sexta-feira, 19 de junho de 2026

A ESPERANÇA DA FÉ DIANTE DOS ENGODOS DO MUNDO MODERNO


              Quem diria escaparmos ilesos, mas de quase sobrenatural está o espécimen humano... Aborda questões as mais variadas, e por vezes quando apenas poderia estudar o que já deu certo, as mensagens que enviam sob diversos formatos só servem para confundir, tal o emaranhado de informações que se tornou a sociedade contemporânea. O que antes serviria para dar um “reforço positivo” na justa adequação do vivente na Terra, este planeta repleto de fios e cabos que carregam elétrons e suas mensagens, vem a ser algo de um nó de insights, um nó múltiplo e cego, como uma rede que não suporta nem que existamos com a tranquilidade da coerência em sermos nós mesmos, a não ser seguidores de seitas, experimentos e químicas ou drogas. Não bastaria um simples café, não fora a cocaína, as anfetaminas e o álcool, medida quase turva da “equação”. Entupimo-nos de receitas, vamos aos médicos, e a simples leitura de um catecismo quiçá seja uma boa solução, pois ao menos nos orienta a algo de fé, algo substancial, posto se for de merecimento que mereçamos as palavras do Salvador, pois é Ele quem nos ditará as regras por adiante, e nas nossas retaguardas. O engodo reside em nós e damos a abertura possível e provável a seus agentes, responsáveis por consequências por vezes desastrosas na psique humana. Não que não fôramos agentes igualmente, só que dos bons, distantes da farsa de quem enumera enunciados díspares, como a distinção entre um peso e um dólar...

              A questão é ser um pouco como São Tomé nas coisas do comércio, nas coisas das medicina, e nas coisas financeiras. Um São Tomé que experimente na carne, não apenas veja, mas sinta a profusão de detalhes, sua aderência no toque e sua prática no cotidiano. Alguém que seja um ser passional e compassivo, mas não obstante sem esquecer uma análise rigorosa e crítica a respeito daquilo que lhe diga algo, que possua um significante, ou mesmo aquilo de uma rigorosa semântica que colocaria Saussure no chinelo... Baudrillard que fosse o gênio da floresta dos objetos, que remontasse outros significados que vogassem o perfil inaudito da voz que é inerente aos obtusos espirituais, mas que na matéria da semiótica são de vanguarda com um pensamento assaz consistente. Voga que o ser por vezes se torna maior do que a citada vanguarda, mas que a dialética concerne que a Natureza nos transforme em tudo o que queremos ser e depositar no mundo, em termos de aprofundamentos filosóficos. A Natureza que tudo sente e vê em seu “comunismo espiritual”, desde que o mundo se torna além do que simplesmente a derrota no seu Pecado Original, até os nossos dias, onde o livre arbítrio foi concedido para que procedêssemos em comunhão, em nossa Casa Comum... Assim é a questão da preservação do grande templo dos homens: o planeta Terra. Mesmo que alguns não aceitem que muitos se preocupem em preservá-lo, esse trabalho de preservação é sagrado, logicamente, conforme o Laudato Sì, de Francisco, o último Papa.

              Nos primeiros tempos da era crista a vida era comunal, repartia-se o pão, a Palavra era concedida entre os apóstolos para o povo, sequioso da Verdade, mesmo com o martírio de todos eles, com exceção de João, que escreveu o Evangelho Espiritual. Por isso a Palavra tem ficado e subsistido com tanto Poder e tanta Glória! Por isso a vida em comunhão, por isso a importância dos Bispos, Sacerdotes e Catequistas, e de todos os fieis que irmanam a Santa Igreja, para todo o sempre. Amém.

Nenhum comentário:

Postar um comentário