A imaginação ativa junguiana não tem comprovação científica de que “equilibre hormônios da felicidade” (como serotonina, dopamina ou endorfina). O que se sabe é que ela atua como prática psicológica profunda, favorecendo integração psíquica e bem-estar subjetivo, mas os efeitos hormonais permanecem especulativos e indiretos. COPILOT.
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