sexta-feira, 23 de outubro de 2026

OS SIGNIFICADOS DO AMOR E A LIBERTAÇÃO EM FOCO


                Poderá se dizer um dia que estamos amando algo, se porventura – mesmo que a nossa condição seja bem precária em termos econômicos – se colocarmos nossa esperança em algo mais substancial, mais concreto. Mudanças são coisas que acontecem para mais ou para menos... Por vezes queremos nos libertar de algo, mas não sabemos exatamente quais os caminhos que nos levam a essa libertação, e em outras vezes justamente será em boas escolhas, ou melhores, que nos colocaremos mais libertos do que as escolhas equivocadas em nossas vidas, pois a questão de opção de vida não é brinquedo. O amor deve ser, nos momentos em que escolhemos todo um destino para um tipo de decisão que podemos tomar para a nação, ou mesmo uma atitude sem dúvidas, um propósito recorrente para todos aqueles que tomam para si uma disputa, ou em termos de idiossincrasia podem se tornar intolerantes, pois a vida baseada em intolerância e preconceitos jamais será a melhor pedida para ninguém e será com base no amor a Deus, acima de tudo, que estaremos regando o resto do jardim... O importante é não deixar fenecer as plantas, e cuidar para nos organizarmos adiante de tudo o que nos importa, pois, já que a vida no caos não é algo que se possa querer para uma cidadania plena, com todos os direitos humanos que nos cabem. Por vezes os mares estão tempestuosos, por vezes nosso espírito está contrito, com dores, exausto ou muitas vezes a questão que nos caberia seria encontrar Deus e falar com Ele, com o Espírito Santo, e dizer a Jesus Cristo a real motivação de que queremos nos libertar, falar francamente com Ele e alçar os voos que nos encaminhem para ela. O enigmático desejar um ponto que seja equidistante com o Pai, que reside nos céus, para quem nos dirigimos quando rezamos o Pai Nosso. Será com o Pai Celestial que nos encaminharemos para a real redenção de nossas existências, mas sobretudo sabendo-nos conscientes dos passos que iremos dar rumo a essa redenção, pois senão o ato em si não mereceria sequer consideração maior.

                Deveremos nos isentar de alguma culpa que tiremos por bases, mesmo que essas bases sejam de vital importância para nossas vidas, posto nas ruas, nos cafés, nas fábricas, no comércio, nas pastorais, nas igrejas, vamos nos encaminhando para se ter uma vida em comunhão, e será nos próximos dias – sempre – que estaremos tomando decisões vitais e estratégicas com relação a como nos portar diante de uma sociedade que urge que a aceitemos, com todas as idiossincrasias supracitadas, mesmo que para isso devamos prosseguir crendo com todas as forças na humanidade, mesmo que alguns resultados não sejam aqueles que esperamos que fossem, pois opor resistência ao fato consumado não significa respeitar algo tão sagrado como a democracia, por um exemplo cabal. É por esse amor, quando na realidade a sociedade de toda uma nação está tecnicamente empatada por uma escolha política que tanto um lado como o outro devam aceitar os resultados da eleição. Vemos a designação de dois exércitos, meio que querendo entrar em conflitos, um tipo de ruptura de valores, onde já se promete retaliações, se especula a respeito, nas entrelinhas, meio que se estabelecem rancores subjacentes de ambas as partes. Um país dividido, as questões relativas às escolhas, não se passa aqui de crivar de críticas uma candidatura ou outra, mas simplesmente escolher o que é melhor para o povo trabalhador brasileiro. Pois todo aquele que trabalha merece o melhor para si, melhor salário, melhor desempenho do Estado e uma nação Pátria. 

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