Buscarias tu, meu caro homem
santificado,
Aquilo que fosse o único objeto de desejos
sublimados,
Quais não fossem, sua introversão não o permite
ser expansivo
Mas, mesmo assim, expandes sua consciência
Sendo
melhor do que a iluminação de outrem
Pois renuncias ao
desfrute material…
Voltas a ti mesmo e sentes, sempre, o
material quase onírico
Das divindades que povoam sua fé, e
estás mais despojado das outras
Que sequer percebem a motivação
em que te ensimesmas, sem contar segredos
Mesmo porque para isso
deveriam saber dos seus símbolos e sinais de Deus
Que apenas
guardas para si, mesmo porque não te considerariam sequer dentro da
sanidade
Posto saber da vida espiritual, quando se busca
intimamente, secretamente, é tecido imanente dos dias…
Comes
pouco, o essencial, tens um vício ou outro dentro da tua superfície
da busca, ainda falhando,
Mas vês, dentro da Natureza essencial
de teu gesto estoico e particular
Que o carinho da citada
Natureza Material e seus seres, seriam a própria vida a pulsar em
teu coração
Quando souberes que a vida o espera em todo o seu
manancial, ainda que sofras um pouco,
Ainda que sobre alguns
assuntos de teu corpo estejas errado, mas saiba que a matéria não
dura tanto
Quanto, dentro da tua introversão, a questão
premente do ser de per si, porquanto somos seres espirituais, e não
nosso corpo...
sexta-feira, 19 de dezembro de 2025
A INTROVERSÃO DO ASCETA
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