Todo aquele que negará que seus atos não sejam aquilo que revele a grandiosidade de um homem como o Cristo, ao ato mesmo de sucumbir à tentação do vício, à gula, ao orgulho, à luxúria, conformados estes e enumerados aqueles, todo aquele que seja fraco a esse ponto, não verá jamais o poder de Deus. O homem que não sucumbe às tentações que revelem que sua carne é fraca, que não faça um sacrifício, seguindo os caminhos do Redentor, buscando sua própria redenção, não será bem sucedido espiritualmente. Apenas, para alguns, a leitura do Evangelho, a prática da oração e a entrega ao poder de Jesus Cristo, essa prática nesse ser abençoado e grandioso, esse ser de luz, que nos faz apegar a um grande amor, distante da diáspora e das contendas espiritualistas reflexas, esse ser que nos deu tudo o que a humanidade requereu para si em seu sacrifício, essa prática diária nos trará conforto e nos livrará do pecado da carne... Se tivermos o orgulho, a luxúria e o ressentimento ou o rancor, se guardarmos em nós mesmos a concupiscência de querermos ser melhores do que o Senhor, seremos menores do que porventura poderíamos ser de fato, seres humanos mais críveis de sermos irmãos na ventura e na Glória. Esse retornar-se ao Pai, essa quebra das tentações mundanas, na questão única de que por base no sagrado é que teremos o mesmo retorno às coisas da vida, como a questão de estarmos estudando os citados evangelhos, estarmos conectados com a Palavra de Deus.
A face do desapego ao usufruir dos sentidos, a um hábito viciante, a uma tentação que nos remeta a satisfação da carne, que seja, estarmos vivenciando um tempo de retiro, algo que de monta neste natal seja um motivo abnegado de praticarmos isso, esse algo do sacrifício, remonta a que possamos estar mais próximos da ciência de algo superior a nós mesmos, e que nos processos letárgicos, estaremos orando e vigiando, olhando com outros olhos as escrituras, não negando jamais aquele que veio para nos salvar, pois é nele que encontraremos a salvação. Muitos são aqueles que persistem no caminho da religião, e esse ato de religarmo-nos com o poder de Deus nos faz crer mais e mais no poder da fé, essa força que ergue pesos substanciais de nossas vidas e que fez Jesus Cristo, o filho de Deus, ressuscitar ao terceiro dia... Que imitemos seus passos, pois é através da ressurreição particular de cada ser humano que ingressamos para a vida eterna.
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