terça-feira, 9 de março de 2021
segunda-feira, 8 de março de 2021
A RAZÃO PRIMEVA
Dos
interstícios de um pretenso regime
Ouvimos uma razão vindo dos
canais litigantes
Que, ao ligamento das palavras
Mal
sabemos a luz que encerra essas proposições!
Assertivas
bem fundadas, a crença no Direito Universal
Mesmo quando nos
apercebemos da categoria dos médicos
Ou da sensaboria que nos
atravessa nossos frágeis estômagos.
Que nos vertam
palavras maiores, que não entonteçamos
Por outras quaisquer
razões que nos sejam mais fracas:
E
que, no entanto, conhecemos nos vórtices das tempestades…
A
se dizer, quem sabe seremos mais sérios quando nos fortes
Nos
engrandeçamos mais, e do que se falar de onde vem a força
Se
sabemos que a onda que nos aflige não é a dos desesperados,
Mas
daqueles que possuem a esperança de tudo se acertar, quem
sabe!
Miro
mi perro,
e ele me fala da vida e seus percalços, quanto tosse
Na sua
cardiopatia, e me ensombra que ame tanto esse ser
Que por ele
faço muito dos cuidados inerentes a um verdadeiro
Companheiro
que se antepõe ao mundo com a sua inocência!
E essa
excelência de ser inocente me invade: pobre poeta que sou
Quando,
na vigília do bom entendimento, vejo uma pátria
Que –
porventura – possa esquecer de seus problemas
Quando cogitam a
tirania como modal,
ipsum facto,
de seu momento…
Não haverá mais um subterfúgio a
deflagar uma espoleta em nosso jardim
Posto, enquanto nobreza de
caráter, somos as gentes que não nublam os céus
Mas, se for
necessário, vertemos as próprias e pessoais chuvas sobre a
Terra
Que, por vias dos incêndios criminosos, precisa do alento
da Natureza.
Se
essa querência roga que não consumemos algum fato inóspito a nós
mesmos
Reverberemos nossa semântica de esperanças nada vis,
posto em uma questão
De vida ou não vida, de sabermos que a
situação é gravíssima, apenas
Uma liderança cabal e
oportuna, de seu viés humano, é que pode nos salvar!
Se
tanto nos fora de óbices de ocasião, não queiramos retroagir na
farsa
De pensarmos que é no final do Juízo que se encerra
nosso tempo,
Haja vista sermos mais do que urgimos ao Nosso
Senhor
Nas libertações de nossa gente, e que vença o melhor!
domingo, 7 de março de 2021
OS VELHOS E OS NOVOS
Não se dirá jamais se uma geração
está perdida, ou que outra seja
A certeza de melhores tempos,
justo porque uma fecha e outra abre…
A data incólume de
nossos propósitos não enferruja as palavras
Que, de alto e bom
som, hemos por cumprir na soleira de uma porta.
Na
renitência somos, reverberamos
A luz que seja, o farol da
consciência
O parâmetro que não nos obscureça
Um
endereçamento quase hostil
Da crença que nos perfaz úteis
E
ativos no grande ativismo do século!
Seremos mais
velhos ou mais novos,
Nem de tanto ser diferentes
Já que
oitenta já é uma idade
E cinquenta remonta outra percepção
Que
nos vinte já sabem das informações.
Do que não sabemos
não basta sermos mais velhos,
Pois das palavras pífias
recrudescemos o recrudescer
Nas plagas de uma poesia que não
esconde a Verdade.
Apesar de tudo, o que queremos é que a
juventude
Cresça em suas razões, em todos os seus pesares
Que
por um lado possa parecer obscuro
Mas, que em outro, possa
parecer luminar!
Fechando nossas contas do
passado
Acabamos por intuir consignas de um tempo
Onde não
sabíamos de onde viria o chamado recurso
Ou na reprimenda de
ocasião verteremos o chamado
Por encima da respiração da
poesia, quem verte, verte,
Por vezes apenas uma sombra, que vem
e nos sopra
Para um tipo de cadafalso existencial onde não
há
Missão melhor do que espalhar um nada de rancor
Naquilo
de ordem e progresso que nos agiganta.
Se tanto fôramos
circunflexos, se tanto nos fora,
Se nos parâmetros de nossa
existência seguirmos silentes
Não haveremos de espalhar a
nossa voz, algures
De um tanto merecedor que revela a própria
vez
Em que a palavra pode mais ao verso
Do que algo que não
possua sentido seja ao velho ou ao novo…
sábado, 6 de março de 2021
LIÇÕES DE UM APRENDIZ
Começamos a reter em nossa mente ao
menos
Nem que o seja escrevendo prolificamente...
Nos
sentidos com abertura maior
De maiores percepções, ao que
verse
Sermos bons poetas, e que nossas mensagens
Naveguem
por além do mar, singrando
Os oceânicos desafios, de um barco
antigo
Com seu velho motor de centro
Qual Hemingway em suas
cores da escrita…
A poesia é um aprendizado cotidiano,
pois não falta
Quando dela realmente precisamos, seja em nosso
país
Ou em outros que recebem seus mesmos significados!
Do
novo, do que açambarca as veias de nossos propósitos
Antes
mesmo de auferirmos o significado cabal
Do mesmo significante
que nos leva adiante em desafios
Que impõem nossa existência
no planeta,
E que sigamos adiante em nossa caminhada eterna!
É
desse duro e, no entanto, galhardo propósito
Que revelamos
realmente quem somos
Nas esferas de uma situação
circunscrita
Ou no parecer de um discurso de farsa
Quando
jamais esperaremos algo consonante.
E seremos grandes
aprendizes, algo concludente
Nas condições de criarmos leis de
muita urgência.
Que
melhorem nossa qualidade de vida
E que não nos apartemos do
quilate bem consumado.
Quando de saber que nem só de pão vive o homem
Conforme o que
predisse nosso Senhor Jesus Cristo!
quarta-feira, 3 de março de 2021
UM OCASO DE OUTRO DESTINO
Chefiar uma grande equipe pode não
ser árdua tarefa
Quando um comandante passa o seu casaco de uma
estrela
A outro, que pode ser civil e responsável pelos seus
atos..
Dentro
de uma tabela padrão, dentro dos mesmos atos
Que tergiversem
nas ferramentas que temos à mão…
Dessa ferrugem que
participa de nossas guias,
Temos por nós o diz-se que não
fomos,
A galhardia encapsulada na ocasião,
O verso tardio
na encruzilhada de um vintém…
Como Neruda, em seus
clássico Canto,
Teria um desfecho mais nobre quanto dos EUA
Ter
ensaiado sua punição na modalidade mais enfática
De um exílio
forçado em terra italiana.
Mais de gigantesca obra será
de ver que não importa uma posição
Para que a obra da poesia
surja imensa, nas metáforas, na música,
No endereçamento
correto de onde ela se situa
Mesmo com a paráfrase sendo
investigada uma a uma.
Em um cansaço gigantesco nas mãos
da poesia,
Mesmo que o poeta não possa chegar a um termo
Em
que sucintamente descreva um estado de espírito
Ou quando sua
mão padece de um dos males, menor…
Quando reverberamos
uma voz dos mares doutos
Saibamos melhor que tudo o que nos
encerra nua e cruamente
Pode ser o apanágio de uma antiga
loucurinha que arremete
Lenta mas vigorosamente por sobre a
alfombra do saber.
E, dito pelo não dito, reservamos os
certos recursos
De antemão resguardados pelas enigmáticas
chaves
Em que, alquimicamente sabemos do mistério
Que
encerra o suspense de dele não sabermos o suficiente.
Ao
que venha do além mar, em um sopro de alento
Porventura é o
que temos por enquanto, o tato
Por vezes de uma grande icterícia
que relembra a esmo
Comermos o doce unicamente para combater o
amargor.
Supondo que as estrofes aglutinem quatro
linhas,
O destino que marca esta breve poesia do destino é simples:
Perfaz um ocaso de uma linha, que seja, estrofe de duas e uma do per si.
domingo, 28 de fevereiro de 2021
QUEM PODE MAIS
Como num decalque, vemos muitos seres navegando
pela atmosfera de nosso olhar, esta algo turvo de não prestarmos
toda a atenção, em que muitos talvez estejam nos ajudando a
compreender melhor o mundo, este em que vivemos: o nosso planeta
Terra. Carecemos de ver melhor, assim como que, para um devoto, a
imagem de Krsna é o próprio Krsna… Relembrando a nós mesmos que,
assim como temos a Natureza Material possuímos um mundo outro –
mais profundo – que é o mundo ou a Natureza Espiritual. Desta a
coisa é mais sutil, não muito apercebida pelas circunstâncias
externas, haja vista a matéria ser coisa mais aparente, a não ser
quando temos um serviço mais atuante com os ditames do que pode ser
almejado em um estado de devoção, o que configura estarmos sitos em
serviço a Deus. Podemos arguir que estamos justamente situados
transcendentalmente mesmo quando compreendermos a matéria e todas as
suas qualidades… Certos livros nos ajudam a elucidar
filosoficamente certos fatos e realmente possuem suas faculdades,
como a filosofia, a antropologia, o treinamento de um idioma, o que
podemos argumentar baseados em conhecimento empírico, ou mesmo na
prática de uma doutrina.
Tudo pode ser conhecimento cabal,
podemos ser doutores, oficiais, juízes, operários, faxineiros, ou
seja, termos nossos afazeres dentro do pressuposto do trabalho.
Quando desejamos que os frutos de nossos trabalhos sejam endereçados a Krsna, começamos o processo de serviço devocional
a Ele, o Criador, nosso Deus. Mesmo que o diálogo que tecemos com a
matéria seja pungente e sua interpretação diversa e concludente a
respeito quiçá até do átomo, posto neste também se encontra a
centelha elementar do Paramatma. Não há problemas que tenhamos que
saem fora do ser pacífico, praticamente uma posição onde a guerra
não se explica. Posto quando estamos bem situados em nossa vereda,
nem que o seja da compreensão das coisas, pura e simplesmente, não
teremos dificuldades em boas argumentações, mesmo no universo
material. Podemos mais quando queremos e menos quando ignoramos a
própria matéria, esta que faz parte da espiritualidade como carne e
unha. Essa película que vai por adiante de nossa compreensão mais
tosca, até da qualidade em sublinharmos nossos melhores e mais
grandiosos significados.
O que vai por adiante em se conhecer o
corpo humano, por exemplo, também segue por nossos conhecimentos algo
de ritmo, quando queremos tocar as karatalas, e nos valemos do
metrômetro, da internet para receber as aulas e do ditafone quando
Prabhupada, no século passado, gravava as suas palestras e aulas. A
tecnologia faz parte da evolução do planeta e estarmos conectados
com ela nos adianta mesmo quando o assunto é a religião. Portanto
podemos fazer uso da ciência para nos aprofundarmos em qualquer
assunto, e quem pode mais é o próprio conhecimento, não apenas nas
veias materiais quanto na compreensão espiritual. O diálogo com a
matéria torna-se de importância cabal. Mesmo que trabalhemos como
administradores de uma fábrica, ou como chefes de uma equipe, temos
a responsabilidade de fazermos a coisa certa, de sermos honestos, bem
querentes, bondosos, e competentes, na medida do possível. Para isso
de fato fazer a diferença, estaremos em uma boa e consonante
plataforma quando dedicarmos nossos sacrifícios e nossos trabalhos a
um Ser Superior... Assim, demandaremos sintonia com todos os seres
vivos e planetários em nosso serviço em devoção, o que revela que
podemos transcender mesmo estando dentro de uma atmosfera
extremamente material. Esse pontuar-se na matéria nos ajuda a
resguardar todo um trabalho teórico e, se formos considerar uma
escala mais social de nossos propósitos, podemos vislumbrar que esse
modo de pensar socialmente no caminho da libertação pode estar de
acordo com uma vivência mística. Haja vista pertencermos a uma
Nação extremamente religiosa, desde seu nascituro, e disso não
abramos mão, posto ser meio impossível você criar um estado de
coisas em nosso país sem o paradigma algo evidente do
espiritualismo.
Essa noção evidente em nossos dias revela que
podemos trabalhar uma vida social utópica dentro de um parâmetro de
quase sonho, um Estado que pense melhor em sua população, e que
possa reivindicar sempre melhores dias para o nosso povo, pois não
será mantendo toda uma gente sem emprego que talharemos para os
nossos compatriotas melhores dias de trabalho. Não nos tornemos uma
Nação sem sentido algum, não vendamos nossas riquezas para o
estrangeiro, sejamos nacionalistas e fiéis ao pressuposto da
justiça, e não permitamos que comercializem o nosso bom senso. A
pátria reconstrói-se com seus paradigmas próprios, e não será
abdicando de nossa nação inteira e segura que iremos fundar uma
nova. Devemos resguardar o que temos, e é esse um panorama material
mais justo para que possamos nos dedicar mais atentamente nosso
arcabouço espiritual, que igualmente versa sobre o mesmo assunto!
sábado, 27 de fevereiro de 2021
A TUTORIA DE DEUS
Krsna
é tutor de todos e tudo,
Sem exceção, está conformado em
seus planos,
De tanto e tanto que nada se move sem o seu
olhar:
Nem uma gramínea ao vento foge ao seu controle!
Nem
o mais breve pensamento que tenhamos
Foge à compreensão Dele,
ó pai, consorte
E filho de nós mesmos, quando o amor é
solene…
Os nomes de Deus podem ser variados,
Como
Javé, Ala, Buda, Confúcio, Cristo,
Mas o nome Krsna significa
o Todo Atrativo,
Aquele que encerra em si todas as opulências
E
está presente ao menor olhar de uma entidade viva
Que são
tantas que ofuscam com sua luz nossa visão.
Mesmo no
toque de uma karatala, ao tocar a mridanga,
Ao cantar de seus
santos nomes, nos mantras que são tantos
E tantos que o
infinito é mais apropriado para abarcá-los
Tentamos não
escutar a Sua voz, e na verdade não apreendemos
Tudo o que se
possa pensar a Seu respeito, visto sermos um
Defronte da
imensidão do Ser em si, do Seu universo
Tanto espiritual quanto
material, do que temos por abraçar
Na religião suprema do
Vaishnavismo, o que nos aloca
Nas devidas proporções do
Sagrado e de uma centelha
Espiritual que somos, parte do
Espírito Supremo
Fagulhas que pertencem ao fogo,
Parcelas
indivisíveis do átomo,
O que está presente em todo o mundo
material
E que está presente em todo o mundo espiritual…
Somos
o ser observado por aquele que desfruta:
Dois pássaros em uma
existência, o Paramatma
Está em nós, como o pássaro que
testemunha
Enquanto o outro pássaro é Jivatma, uma alma
Que
ganha corpo com o nosso espírito
Que somos, pois não somos o
nosso corpo
Que assume diversas formas, e sim,
O espírito
citado, o Atma sagrado
Em que devemos cumprir a missão
No
mundo no caminho da devoção,
Simplesmente isso que nos
abrace,
Posto não haver mais poesia que não cante
O Canto
próprio de enaltecer o que é
E suprimir o que não seja mais
de ser
Naquilo que temos por matéria bruta
Quando sabemos
que somos devotos
Em nossa bhakti-yoga, o serviço
Em
devoção acima de todos os outros,
Posto que quando adquirimos
essa consciência
No mínimo estaremos em um caminho de luz
Na
onipresença do ser maior, Krsna, que nos religa
Ao sagrado, que
nos faz nos lembrar Dele,
Em que assumimos um corpo de
luz
Quando nos situamos no Svarupa.
COMPONDO A BASE DO CONHECIMENTO
Sabermos ler é fundamental para
adquirir, vindo de fontes sinceras, as bases do conhecimento. Uma
frase cabal, mas é que saber ler vem de graduações elementares até
a compreensão mais aculturada, quando o tema ou pensamento do
escritor ou filósofo é bastante profundo. É como se aprender
inglês e tentar ler Shakespeare, na sua forma quase original… Se
em tudo houvesse facilitação talvez fosse mais praticável, mas a
prática continua sendo essencialmente uma necessidade de nos
esforçarmos para romper as barreiras das linguagens, atingindo
pontos cruciais do entendimento humano e catedrático. No entanto,
além dessa base do conhecimento, algo deve ser repensado na esfera
de como atuamos na vertente dos cidadãos que somos. Às vezes há um
toque de política, no mais, que ausentemo-nos um pouco desta, posto
um ser apolítico também pode manifestar a sua interveniência
filosófica. Nem tudo está nas cartilhas de atuação partidária,
posto nem todos os políticos do planeta hão de cumprir os objetivos
por vezes espúrios de suas agremiações, sejam elas beneficentes ou
não. Pode-se começar por aqui os objetivos da religião com o verbo
latino religare…
Uma aproximação coerente com a espiritualidade. Se assim não
fosse, não seríamos brasileiros! Essa
breve introdução diz respeito à teologia libertária e suas
nuances, como modalidade da reconstrução do ser pobre, daquele ser
que conquistará
melhores posições na escala social,
haja vista que não devamos sofrer aqui na Terra, pois a luta deva
ser por melhores acertos do que erros na questão das classes
sociais.
Disso tudo esperamos por
dias melhores, posto no reino de Pasárgada o poeta não é amigo do
rei… Pois se o rei não reina e nem governa, o que esperar da sua
realeza, senão um contrassenso imaginativo na suposição de termos
tantas das gentes enfermas mentais na sociedade, como se fora normal
não seguir estritamente as regras de uma Lei maior? A campanha há
de ser pela legalização do bom senso, e não seguirmos aqueles que
depõem contra a segurança sanitária de nossa população! Não,
que isso seja imperativo. Seremos órfãos de um governo que não
governa? Ou ditaremos que se faça um bom governo para aqueles que
não nos governam, e levam mais de mil pessoas por dia para o
cadafalso de suas existências. Será que o militar que fosse bom
seria bom de qualquer forma, a mostrar que entenda de saúde em seus
hospitais do exército? Ou será que algo falta na logística de todo
um sistema que mata, antes
de salvar vidas… Talvez acreditemos no
poder de Deus, mas crer que uma administração esquece de seu poder
e faz refém toda uma imensa população não será a crença maior
que podemos depositar em um administrador.
Que mostrem sua
competência, que enalteçam a vida, que ajam com zelo e cuidado
necessários, que tomem tento da situação, senão o mundo do Brasil
estará perdido, aqui e lá fora. É uma súplica e ao mesmo tempo
uma prerrogativa de mando que comecem a tomar alguma consciência, lá
do fundo, perdida que está, que retirem do fim do túnel um pouco da
luz, que comecem a obedecer os civis mais competentes, pois militares
que não podem gerir com problemas pandêmicos dessa ordem não
merecem ser chamados de militares, pois não o estão sendo. O soldo
pode aumentar, meus caros, mas isso aponta que estejam corrompendo a
si mesmos? Aonde aprenderam a combater, se não dão conta nem de uma
virose? Imitem ao menos o marechal Rondon, se é de sua estirpe serem
grandiosos com a nossa pátria… Partamos
do princípio de que os hospitais de campanha são extremamente
importantes e que a classe dos guerreiros está deixando muito a
desejar, pois covardemente obedecem os de baixa patente
e esquecem do povo de nosso país, tão
rico é o Brasil, e tão premente é a ordenação que devam agora de
apresentar.
O que move um cidadão para uma solução premente
em uma nação brasileira é justamente acreditar que uma categoria
de gente há de saber lidar com uma pandemia dessa ordem, mas não
haverá progresso se continuarem batendo na mesma tecla no erro de se
seguir um pretenso líder.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
VENTANIAS E VERTIGENS
Vem a vertigem da noite, em novelos negros,
claudicantes,
Como na vida sem ermo sério, sem as longas
madeixas
Que nas mulheres caem sobre os ombros, ventanias
De
ondas viscerais que encerram quilates de riquezas
Assim, de
verter a beleza que não retrai o olhar
Quando nublamos a nossa
própria natureza
Aos ventos que de supino crescem…
Assim
de sabermos aos ventos quantas ondas temos nos oceanos,
Mesmo
enfeixando a tristeza dos tempos de verões de chuva...
Que
saem a rebentar as ondas nos costões de pedra
Que dizem mais do
que a se dizer de frente ao mar.
No que se diz de algo
fantasmagórico, encontramos bruxas
De tempos em tempos, do
passadismo algo remoto
Quando nos apercebemos do quinhão do
misticismo
Repartindo oferendas ao acaso, vertendo nossos
deuses
Nas vértebras de um diamante negro, nos caldos das
íris
Em que a resistir uma frase, a dimensão não nos
cale!
Resta perguntar aos
algoritmos da floresta quantos troncos
Sairão ilesos da
carnificina de fogo que se alastra
Como um universo de seres que
se acaba frente
Ao ignorar algo doentio e insano de um
comportar-se…
Ao que se diria: seremos órfãos de selva
milenar
Se mesmo os índios perfazem fileiras a se alimentar
Do
ouro escuso, visto serem eles a única proteção humana.
De
ocasos raros veste-se uma ilha de rumores,
Qual frente onde
encontramos nos ventos as respostas
Em uma semana sombria, que
se repete no tempo
Onde, na verdade, reside o mesmo tempo na
ocasião do ter.
Folhas secas navegam pelas ruas, e o
sopro é forte
A mais de ser que mina as rochas no calor da
tempestade
Quando se rumina a ideia, a saber, repetindo
cartilhas.
Verte-se o inumerável proceder,
uma veia de regresso,
Quando somos teóricos do nada, quando
relemos o lido,
Quando nos ausentamos de interpretar a Bíblia
Sagrada.
O que dista de tudo é a nossa própria
ausência
De não sabermos mais
sequer quem somos nesta salada grega!
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021
INTERVALOS INQUIETOS
Uma regra é única e intransponível
E
dita cuja perfeita quando próxima
Ao reiterado processo do bom
senso,
A simples sensatez, o consenso
De uma urbe que verte
seus dilemas,
De uma turba que refaz seus planos
No tempo
paragonado, no fluir
Das gentes das ruas, no olhar
Que
deixamos escapar pela entrelinha,
Nos vórtices sagrados das
escrituras
E no papel redundante de um verbo!
Por
vezes suamos
as flores da pátria,
Por vezes o intervalo entre as
flores
Esperam o amanhecer inquieto
De alguma primavera que
surja
Mesmos quando se aproxima
Um inverno não
desejado
Um platô inconsútil
Um uníssono desejar
Ou
algo mais que não nos fira
No suposto ocaso de nossa
ciência
Quando as vestes do sol nos abandonam
Como algo de
imenso respeito
Posto da Natureza de um ser…
Assim
de se dizer o para águas
Nas mesmas vestes de nosso corpo
Algo
de espiritual floresce a alma
Vertendo uma soberba de
esperança
Por sobre laivos de fé e resguardo
Naquilo em
que acreditamos ser
Não mais que a Palavra, mas, se tanto,
O
farnel de nossos desejos mais crus
A vida por si em nossos
curtos dias
Ao que se remende – profilaticamente –
Uma
escusa que não se lembre
Da memória mesma que surja
Sobre
o tapete de nossos ancestrais
Sobre a ira de Deus, sobre o
Justo
No sobrecenho da sinceridade
Que refoga o pão da
divina flor.
Na
escola de antes, na escola do agora!
Ou mesmo no
ensinamento que faz a falta
Quando nos disseram de ante mão
A
escrita de alfarrábios antigos que prossegue
Sendo o código de
um paradigma
Quanto a sabermos de uma onda
De tantos
sufrágios, de tantas desditas
Que nos revele algo de maior em
nossas vidas
Que não seja gigante, posto da valentia
Esquecemos
por vezes o limite de um per si
Quanto a enumerarmos a
aritmética dos opostos
Na métrica de uma poesia, na
composição
De um homem invisível a olho nú
Mas, em uma
breve busca,
Renitentemente artista e com a pele
Posta
escalavrada pelo tempo
E, no entanto, escalada como peixe…
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
QUADRÁTICOS INTEGRADOS
No
si e de si mesmo, quem sabe se não rimos à socapa, em metros e
metros quadrados… A vestimenta sistêmica insiste em dizer que nada
é risível, que tudo é muito sério, e encontramos graça, na verve
do bom humor, em toda a farsa, em toda a falsidade, na pantomima
circense de ocasião, no que se torna obstáculo ao bom senso, em
tudo, no rumor da fascista ordem, no tempo atual, não que não
queiramos, mas, fatalmente, talvez não queiramos mesmo.
Talvez
não saibamos querer o sério, aquilo que merece resguardo mas,
obviamente, um sentimento que ultrapasse o mesmo desejo da ordem
queira por vezes um caos normal, uma diferenciação genérica, um
meio que se faça mais correto dentro da bagunça, quem sabe, uma
notícia verdadeira e imparcial em sua totalidade.
Não deve
haver queda de braço a esmo, não deve haver conflitos, posto a luta
de classes não denota muita aparência nos dias de hoje: vá lá, a
luta entre religiões parece ser mais adequada nos dias meio
quadráticos de hoje… Denotemos algo do caráter histórico dos
nossos pensamentos, posto sem esse caráter não evanescemos as
nossas dúvidas e nem vencemos os nossos temores. Se dá o processo
dentro de um contêiner blindado, como um grande cubo fechado, onde
trilharemos a causa maior a partir dos nossos próprios problemas,
onde a venda do seu conteúdo há de ser repensada, posto não
podermos vender a nós mesmos o tempo todo. O
que temos nesse invólucro quase secreto somos nós: nossas casas,
nossos alimentos, nossa educação e nossa saúde. E, bem ou mal,
revela-se o fator cultural, que é um emaranhado de circunstâncias
que justificam o nosso modo de ser, a nossa questão maior, e sua
resposta aparentemente longa, mas quase imediata!
Supondo que
sejamos adultos, ou quase, hemos de saber lidar com a aparente medida
que tomemos no sentido de tentar assentar o assunto, pois temos
apenas um contêiner, e isto revela o recrudescer – infelizmente –
de uma carestia quase congênita ao nosso povo. Essa peça de
exportação há de ser desmembrada naquilo que podemos carregar e
aquilo que podemos comercializar. O segredo de uma economia firme é
sabermos preservar o que o Estado tem a dar bons dividendos e aquilo
que é falimentar por ingerência de má administração. O país
necessita de recursos, mas, antes, de recursos de base, como
ferrovias estatais e outros modais de infraestrutura, tais como o
saneamento em regra em todos os rincões de nossas populações e o
pleno emprego como regra cabal de nossa sociedade. Sem isso não há
possibilidade de Poder, não há execução nem executivo, não ha
regras e não há um panorama de ordem social bem quisto em nossas
estruturas governamentais. Não haverá saúde se não pensarmos a
curto, a médio e a longo prazo para a consecução de nossas
prerrogativas de desenvolvimento e progresso.
A partir de tudo
isso podemos falar de um país com a generosidade de transcrever para
um livro de história confiável e belo o que fizemos para adicionar
mais esperança em uma tomada de ciência e de progresso para um povo
tão valoroso como o nosso… É através de um processo democrático
não excludente que passaremos o bastão para os próximos que vierem
depois de nós mesmos, posto não podemos passar pela nossa história
como um modelo de dependência e de autoritarismo, haja vista a
performance de tantas nações que, como os EUA, ainda ensinam um
pouco a como se combater radicalismos inconformes e a truculência
que por vezes urge por assaltar um país livre.
A partir dessa
premissa devemos obedecer aos criteriosos processos de paz na nossa
nação e desvendar os segredos que passam por nós
como um atender-se a uma integração que nos leve a uma questão de
ordem de repaginarmos uma história, que seria um fracasso, para um
libelo que nos leve a construção livre e independente da
instrumentalização de nossas sociedades, tribais ou não.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
A ÁRVORE DE UM MANTRA
Quem sabe fôssemos algo menor do que compormos nossas vidas
No presente da soberba que nos alicerça dentro de um selfie
De primeira mão, a que não dispomos tanto o saber menor de um ser.
Como se fôssemos entalhados pelo tempo em madeira bruta
Ou cinzelados em nosso marmóreos tempos em que a pedra
Se encontra em Carrara quando sabemos da forma e volume…
A seguir, que encontramos outros significados em palavras ou na voz
Que emana de uma mão que se desfaz em gestos no tanto em se pretender.
E o canto de um mantra nos mantém fincados em raízes solenes
Do alimento e da água a se ter, pois que a terra é feliz em alimentar.
A se dizer, que não poupemos nosso tempo em razão apenas produtiva
Porquanto seja importante reservarmos na contemplação as sílabas.
Em se tratando de sermos quem seríamos antes de nos darem codinomes
Saibamos do espírito e suas tríades que navegam nos nossos conhecimentos.
Misteriosa para alguns pode ser a senda da religião, seus costumes e ritos,
Mas que saibamos de uma vez que o Cristo sempre falou em não matar
Assinalando que qualquer guerra jamais será cristã, pois de latente já está.
Posta uma sombra no cenho de nossas próprias amarguras sutis
Veríamos que nem tudo que está em testamentos se testa,
Posto a inerme corrida daqueles que são pessoas de bem
Mostra que a insana corrida das armas revela o pressuposto de outras faces!
O TROVÃO E AS ATUALIDADES
Verte-se uma norma da normalidade
cabal,
As singelas formas do querer mais do que
Assim como
se fosse uma ideia qualquer
Uma ponte aérea, um desavisado
anúncio
Onde a ordem dos fatores altera e muito
O
elementar das gentes no pressuposto
Do lógico a alcançar
razões futuras
Que compreendem a incompreensão
De um
teatro do absurdo a conectar veias.
Não que seja um ponto
final admoestar
Questões ausentes de uma quase
tempestade
Onde apenas um trovão ribomba no
planeta!
Apadrinhar-se velhos conchavos é razão
Que
perde-se na semântica do fracasso
E, a se dizer de tudo isso,
perde-se também
A noção algo desconforme que caracteriza
Toda
a velha, a atual e a futura política…
Seríamos
melhores ao ignorar Maquiavel
Posto há das gentes que se fiam
na cartilha
Ensombrecendo a vértebra dos enjeitados.
A
chuva, a maravilhosa chuva dos verões
Por vezes não é muito
bem-vinda
Nos contextos das atitudes verazes de crises
Quando
se denota que tal esgotamento
Não é apenas dos recursos
excludentes,
Mas de toda uma parafernália sanitária.
Que
se criem as vértebras lombares
Acima do sacro espinhal,
ladeado
Por pélvis serena a conter órgãos
Não de
remanejamentos insalubres
Mas que apoie no topo o crânio
Sob
a cutânea axis como osso
Do princípio ao fim, na ida e na
volta
Ao que seja, retornarmos sempre
Mas sabendo que o
coração e a mente surjam fortes!
domingo, 21 de fevereiro de 2021
DA ARTE E DA CIÊNCIA
Reza uma letra que pensemos não o
demasiado
Que a arte não respire o suficiente
De seu
próprio respirar
Nas demandas inconsúteis do querer…
A
ciência, por sinal, fomenta a arte, perfaz razões
Onde –
pudera – não encontramos a veia algo azul
De uma nobreza nada
pueril, mas formada de caráter!
Essa mesma semântica que
não nos assoberbe muito
Naqueles Cantos a verberar um assento
solene
Onde o justo procura a justiça, e onde o mesmo
Cantar
Não perfaz a latitude onde pousamos um olhar mais
grave.
Esse
olhar sobre a penumbra de uma mulher ensombra
Os
desejos na raiz maravilhosa com se fora o tronco
Que não se
envilece na conversa com o presente e o passado…
Nos
albores da ciência fizemos o osso alavanca, evoluímos
Por só
sabermos da vida sobre a atmosfera de um mero dia
E
que, no entanto, escrutina a versão mais saliente de uma
rocha.
Perfazendo caminhos algo conflitantes, prescrevemos
uma ideia
Em que por vezes se turva algo no pensamento e
confundimos
As fronteiras que evanescem uma suposta via de
acesso às cidades.
Essa fronteira não seja imaginativa
em excesso, pois a Criação
Ordena uma mente conturbada com a
ação mesma da Arte.
Estamos a navegar por outras
veredas, que sejam de luz
À luz da ciência de nossos
propósitos, e que certa palavra
Pousa em uma estrela e espalha
constelações ao chão.
Leve como o flutuar de uma
tartaruga, rápida no mar
E que não remonte a odisseia que vem
para o respirar
Mais de
seus ovos germinados na areia, para uma corrida
Em que há bons
homens e mulheres cobrindo seus filhotes.
Reside no
panorama de um mar tardio, como se fôramos
Guardiões de uma
ordem atávica baseada na sensatez
E germinando frutos do que a
mesma Natureza oferece…
Dessa toda Natureza pescamos as
ideias em seu funcionar
Onde a pedra filosofal pede ajuda a
Trimegisto
Retendo uma notícia ou outra vertida no império de
uma poesia!
A vemos com o olhar consonante e conforme, no
dito pelo dito,
De um dizer em acrônimo por vezes e, em
outras,
Um acróstico com significados contínuos.
Nossa
vertente é maior do que uma lei que não exista
E não e menor
do que um subentendimento
Enquanto saiamos da verve, onde a
poesia é arte
De uma completude onde o ignorar se perde
Na
compleição dos excluídos que perdem a questão
Por não
possuírem um caminho correto adiante.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021
UMA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA
Das
vias em que não nos vemos,
Da palavra assoberbada demais
Ou
de menos que soletremos verbos
Assim, de se proceder que
tenhamos
Da palavra mesma do ante passo
Ao que caminhemos
em profusão
A seguir um mandatário ignóbil
Tenhamos
sempre a capacitação
De termos em mente a jurisdição
Que
evoca a parte da justiça!
Assim, de se saber portanto,
O
que rege a mesma outra palavra
No dito por não dito, o
falsear
De uma sílaba inconclusa, o voto
De mais um
pesquisar que seja a vida
No
que subscrevemos ser a mesma via
Onde Ápia não fosse
tão importante
No encontrar ao Vaticano, outra vereda
Onde
o menos seja mais e o mais
Seja de um catolicismo venial…
Que
não se pretenda perdoar tudo
O que de pecadilhos reserve o
tempo,
Mesmo que alguns pequem igualmente
Na esteira de um
solilóquio fragoroso
Ao diálogo que não entonteça o
bastante!
De números não saibamos o bastante
Em
nossas equações de Math ou menos
Na conformidade de uma
lógica cartesiana
Em que encontramos uma era passadista
Antes
da descoberta de Einstein
Quando procuramos soletrar o poder do
átomo!
Se não sabemos o quinhão da frase lógica
Uma
outra matemática se faz presente
No andamento da própria
alquimia
Onde o sonante transmutar mandaria
Na mesma
equação primeira da matéria.
O que verte por uma vez
maior de tal equação
É justamente o parecer inconsútil da
mesma matéria
Naquilo das vezes em que escrutinamos o verbo
No
mesmo modal onde não encontramos a solução
De uma simples
aritmética e seu contexto...
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021
SUPRESSÕES
De
aventar uma hipótese cresce um pensamento
Que erradica um erro
crasso perante uma Corte
Que ensimesma o em si e para si, da
proteção
Da maravilhosa reconstrução institucional
Do
que não dependeria de um farol maior
Do que a mentalidade
sóbria da cátedra
E de todos os ensinamentos jurídicos de uma
Nação…
É de tanto nos orgulharmos de possuirmos uma
Lei
Que há de nela confiarmos as melhores missões
No
entendimento de um corpo senciente e pensante
Justo, na Justiça
cabal, íntegra, nem que a razão
Seja menor em algum sentido,
mas que se verte
Na acepção crua de um significado latente
De
se opor à insânia que se traduz em uma sociedade
Por vezes
enferma, na literalidade hoje transudada.
Dessas vitórias
algo quase particulares, o cidadão
Empoderado por vezes há de
perceber que latitude
Nos sobre a dimensão de uma vereda ao
cimo
Da pretensão saudável na normatização nua e crua
No
processo que sempre inicia um pouco inconforme
Mas que caminha
no seu devido lugar constante,
Porém encontrando a conformidade
aos poucos,
Um processo que necessita de homens preparados
E
piedosos no que deva ser piedoso e justos
No que urge a mesma
justiça que bestifica
Os inconformados, mas que, na saia
justa,
Repõe acertos e erros na mansarda da vida
Mostrando
a jurisprudência que engloba o país
E, renitentemente,
enclausurando um viés
Taciturnamente ignóbil onde seja um
platô
Onde encontramos finalmente a lógica universal
No
pensamento de homens e mulheres democratas
E com a aguda ciência
de décadas de competência!
É, faz isso a gerência de
um gerente, a administração
Realmente veloz na sua atitude, e
sacramentada
Pela força de um Deus inesquecível, cognoscível
A
que não se falta que Dele lembremos
E que não saiam por Ele
falando quando sabemos
Que por vezes não é o do perdão, posto
a justiça dos homens
Aparece para balizar o desconexo e
desemaranhar o novelo
Tão simples e decisório como dois e dois
são onze.
Caracterizar todo um aparato de segurança
judicial
Como algo de falsidade ideológica traduz o
intraduzível
E apenas será por meio da força de nossas
Instituições
Que cresceremos por vias da liberdade
permitida,
Não ao contrassenso de navegar ilibadamente pelo
falso
Parecer de uma notícia talhada em um brinquedo
Que
comunica muitas vezes a escusa modalidade
E o véu se fecha por
nossas faces quando apontamos o crime.
Desse modo, não
importam as forças contrárias ao bom senso
Se por um canto que
se canta de razão algo primária
Podemos definir algumas linhas
de palavras
A um documento que se revela um grande julgar!
terça-feira, 16 de fevereiro de 2021
A
GRAMÁTICA DOS EXCLUÍDOS
Vem a roda, a roda que vem de
qualquer jeito
No
que se transpire uma alvissareira morena
Não estampada no colo
do útero, de progenitura
Algo sacra de tanto esperar, e que o
pão baste
For a new child of
the love, hence
O que não
bastaria para não internacionalizar
Algum contexto outro que
nos espere na exclusão!
War
é uma palavra universal, a quem saibamos
Que muitos estão
preparados para dilacerar o peito
Com novas armas permitidas, e
a questão não verte
De um único personagem, de um
character
Não
visto jamais em alguma película digital de cinema
Ou outro
truque qualquer em que se pareça estar
De boa conduta, de
behaviorismo implacável, ou tal!
Sim, se houver cinema
para todos os que são cidadãos,
Se não houver apenas a mescla
imaginativa do privilégio
De alguns poucos que mesmo assim
nunca viram uma peça
A ser encenada e ensinada no teatro de uma
existência
Que seja, a exclusão onde o verbo é presente e
muito ativo
Mesmo quando na inação de não se permitir que
haja progresso
Ou mesmo no andamento de uma catástrofe humana
ou natural.
Do que se dizer,
da gramática precisa, de uma face linguística,
Deve-se por
termos na perscrutação ignóbil de uma covardia
Onde muito se
ausentam de uma exposição quase vertebral
No que se ergue a
coluna do contrassenso, esperada, vertical,
Mas sólida como o
húmus amazônico que verte seu profundo
Naquele metro de
fundura que faz a diferença e, quando queimado
Faz surgir um
Saara imperturbável na sua superfície extinta!
A
exclusão passa a ser ribeirinha, indígena ou da metrópole,
Posto
por se excluir passamos a ter a vida igualmente extinta
Na
mentalidade de um futuro onde nem se criou a vida ainda
Quando
esperamos que filho e filho do filho seja compatível
Com ao
menos um pouco de passado que reverbere
Na beleza inigualável
em que se traduz a Natureza
E que, para algumas agências, não
interessa a um país
ou mundo...
domingo, 14 de fevereiro de 2021
A SOBERBA DA ELEGÂNCIA
Estarmos soberbos com nossa
chiqueza, parece-nos que estamos assoberbados com a falsa elegância
que verte de nossos comportamentos pueris, cáusticos por vezes, e
idoneamente ilusórios. Sem
citar a proposta indecente de muitos poderes – gigantes ou
irrisórios – na escala giratória de um mundo sem muito Norte…
Essa soberba de sermos “quase” elegantes, parte de uma premissa
de que, se fôramos realmente cultos, passaríamos uma borracha
nessas firulas, andando na direção de uma realidade muito mais
desconfortável no principiar, mas que vem como o néctar na
consunção
de nossos favores escusos,
mas tendendo à materialização dos fatos. Infelizmente, esse é um
pensamento recorrente em nossos dias, no que tendamos a uma esfera em
que o globo fica curto, incluso se falando da rede e suas convexas
aparências, seus dados litigantes e o fator escuso onde não se
encontra uma simples culpa. Esse setor da jurídica força pode nos
fazer crentes de que há essa força, e que sem escusar os nossos
princípios ainda temos por respeito a nossa Lei.
Por armas,
não entendamos que quebremos a mesma Lei, posto sem esta não há
administração, ou mesmo algum laivo de democracia, porquanto esta
seja genérica mas fundamental em nossas vidas algo de novas gerações
de cidadãos reticentes e noviços… A partir destes novos tempos
teremos por vias, não uma oclusão do pensamento, mas o irrigar da
massa encefálica para dirimirmos as dúvidas e prosseguirmos
cantando o Canto da Razão! Essa busca por um arrazoado sincero vem a
contribuir a todos – sem exceção –, pois nunca será tarde o
anúncio de uma aprendizagem, e a mesma aplicação da Ordem não
será vilipendiada em nenhuma circunstância. Esse vetor de
equilíbrio dos lados opostos vem a proporcionar – quem sabe – um
diálogo mais presente no que temos apenas, sem combater algo interno
que desgaste o panorama constitucional do planeta, ou de nações que
começam a se acostumar com o isolamento de suas intenções ou
partes regressas ou progressas. Vem
de longe essa gana de mudar algo sem se ter uma noção fundamental
do que realmente ocorre em nossas sociedades. À guisa da falta de um
reconhecimento do que vem a ser da história de toda uma região,
inibe-se a proposta concreta do quinhão que se mereça do
reconhecimento da mesma história, com
todos os seus elementos e agentes que persuadem o andamento do grande
relógio de nossos tempos. Verte-se nesse panorama similar a uma
grande salada sortida, a diferenciação dos nativos e dos
estrangeiros, dos cidadãos originais e daqueles de outros Estados,
configurando o ecletismo e um mundo globalizado, posto com a nova
modalidade democrática de comunicação em nossa contemporaneidade,
que permite a mesma diferenciação. Em uma verdade configurada com
diversos meios de comunicação, a vida de um ser humano se mede pela
sua extensão plenária, onde a vida se encerre em uma rede onde nada
do que se revela exato siga sendo a real substância do fato.
Portanto, de uma ilusão que nos assombra nos vértices
comunicacionais e nos meios que não são sempre usados para serem
verazes, mas, no mais das vezes, espalhando sujidade informacional.
Essa sujeira informativa deve ser combatida peremptoriamente, com
todos os recursos possíveis e imaginários, dentro de uma plataforma
dura e concreta.
A
que ponto se revele a verdade, é justamente aí que reside a
competência de agências reguladoras: técnicas de informação e
restauro da comunicabilidade sã entre as pessoas, sem a ingerência
de uma mística fake
na falsidade ideológica de nosso mundo. É justo que queiramos uma
sociedade mais justa, é justo que queiramos sair ilesos e com
segurança, em todos os sentidos, na segurança de saúde, alimentar
e intelectual, quando é o caso em questão. Essa plena jurisdição
é que nos importará para que tenhamos uma sociedade livre dentro do
escopo democrático, e é a partir daí que podemos ter a coragem de
mudar certos elementos nocivos à nossa sociedade, porquanto a
fidelidade ás instituições e o andamento pleno de escolhas livres
e respiros da democracia plena!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
DE ANTEMÃO NÃO SE COGITA A HIPÓTESE
De véspera não
sabemos qual o fundamento de nossas teses,
Nem que sejam
hipotéticas, mas vai um fundo de tempo necessário
A que
cogitemos a versão mais saliente e robusta do pensar…
Obviamente,
temos estrategas em várias áreas da sociedade
Onde se supõe
falsamente que a informação seja o tesouro vital
Daqueles que
abraçam diversos artifícios para obtê-la
Enquanto outros
fazem da salada grega seus atributos!
A coisa mais covarde
a se pensar é saber que muitos imiscuem-se
Nas frases de
redondas a quadradas, nós vórtices linguísticos
Quando
desejam obter alguma conversão, ou mesmo no mítico
Confessionário
de uma entrevista onde o que replica deve ser o não.
Esse
negativar em um colóquio pode não ser o próximo a se erguer
Uma
coluna fragorosa de elementos cáusticos naquilo que se deva
Ou
mesmo no registro de uma fala, aí sim, de cunho naturalista
No
que se oponha qualquer termo de pesquisa, pois o real é um.
Deveras
tivéssemos muitos dos reais, mas o que se pretenda
É apenas o
significado acobertado por semântica discreta
No cunho onde o
entendimento não abraça toda a causa
Quando esta perpassa
sobre letras abissais do infinito!
Desse modo, tenhamos um
pouco da dó dos inocentes de espírito
Posto por vezes serem
execrados socialmente, e essa toda gente
Não evanesce de
hedonismos crus, não são inferiores a ninguém
Somente e tão
somente são superiores em sua capacidade de confiar.
Que
destes nossos sistemas computacionais, pasmem, não tiramos
Muito
o de ganharmos, posto na competitividade exacerbada
Reviramos o
tapete dos césares na confluência de uma escala
Onde não
sabemos mais do cerne nem do conteúdo fluente da voz.
Salpicamos
o verso de sal, recrudescemos nossos instintos
Em uma verdade
que rege a vida mais ensombrecida do que tudo
Aquilo que vimos
por andar de solertes visões que adornam
Um teto de uma capela,
um vitral, quiçá, uma obra de arte sacra.
E segue a
poesia, por que não a seguiríamos, se tanto de um dia
Suponhamos
que esta não pertença a um mundo tradicionalmente
Circunflexo
nas veias que vagueiam em uma rede triunfal
Onde supostamente
nos enredamos até o limite do tirocínio…
A rede, esta,
suposta rede, net ou outra coisa, sem escala nem rumores
Sem
pensarmos no que realmente seja merece uma amplitude de análise
Bem
mais acurada do que realmente compreendermos seus vértices
E
arestas fortes ou fracas na hierarquia algo jovem de suas
conexões.
O pensamento da hipótese na contramão, ou
mesmo de véspera,
Como anunciado mais encima, não condiz com
uma literatura coerente
E, por um verso sequer de uma enzima que
cria seu significado
Remeta-nos ao espaço que revitalize o que
seja dito: de contramão!
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021
AO RESSENTIREM OS VERSOS
Não que não se possa participar de
um encontro, no mais,
Que seja obedecendo como um tipo de curral
humano
O distanciamento social, na dita imunidade de rebanho
Ao
que se tome todas as prerrogativas necessárias
Como temos que
nos adaptar a um verso ressentido
Ou a uma estrofe que se
assemelhe ao não encaixe do todo.
Assemelhemos um tanto a
uma questão de moral ilibado
No sentido lato, sem dizermos com
toda a segurança
Se esse moral carrega embutido um
ressentimento de outrem
Por algo que cometemos justamente em
troco de uma ação
Baseada no mesmo quinhão de moralidade onde
não se espera
A qualificação quantitativa do Poder, mas a
qualidade do caráter!
Seremos tantos e tantos depois do
rescaldo de nossas provações
Que havemos de admitir que o
esforço na prática da medicina
Urge no saber que empoderar um
médico é tanto que se faça
Como na latência de admitirmos um
Ministro que saiba
Ao menos um pouco da química do progresso,
da ciência e da paz…
Isso, da relação química com os
corpos que possuímos, que a vacina
Seja respeitada como fruto
dos cientistas que – diuturnamente –
Trabalham para que no
mínimo sintam esse respeito que, em sua ausência,
Dilacera
nossa confiança na cura, e empurra mais e mais inocentes
Na
bancarrota da doença que poderia ser evitada, e mais,
Segue
sendo o inimigo número um da nossa sociedade contemporânea.
Negar
a doença é como não acreditar mais na força da gravidade, é como
evitar
Que haja sexo em seus grupos, é como pensar que a
cerveja seja um ósculo
Em uma superfície dionísica onde nos
pareça que seja boa ao volante.
Por um razoável tanto
devemos seguir leis estritas, e essas leis hão de urgir
A serem
aplicadas pois, assim como se deva usar o cinto de
segurança,
Creiamos que a vacina deveria ser usada pelas
populações mais vulneráveis,
Posto é nessas populações
onde demandamos maior esforço em sua recuperação.
Os
versos não se ressentem mui facilmente, já que, em termos gerais,
O
que se roga é que ao menos continuemos a envidar esforços algo
supremos
Para que possamos afastar o mal pela raiz, e nessa
atitude a vacina é fundamental
Para que possamos dar cabo a
tanta ingerência negativa nestes meses difíceis.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2021
O PÊNDULO DA CONSCIÊNCIA
Vamos e venhamos, e o sal da
terra significa sermos mais conscientes…
A propósito,
não deixa de ser um turn off e um turn on, na
medida
Em que ligamos e desligamos os padrões perceptivos
Na
hora em que precisamos meditar em algo importante,
Algum estudo
em que se verte pela razão, ou – assaz importante –
Uma
percepção acentuada em sua hora e vez, no padrão
Quase
silencioso em que nossas vértebras se alongam para adiante!
Assim
caminhamos, quais quase primatas em plena evolução
No que se
saiba que o homo ludens se aproxima de um jogo
Onde o que
pontua é a consciência, e o que perde é o ignorar.
Assim
de se dizer, que uma obra-prima pode ser uma mulher
Quando sua
inteligência suplanta o simples escrutinar o verso
Indo além
de suas fronteiras, ensimesmando o fato de ser superior.
Não
da superioridade numérica ou quantitativa do conhecimento,
Posto
em uma obreira reside o grande caráter realizador
E tantos são
da Obra que nem mesmo o Criador quiçá saiba de todos.
Mas
não que fosse apenas da ciência o fator da sacralidade
existente,
Posto é na medida do compartilhar as descobertas que
se faz um país
Ou mesmo uma vizinhança solidária entre toda a
neutralidade das gentes!
Saber discernir o certo do
errado, o bom do mau, o auspicioso do desagravo
São medidas que
encapsulam a única Verdade, onde reside a boa lógica
Alicerçada
pelo pensamento algo profundo dos ditames que regem a humanidade.
O
pendular cotidiano dos seres, revelam a consciência até mesmo de
uma planta
Que não cabe ao ser humano discernir se é maior ou
menor do que a nossa…
Cabe sim, retomar ao verso dois ou
ao trinta, a saber, se da dúvida perdura
A insegurança, nos
sentiremos mais seguros quando nos apercebermos
Que a História
trabalha como um lindo pêndulo, no que revele a boa ventura.
No
mais, o que trazemos de positivo ao fator existencial humano é
compreender
Ao menos o que venha ao nosso encontro como um mito
da ciência...
Ou o reverberar puro da religião, em uma nação onde ambas possam coexistir.
domingo, 7 de fevereiro de 2021
sábado, 6 de fevereiro de 2021
O FATOR SAGRADO
Baladeva
se torna uma parafernália que auxilia seu irmão
Em uma frente
fraterna quando não diste tanto do oposto
Qual não seja, da
missão que os devotos cumprem em suas rotinas…
No
cálice de um brotar sagrado residem os mantras védicos
Como em
um infinito de sabedoria resiliente na Verdade
Não de algum
mito subliminar, mas dos próprios fatos!
Na
ulterior face do alongado e dilatado sequencial ordeiro
Revela a
dimensão o próprio saber religioso onde não esqueçamos
A
vida de cada qual, seu pressuposto sábio ou da farsa
Incontinente
e igualmente presente como contradição dos
opostos.
As
mentiras se atiram como nuvens baixas antes da tempestade
Com o
furor de nada a ser diletante na nossa compreensão
Em uma
Verdade única que vem a dar nos costados de Deus.
Essa
mesma Verdade se consubstancia em velhos textos,
Sejam eles
bíblicos ou não, mas que tem a ver com o comportamento
Mais
simples do que uma virada na eleição de um crente verdadeiro.
Mais
do que uma simples virada, lembra de fazermos nossa
panqueca
Prestando atenção na massa despejada sobre a
frigideira,
Tal que estimemos o labor de nossas frentes, a
consciência adiante…
Se rogue o tanto a se seguir, no
adiante de nossas fronteiras,
Na pele quase escusa de um
camaleão, não que não revertemos
Uma história que não se
escreve, um capítulo de um si mesmo
Uma frase que deixamos a
escrever na pseudo-história
Que nos tornamos depois da vertente
plácida dos inocentes.
Depois
de tanto
recrudescermos a partir dos autos solenes,
Tergiversamos com a
mesma parafernália de Balarama,
Seu
tambor sagrado que o identifica como uma característica
Divina,
a ser o ser que nos pontue significados autênticos…
A
voz da percussão do mantra revele-se a nós um toque sutil
Da
força do tenebroso junto à força da esperança
Mesmo que por
trás de tudo assintamos na mesma forma
De uma dança de Shiva
onde se mostra a real devoção!
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021
A AJUDA E A LEI
Sérios são alguns problemas de ordem
social
Qual não fossem, a um olhar mais atento
O alento
que não temos quando precisamos
Como se a poesia virasse o
entendimento da rua…
O lado externo de nossas oclusões,
o raiar sagrado
De uma lua no começo da noite, o vergar raro
De
uma viga sólida no preposto veio das estrelas
Quando estas rastreiam seus próprios caminhos...
Assentindo
com uma companheira que nunca dorme
Não sabemos talhar a fatia
do bolo que não entendemos
E que, na virada de um projeto
luminar,
sejamos a estrela
Que falta para um projeto de felicidade a
todos!
Em nossa realidade prescrevemos um bom combate,
E
a aceitabilidade da vitória ou da derrota, pois
Uma linha de
comando serve para nos atinarmos
Que o sufoco da incerteza
jamais nos alcance.
Reiteramos
nossas atitudes, seja por meio do verbo,
Seja na atenção
redobrada de nosso serviço sério
A quem amamos mais do que a
nós mesmos
Quando nossa vida sabe mais ao colo silencioso…
O
que esperar de uma Pátria livre de amarras,
Uma Pátria que
seja equânime com suas diferenças
No maior ato representativo
do mundo
Quando pontuamos por realmente sermos
independentes!
Dessa independência que pode ser traduzida
no inglês:
Liberty, a mais do que não soubermos o tanto do
saber
Resta que a dialética seja nosso pensamento principal
No
arrojo de conseguirmos algo raro, veraz e cabal.
Naquilo
que consintamos seja mais uma vez um pensar
Com todos os
artifícios possíveis em uma modalidade
Ímpar na consagração
libertária, acima dos Poderes,
Posto investida na vontade
popular acima mesma do voto.
Aos ditames da lei e da ordem
consagremos a notícia farta
De termos a anuência da paz e, no
entanto, lutemos bravamente
Pelos direitos a nós consagrados, e
que não se perca uma vírgula
De uma Constituição não
totalmente boa, mas que invoca a justiça!
A
ajuda vem com a Lei, seja ela nos padrões de consumirmos
Uma
pecha que caminha no viés das condutas errôneas
Com a latitude
de ser nela aplicada um salvo conduto
Na medida em que for
identificada a suspeição.
Depois, até prova em
contrário, vem a culpa, vem o receio
Do judicial não estar
plenamente assistido pelo meio
Jurídico onde a falta brutal do
respeito também é motivação
Do crime, seja ele talhado em
reação ou no gesto preliminar.
A ajuda vem com a Lei,
igualmente no refratário padrão
Que não raramente corrompe
seus agentes, mas que haja
Um suporte coerente e ilibadas
corregedorias
Que possam investigar deslizes leves ou
cruentos.
Por fim: temos um aparato legal e consoante
conosco
Em que raramente erremos, na longitude de nosso
propósito
De seguir na ordem que equidista aos infantes da
nação
Ou em toda a sua mítica na cidadania civil.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021
REVESTIMENTO DE CAPA DURA
Podemos ter uma blindagem física, de aço,
de fibras sintéticas, de vidro à prova de impactos relevantes,
podemos ter igualmente uma blindagem psíquica, a fim de evitar
conflitos maiores por vezes do que uma bomba de urânio… Essa
defesa se chama a amizade que deve haver em nossas mentes por nós
mesmos, do indivíduo ou da coletividade, posto a sensatez passar do
lado do bom propósito existencial: afora isso, não procederemos
da melhor forma, nem para os outros e, principalmente, para nós
mesmos. A simples questão da lógica
elementar reza que obedeçamos a cartilha dos bons costumes,
justamente quando a sociedade se apresente justa para todos os
cidadãos e, por quais não fosse, andaremos sempre por reivindicar
os nossos objetivos, dentro das possibilidades de uma democracia
ampla e fundamentada em nossas instituições e em nossa Carta Magna.
Afora isso passamos a pensar meio insensatamente quando queremos
dissuadir o pressuposto acima referido, das vias democráticas e de
Direito, quando estas são vilipendiadas ou ignoradas, destarte todas
as conquistas históricas que devam sempre serem respeitadas, pois a
mesma história não pode ser ignorada em seus processos, pois a
partir deles é que as engrenagens dos movimentos sociais é que
funcionam correlatamente ao mesmo processo do grande diálogo entre
as frentes que caminham para adiante, em movimentos de progresso,
ciência e paz.
Nesse modal é que encontramos aqueles bons
amigos que fraternamente participam de nossos meios de vida, os
nossos tão diletos relacionamentos, nessa modalidade participamos
igualmente de uma ampla frente de diálogos inerentes a tudo o que
bem funciona, incluso propormos à sobrevivência de uma ignorância
subserviente a adição de melhores luzes, se isso for aceito a quem
jamais leu ou participou de um trabalho de ganhos dignos, no que seja
condizente a educação a todos de nossa Pátria, aí sim, cutucando
as nossas feridas com as gazes do conhecimento… Quando
o cidadão
se entontece,
frente às dificuldades, devemos supor
que a razão esteja sendo atacada por algumas tonalidades gris da
ingerência quase neutra da posição, algo primordial, com a
serenidade em resolver problemas onde a Ordem e a organização
injete o bom senso onde seja necessário. Os
líderes da sociedade devem possuir a frieza necessária e, no
entanto, um coração generoso e bondoso pois, se forem agir com
malícia e hipocrisia, não merecerão mais crédito frente ao
coração da História. De qualquer modo, uma capa que revista nosso
corpo não se tornará mais humana, a menos que a usemos como
material de defesa de nossas instituições e de nossa democracia…
Disto depende todo o aparato jurídico e as forças de segurança,
quando estes possuam orgulho não de um país quebrado ou atrasado,
mas de uma Nação guerreira que cresça igualmente para todo o
escopo social, desenvolvendo-se em sua independência, e acreditando
na sua força emergente economicamente. Disto não dependa que os
seus líderes possuam a pretensão de serem maiores do que são pois,
dentro de cada limite das suas áreas toma-se do Poder o que se possa
fazer de positivo para quaisquer nações, posto cada pátria não
dependa exclusivamente de qualquer outro país já que, quando somos
independentes, não dependemos mais de nossos pais, enquanto
indivíduos que somos, no que partamos a considerar o lucro apenas a
real e possível liberdade, dentro da plenitude de seu cerne. A
questão limítrofe dessa liberdade quem concede é o Estado
Federativo, onde supõe-se que em qualquer embate necessário, seja
na educação ou na saúde, temos que compor fileiras saudáveis para
o bem comum de todas as gentes, obedecendo a critérios
desenvolvimentistas dentro de uma
plataforma crível e de enorme esforço coletivo, posto sem esse
esforço de cada membro de uma sociedade não facilitaremos a nossa
existência.
Por uma conta qualquer, que tenhamos o orgulho
importante em gestar um amor ao próximo, seja de qual setor ou
categoria for na nossa sociedade, pois não adiantará jamais partir
ao excludente em torno de propostas outras que podem, de modo
igualmente importante, incluir.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2021
UMA PEÇA DE ENGRENAGEM
Qual não se diria que uma peça possa
fazer a diferença
Nos dentes incansáveis de uma boa
engrenagem
Ou na forma que sobre a atitude mecânica
Do bem
portar-se, nem que para isso teçamos
Alguma coisa de culpa
infundada, um termo
Que, cursivamente, refaz no quadrante de
um
O quadrilátero das nossas liberdades
Posto o engenho
ser apenas um libelo
No atravancado mundo sem eira, com a
beira
Atravessada no limite ao mar, brigando com pedras
Que
se refiram ao volume duro quanto granítico
Nas palavras que se
azeitam com o ósculo sagrado
Onde uma situação de modo
errôneo possa capitular!
O que se refira ao entendimento
cabal de nossas veredas
Tem a ver com o refinamento de uma
escala de vetores
Onde se alicerça um homem motor ao seu
aspecto
Em suas próprias engrenagens e molas onde Pilates
Foi
o doutor que consagrou o exercício em pouco espaço
Em um
rendimento de performance cem por cento
Naquilo que deveríamos
saber ao que fazer
Seremos anciães atletas, ou algo que o valha
de melhor…
Outras engrenagens falam ao bom proceder, no
entendimento
Em que um bom regime dietético possa supor que o
enfrentamento
Contra os tecidos adiposos manda que não nos
esbaldemos na massa!
Encontramos répteis participando de
peças de outras mãos
No verticilo de nossas suposições, de
nossas engrenagens
Feitas algo que dê certo, alguma coisa que
retrate
O refratário modo do querer, o campo vazio das
gentes
E, no entanto, repleto de girassóis mostrando o lado
Do
nascente e do poente em um grau escalar do hálito
Que
rejuvenesce a alfombra nos tempos, superando
Toda a classe das
gentes que nublam por suporem
Que o fel não pertence ao comum
de todos
E, no que foi avisado não nos percebamos
Que a fé
altissonante não nos alcance
Nos talhes da ignorância, e que
não nos alcance igualmente
O favor não merecido, a falta que
nos faz não sermos sempre justos!