terça-feira, 15 de setembro de 2026

A FORTALEZA DOS JUSTOS


              Podemos ser mais fortes se conhecermos a empreitada longa que nos leva a Deus, seus ensinamentos, sua glória, os sacramentos, ou seja, tudo o que nos fizer nos aproximar da justeza desse amantíssimo Senhor que nos guarnece de todas as bendições espirituais sobre o mundo. Devemos, acima de tudo e de todos aprender a amá-Lo sob condições próprias ou impróprias, mesmo que a nossa fé ainda não seja muito alta, mas será estudando piamente Seus caminhos, Suas jornadas, as escrituras, as vidas dos santos, que estaremos mais capacitados a levar uma vida mais afeita às virtudes, e menos associada a padrões viciosos. Isso é fundamental para quem colocou toda a sua vida agregada a temperamentos díspares, alheios às virtudes citadas, por décadas de vida indigna, pecadora, e sem arrepender-se formalmente dos pecados, agora nos estudos da Religião e no encontro com a disciplina se requer seja o homem o consagrador de sua vida, tal qual ela se apresente, mesmo que ainda tenha conseguido, aos olhos de Deus, ter tentado ser um ser justo perante muitos que viera a conhecer no seu caminho, mas tentado diversas vezes pelos demônios internos e externos...

              Nos justos, ou que os que tentam ser, as veredas podem ser equivocadas, pois para alguns essa justeza de caráter, esse suposto código de conduta influencia sobremodo as relações que possam vir a estabelecer com parentes, com amigos, quando assumem diante da lei dos homens uma disfunção, quando começam a contestar coisas que não crêem serem justas socialmente, assumindo perfis ideológicos que nem sempre tem tudo a ver com a libertação de um povo. Equivocadamente, pensam em embates, por vezes em revoluções, em tentar mudar as coisas pela força, haja vista muitos pensarem em golpes militares ou coisas similares como se fossem coisas que dariam conta de se manter uma sociedade onde as elites apenas se beneficiariam desse tipo de brutalidade, em um exemplo claro que nem em uma revolução ao socialismo pelas armas, e nem o retrocesso bruto de um regime fascista implantado em uma nação dariam conta do principal problema dos dias atuais: uma democracia continuamente ameaçada, sem as garantias de que possa estar estável – em todos os sentidos – antes de partirmos para um desenvolvimento mais amplo no escopo em que se possa dar mais continuidade a um Governo mais longo, que dê mais amplitude aos seus projetos sociais e às suas políticas públicas com a desenvoltura que vem realizando até então. Em nome de Deus, que nossas famílias sejam abençoadas com esse propósito, e que os excluídos da sociedade não sejam desprezados pelas autoridades, em um grande mutirão social em favor de se tentar erradicar a miséria recorrente em solo pátrio, com alimentos, a caridade, o trabalhos dos homens de bem e as questões relativas à sedimentação de padrões mais humanos para todos os viventes do país. Nem que o passado de um homem tivesse equiparado com uma fraqueza de comportamentos nem sempre condizentes com sua própria saúde mental e sua vivência espiritual plena, mas a sua coerência é mister de se fazer para que não sucumba tolamente a um retrocesso existencial, quando de seus encontros religiosos profundos nas questões de se aprender a amar definitivamente a Nosso Senhor, Jesus Cristo. A Igreja, sendo corpo de Cristo e, na sua relação pessoal, a Sua esposa, remete-nos que a própria justiça social que desejamos para a humanidade é uma questão quase de sacerdócio, e a caridade, as orações pelos que sofrem, e nosso encontro com a Verdade fazem parte desse processo e fortalecimento espiritual, para que possamos dar nossa fé e esperança aos que nela necessitam, assim como “de graça recebestes, de graça dai”, conforme Mateus 10:8. Isso implica em toda uma renovação espiritual, mental e física, pois um homem, para se dar um exemplo de uma adição que o perseguira até então e até hoje o tenta, que é o vício da nicotina, quando se apercebe que é possível prosseguir vivendo sem temer a citada tentação desse vício, quando se fortalece mais e mais estudando a vida dos santos e as Escrituras, com fé e devoção com estudos preparatórios eclesiásticos, com afeição sincera por consagrar a sua esperança de que possa estar praticando a eucaristia depois de fazer a catequese, esse homem carrega na esperança de que um tipo de revelação, ou seja, a manifesta Verdade seja substancialmente a sua razão de ser, uma primazia de tudo o que espera da vida, não apenas que a sociedade toda floresça na esfera da bem querência, mas que uma onda de fraternidade invada o seu próprio coração, um ninho dedicado agora ao andamento das conversas que passa a ter com o Deus que o ilumina, e todos aqueles que necessitam do Altíssimo.
                Não é a teoria, mas igualmente a prática, mas devemos estudar muito as palavras do Senhor se quisermos nos ambientar de alma e corpo nas sendas espirituais que nos consagrem na luz da mesma esperança, mesmo sabendo que ainda enfrentaremos provações e frutos amargos que porventura possam nos afligir, em termos de males físicos, e mentais, mas fujamos dos males espirituais, pois o que não é da carne está em uma redoma onde tudo o mais se nos importará, que é a vida depois da morte terrestre, e que respeitemos o nosso corpo, pois todo aquele que se vicia estará pecando ainda, sob as tentações da carne, e isso não é bom como realizar os mandamentos de Deus: amar a Ele sobre todas as coisas, e: amar ao próximo como a ti mesmo...

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