Separas o que nunca unimos, e me sinto mais iludido,
E teimas em consertar, me sinto mais refeito, por saber de algo
Que porventura pode ser útil, e me sinto ativado, qual carvão de pilha nova
Com a química que corresponda a uma energia sutil e transformadora
Qual não fosse, não recaio, mas deslizo, a título de sabermos que a dependência
tece raízes
Dentro do espectro mesmo da observação espiritual mais avançada...
Será que os novos óculos possuem lentes fotográficas, será que novas
tecnologias encerram
Novidades sem conta onde a informação seja passada qual página obscura que não
leia pensamentos,
Mas que, na urdidura da nano tecnologia, já possuamos sistemas de espionagem
maduros
o suficiente para estarmos por dentro dos olhares mais secretos?
Nada que se explique não tenha um interesse pleno de cunho tecnológico dos
novos gadgets
Onde a China já transforma uma informação em milhões, onde a guerra tecnológica
traduz
O sincronismo de Jung em algo sui generis, e onde um corpo possui o calibre do
macho e da fêmea
Quando ambos traduzem o intraduzível, quando sabemos que a satisfação de um
homem é manter-se longe do vício...
quinta-feira, 11 de dezembro de 2025
DA SEPARAÇÃO E DA FALTA
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