segunda-feira, 28 de março de 2022

O SONO VEIO... QUE BOM: DURMAMOS, POIS!

QUANDO CONFIRMAMOS UMA POSTAGEM, ESTAMOS DANDO AVAL A QUE MUITOS - OU POUCOS - TENHAM ACESSO A NOSSO CONHECIMENTO, QUE PODE VERSAR SOBRE O PRÓPRIO UNIVERSO.

O SENTIDO DE UMA FRASE É O SEU SENTIDO, APENAS ISTO.

O PERÍODO CURTO PODE ENUMERAR MILHARES DE SIGNIFICADOS, QUANDO AUSCULTADO POR UMA ESPÉCIE DE ANÓDINO FISCO.

NOS NOSSOS CAMINHOS MAIS ÁRDUOS, CHEGAR A UMA CACHOEIRA PODE SER A CULMINAÇÃO DE ESFORÇOS HERCÚLEOS.

QUANDO ENUMERAMOS UM PARÁGRAFO, ESTE PODE ESTAR EM UMA CITAÇÃO QUASE BÍBLICA.

A VIDA EM SI ENCERRA ELA MESMA O ESCRUTÍNIO DE NOSSOS MAIS SUBLIMES PENSAMENTOS.

QUANDO RESPIRAMOS EM UNÍSSONO, SINCRONICAMENTE, PODEMOS TANTO ESTAR AFOGUEADOS, COMO EM PROFUNDA MEDITAÇÃO.

UMA QUESTÃO APARENTEMENTE SEM SOLUÇÃO PODE SER ELUCIDADA POR VEZES POR UM MOVIMENTO DIASTÓLICO.

O VIÉS DA SAUDADE

 

Um abraço não dado, um beijo mascarado,
A vida que não ultrapasse tudo
Do todo que não sejamos um quase nada
Ao que a poesia se não ressente por não incensar
Algum erro incontornável, posto que nos perdoe
Quando a questão se mostra qual esquecimentos
Daquilo que porventura temos amado
Na vertente de mais uma família adquirida
A que se chegue termos saudade a cada vinte e quatro
Das vinte e quatro horas que temos, em cada período
Em uma verdade que temos de dar a razão
Espiritual em seu renascer, sem por via das dúvidas,
Estabelecer criteriosos pareceres de criticismo
Quando – na realidade – ficamos mais sóbrios
Em cada um dos passos de nossas realidades.

Assim, a saudade de novos companheiros e companheiras
Das sendas da virtude que nos abarca sempre e sempre
Quando, o que parecia nos apetecer
Eram os vínculos sem parecença, e nem nexos outros,
Qual não seja, que não precisemos divulgar a nossa história
Ao que não seja por que estejamos com a vida gloriosa
Nas nossas pequenas e, de qualquer modo, sólidas vitórias
Sobre a ignomínia de pensarmos não termos errado
E que, no entanto, vertemos em nosso parecer pessoal
A noção concreta de passarmos a ver uma vereda de luz!

Conformes com a nossa linha temporal
Pensamos por vezes em nossa história particular
Sem estarmos necessariamente coparticipando do viés
Em que a saudade, nas questões da sinceridade
Guardamos a sete chaves a compreensão de nós mesmos
Restaurando dentro da consciência coletiva
A unidade que faz já parte de nossa consciência individual!

A compreensão da vida esta mesma que nos conduz
São verdades que revelam a cada um que participe de um processo
Da existência, esvaziem o ego falso que se nos infla por vezes
Sem sabermos que mesmo a fama verdadeira não significa mais
Do que outros seres em nosso planeta, posto cada qual vive seus dias…

A vida que nos encerra o viés da saudade de fraternos gestos
Ressalta a coragem necessária de mudarmos o que podemos
Quando a vida tem a outra forma que formamos o nosso plantel
Quanto de sabermos que o mesmo quadro dos que participam
Sejam todos os amigos que irmanam nos outros gestos
Os mesmos gestos que desejamos ter na amizade solidária.


domingo, 27 de março de 2022

SOBRIAMENTE SE VAI MAIS LONGE!

RECOBRAR O FÔLEGO É COMO ALONGAR RESILIENTEMENTE A MARCHA SOBRE A MARCHA, MINUTO A MINUTO, HORA A HORA, DIA A DIA, OBVIAMENTE, DORMINDO A CADA 18 HORAS.

A QUESTÃO NÃO É A VITÓRIA DE UMA ILHA, DE UM ESTADO, UMA NAÇÃO OU DE UM PLANETA, MAS DE UMA SIMPLES FORMIGA QUANDO ENCONTRA A LUZ E DESAPARECE NELA PARA DEPOIS REAPARECER NA NOITE DE SUA VIDA.

JAMAIS SE DEVE ALTERCAR COM ALGUÉM OU NAÇÃO INVENCÍVEL.

A VIDA A DOIS É UMA BUSCA, ENQUANTO A SOLIDÃO É UM PORTO SEGURO.

UMA SINCERA HOMENAGEM AOS ESCRITORES QUE NEGARAM O PRÊMIO NOBEL, COMO SARTRE E DYLAN.

A POESIA NÃO SE CANSA DE DIZER AO AUTISTA QUE ELE TAMBÉM É DIGNO DE POETAR, SEMPRE...!

EUROPA, EUROPA, QUE TRISTES HISTÓRIAS VÓS TAMBÉM ABRAÇAIS!

A PAZ AINDA É UM TERRITÓRIO INEXPLORADO, POIS SE ASSIM NÃO FÔRA, JÁ NÃO SERIA A PAZ.

SE A QUESTÃO É VIAJAR OU NÃO, NÃO NOS EMPENHEMOS MUITO NO ORIENTE ATUAL, POSTO OS HOTÉIS ESTEJAM NA MIRA DE UMA SUPERSSôNICA.

A LIBERDADE MAIS AUTÊNTICA PODE VIR DO SORRISO DE UMA LAGARTA, OU DO MOVIMENTO RÁPIDO DE UMA LAGARTIXA...

A AUDIÊNCIA ORIGINAL DE UM CONTEÚDO MAIS AUTÊNTICO É MAIS SALUTAR DO QUE AQUELA QUE PRIMA POR UM ENSAIO DE SUAS GRADES DE PROGRAMAÇÃO.

O BOM DE SE SER ALGO LOUCO É POSSUIR FINALMENTE A LIBERDADE DE PENSAR.

TANTOS SÃO OS CARROS QUE PASSAM QUE A POESIA REMONTA QUE SE ESCUTE AO MENOS UM ÁTOMO INTERNO DE CADA QUAL PARA SE REPARAR MELHOR NA QUÍMICA ORGÂNICA E SUAS LONGAS MOLÉCULAS.

TOTAL HOMENAGEM ÀQUELES QUE NÃO SE ESCONDEM ATRÁS DE SUAS PROTETIVAS - APARENTEMENTE - FORÇAS DE OCASIÃO.

NÃO É O ESPÍRITO MEDIÚNICO QUE FALA, E SIM O INCONSCIENTE SÁBIO QUE AFLORA!

VOLTAR PARA A CASA SEM SEQUER TER IDO REMONTA A UMA CLASSIFICAÇÃO BINÁRIA SEM O ZERO OU COM A AUSÊNCIA DA COMBINAÇÃO DO UM.

NÃO SE MEXE EM UMA COLMÉIA SEM SUPORTE DE SOBREVIVÊNCIA, OU SEJA, DE ISOLAMENTO CORPORAL, A REGRA É VÁLIDA POR EXTENSÃO INTERPRETATIVA...

UMA ESTATÍSTICA VIÁVEL DEMONSTRA CLARAMENTE O GRÁFICO DOS DESAVISOS.

AS GUERRAS DOS QUE NÃO SÃO

 

          Fomentar desavisados casos que não aparecem com os conflitos que – se espera – apareçam não faz uma parte coerente com as correntezas relacionadas com o Todo e seu significado. Quando o movimento das estrelas é rápido como as cadentes, a própria, como não dizer o oposto, cadência dos átomos soletra o mesmo verbo… Assim procede o planeta, seus seres caminhantes, não que não possamos estar mais rápidos ou mais lentos, mas o grau de sobriedade releva possíveis erros quando não existe uma fé serena que encoraja nossas atitudes e nossos gestos perante o Altíssimo. Quando São Francisco ergueu sua morada não importa tanto, mas as pedras certamente eram assaz pesadas para os seus braços de Santo. A fé demove os mesmos erros que consubstanciamos em nossas jornadas, quando no factual aprendemos a não repeti-los na casualidade ou na causa e efeito. O que se posta a reagir será a mesma palavra que enunciada por muitos não há de ser vestimentas de carapuças outras, e as guerras ou conflitos permanecem na consciência do primeiro projétil e na inexistente história de fato do último, pois estes não cessam desde que descobriram a pólvora e o chumbo para tal “proeza”. Dos que não são, basta dizermos, aqueles que possuem as ferramentas coercitivas jamais deverão usá-las para denegrir a imagem de um inocente, e que isso fique registrado como ação imperdoável pois não se tornou um erro, mas um covarde artifício que demandou apenas algumas frases vaticinadas por uma justiça cabalmente equivocada e parcialmente certa, como não dizer, um ato arbitrário que reduz essa parcela de certeza ao zero do poder que não retorna, mas apenas tenta justificar um anseio das elites.
          Posto o erro, há que se fazer uma revisão na completude histórica de nossa nação, pois, se provada a inocência de fato, o fato é devolver ao ostracismo da ausência longa de danos na ausência da sensatez, o retorno do Poder a quem o merece por ser melhor, mais democrata, e não proceder negando ao povo o que este sempre quis: a justiça social, mesmo que isso fira a própria vertente da justiça farisaica, dentro dos padrões aceites da revisão e reconhecimento de erros internos a serem reformados na questão principal de suporte mais transparente – dentro de um sólido tronco – a delimitarmos ações de forças que se aglutinam para o mal, qual seja, o Poder quase secreto da hipocrisia e da força bruta, a que tenhamos um mar de remanso para que o outro lado das forças possa navegar em paz, corrigindo sua intencionalidade errática.
Essa motivação que deve se tornar titânica certamente não significa condições de ganhos, ou discursos de revisionismos históricos, mas apenas a colocação das peças dentro de um tabuleiro onde cada qual assuma as suas funções de glória, obedecendo hierarquicamente que aquele do fim da fila mereça tanta atenção ao primeiro que guarneça uma força qualquer, e que lhe seja dado um título de relembrar os bons tempos em que as espoletas não significavam empecilhos, mas apenas o quinhão merecido da infração, digno de culpa e punição, para que não se desmoralize o plantel que possuímos em forças maiores, bem intencionadas e um requisito máximo do retorno a uma normalidade cabal em todo o nosso país, a se dizer, o nosso querido Brasil! Retornarmos a um jogo onde só há um tipo de peça no quadrante existencial de nossos campos de atuação só reservará mais e mais um ostracismo burocrático onde a informação vira nosso maior ministério, e a máquina assume as coisas como na verdade a ilusão tem revelado nos entretenimentos nada mágicos, porém fomentadores do caos e vergonha da educação remota de nossas crianças. Agora podemos nos dar as mãos, e fazer de nossos territórios nacionais lugares mais decentes para se viver, remontando eras onde o nosso país era motivo de orgulho internacionalmente, onde nossos líderes não precisavam comer em insalubres “sujinhos”, quando requisitados a fazer parte do panorama dos estadistas mundiais. Esse orgulho que ressalta as vozes mesmas de ilibação do caráter nacional, um retorno a pontuarmos novamente como uma economia no caminho do restauro institucional, onde a carestia já crônica atualmente dê lugar à esperança e a atitude correta de todos os cidadãos, e não revelada apenas aos interlocutores que interferem no nosso andamento correto amparados por questões de ordem egoísta na tentativa algo burlesca e caricata de lutar ou se utilizar de estranhos e anódinos recursos de ordem escusa para defender apenas seus pífios e sectários interesses.
         A verdadeira comunhão não depende apenas de que sejamos iguais ou distintos nos templos, mas que o povo que queira exercê-la o faça em qualquer lugar que entender por nobreza espiritual, e do modo que queira, com seus ritos e crenças de caráter simbólico ou universal...



sábado, 26 de março de 2022

O VEREDICTO DE UMA TENTATIVA SÓ PODE SER UMA COISA QUE RESULTE DA DESIGUALDADE, POSTO NÃO HAVER CERTEZA...

A VERDADE NÃO PRECISA SER REMONTADA QUAL UM QUEBRA CABEÇA, MAS DEVE SER ENCONTRADA EM UM GRANDE ALCANÇAR POR NOSSOS CAMINHOS..

MEDALHAS DE CHUMBO

 

         Fatos de um outono quase inverno se nos aguardam nos dias ilusórios de nossos consentimentos, talvez uma medalha de um verniz escovado nos espere no final da raia, mesmo que o pódio não seja largo o suficiente para cinco e quem sabe o quarto e o quinto consigam receber lauréis atrasados, porém cunhados com chumbo, ao que a alquimia pudesse ou quisesse recriar a substância anímica do ouro, em seus aspectos de vitória falsa… Fatos que nos relembrem os dias de doenças terminais, de uma África solapada pela miséria, de um negro ocupando um lugar em meio a selváticos e ignorantes brancos, em sua completude de corpos fabricados. O receio não seja ocupar a mente total e irreparavelmente, posto em uma tentativa de xeque os peões mais inteligentes cobiçam as suas posições com cautela, e geralmente conseguem obter o mate no final do tabuleiro, com aquela rainha que do nada se pronuncia e resguarda a investida do nada, pois estamos apenas jogando. O que se joga no mundo? O que se joga no muro? Tentativas, talvez, não mais do que pressuposições de um atavismo em que não nos apercebemos que no império da ignorância a técnica geralmente prevalece sobre as leis. Não há contenda e nem adversários à altura do que se espere seja a redenção dos inocentes, posto a culpa existir sempre de algum modo, nos dias de truculência da atualidade, onde os monstros já aparecem sem as máscaras que de um jeito ou outro, outros desfizeram na base do descaso e da imprudência, quando efetivamente necessárias em uso e condição própria para tal.
        Essa falta de discernimento ao menos alimenta pensamentos recorrentemente lúcidos, independentes de quaisquer referências históricas, posto sejam eles apenas para elucidar o aparentemente caos em que se governa o planeta como um todo, em seus focos pontuais… Uma das leis que podem ajudar a saber sobre o que ocorre na realidade é ver que a plataforma das coisas que são gerenciadas por observadores sabe melhor do que há por trás da efetividade harmônica do que se espera seja o berço de um processo de civilização. Essa quase compulsória veia integradora se torna moeda corrente naqueles meios onde o furor que deseja hedonisticamente o planeta se vê transformador através da exploração quase tântrica da sexualidade humana, tornando o prazer algo como predação, ou ilusória manifestação dos sintomas de normalidade aceites pela sociedade, apenas comparado ao deleite histriônico que os mais velhos e ditos sábios da sociedade requer que seja o jogo do ou ao poder, e similares. O poder pelo poder torna-se a semântica aceita, quase como a maior referência histórica, enviesando no viés do que um processo efetivador de transformação da sociedade perde lugar para os histriônicos players da hegemonia planetária, derivando a libertação para períodos eletivos, na construção sistêmica de uma rodada de negociações sinistras a cada pleito, coadjuvando com forças tão poderosas quanto sem efetividade, na mesma lógica de romper o bambu para depois esperar que nasça, e não deixar que o vento apenas o mova naturalmente, em um movimento de resiliência onde nada do que se tem de real venha a fenecer, o que remonta na consolidação de um Estado progressivo e permanente, sem depender da ilusória concordata em que se transformou a democracia nos tempos contemporâneos em países vários de nosso mundo. Em outras palavras, evitar o enriquecimento dos extratos sociais através de velhas receitas de exploração, onde a catástrofe natural e humana seja a razão primeira da melhoria social com a dívida impagável nos estragos que exercemos sobre as reservas naturais e intocáveis de nossos países, a começar – como sempre – no que ainda resta nas Américas, África e Ásia.


SABE-SE QUE O CARRO NÃO ANDA SEM A SUA FONTE ENERGÉTICA E QUE O ESPÍRITO QUE O ANIMA, NÃO FUNCIONA DESNUTRIDO, SENDO ESSA QUESTÃO O PRINCÍPIO DE QUERERMOS MUDAR ESSA SINISTRA CIRCUNSTÂNCIA.

CONSIDERANDO ALGO QUE JAMAIS TERMINA, TALVEZ SEJA ESSA A EVOLUÇÃO DO UNIVERSO DENTRO DA MATÉRIA, POIS ESPIRITUALMENTE O REAL JÁ ESTÁ.

NADA A VER QUE TENHAMOS A INGERÊNCIA DA MEDIUNIDADE, MAS TALVEZ ESSE FENÔMENO NÃO SEJA O MAIS PASSÍVEL DE ERRARMOS AS NOSSAS CONCEPÇÕES, OU NEGARMOS NOSSO SUBCONSCIENTE, QUE IGUALMENTE TEM O PODER DE TRANSFORMAÇÃO EM NOSSAS PRÁTICAS DIÁRIAS.

ENTREGUEMOS AO ARCABOUÇO SOCIAL A DEFINIÇÃO DE SUAS PRÓPRIAS VEREDAS.

COMO DIZ O CÂNONE SAGRADO: SOMOS UM SÓ CORPO EM UM SÓ ESPÍRITO. NO CASO, UMA VISÃO RELIGIOSA PESSOAL.

A VIDA VAI MUITO MAIS ALÉM DE GAMES OU DA COMPUTAÇÃO GRÁFICA, MESMO NA REALIDADE VIRTUAL AUMENTADA EM DEFINIÇÕES PERCEPTIVAS, OU NAS SITUAÇÕES DE SIMULAÇÃO, POR MAIS QUE TENHAMOS A GRANDE FERRAMENTA DA TECNOLOGIA.

ALTAMIRA E LASCAUX FORAM A PRÓPRIA EMANCIPAÇÃO DA AEROGRAFIA EM TUBOS DE CUNHO MAIS RUDIMENTAR.

PODE-SE CRIAR NO CINEMA UMA DIVERSIDADE DE PERSONAGENS, MAS É ATRAVÉS DE UM MONÓLOGO TEATRAL QUE VEMOS OU PERCEBEMOS AS SUTILEZAS MAIS PROFUNDAS DESSA ARTE.

NO MANO A MANO, COMO NO TETE A TETE JÁ VEMOS OS BISONTES EM DUELO...

A CONVERSA PARALELA PODE ASSUMIR A FEIÇÃO DE SE QUERER DIZER A ALGUÉM AQUILO QUE O OUTRO - COMO SE NÃO BASTASSE - SEJA QUASE COMPULSORIAMENTE OUVINTE.

AJUDEMO-NOS E QUE O TANTO SE NOS BASTE, AGORA E SEMPRE!

A LINHA QUE UNE OS EVENTOS DE CADA TIMELINE EM UMA LOUSA PODE SER COMO UM GRÁFICO VERTICALIZADO, O QUE RESSALTA OS CAMINHOS DA INVESTIGATIVA AÇÃO DO HOMEM.

A SINCRONIA ELETRÔNICA PODE SER UMA ATITUDE TÍBIA, MAS SEMPRE DE CONSIDERAÇÃO SUPLEMENTAR E POR VEZES NECESSÁRIA.

A PLANTA NASCE CONFORME SEU PRÓPRIO TEMPO, PERDURANDO MAIS OU MENOS, MAS EM SEU ANTIGO TRONCO NÃO RETIRADO OUTROS SERES CONVIVEM EM SIMBIOSE, COMO EM UMA SELVA VEMOS A ONÇA DORMINDO EM SEUS SECOS GALHOS.

NÃO SE DEVE TER UMA CERTEZA ABSOLUTA DE TUDO, MAS APENAS BUSCAR A VERDADE, EM UMA SAUDÁVEL E SERENA APROXIMAÇÃO.

ATRAPALHAR ALGO INEGOCIÁVEL, COMO A DETERMINAÇÃO DE ABANDONAR A VIDA VICIOSA, É TAREFA DAQUELES QUE SE DISPÕEM A PREJUDICAR UM DITO CUJO QUE SE CONSIDERA COM VÍNCULOS IMPORTANTES DE AMIZADE, O QUE POR SI JÁ É FARSA!

A VITÓRIA NÃO EXISTE SE NÃO NOS ENTREGARMOS À QUESTÃO ESPIRITUAL, COMO PLATAFORMA QUE REJA O NOSSO IMO, O NOSSO CORPO, A NOSSA MENTE, COM A INTELIGÊNCIA COMO PONTA DE LANÇA.

O QUE SE PODE PRESCREVER INAUDITAMENTE AO PRÓXIMO É A PROXIMIDADE DE DISTÂNCIAS ABSURDAMENTE GRANDES..

O MILAGRE TELEVISIVO NÃO É MILAGRE, POSTO UMA SARAIVADA DE ARQUÉTIPOS DESENCONTRADOS EM SINCRONIA COM A EFEMERIDADE DO TEMPO...

NA MEDIDA EM QUE RECONHECEMOS NOSSOS ERROS E FALTAS MAIS PROFUNDAS, ESTAMOS EM VIA DE CORRIGIR O FALSO EGO QUE REMONTA A QUALQUER ILUSÃO QUE TENHAMOS DE NÓS MESMOS.

sexta-feira, 25 de março de 2022

A PREPARAÇÃO COLETIVA E AS SUAS ALAVANCAS

 

Nos seios de um recuperar-se no dia a dia pressupomos
Certas alavancas do destino, esta que escolhemos
Sempre que denotemos um cruzamento de escolhos
Quais não conhecêramos no seu próprio andamento.

Saber é berço do conhecer, posto sabemos um know how...

Mas, em virtude de proceder ao aprofundamento
O tempo é assaz companheiro: um tempo de décadas,
De séculos, de milênios, o bastante para se resolver
Uma aparente e complexa equação no território insetívoro
No nosso experimentar a certeza de que a formiga, se não retorna,
Veste ao seu companheiro a trajetória da certeza, trazendo-o
A um lugar que nem o ferormônio conhece, posto sua luz
É-lhe tão tremenda que nem uma fissão nuclear no planeta
Reitera a sobrevivência do que antes disséramos serem inferiores!

Nada como a previsibilidade do visível.

Nada como a imprevisibilidade do invisível..

Nada como a construção aguda da reticência…

Com palavras um verdadeiro escritor faz o amor
Com o cheiro da chuva na terra, com a folha do outono,
Como o seminal olhar de uma mulher
Que nos olha de cima de seus quase séculos de vida!

Posto a história não seja uma narrativa, a história brota
No aluvião inconsequente e inenarrável de um átomo,
De uma lousa de um analfabeto que descobre o giz
E o apagador de feltro que lhe anuncia a escola amazônica
A saber, que seu pai não bebera o que lhe ofereceram na aldeia
Enquanto o xamã redescobrira o vento quente na cabana da floresta.

Não há pátria dos enjeitados, posto haver apenas um dito cujo senhor
Que caminha e olha não para a sua solidão de rocha,
Quando encontra uma borboleta branca que lhe ensina a paz…

A grandeza do amor é compartir o sofrimento por vezes inevitável
E transcendê-lo pela atitude mágica da ternura que não é segredo de um que se foi
Mas, na confluência dos rios Negro e Solimões encontra o mistério
Em que Moisés tenha dividido o Mar Vermelho
Reencontrado na mão de Deus onipresente quando não mistura
As águas abundantes de uma selva em que abraçamos a única esperança
De que os homens não queiram destruir Gaya, pois Deus pode se voltar com fúria
Peneirando com cuidado seu trigo e, finalmente, ofertando a Obra ao seu Filho!

Algo já está nas veredas do pensamento, e isso não trai a boa vontade que deva ser
A razão máxima da concretude humana, pois nosso país a muitos ressentirá
Quando o virmos de longe qual espetáculo, na única chance, virtual, de tocarmos algo...


quinta-feira, 24 de março de 2022

CONFIRMAR É O LIBELO DO TEXTO, VAI, VAMOS EM FRENTE QUE, A ALGUNS, A RETAGUARDA VAI PARA UM SONO MERECIDO.

NINGUÉM CHEGA EM UM ENCONTRO DIZENDO ALGO SEM SENTIDO, AO MENOS QUE DEPOIS QUE EXPLANA SEUS ARGUMENTOS AS PEÇAS DA RAZÃO SE ENCAIXEM DO TÉRMINO AO PRINCÍPIO.

CHEGA A HORA DO DESCANSO, E É NELA QUE REPOUSAMOS AS NOSSAS PRECEDÊNCIAS VITAIS.

A PALAVRA DE DEUS CHEGA A QUALQUER QUE SEJA, E SUA AUSÊNCIA A ALGUNS SUPLANTA IGUALMENTE CRÉDITOS DE CONFIANÇA, JUSTAMENTE POR SERMOS HOMENS E MULHERES BUSCADORES, SEMPRE...

QUEM QUISER FALAR COM DEUS HÁ DE SE TER PERCORRIDO SUAS PRÓPRIAS, DIFÍCEIS E ÍNGREMES VEREDAS.

QUALQUER LAIVO DE TESSITURAS ÍMPARES NOS PARECE CLAUDICAR COM O TEMPO, MAS EM CADA TRAMA SUSPENDE A DÚVIDA DE QUE ESTAREMOS CANSADOS EM PLENA ACEITAÇÃO DE NOSSA EXISTÊNCIA, TAL QUAL SEJA.

SERIA DE CONFORMIDADE QUASE APARENTE VERIFICARMOS QUE O BARCO PARECE TOMBAR UM POUCO MAS, SE FOR DE ESPERANÇA NÃO AFUNDA JAMAIS!

NÃO ADIANTA ALTERCARMOS DEUS CONTRA DEUS, POIS SOMOS MÍSEROS MORTAIS E NOSSO CRITÉRIO DE RAZÃO SOBRE O DIVINO VEM A ACLARAR QUE A HUMILDADE NOS LEVE APENAS A UMA ÍNFIMA COMPREENSÃO DE SUA GRANDEZA INCOMPREENSÍVEL EM QUALQUER CONCEITO QUE A ELE DIGA RESPEITO...

UM DIÁRIO DE UM HOMEM APAIXONADO PELA VIDA EXTENDE SUA PLÊIADE DE UMA MENSAGEM DE LUZ, BONDADE E TERNURA.

NA SITUAÇÃO EM NOSSA JORNADA

 

Acima do mais alto está a recuperação voluntária
Naqueles médicos sem fronteiras,
Nas vertentes indômitas de cavalos baios
Em trincheiras e muralhas
Dentro de nós mesmos
Que nos temos por si
E viemos por bem
Assim, de se falar seguramente
Nas cabeças alargadas em aberturas
Em que poesias brotem de esperanças
Em verdade e brotares de flores verdadeiras
Qual consultório que mantém a tradição antiga
No vértice de uma qualquer superfície de geometria

Em linhas de luz que independem de seus flashies
Postos nos acentos de um vinho que não se beba,
De uma cachaça ignorada no balcão de ébano
Por melhores subterfúgios que ressurgem no espaço
Em estrelas que não se coadunam com o tempo

A se dizer da cinturada silhueta de um poema
Que nos verte por encima, qual onda
Que não interfira em qualquer plataforma
Onde, por mais que sejamos como uma cidade
Em torno da nanotecnologia
Escoamos letras pelos poros
Onde, por matemática milagrosa
Encerramos a ode das nossas próprias vitórias!



quarta-feira, 23 de março de 2022

NÃO HÁ NEUROSE MAIOR DO QUE CORRERMOS ATRÁS DE NOSSAS PRÓPRIAS PERNAS, SEM ALONGARMOS NOSSOS PASSOS.

A VIDA NÃO ESPERA PASSAGENS, POSTO QUE - AO VIAJARMOS - O DESTINO NOS ESPERE COM SAUDÁVEIS ORIENTAÇÕES.

QUANDO RESERVAMOS NOSSOS DIREITOS A UM PROCEDER JURÍDICO SALUTAR, ENCONTRAMOS UM PORTO SEGURO NA SOCIEDADE POR VEZES CONTURBADA EM QUE VIVEMOS.

UMA VIA DE MÃO ÚNICA PODE SER A SAÍDA POR UMA PONTE DE MÃO DUPLA.

UMA TITULAGEM NO JORNAL PODE SER UM RECLAME CONCRETO PARA UMA SOLUÇÃO EM SERVIÇO SINCERO...

SE A VÍRGULA REGULA UMA PAUSA, ESBOCEMOS NOSSAS RETICÊNCIAS EXISTENCIAIS PARA PERÍODOS MAIORES DE SERENIDADE.

A VERDADE SERÁ FEITA COMO A ORDEM QUE COMPATIBILIZA NOSSOS VEICULARES MOTORES, TAL QUAL O CORAÇÃO E A MENTE.

MESMO DURANTE UMA EFÊMERA MAS INTENSA TEMPESTADE, A VIDA NÃO SE RESSINTA DE TER A ESPERANÇA COMO LEME, SEMPRE!

ESTABELECER VÍNCULOS DE ORDEM ESPIRITUAL É COMO DEIXAR SOBRAR NO VÁCUO A TESSITURA DE NOSSOS PRÓPRIOS VENTOS.

QUANDO SE REGE UMA ORQUESTRA FESTIVA, ALGO ACONTECE DE NOS LEMBRARMOS DOS BONS MOMENTOS PASSADOS PELAS NOSSAS POR VEZES INTRINCADAS JORNADAS PELA SENSATEZ.

terça-feira, 22 de março de 2022

VEZ OUTRA NA VOZ DO OUTRO

 

O outro que nos encontre
Na paz do Criador
Que criou sempre e recria
Nos nomes nem de toda a importância
Pois a serpente é um nome
E não ofertamos a maravilha desse ser
Mesmo quando sabemos!

Todas as vezes em que erguemos do chão
Que seja, uma pequena pilastra de palitos
Conformes com o movimento de outro ser
Que evade da escalada, mas não criva
De flores ausentes da vida
E que, distantemente, deixamos
A esperar a espera, sem claudicar
Nossos sonhos mais gigantes
Em propor a subsistência
De um ser humano igual
A outro que não o seja igual
Mas que sempre a igualdade abraça
Para soltarmos a cobra dentro da temperança
Que retorna ao mato sem justificarmos
A atitude cordial de sermos tolerantes
E perseverarmos a nossa lida de sempre
Nas vertentes de um barco que só soçobra
Dentro do escopo de uma manutenção
De um estaleiro alcatifador
Nas mesmas manivelas do tempo
Que ao menos permita a direção do leme
A passarmos por penedos e tormentas
Sem sequer soltarmos as cracas do casco!


PESQUISAR NOS LIVROS TEM UMA FASCINANTE FORMA DE ENCONTRAR MAIS DO QUE PRECISAMOS...

NÃO HÁ PORQUE LER POR LER, MAS SE QUEIRAMOS FAZÊ-LO, POR QUE NÃO, SE A VIDA DE CADA UM PEDE A PASSAGEM SEMPRE PARA O ENTRETER SAUDÁVEL?

NA VERDADE A CAUSA PROVÁVEL DE TUDO O QUE ESPERAMOS É A VIDA QUE SE ESVAI POR VEZES PELA PARTICIPAÇÃO INEQUÍVOCA DE TOLHERMOS A EXPRESSÃO DAS GENTES EM SUAS ARTES E CULTURAS.

QUANDO CHORAMOS POR PERDAS OU DANOS, ESTAREMOS SOFRENDO POR FASES QUE FAZEM PARTE DE TODA A EXISTÊNCIA HUMANA!

AGRADEÇAMOS SEMPRE A OPORTUNIDADE DA COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO HUMANAS EM TODO O TERRITÓRIO DO PLANETA POIS, SE ISSO NÃO FOR FACTÍVEL, SEJA AO MENOS PROVÁVEL.

ALDOUX HUXLEY PENSOU EM UMA SOCIEDADE, EM SEUS LIVROS, EXTREMAMENTE REALÍSTICA DENTRO DE SUA CONCEPÇÃO PROFÉTICA DE GENIAL ESCRITOR. SEUS LIVROS DEVEM SER LIDOS, E SERÃO VERAMENTE ATUAIS PARA SEMPRE.

O VOO DE UM INSETO CONSEGUE A DESCRIÇÃO QUE ESTARÁ SEMPRE PRESENTE NA QUESTÃO DO DIÁLOGO ENTRE A VIDA ESPIRITUAL DOS SERES E A MATÉRIA CONSUBSTANCIADA EM NOSSOS MOVIMENTOS...

CONFORME DESCRITIVOS HISTÓRICOS, O PASSADO SERVIRÁ PARA OU REPETIRMOS O NOSSOS ERROS OU DESCOBRIR AS VANTAGENS REAIS DA VIDA.

SABEMOS QUE O CORAÇÃO NÃO PARA, MAS HÁ MULHERES QUE PARAM O CORAÇÃO DE UM HOMEM, JUSTO NO MOMENTO EM QUE DÃO OS ARES DE SUA GRAÇA NO PASSEIO PELO OUTONO.

HAVERIA NOS PASSOS ARRASTADIÇOS DA LAGARTA A LEMBRANÇA DE SEU DESENHO MARAVILHOSO NA CABEÇA E SEUS MOVIMENTOS PELO PRATO DE UMA PLANTA, PLANTA COMO UMA PEQUENA ÁRVORE!

QUANDO UMA FORMIGA MAIOR ATRAVESSA POR SEU CAMINHO UMA VELOCIDADE IMENSA, POR VEZES AQUELA DE ESTATURA DIMINUTA PASSA RELATIVAMENTE COM MUITO MAIS CURIOSIDADE E VITALIDADE EXCELENTE PERANTE A MARAVILHOSA NATUREZA QUE APENAS É A QUEM A POSSA CONTEMPLAR.

DIVAGAR COM A MENTE PODE E DEVE SER UMA ATITUDE COMO TANTAS OUTRAS EM QUE NÃO SE DEVA PENSAR MUITO, POSTO ESTA FRASE NÃO EXISTA PARA INTERPRETAÇÕES DE MÉTODOS CRITERIOSOS.

segunda-feira, 21 de março de 2022

OS FILMES DO PODER

 

         Se tanto não nos bastasse o controle dos dispositivos que temos em mãos, há câmeras que se indispõem contra um cidadão que possua um pouco mais de massa crítica, ou uma instituição, um ativista, um cidadão qualquer. Isso nas mãos de um poder qualquer é significativo no sistema em que se encontra a população deste milênio, seja esta de direita, esquerda, centro, ou neutra dentro do precitado sistema mas que – obviamente – almeja uma ingerência e um controle quase total, o que nos remete ao totalitarismo e a importância da informação neste tipo de regime. As façanhas da ciência permitem antes a busca pelas modalidades do poder e, bem depois, as da generosa solidariedade que nem sempre é autêntica, mas possui intenção disso, mesmo com interesses por detrás. Essa dicotomia entre privado e público torna-se equação inativa, porquanto o falecimento de doutrinas ultrapassadas só faz emergirem quais fantoches gases e gases, sejam de pimenta ou similares, remontando até mesmo aqueles que não possuem sequer o cheiro. Na razão bem fundamentada segue o leque de possibilidades, segue a coluna correta que sustenta nossos argumentos, e não vai ser um tipo de agraciamento em meio à tragédia que nos tirará a esperança em que as falas busquem a verdade em torno de si. Essa mesma Verdade que é apenas única, meio 1, ou seja, nada de meios, ao 1 inteiro, quando remontarmos que o zero é a própria negação desse quesito. Quando um agrupamento de gente, nos dias de hoje, se propõe a estabelecer limites, mas obviamente dentro de uma estrutura sólida, sói saber muito de ignorância ou debilidades intelectuais que residem nos estamentos de dito cujo. Igualmente, assim acontece com partidos, agremiações, federações ou quaisquer outros esforços de estabelecer, por conseguinte, certas hierarquias que demandem, por através da dita democracia forjada, uma certa disciplina. A única instituição que rege a nossa defesa e treina por soberania de suas táticas e estratégias abertas, mantendo uma hierarquia aberta é ou faz parte das forças armadas. Isso se dá em qualquer país, seja na defesa de um sistema ou outro qualquer, seja um regime fechado ou aberto, seja ele tirano ou democrático. Acontece que a mesma forma que o poder exerce sobre um indivíduo, ou mesmo na obscura coletividade gera modos por vezes em que a tirania prevaleça mesmo frente a lideranças cruciais, como no caso de Robespierre e Danton, no reinado do Terror da França após revolução de 1789.
         No entanto, apesar de que a história apresente fatos irretocáveis, não procede crermos que tais situações se nos repitam dentro do escopo em que a tecnologia passa a demonstrar que acabamos por nos tornar meras peças de um jogo, se assim o quisermos, ou seja, se militarmos a jogar, ou simplesmente vivermos nossas vidas assim como é e assim como podemos, dentro de nossas pífias limitações. Não precisamos funcionar como meras engrenagens sistêmicas, posto termos a liberdade tão avassaladora que nos é dada a faculdade de expressão na devida ordem em que residem os fatores do viver em sociedade. Muitas designações de antanho, antagônicas e anacrônicas tentam por vezes mapear o status social, sem o esteio da inteligência cabal e necessária a que possamos compreender realmente o nosso mundo, em que por vezes confundimos ilhas ou meritocracia política e seus vieses de ideologias arcaicas... 
Podemos ser apenas agentes de nossa felicidade, sem o falso moralismo de que quem possua mais seja culpado, dentro de uma atmosfera odienta e regressiva, quando se tem a pretensão de que estamos ou enfrentaremos mudanças capitais em nosso país, por exemplo. Essas mudanças realmente viriam a termo se colocássemos em brio a situação alimentar com terras feitas minifúndio, se não dependêssemos tão enormemente dos países ricos e se – principalmente – cuidássemos efetivamente de nossa mãe Natureza. Agir não significa sermos ou fazermos parte de um grande movimento mas, justamente, a partir de pouco respeitar o que nos signifique seja a nossa contribuição voluntária, sem falsos Egos que atrasam sobremodo o nosso pensar, o nosso sentir, o nosso existir. O filme é longo. Portanto, façamos com competência. O fato é que nas nossas frentes de atuação, por vezes um simples caminhar, um gesto qualquer, uma cor de roupa, podem ser diferentes formas do Apartheid em que nos tornamos, ou de um estabelecer de guetos que são como certos locais de Gaza ou Golan. O que se vê em muitos sítios é uma incansável busca pelo poder, uma corrida famélica ao gozo, seja químico ou sexual, ou uma carnificina contra povos que sequer possuíssem a consciência do branco invasor. As vertentes que dão nome aos bois sequer citam alguns deles e prosseguem no apoio moral aos possíveis detentores da vitória para depois puxar os tapetes sob inglórias e covardes tarefas… Assim funciona o sistema, e a apatia vira non sense da aflição, e a violência remete a períodos reptílicos. É o oceano que temos: nada seria melhor do que não compactuar com esse circo que monta seus cavalos de fogo no jogo fatal, por vezes. E o problema se torna egoísta, pois um que quer está bem e estar bem nem sempre é para aqueles que querem, e os que sabem que estão não querem que sejam, pois os incomoda verem um pobre sentado ao lado, nos bancos da aeronave!


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A TIMELINE DENOTA INVESTIGAÇÕES APURADAS EM CADA CARACTERÍSTICA PARTICULAR DOS CONTEXTOS.

domingo, 20 de março de 2022

NUNCA HAVEREMOS DE VER TANTAS REFORMAS QUE SURGEM NA ATMOSFERA DE NOSSOS TÃO COMPLEXOS TEMPOS.

SÃO FRANCISCO NÃO CONSTRUIU APENAS UM TEMPLO, MAS EDIFICOU SEU PRÓPRIO NOME!

DEPOIS QUE INVENTARAM O SERVIÇO A DEUS, TUDO SE TORNOU MAIS SIMPLES.

QUE SE PERDOE O GESTO DE UMA OU MAIS PALAVRAS, POSTO NÃO RECOMENDAR-SE A ANUÊNCIA CONCRETA DE UM VERBO...

A REPRESENTAÇÃO DAS CORES

 

         Era uma questão de moda, entre outras, as cores, menos um pouco ao gesto, quiçá vestir algo menos rubro, ou verde, quem sabe a moda muda, quem sabe o que mude seja o homem. Se ainda possuirmos o vernáculo, vai-se na amplitude: homem, raça humana como um todo… Soubéssemos disso tudo, o problema talvez não fosse tanto, qual, de se encontrá-lo como na textura de um vento morno, na serra de algum país quente sul-americano. Um corpo que se encontrasse com a forma mesma, uma árvore torcida, um gemido fremente, uma piada no corpo outro, uma mulher reencontrada em seus aluviões de esperança concreta. Vai, sim, de uma resposta, vai sim de uma equação, e que a vírgula não se encontre com um filme de ação que desmonta a chance de algum lado ganhar, pois sempre há a concordância – na previsibilidade desses filmes mais comerciais – de que algum lado ganhe, na maior parte das vezes. O que há de quebra nessa action movie é apenas um entreter-se que quer realmente beirar mais o realismo. Como a bala viajando em slow motion extremado, vertemos a ação para o hiperrealismo, na exposição, nas mega-estruturas e nos filmes-catástrofe. Há de se perceber a nuance crua da computação gráfica que atua nos tempos de hoje com a retaguarda de botões recriados, e dos encontros virtuais em salas ou territórios dos games… Haja a vista, real, consonante, haja a vista, haja o botão, simples, input e output. Zero e um. Simples: positive vibrations…Alocações pertinentes, quase vulgares, e que nos perdoe o vulgo, se não dá para descrever como o já descrito antes, rompendo o zero, rompendo o um que sucede, ou que virá. Já estava escrito o modo como permissões de servidores, na plêiade informacional, e o que se combate é o extremo e não a Fortran! Na tentacular vascularização dos sistemas de informática, tentamos compreender aquilo que é interativo: what do you see is what do you get. Instalar, especialista, manter, especialista, consertar, especialista. Para que negar se o mago está na berlinda, se as pessoas podem interpretar a título de se conversar sobre. O que a guerra predispõe, por que usar o supersônico, qual a próxima façanha do ensaio, se quem quer jogar que jogue, pois o jogo é de adversários e de observadores, funcionando um pouco nesses termos. Vale a pena uma vida que seja? Se as regras do jogo permitem dissuasões a respeito de quem ganha é quem tem poder, vale o poder para se ganhar, não importando se o que vem depois é a destruição, é a anormalidade, é a causa circunspectamente errada, é uma perseguição pura e simples de pensamentos e cartilhas, é a adoração compulsória de algo ou alguém, é permitir que a ignorância se torne apenas a tentativa da humildade, ou propriamente a vantagem conspícua da arrogância.
          A
, acima… Teremos outras abaixo, esta linha está reservada a uma simples pausa em si...
         Não. Podemos querer mais, e não apenas uma conclusão precipitada de uma estrofe simbólica; mais, um tipo de parágrafo curto na aparência mais distante de uma emancipação consagradora, um mote de sensibilidade, uma versão mais condizente com as circunstâncias; estarmos perto e distantes de quase tudo da aflição, mas estarmos dentro dela por vezes, e quem dirá agora que não estaremos surtando no próximo século, se não nos aproximarmos da vida em si e para si? O itálico apenas obedece uma palavra ou expressão pouco usual, como estaremos surtando, substituída pela: surtaremos, em que a de cima não se considera, de acordo com a correção do AI, uma boa norma de sintaxe, mas semanticamente e de acordo com um autor humano, cabe a compreensão do diálogo que se comporta na veia do editor de texto, este software. Assim sabemos que, na vertente do conhecimento, a compatibilidade com o que queremos de versão mais assimiladora desses todos pressupostos não nos faz refém de laivos semânticos. Sendo uma terapia em que um médico afirma com todas as letras, dentro das possibilidades: o poeta continua a sua terapia de expressar-se, apenas isso, com esse pingo a mais nos is.
          Longa pode ser a frase e curto o período, mas que necessitamos de períodos mais longos, isso deva ser condição sine qua non. O tom é que harmoniza um sloka. No sânscrito talvez tenhamos a maior dificuldade, visto não ser mais linguagem convencional. Mas não seja por isso, tenhamos uma paciência de Jó para sabermos que as linguagens compatíveis com os nossos sistemas religiosos podem encerrar a si não uma mitológica aparência, mas uma aparente verdade de fato. O poeta agora só possui mais três linhas, para que o ininteligível para alguns não beire muito o cansaço e que, de fato, a miríade de nossas conclusões seja a vertente de nossa crueza.


sábado, 19 de março de 2022

REQUER-SE ASSIDUIDADE EM QUAISQUER AGRUPAMENTOS SENSATOS, POIS É NELES QUE NORTEAMOS A BÚSSOLA!

A TROCO DE RECEBERMOS UMA NOTÍCIA ASSAZ VERDADEIRA, O QUE SE ESPERA É QUE SEJA SALUTAR, OU SEJA, NO PREÂMBULO NECESSÁRIO DA INVECTIVA DA IMPARCIALIDADE, MAS NÃO É TAREFA FÁCIL ENCONTRAR ESSAS PEPITAS.

A QUESTÃO DA LÓGICA PODE SER A VERSÃO MATEMÁTICA DO POSITIVO E DO NEGATIVO, EM QUE A RAZÃO EQUILIBRA ESSAS SEMÂNTICAS.

NA PREPARAÇÃO CIRCUSPECTA DE UMA INVESTIGAÇÃO CRÍTICA, DEVE-SE TER AO MENOS UMA RESPOSTA INICIAL.

RETIRAR O SENSO DA DIREÇÃO E DO PRUMO SIGNIFICA VACILAR A MENTE NO DIA EM QUE SE FALHA E SE DISTA DO BOM SENSO.

NA VIDA A DOIS, A VIDA ELA MESMA SE TORNA UNA EM DOBRO.

QUANDO SE CHEGA A UMA PLATAFORMA TRANQUILA DEPOIS DE TORMENTAS E TEMPESTUOSOS TEMPOS, BASTA ANCORAR A NAU E DESCANSAR SEUS MASTROS.

SABER-SE ANTECIPADAMENTE MAIS CALMO É RAZÃO QUE ENOBRECE O SENTIMENTO E AS VARIAÇÕES SUTIS DE NOSSA ALMA...

NA ESFERA DA INOCÊNCIA, POR VEZES A MÃO DA CULPA REVESTE-A DE MÁCULAS IGNORADAS.

RECOMEÇAR NO DIA EM QUE PENSAMOS QUE A ROCHA NOS TOLHE, NECESSARIAMENTE OU A ESCALAMOS MAS, SE ISTO NÃO FOR POSSÍVEL, ESCOLHAMOS UMA QUE SEJA MENOR, AO MENOS, MESMO QUE O CAMINHO DISTE UM POUCO.

sexta-feira, 18 de março de 2022

CALCULAR NÚMEROS A ESMO É ATINGIR O SEIO DA LÓGICA RUDIMENTAR, AO MENOS.

O PENSAMENTO FILOSÓFICO PODE E DEVE SER O ESTEIO DO MODO DE PENSAR RACIONALMENTE...

SEJA UM DIA UM DIA A OUTRO, E QUE PERCEBAMOS A IMPORTÂNCIA DE CADA QUAL.

NÃO HÁ REPRESÁLIA NO BOM SENSO, QUANDO SE QUER APRENDER COM A DIPLOMÁTICA FORMA DE PROCEDER.

TRATAR-SE DE UMA QUESTÃO LINGUÍSTICA PODE SER A CHAVE DA COMPREENSÃO DE OUTROS SIGNIFICADOS QUE NOS MOVEM.

A SUPERFÍCIE DO VENTO

 

Assim se diria
De se supor que há
Maior concomitância
Em uma esfera que não diste
Daquilo do querer-se
E pouparmos forças
Em uma simples verve
Que não silencia o som
Do fator causídico
No sem causa de não supormos
Que o telégrafo nos abrace
Em cinco linhas que sejam
A ausência de espinhos noturnos!

A se notificar um relatório, verificamos os óbices claudicantes
De uma vertente onde o vento hardest torce  rabo
Na busca incessante de um tempestuoso alfarrábio.

O estudo incessante em dimensions que se sucedem
Na diamantina e operativa dimensão em que o tempo
Supera por vezes a temperança do que não houvera…

Fala um gole
Dita um fone
Ressai a vítima
Verte a mina o cobre
O cidadão vai e ordena
A uma autoridade
Como qualquer um
Que não seja apátrida
Mas que não rechace
Uma cachaça que baste
Ou a luta de um remanescente
Na luta que não vence
Por não estar, simples e claro:
Pois não, não estar.

Nada, absolutamente,
Nos demove de uma posição
Em que os lobos aparecem
A apanhar as vezes
Que não se emprenham
Do aprendizado básico da defesa
Nas questões de não desguarnecer
A vida que sugere-se pouparmos
Por questão de vida, apenas,
Posto não é através de conflitos
Que se obtém a vantagem cabal
De se situar em uma paz contada e recontada
Mesmo no panteão dos mitos.


quinta-feira, 17 de março de 2022

NOS CICLOS QUE REGULAM OS NÓS

 

Vai-se o tempo que vacila
Na propriedade quase escusa
Do desculpar-se suntuoso
Nos nós de uma alfombra
Sem as têmperas do asfalto…

Desde que uma poesia ruidosa requer a simpatia do leitor,
A aparência de uma vírgula pode receber um vagão
Onde em seus contêineres a viagem longa tenha tração!

De fronteiras em fronteira se decide uma margem
Em um território estrangeiro ou não
Quando recebemos imigrantes que não se ressentem
Em solo que não seja pátrio, mas referenciado
Por uma imensa gratidão em serem bem recebidos.

Por um lapso haver-se-á ao inventário de moralidade
Quando o poeta finamente decide interromper o cigarro
Na vertente de uma questão absolutamente urgente
Que a versão imanente de sua dependência recria grilhões!

Será sempre uma tentativa em que se poste um veio
Qual não seja uma parábola cristã que não receie a fé.

A força, que acompanhe uma vida sem vícios
Na condição que não condiz o que aparenta ser
A redenção de uma saúde que não perca para todos
No momento em que estaremos mais justos do que o imo.