A verve se nos dite algo, a ser mais do que um simples numeral
Em que passamos, esferas de estatísticas, ou enfermos críticos de falsas
plenitudes
Quando, o que se nos espera é apenas o tempo, esse culminar de uma meia lua,
onde estiver
Que um homem olhara em sua luz: reflexo solar, que essa sapiência da realidade
é crível e fato!
Pudera o homem recriar a realidade para outra mais confortável, e que real
lacaniano é esse: intangível, não descritível, não sendo
Quando o sujeito suposto saber saberia mais do que o Grande Outro, ou mesmo um
estudante nada soubesse
Além de medidas teóricas antes de planificar seus estudos em busca de um solo
mais firme onde pousar seus pés...
Nada do que seria essa outra realidade, quem sabe a pulsão do id o fora, na
vertente de modulação de uma fantasia
Onde uma mera questão de sinapses quanto aos receptores de uma droga
Atentam mais à impressão da dependência de fato, do que a mesma percepção quase
alterada
Da ausência da substância que verte no sangue a empatia melancólica do vício...
Não, que a noite já é vitoriosa, não recai o poeta em mais nicotina do que já
houvera
O suficiente mínimo e estável em que o número foi satisfatório, e a performance
do dia encerra na medida
O alvéolo não retraído, os dentes que não sopraram derrotas, o exercício nas
máquinas
Ou, outrossim, a página que não virara em sua poesia para refratar o tempo que
ganhara pelo esforço.
sexta-feira, 4 de abril de 2025
CÔNSCIO DE ALGO, QUE SEJA
PARA QUEM SOFRE DE MALES MENTAIS E TOMA REMÉDIOS FORTES À NOITE, O PERÍODO DA MANHÃ AÇAMBARCA SENSAÇÕES QUE PERFAZEM UM TANTO DE SOFRIMENTO PSÍQUICO, E A NICOTINA APENAS REITERA A CONFORMAÇÃO DE QUE SEM ELA ELES PARECEM QUE RECRUDESCEM, PORTANTO É NESSAS HORAS QUE TEMOS QUE SER ESTÓICOS O SUFICIENTE PARA REDUZÍ-LA E AGUENTAR COM O OSSO DO PEITO, POIS ESSES EFEITOS VÃO PASSANDO DURANTE A JORNADA DO DIA, E A ESTABILIZAÇÃO DO QUADRO NOS PERMITE EVITAR, PAULATINAMENTE, O CONTATO COM A SUBSTÂNCIA VICIANTE, POR VEZES SEJA O ÁLCOOL, QUE APARENTEMENTE CORTA O EFEITO DESSAS SENSAÇÕES, MAS CAUSAM SOFRIMENTOS CUMULATIVOS POSTERIORES, E MAIS ACRÉSCIMO NA MEDICAÇÃO, POIS A DOENÇA SE ACENTUA NA MESCLA DAS SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS COM OS MEDICAMENTOS, FUNCIONANDO, COMO SUBSTÂNCIA NOCIVA AO QUADRO CLÍNICO MENTAL DO PACIENTE, SENDO A NICOTINA UMA SUBSTÂNCIA QUE NÃO AFETA A MENTE DO PACIENTE, APENAS CAUSA SOFRIMENTO PSÍQUICO NA FALTA DELA, QUANDO O PACIENTE TEM ESSE VÍCIO, MAS CAUSANDO DANOS IRREPARÁVEIS AO ORGANISMO DO SER HUMANO, COM DOENÇAS CRÔNICAS EM GERAL, INFARTO E CÂNCER.
QUE ESTRANHA FORMA DE CONCESSÃO
Uma reta final de dois dias, o vício se me pega de antemão
Qual redil, fumara um cigarro pela manhã, e escrevo despegado
Mas na exatidão e conformidade do ato, a medicina será escorreita
Mesmo porque não tenho a concessão de que o resultado do exame tenha sido bom
Apenas para estar cônscio de parar, e estarei na jornada final...
O intervalo dos estudos, a preocupação com um trabalho de compromisso, fumarei
muito menos
E esse é o propósito para não chegar ao doutor com as mãos vazias, quando sua
técnica é assaz importante
E demanda que eu crie minhas próprias, retemperando, posto de manhã, com as
horas da noite se me pegou vontade tremenda.
O aço que me turva os olhos, na alocução de um simples bastão da droga
Parece dispor a concessão de uma anuência, mas garanto que o embate não cessará...
No entanto disto a paráfrase de ter atualizado meus estudos, e não estudarei o
capítulo lacaniano das psicoses,
Pois isso é tarefa da psiquiatria, resumo meus estudos onde Freud me conceda
seu saber
E prossigo com as tarefas conformes do dia, por vinte e quatro horas a mais, e
que hoje estas sejam
Um salto adiante ao meu próprio consentir, posto ao menos tenho que manter o
milagre de estar com o pulmão em dia.
Ao dispor da concessão que não devia moralmente me permitir, sei que o vício é
uma enfermidade, mas há que se virar pedra bruta
Para não claudicar tanto, e quando a luta de se estar fumando menos cansa a
gente
Estarmos afeitos a largar de vez, significa que a menor taxa de toxina já nos
permite
Arremeter para um trabalho de abandonar – sempre com orientação médica –
Algo que para nós é digno de um regalo posterior, com o devido trato e
atenção...
quinta-feira, 3 de abril de 2025
A DISTINÇÃO DA FUGA DA REALIDADE NA NEUROSE E NA PSICOSE É, NA NEUROSE, O RECALQUE DO ID PARA UM RETORNO DA REALIDADE, ONDE SE SACRIFICA UM FRAGMENTO DO ID, E NA PSICOSE A MODULAÇÃO DA REALIDADE EM FUNÇÃO DAS DEMANDAS DO ID, OU SEJA, SACRIFICANDO UM FRAGMENTO DA REALIDADE, MODULANDO-A PARA UMA OUTRA, SUPOSTA E RECRIADA, MAS EM AMBOS OS CASOS É NATURAL A FUGA DA REALIDADE E A RECRIAÇÃO DE CONTEXTOS APARENTEMENTE MAIS CONFORTÁVEIS EM BUSCA DA NEGAÇÃO, OU DO RECALQUE MAL ACEITO, OU DA REALIDADE INCOMPATÍVEL.
AS FORÇAS MORAIS DE UM HOMEM SADIO NÃO NECESSARIAMENTE SÃO PLENAS, MAS QUANDO UM HOMEM QUE COGITA ESTAR MUITO ENFERMO AS POSSUI E RECEBE A NOTÍCIA DE QUE NÃO ESTEJA NECESSARIAMENTE ENFERMO, SUAS RESERVAS MORAIS CRESCEM NATURALMENTE, E CONFORMEMENTE COM O ANDAMENTO DE PASSOS MAIS AGIGANTADOS PELA FORÇA QUE IMPRIME A CERTEZA DE SUA SITUAÇÃO ORGÂNICA DE SEU CORPO, ENQUANTO TEMPLO DE SEU ESPÍRITO...
QUANDO ADULTOS BRINCAM DE JOGAR COM VIDAS HUMANAS, ISSO É SOBREMODO SÉRIO, POIS DEMANDA ESTAREM PRATICANDO POR VEZES COM BOTÕES DESASTRES IRREPARÁVEIS PARA A DIMENSÃO HUMANA E PLANETÁRIA, NO CASO DAS GUERRAS, FRIAS OU QUENTES, OU NA ACEPÇÃO NUA E CRUA DE QUEREREM UM PODER COMO UMA MISSÃO A QUE SE DESTINA A PRÓPRIA DERROTA DE SE VEREM EM POSIÇÃO MAIS VULNERÁVEL, POIS QUEM GOSTA DE VENCER DEVE SABER ACEITAR A DERROTA, JÁ QUE QUEM LUTA HOJE EM DIA A ENCONTRA COM MAIS FACILIDADE DO QUE QUEM SEGUE EM PAZ SEM RUÍDOS MAIORES, OU SEJA, PARA QUEM PRATICA O BEM, NÃO HÁ LUGAR PARA A MALDADE, E HÁ JÁ AGENTES BEM TREINADOS PARA LUTAR EFETIVAMENTE CONTRA ELA, NO MANO A MANO.
O LÚDICO NAS CRIANÇAS
O caso
de P., 12 anos, perde a mãe de um infarto fulminante. Uma criança que a
terapeuta trata e nas terapias tem sido assíduo e pontual... Um menino ativo,
até demais, seriam os momentos em que pudesse ser mais infantil aqueles que
sequer se permite. Bom aluno, visto com certa prepotência, mas sofre de anurese,
depois de ter ocorrido o falecimento da mãe. As ferramentas no trato
psicanalítico com crianças passa pelo brincar, são outras, deve-se entrar em
seu imaginário, e no caso desse guri, quiçá quando pensara que deveria estar
presente junto com a mãe para que nada tivesse acontecido, posto estava com a
irmã, sendo ele um temporão, a irmã, já casada, e uma espécie de mãe tamponada.
Na figura da analista, igualmente, uma outra figura, parecendo todas, incluindo
a tutora da escola que lhe dá as aulas de reforço, igualmente figuras que
preenchem essa necessidade da mãe, essa questão da falta, que o menino nega em
sua fala, dando uma de durango kid, de super herói, dentro obviamente de seu
imaginário algo desconstruído, meio frágil, mesmo sendo experto no jogo, sendo
um bom filho de seu pai e bom e devotado aluno, praticante de karate, etc.
Huizinga
já falava, em seu “Homo Ludens” o aspecto de jogo na civilização e nas
culturas, desde as mais primitivas às mais desenvolvidas, desde os diversos
ramos de atividade, como o esporte, o jogo em geral, os games se desenvolvem, e
como milhões de pessoas jovens, adultos e crianças fazem uso desse manancial de
entretenimento. Na psicanálise especialmente, para entrarmos no universo
infantil, o jogo é algo soberbo, pois o campo simbólico do discurso se dá na Natureza
desses pequenos seres de forma mais simbólica do que imaginamos... É através do
jogo das cartas e de não saber perder, que P. manifesta sua forma de ser mais
responsivo, maior, mais importante, zeloso e quiçá até um pouco prepotente,
ocultando uma agressividade que pode estar latente, e seria com esse recurso
extraordinário que o analista deveria se colocar frente ao desafio de extrair o
sentimento de culpa e de castração que o menino esboça frente à fantasia de que
se estivesse junto à sua mãe evitaria o pior, apesar de ter sido um infarto
fulminante, e fatalmente nada poderia ser feito. Mas deve ser um trabalho
escalonado, por etapas, na medida em que se desconstrói a estrutura imaginária
desse analisando, possibilitando não relacionar diretamente esse mesmo aparato simbólico
com seu problema de anurese, derruindo o processo e desmistificando o saber
mesmo da fantasia criada, repondo ou diluindo em outros paradigmas psíquicos. O
uso de bonecos, uma representação teatral que revele a frustração, ou
propriamente um super-herói que frustrasse a expectativa de nada fazer, seria
uma boa medida para entrar no imaginário do menino, ou o jogo em si, observar
como ele reagiria à possibilidade de derrotas, ou mesmo revelar a essa pequena
persona em construção que errar é humano, e que somos sujeitos a falhas, mas na
realidade há erros em que efetivamente não somos responsáveis por eles. E que
essa culpa não deve ter razão, mesmo que saibamos que a razão é um terreno
relativo, principalmente quando tratamos de um terreno como o inconsciente, e
como as coisas se precipitam em sentimentos, recalques, e castrações dessa
ordem.
Em
síntese, na análise dos adultos utilizamos o campo do simbólico, do imaginário
e o real, na visão lacaniana, assim como no ego, no superego e no id, na
questão freudiana, e na questão infantil não é distinta, apenas as ferramentas
de se alcançar o domínio expressivo do analisando é distinto, mesmo sabendo que
por vezes quando cremos que o jogo é excelente para uma abordagem infantil,
quiçá muitos adultos joguem o tempo todo igualmente, mas isso se dá no plano
das ideias, da associação livre, e quiçá de uma razão e soberbas que distinga o
ser do próprio ser, fenomenologicamente falando, na pura questão existencial de
afirmações ou, quando tecnicamente a busca pela terapia é sincera, na exposição
evidenciada de nossos mais íntimos sofreres...
SEMPRE A MESMA HISTÓRIA: A JUVENTUDE CONFUNDE A POLÍCIA, QUE SERVE PARA NOS PROTEGER, COM A REPRESSÃO, POIS INSISTEM NA QUESTÃO DAS DROGAS, FUMAM, BEBEM DESPUDORADAMENTE, E DEPOIS ACABAM TENDO QUE TOMAR VOLUMES DE MEDICAMENTOS, DANDO MAIS PREJUÍZO AO ESTADO E, PIOR, A ELES MESMOS... ENQUANTO A ILUSÃO DE QUE A IDEIA DE QUE VIVERÍAMOS ALGO PARECIDO COM UM PASSADO QUE NÃO RETORNA MAIS, BASTA ESTUDAR, VOLTAR AOS BANCOS ESCOLARES, E FAZER DESTE PAÍS UM PAÍS MELHOR, POIS NÃO ADIANTA TRABALHAR PARA ALIMENTAR O VÍCIO, ISSO NÃO É VIDA.
quarta-feira, 2 de abril de 2025
SENDO AS DEPENDÊNCIAS QUÍMICAS, ENTRE ELAS O ALCOOLISMO, CONSIDERADAS ENFERMIDADES MENTAIS, CABE A UMA SOCIEDADE CIVIL UNIDA, COM SEUS PROFISSIONAIS DE SAÚDE, SUAS EQUIPES E IRMANDADES DE RECUPERAÇÃO TRABALHAREM PARA O BEM COMUM DE TODOS OS ATORES DE NOSSA SOCIEDADE, INCLUSO OS VITIMIZADOS POR ESSAS INTERCORRÊNCIAS.
O SENHOR BLOOM APONTOU RÁPIDO. PARA APANHAR E ANDAR ATRÁS DELA SE ELA FOSSE DEVAGAR, ATRÁS DE SEUS PRESUNTOS MOVENTES. AGRADÁVEIS DE VER COMO PRIMEIRA COISA NA MANHÃ. DEPRESSA, DESGRAÇADO. SECARA A ROUPA ENQUANTO O SOL BRILHA. ELA PAROU FORA DA LOJA À LUZ DO SOL E FLANOU PREGUIÇOSAMENTE PARA A DIREITA. ELE SUSPIROU NARIZ BAIXO: ELAS NUNCA ENTENDEM. SODACAUSTICADAS MÃOS. UNHAS DOS ARTELHOS ENCARAPAÇADAS TAMBÉM. ESCAPULÁRIOS CASTANHOS EM TRAPOS, DEFENDENDO-AS IDA E VOLTA. O FERRÃO DO DESDÉM LUZIU ARREFECENDO O PRAZER DENTRO DO PEITO DELE. PARA UM OUTRO: UM GUARDA-CIVIL DE FOLGA APERTAVA-A NA ALAMEDA ECCLES. ELES APRECIAM AS DE BOM TAMANHO. SALSICHAS DE PRIMEIRA. Ó, POR FAVOR, SEU GUARDA, ESTOU PERDIDA NESTE PARQUE. - TRÊS PENCES, POR FAVOR. ulisses, james joyce.
MECANISMO DA COMPULSÃO
Não há
exatamente a certeza de sermos ou estarmos tendo compulsão, mas em termos de
vícios certamente há. Falo disso, sou um adicto à nicotina, e agora já tenho a
gana de fumar um, quiçá para poder escrever algo que faça sentido, ou que
alerte, conforme a minha própria experiência, a outros, o que é estar afeito a
uma sensação de abstinência que sequer começara, meio que em um “rito
preparatório...” O ato de fumar para agir intelectualmente, o ato de se
preparar para um estudo, mesmo que se porventura a experiência da abstinência
vem de roldão, o fato é saber que essa mesma experiência de sentir a pulsão por
algo, por uma substância, pode vir a dar nos costados de uma reflexão que pegue
mais fundo na verdade, pois é essa a intenção, como se fosse eu a minha própria
e intencional cobaia de mim mesmo. Longos termos escreveria, quiçá sobre
aspectos de um narcisismo febril, onde a mesma faculdade intelectiva estivesse
sobrecarregada de falhas, quando a lógica, o lado racional do ser humano,
aparentemente, sob o testemunho de alguns, especialmente os adictos ao
tabagismo, se sentem quando lhes falta o cigarro, ou quando não houve aquele
inicial, meio que preparando quase espiritualmente um laivo de mediunidade na
questão, o que vem a dar com os burros n’água, pois certamente isso não faz o
menor sentido à luz da ciência da mente.
O
correr das palavras, como estas se pronunciarem, vem dar as luzes da citada
experiência, e que me perdoem as linguagens extremamente lógicas, pois não sou
e nunca fui um filósofo, e quem me dera conhecer sequer as bases empíricas de
tal doutrina. O fato é que me alivia escrever, e não me dá vontade de fumar
escrevendo assim, livremente, associando coisas e mais coisas como se eu
estivesse postado diante de um terapeuta. A associação livre de ideias
porventura é um recurso que Freud implementa como modo de se dizer algo, e digo
isso nos moldes em que esteja fazendo um tipo de auto análise, onde o objeto em
questão sou eu, me lerei depois e verei onde estaria a compulsão que agora se
me desatrelou dos caminhos da minha própria verve, quando sei que a razão que
me impeliria a fumar não vai ocorrer até terminar o escrito, e escreverei pela
vida, pois sei que a pulsão de morte influencia deveras o pensamento de todo o
viciado que não se realiza através do princípio de realidade...
Em um
momento de tensão, onde cito essa mesma pulsão, se me invade, quando me levanto
para reler a assertiva, aquele reflexo condicionado de querer pegar um cigarro
e acender, quando sei que este mesmo parágrafo agora estará convocando aqueles
que possuem sensações semelhantes, que a história pode ser postergada para o
capítulo de um próximo e um próximo parágrafo, discorrendo sobre a compulsão, a
Natureza do vício e do viciado, o que o levaria ao ato e quantos paus para
construir uma canoa de limpeza seria ou faria parte de um caráter honesto em
reafirmar ser tudo uma experiência descritiva, e não uma narrativa fantasiosa
esse tipo de tese em que tudo se resume na expressão pura e simples de meras
palavras. Eis aí, caro Freud, vossa associação livre, eis aí a possibilidade de
experimentar a sensação de não se sofrer, porquanto – sejamos realistas – quem vos
escreve apenas está saindo da compulsão ritualística preparatória, e demandará
horas para sentir os efeitos da abstinência, e quiçá, agora dentro de meu
próprio domicílio-laboratório, possa descrever outros momentos da citada
abstinência e ficar pelo menos por hoje abstêmio da substância, ou fumar um
cigarro antes de dormir, mas isso é tarefa quase desejante ao revés, no que
infira que há um misto de idealização no prosseguir, então prometo ao leitor
que fumarei um cigarro depois de toda essa narrativa, apenas, ou melhor, se for
possível procrastinar, fá-lo-ei, por uma suposição quiçá pretensamente
coerente.
Um
misto de pesquisa me encerraria um trago no tabaco, mas envolvo-me com a outra
pesquisa que postulo, que seja envolver tudo o que diga respeito à dependência
e a racionalização que faço meio que tentando explicar, mas na realidade é
apenas um arremedo de teoria quase conspiratória contra a nicotina, o que tento
empreender, posto a reflexão e a expressão humanas são meios que podemos
encontrar para sublimar as pulsões, incluso aquelas causadas por substâncias
que as causem fisiologicamente, ou seja, organicamente... Quase paro por aqui,
meio que me acovardo, torno-me mais adoecido, ou mais mentiroso, pois neste
exato instante pensei dar um fechamento na fala e fumar um cigarro, mas na
realidade tenho algumas obrigações a cumprir e creio que as ordens médicas sobre
a abstinência e sua crise deveriam me fazer mascar uma goma de nicotina, mas
tentarei encerrar o texto tentando ver com cautela se os seus descaminhos
emascaram realmente os erros em que o pensamento pode vir a claudicar com a
ausência da substância.
Uma
breve pausa, não estivera falando muito com o pouco que me restava de uma consciência
mais desperta, mas um ansiolítico me fez bem agora com suas três gotas.
Resta-me uma calma, não fora à substância, mas sim as palavras agora possuem um
gesto mais leve, tal a sensação que experimento. Em outras palavras, são quase
sete da noite e parti tardiamente para um tipo de ação combinatória, onde um
bom médico havia dito que seria ótimo escrever sobre a abstinência, enquanto
outro afirmara a possibilidade de se acalmar com recursos dentro das
possibilidades à mão. Quem sabe o grande James Joyce encaminhasse, em seu “Ulisses”,
o seu personagem pelas ruas de Dublin, sabendo de sua Helena, o esperando em
sua casa, os seus desapegos sintáticos, e aí começo quiçá a querer devanear
muito sobre literatura: deveras!
Abre-se
a chave: o vício passa, a pulsão passa, somos capazes de reinventar a roda,
sublimar inclusive um grande tóxico que tanto nos arremete contra a nossa
saúde, física, mental e espiritual. Quiçá fosse um bom espírita, mas na mesa
branca Kardecista, um dia me disseram: não é bom fumar, jamais fume! Se
porventura eu encarasse o credo mediúnico, porventura acreditaria ser bom
fumar, ou isso não complicaria tanto a minha saúde mental que o cigarro viraria
motivo para delírios dessa magnitude? Ou a crença absurda de outra religião que
o charuto ou o cigarro alimentaria o Cavalo... Que os pais de santo o sabem de
sua crença, isso é indubitável, digno de respeito, mas um médium não deve crer
que depende de uma substância para sua “entidade” poder fumar. Pelo menos não
arremeto por essas veredas, pois quero estar limpo, e a prova disso é ter
podido escrever um texto que tento situar dentro de uma realidade praticável e
possível a respeito de um vício tremendo, e que nada e nenhum espírito estaria presente
em minha companhia para que eu pudesse escrever o que bem entendo, pois sou um
homem com minha crença espiritualista, e inclusive no Kardecismo se prega que
devemos orar por quem já desencarnou para que possam seguir seu rumo na Paz do
Senhor.
A DIALÉTICA DO ENTRE ANÁLISES
Mulher,
J., 34 anos, paciente psiquiátrica de depressão, tomando medicamentos.
É
singular vermos que na síntese final, depois de discorrer tantas coisas
relacionadas à sua negação enquanto mãe, a vontade de apenas dormir, comer,
depois dormir, e nada mais, quando nega que nem os filhos mais gostaria de ver
e que sua mãe é melhor mãe deles, e negar sua vida, que nada dá certo, o
analista lhe pergunta: “... você lembra como foi quando seus filhos começaram a
andar?” Ela responde: “Nossa, eles caíam direto. Andavam ‘tudo torto’, sem ritmo
e sem jeito...” Ou seja, poderiam ser várias respostas, como: eles eram uma
gracinha, eu achava esse desenvolvimento da infância muito rico para mim e etc.
Mas o analista, opondo-se dialeticamente ao discurso da paciente, lhe diz: “E
você estava ao lado deles?” E ela: “Sim sim... sempre...”
Fechando
magistralmente uma análise como poucas, deixa nas entrelinhas e encerra nesse
exato momento, se despedindo da paciente, deixando em aberto o encontro que ela
deixara escapar consigo mesma, de que houvera ser mãe o tempo todo, e tudo que
ela demonstrara de angústia frente ao marido, frente a presença de um Grande
Outro que a tudo a observaria, de estar sufocada por circunstâncias
existenciais profundas, verte na sessão, exatamente naquela última assertiva em
que geralmente Lacan, com sua experiência encerrasse sempre a sessão, pois já
acharia ser o suficiente. A psicanálise não é um processo que acontece apenas
durante a sessão, pois é exatamente em seus intervalos que a dinâmica não
cessa, e a dialética da existência vai se contrapor à experiência única de uma
outra sessão onde porventura as questões mais profundas virão mais
classicamente à tona, quando um insight vira revelação na fala do paciente, de
si para si mesmo...
terça-feira, 1 de abril de 2025
AURORA DA UNIÃO
Se um termo de compromisso nos sobrelevasse
Para além de desditas alternas, quem nos disse algo outrora
Quando puxamos da memória os tempos de outros dias, outras horas
Em que, mesmo em meio a grande sofreres, há dias outros que nos refazem...
Somos unos, unidade, mudanças, somos aquilo que de melhor se encaixe
Nas peças de uma vida inteira que há de ser vivida novamente
Quando nossas promessas se realizam frente a um escopo de barco fremente
Ao turno que de positividades nada taciturnas enfunam as velas rumo ao
nascente.
O VALOR DE CAMBIARMOS UM ESTADO ESPIRITUAL DE LIMPEZA E DE SOBRIEDADE, POR ALGO COMO UMA DEIDADE DE BRONZE, QUE PORVENTURA PODEMOS ENCARAR COMO UMA REPRESENTAÇÃO ESPIRITUAL DE DEUS, PODE SER UMA AUTO PREMIAÇÃO À ALTURA DE QUE SE ESTEJA CONFORME COM O ALTÍSSIMO A TROCA DA ENFERMIDADE PELA ETERNIDADE DO MUNDO ESPIRITUAL.
POR VEZES O TEMOR DE TOMARMOS UMA ATITUDE É, QUANDO SOMOS NEÓFITOS NAS QUESTÕES DA ANÁLISE DA PSIQUE, ESTARMOS NOS APROXIMANDO DE UMA PULSÃO DE MORTE, OU INSTINTO DE THANATOS, MAS O QUE OCORRE É QUE MUITAS VEZES EROS, OU O INSTINTO DA VIDA DRIBLA AS EXPERIÊNCIAS DO CITADO NEÓFITO SOB AS ORIENTAÇÕES DE UMA MAESTRA CIÊNCIA...
O PACIENTE TEM QUE ENFRENTAR A VIDA E TODAS AS SUAS DIFICULDADES COM OS RECURSOS DE QUE DISPÕE, POR ISSO É TAREFA DO ANALISTA NÃO APENAS ACOLHER, MAS FAZER O PACIENTE CONFRONTAR IGUALMENTE COM A SUA PRÓPRIA REALIDADE, POIS NEM SÓ DE OTIMISMO SE VIVE A VIDA, MAS DO RECONHECIMENTO DE QUE MUITAS VEZES O SOFRIMENTO FAZ PARTE INTRÍNSECA DELA, COMO PARCELA DE SE VIVER, E O ENFRENTAMENTO POSSÍVEL PARA QUE OS SERES HUMANOS POSSAM SAIR DESSE SOFRIMENTO POR VEZES SIGNIFICA IGUALMENTE SAIR DE CERTAS ZONAS DE CONFORTO ILUSÓRIAS.
CRACK, EM INGLÊS, QUER DIZER FISSURA, QUIÇÁ POR ISSO O NOME DA DROGA COMO A CONHECEMOS NO BRASIL. MAS A FISSURA ESTÁ PRESENTE EM MUITA DROGAS, COMO NA HEROÍNA, NA MACONHA, NA NICOTINA, NAS OUTRAS MODALIDADES DA COCA, COMO ELA FUMADA EM UM BASEADO OU INALADA, OU COMO FORMAR DE MANTER CERTAS "PERFORMANCES SOCIAIS" NO CASO DE SE EMPREENDER UM NEGÓCIO, OU "ESTAR ESPERTO OU ÁGIL NA FALA" COM O USO DESSA SUBSTÂNCIA TÓXICA.
SOBRE UMA ABORDAGEM TERAPÊUTICA
Achei interessante a abordagem do terapeuta sobre o caso do paciente preocupado com o seu trabalho, o ingresso como empresário, essa “vida nova” e, no entanto, insuflada para ele por medos, onde na fala essa palavra foi recorrente, e o modo como Pedro elucida a questão do discurso que está por trás de um simples questionamento lógico por parte do analista, onde qualquer interferência desatenta em uma pergunta ou direcionamento pode vir a ser um erro na condição da análise. Por exemplo, quando ele pergunta ou afirma que agora C. é a empresa, e o paciente ri, talvez sardonicamente, quiçá negando ser a própria empresa, pois justamente não está seguro quanto a sua condição de empresário, haja vista afirmar que não está crescendo junto com o empreendimento como gostaria... “Não desejar ter algo que desejaria ter”, porventura, talvez ilustrasse bem a situação, entre ser o funcionário público com o bônus do salário garantido, ou o empresário com o ônus de ser obrigado a trabalhar duramente para ganhar o sustento, isso poderia parecer simplista, mas creio que além dessa semântica ou racionalização há algo mais profundo, quiçá relações familiares, ou mesmo profundas contradições em que a posição afirmativa do sujeito em que está ou se diz satisfeito encontra o viés de sua própria negação.
Em
síntese talvez o princípio do prazer no caso de C. e seus riscos, encontre no
princípio de realidade da segurança do emprego público algo que o coloca em um
dilema existencial profundo, como se as engrenagens não funcionassem, e talvez
visse a sua coach, como uma possível
chefe da qual não gostaria de receber orientações, pois talvez se sentisse do
outro lado, regredindo para a vida de funcionário, onde porventura não encontra
a menor possibilidade de “ajudar outras pessoas”, que vem a dar em uma outra contradição
em seu discurso. A associação livre nos permite esmiuçar a natureza expressiva
das palavras, sua sintaxe, seus chistes, e tudo o que nos guie para manter
acesa a chama da descoberta do imo mais profundo do ser humano, mesmo em
assuntos que aparentemente não denotem aparentemente maior complexidade.
O SOFRIMENTO DANTESCO QUE POR VEZES SOFREMOS EXPLICITA QUE A VIDA NÃO SEJA TÃO SIMPLES, E JUSTAMENTE É PELA FALTA DE UMA MÃO AMIGA QUE TEREMOS QUE SOFRER SOLITARIAMENTE AS NOSSAS PENAS, E JAMAIS TEREMOS QUE DAR O BRAÇO A TORCER, POIS GERALMENTE AS ABELHAS GOSTAM DE SE APROXIMAR DA DOÇURA E O AMARGOR DA EXISTÊNCIA NÃO ATRAI A CRUELDADE E O EGOÍSMO HUMANO.
Os sonhos de angústia não constituem exceções tais, como já demonstrei repetidamente e em detalhe, e tampouco os “sonhos de castigo”, pois apenas substituem a realização proibida do desejo pelo castigo que lhe é apropriado, sendo, portanto, a realização de desejo da consciência de culpa que reage ao instinto repudiado. Mas os supramencionados sonhos dos neuróticos traumáticos já não se incluem na perspectiva da realização de desejo, nem os sonhos, ocorrentes nas psicanálises, que nos trazem à memória os traumas psíquicos da infância. Eles obedecem antes à compulsão de repetição, que na análise, de fato, é favorecida pelo desejo (encorajado pela “sugestão”) de evocar o que foi esquecido e reprimido. Assim, também a função do sonho, de eliminar motivos para a interrupção do sono por meio da realização de desejos, não seria a sua função original; ele a teria assumido apenas depois que toda a vida psíquica aceitou o domínio do princípio do prazer. Se existe um “além do princípio do prazer”, é coerente admitir que também houve uma época anterior à tendência dos sonhos a realizar desejos. FREUD.
segunda-feira, 31 de março de 2025
A DEPENDÊNCIA DA NICOTINA É MAIS FORTE DO QUE A DA COCA, MAS UMA ATACA OS PULMÕES E CAUSA CÂNCER, E A OUTRA, EM SUAS DIVERSAS MODALIDADES, POR VEZES É MAIS DIFÍCIL DE SE LIBERTAR, COMO NO CASO DA DERIVAÇÃO DO CRACK, CAUSANDO DANOS AO PULMÃO, CÂNCER E MALES MENTAIS SEVEROS, PORTANTO, A COCA E SUAS VARIANTES AINDA É MAIS DEVASTADORA.
A TESE DE QUE O ANDARILHO GANHARÁ O BENEFÍCIO PARA RETORNAR AO ESTADO DE ORIGEM LEMBRA O LIVRO "AS VINHAS DA IRA", DE JOHN STEINBECK, ONDE OS CATADORES DE LARANJAS, JAMAIS PODIAM ABANDONAR AS FAZENDAS POR CAUSA DAS DÍVIDAS ALIMENTÍCIAS QUE OS AGRILHOAVAM AOS MERCADORES DAS FAZENDAS, MANTENDO-OS EM UM ESTADO DE SERVILISMO, E ASSIM OCORRE COM OS VICIADOS QUE MANTÉM ESTREITAS LIGAÇÕES COM OS FORNECEDORES DAS DROGAS QUE OS FAZEM CONTRAIR AS DÍVIDAS NAS SUAS COMUNIDADES, QUANDO SE CHEGA UM BENEFÍCIO OU VALOR RECEBIDO QUE VAI IMPEDIR DESSE CIDADÃO DE CONQUISTAR A SUA LIBERDADE, OU SEJA, EM SÍNTESE, O VÍCIO ATA MAIS DO QUE A PRÓPRIA DEPENDÊNCIA, MAS A PRÓPRIA LIBERDADE DE IR E VIR E PODER VIAJAR SOSSEGADO SEM A INTERVENÇÃO DAS FACÇÕES QUE ESTÃO EM TODOS OS ESTADOS.
A tese de Kant, segundo a qual o tempo e o espaço são formas necessárias de nosso pensamento, pode hoje ser submetida a uma discussão, devido a certos conhecimentos psicanalíticos. Vimos que os processos psíquicos inconscientes são “atemporais” em si. Isto significa, em primeiro lugar, que não são ordenados temporalmente, que neles o tempo nada muda, que a ideia de tempo não lhes pode ser aplicada. São características negativas, que apenas se fazem compreensíveis quando comparadas aos processos psíquicos conscientes. FREUD.
A PROFÍCUA E ESTIMULANTE TAREFA DIÁRIA DE ESTUDOS ROTINEIROS E INTENSOS, REDUZ A INÉRCIA ESPIRITUAL E FOMENTA O ENTUSIASMO EM TODOS OS NÍVEIS, OBEDECENDO-SE O RIGOR DA DISCIPLINA, O ALTRUÍSMO DA BUSCA PELAS BOA FORMA FÍSICA, E O COMODIDADE EM SE FAZER O SACRIFÍCIO NECESSÁRIO DE ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PERANTE AQUELES QUE NOS SÃO IMPORTANTES.
Impressão bem mais forte nos produzem os casos em que o indivíduo parece vivenciar passivamente algo que está fora de sua influência, quando ele apenas vivencia, de fato, a repetição do mesmo destino. Recorde-se, por exemplo, a história da mulher que se casou, três vezes seguidas, com homens que em pouco tempo adoeciam e requeriam os seus cuidados no leito de morte. A mais comovente expressão poética desse traço de caráter foi feita por Tasso, na epopeia romântica Jerusalém libertada. Tancredo, o herói, matou sua amada Clorinda sem o saber, pois ela o combateu vestindo a armadura de um cavaleiro inimigo. Após o enterro, ele entra numa sinistra floresta mágica, que apavora o exército dos Cruzados. Ali ele golpeia uma grande árvore com sua espada, mas da ferida da árvore corre sangue e ouve-se a voz de Clorinda, cuja alma fora aprisionada naquela árvore, acusando-o de novamente haver golpeado a sua amada. FREUD.
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12 Áreas de Atuação do Psicanalista
Para finalizar a explicação sobre o que faz um psicanalista, a seguir iremos detalhar as 10 principais áreas de atuação e como elas são realizadas:
1. Avaliação de comportamento
O psicanalista pode entrevistar pessoas, recrutar dados, observar situações e escutar as pessoas. Ele deve definir o instrumento de avaliação, realizá-lo, elaborar um diagnóstico e sempre apresentar uma devolutiva ao paciente.
2. Análises e tratamentos
É dever do profissinal de Psicanálise propiciar um espaço de acolhimento e oferecer suporte emocional ao paciente. Durante os tratamentos, cabe a ele interpretar os conflitos vividos e promover benefícios de acordo com o que foi proposto. Assim, como desenvolver relações interpessoais, a percepção internar e mediar grupos a fim de solucionar as questões que o envolvem, podendo ser individual, em família ou no ciclo profissional.
3. Orientação
Durante as análises, é função primordial do psicanalista propor diversas soluções para os problemas do paciente. Elas são apresentadas através de aconselhamentos e orientação de decisões, baseadas em técnicas específicas para cada situação.
4. Acompanhamento
É tarefa do profissional de Psicanálise acompanhar os resultados de suas intervenções e a evolução do caso proposto pelo paciente.
5. Educação e Pedagogia
A pessoa que atua com Psicanálise também poderá realizar ações relacionadas à educação. Assim, ele está apto a ministrar aulas, supervisionar profissionais, formar outros psicanalistas, criar cursos profissionalizantes e aplicar treinamentos.
6. Pesquisas experimentais, teóricas e clínicas
Um outro caminho que pode ser seguido pelo psicanalista é o das pesquisas. Ele pode investigar o psíquico humano, rever metodologias e estabelecer ligações de parâmetro em pesquisas, desenvolver novos instrumentos de análise, coletar e organizar dados, e investigar novas ações de comportamento do indivíduo ou grupos analisados.
7. Coordenação de equipes de atividades
Qualquer equipe pode receber o acompanhamento de um psicanalista para melhorar o seu desempenho e busca por resultados, seja qualquer a sua área de atuação ou objetivo proposto. O profissional de psicanálise está apto a planejar e programar atividades gerais, trabalhar a dinâmica e acompanhar todo o processo de realização da mesma. Também pode ser aplicada funções a ele, como coordenar reuniões e grupos de estudo, organizar eventos e avaliar propostas e ações.
8. Participação de atividades
Entre outras funções que o psicanalista pode exercer estão as relacionadas a ampliação de sua área de atuação. Assim, ele pode acompanhar palestras, debates e seminários, participar de reuniões científicas e publicar artigos e livros. Ele também pode englobar comissões técnicas e até participar de eventos a fim de divulgar práticas da psicanálise e fornecer informação a meios de comunicação e organizações.
9. Tarefas Administrativas
Pode parecer estranho em primeira compreensão, mas o psicanalista está apto a realizar qualquer tipo de tarefa administrativa. Funções como redigir relatórios, criar cadastros, receber pessoas, compor reuniões técnicas e levantar dados sobre o desempenho do corpo profissional são apenas algumas dessas tarefas que ele pode exercer.
10. Lecionar na área de Psicanálise
O profissional poderá ser um professor de psicanálise, em faculdades de diversas áreas (especialmente cursos de artes e humanidades), cursos livres ou cursos técnicos (como cursos de técnico em enfermagem; alguns desses cursos têm matéria Psicanálise).
11. Ser um coach, mentor ou consultor
O profissional que já atua em um nicho específico (como um profissional de life coaching, coaching financeiro ou um personal trainer), ou mesmo é um profissional que trabalha com alguma forma de orientação ao público (um vendedor, um líder comunitário ou religioso, um assistente social, um profissional liberal, um profissional da saúde, um professor etc.), você pode ter a formação em Psicanálise como um diferencial, que vai potencializar seu currículo e permitir que compreenda melhor a mente e o comportamento de seu cliente, ajudando este a ter melhores resultados.
12. Demonstração de competência profissional
Para finalizar, este último tópico é a base para qualquer tipo de profissional. Para o caso do psicanalista, é dever dele seguir a risca o código de ética profissional. Assim, ele necessita demonstrar bom senso, manter sigilo, ser humano, manter-se atualizado sobre diversos assuntos (e não apenas em sua área de atuação), respeitar valores e crenças, ter autonomia de pensamento e compreender os limites de sua atuação.
OS JARDINS SUSPENSOS
Não esperemos muito de uma mão não pronunciada
Nas alfombras do tempo eterno, não, não sejamos partícipes
Além daquilo que a nós seja ou diga respeito, mais crível possível
E que, no entanto, antes o que buscáramos n@ outr@
Perfaça o tempo em que a contingência nos seja a nós, apenas, concedida.
Suspendamos os jardins além das Babilônias, pois quem sabe
O dia virá em que alguém pense em você fora da estrutura
Ou, outrossim, uma literatura muito ampla e sapiente lhe dê as diretrizes
formais
De que você estaria em um caminho onde a caminhada não seja a presença
Mas apenas a ausência da substância, e não importa o restante.
domingo, 30 de março de 2025
O VALOR DE UM INSTINTO PERMEADO PELO PRINCÍPIO DE PRAZER EM QUE O SUPEREGO ESTEJA EM HARMONIA COM O EGO, PERFAZ A REALIZAÇÃO DO PRAZER, QUANDO ENTRAVES ÉTICOS OU MORAI DE FATO NÃO ESTÃO ENVOLVIDOS, NO QUE SE REALIZA A POSSIBILIDADE DE SE CONCRETIZAR UMA PULSÃO DE FORMA SADIA, ONDE O PRINCÍPIO DE REALIDADE OU AUTOPRESERVAÇÃO NÃO PRECISA ESTAR ATUANTE PARA PROTEGER A INTEGRIDADE FÍSICA, MENTAL E ESPIRITUAL DO SUJEITO.
Quase toda a energia que preenche o aparelho vem dos impulsos instintuais inatos, mas estes não são todos admitidos nas mesmas fases de desenvolvimento. No meio do caminho sempre volta a suceder que determinados instintos ou partes de instintos resultem incompatíveis, nas suas metas ou exigências, com os restantes, capazes de unir-se na abrangente unidade do Eu. Então eles são segregados dessa unidade por meio do processo da repressão, mantidos em graus inferiores do desenvolvimento psíquico e têm cortadas, de início, as possibilidades de satisfação. Se depois conseguem, mediante desvios, obter uma satisfação direta ou substitutiva, algo que ocorre facilmente com os instintos sexuais reprimidos, tal sucesso, que de outro modo teria sido uma ocasião de prazer, é sentido como desprazer pelo Eu. FREUD.
Sabemos que o princípio do prazer é próprio de um modo de funcionamento primário do aparelho psíquico, e que, para a autoafirmação do organismo em meio às dificuldades do mundo externo, já de início é inutilizável e mesmo perigoso em alto grau. Por influência dos instintos de autoconservação do Eu é substituído pelo princípio da realidade, que, sem abandonar a intenção de obter afinal o prazer, exige e consegue o adiamento da satisfação, a renúncia a várias possibilidades desta e a temporária aceitação do desprazer, num longo rodeio para chegar ao prazer. Por muito tempo o princípio do prazer continua como o modo de funcionamento dos instintos sexuais, que são difíceis de “educar”, e volta e meia sucede que, a partir desses instintos ou no próprio Eu, ele sobrepuja o princípio da realidade, em detrimento de todo o organismo. FREUD.
“Na medida em que os impulsos conscientes sempre se acham em relação com o prazer ou desprazer, pode-se também pensar o prazer ou desprazer em relação psicofísica com situações de estabilidade e instabilidade, podendo fundamentar-se nisso a hipótese, que desenvolverei mais minuciosamente em outro lugar, de que todo movimento psicofísico que supera o limiar da consciência é acompanhado de prazer enquanto, além de certo limite, aproxima-se da plena estabilidade, e de desprazer enquanto, além de certo limite, afasta-se dela, havendo entre os dois limites, que podem ser designados como limiares qualitativos do prazer e do desprazer, uma certa margem de indiferença estética […].” FECHNER.
Não é de nosso interesse investigar em que medida, estabelecendo o princípio do prazer, nos aproximamos ou afiliamos a um sistema filosófico particular, historicamente assentado. Chegamos a tais especulações na tentativa de descrever e dar conta dos fatos que diariamente observamos em nossa área. Prioridade e originalidade não se incluem entre as metas do trabalho psicanalítico, e as impressões em que se baseia o estabelecimento de tal princípio são tão claras que é praticamente impossível ignorá-las. Por outro lado, com prazer manifestaríamos gratidão a uma teoria filosófica ou psicológica que nos pudesse informar sobre o significado das sensações de prazer e desprazer, que tão imperativamente agem sobre nós. Mas, infelizmente, nada de útil nos é oferecido nesse ponto. FREUD.
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Projeto define regras gerais para educação midiática e digital
O sucesso da série Adolescência acendeu o debate sobre o uso de redes sociais, discursos de ódio e o papel da família e da escola no controle e acesso a essas ferramentas. No Senado, uma proposta (PL 1010/2025), apresentada na primeira quinzena de março pela senadora Teresa Leitão (PT-PE), define regras gerais para disciplinar a educação midiática e digital. A ideia é desenvolver habilidades para que as pessoas saibam lidar com essas questões.
Transcrição
O SUCESSO DA SÉRIE ADOLESCÊNCIA ACENDEU O DEBATE SOBRE O USO DE REDES SOCIAIS, DISCURSOS DE ÓDIO E O PAPEL DA FAMÍLIA E DA ESCOLA NO CONTROLE E ACESSO A ESSAS FERRAMENTAS.
NO SENADO, UMA PROPOSTA APRESENTADA NA PRIMEIRA QUINZENA DE MARÇO DEFINE REGRAS GERAIS PARA DISCIPLINAR A EDUCAÇAO MIDIÁTICA E DIGITAL. A IDEIA É DESENVOLVER HABILIDADES PARA QUE AS PESSOAS SAIBAM LIDAR COM ESSAS QUESTÕES. REPÓRTER ALEXANDRE CAMPOS.
Na primeira quinzena de março, estreou numa das plataformas de vídeo sob demanda a série Adolescência, que retrata o caso de um estudante envolvido no assassinato de uma colega de escola. A relação dos jovens com as redes sociais, os discursos de ódio, o papel da família e da escola no controle do acesso a essas ferramentas são algumas das questões levantadas pela série em quatro episódios e largamente debatidas ao longo dos últimos dias nos principais meios de comunicação, tamanho foi o impacto que Adolescência causou no público em geral.
Também na primeira quinzena de março, a senadora Teresa Leitão, do PT de Pernambuco, apresentou um projeto para disciplinar, em caráter geral, a educação midiática e digital. O objetivo é desenvolver nas pessoas, especialmente estudantes, capacidade crítica e habilidades para lidar com o ambiente onde há grande disseminação de informações. Saber diferenciar o que é fato do que é opinião, e combater a disseminação de notícias falsas e discursos de ódios são algumas das aptidões que se buscam com a proposta, disse a senadora.
Crianças e jovens estão expostos a conteúdos falsos e manipulativos, disseminados de forma atraente e engajadora. Muitas vezes esses conteúdos resultam em danos psicológicos, incitação à violência e naturalização de discursos de ódio. Temos um relatório da OCDE com dados de 2018, que aponta que 67,3% dos estudantes de 15 anos no Brasil apresentam dificuldades em diferenciar fatos de opiniões quando lêem esses textos.
Pelo projeto, as escolas, espaços de formação de boa parte da população, deverão ofertar, nos ensinos fundamental e médio, a educação midiática e digital, de forma transversal. Ou seja, passando por todas as disciplinas, o que vai exigir o preparo dos professores para abordar essas questões.
Teresa Leitão explica que uso ético e responsável das tecnologias, inclusive para fins didáticos, nas escolas, também é uma das metas do projeto, que ainda prevê ações articuladas com setores como saúde e assistência social. Da Rádio Senado, Alexandre Campos.
Na teoria psicanalítica, não hesitamos em supor que o curso dos processos psíquicos é regulado automaticamente pelo princípio do prazer; isto é, acreditamos que ele é sempre incitado por uma tensão desprazerosa e toma uma direção tal que o seu resultado final coincide com um abaixamento dessa tensão, ou seja, com uma evitação do desprazer ou geração do prazer. FREUD.
CONFORME A LETRA
No que disse o dito, não reiterar o nada feito, a uma sombra da noite
Em estrela que aponta mais alta, o semblante feito luz, luzidio dente
No lusco e no fusco, no encontro virtual, meio e mensagem, tanto se faz
Que tanto fez a gente que na suposição do que não era, a notívaga certeza
Transformou o chumbo em ouro, e o outono em primavera.
Algo de novo se ganha apenas com as análises que oferecem dificuldades especiais, cuja superação requer muito tempo. Somente nesses casos conseguimos descer às camadas mais fundas e primitivas do desenvolvimento psíquico, lá encontrando as soluções para os problemas das configurações posteriores. Dizemos então que, a rigor, somente a análise que vai tão longe merece este nome. Naturalmente um único caso não ensina tudo que se gostaria de saber. Mais precisamente, ele poderia ensinar tudo, se estivéssemos em condição de tudo apreender e não fôssemos obrigados, pela imperícia de nossa percepção, a nos satisfazer com pouco. FREUD.
SUPERVISÃO DE 11/02
Achei
muito interessante o caso apresentado pelo professor Pedro, quando há uma
ambivalência do sujeito em relação às recusas em função da aprovação em seu
novo trabalho e em função do que esperaria fosse uma relação satisfatória com
sua namorada, F. O modo como concretiza a realidade da fala dos outros,
revelando um superego que o incomoda, na questão em que Freud sempre salientara
que o ego seria um bom intermédio para equilibrar as pulsões nas questões entre
o id, e suas consecuções instintuais, que no caso de nosso paciente diz
respeito a uma situação onde revela quiçá uma neurose, mas não aparenta nenhuma
gravidade maior.
Ele
cita que a sua namorada é muito crítica, que acha que ele faz as coisas sempre
do seu jeito, e ele acaba achando que ficar com ela é causa de sofrimento, pois
ela é por vezes mordaz, e tem ou deseja procurar outra que fosse ideal, criando
uma ambivalência na sua vida amorosa, sendo que de fato ele está com F., mas
parece que ela está sempre ausente. Cria duas Fs.: uma real, mais concreta, com
seus defeitos, humana, e outra ideal, quiçá existente apenas em sua mente.
Quando,
no início da terapia, o paciente diz que está com um mix de sentimentos, o
analista diz simplesmente: o que significa isso, mix de sentimentos, utilizando
uma regra lacaniana que significa a ignorância douta, ou seja, dando a um
prosseguir para que o analisando possa discorrer sobre seus sentimentos, onde
sempre no início do andamento da análise as perguntas dão as condições para que
esse “discorrer” seja algo de recurso pleno por parte do analista, pois não
existe inconsciente sem a linguagem, na visão de Freud, e na visão de Lacan, o
simbólico é a linguagem: o inconsciente como linguagem... Os participantes
revelaram ótimo nível de bagagem sobre a matéria, e o curso está indo de vento
em popa.
OS TRÊS ELOS DO NÓ BORROMEANO, NÃO ESTÃO DENTRO DE NENHUM, CADA QUAL, APESAR DE ESTAREM ENTRANÇADOS... FOI ISSO QUE FAVORECEU MUITO A TEORIA DE LACAN SOBRE A INDEPENDÊNCIA DO REAL, DO SIMBÓLICO E DO IMAGINÁRIO, E COMO NÃO HÁ MAIOR IMPORTÂNCIA EM NENHUM DELES EM RELAÇÃO A QUALQUER UM DOS OUTROS. ESSE NÓ FOI APRESENTADO A LACAN POR UMA GRANDE MATEMÁTICA, E APARECEU NO BRASÃO DE UMA FAMÍLIA DA ITÁLIA EM TORNO DE 1500.
HÁ CONTRAPARTES DO HUMOR, PRINCIPALMENTE QUANDO NO DIA ANTERIOR HOUVE UMA ALTERCAÇÃO QUE AINDA CAUSE RUÍDOS POR ANTECIPAÇÃO DO QUE VIRIA EM OUTROS DIAS, QUE CAUSA, PRINCIPALMENTE PARA QUEM SOFRE MAIS DE OSCILAÇÕES DESSA NATUREZA, POIS NINGUÉM ANDA EM UM GRÁFICO TOTALMENTE LINEAR, QUANDO JUSTAMENTE TEM QUE SUPORTAR NÍVEIS DE NEUROSE ALHEIA, QUE TAMBÉM INDICAM A CHAMADA FUGA PARA O TABAGISMO, NO QUE, AÍ SIM, POR ESTARMOS EM SITUAÇÃO DE ANGÚSTIA, DEVEMOS NOS VALER DA MEDICAÇÃO QUE O MÉDICO INDICA, MAS OBSERVANDO QUE, QUANDO ALMOÇAMOS O PRÓPRIO ALIMENTO INGERIDO NOS TIRA DA ANSIEDADE, POIS O SANGUE DESCE DO CÉREBRO PARA O INTESTINO.
HOJE POR VENTURA ESTAMOS SOZINHOS, É A MÁQUINA E NÓS, NÓS E A MÁQUINA, E NÃO HÁ VIVA ALMA QUE NOS DÊ A FORÇA NECESSÁRIA PARA QUE ABANDONEMOS UM VÍCIO COMO O TABAGISMO, APENAS UM DIAGNÓSTICO DE PULMÃO JÁ ENFERMO E O EGOÍSMO DE QUE TEMOS QUE FICAR NA ESPERA DOS DESAVISADOS, PORTANTO TEMOS QUE SER MAIS FORTES DO QUE ESSAS PULSÕES, SEGUINDO RIGIDAMENTE A ORIENTAÇÃO MÉDICA.
HÁ MOMENTOS DE EUFORIA QUE PEDEM UM AGREGADO VICIANTE, COMO UM CIGARRO QUE, EM TESE, NOS TRARIA MAIS TRANQUILIDADE, MAS NA REALIDADE QUANDO JÁ POSSUÍMOS UMA AFECÇÃO PULMORAR A RAZÃO DEVE FALAR MAIS ALTO E A CORAGEM EM RECUSAR O ATO QUASE INVOLUNTÁRIO DE SE FAZER VALER DO VÍCIO SE REVELA MÍSTER EM SEU IMPEDIMENTO, COMO UMA RECUSA EM PERPETUAR UMA ENFERMIDADE E CRONICIZÁ-LA.
QUANDO PEDIMOS SERENIDADE PARA ACEITAR COISAS QUE NÃO PODEMOS MODIFICAR, DEVEMOS ENTRAR EM CONTEMPLAÇÃO E FAZER O MOVIMENTO CONTRÁRIO, CESSANDO A LUTA CONTRA ALGO QUE É INTRANSPONÍVEL, E PASSEMOS A AGIR EM CONFORMAÇÃO, COM A CORAGEM NECESSÁRIA PARA PRATICAR COISAS QUE PODEMOS MODIFICAR, E ESSA PRÁTICA DIÁRIA NOS CONFERE A SABEDORIA PARA DISTINGUIR O QUE É POSSÍVEL DO QUE AQUILO QUE NÃO É DE SER REALIZADO, ENQUANTO TRABALHO, O OUTRA TAREFA QUALQUER, E PRIMEIRO DEVEMOS TER A CORAGEM DE PROCEDER ÀS COISAS MAIS IMPORTANTES, DENTRO DE SUA FACTIBILIDADE.
sábado, 29 de março de 2025
A DEFESA É A MELHOR ESTRATÉGIA DA LUTA, MAS DEVEMOS PARTIR PARA A AÇÃO PEREMPTÓRIA PARA DESFERIRMOS UM ATO DE NOS IMPORMOS PORQUANTO NO CAMPO DE LUTAS MUITOS QUEREM ATACAR, E DEVEMOS ESTAR VIGILANTES PARA DEMARCAR AS ÁREAS ONDE ESTÃO OS INIMIGOS, E DESFERIR A DEFESA IRROMPENDO A CITADA AÇÃO EM CONCORRÊNCIA COM ATOS QUE PREVINAM OS MOVIMENTOS DOS INIMIGOS.
O EMBATE CONTURBADO DE UMA MANHÃ OBNUBILADA POR EFEITO DE FÁRMACOS E ESTADO DE CONSCIÊNCIA AINDA LETÁRGICOS, PODE INFLUIR SOBREMODO O LIVRE ARBÍTRIO DE SE COMETER O DESATINO DE RECAÍDAS EM ALGUM VÍCIO, COMO MUITOS QUE FAZEM USO DA MACONHA OU NICOTINA OU MESMO DO ÁLCOOL, E É NESSAS HORAS QUE ESTAR SITUADO OU SINTONIZADO NOS ESTUDOS PODE SER UMA SAIDA FOCAL RUMO AO ASSENTIMENTO DE UM ESTADO DE CONSCIÊNCIA MAIS AFLORADO QUE PERMITA QUE O CITADO EMBATE SE CONCENTRE NO OBJETIVO MAIS VITAL E PRINCIPAL, QUE É ESTAR LIMPO DOS TÓXICOS.
CONFORME PRÉDICAS MÉDICAS, POR VEZES UM PACIENTE SE SENTE EM UM TIPO DE LABIRINTO, ASSENTADO SOBRE A INQUIETAÇÃO E A DÚVIDA, E É DESTA FEITA QUE DEVE CONFIAR NA MEDICINA MODERNA, POIS NO CASO DE ABANDONAR O VÍCIO COMO A NICOTINA, ONDE OS DANOS PODEM EXISTIR, O MÉDICO DARÁ A ORIENTAÇÃO CABAL E NECESSÁRIA PARA QUE O PACIENTE POSSA INTERAGIR COM O TRATAMENTO E ABANDONAR O TRANSTORNO QUE O DITO VÍCIO CAUSA EM SUA ABSTINÊNCIA, SE PORVENTURA APRESENTE TRANSTORNO DE ORDEM MENTAL ONDE A INTERVENÇÃO MÉDICA DEVE SER PONTUAL, ABRANGENTE E EFETIVA, DENTRO DAS POSSIBILIDADES DOS GANHOS OBTIDOS EM TERMOS CONCRETOS DA MANUTENÇÃO DA SAÚDE DO PACIENTE EM QUESTÃO.
QUANDO CONSEGUIRMOS SAIR VITORIOSOS DE NOSSOS COMBATES INTERNOS, PODEMOS APLICAR NOSSAS TÁTICAS ENSINANDO, NO EXTERNO A NÓS MESMOS, A SABEDORIA PARA QUE UM GRUPO OBTENHA A MESMA VITÓRIA FRENTE A SEUS OBSTÁCULOS, PRINCIPALMENTE SE FOREM SIMILARES ÀS CONTINGÊNCIAS DE NATUREZA EXISTENCIAL QUE NOS AFLIGIAM INTERNAMENTE.
A QUESTÃO OPERACIONAL DE UMA TÁTICA QUE SEJA AFEITA A UM COMBATE, PODE SER OU FAZER PARTE DE UMA LUTA INTERNA, TÃO SOMENTE, E AS ESTRATÉGIAS PARA ISSO SÃO APLICADAS EM CADA UM DE NÓS, DEPENDENDO DA CONSCIÊNCIA QUE TEMOS E QUAIS OS OBJETIVOS QUE COLOCAMOS À FRENTE PARA CONSEGUIR ATINGIR NOSSAS METAS MAIS PARTICULARES, ENQUANTO INDIVÍDUOS.
À PARTE RANCORES QUAISQUER QUE PORVENTURA ALGUÉM GUARDE DENTRO DE SI A RESPEITO DE EXPRESSÃO QUE NÃO ESTEJA DE ACORDO, POR VEZES TEMOS QUE ACEITAR A LIBERDADE DE OPINIÃO, DESDE QUE ESTA NÃO IMPINJA DANOS A QUAISQUER OU COMETA ATOS QUE PREJUDIQUEM E INDUZAM A POPULAÇÃO À DESINFORMAÇÃO, COMO NO CASO DE UMA FAKE, OU COISA QUE O VALHA.
O CELULAR INTELIGENTE, OU SMARTPHONE, SEM DÚVIDA É UM EXCELENTE E INDISPENSÁRIO ACESSÓRIO DOS TEMPOS CONTEMPORÂNEOS, NÃO APENAS COMO MODO DE NOS APROPRIARMOS DE UM MEIO E TRANSMITIRMOS UMA MENSAGEM PARA QUALQUE LUGAR DO MUNDO, MAS COMO AMPLIAÇÃO DO LEQUE E SEDIMENTAÇÃO DE NOSSA EXISTÊNCIA NO CITADO MUNDO, ENQUANTO CIDADÃOS DOS NOVOS TEMPOS.
A PERFORMANCE DO QUE NÃO HÁ
Não há nada que não seja algo que se dê ao dar-se
Mesmo que saibamos que um trinta e um nada mais significa
Naqueles que portam as desavenças, se imiscuem como ratos
Por dentre porões infectos do que almejariam ser este um outro país
Quando o que se pretende é sermos mais livres em qualquer circunstância...
Não, os textos virão como lava ardente, caindo como napalm ao inverso sobre os costados
Daqueles que já – efetivamente – o praticaram na guerra, e perderam para
grandes combatentes
No que veio a ser uma guerra a mais importante do século passado, junto com a
vitória da China
Quando passa a ampliar as bases do socialismo internacional para todos os que sabem
que, por outros lados
A performance de um império falido já não há como sustentar-se, nem sobre as
quatro patas...
Toda a indústria cultural, toda a infecção que infringiu na América Latina, os
atentados contra Fidel, o assassinato de Chê na Bolívia, de forma covarde e
vil,
Tudo não passará do mesmo assombro em que o Brasil agora vive seus momentos de
glória
Quando o nosso presidente queira que sejamos algo parecido com os padrões
suecos
Onde porventura, através da nossa própria reconstrução, haveremos de saber
enquadrar aqueles que porventura ainda insistem em quebrar a nossa democracia.
Os velhos hábitos e costumes hão de ser postos de lado, e nossa expressão e
palavra hão de urgir retaguardas consonantes
Quando soubermos que a batuta de um maestro, bem como um timão bem orientado
Serão sempre eficazes para que possamos continuar dando andamento às conquistas
sociais
E plantearmos uma boa e sólida economia por através do mundo inteiro, através
da divulgação nas redes
Do que dá certo para muitos, no caminho da concórdia e da Justiça Social.
sexta-feira, 28 de março de 2025
PRESERVAR OS BRONQUÍOLOS E ALVÉOLOS PULMONARES DE SUBSTÂNCIAS TÓXICAS É COMO ANTECIPAR O QUE FARIAM AS TROCAS DO SANGUE PARA SUBSTÂNCIAS QUE ALÉM DE ROMPEREM ESSAS FRÁGEIS ESTRUTURAS PULMONARES, VÃO CULMINAR A INVADIR OS NEURÔNIOS E SEUS RECEPTORES, COM O VÍCIO DAS INAS, AÍ INSERIDAS TODAS QUE INFEREM DEPENDÊNCIA, SEJA O EXCESSO DO BEM ESTAR, COMO NA ANTINATUREZA DO EXCESSO DE DOPAMINA, COMO NAS DROGAS QUE ESTIMULAM O SER HUMANO, COMO A COCA E A NICOTINA.
TEMOS SEMPRE QUE CONSIDERAR QUE AS GRANDES POTÊNCIAS SÃO DETENTORAS DOS MEIOS DAS REDES SOCIAIS, E A UTILIZAÇÃO DESSES MEIOS PARA SE OBTER OS ESQUELETOS DO FUNCIONAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS DE PAÍSES MAIS POBRES, COMO O NOSSO, PARA SE OBTER PLANOS ESTRATÉGICOS E INSUFLAR MAIS E MAIS GANÂNCIA, PRINCIPALMENTE QUANDO CITAMOS A GUERRA COMERCIAL, É COISA QUE MERECE A NOSSA ATENÇÃO, POIS SÓ SE FAZ UM PAÍS DESENVOLVIDO COM OS PRÓPRIOS RECURSOS, NACIONALMENTE FALANDO, POIS AINDA SOMOS UMA PÁTRIA E O MUNDO E AS NAÇÕES DESENVOLVIDAS NÃO ESTÃO NEM AÍ PARA ALÉM DE SEUS PRÓPRIOS INTERESSES GEOPOLÍTICOS NO PLANETA COMO UM TODO.
É NAS ESCOLAS E NOS CLUBES, NOS PARQUES E NOS ESPORTES, QUE OS JOVENS ESTARÃO TENDO CONTATOS MUITO MAIS HUMANOS, POIS AS REDES SOCIAIS SÃO UM MODO DE ALIENAÇÃO QUE SÓ INTERESSA A MEGAESTRUTURAS MONTADAS EM NOME DE UM INTERNACIONALISMO QUE NADA TEM A VER COM A REALIDADE, POIS AS REDES DEVEM SER USADAS COMO MEIOS CABAIS PARA REALIZAR NEGÓCIOS, MAS NÃO PARA DISCUTIR AFETIVIDADES, POIS AO MENOR SINAL DE ERRO, OS JOVENS JÁ SÃO DESCARTADOS AO MENOR CLIQUE DE UM BOTÃO, POR ISSO A INCIATIVA DO GOVERNO EM PROIBIR O USO DE CELULARES NAS ESCOLAS É UMA FORMA DE FAZER COM QUE OS ALUNOS FOQUEM NA AULA E REALMENTE SE SOCIABILIZEM DE FORMA CABAL E PRESENCIAL E AFETIVAMENTE COM OS COLEGAS, CONCRETAMENTE FALANDO.
A FALTA QUE SE ME DÁ
Alguém, que seja, não me leves por conta de algo,
Por falta, pois espalho, me espalho, tergiverso e não espero o que não quero
mais
Posto de ainda não querer quiçá seja melhor assim, sei da mulher que estará em
algum lugar
Como uma da minha família, ou quem sabe uma do Japão, uma oriental qualquer
Mesmo que fosse uma negra de olhos puxados com a maquiagem da produção
chinesa...
À medida que abril se aproxima, não despedaço-me, apenas escrevo depois da
queda de ter fumado um
Qual não fora da erva que todos fumam mais e melhor do que sejam tabagistas,
pois o negócio todo
É se drogarem, fumarem um digestivo, mas nas clínicas o baseado é muito mais
difícil
Do que o pressuposto de haver algumas que fornecem apenas três do nicotinoso.
E a vida sem ninguém é uma vida que encontro tudo o que deixei de lado quando
estava acompanhado pelo nada
Daquilo que não possuía a valia do ser, daquilo que não versa mais sobre ou do
que restaria no afeto
Um mata-borrões, de uma campanha já vencida, pois as águas de março já deixam
os rastros da liberdade
Ao menos para aqueles que não precisam mais lutar contra o que já não podem
mais,
Pois nem sempre será de organizar redes sociais que encontraremos aquilo que se
pegue tateando com uma mão mais solene...
O RECALQUE DE UMA PULSÃO QUE CORRE EM DIREÇÃO AO CONSUMO DE UMA DROGA, DEVIDAMENTE ALICERÇADO POR UMA RAZÃO MAIOR, DÁ MAIS ESTEIO E ESPIRITUALIDADE LÓGICA TRANSCENDENTAL AO HOMEM OU À MULHER COM FORTE ADICÇÃO A SUBSTÂNCIAS POTENTES, COMO O ÁLCOOL, A NICOTINA, A COCAÍNA, E O CRACK, OU MESMO À MACONHA, QUE LEVA À LOUCURA NOS TERMOS DA ESQUIZOFRENIA.
PARA UM ENFERMO MENTAL, A CESSAÇÃO DO VÍCIO DA NICOTINA É COISA MAIS E MUITO MAIS COMPLEXA DO QUE APARENTA, POIS SEUS SOFRIMENTOS PSÍQUICOS SÃO MAIORES, DE TAL MONTA QUE POR VEZES APENAS COM UMA BOA MEDICINA DE APOIO ELE VAI CONSEGUIR VENCER O VÍCIO, MAS CONTANDO COM EMBATES DE QUÍMICA QUE O AUXILIE, QUÍMICA ESSA DEVIDAMENTE RECEITADA PELO MÉDICO.
A COMISERAÇÃO DE UM INDIVÍDUO PESAROSO EM CAIR EM MAIS UM BASTONETE NICOTINOSO, PERFAZ APENAS UMA FASE EM QUE A ABSTINÊNCIA PODE ESTAR SENDO INSUPORTÁVEL, E SE ELE PROCURA VIV'ALMA NAS RUAS EM BUSCA, É HORA DE VOLTAR PARA CASA E CAPITULAR, NA PROMESSA DE ESPERAR POR MAIS MOMENTOS CRUCIAIS NA IMPOSSIBILIDADE DE SEGURAR A ONDA COM RELAÇÃO AO SEU HISTÓRICO DE FUMANTE PESADO QUE EMERGE FUMANDO CADA VEZ MENOS...
quinta-feira, 27 de março de 2025
DESCOBRIR QUE HÁ UMA POTÊNCIA IRREFUTÁVEL EM TERMOS ESPIRITUAIS EM SERES DENOMINADOS E CLASSIFICADOS COMO IRRACIONAIS, UM A UM, OU NO BRAHMAN IMPESSOAL, FRENTE A UMA MENTE HUMANA QUE OUTROS CONSIDERAM O SUPRASSUMO DA INTELIGÊNCIA É COMEÇAR A PERCEBER A GRANDEZA DA CRIAÇÃO E, PORVENTURA, CHEGARMOS AO MENOS MAIS PERTO DO PODER INCOMENSURÁVEL E INCONCEBÍVEL DE DEUS.
CORAÇÃO ATEU maria bethânia 1988.
O meu coração ateu quase acreditou
Na tua mão que não passou de um leve adeus
Breve pássaro pousado em minha mão
Bateu asas e voou
Procurando um jardim
Flor amarela, flor de uma longa espera
Logo meu coração ateu
Meu coração ateu não chora e não lembra
Parte e vai-se embora
Meu coração ateu não chora e não lembra
Parte e vai-se embora
REFUTAR MENSAGENS
Um modo sistêmico de ser, sermos quem quisermos, plantados em uma rede, não aquela do Ceará, de panos, resistente, mas uma mais resistente pois, remotamente, possui o controle de que quem está deixa de estar, e quem é deixa de ser, pois desaparece quando quer e cobra quando pretende. A mensagem nasal, quem sabe, ou uma linha do tempo, aquilo que seja útil enquanto organizada, mas como fugir de um leão quando estamos na mesma cela, só que ele apenas nos observa de longe, e quando pensa que nós pensaríamos algo a respeito, dá não um rugido esperado, mas uma reação sutil, pergunta coisas e nós damos nossas vísceras em forma de informação? Refutar mensagens, que episódio tão maravilhoso, e olha que Buda contra investisse tanto nos recalques de pulsões irmanadas com o não ser do nirvana... Seria tudo tão confortável que até mesmo seicho-no-iê viria para a festa do Pão por Deus... E quem sabe Confúcio arranjaria confusão com Hegel antes que passasse o bolero de Ravel, ou a Banda de Buarque de Holanda? Não, somos impotentes aí sim, seríamos tão impotentes que, ao pegar um avião e ir de encontro a uma viagem bariátrica, não encontraríamos nada mais além de um colo, um pescoço e uma cabeça, mas quem sabe uma calcinha já tirada à beira de um lençol usado? Ceticismo bárbaro se me invade, e olha que se a viagem dá certo e a mulher olha e diz: bah, tchê, que vara! E olhamos para a vara e proferimos tacitamente: hay que endurecerse, no más! Quanto à ternura, jogamos dentro de um preservativo, para evitar "coisa pior..."
OS MOMENTOS DE ESPERA SERÃO OS CIGARROS QUE UM ADICTO DEIXA DE FUMAR, E QUE SEJA UMA EXPERIÊNCIA PROFÍCUA AO MENOS O ENCLAUSURAR-SE EM SUA CAVERNA, PARA VER OU ESTABELECER RELAÇÕES COM A MEDICINA QUE NÃO CAUSEM RUÍDOS, MESMO SABENDO QUE A CONTESTAÇÃO É PERTINENTE AO PACIENTE QUE PRETENSAMENTE QUEIRA CONHECER UM POUCO DAS COISAS ATRAVÉS DA PRÓPRIA CIÊNCIA PRÁTICA.
AS NOTÍCIAS VEICULADAS NO MUNDO A RESPEITO DA GRANDE FOME QUE SE ABATEU NA CHINA NA ÉPOCA QUE ANTECEDEU A REVOLUÇÃO CULTURAL, VINDAS DO OCIDENTE E PRINCIPALMENTE DA IMPRENSA ESTADUNIDENSE, NÃO CORRESPONDERAM À REALIDADE, POIS FORAM MANIPULADAS E NINGUÉM POSSUÍA OS DADOS EXATOS À ÉPOCA, O QUE DEU MARGEM AOS INIMIGOS DA REVOLUÇÃO, RESPONSÁVEIS PELA MANIPULAÇÃO DAS INFORMAÇÕES AO RESTO DO MUNDO.
A REVOLUÇÃO CULTURAL CHINESA, APESAR DE FORTES CRÍTICAS, DA MORTE DE MAO E DA PRISÃO DA GANGUE DOS QUATRO, QUE MUITO CONTRIBUIU PARA A SUA DIVULGAÇÃO E EMANCIPAÇÃO, FOI FUNDAMENTAL PARA ESTABELECER AS CONQUISTAS DO SOCIALISMO DENTRO DAS CRISES DECORRENTES DA GRANDE FOME QUE SE ABATEU NO PERÍODO DO GRANDE SALTO PARA A FRENTE, EM VIRTUDE DA FALTA DE ORGANIZAÇÃO E LOGÍSTICA, ALÉM DE ESTIAGENS PROLONGADAS. DEPOIS DISSO, COM A REVOLUÇÃO CULTURAL CHINESA, O MAOÍSMO SE ESTABELECE NO MUNDO INTEIRO COMO UMA FRENTE LIBERTÁRIA, ESPECIALMENTE ENTRE OS JOVENS E A DIVULGAÇÃO DO LIVRO VERMELHO. HOJE, A CHINA AINDA É UM PAÍS SOCIALISTA.
REALMENTE A LINGUAGEM CONTEMPORÂNEA DOS JOVENS SÃO AS REDES SOCIAIS, POIS PORVENTURA COMO FARIAM CONTATO COM TODOS OS RINCÕES DO PLANETA, COMO TERIAM ACESSO AOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO E COMO DEMOCRATIZARIAM A REDE NA UNIÃO EM TORNO DE UM BEM COMUM, QUE É A VERTENTE DAS COMUNICAÇÕES, NÃO IMPORTANDO SE É PARA UM X PAÍS, OU UM Y PAÍS, SE É PARA FALAR DE ÓDIO OU AMOR, SE É PARA MARCAR UMA PONTE, MAS O IMPORTANTE SEMPRE VAIS SER DISPOR DE FILTROS SEM QUE ISSO OS COLOQUE FRENTE A FRENTE COM PRODUÇÕES EXAGERADAS, OU QUE ISSO IMPLIQUE FAKE NEWS OU COISAS DESSA NATUREZA PARA FINS DE POLITICAGEM BARATA, OU MESMO PARA DESESTABILIZAR GOVERNOS QUE MANTENHAM SEUS VIÉS LIBERTÁRIO NESSE SENTIDO.
A VISITAÇÃO
Encontraria comigo, no tom quase de diáspora, naquele tempo
Onde o temor de algo subscrevesse a pátina do gesto
Qual não for, revisitar o amargo e digo: olá, como vai?
Os fragmentos de mim eu os colo qual na cerâmica partida em mil
E tento fazer com que o vaso já não vaze pelas rachas, que não verta
Aquilo que não seria o fruto de Dionísio, qual, quiçá as vísceras de
Prometeu...
Revisito-me, e a ilusão, essa doce quimera, já não faria mais parte da vida
Porquanto ainda seja a vida de per si, a essência da totalidade
Pois ninguém pode ser feliz sabendo que a linguagem da juventude é um
clicar de botões!
Não, não se esperasse tanto, daquele mestre do Mandarim, que nada para ele não
era o celular
Quando ensinou-me os fluxos da China, e o que iria por vir no planeta, as
câmeras, os sinais,
Tudo que diz respeito ao total, tudo que é o todo, e quem sabe no porco
encontremos a mais fina iguaria...
A firme determinação de poucos, mas o que está em jogo não é o falecido bando dos quatro,
Nem a nova nação de inteligentes úteis, somados ao sistemático universo do
mercado
Mas, outrossim, que não se faça como o Partido apregoa: propriamente do afeto sistêmico do outro às alavancas do Poder...
Quiçá a mulher mais jovem ainda não disfarce a sua frieza, quem sabe ainda não
tenha cristalizado sua modalidade emperrada pelos mestres
Ou quem sabe não tenha capacitação para ser uma ainda exímia jogadora da alma
dos outros
Quando souber, finalmente, que nem de uma reforma estrutural da cultura fará
parte um dia...
Quiçá a base semântica de uma tradição porá fim aos mais fracos, quem sabe a
mulher asseada não converse com quem realmente precisa fora do escopo do seu domínio
Ou quem sabe um puxão de orelha não signifique que ela não seja tão perfeita
quanto pretende
Ao afirmar que não consome nada, mas nas entrelinhas gosta de fumar da erva!
quarta-feira, 26 de março de 2025
O MAL DO SÉCULO NO SÉCULO XXI
Um autor
falara no século passado com ceticismo espiritual, um século entremeado por guerras que afligiram a humanidade
na eclosão de duas mundiais, depois as guerras da Indochina, depois a do
Oriente Médio, o início da eclosão das drogas e sua pesada indústria, e há quem
afirme ainda no século passado que estaríamos em um oceano de desditas sem fim
nem começo. Em parte esses estudiosos teriam a razão, e um literato em especial:
Aldoux Huxley já profetizara o que viria pela frente, ou seja, virarmos
dependentes não apenas da eletrônica e seus meios, como da anulação da cultura
de rua, e o desembarque tão “promissor”, bem como na era dos estupefacientes
como rotor dos trabalhadores e seu bem estar provisório, bem como do pano de
fundo dos adictos do álcool e da nicotina, ou aquelas outras famigeradas “inas”
que tantos, sequiosamente, buscam, no estímulo e resposta que promove a dopamina em excesso, quando a juventude se utiliza francamente das redes sociais, no
exemplo evidente do “soma” de Huxley. O abuso corrente vira valor e moeda de
troca, e a satisfação é evidenciada no modal empresarial dos “gestores do século
XXI.” Essa modalidade de vilipendiar o próprio valor composto de diversos
elementos, ou fatores, de determinados comportamentos em um coletivo, por vezes
como uma roda viva, onde aqueles não postos “em trabalho”, enquanto
consumidores, não destoem como regra, se porventura estiverem escrevendo algo,
porventura, pois a muitos a expressão literária ou escrever um artigo ou ensaio
é vagabundagem, principalmente quando o escritor estiver em outro ritmo: mais
sereno, mais calmo ou “careta”, no jargão ou gíria de quem não faz uso de
entorpecentes quaisquer. Justamente que no caráter de uma sociedade
extremamente capitalista, com o viés conservador que não suporta a ideia de que
a vida do trabalhador melhore ao redor do mundo, a exploração se dá muitas
vezes nesses campos de atuação.
Os vieses
da exploração do homem pelo homem, diferentemente da passividade do animal, que
igualmente sofre da exploração: essa palavra tão díspar em significado que pode
significar reconhecer uma área, explorar uma mina de carvão ou um campo
petrolífero, explorar os caminhos do conhecer, ou mais usualmente, no jargão
econômico nas relações específicas do trabalho, a exploração, ou apropriação do
trabalho para gerar o lucro, nas modalidades da concentração das riquezas ou mesmo,
no mano a mano, abusar profissionalmente de subalternos, ou mesmo, na questão
primeira das civilizações que se pretendam humanas e regidas pela bondade,
quando alguém transgride essa lei dos homens e maltrata seu irmão mais
vulnerável ou aparentemente mais fraco.
.
A VEIA PARADOXAL
No exato instante em que trasfega um tempo quase meridional
Onde o escritor troque certas teclas, onde o mesmo tempo, inefável,
Verse sobre uma veia poética onde já não encontra ressonância cabal,
Que diríamos nós com tudo isso, posto quanto tempo arrumarão a casa
Enquanto antes jamais uma reforma estrutural foi feita sequer em seus fracos
alicerces...
E o poeta espera, quem sabe as agentes da farsa, ou os comandantes truculentos
Poderão apontar o crime contra algo ou alguém, ou o que será disso tudo agora
Quando apenas desejava era estar essa coisa toda em liberdade plena, libert@ do
deus-mercado.
terça-feira, 25 de março de 2025
JAMAIS UM CIDADÃO SE ENCONTRA TÃO FELIZ EM RECEBER A ATENÇÃO DA MEDICINA, NA BUSCA QUE EMPREENDE, JÁ QUASE SEXAGENÁRIO, UMA BUSCA ONDE, ATRAVÉS DAS PERGUNTAS DA ENFERMEIRA SOBRE A PRÉVIA DO EXAME, NÃO PORTA NENHUMA COMORBIDADE, COMO DIABÉTES, HIPERTENSÃO, INSUFICIÊNCIA RENAL, OCORRÊNCIA PREGRESSA DE ALGUMA CIRURGIA, CASO DE CÂNCER, OU OUTRAS QUAISQUER.
CADA PROCEDIMENTO CABAL E BEM SUCEDIDO TRAZ-NOS SATISFAÇÕES COMO SE NÃO TIVÉRAMOS, NAQUELAS HORAS DE TRABALHO, O COMPROMISSO OUTRO QUE NÃO FOSSE CONCLUIR COM ÊXITO EM UM DIA A CULMINAÇÃO DE SEMANAS DE EMBATES FRUSTRADOS, PERANTE O ESCOPO DE SISTEMAS, PRINCIPALMENTE RELACIONADOS COM A SEGURANÇA DA SAÚDE DE MEMBROS FAMILIARES.
SE ESTAMOS AFEITOS A DESTROÇOS PROVENIENTES DA ANGÚSTIA, UMA DROGA CONSENTIDA PELA MEDICINA SOB RECEITA E INDICAÇÃO, QUE MINIMIZE ESSE TEMPESTUOSO MODAL SEMPRE É VÁLIDA, OBVIAMENTE, MESMO QUE A CRIATURA OUTRA TEÇA INTERPRETAÇÃO EQUIVOCADA A RESPEITO MESMO DA SOLIDÃO, POIS SOLITÁRIOS SÃO AQUELES QUE NÃO COMPREENDEM SEQUER O QUE SEJA DEUS, MESMO PORQUE A COMPANHIA HUMANA PODE SER INFERIOR A DE UMA BORBOLETA QUE SÓ ABRE AS ASAS PARA VOAR...
A CALMA BASILAR, PRECÍPUA E SUBSTANTIVA É UM DOS PRINCÍPIOS DA SABEDORIA VINCULADOS NÃO PROPRIAMENTE À REAÇÃO RÁPIDA FRENTE A ESTÍMULOS DETERIORADOS POR RUÍDOS PASSÍVEIS DE IDENTIFICAÇÃO E ANÁLISE, MAS POR USO DA MASSA CINZENTA VINCULADA E OPOSTA AO MOVIMENTO DOS INIMIGOS, QUE TANTO TENTAM NULIFICAR LIDERANÇAS
ALGUNS INCENSOS SOBREMODO INTUEM QUE NÃO SAIBAMOS EXATAMENTE O QUE CONTÉM, SENDO QUE PORVENTURA QUIÇÁ O MELHOR MEIO DE NÃO SE INTOXICAR É NÃO INALÁ-LOS, POIS QUALQUER FUMAÇA NÃO SEJA VÁLIDA PARA TERMOS OS ALVÉOLOS, ESSES BROTOS TENROS DE PULMÕES QUE DEVEMOS MANTER INTOCÁVEIS, SENDO INTOXICADOS PELA QUEIMA DE SUBSTÂNCIAS COMO O CARVÃO E OS ÓLEOS ESSENCIAIS.
O ANDAR DA CARRUAGEM
Caminha-se tanto, o homem do lavoro da manufatura fica inquieto
Mesmo que suplantemos algum despertar notívago, ainda de dia
E mesmo que a abordagem da medicina encontre na monográfica examinadora
Algo de se ler a mais, no tubo convexo que aponte certezas...
Há empresários que se alimentam das plêiades pagantes dos tempos
Nos seus vieses contestadores: os citados tempos e as medidas.
Qual não fora uma medida alterna, a discrepância quase consciente
No recalque do bate e rebate, no contra investimento, no rebatimento do ser
humano
Em outro: paráfrase indiscreta da TI, como ciência agora quase desprezada por
ausências
De mais bibliotecas de rotinas programáticas, a supor, conforme o andamento de trações animais...
segunda-feira, 24 de março de 2025
NA PLATAFORMA DA DROGADIÇÃO, LACAN, A RESPEITO DAS AFECÇÕES SOBRE AS PSICOSES, ELABOROU SEU TERCEIRO SEMINÁRIO, POIS FREUD NÃO CHEGOU A IR ALÉM DOS CASOS DE NEUROSES. MAS A ABORDAGEM LACANIANA NÃO É MUITO COMUM NO TRATO DE DOENÇAS MENTAIS GRAVES, POSTO O BEHAVIOURISMO É MAIS USUAL, JÁ QUE NO CORRER DA HISTÓRIA DO SÉCULO XX, COM AS GUERRAS, OS EUA TINHAM QUE TRATAR OS SOLDADOS QUE VINHAM COM PROBLEMAS COM RESULTADOS PARA SEREM OBTIDOS A CURTO PRAZO, PARA ISSO A INTERVENÇÃO MEDICAMENTOSA PSIQUIÁTRICA, NO CITADO CURTO PRAZO, ESTANCAVA MUITOS MALES MENTAIS, OU OS ESTABILIZAVA CONFORME A SITUAÇÃO CRÍTICA DOS PACIENTES. ESSA PRÁTICA CLÍNICA AINDA É A PREDOMINANTE NO MUNDO OCIDENTAL, ESPECIALMENTE NOS EUA.
A CATEXIA OBJETAL OU PARA PESSOAS, A PREDOMINAÇÃO AFETIVA, TUDO QUANTO SE DIZ A RESPEITO DA ENERGIA DA LIBIDO SOBRE COISAS, PESSOAS OU OBJETOS, PODE ENCONTRAR NA SUBLIMAÇÃO UMA SAÍDA, POIS NÃO É ATRAVÉS DA NEGAÇÃO DE UMA MULHER QUE UM HOMEM ENCONTRARÁ A LIBERDADE DE AVANÇAR O SINAL, JÁ QUE ISSO CONFIGURA CRIME PERANTE A LEI.
O RECALQUE DE UMA PULSÃO NÃO SOME OU É RESOLVIDO, COMO QUANDO SE ESTOURA UM BALÃO. ELE É UM TRABALHO CONSTANTE DO PACIENTE PARA QUE NÃO BROTE NO CONSCIENTE. FREUD AFIRMA QUE QUANDO CESSAMOS O RECALQUE ELE SE TORNA COMO QUE UMA POUPANÇA, POIS A MANUTENÇÃO DO ESTADO DE NEGAÇÃO OU DE MANTER NO RECALCADO ESSE ESTADO DE ESPÍRITO SE CHAMA CONTRAINVESTIMENTO, COMO UMA ECONOMIA NA CIÊNCIA DA PSIQUE.
domingo, 23 de março de 2025
AS MARAVILHAS DA NOVA CIÊNCIA DOS NEURÔNIOS, ENCABEÇADA POR FORMAS DA PSIQUIATRIA EM SEU MODAL DE PESQUISAS E NEUROLOGIA, COMO CIÊNCIAS MÉDICAS, ABRE NOVAS FRONTEIRAS NO TRATO COM PACIENTES COM DOENÇAS DEGENERATIVAS CEREBRAIS, COMO NO CASO DAQUELES QUE POSSUEM UMA BOA "RESERVA COGNITIVA", REFLETIDA POR UMA VIDA DE INTELECTUALIDADE E TAREFAS VÁRIAS DURANTE A EXISTÊNCIA, CONFERINDO MAIS LONGEVIDADE E QUALIDADE DE VIDA AOS QUE LEVARAM A VIDA ATRAVÉS DESSE MODUS OPERANDI.
O MUNDO DIGITAL, SE POR UM LADO ESTÁ VIGILANTE COM O MATERIAL OBTIDO POR FILMAGENS, POR OUTRO JÁ INTERPÕE MECANISMOS DE FORJA QUE BURLEM PROVAS OU AS INVENTEM COM OS RECURSOS ILÍCITOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NESSE SENTIDO NAS CHAMADAS FAKES DIGITAIS, DISSEMINADAS EM QUESTÃO DE DÉCIMOS DE SEGUNDO PARA TODO O PLANETA.
NOS CIRCUITOS INTERNOS, HÁ AQUELES QUE OBSERVAM E DELEGAM AÇÕES EXTERNAS OU INTERNAS, HÁ CIRCUITOS EM PENITENCIÁRIAS OU HOSPITAIS EM SERVIÇO, HÁ CÂMERAS EXTERNAS PARA ADMINISTRAR RUAS, E HÁ EMPRESAS QUE OBSERVAM E, MUITAS VEZES, USAM ESSE RECURSO PARA ADMINISTRAR O LÍCITO E O ILÍCITO, COMO NO CASO DE LABORATÓRIOS DE REFINO DE DROGAS, OU TUDO O QUE FAÇA PARTE DA LOGÍSTICA ULTERIOR DESSE TIPO DE REDE, INCLUSO OS OLHEIROS DIGITAIS, QUE TRABALHAM EXTERNAMENTE COM SEUS SMARTPHONES.
EM TODO O COMBATE EXTERNO OU INTERNO A NÓS MESMOS, AS DERROTAS PODEM SUCEDER, E VÊM UMA PEQUENA VITÓRIA, POR VEZES SUCEDEM EM PROFUSÃO OUTRAS DERROTAS, E APRENDEMOS COM ELAS CADA VEZ MAIS, E SUCEDE QUE PODE SURGIR UMA GRANDE VITÓRIA, E A MESMA HISTÓRIA DAS DERROTAS SERÃO - AÍ SIM - O CENÁRIO MAIS FÉRTIL PARA QUE APRENDAMOS A PROSSEGUIR EM MAIS CAMINHOS ONDE SURGIRÃO MAIS E MAIS VITÓRIAS, MAS AS DUAS COISAS FAZEM PARTE DA NATUREZA HUMANA, E DEVEMOS ACEITAR ESSE CICLO NATURAL, MAS O SEGREDO É BUSCAR, SEMPRE, A VITÓRIA.
A UNIÃO FAZ A FORÇA
Seria
redundante o título, uma nação se faz unida, com tudo o que possui, suas
características típicas, e a imensa variedade cultural que faz parte de suas
mais variadas etnias, populações com um todo, agremiações, ideários, formações
de caráter político ou religioso, diversidade de gênero e etc, como é o caso do
nosso país, o Brasil. Vamos a um café e, de repente, conversamos brevemente com
um estrangeiro, vamos para a praia, no verão, em Salvador, à noite, e uma roda
de Umbanda conversa espiritualidade pelos poros, próxima a uma Igreja católica
onde, mais adiante, os evangélicos acabam de fazer o seu culto noturno,
igualmente... Não estamos para saber se um grupo ou outro gostaria de tomar o
poder e fazer da Nação uma extensão de interesses e oligopólios estrangeiros,
já vimos esse filme antes, e só perderíamos nesse viés, pois o que já está
funcionando é a nossa Democracia, tal qual se nos apresenta e se sedimenta
passo a passo no correr do despontar da República Brasileira, tal qual a
conhecemos tão conturbada, desde a época do Império, em nossa história.
União e
Reconstrução é um lema a ser seguido não propriamente parcimoniosamente, mas
com a convicção plena da batuta de nossas instituições, dos nossos acordos
comerciais e, principalmente, do respeito de alguns governos com relação aos
chefes de Estado mundo afora que merecem atenção, obviamente por estarem
trilhando um caminho rumo a independência econômica e cooperação mútua
internacional, justamente se os ditos signatários de tais países que ainda
mantenham alguma reserva contra as democracias de cunho popular ainda não
tenham compreendido o fato de que só poderão se beneficiar da citada cooperação
internacional, ou seja entre as nações mundiais como um todo. A União interna
se torna mister, algo que seja fundamental, para que possamos – aí sim –
empreender novas jornadas em direção a uma paz mundial e recorrentemente contar
mutuamente com o apoio de grandes nações, no exemplo evidente de estarem em
condições econômicas privilegiadas e puderem manter relações comerciais de
excelência com a nossa nação, sem o acometimento de tentar controlar-nos por
estarmos trilhando relações multilaterais dessa Natureza com quem nos
interessar.
As
críticas bem fundamentadas alicerçam o diálogo e abrem as possibilidades para
debates amplos sobremodo em temas recorrentes de nossa nação, mas se utilizar
de inteligências ou agenciamentos reflexos, subtrair as nossas bases ou minar
lideranças com talento de nossa própria inteligência, é um ato de subverter o
andamento de uma democracia, mesmo que essa ingerência seja patrocinada por
aqueles que detém um poder político indiscutível e possuam a imunidade para se defenderem
de tais atos. Uma maçã podre contamina o cesto, e a reação em cadeia pode ser
altamente contagiosa, se não retirarmos profilaticamente os elementos que se
insurjam covardemente contra a nossa normalidade democrática, pois não
poderemos avançar nem econômica e nem politicamente se não tivermos preservados
os requisitos essenciais de bem portarmo-nos perante aqueles que negamos mas,
se intimamente negamos uma assertiva ou ideia, possamos combate-la no plano
mesmo das ideias, do debate, ou mesmo podemos ser oposição saudável, sempre
usando as ferramentas da democracia, e jamais um movimento de subversão ou
entrega a interesses estrangeiros pode ser o mote ou motivação de uma ação concreta
que, no fim das contas, só traria desunião e claudicaria o escopo do
desenvolvimento nacional como um todo: humana, cultural e economicamente.
ALGUMAS MULHERES MUITO CONSERVADORAS NÃO SUBENTENDEM QUE TUDO AQUILO QUE SERIA UM PARADIGMA LIBERTÁRIO ACABA POR FECHAR AS SUAS PRÓPRIAS CARTAS DO GAME EM FAVOR DE UM PATRIARCALISMO INÓSPITO, EM NOME DE UMA RELIGIÃO, DE UMA CONFORMAÇÃO IDEOLÓGICA OU ALGO SIMILAR, QUE O SEU MARIDO OU NAMORADO DÁ A ENTENDER QUE SÓ ELE, ENQUANTO HOMEM, TEM O PODER DE MANTER UM ESTADO DE COISAS, ONDE ELA SERIA UM TIPO DE PRIMEIRA DAMA ÀS AVESSAS, NA SUA ILUSÃO DE ESTAR SENDO APENSA À ESPOSA, DE TAIS HOMENS, APENAS ISSO, UM "ACESSÓRIO" DO HOMEM...
FLORES VERDES COM PISTILOS RUBROS
Quem sabe a aurora fosse um dia desperto, ou uma noite dormida
Mas, na vertente de muitos, a inexperiência revela a vivência de mais um dia.
O afã das descobertas, aquele rapazola que a guria encontrou na escola
Ou quando a merendeira sabe que no fundamental a escola integral está fora de
moda.
Mas o trabalho, as flores tenras e jovens, qual o suor que disporiam a tempo
Para saberem de outros trampos que não fossem mais que o despertar não cumprido
na saia justa.
Aquelas escolas todas, o orgulho de se estar na rede, se ser uma agente em
treinamento,
Qual, um livro bem escrito talvez fizesse bem em equacionar algo maior do que
os saberes.
Mas não se sabe, quando somos folhas secas no rés do chão, na base das ruas
O que se passa no imo das flores verdes com pistilos, nem se androceu segue das
suas.
O que se saberia é que por vezes a água que alimenta, vem com insumos
Nos cristais algo alvos de mesclas indizíveis que dão esse furor uterino no
portar intempestivo da planta.
POR MAIS QUE A JUVENTUDE ESTEJA INQUIETA COM SUAS RELAÇÕES COM O MODO DE SE VIVER PLENAMENTE, E ASSOBERBADA COM ACONSELHAMENTOS DE GERAÇÕES QUE NÃO PARTICIPAM DE SUAS VIDAS PORQUANTO SÃO DISTINTAS, HÁ SIM A POSSIBILIDADE DE CONQUISTAREM UM LUGAR AO SOL, MESMO QUE O TRABALHO NÃO VENHA A SER TUDO PARA QUE MANTENHAM SEUS OBJETIVOS, POIS O IMEDIATISMO DO PRAZER NEM SEMPRE TEM QUE ESTARA RELACIONADO AOS ENTORPECIMENTOS COMO O ÁLCOOL E AS DROGAS, MESMO EM SERVIÇO NAS EMPRESAS.
sábado, 22 de março de 2025
PRESERVAR OS LAÇOS FAMILIARES E RESSURGIR DE UM SUPOSTO LIMBO EXISTENCIAL, POR VEZES, SOBREMODO É ENCONTRAR O ENTUSIASMO E PERMITIR QUE OUTROS SERES HUMANOS SE AGREGUEM NA NOSSA FAMÍLIA COMO COAUTORES DE UMA MÚTUA AJUDA, QUANDO ESTAMOS AFEITOS À REALIDADE E DISPOSTOS A TRABALHAR COM RESPONSABILIDADE PARA TAL.
O RELAX DO SER HUMANO SE DÁ POR ESCAPES DIVERSOS, MAS QUANDO HÁ UMA SUBSTÂNCIA PSIQUIÁTRICA QUE TEORICAMENTE ELE PODERIA FAZER USO, TOMANDO POUCAS GOTAS, DEVE SEMPRE FAZER O MOVIMENTO CONTRÁRIO E TENTAR RELAXAR LENDO UM LIVRO E PARTIR PARA A AÇÃO, SENÃO ESTARÁ SUBSTITUINDO O VÍCIO DO ÁLCOOL OU DA MACONHA, PORVENTURA POR UMA OUTRA SUBSTÂNCIA, E O ESTADO DE MEDITAÇÃO AJUDA MUITO, COMO SINTONIZAR COM O SUPREMO E ACEITAR CERTOS MOMENTOS DE TENSÃO COMO MOTIVAÇÃO CONCRETA DE SE RECONECTAR COM O DIVINO, ATRAVÉS DA CITADA AÇÃO.
sexta-feira, 21 de março de 2025
O EMBATE SERENO AO REINO DAS POSSIBILIDADES
O que em
dias mais turvos, quiçá nos arremedos dos movimentos de uma temporada, ou
naqueles próximos a festejos, seria algo de concreto o fato de seus procederes
não serem igualmente mais facilitados, esses dias mais turvos, quiçá a
influência das bebedeiras e outras formas de se entorpecer, a predisposição,
tudo isso remonta por vezes que não achemos muito possível uma paz de espírito,
ou algo que remontasse uma vida mais saudável, como o andar de uma carruagem
que não encontrasse obstáculos maiores em seu derredor. Não seja especulação
fortuita essas assertivas na preparação de uma forma que equidiste logicamente
do que seja mais tênue a linha que nos separa das vitórias de uma era, um período,
ou as derrotas quase concomitantes àquelas...
Tudo o que
diga respeito a um serviço inerente e individualmente posto a cada ser humano traduz
ao comportamento de cada qual perante um universo íntimo que muitas vezes está
oculto sob o manto dessa idiossincrasia, desse se “comportar”, da aparência que
muitas vezes apenas a fala de como procederíamos se tal coisa acontecesse,
perante um olhar clínico, não seja suficiente para investigar causas mais
profundas do nosso inconsciente, porquanto entidade de fato, porquanto iceberg
de nossas emoções mais secretas e pulsar consequente de muitas atitudes
recalcadas, ou reprimidas pelo nosso critério auto punitivo, ou moralmente
exacerbado. Utilizar o cérebro remonta termos uma boa reserva cognitiva para
continuarmos úteis, e alguma pulsões que a psicanálise tão bem esboça como
energia libidinal, para alguns é solucionada logicamente em dar vasão a essa
energia, por meios os mais variados, desde que haja, aí sim, um critério que
emancipe boa conduta e não propriamente a inflexão de um id perverso que nos
faça mal, que enalteça o enriquecer vivências cotidianas com a adição a
substâncias tóxicas, nos famosos escapes que na ponta vão culminar na atenção psicossocial
como intervenção e tratamento dos males que porventura podem ocorrer ao ser
humano.
Serenamente,
temos a possibilidade de usufruirmos dos embates corriqueiros da vida, tal como
se nos apresentam, na forma x ou y, nos meios necessários a que os
compreendamos melhor, outrossim, em pontas ou arestas que por vezes temos que
podar para ter uma vida mais neutra sem comprometimentos maiores com entornos
que se tornem mais hostis, ou na preparação mesma de que a citada serenidade é
modo valioso para carregar nossa bateria existencial, nos moldes da meditação,
da oração ou similares, ou mesmo em uma vida mais contemplativa que abrace
melhor a ideia de que nem tudo no mundo possui o ritmo frenético, e que nem
todo o olhar humano tem que estar angustiado por não se ter cumprido metas que
já se apresentam pela aurora, e correm através de um dia ao que seja suficiente,
pois depois de todas as tarefas realizadas, o sono é fundamental para reparar e
dar continuidade ao reino das possibilidades que, aparentemente, e dentro de
nossas substâncias íntimas e internas do ser, ou seja, das químicas neuronais e
etc que já fazem parte de nosso corpo e mente, possamos dar vasão àquilo que se
chama espiritualidade, que é a culminação interior e exterior desse tipo de
vivência do ser.
O SER PARA SI
Qual não fosse para o objeto que não há, o suprassumido viés
Do outro que se recompõe e retorna, a mulher que está, a rua que conforta...
Ao que se tenha outro ser, na libertação do não cumprir-se mais missão
À outra questão do ser, em outra-em-si-por-ela, não fora, se possível, apenas
Um dia que seja, na ausência já do homem do per-saber-quem-é.
Uma manhã em retrieve plenitud na parte que caberia na semântica de Saussure
Quando vem a parte da Natureza, a totalidade de outro Ser-Maior
Quanto na confluência do não oco proceder, repleto, o que seja: vasos-comunicantes.
quinta-feira, 20 de março de 2025
A VERTICALIZAÇÃO EXCESSIVA DO PODER INFERE PRESSÃO ÀS CAMADAS INFERIORES SOCIALMENTE, OU VULNERÁVEIS DIANTE DE UM COMPORTAMENTO SECTARIZADO, PERANTE O VIÉS DE UMA HIERARQUIZAÇÃO SOCIAL QUE PERTENCE AO USO DISPENSÁVEL DE MILITARIZAÇÃO NO ESCOPO DAS DITAS SOCIEDADES DE FACE TOTALITÁRIA, OU DE EXTREMOS, TIPIFICADAS NAS DITADURAS OU GOVERNOS EXTREMAMENTE CONSERVADORES.
AS FOCAS ERAM MORTAS A PAULADAS PARA PRESERVAR A PELE, QUANDO OS CAÇADORES ÍAM ÀS REGIÕES GELADAS FAZER A CAÇA PARA A INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO. DEPOIS, O GREENPEACE COMEÇOU A PINTAR O CORPO DESSES ANIMAIS BRANCOS COM TINTA PERMANENTE, PARA ESTRAGAR "O PRODUTO". HOJE, DIZEM, É POLITICAMENTE CORRETO EXPLORAR A PELE DE ANIMAIS PARA O VESTUÁRIO, MAS QUIÇÁ SEJA FEITA A CRIAÇÃO DE JACARÉS NO CATIVEIRO PARA COMERCIAR O COURO...
OUT OF OURSELVES
Make me the chance to show you
That ourselves prefer slideshows, before
The consonant ways retrieve us conform our confrontations…
Make me another literature, so, a complete, like a emotion to read
A great opera from a great writer when this appears over our horizon…
Make me it’s possible, understand the situation, my little girl
When the superb from the attitude of if you really is right or
Beside you live another man, from another country, so, it’s real?
I don’t understand me anytime, because I don’t know who I am in true
But, you know me, ever, and always that felling songs in your beautiful window
Remember that always I recognize the people that I love, and I love you so much and it’s enough…
quarta-feira, 19 de março de 2025
QUE ESTRANHA É ESSA FORMA DE LIBIDO DE TER EXTREMA ATRAÇÃO PELA INTELIGÊNCIA, COMO SE APARENTEMENTE, OU MESMO POR IGNORÂNCIA, SE SUBLIMASSE O PRÓPRIO INCONSCIENTE E SUAS PULSÕES, POIS JUSTAMENTE RACIONALIZAMOS QUE ESTARMOS SÓS NÃO CORRESPONDERIA A UMA EFETIVA REALIDADE DE FATO, ESSA DE TERMOS QUASE QUE COMPULSORIAMENTE UMA INTIMIDADE COM UMA MULHER QUE SEQUER CONHECEMOS, E AINDA POR CIMA VEMOS NAS ENTRELINHAS DE UMA TÊNUE PASSAGEM PELO PREENCHIMENTO DO QUE PROJETAMOS SER SOLIDÃO SE, PORVENTURA, UM HOMEM COM SEUS LIVROS E CIÊNCIA FÍSICA E ESPIRITUAL AINDA PODE ESTAR MAIS ATUANTE SEM FAZER PARTE DE ILUSÕES TAMANHAS, ATRAVÉS DE UM SERVIÇO AO PRÓXIMO COMO PRÁTICA CONSTANTE E DISSUAÇÃO DE RUÍDOS EXISTENCIAIS MAIORES, POIS É LEVANDO A ESPERANÇA ÀQUELE QUE NECESSITA QUE SE VIVE PARA A VIDA ETERNA...
A DISTÂNCIA NÃO SE RESSINTA DE FAZERMOS O MELHOR POR NÓS, MAS A EXPERIÊNCIA FALA MAIS ALTO MESMO, E OS VETERANOS, TANTO HOMENS QUANTO MULHERES, QUE SE ENTENDAM MUTUAMENTE, POIS NÃO VIVEMOS LONGAS JORNADAS NESTA EXISTÊNCIA EM VÃO, E NÃO PODEMOS JOGAR FORA O AUXÍLIO EM QUE UMA MÃO SOLIDÁRIA ESTEVE PRESENTE QUANDO PRECISAMOS DESSE AUXÍLIO TÃO FUNDAMENTAL.
QUANDO ESPIRITUALMENTE SÓI ENCONTRARMOS COM ENTIDADES DA UMBANDA, A REFERIDA RELIGIÃO É SOBREMODO FORTE, E A QUESTÃO DA NEGRITUDE E DA LIBERDADE NESSA QUESTÃO EM UM PAÍS COMO O BRASIL. ESPECIALMENTE NO SUL, DE MAIORIA BRANCA, É SOBREMODO IMPORTANTE E AFIRMATIVA PARA A IDENTIDADE ÉTNICA DAS POPULAÇÕES DISCRIMINADAS EM TAIS SÍTIOS.
AS INQUIETAÇÕES DE ORGIGEM EXISTENCIAL POR VEZES SÃO MAIS COMPLEXAS QUANDO NOS DISPOMOS A NÃO ENCARAR A REALIDADE TAL QUAL É, E SE PODEMOS SUBLIMAR O QUE ANTES PENSÁVAMOS FOSSE UMA SITUAÇÃO DE CARÊNCIA AFETIVA COM A ATIVIDADE INTELECTUAL PODEMOS SEGUIR TENDO OS RELACIONAMENTOS COMO ELES SE NOS APRESENTAM, BEM COMO SOMOS LIVRES PARA TAIS ESCOLHAS.
terça-feira, 18 de março de 2025
Libido é o substantivo feminino, com origem no latim libido. É usado para descrever o desejo ou impulso sexual de um homem ou mulher. No âmbito da psicologia, a libido é fundamental para entender o comportamento humano, porque o condiciona e é vista como a energia que direciona os instintos vitais. A libido também é objeto de estudo de muitos teóricos, principalmente do pai da Psicanálise, Sigmund Freud. Como não está ligada exclusivamente aos órgãos genitais, a libido pode ser direcionada em relação a uma pessoa, objeto, ao próprio corpo ou a uma atividade intelectual.
A excitação nem sempre está ligada ao sexo. Pode-se até mesmo cortar o impulso erótico apenas pensando que é melhor ir dormir cedo para fazer uma prova no dia seguinte – uma mudança de planos regida pelo córtex cerebral, a fina camada que envolve o encéfalo. É interessante notar que nem sempre essa empolgação neurológica está associada ao sexo. Pode-se ficar excitado pelo trabalho, pelo sabor de uma comida, pelo som de um show de rock e até por ideias tiradas de um livro sobre filosofia.
VIDA ESPIRITUAL
Teus olhos veem a luz que emana em ti mesma
Quando porventura descobristes que és uma mulher
E quem sabe seria tão simples descortinar a primavera de teus braços
Sem que a ausência de tuas noites não me fizessem imergir na lua.
Semântica dos meus propósitos, quem quer que sejas, serás sempre quem for
Posto nem que todos os quadrantes nos levem a algum lugar
Pois algum lugar de nós ainda estará naquilo que desejáramos ser no sempre de nós mesmos...