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acesso a algo no mais das vezes é sobremodo importante... Devemos estar limpos,
o sistema faz com que pessoas que não têm oportunidade de trabalho e renda,
mendigando pelas ruas, jamais tenham acesso até mesmo ao ato de se alimentar,
quando muito, o trocam – quando podem – pelo de se alcoolizar ou se drogar. O
direito ao voto é amplo na sociedade democrática como a conhecemos em nossa
nação, mas o acesso aos meios de comunicação são restritos a muitos, que por
tais os conheceremos, como a grande massa de eleitores, nem sempre consciente
politicamente, nem sempre preparada a escolher seus representantes. Tal ou qual
propaganda política, tal ou qual influência ideológica pode mudar os rumos de
uma eleição, mesmo que a Natureza da Política saiba que melhor será para a maior
parte da população escolher o candidato que atenda mais às suas demandas, e
se a maioria for mais pobre, aquele que faz a opção de seguir melhorando, ou
tentando melhorar os serviços atinentes a essa grande massa trabalhadora, ou em
condições precárias, e não aqueles que vão alimentar os interesses da elite, ou
“sociedade esclarecida em si mesma”. As atitudes de um Governo fazem a fama
deste, e sua prática, sua origem, sua empatia popular fazem emergir a
preferência que tal Governo tem pelos mais empobrecidos, ou as camadas que são
as que mais constroem a riqueza nacional, mesmo que não se negue às empresas que
empregam grandes contingentes de trabalhadores seu apoio incondicional, mas
será sempre através de um Estado forte que se fará um serviço público e
gratuito de qualidade, tal como o de saúde, o de educação e etc. A consciência
do povo se traduz pela qualidade em se conhecer o seu representante mais autêntico,
e de suas bases deve vir o clamor popular.
O papel
devido ao representante do povo não deve ser trocado por miudezas, mas sim ser
um tipo de contrato fiel às bases que o sustentam, e só caminhamos para um país
melhor se for da forma em que a democracia se assentar em um leito de rocha
firme onde o Partido mais trabalhista plasme o regime de tal forma a fomentar
melhores meios de desenvolver a nação. Até que se continue a dar essa sustentação,
ou seja, ao darmos continuidade a projetos já alicerçados, mesmo que em certo viés,
no meio do caminho, o objetivo tivesse sido a mera manutenção da democracia
ameaçada por grupos golpistas, não devemos jamais permitir que familiares desse
clã tomem o poder ameaçando a soberania pátria de tal modo em que, já livres de
tais ameaças, não possamos dar a citada continuidade nos projetos e trabalhos
desenvolvimentistas que fazem do Brasil – ainda – uma grande nação, apesar dos
problemas sociais graves que enfrentamos no dia a dia do brasileiro e seu
exercício da cidadania.
Certo
será sabermos que os olhares fartos de uma comunidade internacional estarão
pousados sobre a nossa realidade, e muitos poderão aprender com ela, assim como
o nosso país muito tem a aprender com outras nações e culturas. Destarte, não
seria muito bom sabermos que o processo de aprendermos com as guerras nos
fariam parte de uma aliança que mais parece um retrocesso, pois nenhum tipo de
conflito interessa aos brasileiros, assim como nenhum tipo de preconceito,
diferença étnica, de gênero, raça ou credo. Não nos interessa sabermos mais do que
apenas reconstruir o nosso país, sempre, com base na união de seu povo e
governantes, e a boa relação institucional dentro do nosso território se torna
a nossa melhor realidade. Quando nos pedirem uma boa relação comercial, não negaremos,
e não entraremos – jamais – na guerra comercial, nem prevaricaremos com
interesses estrangeiros, qual não seja, zelando pelos nossos interesse
nacionais, hoje e sempre!
Quando
novidades do exterior se nos apresentarem em termos de tecnologia e fundamentação
científica, devemos estar abertos, e manter conveniados órgãos e universidades
internacionais com as nossas, com franca abertura e cooperação mútua, assim como
em assuntos de segurança internacional e suas estratégias afins. Em termos de
capitais, manter um Banco forte e independente revelará nos Brics a nossa maior
independência financeira, para não ficarmos reféns do capital estrangeiro e da
opressão do capitalismo desenfreado de mercado mercenário e hostil. A mais de
se valer a cessação de todo o movimento opressivo da nossa classe trabalhadora,
o Orçamento Brasileiro há de se valer de todos os recursos, mas para isso temos
que eleger um time de deputados e senadores compatível com uma maioria no
Congresso Nacional, a fim de que se possa valer continuar a proposição salutar,
coerente e progressista, para que o Executivo do Governo Popular de Lula continue
a saudar com reformas urgentes e necessárias o andamento das pautas prometidas
em campanha, e continuar a dar o andamento nos seus pressupostos
administrativos. Por isso, o ato de votar ainda é o ato mais consciente, e se
fazer valer de buscar a informação correta de seu candidato ainda é a melhor
forma de se obter o valor merecido no resultado eleitoral, conforme as regras
democráticas.
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