quarta-feira, 17 de junho de 2026

CRISTO, ME SALVE, E QUE SEJA FEITA A TUA VONTADE, NÃO A MINHA...


                Muitas palavras são como o fogo que crepita e que não sentimos na voz, mas no coração. São as palavras do coração, assim como quem as cria não as cria do nada, vêm aquelas do âmago, do profundo sentimento, de uma emoção evidenciada por circunstâncias diversas, inquietações, desejos, pulsões, recalques, ou mesmo inconscientemente, de arquétipos na poesia, ou de frações de pensamentos, ou ainda de lógicas consistentes, quando do aspecto puramente da consciência, ou da razão. O desejo de falar é como o desejo de viver, matéria e espírito, fusão indissolúvel entre consciência e inconsciente, revela-nos coisas que estão perdidas nos recônditos de nossa alma, nosso imo, como um dever – repito – de querermos estar vivos, lançando não apenas a voz de comando sobre nós mesmos, ou ao lermos um texto do catecismo à noite, que nos dará os parâmetros espirituais, que o Mestre, ou Salvador, nos legou ao mundo... Baixando a guarda, quiçá a falta do cigarro que nos trouxe a insônia na noite anterior e que o fumamos para justamente podermos pensar no dia seguinte o que nos levou a um tipo de torpor que a falta da nicotina no sangue tanto afeta a saúde de um enfermo mental, e que o equilíbrio da dopamina, da serotonina e da oxitocina tão bem evidenciam esse fato. Outro quesito, de não termos feito um apanhado de palavras à noite por interveniência de outrem, na figura de uma agente que deponha contra a saúde indiretamente contra um homem da comunicação querendo o abster simplesmente do ato de expressão, em gestos tão sutis que a outros não sejam percebidos, esses atos quase diabólicos e planejados, mediante um controle de plantonista às avessas, meio que abre espaço para uma defasagem na vida do enfermo, que apenas encontraria a solução de seus problemas mediante seguir a rotina tão premente para ele, que seguirá seu curso mais aprendendo do dia a dia, das noites em que entra e pensa ser mais adiante o caminho da carruagem da ilusão, pois a intelectualidade suprema de uma mulher não pode orientar o seu modo de existir, nem aqui nem na China.

                Querendo ou não, o jornalismo independente deve ser auto sustentável e partir para uma já citada independência, ao não depender do simiesco modo de se ver o ensaio de uma fala, do que é dito por outrem, quando o importante é dizermos por nós mesmos não exatamente uma autoanálise mas justamente as circunstâncias do que nos acontece no derredor, no entorno, quais são os traquejos que levam a um depoimento preciso de uma mulher, agente meio que engajada em serviços outros que não sejam apenas um serviço de levar uma mensagem, quando em seus gestos que pontuam a fala existam mensagens subliminares, sutis formas de comandos, e a ternura subjacente que na verdade pode ter incluída uma mensagem do mal. A podridão em uma fala aparentemente afetiva por vezes tem cheiro de perfume francês, mas a sentimos depois de uma boa noite de sono, mesmo porque quando dormimos limpamos nossa massa encefálica de sujeiras que fazem parte dos dias que nos foram meio que severos, como o são todos em nossa sociedade contemporânea mercenária de mercado... E, na contemporaneidade, existem esses estranhos “entes”, mistos de jovens monstros que usam de sua frieza e experiência alicerçada pelas missões que defendem muitos interesses internacionais que encontram em países como o nosso sua seara mais profícua de entabular conversas com os demônios que lhes orientam sobremodo. A parte que lhes cabe em seus latifúndios existenciais, mantém outros em sua ingenuidade sob a escravidão de um prócer, que na realidade mantém um vínculo com as forças antagônicas da perversão. Sempre existem os mentores do caos, um caos organizado, uma anarquia institucional, na pior forma dela: instaurá-la para depois censurar a fala de uma testemunha chave que depois fará as declarações indispensáveis para evidenciar o factual, dispensando a hipocrisia cega do momento e racionalizar tanto os aspectos do consciente, como de uma inconsciência grupal, ou coletiva. Trazer à tona sem enumerar os nomes, evidenciar razão primeira, transpor as barreiras da própria religião, no religare com Deus, por ele invocar o Espírito Santo e o amor do Salvador, para que nos dê as luzes necessárias para combater os meandros de Satanás, que tanto nos levam ao vício, à loucura ou à morte prematura. Não poderíamos eximirmo-nos do fato que até mesmo espíritos obsessores nos levam a tais ocorrências, e há até mesmo centros espíritas que não trabalham especificamente para o bem, pois a potência de organizações como o Ocultismo e suas bruxarias demandam que a maldade seja sua razão de ser, e se utilizam da prática de mediunidade e de “encaminhamentos” para obsediar aqueles que buscam o caminho da santidade. Mas será no estudo profundo de uma catequese, do catecismo, das primeiras cartas de São João Paulo II que podemos estar consortes com a vereda mais cristalina de que, podendo comungar um dia no Santíssimo Sacramento, um devoto do Salvador possa não apenas estar livre das armadilhas dos demônios, como junto àqueles que trilham ou trilharam pelos caminhos da Salvação. Estas palavras me deram justa adequação mental e espiritual, e por elas sigo e seguirei minha vereda de fé, com a Religião, como a entendo, dentro da Grande Igreja e aos pés de Nosso Senhor, Jesus Cristo, com as bênçãos de Maria, a Virgem Santíssima.

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