quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023
O ETERNO RETORNO DE UM FRACASSO
Dia a dia, a cada 24 horas, há o viés de uma
recuperação de mão dupla:
Aquela que denota o bom senso da
coerência humana, da aceitação
E a outra face do odiento
regresso, conferindo no pensamento do escopo social
A natureza
dialética da própria história, quando na verdade o progressivo
Já
cresce mais e mais, no pungente desenvolvimento da atitude, esse
outro modal
Quase esquecido nas vielas da covardia, na
sustentação de uma carne célere
E no temperamento de corvos
dentro do escopo de sua dissuasão
Quando uma simples andorinha
os bota pra correr de seus poleiros de chumbo!
Isso
remonta o lúdico nos dedos do poeta, o anima e o refaz na
peremptória arte
De um pertencimento à realidade, de
identificar depoentes e casos parecidos com o nada
Quando de
revelação inequívoca de que o bastante não seria suficiente par
um dia sem
Aquilo que de triunfo vira apenas uma marca de
biscoito meio chocho nos pampas do sul.
Aqueles que
submetem a si mesmos a um tipo de humilhação de repentes
chorados,
Quando sentem que a plataforma de seus quereres não
atravessam o poder do ser algo
Ou quando as latitudes de suas
ambições enfrentam os freios da sua conspiração de fato
Deixam
a vida para prosseguir rumo à esfera dos dissabores, pois sim,
quando começa o fel
A trabalhar em suas línguas ferinas, na
ocasião quase indelével de que a chama acesa por tais
Já chamusca os pés
de mato fugidio de seus lacaios e mandatários no seu
conforto…
Quais éguas sem comando, sobem por caminhos
onde o vau dos rios secou,
Onde os sertanejos no sul já são
realidade, e o integralismo vira algo risível
A partir do
momento de que toda a estrutura rui como um grande castelinho de
cartas.
É nesse exato instante que a lógica da
programação quase independente
Se torna aquele eixo sem biela,
aquele pistão sem óleo, aquela maquiagem de velha,
Aquele
botox de carpideira, ou a insistência molecular de um átomo
covalente!
Se todos tivessem que passar a vergonha de um
Rio Grande tão apequenado pela mesquinhez,
Seria mais próprio
que nos visitassem aqui em Santa Catarina, ao menos para saber o
comportar-se
Dentro da esfera de que Renato Borguetti e sua
gaita ponto já faz parte do passado
Quando a presença
evangélica em certas plagas demoníacas
Já mostram a certeza
daqueles que adulam fantoches por suas posições na hierarquia do
nada...
É LEVIANIDADE AGIR COM A CERTEZA DE QUE UM COMPORTAMENTO DE UMA PERSONAGEM QUE A IMAGINAÇÃO DE UMA CRIATURA COGITA SER O FANTOCHE IMAGINADO COM SEU VIÉS COMPORTAMENTAL RESTABELEÇA PADRÕES DE CONDUTA QUE MESCLAM A ATITUDE DE RECOMPOR PEQUENOS EXCERTOS DE INFORMAÇÕES CONTEXTUAIS DA HISTÓRIA DE UM CIDADÃO QUALQUER, O QUE INFERE A COVARDIA DE FALAR COM OUTREM QUE POR VEZES ASSUME A SINISTRA FACE DO NADA QUE SEQUER É VÁLIDO COMO TESTEMUNHA, POSTO DE RÉU EM QUESTÃO QUE INFERE A CULPA QUE DEVE SER IMPUTADA EM UM MEA A SI.
A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO POR VEZES É TÃO RISÍVEL QUE BUSCA NA HISTÓRIA DE UM CIDADÃO DADOS OU INFORMAÇÕES QUE SEQUER TÊM MAIORES RELEVÂNCIAS, POSTO NÃO BASTA CITAR UM NOME DE UMA NORMATIVA PROCEDURAL SE A PRÓPRIA PESSOA QUE A PROFERE NÃO TEM AS COSTAS TÃO QUENTES QUE SE PERMITA A LEVIANDADE DESSE ATO TÃO NULO ENQUANTO NADA AMEAÇADOR.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023
QUANDO A VOLTA VEM SEM FICAR
No que volte o mental, do sem voltar
Ao que
fica, fiando o fuso, a roca, o meme de algo
Que não seria do
senhor do fracasso, o homem que seja
De um lado um campeão, no
outro dia o mais caído
Posto que seja sempre o mais caído,
visto posição
De que, quando sempre o mais caído, não se
vitima de tombos
Posto tudo o que vem é a vida de se ser,
dentro ou fora de algo
Ao logo de uma confecção moderna, uma
fábrica de prisão
Ou uma camisa de força de velcros
confortáveis, com café
Ou chá, na anuência de um quase pós
algo de ser
Quanto, que felicidade, por vezes no cemitério
festejar-se
O passamento da derrota em que ninguém foi ver o
féretro
Morrendo alguém com história de se contar, foi
veneno
De uma colher inexistente, ou melhor, de acidente que não
houvera
Ou mesmo de amores, do coração no coito
Mas,
infelizmente, antes do final do gozo...
EM REALIDADES PARADOXALMENTE DE FARSA, O TREINAMENTO DE QUESTÕES CRIMINAIS APARENTEMENTE EM SERVIÇO REVELA O CONSUMO QUE NÃO SE PASSA DE MODO ALGUM INDEFECTÍVEL, NO GRUPAMENTO, OU SOCIEDADE, OU EMPRESA QUE SE PRETENDA COM ALGO A MAIS DO QUE O PROPÓSITO DE SE FAZER NO MÍNIMO A COISA CERTA, VIVENCIAR SEU FUNCIONAMENTO LONGE DA INGERÊNCIA DE QUALQUER MODALIDADE MAFIOSA, O QUE POR VEZES FATALMENTE A AMBIÇÃO DE RIQUEZA OU PODER FAZ QUE NÃO SE POSSA MODIFICAR SEQUER UMA VÍRGULA CONTEXTUAL!
O DEPOENTE QUE EXPÕE SUAS ANTIGAS MOTIVAÇÕES EM DEFESA DE QUESTÕES OUTRAS, QUANDO PASSA A QUERER INFERIR QUESTÕES DE LOUCURA OU ENFERMIDADE QUALQUER, PARTE PARA UMA COAÇÃO QUE EXPÕE A VÍSCERA PESSOAL EM BUSCA DO RECONHECIMENTO DA HISTÓRIA PESSOAL DAQUELE A QUEM PRETENDE VITIMAR, E ISSO CONFIGURA QUEBRA DE DIREITOS HUMANOS, POSTO CRUELDADE VERNACULAR.
UM SIGNIFICADO DA RUA
Posta-se o chão, amálgama circunscrito, do burro esperto
Ou do velho sabichão das histórias intrigantes
E por vezes ao bambu que encontramos na vereda, cada vez mais raro...
Ah, sim, das propostas, das invectivas, dos não sinais, da fécula da aurora
Mas da pátria negra das missões, negritude em que encontro a presença!
Não que não fosse, um mais dialogado, outro que se inibe no estreito fato
Quando o que reluziria em um tempo é ouro
E outro que redime através da farsa, e o farsante na lide de falsear.
O vocabulário é extenso na reunião presencial, posto não ser
O que deveria era que não se extingue, apenas atenua
Pois o vício retroalimenta e, quando se apercebe que estaremos livres
Vem a entrega e recomeça a droga,
Recolocando as peças no lugar, as armas, os militares golpistas, tudo
O que interessa à tirania contra o povo pátrio.
A EMANCIPAÇÃO DA VIDA
A vida como ela é,
pressupõe quase uma grande artéria, um coração pleno, que sói
não elucubrar distantemente do que ponteie algo como a desumanidade,
os termos de coação, a insistência rancorosa do mal portar-se, por
ventura pela não aceitação de fatos irretorquíveis e inevitáveis
da história, que possui seus próprios quadrantes de infalibilidade.
A retórica de impingir o temor, como manifestação de se querer
demonstrar uma crítica ao comportamento, jactando-se de por quase
osmose relatar que algo de sofrimento particular – quase sempre
ensaiado em gavetas de corruptelas de caráter – pressupõe o
castigo da bondade imposta, o paradoxo de pensar na medicina como um
tipo de julgamento, corrompe o ser perante as instituições mais
plenas, pois traz o caos na esfera de uma questão da saúde mental,
por exemplo, com a sutileza de um rinoceronte solto na cidade!
Torna-se, para aquele que conhece mais profundamente a natureza
intrínseca, por prática diuturna, de um depoimento como uma casca
de ferida que renitentemente a si mesmo, diga-se, ao elemento x,
retirar como se o possível sangramento reavivasse a própria ferida
para fazer lembrar da cócega estimulante desse tipo de invectiva de
virulência, pois quanto mais a ferida é aberta, mais cedo pode
entrar efetivamente em processo infeccioso, o que tornará o próprio
depoente a contradição de desferir a si mesmo uma questão
irrisória da previsibilidade de um gesto febril e aparentemente
inofensivo, um dano causado a si mesmo…
Essas questões que
diferem da cita desumanidade também fazem parte de uma emancipação
da vida, pois encontram como que em uma fala aquela nuvem que
obscurece o sol, mas efetivamente não signifique que o dia não
esteja sem ele, pois o viés da mesma vida sente algo mais amplo na
existência de um astro que testemunha com seus bilhões de anos em
suas fases quiméricas de maior ou menor calor a possibilidade
inclusive de eras glaciais no planeta, onde os insetos e os homens
hibernam dentro de seu próprio não ser, o que pode vir a acontecer
dentro do pressuposto da anuência das vãs tentativas, do fraco
repertório da maldade que passa mais a nem o ser, do não ser mais
nada, porquanto apenas cartilhas passadistas já agora sem qualquer
função perfunctória.
Dito isso, é mister afirmar que a vida
emancipa em uma haste de grama, que cresce invisível sobre seu
tapete, em inúmeros jardins, e é cortada em cada qual no devido
tempo, mantendo a chama ou o sopro da mesma vida como algo que temos
que aceitar como condição inequívoca dos acertos e dos erros que
impetrem maiores observações, pois o próprio urubu sabe onde
encontrar seu alimento.
AS VIRTUDES OCULTAS
Por vezes um tecido roto não significa mais
Além
de sua inexatidão, mas as fibras incólumes
De um caráter
fugidio encarpela o mesmo mar
Que serenamente forma as alfombras
de seus fragmentos…
A areia em si quando pousa nela,
infunde outra tessitura
Quase cigana em seu alvorecer, e os
frutos de uma alvenaria
Relembram aquela massa obreira que
trabalha na esperança de mais um dia!
Não que se nos
revistemos de esperanças, mas que não permitamos incertezas
Posto
por vezes a história passar por temperaturas aparentemente
escusas
Mas é nas situações do pragmatismo das ações que se
retomam atividades
Que sói construir uma mera sala onde as
crianças encontrarão seus espaços!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
DEPOIMENTOS LIDOS NÃO SÃO PERMITIDOS JAMAIS EM LUGARES PRÓPRIOS ONDE A AUTENTICIDADE E ESPONTANEIDADE DA VERDADE ESPELHADA DE CADA UM SE FAZ NECESSÁRIA, SEM O CONFORTO NA COVARDIA DO ESPECTRO INDIVISÍVEL DE UM LAR DE INVECTIVAS FUNESTAS, POSTO QUEM TEM O TELHADO DE VIDRO TENTA OFENDER AQUELES MAIS VULNERÁVEIS PORQUANTO PORTAM CULPA NO CARTÓRIO E TEMEM PELO SEU DESTINO.
A AUTO PIEDADE NÃO DESFAZ CERTAS MÁCULAS QUANDO REPETIDAMENTE RECORRENTES NO VIÉS DE PROCEDIMENTOS QUE DESTRÓEM FAMÍLIAS INTEIRAS, E AINDA ASSIM A PERFUNCTÓRIA PSEUDO CHANCE AUTOPROCLAMADA TENTA A AUTO AJUDA, QUE INFELIZMENTA A JUSTA HUMANA NÃO RESERVA QUAISQUER DIREITOS, QUANDO A CULPA É SEMPRE E SEMPRE.
EM MEIO À RETIFICAÇÃO DIPLOMÁTICA MUNDIAL, A GLOBO SE ARVORA PRETENCIOSAMENTE EM UM PODER DE QUERER INFERIR NAS DECISÕES SOBRE A AGÊNCIA DE ENERGIA NACIONAL, COMO SE ESTIVESSEM COM UM POPER QUALQUER PARA TAL, COMO SE NÃO SOUBESSEM QUE A SUA PRETENSA E QUIMÉRICA CONCESSÃO É CONCEDIDA POR BÊNÇÃO MATERIAL DO GOVERNO QUE APENAS A AUTORIZA A PROSSEGUIR COMO SERVIDORA DA PÁTRIA, E NÃO COMO ENTREGUISTA AO CAPITAL ESTRANGEIRO DO SOLO DO BRASIL.
domingo, 5 de fevereiro de 2023
NÃO NOS ESQUEÇAMOS QUE A VIDA EM COMBATE NÃO SUPÕE QUE CERTOS GUERREIROS SE APRESENTEM DESLEALMENTE EM MAIOR NÚMERO E COM ARMAS QUE POR VEZES INEXISTEM NAS FRENTES DE COMBATE, MESMO QUE PORVENTURA A INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA REVELE QUE ESSAS MESMAS ARMAS DE NADA SERVEM SEM A POSSIBILIDADE DO DESEMBARQUE...
ENCERRADA A ETAPA DESTE DOMINGO, MUITOS CAIRÃO QUERIDOS, E NÃO SEREMOS NÓS QUE NOS MANTEMOS, POSTO AQUELES BAMBUS QUE VOCÊS ROUBAM DAS PRAIAS JÁ SECOS, NÃO SÃO COMO NÓS, PLANTADOS COMO GRAMA INDISSOLÚVEL E INDISSOCIADA, FIRME E CRESCENTE, POIS JAMAIS ALGUÉM CONSEGUIR DERRUBAR A LUA E MINGUOU NO ENTANTO COM ELA.
OS NOVOS GAÚCHOS, SE NÃO SE PRETENDEM CONVICTOS AOS REQUISITOS PERFUNCTÓRIOS DO FALECIDO E ANACRÔNICO PLÍNIO SALGADO, AINDA POSSUEM AQUELAS MULHERES ROTAS QUE AINDA ACREDITAM QUE A CIA SEJA SEU MELHOR SUPORTE, QUANDO VEEM NOS AMERICANOS SEUS MAIS ARDOROSOS SONHOS INFANTIS, DE CINDERELAS DE COLÔNIA, QUAIS CHARRUAS LOIRINHAS QUE SÓ NÃO ENTREGAM A ALMA A ESSES BANDIDOS POIS JÁ A PERDERAM PELOS SEUS CAMINHOS.
QUE A CHINA E OS EUA, ALIADOS COMO ESTÃO, CONTINUEM CONTRIBUINDO COMO POSSAM COM O GOVERNO POPULAR DE LULA, E ISSO DEVE SER UM SERVIÇO QUE PRESTEM AMOROSAMENTE, E HUMILDEMENTE, POIS NÃO SÃO MELHORES DO QUE NINGUÉM, E JÁ PROVARAM A TODOS NA HISTÓRIA A HISTÓRIA DE SUAS CONTRADIÇÕES, POIS NÃO EXISTEM, ASSIM COMO OS HOMENS E MULHERES, NAÇÕES QUE NÃO ERREM JAMAIS.
A CONIVÊNCIA DOMICILIADA E EXTERNA
Não importaria tanto se algo como uma força quase nula
Não se opusesse, meu deus, que os guerreiros faltam
No ocaso das tentativas daqueles que saem mais cedo
Intentando angariar suas forças de canoas de dois
Com suas falsas tarrafas, a tentar desembarques
Em que basta um com uma boa haste de bambu
E boa habilidade que se baste para que evite que estuprem...
Sim, há daqueles que depõe contra, inferem o devaneio entreguista
Dando suporte ao fascismo, como se fora algo simples, sem saber
Que o tentáculo da droga o defende por ser aquele a fécula da permissão.
Que as caravanas de caminhões repletos sigam castigando, silenciosamente,
Aqueles dos uniformes de preto que presenteiam as mulheres com o último giro
Do orgasmo anunciado pelo uso, e que as veias não nos pulsem quase tépidas
Quando o calor saudável de nossa democracia sofra o viés das rapinas que não cansam
De causar danos ao tentar impetrar uma razão atinente ao nada quando não supõe
Que deveras ainda somos os filhos de Deus, e isso é o nosso – ainda – Império.
A uma amizade sincera, a não sabermos da inexatidão da possibilidade do erro,
Ao possível fracasso de sermos humanos, ao pensamento de ouro que não nos ferre
Qual mandíbula cristalina ao sistema mudo do fronteiriço querer, a que não nos
queirem
Como moeda de troca, partindo a fazer exposições de que são solidários
Ingerindo emoções de que o país não possa seguir o rumo social mais igualitário
Anuindo que seríamos totalitaristas ao supremo, a voz que situa, a voz que
cala, que não muda...
Seríamos mais jovens se não pensássemos na beleza, na virtude, mas na verdade a
inteligência
Que assim se tenha a si mesmo julgado, tem na manipulação algo daquilo que não
situa
E destrói, se imiscui, tenta ser mais sapiente dentro da hipocrisia, dentro da
mesma maldade
Que cria alicerces em que vivamos ainda dentro de nossos próprios tentares
Na tentacular veia da planície escorreitas, e as mulheres solitárias por vezes
só contam
Com os mesmos monstros que infelizmente ajudaram a nascer dentro da solidão da
ignorância!
Assim como na longa felação, onde a língua encontraria no gozo de uma chupeta
infantil
A fase oral tão desejada, onde as castanhas do sêmen reencontrado no poder de
poder conceber
Um deus do príapo, seria a consagração daquela que encontra no fascismo algo
mais evidente
Posto finalmente deixar reencontrar-se com a sua natureza de messalina romana!
Assim se faz roma, a roma decadente, seria mais do que um orifício, mais do que
tudo, mesmo outras
Que se revestem de serem profundamente ativas e já não possuem mais pregas no
ânus
Para poderem partir para pregar ao próximo o que o Pastor lhe dissera antes do
coito.
E as armas seriam o brinquedo mais sutil, os homens de preto, quais fascistas
de barro
Vêm de lugares distantes de fugas do norte, para tentar o sul, mais especificamente
Onde vivem aqueles que são puros de coração, que buscam não se associar à
drogadição
Mas oh, deus tende piedade, encontram aqui os piores verdugos que não gostam
Nem um pouco de acompanharem os malditos diabos tentando se estabelecer
Onde pensam não encontrar a inteligência, mas de acordo com os dias
Mesmo as melhores agências de pretensão do mundo, hão de ver
Que não será se associando ao fascismo de um mundo de trevas
Que deixarão de compulsoriamente saber que um tipo de inseticídio
É a única forma de eliminar os vermes que se contorcem, dia a dia, vencidos, sobre
a sua maldade amorosamente equivocada.
sábado, 4 de fevereiro de 2023
O LÚDICO NA VERTENTE ILUSÓRIA
Quanto à matéria e a
realidade, são questões cruciais para nos apercebermos que nem tudo que se faz
tem cunho anímico, posto tudo na verdade que fazemos é material, quando
estabelecemos uma tarefa qualquer, um trabalho de operário em uma fábrica,
quando lavamos a cozinha, quando damos uma mamadeira ao nenê, quando se ingere
uma garrafa de algo, quando se compra um presente, ou quando caminhamos, pura e
simplesmente. Isso é latitude material sempre, a princípio, no exemplo cabal de
uma topada na pedra, por mais que estejamos sob o efeito ilusório de uma
substância psicoativa, que tem na verdade a faculdade para nos desativar da
realidade, a pedra da topada é aquela que estava no mesmo lugar, e a dor se dá
do mesmo modo, quiçá nos apercebemos que a reação ao acidente desse pequeno
vulto é a questão da relativa modalidade do comportamento... Por vezes o lúdico
vem na forma de encenar ou repetir a cena, de recriar para amigos algo de
disfarçar um possível erro, quando no coletivo, ou, quando solitariamente, um
palavrão em sussurros, ou simplesmente um ai. Na realidade, quando o cenário é
mais diversificado, por vezes o lúdico é algo tão divertido que se torna a
motivação mais concreta, a bem dizer por exemplo de se encontrar alguém em um
tipo de metaverso, na forma de um avatar, qual seja, quando encontramos alguém
que não víamos há muito falando de avatar, que Cristo era um avatar, não
sabemos que por inferência, se estamos sóbrios e lúcidos, as armadilhas ou
ciladas são elucidadas mais claramente, mas reiterando, a ilusão e o lúdico se
confundem de tal modo que por vezes o que antes parecia uma brincadeira de
criança, pode ser a materialização ou conflagração de conflito que porventura
tenha por motivação concreta o comércio de substância algo mais moderna,
química, que tenha por questão e jogo, manifestar-se no subconsciente dos
jovens, principalmente, com o objetivo em fazê-los embarcar na ilusão do
lúdico, em alterar seu comportamento, em se saber no pertencimento de algo,
como no caso da maconha, que tanto tem seguidores ao redor do mundo, e
efetivamente tem levado muitos a problemas mentais, por associações com álcool
ou outras substâncias, no que se perceba que abre a comunicação do
pertencimento da ilicitude como plataforma de rebeldia e fuga da percepção da
realidade mais imediata.
O brincar-se com a loucura
é algo de retórica irônica, e encontra referência em grandes bastiões da
música, nas artes em geral, em eras onde a juventude como um todo tinha em seus
ícones culturais justamente a contra cultura, seus movimentos oscilantes,
culminando progressivamente em preocupações de ordem de rebeldia em excesso, em
questionamentos de ordem familiar, em inadaptabilidade no trabalho, em
estigmatização e, na terminação mais trágica, na dissociação psíquica, por
vezes continuamente, mesmo depois de compulsoriamente tendo que tratar-se com
remédios controlados, cronicizando algo que geneticamente haveria de se
apresentar, felizmente para quem possui esses sinais, pois pode se recuperar
quando devidamente controlado, ao contrário daqueles que continuam a consumir,
e por vezes se envolver em modalidades criminais, onde certamente há situações
sem retorno, no caso de violência, assassinatos, estupros, e outras mazelas que
as drogas e a drogadição como um todo revelam em seu universo sinistro e
assustador. O que antes era lúdico e ilusório transmuta-se em realidade crua,
em um encontro em que aqueles que inocentemente fazem uso não sabem ou sequer
vivenciam a malícia e a profissionalização criminosa, dos cabeças e chefes que
são responsáveis pelo comércio, onde por vezes o comando é dado por poucos,
dentro de cartéis que são influentes em contextos de nações e continentes.
Por vezes o lúdico brinca
com o Poder. A ilusão de que se está agindo como subversão da democracia, por
exemplo, também traz à tona modalidades que são mais sutis, pois esses
elementos igualmente nocivos às sociedades tramam coisas que passam as ser
levadas em consideração como trabalho, mais no mais das vezes, também possuem
relação com drogas e armas, no sentido de encontrar arcabouços ilegais para
manifestar seus laboriosos processos, e empresas surgem, em essência, com
finalidades dúbias, onde investigações mais apuradas verificarão que é nessas
de cunho tecnológico que existem as semânticas dos códigos de programação
usurpadores da bondade, da lei e da ordem dentro do pressuposto democrático, dentro
de todo um contexto... A princípio, as linhas investigativas mais rigorosas
devem encontrar a relação entre as redes, o tráfico e as armas, e a ingerência
estrutural de todos os dados e informações relevantes, mesmo quando buscará em
banco de dados de sistemas considerados de segurança o viés supressor de
liberdades futuras, e as relações de modalidade em se dirimir dúvidas a
respeito da história dos elementos envolvidos, com as questões da supressão
orquestral de liberdades e a intenção malévola de encontrar recursos com a
estratégia ilícita, seja traficando órgãos, drogas, armas ou tentando
arregimentar forças com o sentido de subverter a ordem e insuflar o caos. Esse
trabalho preventivo é tarefa diuturna, pois não se muda uma modalidade de ferramenta
sem antes descobrir suas alimentações e retroatividades.
A EXPERIÊNCIA DO GRAFITE E DO PAPEL, DO NANQUIM E DO PAPEL, DE UMA IMPRESSORA E SUA CIÊNCIA, REMETE TUDO EM SUA SÍNTESE AO PROCESSO PRODUTIVO MAIS RUDIMENTAR E PASSÍVEL DE COMPREENSÃO MAIS FÁCIL, TORNANDO A INDÚSTRIA NÃO A MITIFICAÇÃO DE ALGO DE TECNOLOGIA INALCANÇÁVEL E PORTANTO SÓ ACEITÁVEL DA MATRIZ, MAS CONFECÇÃO INEQUÍVOCA E POSSIBILIDADE PRODUTIVA NO VIÉS DO ESBOÇO, QUANDO DESENHAR É PENSAR NO PAPEL SE TORNA ALGO CONCRETO E SUBSTANTIVO MESMO DE UMA LINGUAGEM QUALQUER.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
O TECIDO DA TRISTEZA
Sim, que não houvera tanta tristeza no planeta
Mas há aqueles que a combatem, para que o mesmo mundo
Se torne um pouco melhor, e se me perdoem a latitude de um voo
Mais rasante e cru nesta poesia
É que a química já está em meu sangue, e claudico, ela age
E sinto ela agir, qual sorrateira mariposa noturna
Que se esconde sob minhas axilas, clamando taciturna
Também um sono, pedindo perdão a mim a minha tortura...
Não, que evanesço um óbice, que comungo com o calendário do ano passado
Nos dias em que perdi de marcar mais um dia
Nas contas que todas, pagas, paguei!
Que não se ressintam os generais que gostariam de minha morte,
Que o troféu se torna quase de um rinoceronte a se botar na parede
Devidamente emoldurado na morte do amor que porventura tenho
Pela humanidade e que, por deus, deva ser meu maior pecado.
Triste fico, a compreensão, se é que me entendem, não quero isso...
Por que temos que trilhar as veredas da vida, tão íngremes por vezes
Que meus pés sangraram quando estive no sertão de mim mesmo!
Sequer e jamais neste mundo empunhei um canivete sequer,
Sequer me bati, depois dos quinze anos, a última luta a que me permiti.
Daquele que pensam ser fruto da futilidade e banalidade da violência
Pensem melhor a respeito, é incapaz de matar um mosquito!
OBRA EM ABERTO
Em questão de minutos se conclui um tom
De uma primavera que espero e esperei
E que jamais tenha vindo em minha vida,
Pois quando amo, sempre me nega a ferida querida
Sabendo depois que se irá arrepender de ver a quem
Pensou que conquistara, mas aquela mais enjeitada
É que no fim teria um carinho suposto, se me fora dada a aurora
De poder, presencialmente, é óbvio, pois não sou otário,
Conversar longamente, traçar planos, ter não um whats medíocre
Mas os lábios quentes e salivados de uma língua morena!
Qual uma manga madura, sentir o calor do ventre de ébano
Que expatria todos os quesitos, mas no afã não nos pronunciemos
Posto ser impossível fora da poesia querer mais do que o impossível!
A verdade prevaleça, e se me pareço me pareço, pode ser fato
Inconsútil na certeza, mas arrefeço meus danos agora a cada manhã
No quilate de um sofrimento compulsório e necessário
Posto não esperassem vocês que desta vez a doença seria mais grave
E de antemão lhes peço que não sou vencido jamais, pois a minha fé
É o crisântemo de meus braços de certeza, que empunho quando estou
Me amigando todos os dias com o sol que se escondeu perante a noite
E que agora, apenas, me faz regurgitar os ventos...
POESIA QUASE CONCEITUAL
Posto pois é, quantas contradições, quantos pensamentos e fantasias
Nas cabeças que encantam por si e seus personagens, não encontrar em um homem
O simples fato de ser não um ícone de algo, mas meramente algo de ter um
significado
De querer existir sendo o que não fora, não se formara, se tornara quase algo,
Um predicativo antes do sujeito, não a pressuposição de um revolucionário
Posto embarcar quase na mesma história do não ser sendo algo do mesmo tom...
Caros, o caminho mais perto da insanidade é parar no manicômio sendo algo que
não fora
Quando esperam que se cure do que não se quer e não se pretende sequer ser
A não ser se libertar de todas as denominações, nem mesmo à teoria da
reencarnação
Que desmonta o que não se sabe, posto nunca vi fantasmas na minha vida
E se hoje me chamam de che, talvez houvesse um significado qualquer, mas do
aprofundar
Não pretendo jamais que me chamem de algo parecido, posso ser soldado, se
queiram
Mas, creiam-me, o que me impulsiona é o sentido de justiça que a mim não sei se
coloca.
A poesia conceito chave não é anátema, não possuo sequer o significado maior,
do que um ser
Que paire comigo ao meu lado, à espera de que eu possua outro meio, outra vida
que seja
Dentro do escopo da vida que a tenho, e mal sei se ainda sei amar uma mulher,
pois não creio
Que elas existam realmente dentro da libertação necessária, incluso de romper
amarras
De terem que acreditar que encontram homens que já foram e fizeram parte da
história
E, quem sabe, foram realmente esses homens reais, ou apenas projeções de
iconografias extintas?
A tarefa a que me proponho é viver minha vida, e se luto pela minha existência
É para concluir de fato que as minha obras citadas sejam de valia, qual sejam,
de preferir
Que algo um pouco maior faça a diferença na transformação do seio social
A saber, que infiram significados, mas a bem dizer, a negra fala mais algo ao
meu coração!
Quero estar ao lado daquela que não tem o pão, creiam-me, ou que possua o
coração do trabalho
Em trabalhar duro, a fortaleza que não possuo e jamais possuí, com minhas
pernas
De um alabastro que não construo jamais, posto nas minhas estrelas a vida não
pontua
Como a esfera da imanente forma de ser humilde perante aquelas que são
vitimadas
Pela exclusão própria do preconceito, aquelas que urgem por carinho sincero,
Aquelas que não querem um ícone, mas se contentam com um abraço fraterno
Ou o som de um violão que carinhosamente um homem lhes possa dar...
Não, que a princípio baste um beijo, em silêncio, isso é uma questão quase de
ordem
Posto não querer muito, apesar de sequer ter beijado uma mulher que amasse
Nas veredas em que mais tarde me dei conta que o sexo era apenas o cumprir o
dever.
Não possuo a querência dos aflitos, não possuo a derradeira escolha, possuo meu
quarto
E as letras com quem faço amor na tessitura cálida de um teclado de ponta
Quando me transfiro com meus sonhos para a latitude da vida em ser,
simplesmente
E hoje descanso, farto de sono, a perscrutar o escuro de minha noite
Quando espero pelo nada em ser, a manhã seguinte, quem dera, tocar a vida,
Depois de perceber que lançadas as sementes, infelizmente o entendimento
Não houve da maior parte em frutificar deveras, posto o equívoco
Senti na face da ignorância, mesmo na técnica, na ilustração, mesmo que seja a
ilusão bruta
Em que nos metemos, aí sim falo em Deus, que o seja, por um causal de não merecimento
Que a mim me faleça a ordem, a saber, que deus me guarde e proteja, posto ser
eu apenas mais um!
POR VEZES AS INCERTEZAS NOS PREGAM PEÇAS DE MARFIM SOBRE TESOUROS QUE NÃO POSSUÍMOS, MAS QUANDO SABEMOS DE UMA PLENA QUESTÃO GIGANTE EM NOSSOS MAIS ÍNTIMOS IMOS, A VERTENTE PASSA A SER UMA RAZÃO PREMENTE QUE ALOCA OS RECURSOS DA CONSECUÇÃO DA JUS SOBRE A SOCIEDADE MAIS RENOVADA, E ISSO AGORA SEMPRE SE DARÁ, MESMO QUE ALGUM SER NÃO ESTEJA PARA RECONTAR SUAS VEREDAS, MAS ISSO É DE SOMENOS IMPORÂNCIA, POIS A SUA PLENA EXISTÊNCIA AGORA HÁ DE SER FRATERNAMENTE PERENE!
O RELATO LÚDICO DE UM DIA, A UM OUTRO
Que seja, a comédia
humana, outros seriam outros dias, afeitos aos afetos, mas na verdade poucos
sabem que a inteligência espiritual só é possível para os que creem realmente
na ciência de Deus, e Francisco é o nosso testemunho mais sereno... Os que
pensam que creem apenas são em seu ceticismo de fronteiras materialistas apenas
aqueles que não sabem que o guerreiro de luz é invencível, e não é um, posto
empunhar em sua exatidão a sabedoria que cresce, no dia após o dia, sobre as
invectivas dos erros aplicados por outrem. Esses erros são a fonte desse
progresso espiritual, e inúmeros outros guerreiros ao redor do mundo tomam
ciência desse teor factual, e sabem mais do que é do que aqueles que especulam
sobre a farsa do inexistente, posto caudal preparatório em linhas e rotinas de
comandos há muito fraudados sobre uma esteira de falsa vaidade sobre
pressupostas vitórias de fantoches. Assim vamos, de um dia a outro,
ludicamente, brincando com a nossa sobriedade moral vencendo o que não se
ignore, posto sequer é obstáculo na certeza de outros do dia, a outro vincendo.
As fileiras da vitória vão se guarnecendo, a democracia se estabelece como
bandeira de luta, como razão, e grandes estruturas se rompem como tigres de
papel. Grandes oligopólios comunicacionais, megacorporações são descobertas
como a cartelização relacional com negociatas onde emergem quais cristais de um
neon fosco a maravilhosa Odeon das sete derrocadas do planeta, como um colosso
de Rhodes que desaba e afunda, onde seus calcanhares de Aquiles sequer necessitam
da flechada lendária na mitológica questão dos erros supracitados. Assim, a
justiça se cumpre, e assim a justiça é executada, na questão de uma velocidade
da luz, sem as quimeras de se inventar rotinas da pretensa AI, ou da robótica
onde quem teria acesso seriam os filhos estudantis de uma elite que se torna
obsoleta na injustiça social já anacrônica no projeto maior do futuro que
encerra na inteligência espiritual a virtude dos agentes que dão o ritmo à questão
principal e humana do mundo que é antes de tudo o respeito à mãe Natureza, a
tão falada Casa Comum, do Laudato Sì.
Se não é verdade não seria
sequer citado, mas há que se saber melhor da história das encíclicas, e as
contradições de quem é católico por conveniências, e não por devoção na
imaculada fonte divinal que agora já une a humanidade em torno da verdade
Crística! O pretexto de um jus principal é apenas realocar o modus operandi em
seu lócus congenial, para depois reforçar que a retórica da culpa não convence
mais a pressuposição dos que são contra o mínimo bom senso da civilização, da
urbanidade de cidades inteiras, da universalização da bondade, e da correção em
se poupar os anjos e as mulheres das invectivas cruentas da maldade
personificada por cristalizações e modalidades sistêmicas de países que não
poupam esforços em não largar seus ossos já carcomidos pela mitificação
anacrônica da História, essa deusa existente, concreta e real, reveladora da
semântica, e espelho da realidade. Esse viés de se relatar o que há de virtude
no berço da vida é o segredo em que as noites seriam mais curtas se a
humanidade compreendesse o quilate da culpa em insistir na modalidade da coação
e da covardia perante a normalidade institucional de todo um continente, como é
o caso nosso, da nossa América como um todo, em se tratando da maior parte do
dito continente, bem registrada a questão.
Apensa a verdade na
equação mais lógica, porquanto verdadeira indissolúvel e indissociável, o
mental passa a ser o material, e o espiritual passa a ser a verdade em si e de
per si, e quem não possui a prática do nascituro desejado, raramente passará a
ter de si a razão venial de quem possua inferência dentro dessa lógica do ser,
que Hegel tão bem traduz em seus excertos. Essa razão única, de raiz Kantiana,
possui a circunflexão do humilde em não traduzir seu gesto de vitória, no dia a
dia do lúdico, de se prosseguir em serviço alegremente, mas sim de apontar a
arrogância e a bile que passa a envenenar o arguto, o dito beligerante, o
malvado, o conspirador, o traficante, o ladrão, o usurpador, a messalina a
serviço da podridão, ou o verme que passa a ser a mesma Natureza e sua
dialética, no excerto que Engels ensaiara, para citar o germanismo em: Hegel,
Kant e Engels... A precisar o desejo de Schopenhauer, seria a questão maior de
se tornar a vanguarda a questão da libido crua, a matéria em si, a raça
liberta, o Deus humano e Criador de tudo, ou seja, em síntese, a vitória de que
se venha ludicamente mais um dia em que a vicissitude de nossa vitória não
obtenha julgamentos desnecessários, mas apenas que se realoque o que é humano
daquilo que não é e nem jamais será sequer existência material.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
A EPOPEIA DO CONHECIMENTO NADA TEM A VER COM COISAS ESPETACULARES, POIS POR VEZES O SIMPLES ACESSO DO FAVELADO AO LÁPIS E AO ANTIGO PAPEL É COISA DE UM FUTURO DE ESPERANÇA QUE ROMPE AS AMARRAS DA SEGREGAÇÃO EM UM PAÍS POBRE E NO ENTANTO PROMISSOR DE TODO O POVO QUE TEMOS, TÃO SOFRIDO E ESPOLIADO PELOS MEIOS GIGANTESCOS E SUAS FORTUITAS E FOLHETINESCAS OBRAS DE FÁCIL ABSORÇÃO INTELECTUAL.
A EQUAÇÃO DAS PALAVRAS QUE EXPRESSAM OS NOSSOS SENTIMENTOS PODE SER UMA ARGUMENTAÇÃO PROFUNDAMENTE LÓGICA, MAS HAVEMOS DE SABER QUE A EXPERIÊNCIA DOS VETERANOS HÁ DE ABRIR ESPAÇO PARA AS FLORES TENRAS E SUAS VULNERABILIDADES, EXTENSIVA ESSA A REALIDADE DE PAIS QUE IGUALMENTE POR CONDIÇÕES INEQUÍVOCAS NECESSITAM A COMPREENSÃO E O ALTRUÍSMO DA RENOVAÇÃO CRÍSTICA.
O AVATAR DE ALGO É COMO NÃO TER ASSISTIDO O AVATAR DA DISNEY E SE PRONTIFICAR PARA A GRANDE FESTA DA EMPRESA QUE SE AVIZINHA SOBRE AS SOMBRAS DOS IPÊS QUE TAIS CRIANÇAS VÃO VER MELHOR QUANDO APRESENTADAS A COISAS MAIS SAUDÁVEIS, COMO A NATUREZA, MAS HÁ DE CONVIR DE QUE QUEM VIVE NO INFERNO DE NOVA IORQUE NÃO POSSUI MUITAS ÁRVORES PARA DESFRUTAR.
O DEUS INFORMAÇÃO
Veste-se um rumor, quiçá a tarântula sem teias
Ou aquela aranha solitária profundamente conectada por entre seios
Que verteram um dia o solstício de amamentar algum ser, pudera
E seu deus sem capitular navega em um barril de escota em prenúncios
Do que vem a ser um knockout de seus propósitos quase perfeitos
Já na informação obtida no meet, sim, e por que não dizer, o meet
A serviço da informação e seus agentes que o usam até para o bem!
Hirsutos dias declaratórios, o pingo está no i de santa algo
Que fora um refúgio de um 62 quase 64, ah, ano tão lindo
Qual semântica da redenção, mas a informação é deus, supondo?
Aos olhos dos que creem na justiça e na lei obviamente não, pois estes
Que são do efetivo bravo bem sabe que Deus é Ele, que não confere,
Não capta covardemente, não conspira, não usa arma, não mata e nem tortura!
Sim, o trabalho educativo é simples, posto quem perdura na ignorância da
informática
Em sua modalidade de obter um poder que já está no palácio, obtém de si a
derrota
Posto agora anunciada que na verdade a informação – não sendo deus – talvez
seja dual.
Na conformidade quebra a linha, e o exercício do exército mais escorreitamente
pretencioso
Em combater democracias ao redor do planeta, encontrará seu mesmo deus-diabo
nas trevas
Quando devidamente desinformado a respeito do que é se salvar e salvaguardar os
excluídos!
A equação é simples, como um cobol de um antigo Ministério da Justiça, que
encontra fortrans
Pelas esquinas, na especulação lenta e demorada do garimpar-se mulheres
supostamente nuas
Na plêiade dos sistemas falidos onde o presencial de uma simples bicicleta,
passa a não ser mais bike.
E surge um novo prisma, certa polícia bebe do que é conhecimento, e a TI sem
ele passa a ser
Algo que não possua substância operativa, conferindo a essa força inteligência
sumamente
Maior até do que a inteligência fundamentada nas escolas de sistemas internacionais
Quando estes supõem que, ao não compartir do know how de suas natas
Inferem conferir poderes supostamente avassaladores em modalidades
incompletas...
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
black magic woman
the anything else verse a though and I have fear to mannifestad my little experiences on life off, on, off.... << on? {#@#} so, I want my liberty, please, so long, it's possible, mrs machine woman?
expression
the life from italy swan like a song en the soul, but ai do not undestand me and my mental force is adjustment of life of a regress of my attitude, and my way are long like a surrounded lion...
answer
the smart connections are.....?? so, so, beauty, a song for life, and you, your rare anything>>>/?
TODO BOM SOLDADO SAI PARA COMER E COME, PAGA A SUA REFEIÇÃO E CAMINHA PARA A SISTODIÁLISE E O RECONHECIMENTO DA ÁREA, POIS DEPOIS DE COMER, EM SEU TRAJETO, TODA A ATENÇÃO SERÁ SEMPRE NECESSÁRIA, MESMO QUE ALGO LHE PAREÇA DE VITÓRIA, POIS É NESSAS HORAS QUE O INIMIGO FICA MAIS DE SOSLAIO E OCULTO ONDE JAMAIS SE IMAGINA OU SE PERCEBA.
A LETRA DIZ QUANDO ALGO NÃO INVENTOU
Quantas tonalidades do dizer do msn que não diga nada
Ao que sequer imagine-se que porventura tenha existido
Com frases previsíveis de pequenos sistemas invasivos
Neste acórdão do nada, que o dispositivo sonso das invectivas
Não é lugar para bate papos do nada a não ser uma mão amiga!
Mas é rara a disposição não artificial, quando de se plugar a energia
Passa a ser concreto que nos falta a bateria no smartphone
E que nos pusemos a gastar, sem considerar que o operativo é maior...
Não se use a amizade de quem não está para algo que seria uma pretensão
Ou, quem dera, uma imagem que projetamos de uma quimera como se o afeto
Fosse a brincadeirinha mais próxima de uma doença de cunho quase espiritual!
Nada do que se falasse seria mais sóbrio do que a sobriedade da sabedoria
Que distingue algo do outro, ou seja, o zero do um, ou seja, não que se saiba o
exato!
Mas as artimanhas da enganação faz parte intrínseca da informática e sua cunha
Quando o presencial realmente navegue na presença de uma autoridade, de
preferir
Que seja federal, posto servir de escudo e de efetividade em todos os
territórios...
E a letra é lavra que diz mais, quando se aponta caminhos de progresso
Qual não fora, nem sempre o progresso aflui, pois a onda do mar
Traz em sua volta do rebentar os escolhos que cata a cada investida na areia
No manto escalar de espumas que também refletem se o mar está sujo!
A inflexão do verbo é tarefa em que o homem se põe a escrever por prática
diária
No que tange ser um homem, apenas isso, e se a mulher do lado não se apercebe
O lado por vezes é uma outra cidade que versa menos do que o sistema em que
crê.
E passa-se o tempo, mulher, e a sua indefinição define a sugestão simples que
estás a serviço
Ainda em suas fragorosas tentativas de pessoinha madura
Mas que não obtém da sua fraqueza maior de tentativa nula
Não saber que o blefe de um não programador, já refez sua lide de sistemas...
POIS QUE SEJA O MOVIMENTO
O céu não verte, a nuvem sim, mas é lá que é
No éter o ventre sabe do céu, o ar, que é ar
No respiro de uma libertação saudável do ser
Ao centro de si, ao chi, do ser, do essente.
Mesclar terra: escopo da vida
E anunciar o solar da aurora, quem diria
Ao gesto preciso de um braço, na enxada
Que ao trabalho o exercício é a consciência.
Do que sim, ao não talvez, não fora
A hora sequer da premissa de ensaio
Posto o figurino falta, e o banho é necessidade
Ao menos no verão túrgido de nossa primavera!
Da flor que imante, o tecnológico silício da mente
Não, posto não existir, que ao ventre da máquina
Quem diria, poderá existir a fecundidade feminina
Em outro gesto consonante, quiçá na mesa educadora...
Ao silêncio de uma harmonia hirsuta, crespa,
Saibamos por metáfora do alimento, algo de ave
Que sejamos mais do alimento, e a música depois
Veste seu som no ruído de um piano tateado.
Em que dera o segundo de um pincel
No ideograma reinventado, aquele nanquim
Que segue a seguir seguro, no último gesto do dia
Quando compreendemos que o mesmo dia anoitece sempre.
O ÁXIS DA ALIANÇA
O contexto mais genérico do que vem a ser um
tronco, quiçá, motivador de algo, de uma ação porquanto em grau
mais amplo, ou em fragmentárias atitudes, em se falar do humano
proceder, como na programação seria a última rotina, a rotina
comportamental de fato, mas com resultantes, advindas de treinamentos
ou de doutrinamentos, quais não fossem passíveis de serem quebrados
sempre com a invectiva do imprevisível, enquanto oculto… Na
geometria cartesiana, a áxis significa eixo, e o eixo é uma
entidade que guia referência dimensional e de sentido no espaço,
por exemplo, o eixo z é o vertical, o x é o que confere vanguarda,
largura, e o y é aquele que confere profundidade, sendo logicamente
a combinação de quaisquer de duas áxis o plano, a área, e a
combinação dos três na realidade de espaço, quando não
circunscrito ou limitado, mas quando não, o volume, fechado e
mensurável, na unidade física do litro. Quando estamos sob a
perspectiva de Einstein existe o conceito do espaço tempo, e aí a
coisa fica mais complexa, mesmo porque em uma universidade de
arquitetura padrão não se ensina esse conceito, pois para a
edificação não há necessidade de se passar da física newtoniana,
ou seja, um paradigma de conceituação cartesiano.
Já a
questão das alianças para mudar algo, na semântica da progressão
da alteração de um status político, por exemplo, a questão do
espaço bem limitado se perde, e as células tomam seu lugar,
inferindo organizações com tradução geométrica, mas que não
obedecem formalmente a técnica mais exata da geometria, ou mesmo de
uma cena de cinema na exatidão de uma boa arte, ou na ilustração
em 3D, mas justamente em sistemas já prontos, importados, que vêm
com captação de recursos de onde as matrizes convencem seus agentes
mais estudados que são infalíveis, mas em um grande território,
tornam-se presa fácil quando incorrem na ação errônea da
ilicitude ou do terror. A possibilidade de mapeamento cabal dessas
células enquanto localização se dá no espaço tridimensional de
seus vértices construtores do sólido, e suas arestas condutoras da
comunicação, posto hoje em dia não – para muitos – há a menor
possibilidade de estar em uma área ou em um espaço, no exemplo
cabal da conexão objetiva carro-apartamento, sem que se saiba
exatamente ao menos a posição de um vértice
fonte.
Sinteticamente, para concluir, Einstein passa a régua
quando relativiza o cartesianismo, base desses sistemas aparentemente
infalíveis, reduzindo ao tempo-espaço a linearidade construtivista
e integradora dos sistemas, no que vem a quebrar os códigos dos
alicerces da tecnologia da informação, espelhando nos flashies
identificatórios a demarcação exata do rompimento de rotinas ou
bibliotecas, e o espelhamento fiel do caos no movimento físico dos
contingentes que se perdem no contexto invasivo com o propósito de
objetivos escusos, contraditórios e expostos cada vez mais a
derrotas progressivas, pois a maldade possui a fraqueza de uma
ciência elaborada com a empáfia de certezas predestinadas ou
alicerçadas unicamente pela ignorância da própria física moderna.
NADA DAQUILO FOI E SERÁ DEPOIS
APP dado, dado não lançado, não triado, em tríade composta
Quanto da informação decomposta em frações, sistemas falham
Depois da tentativa militar de ocupação frustrada
Posto em feira a pressão ao domínio popular é alvo cruento dos loucos
Que impõem ao seu comportar-se treinado a facção de sua invectiva
Posto o dedo na ferida da ignomínia, o processo alterno dos comandos
Que por ventura alcancem sampa desde Itália não procedem
Mas que se encontre na Itália um Vaticano mais sereno em sua justiça!
Obviamente, na sampa de periferia evangélica, a troça que se monta
É de tamanho do homeoffice do Morumbi, qual nome indígena
Que remonte fracasso em tentar minar yanomamis, para inferir tráfico
Na drogadição hebraica da maconha nas universidades de ponta
Como modalidade de dissuadir lideranças, de ordem capital
No sentido de nulificar a presença da força católica no país...
Nada de caos anti semítico, apenas a experiência cultural
De uma massificação leviana de ordem quase espiritual
Quando a necessidade de liberdade não ponteie
Posto a ordem intelectiva de valores mais prementes
Urge sim o usual dos uniformes, que baseiem circunstâncias
Na identificação de etiquetas falsas sob comportares suspeitos!
Em uma realidade nua, a prerrogativa destas linhas, em auto defesa
investigativa
Apenas aponta a bússola para a arguição de experimentação mnemônica
Onde obviamente a criança que está do outro lado, com mais de quarenta
Mal saberia de nada, posto jamais lera livros de percepção mais acurada.
End.