Quem diria
escaparmos ilesos, mas de quase sobrenatural está o espécimen humano... Aborda
questões as mais variadas, e por vezes quando apenas poderia estudar o que já
deu certo, as mensagens que enviam sob diversos formatos só servem para
confundir, tal o emaranhado de informações que se tornou a sociedade
contemporânea. O que antes serviria para dar um “reforço positivo” na justa
adequação do vivente na Terra, este planeta repleto de fios e cabos que
carregam elétrons e suas mensagens, vem a ser algo de um nó de insights, um nó
múltiplo e cego, como uma rede que não suporta nem que existamos com a
tranquilidade da coerência em sermos nós mesmos, a não ser seguidores de
seitas, experimentos e químicas ou drogas. Não bastaria um simples café, não
fora a cocaína, as anfetaminas e o álcool, medida quase turva da “equação”.
Entupimo-nos de receitas, vamos aos médicos, e a simples leitura de um
catecismo quiçá seja uma boa solução, pois ao menos nos orienta a algo de fé,
algo substancial, posto se for de merecimento que mereçamos as palavras do
Salvador, pois é Ele quem nos ditará as regras por adiante, e nas nossas retaguardas.
O engodo reside em nós e damos a abertura possível e provável a seus agentes,
responsáveis por consequências por vezes desastrosas na psique humana. Não que
não fôramos agentes igualmente, só que dos bons, distantes da farsa de quem
enumera enunciados díspares, como a distinção entre um peso e um dólar...
A questão
é ser um pouco como São Tomé nas coisas do comércio, nas coisas das medicina, e
nas coisas financeiras. Um São Tomé que experimente na carne, não apenas veja, mas
sinta a profusão de detalhes, sua aderência no toque e sua prática no
cotidiano. Alguém que seja um ser passional e compassivo, mas não obstante sem
esquecer uma análise rigorosa e crítica a respeito daquilo que lhe diga algo,
que possua um significante, ou mesmo aquilo de uma rigorosa semântica que
colocaria Saussure no chinelo... Baudrillard que fosse o gênio da floresta dos
objetos, que remontasse outros significados que vogassem o perfil inaudito da
voz que é inerente aos obtusos espirituais, mas que na matéria da semiótica são
de vanguarda com um pensamento assaz consistente. Voga que o ser por vezes se
torna maior do que a citada vanguarda, mas que a dialética concerne que a
Natureza nos transforme em tudo o que queremos ser e depositar no mundo, em
termos de aprofundamentos filosóficos. A Natureza que tudo sente e vê em seu “comunismo
espiritual”, desde que o mundo se torna além do que simplesmente a derrota no
seu Pecado Original, até os nossos dias, onde o livre arbítrio foi concedido para
que procedêssemos em comunhão, em nossa Casa Comum... Assim é a questão da
preservação do grande templo dos homens: o planeta Terra. Mesmo que alguns não aceitem
que muitos se preocupem em preservá-lo, esse trabalho de preservação é sagrado,
logicamente, conforme o Laudato Sì, de Francisco, o último Papa.
Nos
primeiros tempos da era crista a vida era comunal, repartia-se o pão, a Palavra
era concedida entre os apóstolos para o povo, sequioso da Verdade, mesmo com o
martírio de todos eles, com exceção de João, que escreveu o Evangelho
Espiritual. Por isso a Palavra tem ficado e subsistido com tanto Poder e tanta
Glória! Por isso a vida em comunhão, por isso a importância dos Bispos, Sacerdotes
e Catequistas, e de todos os fieis que irmanam a Santa Igreja, para todo o
sempre. Amém.
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