Podemos
ser mais fortes se conhecermos a empreitada longa que nos leva a Deus, seus
ensinamentos, sua glória, os sacramentos, ou seja, tudo o que nos fizer nos
aproximar da justeza desse amantíssimo Senhor que nos guarnece de todas as
bendições espirituais sobre o mundo. Devemos, acima de tudo e de todos aprender
a amá-Lo sob condições próprias ou impróprias, mesmo que a nossa fé ainda não
seja muito alta, mas será estudando piamente Seus caminhos, Suas jornadas, as
escrituras, as vidas dos santos, que estaremos mais capacitados a levar uma
vida mais afeita às virtudes, e menos associada a padrões viciosos. Isso é
fundamental para quem colocou toda a sua vida agregada a temperamentos díspares,
alheios às virtudes citadas, por décadas de vida indigna, pecadora, e sem
arrepender-se formalmente dos pecados, agora nos estudos da Religião e no
encontro com a disciplina se requer seja o homem o consagrador de sua vida, tal
qual ela se apresente, mesmo que ainda tenha conseguido, aos olhos de Deus, ter
tentado ser um ser justo perante muitos que viera a conhecer no seu caminho,
mas tentado diversas vezes pelos demônios internos e externos...
Nos
justos, ou que os que tentam ser, as veredas podem ser equivocadas, pois para alguns
essa justeza de caráter, esse suposto código de conduta influencia sobremodo as
relações que possam vir a estabelecer com parentes, com amigos, quando assumem diante da lei dos homens uma disfunção, quando começam a contestar coisas que
não crêem serem justas socialmente, assumindo perfis ideológicos que nem sempre
tem tudo a ver com a libertação de um povo. Equivocadamente, pensam em embates,
por vezes em revoluções, em tentar mudar as coisas pela força, haja vista muitos
pensarem em golpes militares ou coisas similares como se fossem coisas que
dariam conta de se manter uma sociedade onde as elites apenas se beneficiariam
desse tipo de brutalidade, em um exemplo claro que nem em uma revolução ao
socialismo pelas armas, e nem o retrocesso bruto de um regime fascista implantado
em uma nação dariam conta do principal problema dos dias atuais: uma democracia
continuamente ameaçada, sem as garantias de que possa estar estável – em todos
os sentidos – antes de partirmos para um desenvolvimento mais amplo no escopo
em que se possa dar mais continuidade a um Governo mais longo, que dê mais
amplitude aos seus projetos sociais e às suas políticas públicas com a desenvoltura
que vem realizando até então. Em nome de Deus, que nossas famílias sejam
abençoadas com esse propósito, e que os excluídos da sociedade não sejam
desprezados pelas autoridades, em um grande mutirão social em favor de se
tentar erradicar a miséria recorrente em solo pátrio, com alimentos, a
caridade, o trabalhos dos homens de bem e as questões relativas à sedimentação
de padrões mais humanos para todos os viventes do país. Nem que o passado de um
homem tivesse equiparado com uma fraqueza de comportamentos nem sempre
condizentes com sua própria saúde mental e sua vivência espiritual plena, mas a
sua coerência é mister de se fazer para que não sucumba tolamente a um
retrocesso existencial, quando de seus encontros religiosos profundos nas questões
de se aprender a amar definitivamente a Nosso Senhor, Jesus Cristo. A Igreja,
sendo corpo de Cristo e, na sua relação pessoal, a Sua esposa, remete-nos que a
própria justiça social que desejamos para a humanidade é uma questão quase de
sacerdócio, e a caridade, as orações pelos que sofrem, e nosso encontro com a
Verdade fazem parte desse processo e fortalecimento espiritual, para que
possamos dar nossa fé e esperança aos que nela necessitam, assim como “de graça
recebestes, de graça dai”, conforme Mateus 10:8. Isso implica em toda uma renovação
espiritual, mental e física, pois um homem, para se dar um exemplo de uma
adição que o perseguira até então e até hoje o tenta, que é o vício da
nicotina, quando se apercebe que é possível prosseguir vivendo sem temer a
citada tentação desse vício, quando se fortalece mais e mais estudando a vida
dos santos e as Escrituras, com fé e devoção com estudos preparatórios
eclesiásticos, com afeição sincera por consagrar a sua esperança de que possa
estar praticando a eucaristia depois de fazer a catequese, esse homem carrega
na esperança de que um tipo de revelação, ou seja, a manifesta Verdade seja
substancialmente a sua razão de ser, uma primazia de tudo o que espera da vida,
não apenas que a sociedade toda floresça na esfera da bem querência, mas que
uma onda de fraternidade invada o seu próprio coração, um ninho dedicado agora
ao andamento das conversas que passa a ter com o Deus que o ilumina, e todos
aqueles que necessitam do Altíssimo.
Não é a teoria, mas igualmente a prática,
mas devemos estudar muito as palavras do Senhor se quisermos nos ambientar de
alma e corpo nas sendas espirituais que nos consagrem na luz da mesma
esperança, mesmo sabendo que ainda enfrentaremos provações e frutos amargos que
porventura possam nos afligir, em termos de males físicos, e mentais, mas
fujamos dos males espirituais, pois o que não é da carne está em uma redoma
onde tudo o mais se nos importará, que é a vida depois da morte terrestre, e que
respeitemos o nosso corpo, pois todo aquele que se vicia estará pecando ainda, sob
as tentações da carne, e isso não é bom como realizar os mandamentos de Deus:
amar a Ele sobre todas as coisas, e: amar ao próximo como a ti mesmo...
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