quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023
A CAPILARIDADE DA MALDADE NÃO TEM FIM, E NEM SERÁ LIBERTANDO ALGUMA FRONTEIRA QUE MUITOS DELES JÁ NÃO ESTARÃO DEVIDAMENTE POSICIONADOS EM OUTRAS, COM A FACINOROSA MISSÃO DO GANHO BRUTAL E ILÍCITO, NAS MODALIDADES INIMAGINÁVEIS DO CRIME, E COM ORGANIZAÇÕES POR VEZES TÃO PODEROSAS QUE NEM MESMO AS SOMBRAS OS POSSAM DETER, POR VEZES...
UM BOM MODO DE UM AGENTE PRESERVAR SUAS PARCEIRAS É TORNÁ-LAS PARCEIRAS IGUALMENTE, DENTRO DO ESCOPO DA CAUSA COMUM, DENTRO DA VARIEDADE ESPECTRAL DA CONSONÂNCIA DE VIRTUDES REENCONTRADAS E REFORMADAS NO DIA A DIA DAS DIFICULDADES, POIS OS ERROS SÃO FACTÍVEIS DE SEREM DISPOSTOS SOBRE A REALIDADE FACTUAL.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
NÃO HÁ POR QUE O HOMEM NÃO DEIXAR-SE FICAR MAIS ALGUNS INSTANTES NAS LETRAS SE ESTAS NÃO DEIXAM DE NAVEGAR PELAS NOVAS E ALVISSAREIRAS PLATAFORMAS DE UM ESPÍRITO RENASCIDO NA TÉCNICA, E NA MESMA MÁQUINA HUMANA QUE SE TRADUZA NAS FORTALEZAS DOS GUERREIROS, SEJAM HOMENS E, PRINCIPALMENTE AS MARAVILHOSAS MULHERES DE FATO, CONSOLIDADAS POR VEZES POR BRAÇOS DE ÉBANO...
CONFORME O DIA QUE SERÁ O AMANHÃ
Do dia de vinte e quatro, a outro que seja
um outro, apenas
Quando de compromisso, e a vertente de um
agendamento
Por vezes tem uma importância capital, que haja um
retorno
Ao bom senso de se saber que um dia na vida de um homem
ou mulher
Sabe mais à lei que o seja do dia que seja melhor
para ambos
Dentro do escopo da recuperação paulatina, ou
mesmo
Que nos verta a questão primeira de um planeta
escorreito
Quando os dias de um forma de chi nos revele que a
vida
Seja o despertar pleno da aurora na presença de uma linda
mulher.
O CONSEQUENTE ESFORÇO EM OBTERMOS OS NOSSOS OBJETIVOS DO EM SI É UM MODO, QUANDO PERSEVERANTE, DE ESTARMOS COM UMA CONSCIÊNCIA EM SE CONTRUIR, TODAS AS VEZES EM QUE PENSAMOS EM AGREGAR OS DIVERSOS CONHECIMENTO EM PROL DE UM BEM MAIOR, DA CONSTRUÇÃO DE UM PROPÓSITO, ALÉM DE SÓBRIO, RENITENTEMENTE LOUVÁVEL...
domingo, 12 de fevereiro de 2023
TRABALHO REMANESCENTE
Qualquer dia seja um dia, nem que seja algo
de flashie
Quando se pressupõe planilha, algo de se refazer
concretude
Mas de pressuposição alterna, a vertente que não
encerre
Uma modalidade ausente que não fora, mas que não se
ressente
Ao que vista a caráter o nublado tempo de um quase
futuro
Onde uma mensagem não posta a transparência de um
mensageiro
Mas que refaça a onda que veio e já na suposta
estrofe conclui…
O viés da fortuna não seja tão
passageiro, mas que não se ganhe ao caminho
Onde o vento morno
vá de encontro da contra maré, e a sua taciturna forma
Verte
no conhecimento algo de uma plataforma inequívoca onde a
força
Revele-se cada vez mais na certeza de um gesto que derive
de missão cumprida!
sábado, 11 de fevereiro de 2023
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023
O MARAVILHOSO MUNDO IMAGINATIVO
Quem dera imaginar fosse a única questão de ordem
Quanto a se saber de fantasmas frouxos que saem de cena
Quando as invectivas da soberba em dispor da vida de um homem
Se apresentam como orientações díspares dentro das estruturas
Que se abstém do ser em questão, humanizando de modo laico
A história que não se pagina em questão de uma falsa ordem
Quando o que se quer é perpetuar a dominação, não importando
Se o interlocutor, isso da ótica da grande imprensa, que lambe as botas
Daquele país que não é o nosso, visto apátridas que são, ainda tentando
As invectivas da podridão de querer entregar aos cuidados dos interesses
Dos mandos externos a ingerência que o nosso Presidente possui como domínio
E habilidade particularmente exemplar em perdoar os erros brutais
Que o norte e seus lacaios de nossa mídia nativa fizeram
No passado recente quando desconstruíram o processo da nossa civilização
Entoando as veias do regresso e entregando de mão beijada
Qualquer relação inequívoca com o passado funesto de, quem diria,
Termos que aceitar que a hora do agora não se processe, quanto de dar nó.
Para citar o que é veraz, fevereiro seria a data da entrega, nos desmandos
Que houveram construído para toda a latinoamérica o atraso
Que agora perfaz a nossa vitória enquanto continente pátrio
Independente se somos tais ou quais seres menos humanos
Daqueles que assim o pretendem, serem ao menos a solidez em dizer
Que pretendiam que não o fôssemos, de tal qualidade que mostramos ao mundo
O espelhamento sereno de sermos e termos o carinho em acariciar o veludo
Com o mesmo toque de uma alfombra amazônica, na sua relva de nascituro
Assim sendo, que não levantemos o mesmo tapete para que o Império
Possa se amarfanhar no subcutâneo minério de nosso solo
Posto nação perene que a sejamos
A trilhar caminhos de luzes, mesmo que para isso o sol brilhe todos os dias
Na direção de nosso único e mesmo caminho!
NOVAS DE PRIMAVERAS
Quem dera a obra, não, a obra é obra e sempre
será
Posto erguer os tijolos na fieira, algo clássica, de
sempre
Quando de competência, ao prumo correto de nossos dias
E
a outros afeitos a possíveis desacertos, ou desafetos, ou mesmo
O
plangido verso de uma goteira, um madeiramento ao conserto,
O
viés de um homem sempre falho, tentando, por Deus, ser humano
Na
falta do seu viés de cidadão que queira ser apenas isto, e seria
algo assim…
No que verta a água santa de um templo, a
água que bebemos tem a origem
Quando da fonte que não seca,
quando das mãos que as canalizam para existir
Na anuência
mesma do verbo ser, que seremos mais quanto fizermos, da obra em
si...
Posto obreiros de Deus seremos, nada mais do que isso, de si para Ele, Cristo!
A GÊNESE DA FANTASIA
O poder confere estranhas
invectivas... As mais improváveis, as mais criativas, as mais de engodo e que,
por deus, por que sempre haverá a criativa modalidade que serve ao crime, à
crueldade, à insânia e à disparidade abissal socialmente, conferindo, através
da prosperidade sem par e desnecessária à ganância uma realidade de misérias e
carestias onde se dificulta sobre modo o soerguer-se aquela nação ou continente
acometido por essas realidades? Quando se trata de repartir aquele pão
crístico, quando se parte a se respeitar as leis de deus, a criação de tudo o
que vemos, quando sentimos o não sentir do átomos, quando saibamos que dos átomos
somos em si feitos, quando saibamos que a medicina é apenas uma profissão, que
a física de newton nos guarnece em sua consecução provável, quando sabemos que
um cão pode ser quase um filho que por ventura não o tivemos, quando sabemos
que um de nossos filhos cresce materialmente, mas por caminhos dúbios e
queremos ter orgulho dessa falta, que deus que nos dê o crédito de tudo, o que
seria a fantasia de se crer que será aos ricos que dará o cristo a bênção, pois
não seria estritamente o oposto, da gênese do filho, do deus homem, o parecer
estranhamente concreto que nos tenha dado a inteligência e que no entanto
quando instrumentalizamos certos softwares ou sistemas que em tese nos
serviriam para a produção de uma indústria qualquer, que seria uma extensão
produtiva, uma facilitação ou ferramenta que enriqueceria o povo, e o
capacitaria a ser um trabalhador mais hábil, o viés vira do avesso e confere não
apenas a concentração maior da riqueza, bem como modalidades de dominação e
instrumentalização que vem há décadas construindo estratégias que certamente
quem as criou agora não as pode desligar... Então, meus companheiros, não
haverá revisão de conceitos da parte das estratégias de dominação, seja de que
lado for, seja do imperialismo, seja da consecução das plutocracias, como dizia
e citava Darcy Ribeiro, sobre certos regimes. A própria criação da ss no brasil
vem da interveniência de alguns poderes invectivos, na modalidade de
capacitação mental e suas técnicas de informação, captação, recursos humanos,
em que se investiu demasiadamente na américa latina como um todo na ignorância
na modalidade literária, onde a xuxa vira lugar comum e a globo, um bastião
desse processo inegável: ou toma tento agora, ou sai, deixe para emissoras mais
saudáveis, pois o carnê dessa industriosa ignorância haverão de pagar com ágio,
por insistentes sejam ainda. A criação mesma de toda a rigorosa rede de inteligência
onde não se conhece as raízes, o fazer como, a administração e suas fontes, a
gerência, a chefia, de onde vem esse poder, podemos inferir que remonta desde a
criação da central de inteligência dos eua, onde órgãos como os aa, por exemplo,
servem como um braço coercitivo, na inferência de seus tentáculos, mas no
entanto ainda válidos, desde que nos resguardemos e não compartilhemos nossas coisas
mais sagradas, que são nossos sonhos e nossas vidas, nossos segredos e tudo o
mais, posto o general service não deixa de ser mais um tentáculo dessa estranha
rede que capta e amplia seus tentáculos.
No entanto, ainda há chance
dos eua, agora já como nação mais decadente, das mais sobre o planeta,
infelizmente, criminalmente suja, com valores já irreparáveis, mas com muita
riqueza e poder, mas há uma chance de redenção, que é ceder lugar ao outro, que
é o gigante do oriente, quando supracitado, os brics do brasil incluso, que
encabeça a sigla. Segue o conselho de que não infiram mais no andamento de
quaisquer que sejam nossos andamentos e conquistas, não nos aconselhem, posto
resolvam internamente seus problemas de ordem criminal, de ordem humanitária,
que já os possuem de monta. Apenas tentem reformar o caráter do holocausto
religioso, na ordem da hecatombe como algo de natureza cabalmente normal, o fim
dos tempos, os santos dos últimos dias, motivação concreta de estarem
espalhando seus agentes por todos os cantos do planeta... As armas não lhes
capacitam mais, e o Oriente, eu um simples gesto de suas artes revela a vós que
não é para si que devam capacitações maiores e nem a cravimaga seja sequer a
luta. Pensem melhor antes de articular seu braço sobre o povo palestino, pois é
a partir dali, a um oriente mediano, que a igreja se reconstrói, e não será
através de Ellen White, que o grande conflito se estabelecerá sobre a
superfície agora construtivamente mais crespa de árvores do planeta, posto
saber perder, my friends, faz parte do jogo.
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023
VOCIFERADA A PENA
Dos alfarrábios de um simples diálogo
Ao que
não se omite, ao gesto, à anuência, ao olhar que revela
Por
drogadição subentenda-se um agente experiente
Que saiba por
moto próprio onde aquela reside
E onde reina por ela regada o
espectro da negociata
Tão simples e esclarecedor, seja ele de
qualquer lado
A se entender que não fora simplesmente o viés
da incompreensão...
O ESPETÁCULO QUE NOS ANIME
As quimeras da vida se tornam algo tão de falsa
quietude
Que, à mais larga disposição de vieses que reduzem a
anuência do real
Consubstancie e repare o que é de fato
questão máxima do aprimoramento
De verdades que sejam mais
atinentes do que a mesma correlata força
Que vemos no andamento
dos poderes, quais flores que emurchecem a vida
Quando, e disto
bem sabemos, a geologia diz mais do que a pressuposição da
terra
Nas vertentes do que dela se tira para se sustentar a roda
dos sistemas já implantados…
Posto que seja em
demarcatórias questões, a se negociar agora nossa riqueza
Em
autos que se compadecem da tristeza em auferirem mais lucros
Nas
modalidades de termos que abraçar, com nosso humilde pinico
A
sobranceira ilusão a quem daremos nossos costados escravos de nosso
povo
A que dele não se tire a miséria, ipsum facto, condição
sine qua non da CIA para o Brazil!
No restante das ajudas,
obviamente que o sistema financeiro continuará espoliando
E as
grandes corporações fraudulentas alimentarão mega projetos
Do
alcance de todo um continente, e antes o que se pensara em
libertação
É uma questão de conciliadora paz, a paz romana,
de se matar o cristo que haverá,
Se houver o menor arremedo que
ele apareça na face da terra, esta do pó da morte.
Não
se falará mais de esperança, em que os russos façam da Terra o que
lhe aprouverem
Posto se de comunismo se fala, que sejamos os
verdadeiros camaradas, pois nada temos a temer
Daqueles que
desde o princípio em suas cartilhas de são luiz prestes, já
planejavam a morte da olga
Antes mesmo de saberem que o reinício
dos trabalhos já foram revisitados, e que os EUA não querem
Que
sejamos independentes, e tenhamos que fazer o papel de lacaios que
somos
Mesmo sabendo que o que nos chama a atenção é que não
aceitam cuba
Como nação independente, e os correligionários
covardes temem defender
Ao menos aquele que já transcendem ter
que morrer sem jamais ter renascido!
É dessa questão de
realocar e perdoar alguns milicianos de ponta,
Alguns
torturadores que possam a ser efetivamente úteis á
burocracia
Tornam a transgressão de uma pátria inteira, a
função de que um homem
Seja incumbido da
tarefa da investigação, sem que se saiba que seu descarte á mais
oportuno
Como o foram diversos agentes, incluso o próprio
presidente, quando a mesma CIA
Orquestrou junto à Globo a
questão que derrubou a esperança da continuidade do progresso
No
coração de uma pátria de todo um continente americano, solapado e
agora requisitado
Por mera continuidade de um poder que transige
com a modalidade nua
De quem estertora, e pensa entrar no
teatro, mas saibam, a agência não faz concessões…
É
hora de questionarmos a concessão midiática, pois ninguém nem
nenhuma família
É dona das telecomunicações, principalmente
quando sabemos que muitos dos nossos irmãos
Foram brutalmente
assassinados sob tortura sob treinamento que ainda continua no
continente
E que agora o Governo bota panos quentes, aceitando
um Exército ao molde de Stálin
Desde que os EUA deem seus
substanciais retrospectos, apoiando a ingerência da China
Que,
na verdade, ainda é melhor para o nosso continente, posto ser a
maior pátria humana
Que permite ao crescimento espiritual e
cultural da humanidade
Alguns milênios de vantagens culturais
que apontam para o apoio mais concreto
Que assista a populações
verdadeiramente mais necessitadas, e que a Rússia, como mão
eslava
Revele a grandeza de sua literatura e história, na
veracidade de serem ao menos homens melhores!
O ETERNO RETORNO DE UM FRACASSO
Dia a dia, a cada 24 horas, há o viés de uma
recuperação de mão dupla:
Aquela que denota o bom senso da
coerência humana, da aceitação
E a outra face do odiento
regresso, conferindo no pensamento do escopo social
A natureza
dialética da própria história, quando na verdade o progressivo
Já
cresce mais e mais, no pungente desenvolvimento da atitude, esse
outro modal
Quase esquecido nas vielas da covardia, na
sustentação de uma carne célere
E no temperamento de corvos
dentro do escopo de sua dissuasão
Quando uma simples andorinha
os bota pra correr de seus poleiros de chumbo!
Isso
remonta o lúdico nos dedos do poeta, o anima e o refaz na
peremptória arte
De um pertencimento à realidade, de
identificar depoentes e casos parecidos com o nada
Quando de
revelação inequívoca de que o bastante não seria suficiente par
um dia sem
Aquilo que de triunfo vira apenas uma marca de
biscoito meio chocho nos pampas do sul.
Aqueles que
submetem a si mesmos a um tipo de humilhação de repentes
chorados,
Quando sentem que a plataforma de seus quereres não
atravessam o poder do ser algo
Ou quando as latitudes de suas
ambições enfrentam os freios da sua conspiração de fato
Deixam
a vida para prosseguir rumo à esfera dos dissabores, pois sim,
quando começa o fel
A trabalhar em suas línguas ferinas, na
ocasião quase indelével de que a chama acesa por tais
Já chamusca os pés
de mato fugidio de seus lacaios e mandatários no seu
conforto…
Quais éguas sem comando, sobem por caminhos
onde o vau dos rios secou,
Onde os sertanejos no sul já são
realidade, e o integralismo vira algo risível
A partir do
momento de que toda a estrutura rui como um grande castelinho de
cartas.
É nesse exato instante que a lógica da
programação quase independente
Se torna aquele eixo sem biela,
aquele pistão sem óleo, aquela maquiagem de velha,
Aquele
botox de carpideira, ou a insistência molecular de um átomo
covalente!
Se todos tivessem que passar a vergonha de um
Rio Grande tão apequenado pela mesquinhez,
Seria mais próprio
que nos visitassem aqui em Santa Catarina, ao menos para saber o
comportar-se
Dentro da esfera de que Renato Borguetti e sua
gaita ponto já faz parte do passado
Quando a presença
evangélica em certas plagas demoníacas
Já mostram a certeza
daqueles que adulam fantoches por suas posições na hierarquia do
nada...
É LEVIANIDADE AGIR COM A CERTEZA DE QUE UM COMPORTAMENTO DE UMA PERSONAGEM QUE A IMAGINAÇÃO DE UMA CRIATURA COGITA SER O FANTOCHE IMAGINADO COM SEU VIÉS COMPORTAMENTAL RESTABELEÇA PADRÕES DE CONDUTA QUE MESCLAM A ATITUDE DE RECOMPOR PEQUENOS EXCERTOS DE INFORMAÇÕES CONTEXTUAIS DA HISTÓRIA DE UM CIDADÃO QUALQUER, O QUE INFERE A COVARDIA DE FALAR COM OUTREM QUE POR VEZES ASSUME A SINISTRA FACE DO NADA QUE SEQUER É VÁLIDO COMO TESTEMUNHA, POSTO DE RÉU EM QUESTÃO QUE INFERE A CULPA QUE DEVE SER IMPUTADA EM UM MEA A SI.
A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO POR VEZES É TÃO RISÍVEL QUE BUSCA NA HISTÓRIA DE UM CIDADÃO DADOS OU INFORMAÇÕES QUE SEQUER TÊM MAIORES RELEVÂNCIAS, POSTO NÃO BASTA CITAR UM NOME DE UMA NORMATIVA PROCEDURAL SE A PRÓPRIA PESSOA QUE A PROFERE NÃO TEM AS COSTAS TÃO QUENTES QUE SE PERMITA A LEVIANDADE DESSE ATO TÃO NULO ENQUANTO NADA AMEAÇADOR.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023
QUANDO A VOLTA VEM SEM FICAR
No que volte o mental, do sem voltar
Ao que
fica, fiando o fuso, a roca, o meme de algo
Que não seria do
senhor do fracasso, o homem que seja
De um lado um campeão, no
outro dia o mais caído
Posto que seja sempre o mais caído,
visto posição
De que, quando sempre o mais caído, não se
vitima de tombos
Posto tudo o que vem é a vida de se ser,
dentro ou fora de algo
Ao logo de uma confecção moderna, uma
fábrica de prisão
Ou uma camisa de força de velcros
confortáveis, com café
Ou chá, na anuência de um quase pós
algo de ser
Quanto, que felicidade, por vezes no cemitério
festejar-se
O passamento da derrota em que ninguém foi ver o
féretro
Morrendo alguém com história de se contar, foi
veneno
De uma colher inexistente, ou melhor, de acidente que não
houvera
Ou mesmo de amores, do coração no coito
Mas,
infelizmente, antes do final do gozo...
EM REALIDADES PARADOXALMENTE DE FARSA, O TREINAMENTO DE QUESTÕES CRIMINAIS APARENTEMENTE EM SERVIÇO REVELA O CONSUMO QUE NÃO SE PASSA DE MODO ALGUM INDEFECTÍVEL, NO GRUPAMENTO, OU SOCIEDADE, OU EMPRESA QUE SE PRETENDA COM ALGO A MAIS DO QUE O PROPÓSITO DE SE FAZER NO MÍNIMO A COISA CERTA, VIVENCIAR SEU FUNCIONAMENTO LONGE DA INGERÊNCIA DE QUALQUER MODALIDADE MAFIOSA, O QUE POR VEZES FATALMENTE A AMBIÇÃO DE RIQUEZA OU PODER FAZ QUE NÃO SE POSSA MODIFICAR SEQUER UMA VÍRGULA CONTEXTUAL!
O DEPOENTE QUE EXPÕE SUAS ANTIGAS MOTIVAÇÕES EM DEFESA DE QUESTÕES OUTRAS, QUANDO PASSA A QUERER INFERIR QUESTÕES DE LOUCURA OU ENFERMIDADE QUALQUER, PARTE PARA UMA COAÇÃO QUE EXPÕE A VÍSCERA PESSOAL EM BUSCA DO RECONHECIMENTO DA HISTÓRIA PESSOAL DAQUELE A QUEM PRETENDE VITIMAR, E ISSO CONFIGURA QUEBRA DE DIREITOS HUMANOS, POSTO CRUELDADE VERNACULAR.
UM SIGNIFICADO DA RUA
Posta-se o chão, amálgama circunscrito, do burro esperto
Ou do velho sabichão das histórias intrigantes
E por vezes ao bambu que encontramos na vereda, cada vez mais raro...
Ah, sim, das propostas, das invectivas, dos não sinais, da fécula da aurora
Mas da pátria negra das missões, negritude em que encontro a presença!
Não que não fosse, um mais dialogado, outro que se inibe no estreito fato
Quando o que reluziria em um tempo é ouro
E outro que redime através da farsa, e o farsante na lide de falsear.
O vocabulário é extenso na reunião presencial, posto não ser
O que deveria era que não se extingue, apenas atenua
Pois o vício retroalimenta e, quando se apercebe que estaremos livres
Vem a entrega e recomeça a droga,
Recolocando as peças no lugar, as armas, os militares golpistas, tudo
O que interessa à tirania contra o povo pátrio.
A EMANCIPAÇÃO DA VIDA
A vida como ela é,
pressupõe quase uma grande artéria, um coração pleno, que sói
não elucubrar distantemente do que ponteie algo como a desumanidade,
os termos de coação, a insistência rancorosa do mal portar-se, por
ventura pela não aceitação de fatos irretorquíveis e inevitáveis
da história, que possui seus próprios quadrantes de infalibilidade.
A retórica de impingir o temor, como manifestação de se querer
demonstrar uma crítica ao comportamento, jactando-se de por quase
osmose relatar que algo de sofrimento particular – quase sempre
ensaiado em gavetas de corruptelas de caráter – pressupõe o
castigo da bondade imposta, o paradoxo de pensar na medicina como um
tipo de julgamento, corrompe o ser perante as instituições mais
plenas, pois traz o caos na esfera de uma questão da saúde mental,
por exemplo, com a sutileza de um rinoceronte solto na cidade!
Torna-se, para aquele que conhece mais profundamente a natureza
intrínseca, por prática diuturna, de um depoimento como uma casca
de ferida que renitentemente a si mesmo, diga-se, ao elemento x,
retirar como se o possível sangramento reavivasse a própria ferida
para fazer lembrar da cócega estimulante desse tipo de invectiva de
virulência, pois quanto mais a ferida é aberta, mais cedo pode
entrar efetivamente em processo infeccioso, o que tornará o próprio
depoente a contradição de desferir a si mesmo uma questão
irrisória da previsibilidade de um gesto febril e aparentemente
inofensivo, um dano causado a si mesmo…
Essas questões que
diferem da cita desumanidade também fazem parte de uma emancipação
da vida, pois encontram como que em uma fala aquela nuvem que
obscurece o sol, mas efetivamente não signifique que o dia não
esteja sem ele, pois o viés da mesma vida sente algo mais amplo na
existência de um astro que testemunha com seus bilhões de anos em
suas fases quiméricas de maior ou menor calor a possibilidade
inclusive de eras glaciais no planeta, onde os insetos e os homens
hibernam dentro de seu próprio não ser, o que pode vir a acontecer
dentro do pressuposto da anuência das vãs tentativas, do fraco
repertório da maldade que passa mais a nem o ser, do não ser mais
nada, porquanto apenas cartilhas passadistas já agora sem qualquer
função perfunctória.
Dito isso, é mister afirmar que a vida
emancipa em uma haste de grama, que cresce invisível sobre seu
tapete, em inúmeros jardins, e é cortada em cada qual no devido
tempo, mantendo a chama ou o sopro da mesma vida como algo que temos
que aceitar como condição inequívoca dos acertos e dos erros que
impetrem maiores observações, pois o próprio urubu sabe onde
encontrar seu alimento.
AS VIRTUDES OCULTAS
Por vezes um tecido roto não significa mais
Além
de sua inexatidão, mas as fibras incólumes
De um caráter
fugidio encarpela o mesmo mar
Que serenamente forma as alfombras
de seus fragmentos…
A areia em si quando pousa nela,
infunde outra tessitura
Quase cigana em seu alvorecer, e os
frutos de uma alvenaria
Relembram aquela massa obreira que
trabalha na esperança de mais um dia!
Não que se nos
revistemos de esperanças, mas que não permitamos incertezas
Posto
por vezes a história passar por temperaturas aparentemente
escusas
Mas é nas situações do pragmatismo das ações que se
retomam atividades
Que sói construir uma mera sala onde as
crianças encontrarão seus espaços!
terça-feira, 7 de fevereiro de 2023
DEPOIMENTOS LIDOS NÃO SÃO PERMITIDOS JAMAIS EM LUGARES PRÓPRIOS ONDE A AUTENTICIDADE E ESPONTANEIDADE DA VERDADE ESPELHADA DE CADA UM SE FAZ NECESSÁRIA, SEM O CONFORTO NA COVARDIA DO ESPECTRO INDIVISÍVEL DE UM LAR DE INVECTIVAS FUNESTAS, POSTO QUEM TEM O TELHADO DE VIDRO TENTA OFENDER AQUELES MAIS VULNERÁVEIS PORQUANTO PORTAM CULPA NO CARTÓRIO E TEMEM PELO SEU DESTINO.
A AUTO PIEDADE NÃO DESFAZ CERTAS MÁCULAS QUANDO REPETIDAMENTE RECORRENTES NO VIÉS DE PROCEDIMENTOS QUE DESTRÓEM FAMÍLIAS INTEIRAS, E AINDA ASSIM A PERFUNCTÓRIA PSEUDO CHANCE AUTOPROCLAMADA TENTA A AUTO AJUDA, QUE INFELIZMENTA A JUSTA HUMANA NÃO RESERVA QUAISQUER DIREITOS, QUANDO A CULPA É SEMPRE E SEMPRE.
EM MEIO À RETIFICAÇÃO DIPLOMÁTICA MUNDIAL, A GLOBO SE ARVORA PRETENCIOSAMENTE EM UM PODER DE QUERER INFERIR NAS DECISÕES SOBRE A AGÊNCIA DE ENERGIA NACIONAL, COMO SE ESTIVESSEM COM UM POPER QUALQUER PARA TAL, COMO SE NÃO SOUBESSEM QUE A SUA PRETENSA E QUIMÉRICA CONCESSÃO É CONCEDIDA POR BÊNÇÃO MATERIAL DO GOVERNO QUE APENAS A AUTORIZA A PROSSEGUIR COMO SERVIDORA DA PÁTRIA, E NÃO COMO ENTREGUISTA AO CAPITAL ESTRANGEIRO DO SOLO DO BRASIL.
domingo, 5 de fevereiro de 2023
NÃO NOS ESQUEÇAMOS QUE A VIDA EM COMBATE NÃO SUPÕE QUE CERTOS GUERREIROS SE APRESENTEM DESLEALMENTE EM MAIOR NÚMERO E COM ARMAS QUE POR VEZES INEXISTEM NAS FRENTES DE COMBATE, MESMO QUE PORVENTURA A INTELIGÊNCIA ESTRATÉGICA REVELE QUE ESSAS MESMAS ARMAS DE NADA SERVEM SEM A POSSIBILIDADE DO DESEMBARQUE...
ENCERRADA A ETAPA DESTE DOMINGO, MUITOS CAIRÃO QUERIDOS, E NÃO SEREMOS NÓS QUE NOS MANTEMOS, POSTO AQUELES BAMBUS QUE VOCÊS ROUBAM DAS PRAIAS JÁ SECOS, NÃO SÃO COMO NÓS, PLANTADOS COMO GRAMA INDISSOLÚVEL E INDISSOCIADA, FIRME E CRESCENTE, POIS JAMAIS ALGUÉM CONSEGUIR DERRUBAR A LUA E MINGUOU NO ENTANTO COM ELA.
OS NOVOS GAÚCHOS, SE NÃO SE PRETENDEM CONVICTOS AOS REQUISITOS PERFUNCTÓRIOS DO FALECIDO E ANACRÔNICO PLÍNIO SALGADO, AINDA POSSUEM AQUELAS MULHERES ROTAS QUE AINDA ACREDITAM QUE A CIA SEJA SEU MELHOR SUPORTE, QUANDO VEEM NOS AMERICANOS SEUS MAIS ARDOROSOS SONHOS INFANTIS, DE CINDERELAS DE COLÔNIA, QUAIS CHARRUAS LOIRINHAS QUE SÓ NÃO ENTREGAM A ALMA A ESSES BANDIDOS POIS JÁ A PERDERAM PELOS SEUS CAMINHOS.
QUE A CHINA E OS EUA, ALIADOS COMO ESTÃO, CONTINUEM CONTRIBUINDO COMO POSSAM COM O GOVERNO POPULAR DE LULA, E ISSO DEVE SER UM SERVIÇO QUE PRESTEM AMOROSAMENTE, E HUMILDEMENTE, POIS NÃO SÃO MELHORES DO QUE NINGUÉM, E JÁ PROVARAM A TODOS NA HISTÓRIA A HISTÓRIA DE SUAS CONTRADIÇÕES, POIS NÃO EXISTEM, ASSIM COMO OS HOMENS E MULHERES, NAÇÕES QUE NÃO ERREM JAMAIS.
A CONIVÊNCIA DOMICILIADA E EXTERNA
Não importaria tanto se algo como uma força quase nula
Não se opusesse, meu deus, que os guerreiros faltam
No ocaso das tentativas daqueles que saem mais cedo
Intentando angariar suas forças de canoas de dois
Com suas falsas tarrafas, a tentar desembarques
Em que basta um com uma boa haste de bambu
E boa habilidade que se baste para que evite que estuprem...
Sim, há daqueles que depõe contra, inferem o devaneio entreguista
Dando suporte ao fascismo, como se fora algo simples, sem saber
Que o tentáculo da droga o defende por ser aquele a fécula da permissão.
Que as caravanas de caminhões repletos sigam castigando, silenciosamente,
Aqueles dos uniformes de preto que presenteiam as mulheres com o último giro
Do orgasmo anunciado pelo uso, e que as veias não nos pulsem quase tépidas
Quando o calor saudável de nossa democracia sofra o viés das rapinas que não cansam
De causar danos ao tentar impetrar uma razão atinente ao nada quando não supõe
Que deveras ainda somos os filhos de Deus, e isso é o nosso – ainda – Império.
A uma amizade sincera, a não sabermos da inexatidão da possibilidade do erro,
Ao possível fracasso de sermos humanos, ao pensamento de ouro que não nos ferre
Qual mandíbula cristalina ao sistema mudo do fronteiriço querer, a que não nos
queirem
Como moeda de troca, partindo a fazer exposições de que são solidários
Ingerindo emoções de que o país não possa seguir o rumo social mais igualitário
Anuindo que seríamos totalitaristas ao supremo, a voz que situa, a voz que
cala, que não muda...
Seríamos mais jovens se não pensássemos na beleza, na virtude, mas na verdade a
inteligência
Que assim se tenha a si mesmo julgado, tem na manipulação algo daquilo que não
situa
E destrói, se imiscui, tenta ser mais sapiente dentro da hipocrisia, dentro da
mesma maldade
Que cria alicerces em que vivamos ainda dentro de nossos próprios tentares
Na tentacular veia da planície escorreitas, e as mulheres solitárias por vezes
só contam
Com os mesmos monstros que infelizmente ajudaram a nascer dentro da solidão da
ignorância!
Assim como na longa felação, onde a língua encontraria no gozo de uma chupeta
infantil
A fase oral tão desejada, onde as castanhas do sêmen reencontrado no poder de
poder conceber
Um deus do príapo, seria a consagração daquela que encontra no fascismo algo
mais evidente
Posto finalmente deixar reencontrar-se com a sua natureza de messalina romana!
Assim se faz roma, a roma decadente, seria mais do que um orifício, mais do que
tudo, mesmo outras
Que se revestem de serem profundamente ativas e já não possuem mais pregas no
ânus
Para poderem partir para pregar ao próximo o que o Pastor lhe dissera antes do
coito.
E as armas seriam o brinquedo mais sutil, os homens de preto, quais fascistas
de barro
Vêm de lugares distantes de fugas do norte, para tentar o sul, mais especificamente
Onde vivem aqueles que são puros de coração, que buscam não se associar à
drogadição
Mas oh, deus tende piedade, encontram aqui os piores verdugos que não gostam
Nem um pouco de acompanharem os malditos diabos tentando se estabelecer
Onde pensam não encontrar a inteligência, mas de acordo com os dias
Mesmo as melhores agências de pretensão do mundo, hão de ver
Que não será se associando ao fascismo de um mundo de trevas
Que deixarão de compulsoriamente saber que um tipo de inseticídio
É a única forma de eliminar os vermes que se contorcem, dia a dia, vencidos, sobre
a sua maldade amorosamente equivocada.
sábado, 4 de fevereiro de 2023
O LÚDICO NA VERTENTE ILUSÓRIA
Quanto à matéria e a
realidade, são questões cruciais para nos apercebermos que nem tudo que se faz
tem cunho anímico, posto tudo na verdade que fazemos é material, quando
estabelecemos uma tarefa qualquer, um trabalho de operário em uma fábrica,
quando lavamos a cozinha, quando damos uma mamadeira ao nenê, quando se ingere
uma garrafa de algo, quando se compra um presente, ou quando caminhamos, pura e
simplesmente. Isso é latitude material sempre, a princípio, no exemplo cabal de
uma topada na pedra, por mais que estejamos sob o efeito ilusório de uma
substância psicoativa, que tem na verdade a faculdade para nos desativar da
realidade, a pedra da topada é aquela que estava no mesmo lugar, e a dor se dá
do mesmo modo, quiçá nos apercebemos que a reação ao acidente desse pequeno
vulto é a questão da relativa modalidade do comportamento... Por vezes o lúdico
vem na forma de encenar ou repetir a cena, de recriar para amigos algo de
disfarçar um possível erro, quando no coletivo, ou, quando solitariamente, um
palavrão em sussurros, ou simplesmente um ai. Na realidade, quando o cenário é
mais diversificado, por vezes o lúdico é algo tão divertido que se torna a
motivação mais concreta, a bem dizer por exemplo de se encontrar alguém em um
tipo de metaverso, na forma de um avatar, qual seja, quando encontramos alguém
que não víamos há muito falando de avatar, que Cristo era um avatar, não
sabemos que por inferência, se estamos sóbrios e lúcidos, as armadilhas ou
ciladas são elucidadas mais claramente, mas reiterando, a ilusão e o lúdico se
confundem de tal modo que por vezes o que antes parecia uma brincadeira de
criança, pode ser a materialização ou conflagração de conflito que porventura
tenha por motivação concreta o comércio de substância algo mais moderna,
química, que tenha por questão e jogo, manifestar-se no subconsciente dos
jovens, principalmente, com o objetivo em fazê-los embarcar na ilusão do
lúdico, em alterar seu comportamento, em se saber no pertencimento de algo,
como no caso da maconha, que tanto tem seguidores ao redor do mundo, e
efetivamente tem levado muitos a problemas mentais, por associações com álcool
ou outras substâncias, no que se perceba que abre a comunicação do
pertencimento da ilicitude como plataforma de rebeldia e fuga da percepção da
realidade mais imediata.
O brincar-se com a loucura
é algo de retórica irônica, e encontra referência em grandes bastiões da
música, nas artes em geral, em eras onde a juventude como um todo tinha em seus
ícones culturais justamente a contra cultura, seus movimentos oscilantes,
culminando progressivamente em preocupações de ordem de rebeldia em excesso, em
questionamentos de ordem familiar, em inadaptabilidade no trabalho, em
estigmatização e, na terminação mais trágica, na dissociação psíquica, por
vezes continuamente, mesmo depois de compulsoriamente tendo que tratar-se com
remédios controlados, cronicizando algo que geneticamente haveria de se
apresentar, felizmente para quem possui esses sinais, pois pode se recuperar
quando devidamente controlado, ao contrário daqueles que continuam a consumir,
e por vezes se envolver em modalidades criminais, onde certamente há situações
sem retorno, no caso de violência, assassinatos, estupros, e outras mazelas que
as drogas e a drogadição como um todo revelam em seu universo sinistro e
assustador. O que antes era lúdico e ilusório transmuta-se em realidade crua,
em um encontro em que aqueles que inocentemente fazem uso não sabem ou sequer
vivenciam a malícia e a profissionalização criminosa, dos cabeças e chefes que
são responsáveis pelo comércio, onde por vezes o comando é dado por poucos,
dentro de cartéis que são influentes em contextos de nações e continentes.
Por vezes o lúdico brinca
com o Poder. A ilusão de que se está agindo como subversão da democracia, por
exemplo, também traz à tona modalidades que são mais sutis, pois esses
elementos igualmente nocivos às sociedades tramam coisas que passam as ser
levadas em consideração como trabalho, mais no mais das vezes, também possuem
relação com drogas e armas, no sentido de encontrar arcabouços ilegais para
manifestar seus laboriosos processos, e empresas surgem, em essência, com
finalidades dúbias, onde investigações mais apuradas verificarão que é nessas
de cunho tecnológico que existem as semânticas dos códigos de programação
usurpadores da bondade, da lei e da ordem dentro do pressuposto democrático, dentro
de todo um contexto... A princípio, as linhas investigativas mais rigorosas
devem encontrar a relação entre as redes, o tráfico e as armas, e a ingerência
estrutural de todos os dados e informações relevantes, mesmo quando buscará em
banco de dados de sistemas considerados de segurança o viés supressor de
liberdades futuras, e as relações de modalidade em se dirimir dúvidas a
respeito da história dos elementos envolvidos, com as questões da supressão
orquestral de liberdades e a intenção malévola de encontrar recursos com a
estratégia ilícita, seja traficando órgãos, drogas, armas ou tentando
arregimentar forças com o sentido de subverter a ordem e insuflar o caos. Esse
trabalho preventivo é tarefa diuturna, pois não se muda uma modalidade de ferramenta
sem antes descobrir suas alimentações e retroatividades.
A EXPERIÊNCIA DO GRAFITE E DO PAPEL, DO NANQUIM E DO PAPEL, DE UMA IMPRESSORA E SUA CIÊNCIA, REMETE TUDO EM SUA SÍNTESE AO PROCESSO PRODUTIVO MAIS RUDIMENTAR E PASSÍVEL DE COMPREENSÃO MAIS FÁCIL, TORNANDO A INDÚSTRIA NÃO A MITIFICAÇÃO DE ALGO DE TECNOLOGIA INALCANÇÁVEL E PORTANTO SÓ ACEITÁVEL DA MATRIZ, MAS CONFECÇÃO INEQUÍVOCA E POSSIBILIDADE PRODUTIVA NO VIÉS DO ESBOÇO, QUANDO DESENHAR É PENSAR NO PAPEL SE TORNA ALGO CONCRETO E SUBSTANTIVO MESMO DE UMA LINGUAGEM QUALQUER.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
O TECIDO DA TRISTEZA
Sim, que não houvera tanta tristeza no planeta
Mas há aqueles que a combatem, para que o mesmo mundo
Se torne um pouco melhor, e se me perdoem a latitude de um voo
Mais rasante e cru nesta poesia
É que a química já está em meu sangue, e claudico, ela age
E sinto ela agir, qual sorrateira mariposa noturna
Que se esconde sob minhas axilas, clamando taciturna
Também um sono, pedindo perdão a mim a minha tortura...
Não, que evanesço um óbice, que comungo com o calendário do ano passado
Nos dias em que perdi de marcar mais um dia
Nas contas que todas, pagas, paguei!
Que não se ressintam os generais que gostariam de minha morte,
Que o troféu se torna quase de um rinoceronte a se botar na parede
Devidamente emoldurado na morte do amor que porventura tenho
Pela humanidade e que, por deus, deva ser meu maior pecado.
Triste fico, a compreensão, se é que me entendem, não quero isso...
Por que temos que trilhar as veredas da vida, tão íngremes por vezes
Que meus pés sangraram quando estive no sertão de mim mesmo!
Sequer e jamais neste mundo empunhei um canivete sequer,
Sequer me bati, depois dos quinze anos, a última luta a que me permiti.
Daquele que pensam ser fruto da futilidade e banalidade da violência
Pensem melhor a respeito, é incapaz de matar um mosquito!
OBRA EM ABERTO
Em questão de minutos se conclui um tom
De uma primavera que espero e esperei
E que jamais tenha vindo em minha vida,
Pois quando amo, sempre me nega a ferida querida
Sabendo depois que se irá arrepender de ver a quem
Pensou que conquistara, mas aquela mais enjeitada
É que no fim teria um carinho suposto, se me fora dada a aurora
De poder, presencialmente, é óbvio, pois não sou otário,
Conversar longamente, traçar planos, ter não um whats medíocre
Mas os lábios quentes e salivados de uma língua morena!
Qual uma manga madura, sentir o calor do ventre de ébano
Que expatria todos os quesitos, mas no afã não nos pronunciemos
Posto ser impossível fora da poesia querer mais do que o impossível!
A verdade prevaleça, e se me pareço me pareço, pode ser fato
Inconsútil na certeza, mas arrefeço meus danos agora a cada manhã
No quilate de um sofrimento compulsório e necessário
Posto não esperassem vocês que desta vez a doença seria mais grave
E de antemão lhes peço que não sou vencido jamais, pois a minha fé
É o crisântemo de meus braços de certeza, que empunho quando estou
Me amigando todos os dias com o sol que se escondeu perante a noite
E que agora, apenas, me faz regurgitar os ventos...
POESIA QUASE CONCEITUAL
Posto pois é, quantas contradições, quantos pensamentos e fantasias
Nas cabeças que encantam por si e seus personagens, não encontrar em um homem
O simples fato de ser não um ícone de algo, mas meramente algo de ter um
significado
De querer existir sendo o que não fora, não se formara, se tornara quase algo,
Um predicativo antes do sujeito, não a pressuposição de um revolucionário
Posto embarcar quase na mesma história do não ser sendo algo do mesmo tom...
Caros, o caminho mais perto da insanidade é parar no manicômio sendo algo que
não fora
Quando esperam que se cure do que não se quer e não se pretende sequer ser
A não ser se libertar de todas as denominações, nem mesmo à teoria da
reencarnação
Que desmonta o que não se sabe, posto nunca vi fantasmas na minha vida
E se hoje me chamam de che, talvez houvesse um significado qualquer, mas do
aprofundar
Não pretendo jamais que me chamem de algo parecido, posso ser soldado, se
queiram
Mas, creiam-me, o que me impulsiona é o sentido de justiça que a mim não sei se
coloca.
A poesia conceito chave não é anátema, não possuo sequer o significado maior,
do que um ser
Que paire comigo ao meu lado, à espera de que eu possua outro meio, outra vida
que seja
Dentro do escopo da vida que a tenho, e mal sei se ainda sei amar uma mulher,
pois não creio
Que elas existam realmente dentro da libertação necessária, incluso de romper
amarras
De terem que acreditar que encontram homens que já foram e fizeram parte da
história
E, quem sabe, foram realmente esses homens reais, ou apenas projeções de
iconografias extintas?
A tarefa a que me proponho é viver minha vida, e se luto pela minha existência
É para concluir de fato que as minha obras citadas sejam de valia, qual sejam,
de preferir
Que algo um pouco maior faça a diferença na transformação do seio social
A saber, que infiram significados, mas a bem dizer, a negra fala mais algo ao
meu coração!
Quero estar ao lado daquela que não tem o pão, creiam-me, ou que possua o
coração do trabalho
Em trabalhar duro, a fortaleza que não possuo e jamais possuí, com minhas
pernas
De um alabastro que não construo jamais, posto nas minhas estrelas a vida não
pontua
Como a esfera da imanente forma de ser humilde perante aquelas que são
vitimadas
Pela exclusão própria do preconceito, aquelas que urgem por carinho sincero,
Aquelas que não querem um ícone, mas se contentam com um abraço fraterno
Ou o som de um violão que carinhosamente um homem lhes possa dar...
Não, que a princípio baste um beijo, em silêncio, isso é uma questão quase de
ordem
Posto não querer muito, apesar de sequer ter beijado uma mulher que amasse
Nas veredas em que mais tarde me dei conta que o sexo era apenas o cumprir o
dever.
Não possuo a querência dos aflitos, não possuo a derradeira escolha, possuo meu
quarto
E as letras com quem faço amor na tessitura cálida de um teclado de ponta
Quando me transfiro com meus sonhos para a latitude da vida em ser,
simplesmente
E hoje descanso, farto de sono, a perscrutar o escuro de minha noite
Quando espero pelo nada em ser, a manhã seguinte, quem dera, tocar a vida,
Depois de perceber que lançadas as sementes, infelizmente o entendimento
Não houve da maior parte em frutificar deveras, posto o equívoco
Senti na face da ignorância, mesmo na técnica, na ilustração, mesmo que seja a
ilusão bruta
Em que nos metemos, aí sim falo em Deus, que o seja, por um causal de não merecimento
Que a mim me faleça a ordem, a saber, que deus me guarde e proteja, posto ser
eu apenas mais um!