quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023
SE O HOMEM GOSTA DE UMA MULHER DE QUALQUER RAÇA, ASIÁTICA, NEGRA, BRANCA, OU RELIGIÃO, NÃO IMPORTA, O QUE IMPORTA É QUE EXISTAM OLHARES QUE NÃO QUEIRAM QUE NOS PERMITAMOS TERMOS NOSSAS LIBERDADES DE ESCOLHA, POSTO SER ESSA EQUAÇÃO A QUE TRADUZ MELHOR AS VEIAS DO TOTALITARISMO, PRESENTE POR EXEMPLO AINDA TÃO PUNGENTEMENTE NO RACISMO EM CERTOS ESTADOS DOS EUA, COMO MONTANA, EM UM EXEMPLO CABAL, ONDE SE TREINAM ESTRANHAS MISSÕES PARA NATIVAS OPERAREM DE FORMA QUASE PREVISÍVEL EM PEQUENOS E PRETENSAMENTE INTELIGENTES EDIFÍCIOS ONDE SUA LOCALIZAÇÃO PODE SER REALIZADA NOMINALMENTE.
SE O ARREPENDIMENTO DE UMA MULHER ESTRANGEIRA É INCAPAZ DE EXISTIR, QUE ELA CONTINUE SERVINDO AOS NOSSOS INIMIGOS, MAS SERÁ RECHAÇADA SEMPRE COMO AQUELA CEREJA QUE DESTOA, PORQUANTO AGENTE PARTÍCIPE DE UM CONLUIO QUE APENAS INFERE AGIR SEM O SABOR DE NADA, NÃO SENDO SEQUER UMA AGENTE DE FATO, PORQUANTO SEM NENHUMA SENSIBILIDADE FEMININA, UMA DAS VIRTUDES DAS VERDADEIRAS MULHERES.
A QUESTÃO DE UMA MULHER BRASILEIRA QUE SEGUE CARREIRA NO EXTERIOR SE SENTIR OFENDIDA POR VEZES POR TER ALGUNS SEGREDOS REVELADOS É APENAS A QUESTÃO DE SABER SE TORNAR NUA EM FRENTE AO ESPELHO E DESCOBRIR QUE PODE SER ALGO ALÉM DAQUELA PERSONA QUE CRIARA, OU SEJA, UMA MULHER MAIS VERDADEIRA, POIS A ILUSÃO E SUA QUEBRA SEMPRE SÃO UM POUCO DOLOROSAS PARA O EGO, MAS A CARREIRA SOLO NÃO DEVE SER POR ENCIMA DE MISSÕES QUE A ELA SE IMPUTE UMA PREMIAÇÃO QUE TAMBÉM NÃO PASSA DE ILUSÃO, POIS POR VEZES SERÁ O MAIS COMEDIDO E BRUTAL PECADO QUE ELA COMETERÁ, SEM SABER, SERVINDO A UM FANTOCHE QUE ACREDITA SER O HOMEM DE SUA VIDA.
NO OCIDENTE AINDA NÃO HÁ O COSTUME DE ACEITAR A PRÁTICA DAS ARTES MARCIAIS FRENTE AO MAR, DISTANTE DOS LOCAIS COMO ACADEMIAS, PARA TAL, O QUE CONFERE A NECESSÁRIA COMPREENSÃO DA APROXIMAÇÃO CULTURAL ENTRE ESSES DOIS LADOS PARA QUE RESSURJA UM MOVIMENTO DE CONSCIENTIZAÇÃO CORPORAL MAIS ACESSÍVEL ÀS CAMADAS POPULARES QUE NÃO POSSUEM SEMPRE O ACESSO, QUANDO A PRÁTICA NÃO SE TORNE JAMAIS VIOLENTA, MAS JUSTAMENTE O OPOSTO, UM MOVIMENTO CONTRÁRIO EM DIREÇÃO À PAZ.
COMO TODO BOM TRABALHO REALIZADO, OS CASTELOS ERGUIDOS PELO FASCISMO NÃO SÃO TÃO SÓLIDOS QUANDO ESPEREM AQUELES QUE USAM ESSAS MODALIDADES PARA QUE ALGUNS SINTOMAS DE EXPERIMENTAÇÕES QUE SEJAM IMPOSTOS A ESPECULATIVAS IMPRESSÕES, NA VERDADE SÓ EXPÕEM VÍSCERAS ONDE PROMETEU ESPERA NO DIA SEGUINTE POR SEUS ABUTRES NATURAIS.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2023
A FÊNIX DA QUARTA FEIRA DE CINZAS
Nas solicitudes de encontrarmos peças genuínas
Daquelas fábricas mais primorosas em que nada parece
Com algo de alguma manufatura mais preciosa
Do que não infira o tempo em saber dos dias que precedemos...
Distantes os dias a um, outro e quiçá as estrelas
Nos apontem próximos que virão mais distantes igualmente
Na profusão de músicas peremptoriamente progressivas
Em um rumor em que as pétalas da vida não se ressentem
De ao menos tentar sentir o sabor da aurora das cinzas de quarta.
Nada do ser que seja a poesia haveria de parecer com um nexo
Posto sua vertente não seja sequer a sombra inumerável da noite
Carpida pelos lençóis das luzes sobre o asfalto debruçadas!
Nisto de se vestir a poesia com um misto de espaços e rumores
Lateja em nós a proximidade de um fremir inquieto
De uma diastólica impressão em um ombro cansado
Onde o gesto do guerreiro tem pousado suas mãos inquietas...
Que seja longo o vértice do acaso, que se nos acalme as frentes
Onde, por precauções de acautelados verbos, as premissas façam o viés
De trazer à tona as noções primárias de liberdade, mesmo onde a flor
Não pede licença para fazer brotar a parcela quase certeira do seu rancor.
Os mesmos pesos são iguais, não importando tempo nem espaço,
Posto na latitude das dualidades, o certo vira errado, e vice e versa
Sob o prisma de onde tenha a vida, pois desta é que virá ela mesma.
Ainda assim, se meça a quirela de um passado quase ausente
Em que o intangível modal de certos artifícios não sustenta
A velha questão de uma moda de se ter uma cor reflexa
Turva como a noite, e tenebrosamente infantil como o vento...
E que dessa cor brote o último corvo da noite de terça
Quando o que perpasse nos dias não nos abrace moda
Já que um trigal não se ressinta com sua cor do ouro
Remontando a um passado que não se desdiz jamais!
O TRATAMENTO DA DOENÇA MENTAL É COMPULSÓRIO, EM VIRTUDE, NO MAIS DAS VEZES, SER SUA ORIGEM DE ORDEM GENÉTICA, E A CRONICIDADE DO USO DO ÁLCOOL TRAZ PREJUÍZOS PARA A RECUPERAÇÃO, DENTRE ESTA A VERACIDADE EM QUE ASSOCIAR REMÉDIOS E SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS NÃO É NADA SALUTAR PARA A ESTABILIZAÇÃO DO QUADRO CLÍNICO DO PACIENTE.
O ESTIGMA MENTAL FAZ PARTE DA NATUREZA, E AS DOENÇAS DE CUNHO MENTAL AFETAM O COMPORTAMENTO, SEJA QUANDO NÃO MEDICADAS OU NA LENTIFICAÇÃO NEM SEMPRE PERCEBIDAS NOS EXTREMOS, ISSO CONFERE O VIÉS DAS DIFICULDADES DA INSERÇÃO SOCIAL DENTRO DO ESPECTRO DOS SINTOMAS E DO TRATAMENTO, INFERINDO PARA OS INEXPERIENTES PACIENTES UM SOFRIMENTO PSÍQUICO MAJORADO, MESMO EM TRATAMENTO.
É MAIS FÁCIL ASSUMIR A DOENÇA DO ALCOOLISMO COMO MENTAL PORQUE EFETIVAMENTE ESTÁ NO INDEX, MAS OUTRAS COMO A PMD, A ESQUIZOFRENIA PARANÓIDE, O TRANSTORNO BIPOLAR, ESSAS NA VERDADE SÃO COMO ESTIGMAS ONDE A IMPUTAÇÃO DESSES RÓTULOS NÃO SÃO DIGNOS DE PERDÃO PELA SOCIEDADE, DENTRO DA ARROGÂNCIA DAQUELES QUE SE ARVORAM TEREM PODER INSTITUCIONAL PARA TAL.
VEIA REPLETA
No viés de uma veia
de luz
Perpassam nossos rios que nos resguardem
No
proficiente modal de que não se queire mais do que temos
Onde a
saída seja maior do que a vida que não se ressinta
Onde a vida
mais breve ficaria menor do que um átomo
Quando a faísca feito
mulher emerge, dentro do coração do núcleo
Que sói
encontrarmos dentro de nós mesmos, o factual, a vida
De se ser
um homem humilde, um ser que se passe a não ter a mais
Uma
vertente que não se sinta mais a anuência que não tenha a voz
Como
a vida que não se encerre a própria questão do não ser...
A FUNÇÃO QUE SE ENCONTRA REPLETA
Por vezes somos incertos, mas o erro é
existência,
É arrimo, e a presença cálida é algo maior do
que um lucro
Seja qual, quem dera, um lucro da presença e que
seja…
Não sejamos ao golpearmos a nós mesmo, ou a que
seja, por favor,
Posto não estarmos propriamente distante do
bom de viver, com a vida nova
Onde o encontro não seja
propriamente a função, mas que seja sempre repleto
Dentro da
mesma função a que seja, e dito seja feito, na forma, na
função!
Não há que desejar algo além do profissional
modal
Posto sermos ou estarmos em serviço, e a predisposição
de se transportar
Seja aonde for, é de suporte quase no ponto
de um bombeiro
Que se roga no resgate, ao que seja, estimular a
construção do corpo.
A um agradecimento que não nos
passe a ser mais do sempre
Quanto o sempre seja o ponto em
questão, mas que nada seria maior
Do que a anuência do
encontro com um edifício, o pertencimento social de um clube
Onde
de proforma o pragmatismo daquele mais isolado agora possui a
mobilidade
Onde quem ajude na permissão é sábio, seja na
modalidade qualquer
Onde se encontre a noite com a porta aberta
de uma Academia!
PRESERVAR A DEMOCRACIA NÃO PRECISA DE MUDANÇAS DE CORES, MAS DE SUA IGUAL MANUTENÇÃO E IGUALMENTE DOS BONS MODOS E DA ATITUDE DA NORMALIDADE INSTITUCIONAL, TORRES ERGUIDAS COM DIFICULDADE DENTRO DO ESCOPO NACIONAL E CONSTRUÍDAS SOBRE ALICERCES QUE AINDA PRECISAM DA ATENÇÃO DAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS.
PARTES DA MÁQUINA
Onde se infira um dado
De se dar algo, não
se infira
Qualquer coisa, uma mão que aperta
Um braço que
entorpece, que enfraquece
Impute-se culpa, sua performance
falha
Quiçá por algum bom motivo
Nada do que seria bom,
ele seja consciente ao menos…
A parte conferida, a
função requerida, o carimbo institucional, a ordem
Ao
insurreto que não escutou a outra ordem, o caminho dos incautos.
E aquele que,
divagando, caminhou mais do que o provável…
Não seria
ao menos uma luta marcial, ah, sim a necessidade da auto defesa
Posto
quem não saiba está afeito a ser vitimado, isso é uma simples
regra
Posto não violência no violentar a si mesmo, não que
não seja algo regressivo
Mas de óleo os pistões funcionam
melhor em outros motores igualmente!
Quem dera inferir
outras lógicas, a reprimenda, uma mulher inteligente,
Posto
quiçá da inteligência, ou agente compulsória que lhe dão certo
legado
E conhecimento, e orientação, como levar um pato ao
departamento outro
Sem que seja importante vasculhar a ossatura
por dentro da medicina convexa.
A música dá a moral quase
eufemística, quase de partido, mas sem igual seria
Bem melhor
se não fora, mas se é não deixa de ser quase bom
Que seja
algo de regalar-se o sombrio na perspectiva do ganhar-se
Aquela
premiação que não se sabe durar até os vindouros anos de glórias!
A MÁQUINA DA CERTEZA
Gira um script tão
sóbrio quanto a certeza lógica
De uma programação onde quem
não é iniciado
Não possui concludência de poderes
E
aquele que efetivamente possui esteio na Agência
Pode remontar
modelos em que as missões sejam sexo e mais sexo.
Disso
não existiria, o fazer, o praticar para relax,
O surfar na
Califórnia, a transferência para a África
Que, nada, do que
não saibamos melhor, seria a farsa de um nome
Em que lutariam
para que não se estabelecesse um governo popular
Em um país
com uma continentalidade algo histórica
Sem que as potências
já não esquadrinhassem conjuntamente nossa latitude!
Acordos
se fazem e a anuência da pressuposição dos dias remonte, com
certeza,
Que aquilo a que viemos a concluir em uma máquina de
quatro rodas
Pode ser a vertente de todo um exército alinhado
com um certo nada em transformar
Os planos gerais da
democratização em um túrgido fracasso golpista, no previsível 31 de março.
A MITIFICAÇÃO DAS IMPOSSIBILIDADES
O ser é temática recorrente, por vezes
é o cerne e a questão abrupta da existência. Aquele que existe por
vezes simplesmente não é. O não falhar, por exemplo, é
característica de uma máquina, no que vem a ser uma ferramenta, um
ser de alavancas, funcional, distando do ser quase afetivo, que
transborde, que se deixe ser, de fato, que remonte algo a mais do que
a dita função. Disso de se pressupor peça, disso de se pressupor
resultado, infira grau de inteligência algo anódina, por vezes
ensaio, por vezes repetição do ensaiar, por vezes, no mais a força
bruta coercitiva, como conclusão do que seja, em si o fim em si, o
não ser do outro, o enclausuramento punitivo, por vezes com cunho do
preconceito, do prejulgar, do entendimento parco do outro… Função
primeira, o outro sendo produtivo, porquanto existente, postado no
trabalho intelectivo, alfombra teórica, coaduna com a máquina por
vezes, por vezes contesta, e nisso não há harmonização por mais
das vezes. O ato, a ação, a crítica, ao ser que sai e se porta,
não seria maior a vertente de se estar, mas a função o ignora, o
retrai e o lentifica, o desacelera, e o reprime, condição sine qua
non do totalitário, do escuso e da treva societária.
Ao menos
que um canal perceptivo leve o ser a ser, ao menos que o retroativo
não seja apenas o pago, a função do per si, a manobra, a
consecução, o jus e o parâmetro da conduta. Que fosse um dia ao
menos, e o homem ou a mulher fossem de fato o encaixe, a
possibilidade, mas isso se torna mais uma função de macho e fêmea,
duas peças, e isso deve ser realizado em outras plagas? Não sejam
os dias mais duros do que pretende-se o dia de um a menos, que errar
não seja julgamento, posto o totalitarismo é veia que entope, é
sangue que verte silencioso, é envelhecimento compulsivo arterial,
não se traduz nem ao menos com os versos que versem sobre a
libertação, posto envilecimento do proceder, e envilecimento do
ser…
Pois que sejamos ao menos em um dia, digamos o que há
por ser dito em sincero, não paguemos o pato em nada dizer, que
dizer faz parte de se ter algo na vida maior do que a circunspecção
solitária da brutalidade de se fazer algo pensando que outro foi
realizado, onde a farsa parte a fazer o ser coletivo virar concretude
abjeta, e o nada prevalece em memórias de registro, quando de fazer
parte já de rotinas declaratórias, o que o jus prevalece mais uma
vez em trânsito, o que não se pode, mas já em julgado! Óbices se
tornam brincadeiras, o vício passa a ser moeda corrente, e o
concreto é que um homem saia em si do per si a fazer valer o
sacrifício de ao menos tentar atenuar certos dramas...
POR VEZES HÁ NECESSIDADE DE QUEBRARMOS CERTOS MITOS E DISSIPARMOS A ILUSÃO, REMONTANDO A UM PERSCRUTAR MAIS PROFUNDO, MESMO CHEGANDO A UMA REALIDADE EM QUE AQUILO EM QUE ACREDITÁVAMOS SE CONFUNDA COM CERTAS MOTIVAÇÕES OU AÇÕES DE VIDA, O QUE NOS TORNE MAIS FACTÍVEIS DA COMPREENSÃO DE NÓS MESMOS, ESTES ESTRANHOS SERES QUE COMPARTEM DE SI, E O SERVIÇO SE TORNA MAIS LEVE, AO PONTO DA PRESSÃO E CONTRA PRESSÃO SEREM ARREFECIDAS PELO MESMO ENTENDIMENTO DO ENCONTRO COM A REALIDADE.
NA VIDA QUE PASSA POR UM ESPECTRO DE UMA REALIDADE QUE POSSUA A PRETENSÃO DE SER FACTUALMENTE CORRETA, POR VEZES A ATITUDE RECORRENTE JUSTIFICA UMA FALTA QUE, AO VIÉS DO QUE REALMENTE É CORRETO, NÃO PROCEDE QUE SEJA ALGO COERENTE, OU SÃO, PERANTE O ANDAMENTO DE UMA SOCIEDADE MAIS EVOLUÍDA ESPIRITUALMENTE, POSTO POR VEZES REDUZIDA ESSA PRETENSA REALIDADE À MODALIDADE TURVA DE UM RESSENTIMENTO CAUSAL.
NADA SE CONTARÁ AO TEMPO
Nada que se conte ao tempo, retorne ao tempo
mesmo
Posto um agir nunca é e será uma ação crível de
fato
E, mesmo dentro da semântica de um planejar
O agir de
fato é planejar no gesto e sair para um factual discreto!
Se
passa que o vocabulário das gentes passa a ser o mesmo
De um
pequeno castigar, de uma mostra das possibilidades
Mesmo quando
se pense que a âncora esteja fundeada em mares tranquilos
E
que, no entanto, seriam mais do que reminiscências de
outrora…
Gruda-se no par o diálogo, a performática voz
de se conhecer origens
E a verdade passa a ser dura, e
remonta-se que nada muda ao olhar
Das modalidades dos ganhos, a
se ganhar acima de tudo, tudo seja válido,
Incluso não se
permitir que aquele de décadas de promessa houvera ser fantoche
De
uma anuência concreta da própria corruptela do destino com
brutalidade leve.
Tenta-se dissuadir, mas a proposta é
mais longa, o enunciado significa estrutura
Outro vitupera, de
outra cidade, e de tudo sabe, posto a gravação não encontra
vertentes
Quando ao viés da máfia já se tenha dado o recado,
e cabe a um agente se comportar
Para que os vermes não se
reproduzam no seu ventre a ponto de ficar malato.
E o fato é fato, é
irrisório fato, há permanente presença dentro do escopo da
realidade
Em uma casa, posto ser nas ruas a mesma realidade,
sendo que o espaço de um ser
Quase não faça diferença, mesmo
que não queira se calar, posto outro fato,
Teria já que ter
passado o seu recado, que se deixe a caravana passar, pois em cada
sentença
Há algumas que permanecem quietas em suas semânticas
prementes daqueles cristais de cada um.
POR VEZES TEMOS UM GUARDA CHUVA, E ESTE NÃO É MAIS SUFICIENTE PARA OS ROLDÕES, PARA AQUELAS CHUVAS INTENSAS, E TÃO INTENSAS QUE BEIRAM DEUS ESTAR LAVANDO OS PECADOS DOS HOMENS, MAS POR VEZES SÓ ESTARÁ REVELANDO JUSTAMENTE OS PECADOS QUE DEIXARAM A NATUREZA ASSIM, DESTRUINDO CADA GUARDA CHUVA, ENXARCANDO A ESPERANÇA, SEM, NO ENTANTO, MOSTRAR QUE ISSO É UM CICLO PORQUANTO AINDA SÁBIO, POIS A NATUREZA NÃO SE DEIXA VENCER, APENAS CASTIGA OS CULPADOS...
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023
domingo, 19 de fevereiro de 2023
sábado, 18 de fevereiro de 2023
DESDE QUE A POESIA NÃO ALCANCE NADA NEM NINGUÉM, O HOMEM SIGA COM A MULHER QUE O ALCANÇA COMO MULHER, QUE PODE SER APENAS UMA QUESTÃO DE PROJETO, OU ADUBAÇÃO DE UMA TERRA FÉRTIL, POIS A DESISTÊNCIA DE REGAR AREIAS PODE SER MELHOR NEGÓCIO DO QUE ESSE USO INDISCRIMINADO DA DROGA PARA SEDUZIR AQUELAS QUE SÃO LOUCAS PELOS HORMÔNIOS DA AVENTURA INFANTIL, MESMO QUE A ADRENALINA FAÇA PARTE DE CRIANÇAS QUASE VELHAS.
A TRANSIÇÃO DA MATÉRIA
Conforme o andamento do que
se supõe seja a palavra material, denota-se por vezes um ganho melhor, um
improvement, um acréscimo de algo, uma soma, uma substância, algo que agregue,
um conteúdo, ou seja, algo concreto, na sociedade contemporânea e digital, um
material digital, quiçá, passando ao viés de realidades onde a virtualidade se
torna igualmente matéria tangível de tal modo que se obtém resultados, tensionando
ou verificando o fiel da medalha, por vezes... No mais, a matéria plástica é o
plasma mais verificado, posto molde e por vezes caráter, profusão e detalhe.
Como uma redoma de cristal onde o próprio vernáculo se ressente de ser ele
mesmo o viés conclusivo, uma atenção onde a linha de uma rotina signifique um
grande auto comando, uma conclusão sistêmica, o próprio cerne, a vertente inumerável
de uma floresta onde o carvalho é esfera de repetição, fauna de clones que clamam
por diferenças, como pelos pubianos desenhados conforme fetiches previsíveis,
erotizando a ridícula infantilidade do rótulo, do portal, da promessa e da
abertura, que por vezes só se dá por entre aberturas de espelhamentos... Algo
de metonímia, cruamente instrumentalizado por objetificação, onde o ícone vira
o próprio símbolo indexador, onde a informação é o próprio material, onde o
veludo é onde o anel trava, onde o pulmão verte a fumaça do ópio que trasfega e
pede mais, a fumaça de um algodão de coca, aquilo que se permita por permissão
nada duvidosa, por ruído e por graça quase divina e orgíaca. Essa pressuposição
nada haveria de ter espelhamentos ruidosos em teoremas, posto não ser sequer a
representação algo inóspita da condição inequívoca da existência mais cabal de
não se ter parâmetros com a face voltada, qual máscara intangível, no platô de
superfícies mais cristalinas daquilo mesmo que verte em escamas o poder do algo
em si, como no per si de ganhar, na base material e na substância, toda a gama
faraônica da fantasia por arredores, e simpatizar com a modalidade compatível com
o nada!
A se predispor da palavra
matéria, o métrico nada mais signifique do que a própria mensuração inequívoca,
do caminhão, por exemplo, seja ele de uma criança ao matchbox àquele da caçamba
de fato, supondo, o poder de não mais empurrar, mas empunhar, por vezes como
uma arma, tão consonante que aí sim há a referenciação ao parágrafo anterior,
onde a substância infere, ou da hormonal experiência da fachada de um pelo
devidamente rapado, como substrato de uma organização qualquer, igualmente igual
ao servidor de algo, ao possuidor de uma chave secreta, ao retorno do mundo
fantástico do non sense, da imaterialidade, da ilusão, quando se perde até
mesmo a noção do plasma, quando o próprio plástico perde o sentido, e passa a ser
manipulado por vezes em uma fricção quase involuntária de um condom. No
mais das vezes a matéria não vem embalada, posto a máquina ser mais uma coisa
em si, vértice da caixa, lócus, quase sacralidade do carbono, composto na
embalagem, e por vezes o reducionismo de metal nas pontas necessárias, quando
se faz necessário por vezes a inteligência de um equipamento eletrônico, onde a
arquitetura carrega os condutores, e a capacitação é redonda e equiparável ao
andamento da física nada alterna, esta, sim, matéria, disciplina e
conhecimento...
Quanto sim, de se chegar ao
conhecer, a disciplina, the subject, o tema, o laudato, a questão, o trabalho,
plasmador da consciência e revelador dos componentes, indústria e quase afeto,
enquanto afeto na indústria maior conhecimento, enquanto harmonia no parque
industrial, produção, porquanto viés condutor, capacitação e distanciamento da
farsa, passando a ser algo mais de concretude, algo de arquitetura sólida,
pilar e base de sustentação, fomentador da construção e incorporador de uma
questão social, agregando o valor em si e fornecendo o viés de que nem toda a
tecnologia seria a questão progressista, e nem toda a ferramenta estaria sendo
conhecida, conforme o andamento do que pressupomos sendo material a inferência
de que o Poder ilusório conferiria um andamento de retornos suscetíveis a um caos
que remonta ao substancioso porém do indefectível mundo em que o erro não vem
para ensinar ao acerto, mas para sustentar o pináculo indecente das falhas que
apontem para um prumo que não se alonga na fieira, mas rompe-se na brita no descuido
da inabilidade administrativa.
LEMBRE-SE, MULHER, QUE O OFÍCIO SEJA LEMBRADO QUE A LIBERTAÇÃO JÁ ESTÁ PRONTA NA FACE DAQUELE QUE SERVE, É SERVIDOR E FAZ JUZ AO SEU PAGO, ESTÁ ATIVO DENTRO E FORA, SERÁ NA SEMÂNTICA DA FORÇA A MESMA FORÇA LÍMPIDA DA FONTE SECRETA E SEQUIOSA QUE NÃO ENTORPEÇA A TERNURA DO VIÉS DA CONSECUÇÃO DA ATITUDE, LEMBRANDO QUE A AÇÃO EM CONSCIÊNCIA SE TORNA A AÇÃO QUE É A MESMA QUE MUITOS SE ARVORAM NA QUESTÃO ÚNICA DOS CONCEITOS DA VIDA!
QUE O SERVIÇO VALHA
Ah, sim, do ponto, do querer demonstrar
Ao
tijolo do monte, ou da pedra da Igreja
Que seja, do viés, do
contador, do serviço
Ao per si do viés do outro, a mulher que
plange
Quanto da garçonete de um quintal sombreiro
Servir
o óleo da comida, a uma salada tropical
Em meio ao inverno do
Sul,
Flores que se comem, ao açaí que se verte no coco
E
casca seremos servindo, ao serviço funesto que nos guarde
Onde
onda a profusão da lide, o militar que se atrasa no quartel
E
bate sentinela ao outro que não dorme pela cachaça oculta…
Que
o café poste ao serviço, que a química trasfega na boca
E
rilha os dentes, e o café fecha, e os olhos veem, e a poesia
serve
Ao menos para uma leitura casual, não que seja, agora
jornal, pontuação
De verve, sem casuístico modal, no que
tanja, seja, ao menos que seja!
Que vinha a galope o
cavalo de fogo, reluzente como a noite e sua estrela
Pontuando o
serviço de um Altíssimo, que o padre disse, que não falte
A
pedra constituída de Pedro, que choro por não estar frente aos da
obra…
Posto que o padre me perdoe, mas a vida não
estia, não supõe que recuperemos
Ainda em serviço, a saudade
é fogo que consome, mas o espírito não queima
Na alfombra em
que nosso corpo cumpre, o serviço em essência, que a guarda me
permita
Que esteja em serviço, que uma brigada não persevere
mais do que o suficiente
Em outros serviços de luz, a
permanente permissão de guardar o templo!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2023
A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTINUADA É TAREFA ÁRDUA, MAS A MULHER TEM QUE SABER QUE NEM TODO HOMEM É CONQUISTÁVEL OU DELA FEITO UMA PROPRIEDADE, A NÃO SER QUE DE SEU PEITO BROTE UM AMOR QUE AME, SIMPLESMENTE, COMO UMA FLOR QUE ELA SAIBA REGAR A SEU TEMPO, COM A PACIÊNCIA E A VIRTUDE, POSTO POR VEZES NEM MESMO ASSIM SUA POSTURA ESTARÁ NA BASE DA CORREÇÃO.
A ARTE SE TORNA AGORA O MEU TERRITÓRIO, POSTO DE LUTAS JÁ ESTOU UM POUCO ENOJADO, JÁ QUE NÃO TENHO MAIS O ESPECTRAL SONHO DE MANTER-ME DENTRO DE ALGO ONDE SE RESPIRA COMO UM HAMSTER, CAMINHANDO SOBRE UMA ESTEIRA, A QUE ME PERDOE POR ENQUANTO A DIVAGAÇÃO DA ALFOMBRA A QUE ME PRETENDA A LIBERDADE QUE SINTO EM MINHA PRIMAVERA NÃO SEPULTADA!
O IRMÃO DO SIGNIFICADO
Nos versos quase frementes de uma aurora de uma única noite
A reminiscência de vertentes ocres remontam pálidas atitudes
Naquilo que seja de falta, de não se poder conversar sobre nada
A não ser o propósito contratual do ofício de um enjeitado pelo sistema...
A que não fora, se não o propósito seria distinto como uma gota alterna
De um veneno semânticos de se guardar reservas, de se não dizer algo
Como se a vida se encerrasse na questão paradoxal de uma mera força!
Deveras, o pago ilustra bem o quesito, a bem servir, talvez seja a questão
Quase do treinamento um pouco em atraso daquele soldado
Que teria sido um artista de um nome que lhe fora negado
Ao artífice borra um borrão, carregador de igrejas, mescla de escravidão
branca.
A que se salve, ao poeta resta a poesia, disto não diste, quando da sua livre
escolha
Tece a sua liberdade noturna sem a invectiva forma quase nua de falsa estrela
Quando a fêmea crê piamente que estará dona de seu homem sem sequer abrir sua
ferida nua.
No entanto, pequena crisálida negra da primavera, seria o canto de mim o mesmo
Que a ti sequer sei se te alcança, posto o teu tempo de diversões está na
pátria
Que o escravo que escravizas mais e mais te fará ressentir que o prendes em um
edifício.
Não negues a orientação, posto que a mim não necessito que me salvem
Posto disto sempre tive a competência exata de saber-me libertar
Mesmo porque em teu sexo cru já competes com teus pares...
DIZER SIGNIFICA ALGO?
O que é preciso em uma única letra, senão o fator
Que fora, a uma argumentação, ou o sincero que diz
Àquilo de tomada de desconfiança de quem muito leu
E pensa que o outro encena um script
Em um papel algo tosco do dizer, do se defender, do ser?
Não, posto ser já não fosse, algo mais do dizer...
A um cérebro a outro, um cerebral, um pensamento, que seja,
A letra já sílaba, a conexão do neurônio, quiçá o possa reduzir...
O comprimento do neurônio, o impulso, quem sabe, o hormonal descaso
De se prosseguir no enigma, quem sabe um vigilante olhar, mas não seja, man,
Necessário esse olhar convexo por vezes, o olhar vítreo da câmera não desfaz
A imagem que diz, considere como algo a se estudar melhor no futuro
Que a mente lhe pertence, meu caro, eu a dou de presente, mas me perdoe...
Não quis inferir nada, eu tracei uma conjectura, que porventura sequer sei
Se realmente é verdadeira, mas a brutalidade às vezes nos faz pensar outro
pensar.
Pense igualmente, mas pense como um passatempo, algo lúdico, ninguém infira
Algo de se ter poder, que não desejo mais nada em minha existência, apenas viver
Com esse torpe defeito que possuo dentro do meu parco crânio raspado
Que o raspei sem pensar, e hoje esse perfil me coloca do lado do ninho...
Não, repito, que se perdoe, mas não o perdão cristão, mas aquele da ciência,
superior,
Posto cristo ser aquele que foi um dia, e outros o foram, e acredito que cristo
não era superior
Pois outras grandes almas perfizeram a história, e outros virão, quem diria,
aquele índio que morreu na aldeia
Quem dera não era um cacique, quem sabe não sabia lidar com uma máquina, não as
de guerra
E quanto se bastaria no acumpliciamento de se saber louvável a libertação pela
arma?
É e sempre foi assim, meu caro confidente, quando aparece uma mulher, de
verdade,
Vem a força bruta de uma bruta química que sempre anda por perto, que cansa,
companheiro...
Na ciência médica o cientista sabe muito, mas o curativo há que ser colocado em
ferida certa
E não errar, quem sabe o anasseptil ainda funcionasse, quem sabe o iodo seja a
suprema ciência?
Meu pescoço da dó de ver, já tá com rugas, fico mais velho, não são rugas de
expressão, doutor,
Se disse algo não é você que deve algo, pois fui eu quem disse, e disse sobre
algo, eu não digo.
Se dizer é proforma, o que dirão, que raios de divulgação estúpida me tornei,
se slave fico
E, se alguém me ajuda a me libertar, não necessito, pois os grilhões perto do concreto
da química
É que me torna o Gregor Samsa que me torno a cada dia, quando acordo
E quando luto contra o inseticídio que você deva conhecer um dia como modal dos
outros
Eu tenho que estar preparado, e a química, supostamente já faz parte do meu
sangue
E, por mais que muitos a neguem, é na mesma maravilhosa medicina vossa
Que eu a tenho conhecido em vários e vários processos que conheci sem encontrar
Por deus, eu encontro no olhar castanho de uma mulher, que seja, e que me compreenda
Pois não sou rebelde, você sabe, sou como um irmão ou colega seu, amo os
pensamentos expressos!
HÁ QUE SE REVER A QUESTÃO DAS POLÍCIAS QUE AGEM TRUCULENTAMENTE EM FUNÇÃO DOS MANDATÁRIOS FASCISTAS, E A INGERÊNCIA DOS FEDERAIS NO CONTROLE DESSA QUEBRA DOS DIREITOS HUMANOS DENTRO DO PROCESSO DO VIÉS HUMANITÁRIO É DE SUMA IMPORTÂNCIA PARA SE RESTABELECER A NORMALIZAÇÃO DO HUMANISMO E DAS LIBERDADES INDIVIDUAIS E DOS GRUPOS QUE POSSAM SE REUNIR LIVREMENTE DENTRO DO ESCOPO DE UMA SOCIEDADE SAUDÁVEL.
A QUEDA DO IMPÉRIO
Qual não fosse, qual não
se diria, mesmo que se tentasse tudo, a mais de se tentar não haveria sequer a
mínima possibilidade, mas o sonho infantil dos EUA como nação dos sonhos já é
derrota nas cabeças mais alinhadas com a realidade, antes do que sequer se
imaginara, e com a intensidade relampejante da velocidade que reflete a certeza
civilizatória. À medida que a circunstância histórica revela em sua plenitude
essa inevitabilidade factual, o estertor da mesma face imperial tenta arrastar
consigo as invectivas de agências de inteligência no sentido de ainda tentar
usurpar do planeta as riquezas que considera mais fáceis, abraçando com seus
tentáculos de lata as questões da América Latina, e intentando contra as
democracias nesses países e seus já consagrados governos populares,
especialmente o Brasil. Por si só, isso enfraquece cada vez mais essa parca
estratégia de formulação já derrotada, destruindo as bases religiosas das
igrejas evangélicas neopentecostais, revelando a farsa do surgimento dessa
modalidade cristã de perfil perfunctório e tênue em alicerces de isopor, já
apodrecido por um mar com o lodo do seu surgimento histórico mal enunciado e
mal planejado, denotando o enfraquecimento moral de suas origens, bem como
levando à bancarrota moral os setores militares latino-americanos que ainda
veem no golpe militar a sua face e bandeira de encerramento na catástrofe de
sua latitude e posição enquanto gatilho de festim. Com isso, é de se anunciar
que tudo vem abaixo, de roldão: a pornografia, a criminalidade, o fascismo, os
entorpecentes como modalidade de ganhos, a indústria das armas e seu tráfico, o
controle da CIA e sua ingerência na saúde mental das cabeças e lideranças
políticas, a manipulação da libido, a exploração desenfreada dos minérios em
territórios como a Amazônia, os fantoches impostos e ainda com retaguarda
domiciliar como Bolsonaro, e a hipocrisia como um todo, que ainda vê na
produção cinematográfica de quinta linha de entretenimento a podridão possível
como viés de dominação, ensinando como agir ou matar dentro do escopo das
chamadas sociedades secretas, inferindo a ilusão na cabeça das crianças,
igualmente ensinando-as os vídeo games como modalidades de persuadir algo que
não tem mais volta.
A questão maior é que a
China já toma a dianteira em todos os aspectos culturais, e o Brasil toma também
seu destino com a retomada de um governo totalmente soberano, restando ainda o
fascismo italiano e o papel de Roma e o Vaticano como fiel da medalha, mas
estranhamente o viés ideológico é que a aproximação de poderes entre o fascismo
e os EUA parece maior do que supõe a manutenção de um governo como o de LULA e
sua existência concreta, mesmo em lugares como Santa Catarina, ainda um refúgio
dos caudatários dos desmandos fascistas de primeira ordem, e seus lacaios. A
normatização democrática do Brasil passa pelo viés de que as forças que mantém
a ordem nesta província hão de obedecer as polícias de ordem federal que terão
que se impor para revelar à Justiça a quebra do escopo da normalidade
democrática e todas as facções criminosas golpistas existentes, um a um, até
que se mantenha a integridade física e mental de homens e mulheres que não
merecem sofrer as pressões de químicas e subterfúgios, posto arrimos
familiares, onde a menor possibilidade disso revela de forma transparente a
brutalidade em si, e quem são os identificados ou responsáveis diretos por
essas brutalidades: em questão, cada um deles, todos.
A princípio, quando a
medicina pensa em minar a resistência da cidadania ou brincar com o fato de que
um cidadão de bem não possa contar com sua existência ou equilíbrio psíquico,
passa a ameaçar administrar doses cavalares de medicação ao paciente, não
permitindo que este tenha suas consultas de modo on line como antes, deixando
sua mãe desprotegida em um transporte desnecessário em tempos de hostilidade, compulsoriamente
fazendo com que o paciente perceba que a intenção do médico é interna-lo
compulsoriamente, caso este fale algo em desacordo com a aprovação do critério
particular da ingerência opiniosa da psiquiatria, o que francamente coage e
restringe a liberdade de ser quem se é do ser em si, daquilo a que se pretenda
ter-se, uma liberdade plena que agora, por essa razão reflete o que significa
já a atuação estertorante da CIA e seus tentáculos de controle sobre a medicina
nacional privada. Essa é uma inferência lógica, passível de crítica, mas creio
que um paciente clínico de estatura moral não deva pedir licença para existir
dentro do escopo do horror em que vivemos em certos sítios de onde residimos,
eivados de fascistas, do tráfico e de prostituição. Uma esperança concreta de
que as coisas não procedessem assim era que de fato a Igreja Católica não fosse
conivente com o golpismo, mas o lado esclarecedor já remete a posição da farsa
e a alocução de que sejamos santos, mas devidamente internados no hospício,
pois é onde querem as carolas que cantam as ladainhas em louvor ao Cristo oportunamente
utilizável para essa conspiratória procissão fascista! Na admissão de novos
párocos a palavra AVANTE se torna quase um mantra, e significa justamente o
grito de guerra fascista, denotando claramente sua alocução anti democrática
contra um governo popular que só faz por guardar atenção aos povos que merecem
mais atenção. É com essa incompatibilidade que abandono a Igreja e não retorno
mais aos trabalhos, para não perecer meus braços em meio às serpentes que se
imiscuem por dentro do ósculo de seus venenos.
Outra questão de merecimento
a respeito da cultura dos EUA é com relação à ilusão da indústria cultural, dos
filmes que ensinam como se portar, em estabelecimentos de entretenimento, como
brincar friamente com o afeto, cumprir missões e etc, efetivamente uma
evidência cabal de que a indústria da inteligência dessa nação depõe contra a
brasilidade, o nosso viés mais nacional, e igualmente como a Globo vem
manietando a nossa cultura, continuando a dispor do lixo cultural o que possui
de “melhor” para a nossa cidadania, e transformando o canal 24 horas como que
uma imensa central de policiamento televisivo.
Essas transições de quedas
de impérios demoram a se consolidar e quem perde muito e sofre do sacrifício
dessas questões por vezes é aquele que como quem vos fala, é agente de
transformação social, portador de um jornal que por si torna factível a
expressão manifesta e livre que permita dar um arejamento cultural maior sobre
o sonho de se construir um país mais equilibrado socialmente... Não pretendo
deixar de escrever, espero entrar em entendimento com a medicina, e o que
afirmo aqui é um fato que pertence a uma realidade histórica, mas não me exime
o direito de estar participando de grupos que queiram manipular minha vida no
mano a mano, ou no tete a tete. Quanto à possibilidade de um treinamento
físico, não sei se me parece o mais interessante a cumprir e, se não me for
dada a oportunidade de conversar mais longamente com a personal, temo que não
possa prosseguir, por inteira falta de confiança. No mais, esse é um preâmbulo
de diversos artigos que pretendo e sei que possuo o tirocínio de realizar,
posto manifestação saudável do meu pensamento enquanto ser.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023
A CONSECUÇÃO DA HUMANIDADE VAI SER SEMPRE A QUESTÃO TÃO SIMPLES QUANTO AQUELE VENTO DAS ESTEPES QUE SOPRA EM UM PAMPA QUASE INEXISTENTE NO IMAGINÁRIO DO BAIO QUE SE PERDE SEM O CAVALEIRO SUPOSTAMENTE DE UM OUTRO APOCALÍPTICO DA INTEGRAÇÃO QUE NÃO EXISTIRÁ JAMAIS NA EFETIVIDADE DO FUNCIONAMENTO DOS DESEJOS QUASE ANAIS DE CERTAS CRIATURAS.
SE UMA AGÊNCIA DE INTELIGÊNCIA INFERE COISAS QUE PREJUDIQUEM A NOSSA NAÇÃO, NÃO IMPORTA QUE QUILATE OU QUEM POSSUA A PARTICIPAÇÃO E RESPONSABILIDADE DIRETA OU INDIRETA, MAS O SER COLETIVO E INDIVIDUAL DESSAS MODALIDADES ILÍCITAS DEVEM SOFRER NÃO APENAS PUNIÇÕES LOCAIS E INTERNACIONAIS, COMO A DURA REPRESSÃO INTERNA NO SENTIDO DE SALVAGUARDAR O NOSSO GOVERNO E SUA DEMOCRACIA.
QUANDO O EXÉRCITO DE UMA NAÇÃO OBEDECE A INGERÊNCIA DE MECANISMOS ESTRANGEIROS QUE ABASTECEM DE ARMAS E DROGAS NO SENTIDO DE CONSPIRAR CONTRA UM GOVERNO POPULAR LEGITIMAMENTE ELEITO ATRAVÉS DA DEMOCRACIA, HÁ DE SE TER A INVESTIGAÇÃO CABAL, PRECISA E REITERADAS PRISÕES DOS COMANDOS RESPONSÁVEIS POR TAL CRIMINALIDADE E SUAS BRUTAIS MODALIDADES.
O PONTO E A VEIA
Versar um tema
Correndo por encima da teia
Em que a invectiva não teima
De sermos o viés da proteção...
Manter incólume o lócus sagrado,
Primar pela virtude,
Estar com alguém que se quer
Quando da presença cálida e forte
Ao menos é ou seja o caráter da realidade boa...
Um ponto pode ser quase uma veia
Quando não evanescemos nossa esperança
De aí sim, estarmos em comunhão com o trabalho
Esquecendo de reprimendas, conseguindo cumprir
Aquilo a que nos propomos, e que me perdoem certos verbos
Posto há de se cumprir algo duro e verdadeiro
Porquanto o justo é exemplar como a moeda que se dá à Roma
Naquele sestércio que nem o capitão legionário quis aceitar
Vindo como veio da palavra do Salvador
Que veio ao mundo ensinar não a palavra apenas
Mas a atitude de sermos ao menos melhores
Quando carregamos nossos fardos sem olhar a quem
Mas à escada que alicerça nosso pés, sem darmos em falso
Daquele que prima por ser amigo de Jesus
E navega igualmente pela bondade pétrea
De confeccionar a vontade Dele
À maneira menos errática do que pretenderiam
Muitos algozes que, desta feita, já caíram pela terra
Soterrados pelas mesmas balas que injustamente abateram
Um mahatma no coração da selva!
ESTAR EM CASA
Estar em casa é comungar com Deus, é praticar a auto reflexão,
Independente do que encontramos nas ruas, a missão a que nos propomos de vida,
Um dia mais duro, os exercícios, as palavras, a presença das máquinas, o viés
da vida,
A inflexão do que seja justo em nossas jornadas, as lembranças, e quase traumas
do querer
Que os tempos fossem melhores do que as notícias do que ocorrem no Centro
Ou as personagens que vemos em uma sala de recuperação, reais, ou infladas
pelos ensaios,
Disso, a ver que em uma aula de conversação do inglês o taciturno passa a ser
reflexo
E o que encontramos do sofrimento alheio também nos preocupa
A ponto de criarmos expectativas, a ponto de sabermos onde mora a ferida da
santidade
Quando vê no mundo a atmosfera dos problemas da humanidade, o sofrimento da
catástrofe
Onde um exemplo de uma criança possa, a critério do legado que deixaram na
nossa nação
Se espelhar nas querelas de sofrimento concreto que jamais será cauterizado de
um dia a outro
Posto a paciência passa a ser a virtude de agir com a cautela dos sábios
E partir para, estrategicamente, sanear os nossos problemas sociais com o
combate
Nas causas dos malefícios, nos entraves contra o progressismo,
Nas ilicitudes como modalidade dos ricos,
No ignorar-se que um mendigo seja um cidadão tão igual quanto um banqueiro
Posto todos somos iguais perante Deus, e essa máxima nem os mais fervorosos
aceitam
Quando interpelam uma frase como a supracitada com o codinome de socialismo
Inferindo a questão da igualdade social como algo político, no viés de uma
visão
Torpe do que prega o próprio Papa na questão de preservarmos a integridade da
vida
Sem nos atermos na opinião forjada daqueles que pontificam o fascismo
Como uma modalidade que tenha que ser aceita
Quando sabemos da simpatia de serviços de inteligência internacional com essa
face da intolerância!