Não navegue meu olhar sobre o passado
Posto nada do que cria, me houve de merecer
Já que caio, dia a dia, sem de merecer amparos
Não claudico a veia que me entorpece os dias, torno-me subitamente fiel...
Ao comparecer a ti, oh Govinda dos olhos de Lótus,
Sei que procrastinam o que de mim pensam os pensamentos de juízo de fel
Quando fornecem o jogo do comércio, qual lei que não pretenda tábuas
Como em Moisés o fogo não levantara ruídos.
Se houvera o discernimento em dizer, algumas palavras ditas não o saberiam
fazê-lo
Pois de séculos se vive uma vida de faltas
E, de faltas em se vivendo uma delas, a que nos restaria seria a próxima fora
do mundo
Em que já padecemos outrora a questão do carma passado, o que nos tolhe e
acresce.
Um sentido de não se ter mais a lógica fulgurante dos dias, em que um homem me
disse:
Use-a em sua vida, pois estamos por aqui, e diante de Deus somos aqueles que viemos
para semear
Algo de vida que teria em si uma missão, terias porventura de terminar seus
dias
Em uma fortaleza, com manifestações outras, senão porventura o vento de um
cristal de sílica.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2025
UM HOMEM NÃO FEZ HISTÓRIA
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