me lembrarei que um dia estaríamos, eu e tu, quem sabe, nos lençóis
de cetim que não existem mais.
E vem o dia, e a poesia chora, chora por ser mais triste um dia, não se estar
no dia conforme
Ao que venha a ser a saudade de uma pessoa que a presença tão cálida eu vejo
nas noites ou nos dias do meu lembrar
Quando, na aurora do meu despertar, despertas em mim a sensação da vida!
MUITAS VEZES O QUE NOS FAZ VOLTAR A FUMAR É O TEMOR DA REPREENSÃO DA MEDICINA, OU MESMO DE OUTRAS PESSOAS QUE EXIGEM DE NÓS UMA FORTALEZA OU UM RESULTADO A QUE NOS DEPARAMOS, COMO SE UMA REBELDIA SECRETA NOS INVADISSE DIANTE DE UMA OBRIGAÇÃO QUE NAS APARÊNCIAS TEMOS A POSSIBILIDADE DE BURLAR, POIS POR VEZES CUMPRIMOS TODAS AS OUTRAS, E O ESCAPE OU ESSA REBELDIA SE REVELARIA NA POSSIBILIDADE DE ESCAPAR DOS COMPROMISSOS E OBRIGAÇÕES DE ROTINA.
TENTATIVAS: ERROS E VITÓRIAS
Há
pessoas que parecem anjos e agem como tal, quando dizem coisas que ajudam a outras
na latitude de praticarem um bem que sequer podemos mensurar. O conhecimento
que nos leva à bendição nos é um predicado que não encontramos facilmente,
senão naqueles que porventura tenham encontrado muitas vezes algumas dificuldades,
ou mesmo tenham sido tão regrados e altruístas em suas vidas que o que passam
para outros em estado de sofrimento e inquietações são palavras de fé, de
estoicismo, de uma delicadeza ímpar, coisas que deduzimos não existir mais
tanto hoje na humanidade, mas que na realidade ainda são o sal da terra, a
razão pela qual continuamos a crer na mesma humanidade, que antes supúnhamos
sequer estar de pé. É como em um vício que mantemos em nós mesmos e o largamos,
como que por milagre, tentando ao menos, por mais um dia, que seja, tentando
sempre, e isso nos infira sermos melhores, ao menos por esse dia, como se nos
limpássemos, a mente, o corpo e o espírito de ruídos existenciais que profundamente
nos afetam nesse sentido. Vício aquele que preferimos afirmar seja uma doença
das compulsões, severa, sim, é fato, mas que não deve jamais ser maior que nós
mesmos, pois não seremos ninguém se não formos senhores dos nossos atos e
ações, não seremos maiores do que éramos na infância se não tivermos a
maturidade de crer na vida como nosso bem mais precioso. Podemos errar no
processo, mas estaremos mais plenos se sempre estivermos, de modo mais alerta,
na busca, tentando, essa palavra mágica que nos ensina a lutar pelo que
queremos, mesmo que caiamos e depois nos levantemos, pois a vitória é para
aqueles que não esmorecem jamais, e não devemos deixar-nos levar por
sentimentos onde a questão seja derrotista ou negativa, pois não é disso que a própria
Natureza revela a nós mesmos: a velha questão do ser, seu tempo, suas quimeras,
suas dúvidas, e a certeza também, que faz parte por vezes de uma ínfima
parcela, mas é o que pode fazer a diferença naqueles momentos que podem
tornar-se mais obscuros em certos momentos da existência.
Quando
da possibilidade de termos a medicina ao nosso alcance, quando temos acesso a
ela, quando somos cuidados e temos apreço por nossas vidas, mais não faremos do
que atentar e focar o suficiente para o nosso problema, se formos fumantes, em
um exemplo cabal da Natureza de um vício quase silencioso, e tomar a dianteira
e seguir criteriosamente a opinião do profissional da saúde, qual não seja,
deixar de fumar e partir para uma vida plena e saudável, com a preservação do
pulmão, esse órgão tão vital que tão bem trabalha o nosso sangue, este símbolo
da vida, e da morte... O risco tem várias latitudes, e por vezes estaremos mais
próximos de gravidades maiores, mas enquanto estivermos com vida não custa nada
tentarmos, mesmo que tenhamos uma idade avançada, pois nada melhor para um idoso
sentir-se mais vivo por estar estoicamente pronto à jornadas praticamente
espirituais em busca da consolidação de um eu mais purificado.
A qualquer
hora, a qualquer momento, podemos negar o cigarro, podemos não planejar a
cessação, podemos parar de fumar às três da tarde, podemos levantar um dia de
manhã e fazer uma respiração prologada, ou rezar um terço, uma japa mala,
meditar, sair para uma caminhada, na rua ou na esteira, estar fazendo amizade
com um cãozinho que vemos passar pela rua, estarmos lavando a louça, fazendo
outras coisas, prestando atenção em uma respiração: conscientemente... Por
vezes, se não temos com quem falar, podemos escrever algo como se fosse um auto
análise, algo de non sense, algo que para nós nem precisa fazer muito sentido,
a não ser a simples maneira da expressão, de sentir-se acompanhado com um dom
da comunicação, perante o nosso eu mais profundo. Seremos mais sábios assim,
pode crer, pois estaremos cientes de distinguir aquilo que nos afeta daquilo que
é bom para a nossa saúde, estaremos podendo discernir sobre o certo e o errado,
sobre nossos erros e nossos acertos, nossas derrotas e nossas vitórias, mesmo
porque o planeta em que vivemos aparentemente – se formos ver pela ótica do
pessimismo – pode parecer meio desregulado, mas em outra concepção, pode ser ou
parecer algo maravilhoso. É nessa esfera de atuação que podemos inferir que nem
toda a lógica explica tudo, e friamente não saberemos que quando temos a
espiritualidade e sua atmosfera ao nosso lado, tão fortemente cravada perto de
nossas vidas, esta, a vida, torna-se o parâmetro essencial para prosseguirmos
nossas veredas não distantes do que urgimos encontrar diante do aspecto que
sentimos ser o melhor para nós mesmos, assim como não encontraremos do lado de
fora de nós o ser em que sua ação nos traga a sensatez de prosseguir tentando
mais uma vez, mesmo naqueles dias em que parece que o próprio céu depõe contra
nós, pois será nesses momentos em que estaremos mais aptos para nos pormos à prova
diante da essência do citado ser, que é o nosso “self”.