Estreita é a morada da minha alma: alargai-a Vós, para que nela possais entrar. Está em ruínas: reparai-a Vós. Guarda em si o que ofende os Vossos olhos: confesso-o e reconheço-o. Mas quem a há de purificar? Ou a quem hei de clamar, senão a Vós? Purificai-me, Senhor, das minhas faltas ocultas, e livrai o Vosso servo do poder do inimigo. Creio, e por isso falo. Senhor, Vós o sabeis. SANTO AGOSTINHO.
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