Quais
não sejam, existem de fato os parâmetros sociais... Quem seríamos, os animais de
outrora, os símios que deram origem à espécie no darwinismo que tanto apregoa a
ciência, e que seja justa a ciência, posto não sabemos explicar o que vem
depois do fim, mas em diversos escopos, científico e teológico, aprendemos com
as origens. A mente humana por si só, ela mesma, é um universo, e as questões
da psicologia moderna certamente trazem imensas luzes, bem como os avatares
científicos da medicina, que são os psiquiatras, que trazem na sua bagagem e na
sua abordagem científica os fármacos tão indispensáveis ao andamento de certas
conquistas na área da saúde mental. Jung já afirmava que psicoses graves já
podiam ser tratadas com o auxílio daquelas drogas que apenas o desenrolar da
ciência permitiu no andamento da ciência da medicina desse campo, desde os
primeiros asilos da história. Aceitamos as regras sociais, estas regras existem
de fato, e na realidade não estaremos afeitos a sermos rebeldes onde as coisas
tendem ao pacifismo, pois isso não refletirá uma vida em serenidade e compreensão
dos limites, mesmo porque, ao dissiparmos uma dúvida ou mesmo refletirmos sobre
uma ideia, essas questões vem a dar no pensamento, na razão, puramente em
querermos a expressão de algo, uma questão filosófica ou científica, ou mesmo no
arcabouço espiritual, que tanta força tem impresso na vida de grande parte da população
do planeta. A rebeldia citada muitas vezes vem na forma das drogas e suas
adições, suas dependências, seus vícios, e quiçá o universo da religião seja da
máxima importância para nos livrarmos delas, seus obstáculos e nossa fé para
abandonar seus grilhões. Mas, para tanto, devemos abraçar a religião e
dedicarmo-nos a ela, como modo de religarmo-nos com Deus.
Quando
um homem não respeita as regras sociais, pode ir preso, ou ir para um
internamento psiquiátrico, se não estiver de posse de suas faculdades mentais.
Assim como há, na conjuntura das regras sociais, diferença entre um criminoso e
um enfermo mental, não há distinção entre um crente e um ateu no critério social,
posto não se estará infringindo lei alguma, e a crença ou não é livre não
apenas aos olhos da Lei, como das regras morais de toda sociedade civilizada.
Assim manda a Constituição e, como se prevê em uma democracia, todo Estado
Democrático possui seus representantes eleitos pelo voto, e qualquer tentativa
de extorsão dessa modalidade institucional é como uma infração grave aos olhos
da Lei, elaborada pelo Congresso de cada país, na realidade de cada democracia.
Sob essa ótica, estarmos definindo um padrão de liberdade tanto religiosa como
política é uma das qualidades de uma sociedade livre...
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