quinta-feira, 3 de setembro de 2026

DEMOCRACIA E CONSCIÊNCIA


              Termos acesso a algo no mais das vezes é sobremodo importante... Devemos estar limpos, o sistema faz com que pessoas que não têm oportunidade de trabalho e renda, mendigando pelas ruas, jamais tenham acesso até mesmo ao ato de se alimentar, quando muito, o trocam – quando podem – pelo de se alcoolizar ou se drogar. O direito ao voto é amplo na sociedade democrática como a conhecemos em nossa nação, mas o acesso aos meios de comunicação são restritos a muitos, que por tais os conheceremos, como a grande massa de eleitores, nem sempre consciente politicamente, nem sempre preparada a escolher seus representantes. Tal ou qual propaganda política, tal ou qual influência ideológica pode mudar os rumos de uma eleição, mesmo que a Natureza da Política saiba que melhor será para a maior parte da população escolher o candidato que atenda mais às suas demandas, e se a maioria for mais pobre, aquele que faz a opção de seguir melhorando, ou tentando melhorar os serviços atinentes a essa grande massa trabalhadora, ou em condições precárias, e não aqueles que vão alimentar os interesses da elite, ou “sociedade esclarecida em si mesma”. As atitudes de um Governo fazem a fama deste, e sua prática, sua origem, sua empatia popular fazem emergir a preferência que tal Governo tem pelos mais empobrecidos, ou as camadas que são as que mais constroem a riqueza nacional, mesmo que não se negue às empresas que empregam grandes contingentes de trabalhadores seu apoio incondicional, mas será sempre através de um Estado forte que se fará um serviço público e gratuito de qualidade, tal como o de saúde, o de educação e etc. A consciência do povo se traduz pela qualidade em se conhecer o seu representante mais autêntico, e de suas bases deve vir o clamor popular.

              O papel devido ao representante do povo não deve ser trocado por miudezas, mas sim ser um tipo de contrato fiel às bases que o sustentam, e só caminhamos para um país melhor se for da forma em que a democracia se assentar em um leito de rocha firme onde o Partido mais trabalhista plasme o regime de tal forma a fomentar melhores meios de desenvolver a nação. Até que se continue a dar essa sustentação, ou seja, ao darmos continuidade a projetos já alicerçados, mesmo que em certo viés, no meio do caminho, o objetivo tivesse sido a mera manutenção da democracia ameaçada por grupos golpistas, não devemos jamais permitir que familiares desse clã tomem o poder ameaçando a soberania pátria de tal modo em que, já livres de tais ameaças, não possamos dar a citada continuidade nos projetos e trabalhos desenvolvimentistas que fazem do Brasil – ainda – uma grande nação, apesar dos problemas sociais graves que enfrentamos no dia a dia do brasileiro e seu exercício da cidadania.

              Certo será sabermos que os olhares fartos de uma comunidade internacional estarão pousados sobre a nossa realidade, e muitos poderão aprender com ela, assim como o nosso país muito tem a aprender com outras nações e culturas. Destarte, não seria muito bom sabermos que o processo de aprendermos com as guerras nos fariam parte de uma aliança que mais parece um retrocesso, pois nenhum tipo de conflito interessa aos brasileiros, assim como nenhum tipo de preconceito, diferença étnica, de gênero, raça ou credo. Não nos interessa sabermos mais do que apenas reconstruir o nosso país, sempre, com base na união de seu povo e governantes, e a boa relação institucional dentro do nosso território se torna a nossa melhor realidade. Quando nos pedirem uma boa relação comercial, não negaremos, e não entraremos – jamais – na guerra comercial, nem prevaricaremos com interesses estrangeiros, qual não seja, zelando pelos nossos interesse nacionais, hoje e sempre!

              Quando novidades do exterior se nos apresentarem em termos de tecnologia e fundamentação científica, devemos estar abertos, e manter conveniados órgãos e universidades internacionais com as nossas, com franca abertura e cooperação mútua, assim como em assuntos de segurança internacional e suas estratégias afins. Em termos de capitais, manter um Banco forte e independente revelará nos Brics a nossa maior independência financeira, para não ficarmos reféns do capital estrangeiro e da opressão do capitalismo desenfreado de mercado mercenário e hostil. A mais de se valer a cessação de todo o movimento opressivo da nossa classe trabalhadora, o Orçamento Brasileiro há de se valer de todos os recursos, mas para isso temos que eleger um time de deputados e senadores compatível com uma maioria no Congresso Nacional, a fim de que se possa valer continuar a proposição salutar, coerente e progressista, para que o Executivo do Governo Popular de Lula continue a saudar com reformas urgentes e necessárias o andamento das pautas prometidas em campanha, e continuar a dar o andamento nos seus pressupostos administrativos. Por isso, o ato de votar ainda é o ato mais consciente, e se fazer valer de buscar a informação correta de seu candidato ainda é a melhor forma de se obter o valor merecido no resultado eleitoral, conforme as regras democráticas.

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