Diremos consonantemente que os dias serão imorredouros na fé cristalina de pé
Ou em algo que soe melhor do que o alento mais diáfano de nossos afazeres
Aos quais não saber se os concluímos melhor em nossas diuturnas jornadas
Ou meramente pressupomos ser o infinito apenas uma grandeza matemática...
Seria quiçá melhor nos atermos a um diapasão nada otimista com relação às
gentes,
Ou erradicar um tumor que aprendemos a tê-lo com a sabedoria que seria possível
a cura.
Moverá limites, óh homens de pouca fé, que a vida não se ressinta de que a
tenhamos
Na erradicação de uma doença grave, ou no vício quase intransponível de um
drogado terminal,
Quase não saberemos dos seus limites, mas a montanha de Jesus Cristo já nos
falara
Que a moveríamos nem que a nossa fé fora do tamanho do grão de mostarda.
sábado, 10 de outubro de 2026
POUCA VIDA NA FÉ
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário