Poderá
se dizer um dia que estamos amando algo, se porventura – mesmo que a nossa
condição seja bem precária em termos econômicos – se colocarmos nossa esperança
em algo mais substancial, mais concreto. Mudanças são coisas que acontecem para
mais ou para menos... Por vezes queremos nos libertar de algo, mas não sabemos
exatamente quais os caminhos que nos levam a essa libertação, e em outras vezes
justamente será em boas escolhas, ou melhores, que nos colocaremos mais
libertos do que as escolhas equivocadas em nossas vidas, pois a questão de
opção de vida não é brinquedo. O amor deve ser, nos momentos em que escolhemos
todo um destino para um tipo de decisão que podemos tomar para a nação, ou
mesmo uma atitude sem dúvidas, um propósito recorrente para todos aqueles que
tomam para si uma disputa, ou em termos de idiossincrasia podem se tornar
intolerantes, pois a vida baseada em intolerância e preconceitos jamais será a
melhor pedida para ninguém e será com base no amor a Deus, acima de tudo, que
estaremos regando o resto do jardim... O importante é não deixar fenecer as
plantas, e cuidar para nos organizarmos adiante de tudo o que nos importa, pois,
já que a vida no caos não é algo que se possa querer para uma cidadania plena,
com todos os direitos humanos que nos cabem. Por vezes os mares estão
tempestuosos, por vezes nosso espírito está contrito, com dores, exausto ou
muitas vezes a questão que nos caberia seria encontrar Deus e falar com Ele,
com o Espírito Santo, e dizer a Jesus Cristo a real motivação de que queremos
nos libertar, falar francamente com Ele e alçar os voos que nos encaminhem para
ela. O enigmático desejar um ponto que seja equidistante com o Pai, que reside
nos céus, para quem nos dirigimos quando rezamos o Pai Nosso. Será com o Pai
Celestial que nos encaminharemos para a real redenção de nossas existências,
mas sobretudo sabendo-nos conscientes dos passos que iremos dar rumo a essa
redenção, pois senão o ato em si não mereceria sequer consideração maior.
Deveremos
nos isentar de alguma culpa que tiremos por bases, mesmo que essas bases sejam
de vital importância para nossas vidas, posto nas ruas, nos cafés, nas fábricas, no comércio, nas
pastorais, nas igrejas, vamos nos encaminhando para se ter uma vida em
comunhão, e será nos próximos dias – sempre – que estaremos tomando decisões
vitais e estratégicas com relação a como nos portar diante de uma sociedade que
urge que a aceitemos, com todas as idiossincrasias supracitadas, mesmo que para
isso devamos prosseguir crendo com todas as forças na humanidade, mesmo que alguns
resultados não sejam aqueles que esperamos que fossem, pois opor resistência ao
fato consumado não significa respeitar algo tão sagrado como a democracia, por
um exemplo cabal. É por esse amor, quando na realidade a sociedade de toda uma
nação está tecnicamente empatada por uma escolha política que tanto um lado como
o outro devam aceitar os resultados da eleição. Vemos a designação de dois
exércitos, meio que querendo entrar em conflitos, um tipo de ruptura de
valores, onde já se promete retaliações, se especula a respeito, nas
entrelinhas, meio que se estabelecem rancores subjacentes de ambas as partes.
Um país dividido, as questões relativas às escolhas, não se passa aqui de
crivar de críticas uma candidatura ou outra, mas simplesmente escolher o que é
melhor para o povo trabalhador brasileiro. Pois todo aquele que trabalha merece
o melhor para si, melhor salário, melhor desempenho do Estado e uma nação
Pátria.
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