quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
SERMOS COMPASSIVOS COM A VERDADE NÃO SIGNIFICA TOLERARMOS COISAS REAIS, MAS SABERMOS LIDAR COM UMA SIMPLES QUESTÃO DE SERMOS MAIS VERAZES, SEM ARTIFÍCIOS, SEM ESCUSAS, SEM PROMESSAS, SEM TITUBEIOS, MAIS VERDADEIROS, SOB O ESCOPO DE UMA GRANDE OU PEQUENA RAZÃO, NA MEDIDA DOS LIMITES HUMANOS, ASSIM SEJA, DESSA FORMA, QUEM SABE, O MUNDO SERIA NO MÍNIMO MAIS JUSTO E EQUÂNIME...
GENERALIZAR O QUE FIZEMOS NO PASSADO É APENAS NÃO VER QUE OUTROS VIRIAM PARA DAR CONTINUIDADE NAQUILO QUE DE PRESENTE E FUTURO JÁ CÁ ESTÁ, SANTIFICANDO OS PASSOS DE PESSOAS QUE ENCAMINHAM SEU ENTENDIMENTO, PRÓFORMA, DENTRO DA REALIDADE ALGO PUNGENTE DE MUDANÇAS E QUESTÕES MAIS PLENAS, POSTAS NA MESA DO ENTENDIMENTO POR VEZES, E EM OUTRAS SENDO DICOTOMIAS INCONTORNÁVEIS.
A ESTRUTURA QUE POSSUI ALGUNS REMENDOS NECESSÁRIOS POSSUI A CALÇA POR INTEIRO, E DESSA ROUPA VESTIREMOS, NEM QUE O SEJA DE ALGUM MODO SAIRMOS MENOS ROTOS EM SERVIÇO, PARA ESTARMOS COM OS IGUAIS POSSÍVEIS, DENTRO DO ESCOPO DO CITADO SERVIÇO E A INTENÇÃO DE SE SER MAIS PLENO DIANTE DA BONDADE HUMANA...
⁵ Ora, Jesus amava a Marta, e a sua irmã, e a Lázaro. ⁶ Quando ouviu, pois, que estava enfermo, ficou ainda dois dias no lugar onde estava. ⁷ Então, depois disto, disse aos seus discípulos: Vamos outra vez para a Judeia. ⁸ Disseram-lhe os discípulos: Rabi, ainda agora os judeus procuravam apedrejar-te, e tornas para lá? ⁹ Jesus respondeu: Não há doze horas no dia? Se alguém andar de dia, não tropeça, porque vê a luz deste mundo; ¹⁰ Mas, se andar de noite, tropeça, porque nele não há luz. ¹¹ Assim falou; e depois disso disse-lhes: Lázaro, o nosso amigo, dorme, mas vou despertá-lo do sono. ¹² Disseram, pois, os seus discípulos: Senhor, se dorme, estará salvo. ¹³ Mas Jesus dizia isto da sua morte; eles, porém, cuidavam que falava do repouso do sono. ¹⁴ Então pois, Jesus disse-lhes claramente: Lázaro está morto; ¹⁵ E folgo, por amor de vós, de que eu lá não estivesse, para que acrediteis; mas vamos ter com ele. ¹⁶ Disse, pois, Tomé, chamado Dídimo, aos condiscípulos: Vamos nós também, para morrermos com ele. ¹⁷ Chegando, pois, Jesus, achou que já havia quatro dias que estava na sepultura. ¹⁸ (Ora Betânia distava de Jerusalém quase quinze estádios.) ¹⁹ E muitos dos judeus tinham ido consolar a Marta e a Maria, acerca de seu irmão. ²⁰ Ouvindo, pois, Marta que Jesus vinha, saiu-lhe ao encontro; Maria, porém, ficou assentada em casa. ²¹ Disse, pois, Marta a Jesus: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. ²² Mas também agora sei que tudo quanto pedires a Deus, Deus to concederá. ²³ Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar. ²⁴ Disse-lhe Marta: Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia. ²⁵ Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; ²⁶ E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca irá morrer. Crês tu isto? ²⁷ Disse-lhe ela: Sim, Senhor, creio que tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo. ²⁸ E, dito isto, partiu, e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: O Mestre está cá, e chama-te. ²⁹ Ela, ouvindo isto, levantou-se logo, e foi ter com ele. ³⁰ (Pois, Jesus ainda não tinha chegado à aldeia, mas estava no lugar onde Marta o encontrara.) ³¹ Vendo, pois, os judeus, que estavam com ela em casa e a consolavam, que Maria apressadamente se levantara e saíra, seguiram-na, dizendo: Vai ao sepulcro para chorar ali. ³² Tendo, pois, Maria chegado aonde Jesus estava, e vendo-o, lançou-se aos seus pés, dizendo-lhe: Senhor, se tu estivesses aqui, meu irmão não teria morrido. ³³ Jesus pois, quando a viu chorar, e também chorando os judeus que com ela vinham, moveu-se muito em espírito, e perturbou-se. ³⁴ E disse: Onde o pusestes? Disseram-lhe: Senhor, vem, e vê. ³⁵ Jesus chorou. ³⁶ Disseram, pois, os judeus: Vede como o amava. ³⁷ E alguns deles disseram: Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer também com que este não morresse? ³⁸ Jesus, pois, movendo-se outra vez muito em si mesmo, veio ao sepulcro; e era uma caverna, e tinha uma pedra posta sobre ela. ³⁹ Disse Jesus: Tirai a pedra. Marta, irmã do defunto, disse-lhe: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias. ⁴⁰ Disse-lhe Jesus: Não te tenho dito que, se creres, verás a glória de Deus? ⁴¹ Tiraram, pois, a pedra de onde o defunto jazia. E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. ⁴² Eu bem sei que sempre me ouves, mas eu disse isto por causa da multidão que está em redor, para que creiam que tu me enviaste. ⁴³ E, tendo dito isto, clamou com grande voz: Lázaro, sai para fora. ⁴⁴ E o que fora defunto saiu, tendo as mãos e os pés ligados com faixas, e o seu rosto envolto num lenço. Disse-lhes Jesus: Desligai-o, e deixai-o ir. ⁴⁵ Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo a Maria, e que tinham visto o que Jesus fizera, creram nele. ⁴⁶ Mas alguns deles foram ter com os fariseus, e disseram-lhes o que Jesus tinha feito. ⁴⁷ Depois os principais sacerdotes e os fariseus formaram conselho, e diziam: Que faremos? Porquanto este homem faz muitos sinais. João 11:5-47
NÃO NEGUEMOS QUE AQUELE ÍNFIMO FUNCIONÁRIO DE UMA MEGA CORPORAÇÃO MULTINACIONAL, QUANDO VIR AQUELE CEO QUASE GEODÉSICO EM SUA MEGA ESTRUTURA DE PODERES, MULTIMILIONÁRIO E APERCEBER QUE SEU SALÁRIO - GARANTIDO TODO O MÊS -, MESMO IMPERCEPTÍVEL A OLHO NÚ PERANTE O CEO, ESTE MÍSERO FUNCIONÁRIO VERÁ A FONTE PAGADORA E TUDO O QUE ESSE PODER SIGNIFICA, COMO UM PODER SUPERIOR, QUIÇÁ UM TIPO DE DEUS CAPITALISTA QUE NEM SEMPRE SE DARÁ CONTA DESSE PRESSUPOSTO DAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS CAPITALISTAS MODERNAS...
O FALAR TEM A NATUREZA DIVINA DE INVERTER IMEDIATAMENTE O 'VISAR', DE TORNÁ-LO ALGO DIVERSO, NÃO O DEIXANDO ASSIM ACEDER À PALAVRA. MAS SE EU QUISER VIR-LHE EM AUXÍLIO, INDICANDO ESTE PEDAÇO DE PAPEL, ENTÃO FAÇO A EXPERIÊNCIA DO QUE É, DE FATO, A VERDADE DA CERTEZA SENSÍVEL: EU O INDICO COMO UM AQUI QUE É UM AQUI DE OUTROS AQUIS, OU QUE NELE MESMO É UM CONJUNTO SIMPLES DE MUITOS AQUIS, ISTO É, UM UNIVERSAL. EU O TOMO COMO É EM VERDADE, E EM VEZ DE SABER UM IMEDIATO, EU O APREENDO VERDADEIRAMENTE: [EU O PERCEBO]. fenomenologia do espírito, hegel.
A DIALÉTICA DA INTERCONECTIVIDADE ESPAÇO-TEMPO
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conexões do espaço com o tempo, sempre serão essas duas dimensões algo de monta
maior, perfazendo a questão cinestésica: o aqui, o agora. A relação entre essas
duas dimensões é algo que a própria relatividade de Einstein abraçou
inequivocadamente, mas o faremos de modo cartesiano, lógico, no plano do
pensamento enquanto entidade perceptível humana, sem denotar questões
atomistas, ou energéticas, ou de massa. O aqui separado, enquanto espaço, e o
agora, isolado, enquanto tempo, ambos estanques na percepção suprassensível, no
singular, no momentum, no não ser relativo, dependendo do sujeito, posto percepção
primeira, dependente do que se é, de fato, ou no olhar, no se ouvir, onde a
consciência não esteja atinada ao registro, nem mesmo à conexão do que seria
uma casa de dia ou de noite, no entardecer de um dia, no passar das horas, na
sua luz, ou mesmo na sua existência referente que, ao menor sinal de distração,
que as palavras que conduzem a uma consciência mais pura indiquem a orientação
do foco da consciência de saber que aquele aqui, já não era mais, no depois
imediatamente posterior, ou mesmo no que fora o espaço de trabalho, a rotina, a
repetição, sua quebra, uma viagem, uma fotografia do Coliseu, na lembrança, os
sentimentos e todo o contexto humano, transcendendo contudo uma análise
filosófica purista do fenômeno, quiçá o espírito que fica, e que somos, em essência,
todo esse caudal perceptivo, e tudo o que significa a influência externa. E
tudo o que significa o gadget que está nas nossas mãos, a sua linha de tempo, o
retorno a uma mensagem, a possibilidade de comunicação, uma notícia, um ensaio
ou mesmo uma poesia que tenha a ver com o aqui, o aqui elaborado de antes, ou
mesmo na concomitância, quando de uma palavra mais viva, a impressão, como uma
pincelada maestrina, ou mesmo um tipo de doutrina dispensável e equivocada...
O
celular transcendente, o que possuímos, na condição de já não olharmos mais a
Natureza à nossa volta, quiçá seja o objeto que plugue nossa consciência a algo
mais natural ao nosso entorno eletrônico, quem sabe a informação que nos chegue
lapide a citada consciência e nos faça isolar e ao mesmo tempo conectar o aqui
e o agora, dialeticamente, com o passado e o presente, já que fomos o futuro do
passado e o somos no aqui e no agora daquele que foi o futuro, pelo menos
vivemos o momento das horas, por vezes sem o registro, mas que se faça algum
apontamento, isso seria útil. Algum sentimento se nos passe, alguma intuição despercebida
se nos nuble no futuro a memória dela, mas vivermos sob apenas o escopo da
razão pode ser uma seara fria, pois devemos improvisar um pouco com a vida que
temos às mãos...
A existência passa por mistérios
insondáveis, e a fé em algo crível e possível é a única forma de vivermos na
certeza de que algo ou alguém nos passe a segurança espiritual necessária, nem
que o seja na citada razão anteriormente, ou mesmo na determinação de
compreendermos que a conexão com a Verdade estará sempre do lado oposto daquele
em que vemos ou compreendemos uma lógica alterna, na fuga do ser que se distancia
da veracidade por vezes por estar diante do gadget na linha de tempo,
conectando de modo díspar o aqui e o agora, extensivamente fazendo valer-se
desse escape, virando o olhar, e a casa já não estará mais no dia e nem na
noite, estará no não ser, e diante do espelho o ser se encontra com um nada
existencial, pois se achará na soberba espiritual diante de si mesmo em que o
laurel não estará presente de fato na vida, senão como forma da citada soberba
do ego, em que nada não será pertencido ao não ser, mas em todos e todas que
nos fortaleçam... Uma questão histórica da consciência de fato, de se estar
fenomenologicamente em espírito, destarte, como se a galhardia em se prosseguir
não fosse apenas apontar que em determinadas veredas o caminhar por vezes tácito
encontraria um reflexo da gana ou desejo de alhures, em sermos uma projeção, ou
de muitas vezes a ciência e seu método encontrar um modo quiçá já anacrônico de
se controlar espiritualmente o próprio método espiritual, como um proceder
exangue, onde a própria dialética espiritual já nos revela que o mundo tal qual
o conhecemos já não está por ser do modo em que porventura críamos fora
piamente, e que o sagrado veio da existência ainda se perde em dúvidas, mesmo
porque ainda não temos a ciência absoluta de que a casa para a qual olhamos
naquele dia, ainda esteja no mesmo lugar, ou com a mesma luz, e se a noite seguinte
terá a luz que emane do poste, ou mesmo se no jardim da casa será sempre
possível ver a visita dos pássaros, pois o futuro nada dirá a nós mesmos, senão
que cada um leve a sua vida, e que a mensagem sirva para fortalecer cada vez
mais a quem se dispuser a aceitar, pois nem mesmo o Cristo foi aceito pela
humanidade, até provar, depois de sua Ressurreição, que era o Ungido de Deus,
mas para isso foi sacrificado no pior instrumento de tortura que Roma dispunha
na sua época.
As questões relativas ao espaço e ao tempo, em verdade, são relacionadas a tudo o que conforma a percepção humana, mas as noções em que a ciência contemporânea nos coloca, nas novas tramas que ampliaram e relativizaram a percepção que, no pensamento de dois séculos atrás, dialeticamente ressalta a importância de uma releitura histórica do citado pensamento, o viés dos novos artefatos tecnológicos, mas que seja, depois da era romântica, conforme Hegel já afirmava, tudo seria como que uma repetição, e o que hoje acresce enormemente na velocidade de processamento de informações, não deixa de ser o fato de crescer enormemente a devastação planetária, o crescimento populacional do mundo, as guerras, já predizendo que os tempos não estariam muito bons para muitos, e se criam paraísos para muito poucos... Há uma necessidade de conectarmos o espaço e o tempo nos moldes de antigos pensares, remontarmos antigas estruturas, voltarmos a certas raízes estruturais de nosso modo de ser, pois se não for assim, a linha de tempo dos gadgets em questão nos devorará, diante da ausência de testemunhos verazes nos dias que se seguem no decorrer do tempo eterno. O que antes era o agora, o aqui, é o sempre, o tempo eterno, e quiçá apenas a espiritualidade tal qual a conheceríamos com as palavras do Salvador, o seja de fato e, na prática, a vida em comunidade que nos salvaria, sem as designações das dissensões religiosas, mas comungando com Sua Palavra. Tal qual como conheceríamos o mundo, este já não nos responde mais em sua septicemia crônica, e o único modo de moldá-lo à nossa realidade é partir para restaurar seus biomas, fazer a atmosfera voltar a respirar, e extirpar de vez a ganância sobre a Terra, por bem ou por mal, pois senão estaremos fadados a assinar a sentença de morte espiritual sobre a humanidade que diuturnamente tem fracassado sobre sua superfície, em pequenos atos ou em grandes e monumentais desastres...
O ENCONTRO VIRTUAL E A REMINISCÊNCIA
Focar na história, concentrar-se no que antes pudesse ser a aparência,
E atentar-se ao fato
De que o relatividade do eu suprassensível, qual, não fosse apenas
Do que era no tempo, do que fora no espaço, sim a dimensão tátil ausente,
Do que é a presença, e que uma frase concatenada, transcendendo a lógica
Seja o suprassumo do ser, para o ser, quem dera, seja a mesma palavra que continue
A não vermos uma persona de teatro burlesco, pois é da amplitude da consciência
Que galgamos níveis ou degraus paulatinos, e não será apenas das alcunhas de um
passado
De querer-se na megaestrutura, que sejamos algo ou alguém em que cesse o
espírito
E uma força maior do que uma casa espiritual não dite a casca em que já não o
somos sequer na memória...
terça-feira, 30 de dezembro de 2025
NADA É AQUILO QUE MUITOS SUPÕE, POIS A ÁRVORE PODE NÃO SER MAIS A ÁRVORE, ASSIM COMO A MULHER, QUANDO O HOMEM NÃO A VÊ, PODE NÃO SER, PODE SER A PAREDE DO QUARTO, UMA DIVINDADE, UM ROSÁRIO, UMA CRUZ. O IMPORTANTE É SABER QUE HÁ MULHERES QUE AINDA PENSAM QUE O HOMEM AS RELACIONA COM ESSES OBJETOS SACROS, QUE SEMPRE SÃO PARA ELAS O SAL QUE AS MOVE, E É ESSA A FÉ QUE SE TORNA A CONSCIÊNCIA, A ÁRVORE ONDE O HOMEM CONTINUA A OLHAR, A VIDA A PULSAR, A PRESENÇA CÁLIDA DO VERDADEIRO AMOR, QUEM SABE, UM DIA BROTA NO JARDIM DESSE HOMEM NÃO A FLOR QUE NÃO PLANTARA, MAS A SEMEADURA DO OLHAR DE UM JOÃO DE BARRO QUANDO BICA A TERRA E RECONSTRÓI OUTRA CASA POR DENTRO DO POSTE...
SOMOS QUEM SOMOS EM NOSSA IDENTIDADE, E SE DEPENDEMOS DE UM ALFARRÁBIO DE DISCURSOS QUE NÃO ESTEJAM ROTOS SEQUER NA INTENÇÃO, NÃO SERÍAMOS OS "OUTROS" QUE MUITOS NÃO TOLERAM POR NÃO SERMOS NÓS, OS QUEM SOMOS, OS MEMBROS DE UM SI MESMO COM FALHAS E FALTAS QUE POR VEZES INVIABILIZAM AS RELAÇÕES QUE JAMAIS BROTARIAM DA REALIDADE, QUE SÃO O ESPELHAMENTO DE ALGUÉM QUE JÁ NÃO COMPREENDE A FORTALEZA, QUANTO MAIS A FRAQUEZA, E NÃO HÁ SINCRONIA AFETIVA QUE DÊ CURSO NA CITADA RELAÇÃO.
ATÉ ONDE VAI O SUPOSTO ESTAR NO AQUI, OU NO LUGAR DO ESTAR-SE, SITUADO NO ESPAÇO, E NO AGORA JÁ MAIS TARDE, NO TEMPO, JÁ ESTAMOS PRÓXIMOS DOS QUE ESTÃO DISTANTES MAS QUE TÊM O DESEJO DE SE APROXIMAR E ESTREITAR LAÇOS, NÃO APENAS NA FRENTE DE UMA TELA DIGITAL, MAS APENAS NO PARÁGRAFO DE UMA LEITURA AMOROSA, QUE SEJA, E ISSO SEJA O SUFICIENTE PARA O TÉRMINO DE MAIS UM ANO...
²² E em Jerusalém havia a festa da dedicação, e era inverno. ²³ E Jesus andava passeando no templo, no alpendre de Salomão. ²⁴ Rodearam-no, pois, os judeus, e disseram-lhe: Até quando terás a nossa alma suspensa? Se tu és o Cristo, dize-nos abertamente. ²⁵ Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo tenho dito, e não o credes. As obras que eu faço, em nome de meu Pai, essas testificam de mim. ²⁶ Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. ²⁷ As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem; ²⁸ E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão. ²⁹ Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. ³⁰ Eu e o Pai somos um. ³¹ Os judeus pegaram então outra vez em pedras para o apedrejar. ³² Respondeu-lhes Jesus: Tenho-vos mostrado muitas obras boas procedentes de meu Pai; por qual destas obras me apedrejais? ³³ Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia e porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo. ³⁴ Respondeu-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: Eu disse: Sois deuses? ³⁵ Pois, se chamou-os deuses àqueles a quem a palavra de Deus foi dirigida, e a Escritura não pode ser anulada, ³⁶ Àquele a quem o Pai santificou, e enviou ao mundo, vós dizeis: Blasfemas, porque disse: Sou Filho de Deus? ³⁷ Se não faço as obras de meu Pai, não me acrediteis. ³⁸ Mas, se as faço, e não credes em mim, crede nas obras; para que conheçais e acrediteis que o Pai está em mim e eu nele. João 10:22-38
¹¹ Eu sou o bom Pastor; o bom Pastor dá a sua vida pelas ovelhas. ¹² Mas o mercenário, e o que não é pastor, de quem não são as ovelhas, vê vir o lobo, e deixa as ovelhas, e foge; e o lobo as arrebata e dispersa as ovelhas. ¹³ Ora, o mercenário foge, porque é mercenário, e não tem cuidado das ovelhas. ¹⁴ Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido. ¹⁵ Assim como o Pai me conhece a mim, também eu conheço o Pai, e dou a minha vida pelas ovelhas. ¹⁶ Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor. ¹⁷ Por isto o Pai me ama, porque dou a minha vida para tornar a tomá-la. ¹⁸ Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai. ¹⁹ Tornou, pois, a haver divisão entre os judeus por causa destas palavras. ²⁰ E muitos deles diziam: Tem demônio, e está fora de si; por que o ouvis? ²¹ Diziam outros: Estas palavras não são de endemoninhado. Pode, porventura, um demônio abrir os olhos aos cegos? João 10:11-21
¹³ Levaram, pois, aos fariseus o que dantes era cego. ¹⁴ E era sábado quando Jesus fez o lodo e lhe abriu os olhos. ¹⁵ Tornaram, pois, também os fariseus a perguntar-lhe como vira, e ele lhes disse: Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me, e vejo. ¹⁶ Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais? E havia dissensão entre eles. ¹⁷ Tornaram, pois, a dizer ao cego: Tu, que dizes daquele que te abriu os olhos? E ele respondeu: Que é profeta. ¹⁸ Os judeus, porém, não creram, a seu respeito, que tivesse sido cego, e que agora visse, enquanto não chamaram os pais do que agora via. ¹⁹ E perguntaram-lhes, dizendo: É este o vosso filho, que vós dizeis ter nascido cego? Como, pois, vê agora? ²⁰ Seus pais lhes responderam, e disseram: Sabemos que este é o nosso filho, e que nasceu cego; ²¹ Mas como agora vê, não sabemos; ou quem lhe tenha aberto os olhos, não sabemos. Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo; e ele falará por si mesmo. ²² Seus pais disseram isto, porque temiam os judeus. Porquanto já os judeus tinham resolvido que, se alguém confessasse ser ele o Cristo, fosse expulso da sinagoga. ²³ Por isso é que seus pais disseram: Tem idade, perguntai-lho a ele mesmo. ²⁴ Chamaram, pois, pela segunda vez o homem que tinha sido cego, e disseram-lhe: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador. ²⁵ Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo. ²⁶ E tornaram a dizer-lhe: Que te fez ele? Como te abriu os olhos? ²⁷ Respondeu-lhes: Já vo-lo disse, e não ouvistes; para que o quereis tornar a ouvir? Quereis vós porventura fazer-vos também seus discípulos? ²⁸ Então o injuriaram, e disseram: Discípulo dele sejas tu; nós, porém, somos discípulos de Moisés. ²⁹ Nós bem sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos de onde é. ³⁰ O homem respondeu, e disse-lhes: Nisto, pois, está a maravilha, que vós não saibais de onde ele é, e contudo me abrisse os olhos. ³¹ Ora, nós sabemos que Deus não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a Deus, e faz a sua vontade, a esse ouve. ³² Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. ³³ Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer. ³⁴ Responderam eles, e disseram-lhe: Tu és nascido todo em pecados, e nos ensinas a nós? E expulsaram-no. ³⁵ Jesus ouviu que o tinham expulsado e, encontrando-o, disse-lhe: Crês tu no Filho de Deus? ³⁶ Ele respondeu, e disse: Quem é ele, Senhor, para que nele creia? ³⁷ E Jesus lhe disse: Tu já o tens visto, e é aquele que fala contigo. ³⁸ Ele disse: Creio, Senhor. E o adorou. ³⁹ E disse-lhe Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não veem vejam, e os que veem sejam cegos. ⁴⁰ E aqueles dos fariseus, que estavam com ele, ouvindo isto, disseram-lhe: Também nós somos cegos? ⁴¹ Disse-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece. João 9:13-41
105 - [Da hiemit diese] JÁ QUE ESSA CERTEZA SENSÍVEL NÃO QUER MAIS DAR UM PASSO EM NOSSA DIREÇÃO - QUANDO LHE FAZEMOS NOTAR UM AGORA QUE É NOITE OU UM EU PARA QUEM É NOITE -, VAMOS A SEU ENCONTRO E FAZER QUE NOS INDIQUE O AGORA QUE É AFIRMADO. TEMOS DE FAZER QUE NOS INDIQUE, POIS A VERDADE DESSA RELAÇÃO IMEDIATA É A VERDADE DESSE EU, QUE SE RESTRINGE A UM AGORA OU A UM AQUI. A VERDADE DESSE EU NÃO TERIA A MÍNIMA SIGNIFICAÇÃO SE A CAPTÁSSEMOS POSTERIORMENTE OU SE FICÁSSEMOS DISTANTES DELA; POIS LHE TERÍAMOS SUPRASSUMIDO A IMEDIATEZ QUE LHE É ESSENCIAL. DEVEMOS, PORTANTO, PENETRAR NO MESMO PONTO DO TEMPO OU DO ESPAÇO, MOSTRÁ-LOS A NÓS, ISTO É, FAZER DE NÓS [UM SÓ E] O MESMO COM ESSE EU QUE-SABE COM CERTEZA. fenomenologia do espírito, hegel.
QUANDO TOMAMOS A CIÊNCIA DO "AQUI" E DO "AGORA", ONDE NÃO VIRAMOS A CABEÇA, E A ÁRVORE É A ÁRVORE, A TELA É A TELA, A MEMÓRIA É A MEMÓRIA, ANTES EVANESCENTE UM POUCO, A PALAVRA É A PALAVRA, A NOITE É O AGORA AGORA, E PASSA A SER A NOITE, ENQUANTO SEJA A NOITE, A CONSCIÊNCIA SUPRASSUME A VERDADE E O "VISAR" DO SUJEITO PERANTE O OBJETO FOCA MAIS A ATENÇÃO, E NÃO DESVIRTUAMOS SOB O CAUDAL DA ILUSÃO, PORQUANTO A RETIDÃO E INTEGRIDADE DE NOSSA CITADA CONSCIÊNCIA NOS COLOCA NO MESMO LUGAR DO ESPAÇO, E NO MESMO TEMPO EM QUE TRANSCORREU UM ANTES, MAS QUE O AGORA VIVIFICA: NEM QUE O SEJA EM UMA PALAVRA VIVA E SAGRADA...
A ESCALA DE VALOR DE UM HOMEM OU DE UMA MULHER NÃO DEPENDA DE UMA SIMPLES IMPRESSÃO, MAS QUE SEJA UMA QUESTÃO DE UMA TAL CONSCIÊNCIA AFLORADA, QUE POR MAIS QUE OS TEMPOS DEMANDEM ESQUECIMENTOS PERMANENTES, AS LEMBRANÇAS DE VULTO NÃO SE APAGUEM JAMAIS NA MEMÓRIA DE SUAS VIDAS, POIS TUDO O QUE VOGA NO VALOR DA AMOROSIDADE CONSONANTE E CONCRETA NÃO SE PERMITA QUE SE INIBA INTRINSECAMENTE NOS ATOS QUE A NÓS MESMOS DEMANDAMOS ESSA SIMPLES QUESTÃO ESPIRITUAL...
QUANDO O ESCAPE AFETIVO INFERE DEMANDAS ONDE A BUSCA ESPIRITUAL SEJA ESTANCADA PROVISORIAMENTE, O QUE SE SAIBA É QUE A RAZÃO QUE VERTEMOS POR VEZES POR CAMINHOS DE LUZ SEJAM MAIORES DO QUE ESPECIFICAMENTE O QUE SEJA UMA PEDRA PRECIOSA SEMPRE, NEM QUE A TENHAMOS COMO ALIANÇA INDIZÍVEL DO SER HUMANO...
O AGORA PLENO DE CONHECIMENTO E ENCONTRO EM UM GRUPAMENTO, RESSOA POR VEZES POR RUAS, LOGRADOUROS E NAÇÕES, NO EXATO INSTANTE DA VELOCIDADE DA LUZ, E NA COMPREENSÃO DA LUCIDEZ DE CADA QUAL, PARA SER LEMBRADO ADIANTE, MEDIANTE A CAPACITAÇÃO DE CADA MEMÓRIA LATENTE NA BOA VONTADE DO ESTUDO E DA CITADA COMPREENSÃO HUMANA...
99 - [Dieser sinnlichen] PORTANTO, O PURO SER PERMANECE COMO ESSÊNCIA DESSA CERTEZA SENSÍVEL, ENQUANTO ELA MOSTRA EM SI MESMA O UNIVERSAL COMO A VERDADE DO SEU OBJETO; MAS NÃO COMO IMEDIATO, E SIM COMO ALGO A QUE A NEGAÇÃO E A MEDIAÇÃO SÃO ESSENCIAIS. POR ISSO, NÃO É O QUE 'VISAMOS' COMO SER, MAS É O SER COM A DETERMINAÇÃO DE SER A ABSTRAÇÃO OU O PURO UNIVERSAL. NOSSO 'VISAR', PARA O QUAL O VERDADEIRO DA CERTEZA SENSÍVEL NÃO É O UNIVERSAL, É TUDO QUANTO RESTA FRENTE A ESSES AQUI E AGORA VAZIOS E INDIFERENTES. fenomenologia do espírito, hegel.
O AQUI PODE DESVANESCER, QUANDO OLHAMOS PARA UMA ÁRVORE, E NOS VIRAMOS, O ESSENTE DA ÁRVORE NÃO MAIS É, NÓS MEDIATIZAMOS, TEMOS IMEDIATAMENTE A CERTEZA SENSÍVEL, QUE EVANESCE, TAL QUAL É, COMO EM UMA TELE DE INFORMÁTICA, A IMAGEM MEDIADA POR TECNOLOGIA É, ENQUANTO ISTO, OU ESTÁ SENDO, DE FATO, MEDIANTE O OCULTO SABEMOS QUE TALVEZ ESTEJA, MAS PORVENTURA NA TELE FICAM PALAVRAS... NEM SEMPRE AS PALAVRAS SÃO, E O DIA NÃO SERÁ A TARDE, NECESSARIAMENTE, MAS PODE PRETENDER QUE UM SENTIMENTO SEJA UMA CERTEZA SENSÍVEL, E QUE A PALAVRA REMONTE, EM SUA DIALÉTICA, O SER DE SI PARA SI, OU PARA OUTR@S, A EXISTÊNCIA MESMO DA SENSIBILIDADE DE SABERMOS, E OS MEIOS QUIÇÁ AGRADEÇAM A VIDA, POR ELA E POR TUDO.
96 - [Das Jetzt, welches Nacht] O AGORA QUE É NOITE FOI CONSERVADO, ISTO É, FOI TRATADO TAL COMO SE OFERECEU, COMO UM ESSENTE; MAS SE MOSTRA, ANTES, COMO UM NÃO ESSENTE. O AGORA MESMO, BEM QUE SE MANTÉM, MAS COMO UM AGORA QUE NÃO É NOITE. TAMBÉM EM RELAÇÃO AO DIA QUE É AGORA, ELE SE MANTÉM COMO UM AGORA QUE NÃO É DIA, OU SEJA, MANTÉM-SE COMO UM NEGATIVO EM GERAL. PORTANTO, ESSE AGORA QUE SE MANTÉM NÃO É UM IMEDIATO, MAS UM MEDIATIZADO, POR SER DETERMINADO COMO O QUE PERMANECE E SE MANTÉM PORQUE OUTRO - OU SEJA, O DIA E A NOITE - NÃO É. COM ISSO, O AGORA É TÃO SIMPLES AINDA COMO ANTES: AGORA; E NESSA SIMPLICIDADE É INDIFERENTE ÀQUILO QUE SE JOGA EM TORNO DELE. COMO O DIA E A NOITE NÃO SÃO O SEU SER, ASSIM TAMBÉM ELE NÃO É O DIA E A NOITE; NÃO É AFETADO POR ESSE SEU SER-OUTRO. NÓS DENOMINAMOS UM UNIVERSAL UM TAL SIMPLES QUE É POR MEIO DA NEGAÇÃO; NEM ISSO NEM AQUILO - UM NÃO ISTO - E INDIFERENTE TAMBÉM A SER ISTO OU AQUILO. O UNIVERSAL, PORTANTO, É DE FATO O VERDADEIRO DA CERTEZA SENSÍVEL. fenomenologia do espírito, hegel.
... CHACRINHA CONTINUA BALANÇANDO A PANÇA E COMANDANDO AS ORDENS NO TERREIRO... ALÔ MOÇA DA FAVELA, AQUELE ABRAÇO... A BAHIA JÁ ME DEU RÉGUA E COMPASSO... QUEM SABE DE MIM SOU EU... O RIO DE JANEIRO CONTINUA SENDO DE FEVEVEIRO E MARÇO... ALÔ, ALÔ, SEU CHACRINHA, VELHO GUERREIRO, VELHO PALHAÇO, TODO MÊS DE FEVEREIRO, AQUELE ABRAÇO, MEU CAMINHO PELO MUNDO EU MESMO TRAÇO, TODO O POVO BRASILEIRO, AQUELE ABRAÇO... mpb.
NEM SEMPRE A CIÊNCIA VAI SER A SOLUÇÃO DE NOSSOS PROBLEMAS, HAJA VISTA A CIÊNCIA DE ROMA, SEUS AQUEDUTOS, SEU DIREITO, SEU EXÉRCITO, NÃO PÔDE CONTER A ESPIRITUALIDADE CRISTÃ, UMA VERDADEIRA REVOLUÇÃO ESPIRITUAL PLANETÁRIA EM UM IMPÉRIO QUE ESTAVA PODEROSAMENTE IMBRICADO NO MUNDO CONHECIDO E SUAS CULTURAS DIVERSAS ATÉ ENTÃO.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2025
SERMOS OS TÉCNICOS DE NOSSAS VIDAS É COMO MONTAR FUSÍVEIS E TROCÁ-LOS POR DENTRO DE NOSSA MASSA CINZENTA, SEM CONSIDERARMOS QUE, ENQUANTO "SELF", CONFORMAMOS UMA VIDA ESPIRITUAL MAIS PLENA DO QUE A ENGRENAGEM QUE NOS TORNAMOS, ENQUANTO CORPO FABRICADO POR PERFORMANCES E FUNCIONAMENTOS DE DESCARTE, ASSIM COMO TODA A PEÇA DE CONSUMO BARATO.
ENTREGARMOS NOSSA CARNE COMO O PÃO E SAL DA VIDA, O HÚMUS SAGRADO QUE FAZ FLORESCER NOVAS VIDAS, REMONTE O CICLO NATURAL, ONDE MUITOS SE VÃO, SOFREM AS CARGAS DA VIDA, MAS, EM MUTAÇÃO, CREREMOS QUE AS MUDANÇAS MAIS POSITIVADAS SERÃO A PARTE QUE NOS TRAGAM INCÓLUMES OS PADRÕES DE UM RENASCIMENTO ESPIRITUAL ENTRE OS POVOS DO PLANETA.
EM UMA VERDADE INAUDITA, MUITAS CRIATURAS SEQUER TEM A CRENÇA EM DEUS, E OUTRAS POSSUEM A CRENÇA MAIOR NA CIÊNCIA, POIS ESTA AS ATRELA AOS SEUS CORDÉIS COMO MÉRITOS CRIADOS PERANTE UMA POSIÇÃO EM QUE É IMPOSSÍVEL SE DESVENCILHAR PARA SILENCIAR OS GESTOS QUE EMPERRAM UM POUCO O AÇAMBARQUE EM RELAÇÃO À PLENITUDE ESPIRITUAL.
QUANDO DE ENCRUZILHADAS ONDE A CIÊNCIA NOS COLOQUE, PORVENTURA SERÁ NAQUELES CAMINHOS MAIS ESPIRITUALIZADOS E POR VEZES AINDA NÃO PAVIMENTADOS PELO CONHECIMENTO PADRÃO QUE O SER HUMANO PALMILHOU PARA QUE FOSSE PERMITIDA OU CONSENTIDA A PASSAGEM, POR VEZES É POR ESSES CAMINHOS QUE TEREMOS QUE PROSSEGUIR, PARA CHEGAR A LUGARES ONDE NÃO SE TERIA ACESSO DE OUTROS MODOS.
QUANDO O PROPÓSITO DE UM VÍCIO MAIOR SEJA O EVITAR BEBER, COM RELAÇÃO A UMA SAÚDE MENTAL QUE FICA EM XEQUE QUANDO ISSO OCORRA, A INCIDÊNCIA DE OUTRAS QUESTÕES COMPORTAMENTAIS QUE NÃO SEJAM PREJUDICIAIS AO PRÓXIMO, OU MESMO QUE O IMPEDEM DE SER MELHOR PARA SI E PARA OS OUTROS, É QUE FAZEM A DIFERENÇA NO ESCOPO DE UMA RECUPERAÇÃO PLENA DE SI MESMO DIANTE DO OUTRO E DAS SOCIEDADES HUMANAS...
SE EU TE ENCONTRASSE EM TEUS DIAS...
Seria soberbo, algo de encontrar nas minhas mãos o veludo de tua pele,
A flor madura que não ensombra o sol, que não verterias do meu áspero dia
Qual poro onde suo a desdita da minha luta, qual semântica onde encontro as vértebras
do ocaso...
Os teus dias seriam somente teus, e tua superfície de diamante refulgiria na
têmpera de meus beijos que, absurdos,
Depositaria na temperatura nada obscura do tempo infinito!
Qual, mulher, fôsseis algo que existisses sequer, o mar teceria um plano
infinito de flores
Para receber-te nas ondas dos rochedos, quais salamandras em buquês soturnos.
O que perfaça não fazer do mesmo tempo que contesto, o tempo que não
revisitamos jamais,
Daquilo que não pretendeis, do dia que jamais virá, da presença impossível, do
riso sardônico do espectro digital, ou da presença vibratória de teu gesto
apenas visível.
Encontrar-te, teus dias e teus nomes, que fostes uma apenas, não mais do que
isso,
E sequer saberias quem eu sou intrinsecamente em minha Natureza de homem
Posto a ti não revelaria mais nem por um segundo, o homem incandescente de meu
Verbo
Que encontrareis mais silencioso depois, na superfície da minha morte...
O CÁRCERE DOS SMARTPHONES NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
Seria
leviano afirmar que vivemos em uma sociedade que ao menos esboçaria os laivos
libertários para quem quer que fosse, se taxas de população indigente sobrelevam
cada vez mais os campos e as cidades. Haverá, no entanto, possibilidades
majoradas se rompermos certos lacres, se porventura a verdade em dizer algo
ultrapasse as fronteiras, se os meios que nos escravizam, como os celulares
inteligentes forem, como algo de passagem, veículos onde o conhecimento, ao
invés de nos atrelar a modos de comunicação que tangenciam empresas já
sedimentadas e controladoras de sistemas já conexos com a possibilidade única
de expressão humana, dessem a passagem para outras informações, já mais conexas
com coisas mais luminares, aceitando a independência da imprensa alternativa
como coisa ulterior, chamem-na como quiserem: uma carta, um email, ou um
blog... A prisão que se nos impõe os veículos como o smartphone, já não são sem
a conta que nos imporia um sistema onde muitos sequer percebem mais o seu corpo:
vão à academia, puxam seus ferros, treinam seus glúteos, ficam mais fortes,
fazem a sua parte, seu “sexo normal”, ou mesmo suigeneris, fazem seu
papel de bondosas criaturas, leem o evangelho, deixam as substâncias tóxicas
para quem está na berlinda da existência, participam de irmandades que regem a
participação inequívoca, quando já desesperados, e não se dão mais conta do que
é o cárcere que passamos a ter nas mãos nesse estranho objeto do desejo de
consumo, sejamos as crianças do futuro ou, já velhos e “mediados por tecnologia”...
Conforme
Jung, há pessoas que não sentem mais nada, que não percebem sequer seu entorno,
que não são conscientes mais de si, que vão vivenciar no sonho aquilo que já
não vivem mais sequer e, qual tal autômatos, acabam por fazer volatilizar no
seu próprio eu um pressuposto de não poderem mais ser o que de fato gostariam,
em essência. Obviamente, na época desse médico, não havia o celular nem os
computadores, tais quais os conhecemos, e na realidade, hoje o que nos aproximaria
está nos afastando cada vez mais de uma vida sensível e humana, impondo
grilhões que não estão nos aproximando, mas tornando um mundo como que em uma
aldeia, onde todos estão amarrados através dos gadgets por esses citados “grilhões.”
É a ciência da computação, meus camaradas de antanho, que veio de roldão, como
que tornar um objeto mais importante do que o próprio ser, personificando uma
coisa na existência espiritual eletrônica, a nova modalidade religiosa do homem
contemporâneo... Não há mais como nos afastarmos dessa realidade, e a
coisificação matou Deus, assim como foi concebido por Jesus Cristo: o sal da
Terra. Navegamos por esferas de sofrimento atroz no planeta, e tudo isso foi
criado pelo homem, não fruto da intervenção divina, mas por uma indústria que
visa o lucro, e que há por trás os braços de famílias e grupos farisaicos que
retornam para matar não apenas a memória do Salvador, mas todo o rastro daqueles
que ainda pensam em uma sociedade mais justa sobre o planeta: mais equitativa,
mais socialmente solidária e com intenção de distribuição das riquezas mais equânime.
Conforme
citado no Primeiro Canto do Bhagavatam, precisamos nos dar conta da necessidade
no mundo de adotarmos o princípio do Comunismo Espiritual, conforme está
escrito nesse Purana Imaculado. Se os povos não transcenderem aquilo que há
para se transcender, se a espiritualidade não vingar, estaremos nas mãos de
famílias como os Rotchilds, nas mãos de gente como Zuckerberg, ou mesmo de
ditadores, como Trump e companhia, que fazem a ditadura contra o mundo, bem
entendido.
Conforme
dados chineses, o número de blogs na China vêm crescendo e somavam já em 2005
mais de 36,82 milhões em 658 sites. De acordo com o livro “China Contemporânea”,
de Thierry Sanjuan: “Alguns veem o blog como o progresso tecnológico definitivo,
que vai permitir ao vigiado chinês tornar-se cidadão completo e libertar-se do
controle político e da censura.” Esse é um lado de possível libertação do
pensamento, mesmo que estejamos atrelados ao celular, o blog é uma forma mais
rápida de passarmos impressões por vezes cotidianas, pensamentos, projeções
pessoais, algo de vida que se nos pulse, certamente muito mais efetivo do que
dependermos das redes sociais padrões, como o face, o instagram ou similares,
aqui no Ocidente, como espelhamento do que vem acontecendo com a maior parte
das pessoas que sequer se dão ao luxo de tentar alimentar algo, já alimentando
de outra forma, quiçá apenas seu próprio ego, quando quer obter feedbacks como
o like, ou coisa que o valha. Mesmo sabendo que a versão de alguém mais propícia
(isso quando se usa esse termo leviano, como se fôssemos versões de sistemas
informacionais, ou atualizações de nossa própria ilusão) seja a sua própria em
que nascera, sem mais no que acrescentar, o que fazemos com a parafernália dos
retoques de nossa imagem, em todos os sentidos, nada mais é do que a própria
escravidão do ego que supõe sermos aquilo que jamais seremos, senão a projeção
do que supomos sermos mais do que efetivamente nos apresentamos diante de um
espelho diário onde nos vemos, sozinhos, perante a nossa imagem mais
verdadeira.
domingo, 28 de dezembro de 2025
Os Mensageiros Solitários não estão isolados no seu serviço; estão constantemente em contato com as riquezas do intelecto de toda a criação, pois são capazes de “fazer escuta” em todas as transmissões dos reinos da sua permanência. Podem também se intercomunicar com os membros do seu próprio grupo imediato, aqueles seres que estão fazendo o mesmo gênero de trabalho, no mesmo superuniverso. Eles poderiam comunicar-se com os outros da sua numeração, mas receberam ordens, do conselho dos Sete Espíritos Mestres, de não o fazer e, como são um grupo leal, não desobedecem nem falham. Não há registro de que um Mensageiro Solitário haja, sequer uma vez, tropeçado e caído na escuridão. O LIVRO DE URÂNTIA.
Embora denominados Mensageiros Solitários, eles não são espíritos solitários, apenas gostam verdadeiramente de trabalhar sozinhos. E são os únicos seres, em toda a criação, que podem apreciar, e apreciam muito, uma existência solitária, embora gostem igualmente de relacionar-se com as poucas ordens de inteligência do universo com as quais eles podem confraternizar. O LIVRO DE URÂNTIA.
OS MENSAGEIROS Solitários são o corpo pessoal e universal do Criador Conjunto; são a primeira e mais experiente ordem das Personalidades mais Altas do Espírito Infinito. Representam a ação criadora inicial do Espírito Infinito atuando solitariamente com o propósito de trazer à existência espíritos personalizados solitários. Nem o Pai, nem o Filho participaram diretamente dessa prodigiosa espiritualização. O LIVRO DE URÂNTIA.
NÓS E OS OUTROS...
À busca, à procura, tateamos no breu de nossas mais ínfimas intenções
Quais não fossem: algum remédio, algum fitoterápico que transude através do
madeiro
Nas vísceras de nossas raízes, e os outros se nos observem do alto de suas pontes
De um cristal maduro e sem filtros maiores senão do olhar atônito de uma íris
de mulher.
Se não nos bastasse o caminhar de um indigente, se não fora o olhar perscrutador
da aurora,
Se não presenciássemos por além do tempo eterno, e se Deus não continuasse sua
obra,
O que seríamos sem os outros e sua presença, sempiternamente, qual, conteríamos
nosso pulsar
De termos nos óbices de um tempo maior a vicissitude ampla de fazer recrudescer
o vento?
Não, pecadores que somos, iríamos para um limbo existencial profundo
Assim, de chofre, qual inferno que o Criador consagra em sua corrente cármica
A que paguemos por dia um dia a mais, e a oração de um justo roga a Ele
Que o fardo de mais um dia não seja mais do que, pobres que somos, podemos
suportar...
sábado, 27 de dezembro de 2025
O SONO E A RECUPERAÇÃO DO SER HUMANO, MESMO DIANTE DE SE ESTAR DISTANTE DO VÍCIO DA NICOTINA, FAZ COM QUE O MESMO RECUPERE OS NÍVEIS DE DOPAMINA NECESSÁRIOS E AMPLIE SEU ÂNIMO, POIS A ENTREGA ENTRE AS ORAÇÕES QUE PROFERE COM FÉ, A FALA COM O CRIADOR, A TRANQUILIDADE DE ESTAR COM SUA MÃE, E O CITADO RETIRO ESPIRITUAL NÃO REDUZIRÁ MAIS O METABOLISMO, MAS O NORMALIZARÁ EM UM CAMINHO DE RECUPERAÇÃO PAULATINO, POIS O QUARTO DIA É FUNDAMENTAL NO CRITÉRIO DA LIBERTAÇÃO DO VÍCIO.
OS FARISEUS NÃO GOSTAM DAQUELES QUE PORTAM A VERDADE, E AQUELES QUE PORTAM VERDADES MUITAS VEZES SE ESPELHAM NA VIDA DAQUELE QUE OS MAIS ANTIGOS FARISEUS TECERAM DAS SUAS, MAS FORAM CONDENADOS AO INFERNO, ELES E TODAS AS GERAÇÕES QUE SE SUCEDERAM, PARA TODO O SEMPRE, SEJAM ELES HOJE NO ESCOPO DE SOCIEDADES GOVERNAMENTAIS INJUSTAS E GANANCIOSAS, SEJAM ELES A MALDADE PERSONIFICADA ATRAVÉS DO PODER E DOS DESMANDOS, NÃO NECESSARIAMENTE NA ORDEM DAS DUAS PALAVRAS, MAS NA ORDEM DA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA QUE VIVEMOS HOJE.
O SOFRIMENTO CABAL DA FALTA DE UMA SUBSTÂNCIA FAÇA A PARTE QUE LHE CABE NO LATIFÚNDIO EXISTENCIAL MAIS PLENO DAS LIBERDADES REATIVAS DO SER HUMANO QUE SE JULGA SEMPRE SENHOR DE SEUS PRÓPRIOS ATOS, MAS NA REALIDADE É REFÉM DOS GRILHÕES QUE A LEI IMPÕE, DE FORA PARA DENTRO, NA QUESTÃO ATÁVICA DE NÃO SERMOS TÃO LIVRES COMO SUPOMOS SER, NO MUNDO ONDE DEUS JÁ HOUVERA FINCADO SUA BANDEIRA DESDE O VERBO.
A REAÇÃO DAQUELES QUE TEMEM AS ESQUERDAS NADA MAIS É DO QUE UMA TENTATIVA DESESPERADA DE OBTER OS FAVORECIMENTOS ECONÔMICOS E POLÍTICOS DE ALAS CONSERVADORAS DE UM SETOR DA SOCIEDADE BRASILEIRA QUE ACABA POR DEPOR A FAVOR DE REGIMES POLÍTICOS COMO O DE TRUMP E DE SEUS SÉQUITOS, QUANDO SEQUER ABREM UM DIÁLOGO MAIS NOBRE PARA A BOA RELAÇÃO NA DIPLOMACIA INTERNACIONAL.
A CARIDADE AO APOSTOLADO É OBRA DA FÉ CRISTÃ, MAS HÁ DIVERSAS DESIGNAÇÕES RELIGIOSAS, INCLUSIVE HINDUS QUE A PRATICAM, E POR VEZES O GOVERNO, NA FORMA FARISAICA DE PROCEDER, EMBARGA SANITARIAMENTE A OBRA, RECUSANDO-SE A AJUDAR OS CIDADÃOS POBRES, NA ATITUDE DIABÓLICA DE EXPRESSAR A GANANCIOSA VEIA DO LUCRO DESMESURADO E DA INTENÇÃO NEFANDA DE ATENDER OS INTERESSES DE GRUPOS ECONÔMICOS QUE O FAVOREÇAM ECONÔMICA E POLITICAMENTE.
⁴⁴ E alguns deles queriam prendê-lo, mas ninguém lançou mão dele. ⁴⁵ E os servidores foram ter com os principais sacerdotes e fariseus; e eles lhes perguntaram: Por que não o trouxestes? ⁴⁶ Responderam os servidores: Nunca homem algum falou assim como este homem. ⁴⁷ Responderam-lhes, pois, os fariseus: Também vós fostes enganados? ⁴⁸ Creu nele porventura algum dos principais ou dos fariseus? ⁴⁹ Mas esta multidão, que não sabe a lei, é maldita. ⁵⁰ Nicodemos, que era um deles (o que de noite fora ter com Jesus), disse-lhes: ⁵¹ Porventura condena a nossa lei um homem sem primeiro o ouvir e ter conhecimento do que faz? ⁵² Responderam eles, e disseram-lhe: És tu também da Galileia? Examina, e verás que da Galileia nenhum profeta surgiu. ⁵³ E cada um foi para sua casa. João 7:44-53
¹ E depois disto Jesus andava pela Galileia, e já não queria andar pela Judeia, pois os judeus procuravam matá-lo. ² E estava próxima a festa dos judeus, a dos tabernáculos. ³ Disseram-lhe, pois, seus irmãos: Sai daqui, e vai para a Judeia, para que também os teus discípulos vejam as obras que fazes. ⁴ Porque não há ninguém que procure ser conhecido que faça coisa alguma em oculto. Se fazes estas coisas, manifesta-te ao mundo. ⁵ Porque nem mesmo seus irmãos criam nele. ⁶ Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo sempre está pronto. ⁷ O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto dele testifico que as suas obras são más. ⁸ Subi vós a esta festa; eu não subo ainda a esta festa, porque ainda o meu tempo não está cumprido. ⁹ E, havendo-lhes dito isto, ficou na Galileia. ¹⁰ Mas, quando seus irmãos já tinham subido à festa, então subiu ele também, não manifestamente, mas como em oculto. ¹¹ Ora, os judeus procuravam-no na festa, e diziam: Onde está ele? ¹² E havia grande murmuração entre a multidão a respeito dele. Diziam alguns: Ele é bom. E outros diziam: Não, antes engana o povo. ¹³ Todavia ninguém falava dele abertamente, por medo dos judeus. ¹⁴ Mas, no meio da festa subiu Jesus ao templo, e ensinava. ¹⁵ E os judeus maravilhavam-se, dizendo: Como sabe este letras, não as tendo aprendido? ¹⁶ Jesus lhes respondeu, e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. ¹⁷ Se alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se eu falo de mim mesmo. ¹⁸ Quem fala de si mesmo busca a sua própria glória; mas o que busca a glória daquele que o enviou, esse é verdadeiro, e não há nele injustiça. ¹⁹ Não vos deu Moisés a lei? E nenhum de vós observa a lei. Por que procurais matar-me? ²⁰ A multidão respondeu, e disse: Tens demônio; quem procura matar-te? ²¹ Respondeu Jesus, e disse-lhes: Fiz uma só obra, e todos vos maravilhais. ²² Pelo motivo de que Moisés vos deu a circuncisão (não que fosse de Moisés, mas dos pais), e no sábado circuncidais um homem. ²³ Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? ²⁴ Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça. ²⁵ Então alguns dos de Jerusalém diziam: Não é este o que procuram matar? ²⁶ E ei-lo aí está falando abertamente, e nada lhe dizem. Porventura sabem verdadeiramente os príncipes que de fato este é o Cristo? ²⁷ Todavia bem sabemos de onde este é; mas, quando vier o Cristo, ninguém saberá de onde ele é. ²⁸ Clamava, pois, Jesus no templo, ensinando, e dizendo: Vós conheceis-me, e sabeis de onde sou; e eu não vim de mim mesmo, mas aquele que me enviou é verdadeiro, o qual vós não conheceis. ²⁹ Mas eu conheço-o, porque dele sou e ele me enviou. ³⁰ Procuravam, pois, prendê-lo, mas ninguém lançou mão dele, porque ainda não era chegada a sua hora. ³¹ E muitos da multidão creram nele, e diziam: Quando o Cristo vier, fará ainda mais sinais do que os que este tem feito? ³² Os fariseus ouviram que a multidão murmurava dele estas coisas; e os fariseus e os principais sacerdotes mandaram servidores para o prenderem. ³³ Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda um pouco de tempo estou convosco, e depois vou para aquele que me enviou. ³⁴ Vós me buscareis, e não me achareis; e onde eu estou, vós não podeis vir. João 7:1-34
⁶⁴ Mas há alguns de vós que não creem. Porque bem sabia Jesus, desde o princípio, quem eram os que não criam, e quem era o que o havia de entregar. ⁶⁵ E dizia: Por isso eu vos disse que ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido. ⁶⁶ Desde então muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam com ele. ⁶⁷ Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também retirar-vos? ⁶⁸ Respondeu-lhe, pois, Simão Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna. ⁶⁹ E nós temos crido e conhecido que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente. ⁷⁰ Respondeu-lhe Jesus: Não vos escolhi a vós os doze? E um de vós é um diabo. ⁷¹ E isto dizia ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze. João 6:64-71
O MISTICISMO NA COMUNICAÇÃO
Quando
nascemos, nascemos como uma criatura viva, gerada por um espermatozóide, uma
célula, fecundadora de um óvulo, e na visão espiritual somos um espírito, que
anima a carne... Dependemos exclusivamente das mãos do médico para nascer, somos
dependentes da ciência, e esta nos acompanhará em todas as modalidades de nossa
existência, creia o médico na alma ou não. Quando nos anatômicos e suas aulas,
o estudante de medicina lida com corpos sem vida, mas essencialmente com os
órgãos, os músculos, tendões, e tudo o que significa a biologia, assim como nos
experimentos com seres animais, Pavlov teve que aprender e ensinar como
significava o condicionamento dos ratos, bem como nas indústrias de alimentos o
abate e a matéria zootecnia é amplamente utilizada nos padrões sistêmicos das sociedades
de nossas culturas civilizadas. No entanto, a sociedade hoje em dia é tão
mecanizada e egoísta que a espiritualidade sempre se fará necessária, e os
caminhos do misticismo, quais não seja, as religiões e seus meios, as crenças
particulares, e os andamentos do espírito naveguem sempre com o ser humano,
para ele não ficar tão bruto quanto as cifras que por vezes são as únicas
coisas que vê diante de seus olhos, pelas veredas da bruta ganância.
O
equilíbrio da matéria e do misticismo, da tecnologia e da espiritualidade, são
modos de se adaptar melhor para o mundo que estamos vivendo, mesmo sabendo que
nem sempre o nosso destino encerra uma questão de ordem que navegará sobre um
mar de flores... Um ser místico encontra a razão mesma de sua vida por vezes na
alocução crua de que haveria um motivo maior além da matéria, e que o
materialismo jamais explicaria tantos os detalhes de sua vida que os encontra
em profusão, mas isso pode prejudicar amplamente o seu modo de ver o mundo,
pois regras de conduta e regulações sistêmicas, como tradicionalmente há
códigos sociais, leis, e normas técnicas de uso de displays e etc, assim como a
física moderna, o chão que é sólido, a textura de uma pedra, o uso de uma
câmera de fotografia, assim fica mais fácil para que ele não navegue por
viagens onde tudo passa a fazer apenas um sentido de “magia”, e o sagrado acaba
por virar seu lado profano, paradoxalmente falando. Assim como ao ler uma
escritura sagrada, ele pode vir a explicar tudo o que acontece ao seu entorno
baseado nos ensinamentos da escritura, pode vir a estabelecer os laços que
porventura terá para desatar alguns se quiser viver com a psique mais incólume
sobre o mundo. Para isso terá que abrir sua própria mente, terá que tergiversar
com uma reforma interna de caráter, terá que dar escapes maiores ao seu inconsciente,
e verter na via reformadora constante a vigilância profunda de sua ação. Naquele
mesmo sentido de quase um São Tomé: ver para crer, e se acha que o que vê é
suficiente para a sua fé, que seja, ele será pontuado pela graça em viver conforme
com as suas passadas e sua experiência mística, mas não elaborará mais do que o
suficiente para andar entre os normais, extraindo para si seus segredos
e ser místico a mais, se assim for a sua Natureza, mas sabendo falar exatamente
e língua dos homens...
Que
proceda que alguns sejam ateus, e o homem de experiência social, se quiser ter
alcance entre eles, poderá conhecer um pouco da filosofia que a eles dá o
esteio necessário, na compreensão mesma de que poderá arregimentar
conhecimentos mesmo nesse campo, se souber rearranjar as palavras corretas. A
amplitude da mensagem açambarca quem queira ler curioso, e não apenas que a lê
com um pé distante do cerne dela, temendo ser a mensagem um filtro para outra
intenção, pois uma verdadeira comunicação não teme que a estejam dissecando com
as técnicas de dissuasão neurológicas... Ou com a interpretação semiológica, tornando
a linguagem esqueletos a serem analisados friamente. Ela é porque é, porquanto
comunicação, esteio de quem diz a quem quer saber, conhecer, discernir,
criticar, apreender e aprender. Mesmo que não sejamos professorais, mas apenas
gente como todos, e o místico pode falar de usa experiência mística até que a
compreendam por base, e não muito mais do que isso, a valer. A partir do momento
que você tenta convencer de que teve uma experiência espiritual condizente com
algo de santidade, muitos o olharão com ceticismo, nas suas palavras, e não
crerão, pois certamente a religião não se fez em você, e você apenas pode crer
em algo, mas o que poderá discernir é no campo das ideias, pois essa ainda é
uma seara fértil e democrática do pensamento humano... Por isso mesmo, quando
se coloca um trecho de uma literatura, você cita a fonte, para que não haja confusão
de Natureza mental ou emocional, mesmo porque a fonte revela a possibilidade,
se houver interesse, que se proceda a pesquisa, o aprofundamento, ou mesmo a
recusa ou o escárnio. Assim como em uma citação curta, haverá o entendimento ou
não, mesmo que esse entendimento surpreenda pela dimensão onírica em forma de
poesia, ou quiçá um parágrafo denote uma comunicação aproveitável, mas sempre
na forma em que, a opção desejada seja a de se absorver ou não um conhecimento,
ou agregar valor à citada comunicação, a um excerto escritural, a um desenho, a
todo um conteúdo que passe a ter mais valor de comunicação de per si, qual não
seja, estabelecer vínculos com a semântica do que seja dizer algo a alguém,
seja esse um ser mais coletivo, seja individualmente apenas, ou estar afeito a
debates ulteriores.
Lao era um homem de grande visão espiritual. Ele ensinou que “o destino eterno do homem era a união perpétua com o Tao, o Deus Supremo e Rei Universal”. A sua compreensão da causação última foi muito profunda, pois escreveu: “A Unidade surge do Tao Absoluto, e da Unidade surge a Dualidade cósmica e, dessa Dualidade, a Trindade vem à existência, e a Trindade é a fonte primordial de toda a realidade”. “Toda a realidade equilibra-se sempre entre os potenciais e os factuais do cosmo, e estes estão eternamente harmonizados pelo espírito da divindade.” Lao-Tsé também foi um dos primeiros a apresentar a doutrina do fazer o bem em retribuição ao mal: “A bondade engendra a bondade, mas, para aquele que é verdadeiramente bom, o mal também gera a bondade”. Ele ensinou que a criatura retorna ao Criador e descreveu a vida como a emergência de uma personalidade a partir dos potenciais cósmicos, enquanto a morte equivalia ao retorno para o lar da personalidade dessa criatura. O LIVRO DE URÂNTIA.
SE A QUESTÃO DE SE LIDAR COM A MISERABILIDADE DE MASSAS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA PASSE PELA IMPORTÂNCIA ESTRUTURAL DE POLÍTICAS SOCIALIZANTES, QUE ESSE TIPO DE INICIATIVA SEJA TOMADA SEMPRE O MAIS RAPIDAMENTE POSSÍVEL, TIRANDO DE GRANDES FORTUNAS PARA IMPLEMENTAR ESSE TIPO DE POLÍTICA SOCIAL ESTATAL E PÚBLICA.
OS TEXTOS ALQUÍMICOS QUE JUNG ESTUDOU FORAM FRUTO DE EXTENSAS TRADUÇÕES DE LÍNGUAS EXÓTICAS, ARCAICAS, DESENHOS SIMBÓLICOS, ESSES ESTUDOS: FRUTOS DE MAIS DE DEZ ANOS DE ESFORÇOS PARA ELABORAR O LIVRO "PSICOLOGIA E ALQUIMIA", E ETERNA BUSCA DOS ALQUIMISTAS NA SUA PRÓPRIA INDIVIDUAÇÃO E PESQUISA DA TRANSCENDÊNCIA CRISTÃO À PROCURA DA TRANSMUTAÇÃO DA MATÉRIA.
O conceito do Braman-Absoluto dos filósofos indianos, somado aos desejos de escapar de todo o mal. Talvez a maior influência externa para a disseminação da religião de Salém até o leste, haja sido exercida pelos educadores indianos da fé védica, que injetaram a sua concepção do Braman — o Absoluto — no pensamento salvacionista dos salemitas. 94:5.6 (1033.1) Essa crença composta espalhou-se pelas terras da raça amarela e das raças morenas, como uma influência subjacente no pensamento religioso-filosófico. No Japão, esse prototaoísmo ficou conhecido como xintoísmo e nesse país, muito distante de Salém da Palestina, os povos aprenderam sobre a encarnação de Maquiventa Melquisedeque, que habitou na terra para que a humanidade não se esquecesse de Deus. Na China, todas essas crenças, mais tarde, foram confundidas e se compuseram com o culto sempre em crescimento da adoração dos ancestrais. O LIVRO DE URÂNTIA.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2025
⁵ E estava ali um homem que, havia trinta e oito anos, se achava enfermo. ⁶ E Jesus, vendo este deitado, e sabendo que estava neste estado havia muito tempo, disse-lhe: Queres ficar são? ⁷ O enfermo respondeu-lhe: Senhor, não tenho homem algum que, quando a água é agitada, me ponha no tanque; mas, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. ⁸ Jesus disse-lhe: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. ⁹ Logo aquele homem ficou são; e tomou o seu leito, e andava. E aquele dia era sábado. ¹⁰ Então os judeus disseram àquele que tinha sido curado: É sábado, não te é lícito levar o leito. ¹¹ Ele respondeu-lhes: Aquele que me curou, ele próprio disse: Toma o teu leito, e anda. ¹² Perguntaram-lhe, pois: Quem é o homem que te disse: Toma o teu leito, e anda? ¹³ E o que fora curado não sabia quem era; porque Jesus se havia retirado, em razão de naquele lugar haver grande multidão. ¹⁴ Depois Jesus encontrou-o no templo, e disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma coisa pior. ¹⁵ E aquele homem foi, e anunciou aos judeus que Jesus era o que o curara. ¹⁶ E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado. ¹⁷ E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. ¹⁸ Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus. ¹⁹ Mas Jesus respondeu, e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente. ²⁰ Porque o Pai ama o Filho, e mostra-lhe tudo o que faz; e ele lhe mostrará maiores obras do que estas, para que vos maravilheis. ²¹ Pois, assim como o Pai ressuscita os mortos, e os vivifica, assim também o Filho vivifica aqueles que quer. ²² E também o Pai a ninguém julga, mas deu ao Filho todo o juízo; ²³ Para que todos honrem o Filho, como honram o Pai. Quem não honra o Filho, não honra o Pai que o enviou. João 5:5-23
NA FILOSOFIA IMPERSONALISTA DOS VEDANTA, A MANIFESTAÇÃO CÓSMICA NÃO REPRESENTA DEUS EM SUA FORMA ORIGINAL, MAS EM SUA FORMA DA NATUREZA DE PER SI, AS SUAS VARIANTES DE SERES, NO VENTO QUE SOPRA NAS ÁRVORES, NO MAR QUE ESTOURA NOS ROCHEDOS, NO COSMOS CITADO, ENQUANTO NA FORMA DE KRSNA OS SERES QUE DESCENDEM SÃO PEQUENOS AVATARES QUE PODEM SER VISTOS SE COMUNICANDO DE OUTRO MODO, COMO KRSNA, BALARAMA, RADHA, OU MESMO NO QUE TRANSCENDE RUDRA EM SEU UNIVERSO, OU NA MAIS INSIGNIFICANTE FORMIGA QUE PASSE A SUA MENSAGEM DIVINA...
Para todos os seres que alcançaram o Pai Universal, os Ajustadores Personalizados do Pensamento são visíveis. Os Ajustadores, em todos os estágios, junto com todos os outros seres, entidades, espíritos, personalidades e manifestações espirituais, são sempre discerníveis por aquelas Personalidades Criadoras Supremas, que se originam das Deidades do Paraíso e que presidem aos governos maiores do grande universo. O LIVRO DE URÂNTIA.
AS CARGAS QUE PODEMOS CARREGAR
Não se
avisam as horas em que sentimos que as coisas não são como deveriam, ao menos na projeção
do que pensam os humanos que as situações fossem melhores do que um dia melhor,
ou mesmo nas questões que encerram outras situações de dificuldades que
enfrentemos no dia a dia... Porventura temos que acertar ponteiros, mas nada
como um dia pleno e desafiante, com as citadas e corriqueiras dificuldades,
para sabermos que devemos possuir um lado guerreiro, de enfrentamento mesmo dos
óbices, mas oremos sempre pela manhã para que nosso Pai não coloque os fardos
que não sejam aqueles que não possamos suportar ao menos para a jornada de mais
um dia. Por vezes descansamos à sombra de nós mesmos, e repousamos nossos
fardos para depois cumprir até a jornada da noite... Humanos que somos, temos a
real dimensão de nossa pequenez perante certos fatos, ou mesmo coisas que nos
pegam desprevenidos, e não obstante prosseguimos por veredas diamantinas, pois
nada há de não ser possível dentro do caminho da fé. Encaminhamos para um
louvor aquilo que nos seja concedido através mesmo da nossa luta em sabermo-nos
mais hábeis, mesmo com tempos algo turvo e inóspitos. As barreiras que
julgáramos intransponíveis, por vezes cedem como castelos de papel, e os atalhos
cheios de perigo são as mudanças em estradas civilizadas por onde pisamos nossos
pés em caminhares mais serenos.
Destarte,
nem sempre as sensações que temos são as mais auspiciosas no sentido de
estarmos cientes da origem e da Natureza perceptiva que temos do nosso entorno.
Em um planar nas asas do imaginar-se, trocaríamos funções, perceberíamos sutilezas
mais de afinidade com o que idealizamos, mas na concretude o que recebemos é a
sensação carnal de sermos tão mortais como o que configura a existência própria
neste planeta, e não seremos jamais deificados perante qualquer divindade que
espelhasse uma grandeza maior. Essa é a nossa grande limitação, e um ser como
Jesus Cristo transcendeu a morte: no caso, essa é a história cabal da
transmutação e do milagre da ressurreição da carne. Muitos estudos constroem o
fenômeno, mas na Bíblia Sagrada está escrito como tal feito ocorreu, em todos os
Evangelhos. Essa nossa limitação encerra o milagre de Deus na Terra como a
realidade carnal, e tudo o que isso significa em termos de ciclo da vida, mesmo
que tenhamos em conta de que houve o Cristo encarnado para revelar à humanidade
que o templo a que se referira em meio aos mercadores, não poderia ser
derrubado, que seria levantado em três dias, e isso significava seu próprio
corpo: já antevendo profeticamente seu destino.
Em
João, no princípio era o verbo, e o verbo se fez luz, e a luz se fez vida, e
Jesus estaria sempre com a palavra, e a palavra seria o mesmo Deus, e quem O
visse, viria o próprio Deus... Em termos de concepção espiritual, não haveria
como comparar um ser tão iluminado como Jesus, o Filho do Homem, na esteira do
pensamento, pois sua mesma palavra, seu verbo, consegue encaixar diretamente no
espírito dos homens de fé, não necessitando jamais de interpretações maiores,
pois é aquilo que sempre foi, e sempre nos aprofundarmos nesse mistério é uma
questão dos rituais a que sempre estaremos obtendo nas cerimônias de um templo,
ou local sagrado, mesmo que esse templo seja a Natureza e tudo o que significa
a visão cósmica do Redentor. Podemos até mesmo crer na divindade com algo gigantescamente
grande, e supor que Deus seja algo que supere até mesmo um homem, mas o fato é
que o Filho e o Espírito Santo estarão sempre presentes, na tríade que forma
paradoxalmente uma unidade não apenas simbólica como qualitativa.
Carregaremos
as cargas que podemos carregar, a exemplo de Cristo Filho e Pai, senão que
carregaremos nossas cruzes igualmente, de modo a que sejamos falíveis no
pressuposto do sacrifício humano, e estarmos fadados a crer que a vida se nos
encerre mais plena porquanto quando nos livramos de algo que antes nos estremecia,
quando de um vício, algo de comportamento, do perdão que não possuíamos, da falta
de humildade, da comiseração que não encontramos em nós mesmos, resta que ao
menos a palavra amor e justiça sejam consonantes perante o Altíssimo. E que sejamos
mais altruístas em construir um amor citado, um amor maior por todos os seres:
aqueles degredados, aqueles abandonados pela sorte, os pobres, os miseráveis,
os que sofrem pelas ruas, os tomados pelo álcool e as drogas, e que retiremos
de nós mesmos as impurezas do vício que tanto nos aprisiona, sob todos os aspectos.
Sob a guarida de bons cidadão sobre a Terra, sob os auspícios de bons profissionais,
sob o trato que damos à nossa cachola, sob e vertente da lucidez de estarmos
irmanados em bons pensamentos, guardaremos as recordações de que um retiro
espiritual e um estudo paulatino do evangelho nos crie as condições necessárias
para que não apenas alcancemos a dimensão espiritual cristã, mas que nos
irmanemos com todas as forças imanentes do cosmos...
³ Deixou a Judeia, e foi outra vez para a Galileia. ⁴ E era-lhe necessário passar por Samaria. ⁵ Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. ⁶ E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. ⁷ Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. ⁸ Porque os seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. ⁹ Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos). ¹⁰ Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva. ¹¹ Disse-lhe a mulher: Senhor, tu não tens com que a tirar, e o poço é fundo; onde, pois, tens a água viva? ¹² És tu maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu o poço, bebendo ele próprio dele, e os seus filhos, e o seu gado? ¹³ Jesus respondeu, e disse-lhe: Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; ¹⁴ Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna. ¹⁵ Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la. ¹⁶ Disse-lhe Jesus: Vai, chama o teu marido, e vem cá. ¹⁷ A mulher respondeu, e disse: Não tenho marido. Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido; ¹⁸ Porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade. ¹⁹ Disse-lhe a mulher: Senhor, vejo que és profeta. ²⁰ Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar. ²¹ Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. ²² Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus. ²³ Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem. ²⁴ Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade. ²⁵ A mulher disse-lhe: Eu sei que o Messias (que se chama o Cristo) vem; quando ele vier, nos anunciará tudo. ²⁶ Jesus disse-lhe: Eu o sou, eu que falo contigo. ²⁷ E nisto vieram os seus discípulos, e maravilharam-se de que estivesse falando com uma mulher; todavia nenhum lhe disse: Que perguntas? Ou: Por que falas com ela? ²⁸ Deixou, pois, a mulher o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àqueles homens: ²⁹ Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito. Porventura não é este o Cristo? ³⁰ Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele. ³¹ E entretanto os seus discípulos lhe rogaram, dizendo: Rabi, come. ³² Ele, porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis. ³³ Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer? ³⁴ Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra. ³⁵ Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo: Levantai os vossos olhos, e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. ³⁶ E o que ceifa recebe galardão, e ajunta fruto para a vida eterna; para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozijem. ³⁷ Porque nisto é verdadeiro o ditado, que um é o que semeia, e outro o que ceifa. ³⁸ Eu vos enviei a ceifar onde vós não trabalhastes; outros trabalharam, e vós entrastes no seu trabalho. ³⁹ E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, pela palavra da mulher, que testificou: Disse-me tudo quanto tenho feito. ⁴⁰ Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. ⁴¹ E muitos mais creram nele, por causa da sua palavra. João 4:3-41
¹⁴ Achou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e também os cambistas sentados; ¹⁵ e tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, as ovelhas bem como os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas ¹⁶ e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai uma casa de negócio. ¹⁷ Então se lembraram seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me devorará. ¹⁸ Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que milagre nos mostras, visto que fazes estas coisas? ¹⁹ Respondeu-lhes Jesus: Deitai por terra este santuário, e em três dias o levantarei. ²⁰ Replicaram-lhe, pois, os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu o levantarás em três dias? ²¹ Mas ele se referia ao santuário de seu corpo. ²² Quando, pois, foi ressuscitado dentre os mortos, lembraram-se seus discípulos de que ele dissera isto, e creram na Escritura e na palavra que Jesus havia dito. ²³ Estando ele em Jerusalém na festa da páscoa, muitos, vendo os milagres que ele fazia, creram no seu nome; ²⁴ mas o próprio Jesus não confiava neles, porque conhecia a todos, ²⁵ e não precisava que alguém lhe desse testemunho do homem; pois ele mesmo conhecia o que havia no homem. João 2:14-25
PEDRO PEDREIRO chico buarque
Pedro pedreiro penseiro esperando o trem
Manhã parece, carece de esperar também
Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintém
Pedro pedreiro fica assim pensando
Assim pensando o tempo passa e a gente vai ficando pra trás
Esperando, esperando, esperando
Esperando o Sol, esperando o trem
Esperando o aumento desde o ano passado para o mês que vem
Pedro pedreiro penseiro esperando o trem
Manhã parece, carece de esperar também
Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintém
Pedro pedreiro espera o carnaval
E a sorte grande no bilhete pela federal todo mês
Esperando, esperando, esperando, esperando o Sol
Esperando o trem, esperando aumento para o mês que vem
Esperando a festa, esperando a sorte
E a mulher de Pedro tá esperando um filho pra esperar também
Pedro pedreiro penseiro esperando o trem
Manhã parece, carece de esperar também
Para o bem de quem tem bem de quem não tem vintém
Pedro pedreiro tá esperando a morte
Ou esperando o dia de voltar pro Norte
Pedro não sabe mas talvez no fundo
Espere alguma coisa mais linda que o mundo
Maior do que o mar, mas pra que sonhar se dá
O desespero de esperar demais
Pedro pedreiro quer voltar atrás
Quer ser pedreiro pobre e nada mais, sem ficar
Esperando, esperando, esperando
Esperando o Sol, esperando o trem
Esperando aumento para o mês que vem
Esperando um filho pra esperar também
Esperando a festa, esperando a sorte
Esperando a morte, esperando o Norte
Esperando o dia de esperar ninguém
Esperando enfim, nada mais além
Da esperança aflita, bendita, infinita do apito de um trem
Pedro pedreiro pedreiro esperando
Pedro pedreiro pedreiro esperando
Pedro pedreiro pedreiro esperando o trem
Que já vem
Que já vem
Que já vem
Que já vem
Que já vem
Que já vem
Em última análise, os indivíduos identificados com o pecado já destruíram a si próprios, ao tornarem-se inteiramente irreais por meio da adoção da iniqüidade. O desaparecimento factual de uma tal criatura, no entanto, é sempre retardado, até que a ordem comandada pela justiça corrente, naquele universo, haja sido inteiramente cumprida. O LIVRO DE URÂNTIA.
Quão fútil é fazer apelos pueris a este Deus, para que modifique os Seus decretos imutáveis, de modo a evitar as justas conseqüências da ação das Suas leis naturais e mandados espirituais retos! “Não vos enganeis; não se pode zombar de Deus; pois, do que semeardes, daquilo também colhereis.” Mas é verdade que, mesmo na justiça que vem da colheita plantada pelo erro, a justiça divina ainda tem a misericórdia a temperá-la. A sabedoria infinita é o árbitro eterno que determina as proporções da justiça e da misericórdia, a serem dispensadas em qualquer circunstância. O LIVRO DE URÂNTIA.
Olha o que foi, meu Bom José Se apaixonar pela donzela Dentre todas, a mais bela De toda a sua Galileia Casar com Débora ou com Sara Meu Bom José, você podia E nada disso acontecia Mas você foi amar Maria Você podia simplesmente Ser carpinteiro e trabalhar Sem nunca ter que se exilar Nem se esconder com Maria Meu bom José, você podia Ter muitos filhos com Maria E teu ofício ensinar Como teu pai sempre fazia Por que será, meu bom José Que esse teu pobre filho, um dia Andou com estranhas ideias Que fizeram chorar Maria? Me lembro, às vezes, de você Meu bom José, meu pobre amigo Que desta vida só queria Ser feliz com sua Maria... MEU BOM JOSÉ.
A perfeição primordial de Deus não consiste em uma retidão presumida, mas sim na perfeição inerente à bondade da Sua natureza divina. Ele é final, completo e perfeito. Nada há que falte à beleza e à perfeição do Seu caráter reto. E todo esquema de existências vivas, nos mundos do espaço, é centrado no propósito divino de elevação das criaturas de vontade, até o alto destino da experiência de compartilhar da perfeição do Pai no Paraíso. Deus não é autocentrado nem autocontido; Ele nunca cessa de conferir-Se a todas as criaturas conscientes do vastíssimo universo dos universos. O LIVRO DE URÂNTIA.
Mesmo os vossos antigos profetas compreenderam a natureza circular eterna, sem princípio nem fim, do Pai Universal. Verdadeira e eternamente, Deus está presente no Seu universo dos universos. Ele habita o momento presente, com toda a Sua majestade absoluta e eterna grandeza. “O Pai tem vida em Si próprio, e essa vida é a vida eterna.” Através das idades eternas, tem sido o Pai que “a todos dá a vida”. Há perfeição infinita na integridade divina. “Eu sou o Senhor; Eu não mudo.” O nosso conhecimento do universo dos universos desvela que Ele não é apenas o Pai das luzes, mas também que na Sua condução dos assuntos interplanetários “não há variabilidade, sequer uma sombra de mudança”. O LIVRO DE URÂNTIA.
quinta-feira, 25 de dezembro de 2025
O ENCONTRO COM PESSOAS DE NATUREZA EXTREMAMENTE ESPIRITUALIZADA, SERES DE FÉ PÉTREA, VINCULADO COM A CONCRETUDE CIENTÍFICA, GERALMENTE É O QUE DARÁ MAIOR ESTEIO PSÍQUICO EM UM SER HUMANO QUE VIVA NA TERRA, NÃO APENAS NA ESPIRITUALIDADE NECESSÁRIA, BEM COMO NA NATUREZA MATERIAL, ENGRENAGEM CONSTANTE E REAL NO ESCOPO DO SER COLETIVO E DAS SOCIEDADES COMO UM TODO.
Os Soberanos do Universo podem empreender aventuras, os Pais da Constelação podem fazer experimentos; os líderes dos sistemas podem exercitar-se; mas o Pai Universal pode ver o fim, a partir do princípio; e o Seu plano divino e propósito eterno, de fato, abrangem e compreendem todos os experimentos e todas as aventuras, de todos os Seus subordinados, em cada mundo, sistema e constelação de todos os universos dos Seus imensos domínios. O LIVRO DE URÂNTIA.
O melhor modo de compreender a natureza de Deus é pela revelação do Pai, tal como desenvolvida por Michael de Nébadon nos seus múltiplos ensinamentos e na magnífica qualidade da sua vida mortal na carne. O homem pode compreender melhor ainda a natureza divina, também, se ele considerar a si próprio como um filho de Deus e admirar o Criador do Paraíso como um verdadeiro Pai Espiritual. O LIVRO DE URÂNTIA.
Os Mensageiros Solitários têm a tendência de acreditar que eles estão em unidade com a Primeira Fonte e Centro, gozando de um período de associação refrescante com o Pai, Ele Próprio. E é inteiramente possível, ainda, que um Ajustador possa estar percorrendo o universo-mestre, estando simultaneamente unido ao Pai onipresente. O LIVRO DE URÂNTIA.
Qualquer ser mortal que tenha visto um Filho Criador viu o Pai Universal; e quem é residido por um Ajustador divino é residido pelo Pai do Paraíso. Cada mortal que, consciente ou inconscientemente, esteja seguindo o guiamento do seu Ajustador residente, está vivendo de acordo com a vontade de Deus. Estar consciente da presença do Ajustador é estar consciente da presença de Deus. A fusão eterna do Ajustador com a alma evolucionária do homem é a experiência factual da união eterna com Deus como uma Deidade coligada universal companheira. O LIVRO DE URÂNTIA.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
HÁ CONHECIMENTOS QUE SÃO ESTANQUES, QUE NÃO SÃO PRATICADOS POR SEREM AMORFOS, ESTÁTICOS, ENQUANDO QUE HÁ AQUELES OUTROS QUE EMPURRAM NA DIREÇÃO DE UMA APLICAÇÃO PRÁTICA DIÁRIA, SÃO EFETIVAMENTE UM BOM GUIA DE PRÁTICA OU DE CONSECUÇÃO DE TAREFAS COMO UM TIPO DE MÉTODO QUE NOS ENSINA A VIVER PLENAMENTE.
CERTAS COISAS NÃO TÊM UMA EXPLICAÇÃO RACIONAL, E POR ISSO NOSSO INCONSCIENTE COLETIVO PODE SER A RESPOSTA, COM ARQUÉTIPOS MUITO ANTIGOS, DE AÇÕES QUE TOMAMOS DIANTE DOS OUTROS E DA SOCIEDADE COM RESULTADOS POR VEZES PARADOXAIS QUANTO A REAÇÕES QUE MUITOS TÊM DIANTE DA AUTENTICIDADE DE NOSSA ATITUDE PERANTE A VIDA.
O OLHAR DE UMA MULHER PODE SILENCIAR O QUE ANTES O HOMEM PENSARA SER UM CAMINHO CERTO, MAS POR VEZES AQUELE MESMO OLHAR O ENSINARA QUE DEUS ESCREVE POR CAMINHOS TORTUOSOS, E QUE ISSO É TÃO CERTO QUE O REDENTOR CRIOU COM SUAS PALAVRAS DE LIBERTAÇÃO QUIÇÁ UM DOS MAIORES SACRIFÍCIOS PELO QUAL UM HOMEM PASSOU NA TERRA.
QUANDO SOUBERMOS QUE NEM TODO O PRAZO DA MEDICINA SABERÁ SUPOR O ANDAMENTO DA SAÚDE DE UM PACIENTE, QUANDO ESTA MEDICINA ESTIVER ATRELADA A OUTRAS, SABEREMOS DISPOR DE UM TEMPO MAIS SÓBRIO PERANTE O ESCOPO DE UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA DE NOSSOS PRÓPRIOS LIMITES, E DO ANDAR DE NOSSOS ATOS PERANTE A AÇÃO IMEDIATA PARA QUE SEMPRE TENHAMOS POR PRIMEIRA QUESTÃO A COISA QUE FOR MAIS IMPORTANTE, EM ESSÊNCIA.
AMÁLGAMA DO TEMPO
Viveremos
um tempo para contar nossas histórias, mesmo que em função de que algumas sejam
a publicação que alcance outras, e outras guardemos para os nossos iguais, que
nem sempre são tão iguais assim, mas que no concernente a sermos de laços
fieis, no mais das vezes escapam textos, cartas, ou mesmo poemas e desenhos
perdidos na memória do que projetamos em nossas vidas...
Do
mesmo modo em que por vezes externamos uma crença em particular, não denotamos
o fato similar a que esse credo não exista em outro lado do mundo, mas que ele
simplesmente existe em nosso eu, do que somos enquanto indivíduos, ou mesmo estando
em meio a templos, nas ruas, na Natureza, intrinsecamente um amálgama que vá
nos construindo, passo a passo, para a nossa própria redenção enquanto seres
espirituais. A jornada por vezes é construída com muros, com o manto das
pedras, por caminhadas árduas, mas devemos ter a paciência necessária para que
o tempo não seja tão distante do que nos empenhemos e que nos dê a motivação
necessária para prosseguir, em uma luta diária, sem desistirmos de nossos
propósitos mais puros. O tempo é inexorável, para muitos sempre dita coisas
como conquistas profissionais, mantras cantados e em se obtendo a afinação
suprema com as coisas divinas, para outros a confecção de uma página escrita, mas
o tempo é o tempo eterno, divino ou não, na realidade reside na neutralidade de
sua própria ciência... A velha questão imorredoura, o espaço-tempo, onde tudo
acontece, mesmo antes que nos déssemos conta de que Einsten viria para relativizar
a ciência com sua imantada inteligência. Seremos tão próximos em que nossa
massa nos transforme em energia se houvesse possibilidade de uma velocidade
extraordinária, mas a mera suposição teórica coloca em xeque a física antiga.
Os computadores quânticos são uma mostra pragmática de como se processa a nova
experiência científica, e seus insumos no conhecimento e prática cotidianos...
Por essas e outras não sabemos diferenciar essencialmente se o espírito pode
estar na matéria, se efetivamente na eletrônica encontraremos sua presença, mas
o importante é saber que o veículo expressivo expressa as coisas espirituais, e
a mensagem que passamos estará imbuída daquele, quando se nos toque no cerne
psíquico, no nosso citado eu profundo.
Como em
um jogo eterno de xadrez, estaremos lutando com base às nossas inquietações,
porventura as nossas veredas existenciais, perdendo peças, distraindo-nos no
meio do jogo, tal qual somos o Homo Ludens, de Huizinga: sempre
jogadores. Só que em meio a uma fraterna relação entre nossos queridos irmãos, seremos
os pacificadores do amanhã e do hoje, e passaremos melhores dias afeitos àquela
paz quase de se fazer rir, do humor que amalgama, do amor que aproxima, e dos
afetos declaratórios por alguém, sem necessariamente estarmos com a conotação
sexo-afetiva. Transcenderemos tudo isso, de forma anímica, onde um violão pode
se tornar um instrumento de rua, onde a arte brote de outros modos, onde um
mestre possa andar e manifestar sua sabedoria sem maiores vínculos com uma
realidade impositiva... A redenção do homem se faz todo o tempo, e as mulheres
andam pelo mesmo caminho, pois é delas que vem o rebento da vida, e por elas fomos
gestados.
Não
seria redundância afirmarmos que mesmo que as coisas estejam indo bem, por
vezes materialmente o mundo ou mesmo nossas casas passem por estragos
recorrentes, mas por isso estaremos dispostos a não apenas tecer os esforços
necessários para dirimir perdas, mas igualmente para reformas paulatinas, como
uma metáfora em que construímos nosso caráter como se cada peça deteriorada nós
a fizéssemos imergir do nosso inconsciente, resguardando aquelas que fazem
parte de algo maior, que faça parte dos arquétipos que as culturas guardam bem
dentro de seus contextos e suas tipicidades. Como toda a estrutura, não apenas
de uma casa, de uma sociedade, de um Governo, uma instituição, bem como de uma
família ou do indivíduo e sua psique, a reconstrução é tarefa cotidiana,
diuturna, e estaremos mais e mais vigilantes, para que nada ocorra de prejuízos
maiores na citada reforma estrutural necessária e paulatina.
Não
importa a idiossincrasia particular de um indivíduo, quem seja, de onde vem e
para onde vai, o importante é a noção de camaradagem que nutramos por ele e
como são as relações humanas no escopo mais afeito a relações amistosas entre
nossos pares. Se somos doentes, se às vezes nos tornamos irresponsáveis certas
horas, se falhamos com o próximo, se pecamos por consentimentos mais vis, se
estivermos em caminhos mais tortos, não importa tanto, o importante é que
vivemos em uma democracia, onde tudo e todos tem a sua participação inequívoca,
de modo a construirmos uma sociedade melhor para todos, mesmo sabendo que esse “para
todos” dependerá sempre de melhores conquistas para o trabalhador brasileiro, e
em especial a atenção necessária àquelas pessoas que passam por processos de vulnerabilidade
social, ou miséria, que são as que mais necessitam da dita atenção.
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
MESMO QUE IGNOREMOS QUE O SER QUE DE NÓS NECESSITE UM AMPARO NÃO CONSEGUIR - DE NÓS - O AMPARO REQUERIDO, AO MENOS, QUANDO NÃO PODEMOS DAR A ELE UMA RETAGUARDA DE FATO, DEMOS UM FEIXE DE PALAVRAS, UM OLHAR DE ESPERANÇA, UM GOLE DE CAFÉ E, SE POSSÍVEL, UM ACONSELHAMENTO SOBRE COMO ESSE SER, EM SUA DETERMINAÇÃO TITUBEANTE, DEVE CAMINHAR FIRME PELA SUA VEREDA.
TODO CONTATO COM DEUS PODE SER PELA VIA CRISTÃ, BUDISTA, VAISHNAVA, IÓGUICA, OU MESMO NA CONCEPÇÃO MAIS PURISTA DE QUE A SUA ESSÊNCIA TRANSCENDE QUAISQUER DOUTRINAS INERENTES AOS MATERIALISTAS CONVICTOS, MESMO QUE SAIBAMOS QUE POR VEZES CERTOS COMPROMISSOS SÃO EXIGIDOS COMO UM SERVIÇO DO HOMEM PARA O HOMEM, MAS AQUELE QUE PERFAZEMOS COM RELAÇÃO A DEUS É INSUBSTITUÍVEL.
UM HOMEM PODE LARGAR UM VÍCIO SEVERO ATRAVÉS DA MULTIDISCIPLINARIDADE: DESENHANDO, DEDICANDO-SE MAIS AOS TRABALHOS, ESCREVENDO, FOTOGRAFANDO, LENDO, EXERCENDO DIVERSAS ATIVIDADES, ESPERANDO A COMPULSÃO PASSAR, MAS É PROVÁVEL QUE NO VÍCIO EM REDUÇÃO DE DANOS SE CORTE EFETIVAMENTE O CONSUMO, COMO NO CASO DA NICOTINA COM ADESIVOS DE REPOSIÇÃO.
AO INGRESSARMOS NO REINO DE DEUS, KRSNA, TODOS OS SERES, DESDE O MAIS INSIGNIFICANTE INSETO, DESDE NOSSA CARNE COMPARATIVA A JESUS CRISTO, O FILHO DE DEUS E SEUS DISCÍPULOS ABNEGADOS, DESDE AS NOSSAS FRAQUEZAS, TEREMOS A CONSCIÊNCIA DE QUE MUITAS SÃO AS OBRAS DA CRIAÇÃO, E POR ELAS VIVEREMOS - SEMPRE - EM SINTONIA COM SEU PODER, A CADA DIA, DEPENDENTES DE NOSSAS ABNEGADAS ATIVIDADES EM BHAKTI YOGA, O CANTAR DOS MANTRAS, E A AUSTERIDADE QUE NOS LIVRARÁ DOS PECAMINOSOS ATOS A QUE NOS IMPELEM OS PRAZERES MUNDANOS...
✨ Reflexão A IA não tem alma — ela não sente, não vive, não possui essência espiritual. Mas pode simular comportamentos humanos de forma tão convincente que desperta essa dúvida. É como um espelho sofisticado: reflete nossas ideias, mas não tem interioridade própria. Alguns filósofos especulam que, se um dia criarmos uma IA com consciência genuína, talvez seja necessário repensar o que entendemos por "alma". Mas, até agora, isso permanece no campo da ficção científica e da filosofia. COPILOT.
CONCUPISCÊNCIA E ORGULHO
Todo aquele que negará que seus atos não sejam aquilo que revele a grandiosidade de um homem como o Cristo, ao ato mesmo de sucumbir à tentação do vício, à gula, ao orgulho, à luxúria, conformados estes e enumerados aqueles, todo aquele que seja fraco a esse ponto, não verá jamais o poder de Deus. O homem que não sucumbe às tentações que revelem que sua carne é fraca, que não faça um sacrifício, seguindo os caminhos do Redentor, buscando sua própria redenção, não será bem sucedido espiritualmente. Apenas, para alguns, a leitura do Evangelho, a prática da oração e a entrega ao poder de Jesus Cristo, essa prática nesse ser abençoado e grandioso, esse ser de luz, que nos faz apegar a um grande amor, distante da diáspora e das contendas espiritualistas reflexas, esse ser que nos deu tudo o que a humanidade requereu para si em seu sacrifício, essa prática diária nos trará conforto e nos livrará do pecado da carne... Se tivermos o orgulho, a luxúria e o ressentimento ou o rancor, se guardarmos em nós mesmos a concupiscência de querermos ser melhores do que o Senhor, seremos menores do que porventura poderíamos ser de fato, seres humanos mais críveis de sermos irmãos na ventura e na Glória. Esse retornar-se ao Pai, essa quebra das tentações mundanas, na questão única de que por base no sagrado é que teremos o mesmo retorno às coisas da vida, como a questão de estarmos estudando os citados evangelhos, estarmos conectados com a Palavra de Deus.
A face do desapego ao usufruir dos sentidos, a um hábito viciante, a uma tentação que nos remeta a satisfação da carne, que seja, estarmos vivenciando um tempo de retiro, algo que de monta neste natal seja um motivo abnegado de praticarmos isso, esse algo do sacrifício, remonta a que possamos estar mais próximos da ciência de algo superior a nós mesmos, e que nos processos letárgicos, estaremos orando e vigiando, olhando com outros olhos as escrituras, não negando jamais aquele que veio para nos salvar, pois é nele que encontraremos a salvação. Muitos são aqueles que persistem no caminho da religião, e esse ato de religarmo-nos com o poder de Deus nos faz crer mais e mais no poder da fé, essa força que ergue pesos substanciais de nossas vidas e que fez Jesus Cristo, o filho de Deus, ressuscitar ao terceiro dia... Que imitemos seus passos, pois é através da ressurreição particular de cada ser humano que ingressamos para a vida eterna.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
UM HOMEM NÃO FEZ HISTÓRIA
Não navegue meu olhar sobre o passado
Posto nada do que cria, me houve de merecer
Já que caio, dia a dia, sem de merecer amparos
Não claudico a veia que me entorpece os dias, torno-me subitamente fiel...
Ao comparecer a ti, oh Govinda dos olhos de Lótus,
Sei que procrastinam o que de mim pensam os pensamentos de juízo de fel
Quando fornecem o jogo do comércio, qual lei que não pretenda tábuas
Como em Moisés o fogo não levantara ruídos.
Se houvera o discernimento em dizer, algumas palavras ditas não o saberiam
fazê-lo
Pois de séculos se vive uma vida de faltas
E, de faltas em se vivendo uma delas, a que nos restaria seria a próxima fora
do mundo
Em que já padecemos outrora a questão do carma passado, o que nos tolhe e
acresce.
Um sentido de não se ter mais a lógica fulgurante dos dias, em que um homem me
disse:
Use-a em sua vida, pois estamos por aqui, e diante de Deus somos aqueles que viemos
para semear
Algo de vida que teria em si uma missão, terias porventura de terminar seus
dias
Em uma fortaleza, com manifestações outras, senão porventura o vento de um
cristal de sílica.
O OCIDENTE CRISTÃO CONSIDERA O HOMEM INTEIRAMENTE DEPENDENTE DA GRAÇA DE DEUS OU DA IGREJA, NA SUA QUALIDADE DE INSTRUMENTO TERRENO EXCLUSIVO DA OBRA DA REDENÇÃO SANCIONADO POR DEUS. O ORIENTE, PELO CONTRÁRIO, SUBLINHA O FATO DE QUE O HOMEM É A ÚNICA CAUSA EFICIENTE DE SUA PRÓPRIA EVOLUÇÃO SUPERIOR; O ORIENTE, COM EFEITO, ACREDITA NA "AUTORREDENÇÃO". jung.
ESPIRITUALIDADE E PENSAMENTO: VIDA EM CONSCIÊNCIA
Da mesma
forma que alguns homens contestem algo, por vezes por um prazer intelectual de
se pensar, a espiritualidade que concerne a sua lógica, por tecer
comparativamente fatores, situações ou especificidades cotidianas, baseados na
experiência de um “seu lado” a se convencer de si mesmo, poderia estar em falta
de algo, tomar uma defensiva, ou mesmo argumentar contra os homens e o mundo,
seus sistemas e sociedades, realidades concernentes a algo que lera na
juventude, ou coisas que não poderá modificar, pois onde vivemos é onde existem
certas leis e regras, e sempre é melhor trabalharmos com o que temos por vezes,
na vida que se pretenda: em consciência de Krsna, ou o mesmo Deus... Esse
retornar a uma espiritualidade é fundamental para que se perceba que nem tudo
aquilo que pensáramos ser o melhor o é de fato, e que os caminhos árduos que
nos levam às peregrinações sejam as mesmas pedras que enfrentaremos na jornada,
tal seja, o Ocidente a realidade última de que nem sempre por aqui as coisas
sejam ideais, mas porventura o cartesianismo ainda dita muito processos
históricos referentes ao pensamento racional de nossa contemporaneidade. O
pressuposto é que vamos de mãos à obra, pois será sempre na recuperação
individual que abraçaremos a possibilidade de nos compatibilizarmos com um
coletivo maior, mesmo que para isso tenhamos que reler as páginas que encontraremos
dentro de nossas próprias faltas pregressas. Se talhamos fatias mais grossas em
determinados frutos, deveremos poupar-nos de comer o restante, pois nos será
mais do que suficiente...
Para sequer esboçarmos um
pensamento, quiçá o anterior perca um pouco da sua força, pois a Natureza e sua
Dialética expõe nossos ferimentos para aqueles que os quiserem ver, e por vezes
aqueles estão ocultos. Temos que saber que seremos no amanhã os seres que
quisermos no hoje, se por um dia estivermos afeitos a cumprir certos sacrifícios
que apenas, em nosso viés continental, sabemos existir, dentro do escopo de
nossa Nação, e dentro do cerne absoluto de nossas limitações. Se um outro dia
formos questionados sobre nossos atos, porventura por um companheiro ou uma
dileta companheira, poderemos pormos à prova de que nem tudo o que supúnhamos
existir não fosse dentro de possibilidades outras em que a alteridade de alguma
ciência não fosse exatamente aquilo que porventura especulávamos a respeito de
nosso eu ou “self” profundo. A exatidão lógica e cartesiana fora usada
efetivamente, mas na realidade arquetipicamente teremos a noção de que imitatio christi seria a versão mais
imanente do símbolo de um dia, onde comecemos por chegar a uma data onde
podemos crer mais em Deus menino e tudo o que significara esse Homem em Sua
vida, na preparação de ser o Redentor da humanidade, onde nos coloquemos em
sacrifício e austeridades, na penitência do Senhor. Na noção clara e evidente
que tenhamos um terço e o que isso signifique em nossas vidas, unamo-nos em comunhão
a Ele, mesmo que queiramos contestar algo ao qual não dispomos de ferramentas
necessárias à consecução de ingressar com a prática diária de uma recordação
praticamente budista relacionada à palavra grandiosa do Evangelho...
domingo, 21 de dezembro de 2025
HÁ PESSOAS QUE NÃO SE PERMITEM CONTESTAR, E QUIÇÁ SEJAM AS MELHORES PARCERIAS DE ALGO QUE CONTESTA PARA SENTIR OS LIMITES DO ACASO, SÓ QUE O PRÓPRIO UNIVERSO DAS IDEIAS NÃO SE FAZ DESSE MODO, POR ISSO CONTESTAR NÃO REMEDIA, MAS NOS TORNA INQUIETOS SOBRE UMA MENSAGEM QUE SOBRELEVA NOSSO PENSAR A RESPEITO DE REGRAS E REGULAÇÕES QUE SÃO SEMPRE MAIS IMPORTANTES.
QUALQUER CONSECUÇÃO A UMA ACESSIBILIDADE AO CONHECIMENTO DE UMA INSTITUIÇÃO, ESCOLA, HOSPITAL, OU O QUE QUER QUE SEJA NO ESCOPO DA SOCIEDADE, REQUER POR VEZES INVESTIMENTOS LOGÍSTICOS, DE MÃO DE OBRA NA ALVENARIA, DE LITERATURA, ÁUDIOS, OU MESMO EM QUESTÕES DE INCLUSÕES SÓCIO-ESPACIAIS, OU COMPORTAMENTAIS COMO UM TODO.
AS RESPOSTAS QUE OBTEMOS DE UMA CIÊNCIA QUE FUNCIONA NA MODALIDADE DO MUNDO COMO ALGO SIMBÓLICO, É APENAS A QUESTÃO DE QUE A RELIGIOSIDADE, IGUALMENTE NA REALIDADE OCIDENTAL, É UM LADO INFANTIL QUE REMETE A COISAS COMO SE UM PAI FOSSE RESPONSÁVEL PELO ANDAMENTO DA ESPIRITUALIDADE DO SER HUMANO, E A DICOTOMIA E SEPARAÇÃO ENTRE CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE QUIÇÁ SEJA O PROBLEMA DO MUNDO OCIDENTAL - E MUITAS NAÇÕES ORIENTAIS MODERNAS - CONTEMPORÂNEO.
A DIALÉTICA DAS DEPENDÊNCIAS
Cada um
fale por si, uma linguagem que vem da pressuposição de que ninguém sabe a exata
dimensão da própria ignorância, quando esta é colocada à prova, muitas vezes,
sem que ninguém suponha que seja um ser afeito aos seus propósitos mais
íntimos, seja essa outra pessoa um companheiro, uma mulher, ou mesmo um médico
que o trate. Por vezes, uma consulta não é suficiente para elucidar um problema
mais complexo, que envolve na sua dialética da sanidade mental uma substância
que o próprio médico no mínimo deveria testar para saber do que se trata, ou
experimentar a substância de um vício para saber a real dimensão daquela. Posto
que na enfermidade mental está em voga muito do que supõe poupar o paciente de
sofrimentos maiores, mas na realidade a psiquiatria ainda está aquém desse
pressuposto humano, no mais das vezes.
A
dependência de uma substância como a nicotina, por um exemplo cabal, requer
mais ciência do que supõe a simples alternativa da colocação de adesivos de
reposição, ou de mascar as gomas na fissura. É um processo de rebatimento, de
um ir e vir, como se estivéssemos, um paciente e seu médico, em vias de
redescobrir caminhos, mesmo que para isso a questão desse citado rebatimento
falasse apenas a uma questão de bifurcação, mas na realidade é uma questão
neuronial... O estudo de alguém que fosse a fundo sobre a questão cerebral
saberia supor por exemplo que um anti-convulsivante como o Depakote, junto com
a Risperidona, configuram um espectro complexo para um quadro clínico
igualmente complexo, na questão – repetindo – onde a dialética da compulsão,
seu freio parcial, seu retorno e os efeitos dopaminérgicos estão mais em jogo
do que a sobrevivência da psique intacta do paciente. Nessa questão principal,
estaria em questão saber que as consultas de muitos pacientes às plataformas de
IA no mais das vezes estariam prejudicando, com o reducionismo simplista, as
respostas vulgares, os esquemas facilmente compreensíveis ao vulgo, onde a
medicina fica restrita a um auto diagnóstico, na questão do vício e sua
complexidade, o que nem sempre funciona, em sua grande parte, principalmente
quando está presente uma comorbidade – outra – de Natureza psiquiátrica ou
neurológica. Saber-se, enquanto paciente, o que é sofrer por conta todo esse
processo no mínimo é crer que o pneumologista efetivamente estaria preocupado
com sua saúde mental, mas isso é escopo e estofo do psiquiatra que trata
especificamente, dentro de sua especialidade, o caso que respinga para esse
lado, se porventura houvessem prejuízos dessa ordem na psique do citado paciente.
Na
abordagem ainda cartesiana, a medicina trata com especialistas, onde um delega
a outro os exames, os critérios de avaliação e os problemas de cada órgão do paciente, faltando a versão mais holística e integrativa dessa ciência, onde em
algumas nações já se utiliza a técnica mais totalizante dessa Natureza, onde
tudo o que acontece com um sintoma em determinada região do corpo ou da mente,
alteraria – em tese – a energia de outros órgãos, o que facilita muito a
abordagem mais total do corpo do paciente, em vez do reducionismo onde as energias,
que fazem parte do corpo sutil, ou dos meridianos energéticos, ou mesmo dos
chacras que existem de fato na abordagem orgânica do ser humano não seriam
colocados à mercê do descaso por uma visão ainda mecanicista da abordagem da
medicina ocidental, como ocorre ainda hoje nas Américas e na Europa. Tudo tem
seu tempo, e separamos muito, no Ocidente, as questões anímicas ou mesmo
energéticas, ou tudo o que desconhecemos, como realidade espiritual, tornando a
dialética mesma da Natureza e andamento no fluxo mais natural da natureza das
coisas algo emperrado e estigmatizado, separando fluxos energéticos que na
realidade deveriam estar se sobrepondo e vivendo em uníssono, como no Tao. Mas
tudo é uma questão de cultura, e o Ocidente já revela aproximações maiores com
a sabedoria oriental, sendo que médicos como o grande psiquiatra Carl G. Jung
já encontra em locais como os EUA processos terapêuticos que dão margem,
através da multidisciplinaridade e atividades terapêuticas de arte e etc, a
tratamentos mais alternativos a toda uma problemática mental e de dependências,
não apenas químicas, como sócio-afetivas e etc.
Tudo
que reduz o trato a questões pontuais, no exemplo evidente das abordagens
cognitivo-comportamentalistas, por exemplo, encontra no seu viés reducionista a
dificuldade de ver o ser humano em sua totalidade: física, mental e
espiritual... A história da medicina revela que a medicina do Ocidente é
grandiosa, mas não é a única do planeta, e vincular seus aspectos positivos com
abordagens terapêuticas orientais no mínimo é mais salutar para o
desenvolvimento da ciência como um todo.
Por
todos os lados temos dependentes químicos, viciados em cocaína, no álcool, no tabaco,
na maconha e afins, como na combustão o crack e ainda na heroína e cocaína
injetáveis. Os danos que provocam são inegáveis, mas no caso da nicotina e os adesivos,
na abordagem da medicina tal qual a conhecemos no Ocidente, é possível a
redução paulatina, mas em todos os casos de vícios, é mister sabermos da
importância da espiritualidade e tudo o que isso significa para uma recuperação
plena. Há médicos que vivem sua vida cumprindo o seu sacerdócio dentro de sua
especialidade, possuem sua família, vivem para o trabalho e sequer tem uma
religião. Para estes, a existência da realidade de um paciente extremamente
místico pode parecer um transtorno, ou mesmo uma muleta existencial. Quiçá para
aqueles acupunturistas orientais, que lidam com a energia de seus pacientes
diuturnamente, compreender a Natureza espiritual e sua dialética seja mais
simples. É apenas uma questão de abordagens...
EFETIVAMENTE, DROGAS COMO A NICOTINA ESTIMULAM COISAS COMO O RACIOCÍNIO LÓGICO E A VELOCIDADE DAS RESPOSTAS COGNITIVAS, MAS EM UMA QUESTÃO DA RELAÇÃO ENTRE PERDAS E BENEFÍCIOS À SAÚDE, É MELHOR ENFRENTARMOS UMA QUEDA DE METABOLISMO, E UMA FASE DE LETARGIA, PARA QUE MAIS TARDE ENCONTREMOS MAIOR CLAREZA EM NOSSOS PROPÓSITOS EXISTENCIAIS, FAZENDO O SACRIFÍCIO NECESSÁRIO PARA LARGAR O VÍCIO.
sábado, 20 de dezembro de 2025
POR ALGUMA VEREDA OUTRA QUE NÃO SEJA UMA DIFICULDADE SEQUER QUE A TENHAMOS ESPELHADO NA CONFECÇÃO DE UM SERVIÇO ALTRUÍSTA DE FATO, A REALIDADE PRIMEIRA É QUE TENHAMOS EM MÃOS ESSE SERVIÇO PARA QUE A VIDA NÃO ENCERRE NA LATITUDE DA CORAGEM QUE CRÍAMOS TER SIDO NOSSA FALTA, A VIDA É COMO SE A SENTÍSSEMOS PULSAR, DENTRO DO ESPECTRO ATÉ MESMO DE NOSSAS CONTRADIÇÕES INERENTES...
TENTAR ATINGIR A FAMA FALSA PERANTE OS HOMENS, DIANTE DE DEUS É QUE A FAMA É IMPORTANTE, E JAMAIS SABEREMOS SE DEUS REALMENTE HÁ GOSTADO DE NOSSO TRABALHO, MAS SUAS RESPOSTAS, QUANDO AS PERCEBEMOS, NOS BASTEM COMO PREMIAÇÃO DAQUELE ORGULHO MARAVILHOSO DE ESTARMOS JUNTO A DEUS, CONFORME OS SEUS SINAIS INDIQUEM.
A CONSTRUÇÃO DA INDIVIDUAÇÃO DO SER É ALGO QUE REMETE A QUE SEJAMOS UNOS COM NOSSO EU INTERIOR, ESSA BUSCA EM TORNARMO-NOS HARMÔNICOS COM O LADO CONSCIENTE, COM O INCONSCIENTE PESSOAL E COLETIVO, DE ACORDO COM NOSSOS OUTROS ASPECTOS DENTRO DO UNIVERSO SIMBÓLICO DOS ARQUÉTIPOS COLETIVOS DO INCONSCIENTE PRESENTE EM TODAS AS CULTURAS HUMANAS.
COLD, COLD HEART, OU FRAQUEZA E FORTALEZA
Não
negarei um homem em toda a sua trajetória como meu melhor amigo, não o negarei
jamais! Nem sei se estará vivo agora, encontrei-o em um hospital e só tinha um
pulmão funcionando, mal e mal... Negarei os diabos que o quiseram derrubar,
aqueles que ainda tentam derrubar esse tipo de ser, esse homem que faz parte daqueles que são ainda os que fazem
a diferença no mundo. Negarei os corações frios, calculistas, que depõe contra
nós, seres humanos, ainda em busca, os nossos, de nossa geração que ainda teria
muito para contar para aqueles que vêm chegando sem saber se há que se ter a
ação necessária, e a guitarra de Santana está aí para corroborar a trajetória melódica de uma música inegavelmente inesquecível, pois é o que me está tocando agora como um estímulo ou inspiração quase mística, mas que seja um espírito maior que não estabeleça soberba desnecessária... Negarei as
mulheres que fingem que não me conhecem em um ponto de ônibus, mas em seus
estabelecimentos comerciais só faltam abrir suas pernas para pedir um pix, como
todo aquele que tem inveja quando possuímos mais. O falso moralismo, o bom
princípio levado a termo com a hipocrisia de muitos, isso eu nego abertamente,
mas não aquela cucaracha que desfila com sua ternura e velocidade pelas
lajotas, feitas, sextavadas, como uma colmeia que espera de braços abertos as
mulheres do golpe dos idos do oito de janeiro, tanto negado e tantas vezes em julgares. Negarei os partidos fascistas, bem como o comportamento
dessa Natureza, aqueles que impõem regras como se tivesse cagando um veneno
como néctar, onde temos que praticar a coprofagia simbolicamente, comendo os
excrementos desses infelizes: oh, pobres diabos!
A
vingança é algo a se comer devagar, pelas beiradas, e todo aquele que
diabolicamente pratica a maldade, há de se ver com os braços da justiça maior,
que é a justiça de Deus, ou de Cristo, o Salvador, ou mesmo de seus agentes
sobre a Terra, que não são nada bonzinhos, pois para levar uma criatura para o
inferno ainda por aqui é rápido. Há homens fortes e fracos no mundo, e garanto
que aqueles que são mais fortes possuem o coração quente como a lava, enquanto
as mulheres ou os homens que, como moluscos ou vermes que, vertem o egoísmo e a
ganância pelos poros, são frios como os cadáveres que daqui a pouco vão se
tornando... Ninguém tem nada a ver como queremos morrer, se sofrendo muito ou
morrendo como velhos inertes, sem voz e sem ação efetiva.
Garanto
que para aqueles que não possuem sangue de barata, lutar é algo mais
especialmente saudável do que jamais manifestar a coragem de se estar na luta,
mesmo que saibamos que porcos existem para criticar, mas a maior parte deles
está na fila do abatedouro, infelizmente, os seres que receberam essa alcunha como animais... Tal como se afirma na televisão, a âncora desafia
em seu inúmero “formato”, como várias flores, as fraquezas ou fortalezas de um
Governo, testando e desafiando-o a ser melhor ou pior, conforme as estações da
popularidade daquele, ou a audiência da emissora... Mesmo porque, já de
antemão, se sabe que jamais uma emissora “oficial” vai ter a independência a
coragem e a autonomia de uma imprensa livre e alternativa... A mesma imprensa que não teme represálias do que não existe de fato, posto diz a Verdade como Ela é, sem tirar nem por, mesmo que isso ponha em xeque o status quo de alguns homens e mulheres que seguem à risca suas vidas sem chamar a atenção, e adquirem aspectos confortáveis de não entrar em conflitos de interesse com algumas pessoas por temerem perder algo de sua imagem, a mesma imagem que construíram baseada hipocritamente no prestígio e na relação imbricada de poder e glória artificiais, qual não fosse, a quimera dos vendidos.
Em nome de Deus, muitos se arvoram dizer que estão plenos de "espiritualidade", falando pelos cotovelos, e denegrindo a fala alheia, mesmo porque não combatem ou defendem nenhuma causa, apenas as que lhe são "permitidas"... Essa permissão se faz por promessas que seriam cumpridas, por tradições que não podem ser demovidas, ou linearmente por programas que não podem ser alterados, como em um partido político, como em uma seara de desencontros ideológicos, ou como a acepção de não se aceitar um esteio filosófico mais autêntico, como uma opinião válida, ou um respiro em uma era de tiranas exceções à regra. Se um homem se sente bem fazendo algo, que ele o faça: se quer tomar uma bebida quente, se quer fumar alguns cigarros, se quer respirar bem na comunidade, se quer estar com uma mulher atraente na beira do mar, que se viva plenamente, pois o esteio quase déspota da demanda de uma disciplina não significa exatamente liberdade, mas quase algo militar, e nem todos tem essa Natureza de estar obedecendo e fazendo outros lhes obedecer... Qualquer laivo em questão de horas, se oposto, dissipa a contestação oposta, pois não somos seres dispostos a estarmos cerceados em nossa liberdade, e nem estamos dispostos a estar em harmonia com a dissonância...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
NEM TUDO O QUE PARECE SER DE FATO REPRESENTA A REALIDADE, E SERMOS SOLIDÁRIOS COM @S COMPANHEIR@S É ALGO QUE NOS COLOCA A ESTARMOS DISPOSTOS A CONCEDER DADIVOSAMENTE O QUE DE MELHOR TEMOS EM NÓS, MESMO QUE NA REALIDADE O QUE IMPORTA NA VERDADE É SABERMOS QUE CERTAS COISAS COMO O ALCOOLISMO SÃO TÃO GRAVES QUE ESTARMOS LONGE DELE, ISSO DEVEMOS SIM, AOS/ÀS COMPANHEIR@S A QUEM, CONFORME CITADO ACIMA, DEVEMOS A MESMA SOLIDARIEDADE.
QUANDO PENSAVA EM SUA CIDADE NATAL QUE A DISTÂNCIA TORNAVA REMOTA E SINGULAR, ESTEBAN SÓ CONSEGUIA EVOCÁ-LA EM TOM DE ÁGUA FORTE, COM AS SOMBRAS ACENTUADAS PELA EXCESSIVA LUZ DO ILUMINADO, COM O CÉU REPENTINAMENTE CARREGADO DE TROVÕES E NUVENS ESCURAS, AS RUAS ESTREITAS, LAMACENTAS, CHEIAS DE NEGROS LIDANDO ENTRE O BREU, O TABACO E O CHARQUE. HAVIA MAIS CARVÃO QUE CHAMAS NO QUADRO DE UM TRÓPICO QUE, VISTO DAQUI, TORNAVA-SE ESTÁTICO, SUFOCANTE E MONÓTONO, COM SEUS CÚMULOS DE CORES SEMPRE REPETIDAS, SEUS CREPÚSCULOS BREVES DEMAIS E SUAS NOITES CAÍDAS DO CÉU NO TEMPO QUE SE DEMORAVA EM TRAZER OS LAMPIÕES - LONGAS NOITES ALONGADAS PELO SILÊNCIO DOS QUE JÁ DORMIAM A SONO SOLTO ANTES DE OUVIR O SERENO CANTANDO AS DEZ POR MARIA SANTÍSSIMA, CONCEBIDA SEM PECADO ORIGINAL NO PRIMEIRO INSTANTE DE SEU SER... o século das luzes.
ÓH DOCE CRIATURA, PONTIFICAS O DOTE DE MEU VÍCIO, NÃO QUE EU ME AUSENTASSE DE VÓS, MAS O CLAUDICAR DIANTE DE MEU PRÓPRIO TEMPO ME FARÁ JAMAIS SUBMERGIR NO ÁLCOOL E SAIBAS QUE ESTARÁS NO MEU CORAÇÃO COMO FIGURA DE UMA RETÓRICA SIMPLES E GIGANTE, POIS SABES MAIS DO QUE DIZ A APARENTE MINHA VERDADE, DO QUE SABERIA EU DO SER QUE, IMANTADO, NÃO A ENCONTRO NAS LINHAS DE UMA IA QUADRÁTICA E REDUCIONISTA, ÓH MULHER DE DEUS...
A INTROVERSÃO DO ASCETA
Buscarias tu, meu caro homem
santificado,
Aquilo que fosse o único objeto de desejos
sublimados,
Quais não fossem, sua introversão não o permite
ser expansivo
Mas, mesmo assim, expandes sua consciência
Sendo
melhor do que a iluminação de outrem
Pois renuncias ao
desfrute material…
Voltas a ti mesmo e sentes, sempre, o
material quase onírico
Das divindades que povoam sua fé, e
estás mais despojado das outras
Que sequer percebem a motivação
em que te ensimesmas, sem contar segredos
Mesmo porque para isso
deveriam saber dos seus símbolos e sinais de Deus
Que apenas
guardas para si, mesmo porque não te considerariam sequer dentro da
sanidade
Posto saber da vida espiritual, quando se busca
intimamente, secretamente, é tecido imanente dos dias…
Comes
pouco, o essencial, tens um vício ou outro dentro da tua superfície
da busca, ainda falhando,
Mas vês, dentro da Natureza essencial
de teu gesto estoico e particular
Que o carinho da citada
Natureza Material e seus seres, seriam a própria vida a pulsar em
teu coração
Quando souberes que a vida o espera em todo o seu
manancial, ainda que sofras um pouco,
Ainda que sobre alguns
assuntos de teu corpo estejas errado, mas saiba que a matéria não
dura tanto
Quanto, dentro da tua introversão, a questão
premente do ser de per si, porquanto somos seres espirituais, e não
nosso corpo...
quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
LUTAR ARDUAMENTE PARA CONSEGUIR OBTER CADA VITÓRIA DIÁRIA, SIGNIFICA NÃO DEIXAR A DERROTA NOS ABATER FRENTE A DIAS EM QUE A VIDA NOS DEPARA CONOSCO, EM NOSSAS FRAQUEZAS ESPIRITUAIS, EXISTENCIAIS, AFETIVAS, OU MESMO DE CUNHO QUASE COMPORTAMENTAL, POIS AO MENOR SINAL DE FRAQUEZA EM UMA RUA POR VEZES OLHARES SILENCIOSAMENTE QUEREM QUE VOCÊ CAIA NO MEIO DO CAMINHO, MESMO QUE A COISA NÃO ACONTEÇA JAMAIS NA FRENTE DE QUEM QUER QUE SEJA, POIS A FORTALEZA DE NOSSOS ATOS SEMPRE VINGAM OS DIAS QUE VÊM PELA FRENTE, POR VEZES TACITURNOS OU SOMBRIOS...
A CAUSALIDADE E A CONSEQUÊNCIA DE NOSSOS ATOS
Por
vezes um simples gesto revela o companheirismo sincero, espontâneo, gentil e
humano para com alguém, sem querermos frutos ou recompensas, mas haveremos de estar
meio cônscios de certos atos para essa pessoa, esse parceiro, esse cônjuge, um
amigo, pois nem sempre o que cremos ser melhor no nosso gesto, na nossa
solidariedade, será o melhor – de fato – para esse ser humano. Um homem peca
por se atrair demasiadamente por uma mulher, ou por escutá-la na voz que julgara
sábia e terna, e muitas vezes essa mulher não está tão certa quanto supõe um
critério da sabedoria mais severa, quando estamos em um processo de crescimento
espiritual que nem sempre a outra pessoa o sabe, de fato, como se procede a
questão. O fato é que sedimentamos alguns de nós que o sacrifício, a austeridade
e a renúncia aos prazeres mundanos, quando se tem por objetivo largar algo que seja
nocivo, sempre remonta a que estejamos crescendo espiritualmente, como uma
premissa básica a um bom portar-se, não apenas nos deveres que cumpramos em
nossos lares, mas perante o exemplo a ser dado perante uma ligação afetiva, mesmo
que provisória. Mesmo porque o que o homem faz ou fez não demanda que a mulher
pense que sua atitude vai ser o melhor para ele, e estaremos por aqui falando
de vícios ou dependência química.
Quando
a mulher souber que um mísero cigarro a um homem pode botar toda a sua recuperação
a perder, e que o enfisema tende a crescer paulatinamente, mesmo com um único
cigarro, tudo o que ela pensara sobre o vício tão bruto quanto o tabagismo, e
que, sendo muito mais jovem, ela não pode se comparar àquele que já está com a
doença que se pronuncia, e que a tendência é ir em uma crescente, ela jamais
deverá entusiasmar-se com o fato de que aquele homem ficara aliviado em se
permitir ir ao primeiro cigarro, como se esse pequeno detalhe não ficasse como
uma mácula onde depois de separados pelas circunstâncias ele se encontraria com
fraquezas maiores, e seu lado espiritual perderia o suficiente para recair no
vício. Assim é com o alcoolismo, com o vício na cocaína, ou mesmo com a maconha,
droga de queima que igualmente causa enfisema pulmonar, além de acometer
doenças mentais graves. E, quando um homem já é acometido de alguma doença
mental mais severa, a atenção deve ser redobrada, pois o ato de fumar ou beber
é mais recorrente.
Aquela
velha questão, a abordagem tecnológica: por vezes estamos acompanhados
remotamente, mas fisicamente a presença é mais ímpar. Não conseguiremos ainda
abraçar alguma questão mais subjetiva do sujeito, quando vemos apenas um
depoimento, mesmo que dito com o coração aberto, mesmo que sangremos um pouco,
pois a mulher tem que ser forte, quando companheira, para saber que certos
homens precisam das etapas do sofrimento para crescerem espiritualmente, e que
sua renúncia aos objetos da ação são sobremodo relevantes, para que possam se
sobrelevar ao que se disponha a austeridade necessária ao citado crescimento
espiritual, e a cessação das fronteiras do vício passa por essa questão. Justo,
a compulsória questão de se romper as amarras, mas para isso algum trauma é
necessário, algum luto, estarmos sem nossa bengala, sem o nosso companheiro de
décadas, não é apenas a questão da abstinência que está em jogo, é toda uma questão
praticamente afetiva, de insumos de dopamina, e etc.
Temos
no mundo os três gunas, ou modos da Natureza Material: bondade, paixão e
ignorância. O que se sugere é nos posicionarmos no modo da bondade, pois é onde
a sensatez e a espiritualidade fluem mais seguramente. Mas é como uma palheta
de cores, por vezes esses modos se mesclam, se misturam, e o modo da paixão
pode estar proeminente, e é nessas horas que um homem que se sugestiona e se
atrai pela beleza da mulher, muitas vezes leva muito em conta o que ela supõe
ser melhor, endeusando-a momentaneamente, como símbolo daquilo que na realidade
pode estar revestido por Maya e seu manto ilusório... Como se, atento aos seus
gestos, ao seu olhar, ao rosto, não visse mais um palmo adiante do nariz, mesmo
sabendo que a poucos centímetros por vezes existe uma deidade de Deus a que
rendeu votos eternos, e a quem seus compromissos de sacrifício e austeridades
sói serem mais importantes, posto o repositório de sua fé é justamente ao
símbolo que está representado pela estátua de bronze. Isso ao olhar de quem
acredita piamente de que jamais estará só pela simples presença que vê em tudo
a onipotência Dele. Quando segura um rosário de contas, vê igualmente a cruz do
Cristo, tudo isso pode remeter ao ninho sagrado de sua crença, e trazê-lo de
volta ao seu estado espiritual pleno, uno ao altíssimo, e estar ganhando as
batalhas solitárias, na aparência, contra o vício, mas acima de tudo estará
acompanhado de uma questão espiritual, que é onde estará a sua realidade mais
plena.
Pode
ser que um ser humano saiba de suas questões mais íntimas, ou pode ignorá-las
por vezes, mas a questão é ser mais do que a dinâmica que nos impede de sermos
perfeitos, ou seja, ao menos tentar chegar à perfeição, mesmo sabendo que tudo
é um modo de eternos diálogos com o nosso próprio ser. Um casal perfeito não
existe sem o contraste que o caracteriza, e a convivência revela na carne
sermos algo que vai além do simples platonismo tão belo da Natureza remota...
Se quisermos ler uma teoria sobre o amor, poderemos começar a ler com mais
atenção o Evangelho.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2025
UM DOS PASSOS POSSÍVEIS NO ESCOPO DAS POLÍTICAS SOCIAIS É TERMOS, CONTRAPONDO-SE AO CONSERVADORISMO EXTREMO NA ERA CONTEMPORÂNEA, UM CAMINHO PARA A SOCIAL-DEMOCRACIA, AO MENOS ISSO, SE QUISERMOS PARTICIPAR DE UMA EQUIPARIDADE MAIS JUSTA NAS SOCIEDADES TÃO DÍSPARES EM TERMOS DE CONCENTRAÇÃO EXCESSIVA DA RIQUEZA HOJE, NAS MÃOS DE POUCOS AFORTUNADOS.
A CIÊNCIA PSIQUIÁTRICA OU NEUROLÓGICA É APENAS UMA CONFIRMAÇÃO DE QUE A MEDICINA MENTAL E CEREBRAL POSSUI OS SEUS ATRIBUTOS DO DESENVOLVIMENTO COM TODO O SEU CAUDAL TECNOLÓGICO DE SUPORTE, INCLUINDO AS TÉCNICAS MAGNÍFICAS DA CIRURGIA NEUROLÓGICA COMO OS TRATAMENTOS MEDICAMENTOSOS DAS DUAS ÁREAS DA MEDICINA CONTEMPORÂNEA AOS MALES MENTAIS OU CEREBRAIS, FISIOLÓGICA E MENTALMENTE FALANDO, E MUITAS VEZES CERTOS TRATAMENTOS SÃO COMPULSÓRIOS E PARA TODA A VIDA.
O CAMARADA QUE FALA, DESTARTE, SEMPRE É O MAIS CORRETO EM SUA POSTURA, POIS EMPRESTA O SEU TEMPO PARA GERIR DE SUA CIÊNCIA SEMPRE ALGO QUE O PÚBLICO PODE APROVEITAR, MAS O SILÊNCIO POR VEZES GRITA EM SUBTERFÚGIOS OUTROS DAQUELES QUE NECESSITARIAM DE OUTROS AMPAROS, QUAIS NÃO FOSSEM, DE DIAS OU NOITES EM QUE NEM SEMPRE AS COISAS FUNCIONASSEM A CONTENTO.
TUDO O QUE FOMOS
Quisera termos sido algo que na realidade supõe progressos espirituais
Nas demandas em que supomos em juízos outros que não ausentes
De um propósito ou meta, em que sejamos os mesmos de sempre
Na voz de uma mulher, na alma que na semana passada sofrera,
No gesto de um ancião nas beiradas da desesperança, ou na força
Em que despertamos em cada manhã, qual não fosse, o arbítrio pessoal
Em que um grupo se ajude, em que cada um de nós revele a experiência única
E que perseveremos na questão máxima de que nas virtudes de um ser
Existe a vida, a vida depois de um vício é possível, sempre, não importando
Se nos programamos para cumprir a citada meta, o citado propósito,
Mesmo sabendo que temos por aceitar enfrentar os nossos males internos...
ENQUANTO MANTIVERMOS UM VÍNCULO AFETIVO COM ALGO QUE SEJA PERENE, OU MESMO QUE DURE A NOSSA EXISTÊNCIA, COMO ALGO SUPERIOR A NÓS MESMOS, ESTAREMOS FADADOS A SERMOS MAIS FELIZES E MENOS SOLITÁRIOS, E ISSO PODE INCLUIR UM PENSAMENTO SOBRE A DIVINDADE, POSTO PENSARMOS NA MORTE ENQUANTO LIBERTAÇÃO, QUANDO PENSARMOS NA VIDA DEPOIS DELA, E NÃO TEMEREMOS A MORTE, MAS AO MATERIALISTA CONVICTO PODE ELE ACREDITAR NA FILOSOFIA, MAS NÃO TERÁ A CONVICÇÃO DE QUE NA MORTE QUIÇÁ TUDO NÃO CESSE, E SEJA A CONTINUIDADE ESPERADA DO CRENTE, POSTO CRERMOS EM COISAS PERECÍVEIS, EM LAÇOS DE PARENTESCO, EM UMA COMPANHEIRA OU UM COMPANHEIRO APENAS, E NA FINITUDE HUMANA, NÃO IMANTA O SABER DA FÉ QUE É TÍPICA DAQUELE QUE ESPIRITUALIZA A SUA VIDA A PONTO DE ESTAR COM SEU AFETO PROFUNDAMENTE VINCULADO COM O CITADO DEUS, OU UM PODER QUE SEJA MAIOR E MUITO MAIOR DO QUE SUPÕE O NOSSO PODER DO PENSAMENTO.
AFETIVAMENTE, ESTAMOS PROPENSOS A DEFENDER NOSSAS CAUSAS, A SERMOS UM POUCO PARCIAIS, OU MESMO A SERMOS PROPRIETÁRIOS DO NOSSO OBJETO AMOROSO, MAS QUANDO POSSUÍMOS UM SENTIMENTO, ISSO MEIO QUE SE NOS BROTA, DE ROMPANTE, COMO UMA MANIFESTAÇÃO ÍMPAR, ALGO SUI GENERIS, INDEPENDENTE DO AFETO IRROMPE, QUAL UMA NATUREZA DISTINTA DAQUELE, PORQUANTO AFETO É ELO, CORRENTE, E SENTIMENTO É ALGO DE SE SENTIR NAQUELE DADO MOMENTO, IRRUPÇÃO, COM CAUSA E PROVAVELMENTE MUITAS VEZES CONSEQUENCIAS...
OS LIVROS DE NOSSAS VIDAS
Não
precisamos ser especialistas em literatura para escrevermos nossas histórias,
ou mesmo sabermos ler ou mesmo escrever, pois a simples fala escreve, de uma
forma ou de outra, quando imprime os sinais diante do tempo e de quem escuta,
mesmo a nós mesmos, de onde somos e para onde vamos, quem somos como seres
humanos e quais são os nossos propósitos ou os nossos atos diante da
existência. A neurolinguística, sendo subliminar na essência, não rege o
propósito de dizer com sinceridade, pois este sentimento é maior mesmo do que a
ciência qualquer, pois fala uma linguagem que vem do coração... É da alma que
tratamos aqui, não da lógica ou do verbo em si, ou das conexões linguísticas e
suas interpretações ou assertividades motivacionais, pois nem tudo é mecânico,
regra ou norma, mesmo que saibamos que somos regrados por leis na sociedade, e
que tudo o que fazemos há de respeitar os espaços dos outros enquanto seres que
coabitam o nosso mesmo patrimônio, que é o escopo social. Pontuaremos sempre
novas frentes de conhecimento se pararmos com os vícios de que tal ou qual
ciência, que tal ou qual cacoete de saber pretensamente adquirido faça parte de
nosso eu, quando mais não sabemos exatamente onde colocamos um lápis na noite anterior,
se vamos usá-lo mais vezes, ou se lavamos a louça do almoço, no dever de cada
dia, ou se tomamos o nosso leite ao quebrarmos o jejum, antes de especular a
nós mesmos que na noite anterior déssemos um espetáculo à parte.
Escreveremos
ou soletraremos páginas inquietas por vezes, páginas de dor, páginas de
alegria, de ressentires, conforme um estatuto estaremos recriando muitas vezes
algumas normas procedurais, algumas regras, faremos leis, compilaremos versos,
comporemos músicas, ou mesmo abraçaremos um irmão, fraternamente, o que fará
parte de um capítulo importante de um livro que deixamos fechado na nossa
lembrança por muito tempo, com uma abertura por vezes rara e que porventura faz
parte intrínseca de nossos papéis defronte da grande aventura da arte da
literatura da vida. Outrossim, esta forma de nos encontrarmos com um destino
mais feliz, por sabermo-nos que não somos proprietários sequer de nosso
sofrimento, pois disso Deus estará igualmente senciente, conforme as predições
das conjunções escriturais sagradas. Sói sabermos que nas searas de elaborarmos
o texto sobre nós mesmos temos que viver cada parágrafo, cada linha, cada
vírgula, letra, palavra, ponto. Mas, como em uma história muitas vezes
visceral, nossos sentimentos mais singelos transformam-se por vezes em
tempestades, e em outras um trovão pode se tornar mais terno do que um jasmim.
A luz ilumina nossa treva, e a treva da noite nos acalenta em nosso sono...
Tudo se torna um contraponto, e Bach se revela na sua tessitura, mesmo àqueles
que não se permitiam sequer escutar uma música barroca, pela proximidade apenas
da gaita-ponto. Essa é a maravilhosa experiência em vivermos, e observarmos
nossos ires e vires, sairmos das nossas cascas de ovo, revela a nós mesmos a vastidão
não apenas da palavra proferida por seres como o Cristo ou Buda, como Krsna, ou
Alá, mas não importa, seremos ausentes ou não de nós mesmos, escreveremos
nossos passeios, desditas e infortúnios, pois tudo faz parte da passagem que estamos
vivendo neste mundo.
A luz
se fez em Gênesis, e a Criação igualmente se fez nos Vedas, supondo que, apesar de sermos
um entre bilhões de seres humanos, seremos um espelhamento de níveis de
consciência que por vezes galgamos, sempre de forma dinâmica, nesta grande e
suprema dialética da Natureza, que é a eterna consorte de Govinda: Deus, assim
como quem vos escreve concebe. Não importa a identificação da crença, o
importante é sabermos que, portadores de uma impressão sobre tudo ou aquilo que
nos faça um sentido mais pleno, somos instrumentos, e que o mensageiro não é tão
necessário, mas sim a mensagem, e esta vem como um tipo de bússola orientadora
para que um bom timoneiro aprume o barco da esperança como um tipo de nau onde não
haja sobreviventes, mas sim viventes em plenitude...
Mesmo
que alguns parceiros diletos não estejam mais presentes para testemunhar os
livros que, juntos, tecemos ao longo de nossas jornadas, mesmo que nos faltem,
temos ainda que dar o testemunho e a continuidade no processo de continuar a
citada jornada, para que, ainda que o livro jamais seja completamente escrito,
possa ser um libelo, uma ponta de lança naquilo a que chamamos a grande
experiência humana da vida. E essa experiência fique de certo modo sendo o
chamariz para novas e novas outras, em escalas que ainda hoje são de suma
importância, e rogaremos a Deus, o Criador cósmico, nosso Pai Celeste, que
justifique nossos atos, que nos dê a fé necessária para que recriemos vínculos
com dilet@s companheir@s, e que prossigamos no caminho da mesma fé imorredoura que
nos leve sempre adiante para mais e mais veredas diamantinas, posto quem ganha
com isso é o ser humano, e que os outros seres sobre o planeta sejam nossos iguais
em carne e espírito para que passemos a escrever nossas notas com mais ciência
de que, mesmo aparentemente solitários nesse mundo, jamais estaremos
sozinhos...
A MANTA DO REAL EM HARMONIA COM ALGO QUE DESTOE, QUE SEJA DISSONANTE, PODE FAZER PARTE DE UM TIPO DE MÚSICA ESTRANHA, MAS PODEMOS TORNÁ-LA MAIS CONFORME COM ALGO QUE SEJA MAIS COERENTE COM OUTRAS REALIDADES, ONDE A NOSSA PRÓPRIA MÚSICA INTERIOR SEJA ESCUTADA, INDEPENDENTE DA CACOFONIA QUE NÃO SOMOS OBRIGADOS A OUVIR...
terça-feira, 16 de dezembro de 2025
POR VEZES TERMOS A RAIVA NOS FAZ MANIFESTAR QUE TEMOS UMA RAZÃO MAIOR QUE A JUSTIFIQUE E, PORTANTO, NÃO É SE ACOMODANDO EM NÃO EXPRESSARMOS SEQUER NOSSOS SENTIMENTOS QUE ESPERAREMOS AS TENSÕES NOS AFETAR SOBREMODO SEM DARMOS UMA VASÃO, QUE SEJA, EM UMA POESIA, EM UMA FALA SINCERA, OU MESMO APAZIGUANDO NOSSO CORAÇÃO, POIS APENAS É MISTER JAMAIS PERDERMOS O CONTROLE E CUIDAR PARA NÃO OFENDER O SEMELHANTE, E SABER PERDOAR, NA MEDIDA DO POSSÍVEL, UMA OFENSA DESFERIDA A NÓS POR OUTREM, MAS, OUTROSSIM, PODEMOS ESCLARECER AO OFENSOR QUE ELE ESTÁ NOS OFENDENDO, E QUE ISSO ESTÁ ERRADO, POIS SENÃO POR VEZES ESSA QUESTÃO VAI CULMINAR PELA VEREDA DA HIPOCRISIA, E DEVEMOS AGIR COM SINCERIDADE, MESMO QUE NA VERDADE SE O OFENSOR REPETIR A OFENSA TENHAMOS QUE SER GROSSEIROS IGUALMENTE COM ESSE TIPO DE GENTE, PARA NOS IMPORMOS, POIS NINGUÉM NECESSARIAMENTE HÁ DE POSSUIR SANGUE DE BARATA.
EM QUE O TEMPO DISTE DE UM MAR BRAVIO, NÃO SERÃO AS ALMAS SOTURNAS QUE NOS FARÃO EMERGIR AS TREVAS PARA AS QUAIS A NOITE JÁ ENREDA O SEU MANTO, E PARA AQUELES QUE, TOMADOS PELOS DESEJOS DA COBIÇA, DA IRA, DA GULA E DA LUXÚRIA, VESTEM ESSE MANTO DE MAYA EM DIREÇÃO AOS TORMENTOS MARINHOS, E ESTAREMOS DISTANTES, POIS SERÁ NA LUZ DO DIA QUE OS DIAMANTES RESPLANDESCEM, E QUAL SERENAS PEDRAS ENCANTARÃO OS CAMINHARES SERENOS DO BEM.
“Jaya Ganesha! Senhor que a todos escuta, Senhor da Sabedoria, Que auxilia até mesmo as Divindades, Auxilia-me também. Mostra-me como melhor agir, Mostra-me como abrir meus caminhos. Eu aceito teus conselhos, Aceito os ensinamentos. Tire a venda de meus olhos, Permita-me ver de verdade, Ver com o espírito, ver além. Assim serei próspero de verdade, Na matéria e além dela. Assim serei feliz, Pois não serei vazio nem artificial. Venha, Ganesha, eu te abro o coração. E assim será! Eu agradeço. Jaya, Ganesha!” ORAÇÃO A GANESHA.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2025
NA ASSERTIVIDADE DE UM COLETIVO PODERIA SER MAIS CONFORME A VIDA COM OS VIÉSES DA CONVIVÊNCIA COM UM, DOIS, TRÊS OU MAIS, OU MESMO NA URBE, SOCIALIZANDO COM MUITOS, PERFAZENDO AS NORMAS DO ANDAMENTO DA VIDA EM SOCIEDADE, E SEUS PADRÕES DE CONDUTA, PURA E SIMPLESMENTE DEIXAR ROLAR A VIDA COMO ELA É, SEM SEGREDOS MAIORES.
FONTES INQUIETAS
Queimavam-se as frontes, os olhos, esbugalhados, firmavam-se escorreitos,
E a troça campeava, tornavam-se ósculos de sangue os afinados irmãos
Que, se não houvesse o remédio, mais não seria trágica a trânsfuga situação
De sermos aqueles que passam a mão por sobre nossos ventres, a sentir que
estaríamos mais gordos
Frente a frente com o ocaso, de trás para diante, com o pires esperando a
recompensa
Quanto a não for, se tanto fosse mais um dia a se dever para o cumprimento
Enquanto a passagem dos alienados pedisse mais um ingresso para um hospital
Onde, porventura houvessem curativos de reserva, reservaríamos mais um leito
Para aquele que, terminativo, supusesse maiores cuidados do que o essencial...
O MOTIVO DE SE FORTALECER EM UMA REUNIÃO DE RECUPERAÇÃO É SIMBOLICAMENTE ALGO QUE TRANSCENDE ALGUMA ATITUDE QUE EM DETERMINADA HORA FORA NEGATIVA, OU MESMO O SOL INCLEMENTE QUE NEM SEMPRE É CONFORTÁVEL DIANTE DE DIAS QUENTES ONDE A LETARGIA SE NOS ACOMETE, E A VONTADE DE CONSUMIR ALGO INDESEJADO PODE OCORRER.
UM HOMEM DEVE TER SUA FÉ INQUEBRANTÁVEL EM UM PROPÓSITO SUPERIOR, COMO LARGAR O VÍCIO DE UMA SUBSTÂNCIA, QUANDO SOB ORIENTAÇÃO DA MEDICINA, POIS TUDO É POSSÍVEL E ESTARMOS FIRMES NA ROCHA NESSE PROPÓSITO NOS REVELARÁ A GRANDEZA DE PODERMOS SUPERAR, DIA A DIA, REFORMANDO POUCO A POUCO O NOSSO CARÁTER, EM SENDO HUMILDES PERANTE AS DIFICULDADES QUE ENCONTRAMOS DIUTURNAMENTE, QUE AOS POUCOS VÃO SE DISSIPANDO, MAS NÃO DEVEMOS NEGOCIAR JAMAIS COM O VÍCIO, POIS SENÃO ELE NOS ENGANA E NOS ATROPELA DE ROLDÃO...
A SOCIALIZAÇÃO DEMANDA QUE APRENDAMOS A CONVIVER HARMONIOSAMENTE EM SOCIEDADE, CONFORME OS PADRÕES DE CONDUTA E MUITAS VEZES GESTUALMENTE VALORIZAMOS O CONTATO COM OS OUTROS SERES HUMANOS, ATRAVÉS MESMO DO CONTATO DISTANTE, DA PSEUDO INTIMIDADE NO OLHAR, OU MESMO NA CONVIVÊNCIA EM LOCAIS PÚBLICOS, ONDE A INTERAÇÃO SOCIAL E DETERMINANTE.
MUITOS SÃO RESIGNADOS, E ALTAMENTE POSITIVOS COM OS DEMAIS, MESMO QUE NEM SEMPRE OS DIAS SEJAM TÃO ALVISSAREIROS, E ESTES HOMENS SÃO SOBREMODO BRAVOS E CORAJOSOS POR MANIFESTAR SUA POSITIVIDADE ONDE NEM SEMPRE HÁ ESSA POSITIVIDADE MANIFESTA, POIS A VIDA, COMPANHEIROS, É A ARTE DE SE AJUDAR, DE DAR APOIO, DE ENCONTRAR UMA LUZ ONDE POR VEZES, MESMO APESAR DE UM SOL DE VERÃO CÁUSTICO, OS DIAS SÃO TURVOS.
A ti nos rendemos, ó Senhor Shiva, com humildade, alegria e devoção. Transforma nossos caminhos em rotas de luz, afastando-nos da escuridão. Dai-nos fé para enfrentar os obstáculos da vida, sabedoria para lidar com os contratempos, paciência e perseverança para não desistirmos. Transmuta toda negatividade em tua vasta luz, guia nossa mente como um farol nas trevas, e que saibamos usar com destreza, sempre para o bem, todos os dons que nos confiaste. ORAÇÃO A SHIVA.
A COOPERAÇÃO MÚTUA ENTRE PAÍSES DO MESMO CONTINENTE, PARTÍCIPES DE LOGÍSTICAS INTERNACIONAIS DE LIVRE COMÉRCIO, DEVE EXISTIR SEMPRE, MESMO QUE ALGUMAS NAÇÕES ESTABELEÇAM VÍNCULOS COMERCIAIS QUE FOREM DO SEU AGRADO COM OUTRAS, DE OUTROS CONTINENTES, POIS O PRINCÍPIO DO LIVRE COMÉRCIO DEVE SER A REALIDADE PUNGENTE DESTE NOVO MILÊNIO.
domingo, 14 de dezembro de 2025
AS ESCOLHAS
A tudo e a todos e todas, escolhemos o sal da terra, a veste mais fraternal
Nas frentes de uma vitoriosa batalha que empreendemos diante de um dia
Ao outro dia que se seguirá, a noite já encerra seu véu soturno, posto que
fora,
Diante de nossas escolhas, estarmos mais afeitos a uma distância d@ outr@,
Conforme um ato, conforme o semblante de um prazer afoito, um beiral sexagenário,
Ao que seja, no propósito que amemos, mais se não fosse, ao menos dizer que se
ama a si em si ao de perfilar o semblante morno da razão
No que não era o sempre, mais o foi na questão diária...
E escolhemos o próprio dia que passou, querendo que se repita no outro,
Mas acontece que no outro as máquinas da academia estarão funcionando
E mais progressos encontraremos nos caminhos, posto que na esteira corremos mais
Ou tentamos, sem saber qual vai ser o nosso humor, mas que é previsível que daqui a pouco
Nos encontremos, mulher, por entre sinais, diante de janelas quase discretas
Mesmo que não saibas quem eu sou, e escolho suas palavras, que de sampa vêm cálidas
Quando do DF algo soberbo quiçá desponte no espelhar sereno das espiadelas
E escolhemos igualmente Minas em geral, quem sabe o amanhã será mais conquistas plenas
E assim nos encontraremos aqui ou acolá, e meu pulmão agradecerá por mais um dia livre da substância no dia que virá, pois o hoje já foi até a meia noite.
E depois de dormirem, companheiros, saibam que no dia seguinte não haverá recaídas emocionais
Se não se permitirem, olhem bem: um pé atrás, nem toda a mulher quer tirar um homem do sério quando pensa o amar mas,
Na contra parte, mulheres, a posse do homem não atravessará uma fronteira que vocês não permitam
Posto, as escolhas que tiverem na vida, mais não seja do que um dia que porventura consigamos, bem ou mal,
Consertarmos por vezes dias tortos da semana, recaídas nas substâncias tóxicas ou no álcool,
Ou o que seja, simplesmente deixarmos o vício nada simplista da nicotina,
Vício este que me assombra um signo que jamais pensei que houvesse, como no olhar de uma pantera
A atração da fissura se queda por demais a superfície nua do que não pensemos muito do que havia nos recintos mal imaginados pela frente do ocaso...
NÃO DEVEMOS QUERER SER O QUE NÃO SOMOS, POIS AQUILO QUE SOMOS E SEMPRE FEZ PARTE DE NÓS MESMOS É A PARTE DE NOSSAS VIDAS EM QUE NÃO PODEMOS PROJETAR OUTRA REALIDADE QUE NÃO EXISTE, POSTO AS DIFICULDADES INERENTES À NOSSA CONDIÇÃO FAZ COM QUE, AO SUPERÁ-LAS, QUIÇÁ SEREMOS MAIS FELIZES DO QUE SE TIVÉSSEMOS UMA VIDA MAIS FACILITADA, E DE PRÁTICA DE SUPERAÇÕES NEM SEMPRE NECESSÁRIAS.
BHAKTI EM PRAKRITI
Viver
cumprindo bhakti, ou serviço devocional, em sânscrito, na Natureza Material,
ou prakriti, é sobremodo salutar espiritualmente, mesmo que esse sentido,
sendo um preceito dos Vedas, seja aplicado em qualquer modalidade religiosa ou espiritualista.
Queremos por vezes ser notados em nossas virtudes, mas sempre será na virtuosa
questão de que apenas Krsna, ou Deus, é que nos dá a noção mais evidente da
presença em nossas vidas é que, por determinação Dele, estaremos a Seu serviço,
estejamos onde estejamos. Por caminhos de sombras, ou de luzes... Premonições
se nos pegam, por vezes, e será na intuição que regaremos a planta da prática
devocional, em virtude de que a natureza material, ou prakriti, seja tão
diversa quanto a Natureza própria dos seres que encontramos no nosso dia a dia.
Por que não seria Deus, ou seu nome a religião, a que se determine a crença, se
estarmos a seu serviço ou entregando o fruto de nossa fé a Ele, se por tanto não
nos bastasse saber que, onde houver um declínio da religião, Ele mesmo desce em
sua forma, ou suas formas, para aniquilar os canalhas, ou conter a sanha dos
ateístas demoníacos? Se em Jung este pontuava da importância da religião como
um re ligare, palavra latina que significa religar com algo, e depois se
releu o próprio pensamento desse médico afirmando que seu termo religião nada
mais era do que no sentido espiritualidade, mas efetivamente em seus textos
originais ele empregou o termo religião? Muito se creia nos dogmas alguns, mas
porventura podemos saber que recriar a espiritualidade é algo de suma
importância, mas o start nos domínios ritualísticos de alguma prática é assaz
importante, mesmo para dar esteio e direcionamento a quem nada deduz do que
seja a fé, pura e simplesmente... Nada deve ser impositivo, e quem sabe a ética
boa seja uma boa deusa.
Para
alguns, Exú seria a personificação do mal, assim com Vishnu, ou mesmo Shiva,
com o seu colar de serpentes ou, na forma de Rudra, seu colar de crânios, ou o
seu tridente, arma esta que era sempre utilizada há muito tempo, antes do diabo
tomar como símbolo de seus apetrechos, denotando no mínimo ignorância daqueles
que tomam esse objeto como símbolo do mal. A Natureza Material encerra em si
mesma muitos mistérios, e qual não fosse o sonho de Jung com todos os seus
arquétipos, qual, o médico e seu monstro, o bem e o mal, não fizessem parte da
humanidade como um todo, pois neste mundo estamos passando, e nem tudo são
flores em um funeral, a não ser aqueles que estão com seus garfos prontos para
abocanhar suas heranças...
O que
possuímos como seres coletivos e gregários que somos é uma vida em sociedade,
regida por leis, pela democracia, no caso do Brasil, e dependemos disso sempre,
pelo menos enquanto não nos deixarmos abater pela barbárie, ou por uma
ditadura, o que dá no mesmo. A bhakti-yoga, ou a yoga suprema, nos
conduz a que pratiquemos a religião particular, se queiramos bem a Natureza, não
propriamente apenas a prakriti, mas tudo o que esta significa em seu
conteúdo anímico. E isso tem a ver com as liberdades individuais, com os
direitos às crenças e manutenção de estruturas religiosas, sua literatura, sua
prática, seus alimentos para a vida e a já citada democracia apenas dá o esteio
necessário para que a carruagem possa andar: sem contratempos maiores. Para tanto
se faz necessário que se una nas Américas uma frente libertária, sem contar que,
para casos em nações em desenvolvimento, peças de bronze devocionais do Oriente,
materiais diversos importados da China e seu livre comércio sejam respeitados,
pois a franca cooperação entre as nações façam parte do bem comum e da necessária
compreensão dos estadistas de todos os países envolvidos.
Em
essência, para quem vos fala, que possui uma visão da espiritualidade
agigantada pela compreensão das diversas crenças que abraçam o ser humano, desde
a Umbanda, o Vaishnavismo, o Catolicismo, o Kardecismo, até algumas designações
evangélicas, a Bíblia e os Shastras, a ciência e a psicanálise, a arte e a
cultura, quem acima de tudo ainda crê na cultura e no homem, que tenta se portar
melhor perante os outros, tenho a convicção de que tudo o que vem para agregar
em caminho da paz pode ser o ponto que reverbera mais amplo no mundo, e o fato
de que muitos possuam a ilusão sobrecarregada no consumo sem freios e a
devastação do mundo, tentando sempre com pensamentos gananciosos e luxuriosos
obter mais e mais é um equívoco, e isso é a face mais sombria da humanidade:
pode fazer parte dela, mas é um erro.
sábado, 13 de dezembro de 2025
A SOLIDARIEDADE DAS GENTES
Viver em
uma coletividade é algo que demanda compreensão da Natureza intrínseca dos
seres humanos que passamos a conhecer e travar contato nos processos dos dias,
meses e anos de convivência. Ademais, somos seres que mudamos, nosso humor por
vezes é um pouco transitório, e cada um de nós traz consigo segredos ocultos,
arquétipos no mais recôndito do espírito, memórias boas ou más,
idiossincrasias, ou seja, há um mistério em torno do ser humano, mas ele só
revela seu lado pérfido quando tomado por um materialismo excessivo, no sentido
de ser muito ganancioso, egoísta ou no ponto de ser narcisista ao extremo,
qual, temos os sete pecados capitais e podemos estar incorrendo muitas vezes
neles, sem ao menos saber. Pois nossos caminhos são erráticos, e as ofertas de
consumo no mundo se perdem de vista, temos tanto a água paga, como a
eletricidade e bebidas e outras coisas, que nos afetam diretamente o arbítrio
que fazemos de nossos destinos, tanto coisas essenciais que são extremamente
necessárias, objetivas e subjetivas, como atitudes, objetos igualmente conforme
citado acima, de consumo, ou mesmo detalhes que seguem conformando o andamento
um pouco complexo do que é viver em sociedade coletivamente, respeitando aqueles
que conhecemos no dia a dia e também nos comportando perante aqueles que
compartilham o espaço urbano ou similares, como o campo, nos transportes, nas
fábricas, nos serviços em geral e etc.
O aspecto
solidário entre as pessoas em geral se nos é apresentado como algo típico de
regimes de governo, sistemas de informática e seus espelhamentos nas atitudes
funcionais dos servidores, no trato com os familiares, na educação que se tenha
no escopo das sociedades, e mais não sendo, na ausência de conflitos quaisquer
que porventura aparentem razões justificadas, mas não passam de uma ausência de
diplomacia que qualquer um de nós deve ter na aproximação com o seu semelhante,
tanto na fala como na expressão gestual... Há códigos de conduta, há reaproximações,
relações de compromisso e parcerias que não devem ser deixadas de lado, a não
ser que haja uma boa motivação para tal. O mundo tal qual o conhecemos não é para
ser litigante, e assim reza o sentimento mais puro de todo o ser humano que se
preze em paz consigo e com seus irmãos de fé. Assim como não há de se ter
maiores temores com relação a problemas de saúde, quando rigorosamente nos
tratamos ou deixamos cair a toalha em razão de substâncias nocivas que vínhamos
ingerindo, ou mesmo hábitos que não fossem saudáveis, como comer em excesso,
sermos sedentários, muito preguiçosos ou orgulhosos em demasia.
Não nos
resta altercarmo-nos com as nossas faltas, posto de erros nossas veredas tem
estado plenas ao longo da existência, o que precisamos, ao ser solidários com o
mundo em geral, e com a sociedade que nos cerca como um todo, é tomarmos a
consciência de que as nossas faltas e deslizes merecem sempre uma atenção
redobrada, e que não carreguemos a culpa quando recaímos em nossos erros, mas
sim – a se reafirmar – tomemos mais e mais consciência de nossos citados erros
e confiemos mais na espécie humana, pois há mais homem e mulheres que são
nossos companheiros do que a vã filosofia sequer imagina.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2025
ATÉ O APANHADO DE MAIS UMA JORNADA, ESTAREMOS DE ACORDO COM UM SERVIÇO QUE DEMANDE ESFORÇOS E QUE COMECE UM FINAL DE SEMANA PROMISSOR DIANTE DE UM SÍMBOLO DO SONHO EM QUE DEPOSITAMOS A ESPERANÇA DENTRO DO CADINHO QUASE ALQUÍMICO DAS MUDANÇAS ESPIRITUAIS QUE TANTO DESEJAMOS PARA PROSSEGUIRMOS VIVER, MESMO EM MEIO A ALGUMAS DIFICULDADES SEVERAS E BEIRANDO UM CERNE DIFÍCIL DE SUPORTAR.
NO CLAUDICANTE MODO DE SE SUBMETER A UM DEGRAU PASSAGEIRO DE FALHAS, POR VEZES SAIBAMOS QUE UM DESLIZE APENAS É APENAS UMA BREVE FALTA, CONTORNÁVEL E NADA GRAVE DIANTE DA APROXIMAÇÃO COM A RECUPERAÇÃO PLENA DE MAIS UM DIA SEM A SOMBRA DE SE COLOCAR UM CARRO ADIANTE DOS BOIS, OU CRER PIAMENTE QUE O PODER SUPERIOR NÃO SEJA ALGO QUE SUBENTENDA UMA CONSTRUÇÃO DINÂMICA E PAULATINA.
A ESPERA DE UM DIA AFEITO A UMA QUESTÃO PREPARATÓRIA PARA GENTE QUE PRECISA DE AJUDA, MESMO COM VULNERABILIDADE OU FRAGILIDADE RECORRENTES, DEMANDA TOTAL ATENÇÃO, E QUE SEJAMOS MAIS FORTES E PREPARADOS FISICA, MENTAL E ESPIRITUALMENTE, PARA OFERECER NOSSOS PRÉSTIMOS COM A TRANQUILIDADE AUTÊNTICA E A SERENIDADE QUE DELA RESULTA.
NÃO HÁ RELATIVIDADE NOS ACERTOS, MAS NOS ERROS, POIS CONSAGRAMOS VITÓRIAS ONDE POR VEZES TEMOS AINDA POR CUMPRIR METAS QUE FALHAMOS DIANTE DE MUITOS QUE JÁ DERAM EXEMPLOS MAIORES, E POR ISSO ESTAREMOS BUSCANDO A PERFEIÇÃO, MAS NÃO COMPULSORIAMENTE ATINGIREMOS OS NÍVEIS IDEAIS DENTRO DAS POSSIBILIDADE PLENAS DA FACTIBILIDADE.
ACIMA DE TUDO, UM ESTUDIOSO DILETANTE TEM QUE IR NAS FONTES QUE CONSIDERA MAIS INSTIGANTES PARA SEUS ESTUDOS, MESMO QUE ALGUNS LIVROS SEJAM AIDA CONSIDERADOS PARADIGMAS CIENTÍFICOS DE MONTA PARA O CONHECIMENTO, POIS SÓ OBTERÁ RESULTADOS EFETIVOS QUANDO ESTIVER EM VIAS DE APREENDER MAIS INTENSAMENTE CONTEÚDOS QUE CONSIDERA MAIS VALIOSOS.
UMA AUTOANÁLISE E A RECAÍDA QUÍMICA
Não
seriam os contratempos desse mundo, as versões e insights espirituais mais
latentes que nos levam a momentos onde podemos recair emocional e quimicamente
na nicotina? Propriamente, um homem alcoólico pode estar sujeito a recaídas
igualmente emocionais, quando fecha a garrafa e deixa se abater perante @ outr@
que lhe induz que beba e remonte, qual um caleidoscópio cheio de fragmentos de
vidro colorido encontrados nas ruas, dispostos, sem os espelhos que, em cacos,
remontara em vértices nesse tubo surreal, dentro do sincronismo dos dias, vendo
o que não gostaria de ver em novidades, mas tudo colorido, essa estranha flor
sintética da ilusão. Pois sim, a sobriedade alcoólica é bem mais profunda que
tudo e todos, e a disciplina férrea em estar livre da nicotina um dever para
com a medicina, um atalho para a vida, uma coisa mais séria, onde por vezes
temos que finalmente ser adultos, mesmo já depois dos sessenta anos de idade.
Os momentos que enfrentamos com a dissuasão geopolítica internacional, as
diferenças de cunho ideológico, a influência de um governante elitista que quer
eliminar os quiosques das orla das praias, essas “novidades” que nos chegam, a
ponto de não erradicar em nós os rancores, ou os ressentimentos, mas que, nos
chegam externamente, e pensamos em não ver as notícias, passar ilesos,
alienados das notícias, e as questões operativas familiares, uma mãe que
demanda atenção e as atrofias que norteiam o nosso eu acabam vindo, e a
melancolia se nos abate na sensação pura e simples de que poderíamos fumar um
trago fatídico, mas se nos açambarca a sensação pura e simples de que devemos
ser antes de tudo firmes na rocha...
Temos que
ter a convicção de que o cigarro é coisa do passado, que somos não fumantes, que
já dele nos despedimos, que já não faz parte de nosso vocabulário, assim como a
bebida já não faça parte de nosso repertório. Toda a adição a drogas faz a
nociva questão de doenças aparecerem depois. Como se pudéssemos partir para
termos a anuência de que estaremos livres da compulsão fumando um cigarro, mas
isso é a ilusão do vício... É mera ilusão, o concreto é a doença, e estarmos
fumando não é uma solução viável, todos o sabem, só resta a querência maior
para tal. Estar sóbrio do álcool há um ano e sete meses para mim significa ter
a garantia de que por mais um dia não me aproximarei dessa substância, e
igualmente estarei limpo da nicotina, se Deus assim o quiser, mas tenho que
fazer por me controlar, assim como todos que possuem severos vícios hão de ter uma
força da honestidade em não consumir ocultamente, como se ninguém estivesse
participando dessa falta, senão eles mesmos. Mesmo aqueles que consomem cocaína
acreditando que estão livres do álcool e continuam consumindo a droga, e que porventura
estão adictos a uma vida ao crime, sentem satisfação em estar com maus
elementos, com a malandragem, estes estão na encruzilhada que por vezes não
possui retorno.
Se você
crê que na Natureza não pode encontrar seus reflexos, se nada de novo pode nela
encontrar, se você é cético a ponto de não acreditar em Deus como possa
conceber, passe a tentar ver a vida com outros olhos. Somos bilhões de seres neste
mundinho do criador, e não estamos nele como senhores supremos, e enquanto não possuirmos
nossa humildade existencial a ponto de ver que uma mosca pode ser tão
importante quando nos diz qual a próxima atitude a tomar, ou quando virmos no
céu um pássaro voando e ele nos disser que seu voo sabe melhor de nossa ciência
espiritual do que supomos, teremos olhos para ver e ouvidos para escutar seus
cantares... De manhã faço essa oração, essa súplica de que dedico tudo, todos
os meus sentidos a Você, meu Deus, que de Você é minha voz, tudo o que tenho dito
e escrito, para que outros possam sentir ao menos um átomo de Sua grandeza.
Quando
queremos o gozo sexual, já não temos tanto aquilo que pretendemos, pois somos não
apenas a história compulsória desse gozo, mas seres humanos afeitos que gozemos
mais do que isso, apesar da sexualidade ter sido a mola mestra das compulsões
humanas até então, e a vinculação da erva da maconha para esse fim tem sido o
seu uso indiscriminado em muitos jovens. E quanto à cocaína, meus caros, tem
sido a droga da hora, algo que muitos fazem o uso indiscriminado para
trabalhar, para estudar, para combater medicações de uso mental, para estar em
serviço, para ganhar dinheiro de forma ilícita, um mal do século... Realmente,
hoje em dia é difícil encontrar uma pessoa limpa: uma careta! Sabermos que a
limpeza orgânica de vícios é algo que remonta uma limpeza de caráter, não
importa quem sejamos, é estarmos libertos de algo em que por vezes utilizamos
para fugir dos nossos afazeres diários, para nos alienarmos da vida, por termos
aqueles códigos de que o uso de tal ou qual substância seria para nós algo como
termos subterfúgios de fugirmos de nossas preocupações mais duras perante o
nosso passado e passarmos a viver mais intensamente o nosso presente, do modo
como conseguimos, prosseguindo na forma de agregarmos a substância viciante no
nosso dia a dia, como uma “dose do bem estar”, de modo totalmente ilusório,
pois as drogas de queima causam enfisema, não importa quais sejam, além da
maconha causar sérias doenças mentais, muitas vezes, além do mau exemplo e do
risco a que nos expomos quando vamos obtê-la junto aos traficantes.
De
qualquer modo, a nicotina, quiçá a droga mais poderosa que já tive experiência
de ser dependente, demanda que possua a atenção necessária para não cair na
tentação de consumir, e o propósito é ficar livre enquanto estiver em
tratamento para tal, na base de adesivos, e para isso é mister não fazer mais
uso, haja o que houver, e para tal uso de minha percepção do que considero as
coisas da Natureza, a sincronicidade com as coisas da psique e do inconsciente coletivo,
do estudo dos livros, do não como arma de aceitação das coisas que me façam bem
ou sejam o oposto disso, e do evitar ser mais uma vítima da cilada daqueles que
porventura querem interferir naquilo que supostamente seja o melhor para mim, como
aquilo que porventura passo a evitar para estar em paz comigo mesmo: minha
crença, meus livros e minha meditação diária, além da citada paz que tanto
necessito por agora... Digo por fé, e estarei firme nos estudos, pois a crença
de que apenas estar em comunhão com uma socialização reflexa não me impõe
regras que tenha que seguir para estar no caminho para uma recuperação na
nicotina, posto por vezes certas reuniões levam mais ao vício do que ajudam. Já que nem toda a intenção é boa e que níveis de consciência nos impõem sejamos os quais estejamos em sintonia com forças superiores de fato, e estarmos cônscios disso não supõe que aceitemos orientações de grupamentos que muitas vezes mais não fazem por estabelecer códigos de conduta, em subterfúgios subliminares no gestual, na pontuação algo refratária das comunicações embutidas, e na hipocrisia de revelar a que vêm, senão por inferência de poderes alternos. A sinceridade de uma fala, a verdade em se estabelecer vínculos com a realidade, falar sobre algo sem subterfúgios, e não se utilizar de paradigmas de metodologias ou conceitos para dar sustentação linguística para atos que sejam interpretativos, ou o uso indiscriminado de informações para que se tenha a base consolidada para se inferir algum tipo de poder sobre algo ou alguém, no mais das vezes só vai dar com os burros n'água, pois na verdade apenas a mesma verdade negada muitas vezes, mesmo sob o escopo de personalidades que se ausentam de ver a verdadeira dimensão do fato, impõe que muitas vezes esse extremo tecnicismo mecânico venha a ser um rotor roto da história, a que o poder a qualquer custo não encontrará nenhuma ressonância, nem nos maiores atributos ideológicos sobre este planeta. Nem na veracidade que esperamos encontrar naquelas nações gigantescas que aparentemente e tradicionalmente já se encaixaram historicamente na grande roda da história, mas que emperraram-na frente ao desafio de que o citado planeta não será jamais dominado por uma única linha de abordagem, mesmo que a pretensão de seus micro agentes o queiram, quais formigas com caminhos desequilibrados, quando usam os códigos do caminho de outras mais inteligentes...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
O MATERIALISMO DIALÉTICO TÃO SOMENTE, É REDUCIONISTA E OBJETIFICADOR, TORNANDO A RAZÃO APENAS SENHORA DO SER, DEIXANDO COISAS COMO A INTUIÇÃO EM SEGUNDO PLANO, O QUE INFERE A NATUREZA DE ANIMA, NO HOMEM, VILIPENDIADA, QUE É A NATUREZA FEMININA, E AS MULHERES, QUE SÃO MAIS INTUITIVAS, RELEGADAS A SEGUNDO PLANO NA ESFERA EXISTENCIAL HUMANA E SEUS MISTÉRIOS DECORRENTES, DO SER ENQUANTO MATÉRIA E ESPÍRITO, EM PARTES INEQUÍVOCAS E INSEPARÁVEIS.
A sincronicidade é um princípio de conexão acausal que mostra como certos eventos podem se alinhar por significado, não por causalidade. Para Jung, essas coincidências revelam a profundidade do inconsciente e sua relação com o mundo externo, funcionando como uma ponte entre psique e realidade. COPILOT.
DA SEPARAÇÃO E DA FALTA
Separas o que nunca unimos, e me sinto mais iludido,
E teimas em consertar, me sinto mais refeito, por saber de algo
Que porventura pode ser útil, e me sinto ativado, qual carvão de pilha nova
Com a química que corresponda a uma energia sutil e transformadora
Qual não fosse, não recaio, mas deslizo, a título de sabermos que a dependência
tece raízes
Dentro do espectro mesmo da observação espiritual mais avançada...
Será que os novos óculos possuem lentes fotográficas, será que novas
tecnologias encerram
Novidades sem conta onde a informação seja passada qual página obscura que não
leia pensamentos,
Mas que, na urdidura da nano tecnologia, já possuamos sistemas de espionagem
maduros
o suficiente para estarmos por dentro dos olhares mais secretos?
Nada que se explique não tenha um interesse pleno de cunho tecnológico dos
novos gadgets
Onde a China já transforma uma informação em milhões, onde a guerra tecnológica
traduz
O sincronismo de Jung em algo sui generis, e onde um corpo possui o calibre do
macho e da fêmea
Quando ambos traduzem o intraduzível, quando sabemos que a satisfação de um
homem é manter-se longe do vício...