Muitas
palavras são como o fogo que crepita e que não sentimos na voz, mas no coração.
São as palavras do coração, assim como quem as cria não as cria do nada, vêm
aquelas do âmago, do profundo sentimento, de uma emoção evidenciada por
circunstâncias diversas, inquietações, desejos, pulsões, recalques, ou mesmo
inconscientemente, de arquétipos na poesia, ou de frações de pensamentos, ou
ainda de lógicas consistentes, quando do aspecto puramente da consciência, ou
da razão. O desejo de falar é como o desejo de viver, matéria e espírito, fusão
indissolúvel entre consciência e inconsciente, revela-nos coisas que estão
perdidas nos recônditos de nossa alma, nosso imo, como um dever – repito – de querermos
estar vivos, lançando não apenas a voz de comando sobre nós mesmos, ou ao lermos
um texto do catecismo à noite, que nos dará os parâmetros espirituais, que o
Mestre, ou Salvador, nos legou ao mundo... Baixando a guarda, quiçá a falta do
cigarro que nos trouxe a insônia na noite anterior e que o fumamos para
justamente podermos pensar no dia seguinte o que nos levou a um tipo de torpor
que a falta da nicotina no sangue tanto afeta a saúde de um enfermo mental, e
que o equilíbrio da dopamina, da serotonina e da oxitocina tão bem evidenciam
esse fato. Outro quesito, de não termos feito um apanhado de palavras à noite
por interveniência de outrem, na figura de uma agente que deponha contra a
saúde indiretamente contra um homem da comunicação querendo o abster
simplesmente do ato de expressão, em gestos tão sutis que a outros não sejam
percebidos, esses atos quase diabólicos e planejados, mediante um controle de
plantonista às avessas, meio que abre espaço para uma defasagem na vida do
enfermo, que apenas encontraria a solução de seus problemas mediante seguir a
rotina tão premente para ele, que seguirá seu curso mais aprendendo do dia a
dia, das noites em que entra e pensa ser mais adiante o caminho da carruagem da
ilusão, pois a intelectualidade suprema de uma mulher não pode orientar o seu
modo de existir, nem aqui nem na China.
Querendo
ou não, o jornalismo independente deve ser auto sustentável e partir para uma já
citada independência, ao não depender do simiesco modo de se ver o ensaio de
uma fala, do que é dito por outrem, quando o importante é dizermos por nós
mesmos não exatamente uma autoanálise mas justamente as circunstâncias do que
nos acontece no derredor, no entorno, quais são os traquejos que levam a um
depoimento preciso de uma mulher, agente meio que engajada em serviços outros
que não sejam apenas um serviço de levar uma mensagem, quando em seus gestos
que pontuam a fala existam mensagens subliminares, sutis formas de comandos, e
a ternura subjacente que na verdade pode ter incluída uma mensagem do mal. A
podridão em uma fala aparentemente afetiva por vezes tem cheiro de perfume
francês, mas a sentimos depois de uma boa noite de sono, mesmo porque quando
dormimos limpamos nossa massa encefálica de sujeiras que fazem parte dos dias
que nos foram meio que severos, como o são todos em nossa sociedade
contemporânea mercenária de mercado... E, na contemporaneidade, existem esses
estranhos “entes”, mistos de jovens monstros que usam de sua frieza e
experiência alicerçada pelas missões que defendem muitos interesses
internacionais que encontram em países como o nosso sua seara mais profícua de
entabular conversas com os demônios que lhes orientam sobremodo. A parte que
lhes cabe em seus latifúndios existenciais, mantém outros em sua ingenuidade
sob a escravidão de um prócer, que na realidade mantém um vínculo com as forças
antagônicas da perversão. Sempre existem os mentores do caos, um caos organizado,
uma anarquia institucional, na pior forma dela: instaurá-la para depois
censurar a fala de uma testemunha chave que depois fará as declarações indispensáveis
para evidenciar o factual, dispensando a hipocrisia cega do momento e racionalizar
tanto os aspectos do consciente, como de uma inconsciência grupal, ou coletiva.
Trazer à tona sem enumerar os nomes, evidenciar razão primeira, transpor as
barreiras da própria religião, no religare com Deus, por ele invocar o
Espírito Santo e o amor do Salvador, para que nos dê as luzes necessárias para combater
os meandros de Satanás, que tanto nos levam ao vício, à loucura ou à morte
prematura. Não poderíamos eximirmo-nos do fato que até mesmo espíritos
obsessores nos levam a tais ocorrências, e há até mesmo centros espíritas que não
trabalham especificamente para o bem, pois a potência de organizações como o
Ocultismo e suas bruxarias demandam que a maldade seja sua razão de ser, e se
utilizam da prática de mediunidade e de “encaminhamentos” para obsediar aqueles
que buscam o caminho da santidade. Mas será no estudo profundo de uma
catequese, do catecismo, das primeiras cartas de São João Paulo II que podemos
estar consortes com a vereda mais cristalina de que, podendo comungar um dia no
Santíssimo Sacramento, um devoto do Salvador possa não apenas estar livre das armadilhas
dos demônios, como junto àqueles que trilham ou trilharam pelos caminhos da
Salvação. Estas palavras me deram justa adequação mental e espiritual, e por elas
sigo e seguirei minha vereda de fé, com a Religião, como a entendo, dentro da
Grande Igreja e aos pés de Nosso Senhor, Jesus Cristo, com as bênçãos de Maria,
a Virgem Santíssima.
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