Da
objetificação se ensombra a peça
Que
peça seja, uma máquina atmosférica de pouco carbono
Ao
que não se ressinta o metal volúvel
No
perfil coadunado do que merece quase um destaque
Ao
que a periferia ressente do verso que não emerge à tona.
Um
saber silencioso, de se palpar uma vértebra de sons
A
que um dia possa fenecer os lábios cruzados entre bochechas
Que
possuem glúteos de palpar as feras, quando estas cruzam!
Ah,
doce fremência do verbo sentir, a aurora carmim de falsetes
Quando
o réptil aciona seu próprio start, um tempo de debates vãos…
Não,
que uma nação se não faz de sombras, não se constrói de flatos
Quando
na iminência de uma urgente promessa, um vaso ergue
O
ato incólume do despertar solitário de uma necessidade crua.
Que
não se ressinta esse ato, pois da defecação humana está a fez
No
neologista que a não fezes, posto de fez está a ação que não
lembra
E de
fezes ao menos um produto para um biodigestor, na rica acepção!
Na
frente de um estrábico canto de miras próximas e distantes
No
que se fosse melhor estaria melhor ainda o distanciamento infame
Do
proceder que não repetisse jamais o erro de uma labuta
Em
que a indiscrição revela-se no tempo meridional.
A
máquina verte seu suor de metais e plásticos, como tapete
De
um cristal moído e solução de muitas quimeras
A
que qualquer latitude prescreva o salvacionismo
Mas
que volte o motor a funcionar antes mesmo de ser interrompido!
Que
cresçam os comburentes, que a fumaça suba aos céus, emparedando
Sequer
intenções louváveis, que se desfaça de vez o planeta inteiro
E
que desça o rei de Israel de sua nascitura Jerusalém turva pelo
medo.
Que
o Apocalipse esteja mais próximo, a ver, com quantos paus se mói a
moenda
Do
escrutínio que não exerce força, mas da força de uma engrenagem
Que
altere o inferno de certas gentes que estão no limbo
Ao
menos tentando fazer de uma nação um lugar melhor...
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