terça-feira, 20 de outubro de 2026

O ATO DA DISSUASÃO


                Tantas são as convicções em aberto nas sociedades, que no mais das vezes alguém pode prometer que vai construir belos hospitais, fazer com que um povo não se preocupe mais com suas dívidas, vai em busca de prometer algo a alguém intimamente, como se falasse ao pé do ouvido, imita estadistas em sua postura na televisão em debates, que a dissuasão na verdade está embutida em cada gesto, cada ação, cada pensamento de dito elemento, ou figura pública. Quando você traz ao seu universo milhares de pessoas de que o que você promete é o melhor, dissuadindo da escolha que talvez fosse a mais apropriada para elas, você gera um controle comportamental exatamente na influência em que muitos lhe escolheriam para ser um líder, ou mesmo você age conforme a prosperidade de sua família, em detrimento dos demais, justamente na postura quase religiosa em que há toda uma teologia em andamento nas américas sobre essa citada prosperidade onde fazer uma economia informal nas comunidades seria algo que daria conta dos pressupostos onde o que se quer é o desenvolvimento dos seus, e a mais de se dizer que a conta e os impostos cobram mais caro, e o ganho real realmente é de Natureza trabalhista, posto o trabalhador brasileiro quer mais é um bom salário e ser valorizado, pois o mínimo há que ter revisões de poder de compra, e a inflação é fator essencial para que todos ganhem quando seus patamares são menores do que em outros tempos que se espera não retornem.

                A simples comunicação em gestos, a linguagem corporal em debates há de se revelar um tipo de marketing pessoal em que uma linguagem subliminar estaria influindo sobremodo no comportamento das massas, quando toda uma sociedade que ainda está no limbo crê piamente que alguém seja melhor quando faz um tipo de teatro tentando escarnecer de outro, que na realidade exerce e exerceu sua liderança de modo mais honesto e sem precisar imitar outro, de outra nação, na acepção nua e crua de que essa influência citada iria permanecer controlando os comportamentos das urnas, ou coisa que o valha. A análise de cientistas políticos dos EUA, que tratam do assunto na distância que o permitem serem observadores do que aconteceu com a disputa entre Trump e Hillary Clinton no seu país, remete algo em que personalidades com certa influência na América Latina, como na Argentina e no Brasil, ocorrem similaridades algo coincidentes com a Natureza de tais meios de se comunicar, principalmente nos debates. Destarte, não seria pouco afirmar que o controle comportamental não se dá pela Lei, mas justamente nas questões de ingerência política dos meios da IA, seus filmes, suas anedotas e imensos volumes de recursos que Trump tem se utilizado para finalmente colocar suas mãos em riquezas do nosso país, como os minerais raros e nossa água.

                A necessidade de sermos nacionalistas não imporia regras no sistema, mas apenas nos colocaria sob um Estado forte, emancipador, que preservasse suas instituições, mantendo nosso maior patrimônio, ou seja, nossas reservas naturais intactas, para que o povo usufruísse melhor dos recursos que temos, alavancando mais e mais os meios necessários para a sobrevivência de nossa democracia, para o hoje e todo o sempre. Sem jargões outros que suponham que teremos na segurança pública melhores salários e um exército bem equipado e remunerado, o nosso Governo já deu mostras de tentar ao menos preservar esse Estado, mesmo com um Congresso onde tem sido difícil elaborar os atos para que se estabeleça – de fato – esse citado e necessário cenário nacionalista. Nada como uma social democracia neste país não seria tão feliz ideia, pois como a Suécia, teríamos como alimentar nosso povo de esperança sem convencer do oposto, que nos vincularmos aos EUA fosse a melhor medida, ainda mais com o governo Trump. Um exemplo disso é a noção do que é ser patriota... Nada mais é do que primar pelas riquezas que um país possui, efetivamente sentir orgulho de sua nação, e não crer que religiões oficiais como a católica não sejam bem vindas, incluso as de matrizes negras, que fazem parte da cultura de nosso país. Nossa música, nossos companheiros de jornada, as missões a que nos propomos, o trabalho voluntário, a beleza e a generosidade de se compartir boas coisas, de se ser humano, e de trabalhar para erradicar a miséria, não apenas praticando a caridade, como ensinando em escolas do Estado uma boa prática de pedagogia. Ser pacifista, ter o perdão nas mãos e saber oportunizar novas frentes de trabalho com relação aos operários como aos lavradores, mas acima de tudo preservando internamente as riquezas de nossa nação, o Brasil, tal qual o conhecemos, desde que foi descoberto, e se torna mais independente à medida que vamos nos desatrelando das questões imperialistas, para finalmente nos tornarmos uma nação livre.

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