Podemos
parar de nos questionar se precisamos de subterfúgios externos para resolver
problemas recorrentes onde por vezes um cenário ofensivo é declaradamente
ousado para padrões civilizatórios que são necessários a uma sociedade mais
justa e coerente humanamente. Certos ruídos que perpassam as emoções humanas
fazem de certos humanos mesquinhos a mesma sombra de caráter que os fazem
sinistramente fascistas, mesmo que algo que os irrite pela presença tenham que
consentir, na acepção nua e crua de que o fascismo não é regra possível na atualidade,
pois é inconstitucional e bruto em sua essência. O lacre inviolável da
democracia, e sua forma mais presente na ordem popular e seus formatos
inerentes ao que se apresentara nos nossos dias, na Presidência da República, é
a face naturalmente presente em todos os quesitos governamentais, assim como
será nas eleições que certamente a vitória há de se apresentar, em virtude de
quem somos diante das questões relativas ao que se torna premente em elucidar,
conforme as ações administrativas concretas que vem sendo tomadas em relação à
população brasileira. Em alguns sítios, as provocações fascistas são inúmeras,
fazendo-se valer até mesmo de visões religiosas, ou mesmo em serviços e
palavras que remontem às citadas provocações. Reza o aprofundamento na Religião
que perdoemos as ofensas, e que na realidade um ponto ou elemento que nos
provoque seja apenas um fragmento de algo maior, uma pseudorealidade dentro de um contexto mais amplo: um tipo de ilusão
ou um cenário confusionista de fato,
pois sua existência concreta vira um apêndice – repito – de uma realidade
maior. Essa reação pontual pode estar presente em um só ser, em dois em
determinadas contingências, busca aprovação muitas vezes em feedbacks
irrisórios e muitas vezes impotentes, se a vítima da provocação não esboçar a
anti reação, mas for mais justa que os justos, e não opuser contrariedades,
agindo com o respeito àquele que não esconde seu ódio, muitas vezes por motivações
de ordem ideológica, no caso de ser um fascista ou um reacionário como exemplo
concreto de como ocorrem certas coisas.
Apesar de
tudo, será em uma Santa Missa que veremos que: “o amor de Cristo nos uniu...”
Saindo dela, podemos sentir um impacto grande de como é o mundo lá fora, e isso
remete a que sejamos mais coerentes, mais e mais, mesmo sabendo que há pessoas
desunidas, e que Deus deixa ao léu quem nega a comunhão e o caminho sagrado da Boaventura
entre os povos. Existem guerras cruentas, guerrilhas, motins, territórios onde
parece que não há Sua presença, mas as fases críticas por vezes se encerram
justamente quando nos conscientizamos de que será na presença d’Ele que vamos
nos consagrando a uma paz mais verdadeira e harmonia entre nós, pois mesmo em
meio a conflitos sangrentos sempre há almas em busca de Deus, ou mesmo
perdoando seus inimigos, no que se abracem já que nem sempre sabem sequer por
que o são, ou por quem estão lutando... Há daqueles que defendem o território
pátrio da sombra de qualquer invasão estrangeira, mas justamente há outros que
combatem crimes e outras coisas em que não podem evitar de estar em serviço,
mas os civis que buscam a contenda, buscam o conflito e a discórdia, no mínimo
estarão passando pelo crivo de um poder maior do que eles.
O lacre inviolável
da democracia pertence àqueles que pensam ser esse regime de governo o mais
justo, porquanto o que se tem por merecimento de toda uma jornada republicana
onde essa tradição se tornará o nosso ponto chave, o nosso pivô. Daqueles que
pensam com o ego voltado para algo substancioso no sentido de ser mais
importante do que o que dá firmeza a um regime justo, como setores religiosos
que nada tem a ver com a política, a mais não sendo por vezes um trampolim que
galga pastores para o palanque, como termos certos exemplos de casos afins, a
opinião ideológica a respeito de países que alcançaram seus níveis de desenvolvimento
aprendendo a andar com suas próprias pernas, é sobremodo nula se fizermos
questão de que as nações mais civilizadas sejam laicas, ou respeitem seus
credos diversos, onde a tolerância deve ser nossa mola mestra. Em virtude dessa
mesma tolerância, os povos do planeta deverão se unir para não romper o grande
e inviolável lacre do amor a Deus, refletido pela bondade e preferência universal
pelos pobres e trabalhadores do mundo. A esse nível, estaremos mais preparados
para ingressar finalmente em um milênio de pacificação no âmbito de costumes e
valores reconstruídos, no sentido inverso do que se cria antes que seria
necessário um apocalíptico tempo de guerras e destruições climáticas... Para
isso, o Oriente começa a se alinhar com Ocidente e vice e versa, pois o perdão
de certos enigmas e conflitos que outrora enfrentávamos, sói repararem-se em um
tempo que virá, de concórdia e paz mundial, mas depende da boa vontade dos
homens, senão as notícias que estranhamos tanto ainda inundarão as páginas do
tempo...
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