quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

A VIDA SEM PALAVRAS É COMO UM PINCEL SEM TINTAS.

FALTAR PERNAS NO MEIO DO CAMINHO DEVA SE ACONSELHAR O ANDARILHO COM UM BOM ASSENTO E UM GOLE DE ÁGUA NA ALGIBEIRA.

E SEGUE A POESIA A VEIA DE UM ROCHEDO INTRANSPONÍVEL DO ALÉM MAR.

NADA DO QUE SE PREZE NA EXISTÊNCIA PRESTA TANTO COMO O ANDAMENTO LUMINAR!

BUSCAR ALGUÉM NAS TREVAS É ALGO QUE A ALQUIMIA JÁ PRETENDIA SER A TRANSMUTAÇÃO.

A OFENSA - PARA UM SER MAIS INTELIGENTE - NÃO PASSA DA RETROALIMENTAÇÃO DO DESPERDÍCIO DA HUMANIDADE...

NADA NÃO SE RESSINTA, POIS JAMAIS SERÁ SUFICIENTE SERMOS AQUELES QUE JAMAIS SEREMOS, INCLUSO NAS VEIAS DE UM PODER APARENTEMENTE SEM LIMITES.

TUDO É NOVIDADE NA TERRA DO GÊNESIS, INCLUSIVE AS FOLHAS DE PARREIRA NAS GENITÁLIAS DO CASAL CRIADO.

O SACO DE BATATAS COSTUMA SURRAR UM SACO DE CANA, OU VIVE E VERSA QUANDO SE AFIRMA A PANCADA.

COMO DIZ A MÚSICA: O FASCISMO É FASCINANTE E DEIXA A GENTE IGNORANTE FASCINADA.

POR MENOS QUE A POESIA NÃO RECRUDESÇA A MALDADE, NOS PARECE QUE A MALDADE TENTA DELA SE ASSENHOREAR.

OS NOMES DO JUGO PERTENÇAM ÀS SUAS AÇÕES NEFANDAS.

A TRANQUILIDADE SE RESUMA NA FORÇA E NA FÉ QUE OBTEMOS DA SINCERIDADE, E A HIPOCRISIA QUE ASSUMA SEU LUGAR NEFASTO.

À PALAVRA DADA NÃO DESPERDICEMOS QUE AO MENOS TENTE LEVAR ALGUMA LUZ À LEVIANDADE DA TRUCULÊNCIA.

DEVEMOS EVITAR POSSÍVEIS QUEDAS NA FUNÇÃO DE QUERERMOS ATINGIR - NO MÁXIMO - O CHÃO, QUANDO PORVENTURA TROPEÇARMOS.

SAIBAMOS DOS VÉRTICES QUE CONSTRÓEM UMA GEOMETRIA, EM QUE AS FACES SÃO DELIMITADAS PELAS ARESTAS, TUDO CONEXO COM A ESTRUTURA, SÓLIDA OU FRÁGIL.

SABERMOS DE UMA ENFERMIDADE, SEJA SIMPLES OU COMPLEXA, SE NÃO A PUDERMOS CURÁ-LA, AO MENOS A TENHAMOS SOB CONTROLE.

LEMBRAMOS POR VEZES UMA LAVA QUE INCANDESCE O NOSSO IMO, MAS QUE SE MOLDA AO TEMPERAMENTO.

SERIA MUITO DELICADO E PRÓPRIO AFIRMAR QUE A LEIVA DE GRAMA QUE NÃO SE ESPALHA DEPENDE DA REGA E DO ADUBO.

TODAS AS MENSAGENS POSITIVAS RUMO À AUSTERA E LÍMPIDA SOBRIEDADE SÃO BENVINDOS EM SEUS MAIS VARIADOS ASPECTOS.

QUANDO PRESENCIAMOS O SER DA FORTALEZA SERIA POUCO SE DIZER DA IMENSA ADMIRAÇÃO POR TODO ESSE MANIFESTAR DO NOBRE CORAÇÃO EM SUA SENSIBILIDADE...

TUDO O QUE A GENTE ESPERA DE UMA RECUPERAÇÃO É SIMPLESMENTE VIVER E DEIXAR VIVER!

SUPRESSÃO DA LIBERDADE?

 

          Quantas questões ainda hão de aparecer para que se entenda a paradoxal forma da liberdade? Quantos parâmetros incertos acabam por fazer perecer as boas condutas, frente a brutais e por vezes veladas ofensas a que somos obrigados a fazer vista grossa e, na palavra de um bom religioso, perdoar, mesmo sabendo que reiteradamente as ofensas são disparadas como uma metralhadora giratória que subentende não ser possível, ou ser muito complicado exercer plenamente o direito da cidadania… Uma sociedade que polariza a existência, em que todos se arvoram um “direito” a se permitir participar politicamente nas questões sociais em que, porventura nenhum homem com opinião de cerne mais autêntico possa exercer seu direito de livre expressão, seja de esquerda ou direita, ou que sublime certos paradoxos que ocorrem no cotidiano da humanidade.
         Como pode uma nação querer conflitar com outras ou mesmo padrões coletivos e internos buscar tiranicamente conter um cidadão? Ou não aceitar um resultado de eleição, como foi o que ocorreu com a vitória de Dilma Rousseff aqui no Brasil, e como certos membros de organizações faltantes com a verdade se engajaram em um golpe branco que remonta a facilitação da emergência da doutrina neoliberal que grassa em diversas nações, capitaneando toda uma massa falimentar de “bons alvitres” com a intenção funesta de dividir o país e fomentar a desordem política e social, que por vezes vem a culminar com o despotismo e a ausência de saudáveis lideranças que levem-nos à paz social, almejada por todos os países mais ricos de nosso mundo. Essa necessidade atávica de estabilidade social e psíquica no planeta é uma das vantagens de boas relações comerciais e ausência de truculência desnecessária com relação à realidade do terceiro mundo e afins. Uma descoberta lógica e generosa é sabermos que – independentemente de posições políticas – sempre será mais saudável aquela vertente da boa vizinhança, como acontece na realidade de uma rua, em um exemplo clássico. Assim como, mesmo com diversas idiossincrasias na sociedade de um bairro, de uma cidade, a liberdade canta mais justa quando as pessoas em geral tomam atitudes de respeito umas com as outras, evitam beber em excesso, não sejam beligerantes e não se tornem fanáticas ou cegas para com a liberdade cidadã do “outro”.


terça-feira, 7 de dezembro de 2021

UMA BREVE REFLEXÃO

 

          Como na era de uma ciência em que nos encontramos quase nulos perante a vida de muitos que dependem da mesma ciência em que citamos por altos vieses em que não encontramos justamente o que a vida mesma seja aquela em que sabemos tudo o que viria de nefasto, se não colocássemos término em suas próprias origens. O fascismo é uma questão que se torna como uma semente que alguém planta no caminho do regresso… O ser que se cria a partir disso é sempre sombrio – literalmente – em suas atitudes e modos como se tivesse a noção atávica de que uma sociedade autoritária e totalitarista seria a melhor forma de se exercer certo poder. Esse poder que pode ser vascularizado por forças externas no mais das vezes ou como um tipo tentacular de forma vertical e tirânica. Esse ponto é por vezes inevitável: a ingerência externa, ou seja, um embasamento dos sem pátria, no seu sentido mais venal. Essa venalidade sem razão de ser, algo de se ser mais factível de se acreditar em que o estrangeirismo e suas vanguardas de silicone seriam de modo acentuado quando se aceita a lógica do investimento em derrubar democracias… Esse tentar com certas certezas quase insofismáveis participam de um movimento praticamente pendular de observação – nisso se colocando níveis de percepção e outros artifícios – e ação aliados ambos com a frieza de agências de inteligência internacionais, visando salvaguardar para si e seus interesses as riquezas de países considerados por elas como mais “vulneráveis”. Essa atitude, esse comportamento supranacional é considerado uma modalidade factual, ou seja, não há segredos que são ocultados, a não ser, obviamente, pelos órgãos de mídia de natureza nativa. Isso é evidente, posto apenas as grandes fortunas anunciam em certos órgãos de imprensa de rádio, papel e TV. Enquanto certos relatórios são provas evidentes de que a razão que não impere naqueles que não a conheçam passa a ser inequivocamente necessária como forma de desmascarar a hipocrisia.


segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

O INVENTÁRIO DO CARÁTER

 

Por que enfrentaremos tantos reveses quando falamos
Do alto de um ego inflado pelas vertentes da ilusão se,
Porventura não fracassássemos no próprio imo, no cerne,
Na algibeira que mantemos a sete chaves em cima do burro…

Não, seríamos melhores ao apontar nossos defeitos de caráter
Quando, na acepção do conforto, dela sairmos a desvendar
Nossos mais íntimos segredos, o de ser exemplar dando o exemplo.

Roguemos sempre a Deus, nosso Senhor, seja qual for seus domínios,
Posto ser através de sua humildade do caráter uma face que temos
A admitir possuirmos dentro de nossa espiritualidade adormecida
E que desperte de uma lava de embriagues rumo à sobriedade!

Na história recontada de nós mesmos possamos admitir
Que muito da vereda se suplanta a nós em nossa atitude
Quando remontamos o espectro de nossas faltas
Assim, a se dizer que os objetos que tecemos por vezes
Igualmente faltam nas assertivas do bom proceder.

Nada que nos peque sejamos do alvitre do pecado
Posto, em relembrar possamos, na continente frase
Que, por mais que relembremos o passado
Este continua vivo apenas em nossa memória falsa.

Os sentidos imperfeitos nos ditem uma esfera luminar
Quando, apesar do volume do ofensor em pretender ofender
A reprimenda vem embalada com o perdão
E, a mais não seja, retirada da embalagem com cautela!

Acautelemo-nos, pois, a sermos maiores do que um gigante
Que, no achaque da brutal idade de maiores tempos
Revela-se no ponto equidistante do oceano de mármore…

Nada do que se possa dizer seja dito, ou do encerrar-se um verbo
Na tentativa incauta de sabermos quem somos e a que viemos
Na missão indelével de um proeminente ato justo e próprio
Quando, a esteira de uma pretensa e franca ideia
Venha da suposição algo necessária com chinelas ocas.

Venham a nós mesmos os reinos da temperança
Posto a situação possa não ser a mesma da espera
Consuetudinária em seus direitos de manteiga
Quanto, a se reverberar possam, os ditos mareados
Naveguem pelos oceanos bravios da embriagues
Que traduz a pena incauta da inocência infantil.

Palavras sejam ditas, que o disforme seja uniforme,
Que a bonança surja depois das tempestades
E que, dentro do aspecto da serenidade a lógica ilumine!


domingo, 5 de dezembro de 2021

A CENOGRAFIA DE UMA PEÇA SUGERIDA PODE DIZER MAIS DO QUE UM ESTÚDIO COMO PARAMOUNT.

QUANDO A ENGRENAGEM SISTÊMICA EMPERRA, É HORA DE UMA URGENTE REVISÃO NA MÁQUINA.

A VIDA EM SOLIDÃO PODE SER COMPARTIDA COM VERDADEIRAS MULTIDÕES.

QUANDO ESTABELECEMOS A PONTE PARA UM LUGAR QUALQUER, FLUTUAMOS AS ESTRUTURAS ERIGIDAS...

UMA RESILIÊNCIA CAPITAL É NECESSÁRIA PARA SE DIRIMIR AS DÚVIDAS NAS NOSSAS EMPREITADAS DIÁRIAS.

A VERACIDADE DO QUE POSSUÍMOS DE MAIS BANAL PODE SER A CHAVE DE UM OU VÁRIOS ASPECTOS DA EXISTÊNCIA.

RETIRANDO UMA TEIMOSIA

 

Vestimos por vezes a peça do vestuário
Que emana de um teatro invisível
Teimosamente recorrido, desde que atuamos
Sempre na arte do encontro e do desencontro,
Na arte de viver, do viver na arte
Quando, de se propor novas vidas
Nós temos por onde se ter a fonte
De qualquer modo onde nos deparamos
Com carros igualmente teimosos
Naquele painel quase imaginário
Quando, no que se pretenda
A fortaleza da expressão se torna surreal.

Em outras linhas não teimamos sempre
Quando, ou sempre ou nunca
A verdade de ser sempre se recoloque
Uma dimensão que requeira uma aptidão
Que, na vertente de um encaixe
Quebramos o nosso juízo
Nas horas – repetindo – teimosas
Que possivelmente vemos
A saída de um termo que esquecemos
Quando encontramos um óbice
Que muitas vezes não corresponde
Ao real de querermos um certo poder!

No que porventura não seja grave
Algum desejo de se ter algo
E, no entanto, o que chega até nós
Seremos maiores se tanto de se ser
Que o sejamos realmente algo a mais…

Vertemos a esperança que não retiramos
De um tentar-se melhorar nossos dias
Sem o quê de um destinarmos
Outros e mais rumorosos períodos
Que seja a mais e mais uma boa fortuna
Em se experimentar um século ao menos
Nesse intencionar o que nos torna felizes.

Essa diferenciação entre nossas tribos
Remonte uma tapeçaria de florestas
E rios por entre: cálidos como a primavera.

A vertente que nos torna inocentes
Pelas palavras de um mote
Que encerre um monte claro e verde
Como no dia ensolarado em seu sopé
Ou mesmo uma penumbra fresca
Por entre árvores e suas raízes seculares.


sábado, 4 de dezembro de 2021

QUANDO ELUCIDAMOS UM CRIME TODA A SOCIEDADE, COM SEUS PESOS E MEDIDAS, FOCAM NA ATRAÇÃO DA TRAGÉDIA, ROTEIRIZANDO O QUE É QUASE SENSACIONAL E, SE O TAL CRIMINOSO POSSUI ALGUM PODER, DEPENDERÁ ABSURDAMENTE DAS CONVENIÊNCIAS JURÍDICAS.

NEM TODOS OS CERNES IMAGINATIVOS SE APROXIMAM DE VERSÕES FACTUAIS DE REFERÊNCIA NO REPERTÓRIO HUMANO.

ESTAMOS ENFRENTANDO CASOS EM QUE A BRUTALIDADE CHEGA A SER RIDICULAMENTE GROTESCA.

TEORICAMENTE NÃO HÁ NENHUMA POSSIBILIDADE DE PROCESSOS INQUIRIDORES NO CAMINHO JÁ ESTRITAMENTE ILIMITADO DA CIÊNCIA.

A COSMOGONIA JÁ ABRE UM BOM CAMINHO PARA A SENCIÊNCIA.

KRSNA SE ENCONTRA ATÉ NOS ÁTOMOS, MAS SE REVELA SOMENTE AOS SENTIDOS UNGIDOS PELA DEVOÇÃO IRRESTRITA.

PODEMOS ALUDIR CONFORTOS, OU SAIR DESSA ZONA COM A DISCIPLINA DA BHAKTI YOGA, QUE É O CAMINHO PERFEITO DA AÇÃO EM CONSCIÊNCIA DO PODER SUPERIOR, DEUS.

A DEFLAGRAÇÃO DE UM CONFLITO QUALQUER É COMO UM ADOLESCENTE QUE ESTÁ VIVENDO A ILUSÃO "OF THE WAR"!

ALERTAI-VOS PARA OS MENINOS DO BRASIL, POIS MUITOS JÁ VELHOS SÃO E BRINCAM DE GUERRA.

TODO O TREINAMENTO BASEADO EM POUCAS LUZES REVELA UMA INTELIGÊNCIA REPTÍLICA E INSTINTIVAMENTE INFANTIL.

IMPEDIR UMA LEI DE APROVAÇÃO INEQUÍVOCA DÁ SINAIS DA TRUCULÊNCIA DOS RESPONSÁVEIS POR ESSE ATO.

É EXTREMAMENTE COMPLICADO TER PAZ DE ESPÍRITO EM UM LAR ONDE FALTA O PÃO.

A PAZ SEJA A INTENÇÃO MAIS PURA DE TODAS AS NAÇÕES DO MUNDO!

A AGRESSIVIDADE GRATUITA GERA CONFLITOS SEM CAUSA E NEM MERECIMENTOS.

INVENTAR UM ROBÔ PODE SER INTERESSANTE SE ESTE PUDER PRATICAR UM IDIOMA INTELIGENTEMENTE, O QUE NA VERDADE É A MAIOR DIFICULDADE DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.

ASSIM COMO A EXPLORAÇÃO DESENFREADA GERA A CARESTIA, HÁ LUGARES EM QUE ESTA NÃO TEM VEZ EM BENEFÍCIO DA COLETIVIDADE.

ASSIM COMO NÃO HÁ PREDOMINÂNCIA DO LADO ESQUERDO SOBRE O DIREITO, JÁ POSSUÍMOS NAÇÕES SOCIALISTAS QUE SOBREVIVEM À MARGEM DO CAPITAL.

JAMAIS HOUVE OU HAVERÁ ALGUMA RAÇA PROVENIENTE DA ESPÉCIE HUMANA, POIS ESSE CONCEITO DA AUSÊNCIA CITADA JÁ FAZ PARTE DO MUNDO MODERNO.

HÁ CORES QUE SE COMPLEMENTAM, COMO O VERDE E O VERMELHO, O LARANJA E O VIOLETA, O AMARELO E O AZUL, O BRANCO E O NEGRO.

JAMAIS TENTEMOS IMPOR UMA RELIGIÃO A UMA COMUNIDADE QUE POSSUI OUTRA, POIS ISSO É INVASIVO E SIGNIFICA UM REGRESSO QUE PARADOXALMENTE AINDA FAZ PARTE DESTE NOVO MILÊNIO...

A DIPLOMACIA DE CARÁTER ILIBADO É A FUNÇÃO PRIMEIRA DO ACERTO ENTRE OS POVOS E SUA PAZ QUE TANTO IMPORTA À HUMANIDADE.

A FIM DE DISSIPARMOS CERTAS CONTROVÉRSIAS, O DIÁLOGO ABERTO É NECESSÁRIO E PUNGENTE, POIS CERTAS ARESTAS NÃO UNEM VÉRTICES.

NA MÚSICA O QUE NOS TOCA SOBREMANEIRA É O VERTICILO ESPIRITUAL.

UM DIA DE IMPORTÂNCIA

 

O dia de outras gentes se aloca na virtude quando,
A se sentir a empatia entre os opostos
Encontramos que o “outro” pense diversamente…

A realidade de um outro dia, no entanto,
Remete o endereçamento da tranquilidade
Quanto, no percalço de alguns momentos
A fortaleza de um dia seja a diferença mutual.

Nas prerrogativas de início, término e entremeio
Seja a voz de compartir a bondade sem receios
Na dimensão de uma saúde imensa a todos…

Embora tenhamos por vezes profundas inquietações
As vicissitudes nos ensinam sempre
Que, à revelia de nos afastarmos da fé
Reencontramo-la nas faces diversas do amor.

Esse reencontro com a atividade da bondade
Onde, por mais que se renove uma simples atitude
Esta que nos refira a que sejamos no mínimo sensatos.

Estejamos em uma vereda de luz, rumo a uma paz mundial
Que sempre será possível para a consecução de nossos objetivos
Quando será a vida mais de esperanças do que de fracassos.

Essa luz que nos ilumine de graças que alcançamos a cada passo
Sendo que, como não nos limitemos ao que nos ilude
Nas vertentes de uma existência que seja melhor do que tudo.

Saímos a caminhar dentro de expectativas correlatas
Com a solidez de certezas partilhadas dia a dia
Em que encontramos a Verdade que seja a única coisa boa.

Esse promontório de vitórias diárias, por um dia apenas
Seja a virtude supracitada de sermos mais sóbrios
Do que aparentemente temos por advir de uma missão
Que nos encontre no braço amigo que tende a dirimir a tensão.

Um simples insight tecnológico nos remeta ao trabalho
Em que Bhakti nos seja como um bom serviço
Na Yoga que nos remeta a uma vida de contemplação.

Seremos mais importantes quando estamos sendo
Algo além da vida que retiramos no caudal rumoroso
De quaisquer paixões que são a causa dos impasses!

Seríamos melhores se tivéssemos a crítica mais leve
Com relação ao que se nos aconteça de maior
Quando, a bem parecer seja, conseguir andar mais calçado.


quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

NA FEIÇÃO DO SOFRIMENTO NÃO DEVEMOS OCULTAR A VERDADE QUANDO SUAS RAZÕES NÃO SEJAM DE ORDEM ESPIRITUAL.

SEMPRE QUE SOUBERMOS DE ALGUM SEGREDO NÃO ALARDEEMOS AOS QUATRO VENTOS A PROPRIEDADE OU TESOURO QUE CADA UM GUARDA PRA SI.

A VIA DOS JUSTOS PASSA SEMPRE PELA TOLERÂNCIA COMO TESTEMUNHA DO BEM ESTAR NA RELAÇÃO QUE ATAVICAMENTE TEMOS COM OS SEMELHANTES, RESPEITANDO TUDO COMO O BOM SENSO NOS DITA.

RETORNEMOS AO PLATÔ ESPIRITUAL SEMPRE QUE A DÚVIDA SUSTENTE ALGO DE MONTA.

CONSEGUIREMOS TRABALHAR POR ALGO QUE SEJA POSITIVO SEMPRE QUE A OPORTUNIDADE DE VIDA JUSTA SOCIALMENTE NOS ALCANCE.

COM TODOS OS PRECONCEITOS QUE NOS CERCAM A IGUALDADE HÁ DE SER CONQUISTADA PELO BOM SENSO DE ALGUNS PARES QUE FAZEM A DIFERENÇA.

COM TODAS AS PRERROGATIVAS DO SEMPRE SEJAMOS ÚNICOS EM TODAS AS NOSSAS VITÓRIAS.

EM UMA VERDADE SEJAMOS SEMPRE A CERTEZA DE QUE APENAS SURJAM DELA AS COISAS A QUE NOS HABITUAMOS...

EM TODAS AS CIRCUNSTÂNCIAS NÓS APRENDEMOS COM A REALIDADE A PARIDADE ÚNICA DO SONHO!

A TOTALIDADE INERENTE À HUMANIDADE É ASSENHOREAR-SE DA VIDA ESPIRITUAL.

O LAPSO E A CONCRETUDE

 

         Andar sobre superfícies côncavas nos faz deslizar para o centro quando não encontramos o limite da geometria em suas bordas no anel algo conceitual do referido objeto. Nada do que não nos permitamos salva-nos deste contexto, assim como estarmos sobre uma calota mediana e convexa nos traz abrigo nas fugas ao centro, pois se não fora deslizaremos para as bordas de sua outra e oposta geometria. Passamos a ignorar a concretude dos limites, o equilíbrio que há nesses dois pratos, onde quiçá duas torres ajudassem a equilibrar a paródia contextualizada! Estarmos sobre essas formas de modo solitário nos remonta um lapso, e sabermos equilibrar essa oposição nos leva à concretude, a sabermos como comportarmo-nos perante os níveis em que o stress do objeto que não se mova nos remeta a uma solução qualquer, assim como viver em sobriedade nos dá o espaço necessário a que dispusermos a essência diuturna do conhecimento para democraticamente elucidarmos a importância da assertiva qualidade da atração entre os seres e seus processos. A existência passa a ser consuetudinária, tradicional, vergada sobre a protensão que suspende um vão na engenharia, uma convexão da esperança no mundo inteiro. Sabermos desse supracitado processo – entre tantos outros – nos faz conformes a divergir sobre uma escola em que Saturno se depreende em seus anéis. Saber do sofrimento que nos perpassa a vida nos entorpece do mesmo sofrer de quem amamos, e ser da esfera mais solidária remonta um perfil quase nulo quando a nossa ação não nos recorre a ser mais sensata. A visão complexa de que estaremos em um ensaio de erros e acertos empíricos refaz estruturas que consolidamos na esfera de um pensamento onde o côncavo e o convexo possam estar alinhados com uma dinâmica de diálogos, ou mesmo da expressão em sua mais ilimitada possibilidade, sem conferir ou significar ameaças ao status social ou sistêmico. Do que saibamos ser a vertente de algo mais esporádico do que esperamos revela o nível paradoxal, posto a escrita possa ser de vanguarda com todas as suas letras e, no entanto, os signos nos mostram a perplexidade da classe que não negue pertencer a si mesma. Se tudo fosse de ordem classificatória estaríamos em uma situação onde não estaríamos nem aptos a navegar entre tempestades de amor e ódio. No que um traduz a bonança, e o outro a semântica dos opostos no absurdo da poluição da certeza sobre tudo, o que nos deixa mais órfãos com o coração repleto de rancores. A esse ruído pertencemos – aí sim – à classe que exclui, que segrega, que contamina a bondade com um sentimento ruidosamente sinistro, e essa questão torna possível as contendas pessoais até os limites quebrados entre a paz mundial.
           As nações do mundo que não retaliem, mas construam, que não sejam despóticas, que encontrem seus variados caminhos pois, se assim não fosse, seria impossível sequer viajar, posto a guarda de nossas idiossincrasias particulares por vezes entram em uma vibração de única amplitude: geralmente a causa da ruptura de mais variada estruturação tanto material como espiritual. Há que se negar esse tipo de lapso em nossa existência, pois quem gosta do conflito obviamente não é o soldado raso: sem seus coletes, sem suas proteções e, muitas das vezes, sequer armado. O que naturalmente ocorre em nossos seios sociais é aquilo que muitos dos seres humanos se aproximam, um pensar unificado em um cerne tipicamente único, absorto no nada, esses seres em que nos tornamos quando sequer sabemos a dimensão do que somos e sequer sabemos a dimensão do que seremos, vivendo em uma decrepitude de tempo ociosamente trabalhador. Nem todo o aspecto produtivo significa todas as sentenças capitais do mundo, ou todo o embasamento de quaisquer sistemas onde nos encontramos… Digamos, nem toda a ciência tem escalas inegáveis. Ou, melhor dizendo, os degraus seriam mais altos se soubéssemos que por vezes é melhor nem erigi-los para um lugar que não chega a lugar algum. Necessariamente, precisamos ter melhor dirigida a nossa consciência dos fatos e, na melhor das contas, aventar a possibilidade de que a vida honesta é a melhor parte do ser, quando na esfera material. Um ser de algo mais sólido, nem que aparentemente seja excluído, mas que lute diuturnamente para obter apoio de um merecimento maior, insistindo, bem portando-se, tentando seu melhor, não se tornando uma esponja etílica, ou fatores tão ou mais graves quanto. Basta não tornar toda a História pessoal um lapso, uma lacuna, pois todos nós a possuímos, e o passado vem a nos ensinar que errar múltiplas vezes apenas nos encaminha ao fracasso. Essa é a Lei que porventura está escrita na civilização deste novo milênio, pudera!


terça-feira, 30 de novembro de 2021

MUITAS VEZES POR ESTARMOS ISOLADOS NOS FALTAM RESERVAS COERCÍVEIS.

CONFLITOS GERAM MAIS CONFLITOS, E EXPLORAÇÃO MAIS EXPLORAÇÃO.

TEMOS UM BOM MANTRA À NOSSA FRENTE: PAZ INTERMITENTE!

QUEM ADORA A GUERRA GERALMENTE NÃO A COMPREENDE, POIS A IGNORÂNCIA NÃO PERMITE.

POR MAIS QUE A SOLIDÃO SEJA APARENTE, BUSCAMOS NÃO ESTAR SOZINHOS E EFETIVAMENTE NÃO O ESTAMOS NESTE MUNDO.

AMAR E PERDOAR, SÃO OS VERBOS DE DEUS...

O SEGREDO DE UMA FAMÍLIA, MESMO PEQUENA, É AGREGARMOS FORÇAS E MANTÊ-LA COM O AMOR.

NENHUM TIPO DE VANGUARDA É MAIS SALUTAR DO QUE CONSTRUIRMOS UM EDIFÍCIO SÓLIDO COM OS ALICERCES NA COMUNHÃO.

NA INIQUIDADE DO SOFRIMENTO HUMANO, MESMO O MAIS CAÍDO DA HUMANIDADE ENCONTRA UM GESTO SOLIDÁRIO, QUANDO O PROCURA COM A SUA FORÇA E RESILIÊNCIA.

A CADA PALAVRA, A CADA GESTO, A CADA ATO, REENCONTRAMOS SEMPRE UMA FÉ E ESPERANÇA RENOVADAS!

AMIGOS QUERIDOS SÃO ENCONTRÁVEIS E SE REVELAM QUANDO COMPARTEM AS DIFICULDADES COMUNS.

TENHO TANTOS IRMÃOS QUE NÃO OS POSSO CONTAR, E UMA MARAVILHOSA QUE SE CHAMA LIBERDADE!

QUEM VOS ESCREVE GOSTARIA DE VER A PAZ, MAS A PAZ PODE SER TÃO ÍNTIMA QUE SURGE INVISÍVEL EM NOSSO PEITO.

POR VEZES HÁ TEMPERAMENTOS IMPLACÁVEIS, E ESSES PEDEM UMA REFORMA SUBSTANCIAL.

CREIO EM DEUS PAI, E ISSO É TUDO NA MINHA EXISTÊNCIA.

O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO DA SOBRIEDADE VEM ALICERÇADO PELA SERENA SABEDORIA...

POR MAIS UM DIA SEREMOS

 

A cada dia, a cada passo, seremos tantos
De melhores passagens pelo trem da vida
Que esta reflita igualmente melhor
Na religação com Deus, o Poder Superior.

A cada um, a cada vivência de sobriedade
Conjuntamente no respirar da tranquilidade
Saberemos mais do despertar de uma vertente
Quando, a mais do se dizer, seremos sempre melhores!

Na verdade não encobrimos alguma receita
Que nos oculte um verbo a mais
Em torno de uma ação que não seja consciência
Mas que se torne algo a mais do que seja são.

A mesma sanidade nos acompanhe no ato segundo
Quando preservamos a outra questão que não havia
Em perspectiva de esperanças e progressos
A mais do que se dizer que seja realmente concreto…

Quando temos a guarida de sermos mais inteiros
Não seríamos apenas o nosso festim de caráter
Posto a diferença entre sermos mais autênticos ou não
Nas correntezas onde pousamos nossos pés a navegar.

Nessas pequenas orlas de nossos reconheceres
Não percamos a nossa posição e latitude
Com nossos predicativos em razão e sentimentos
Enumerados como uma plataforma solidária.

Enumerarmos nossas faltas ou defeitos crassos
Regulamos a mola de nossa intenção
Quando admitimos prontamente a nossa fraqueza
Na miríade de estrelas que guarnecem o espaço.

Nessas fontes claramente audíveis em esforço
Quando alguns se reportam de modo positivo
Nos caminhos em que encontramos o certo
Ao pensar que a vereda possa não ser a mesma.

Nos trocos que demonstramos como a superfície
De um tapete sólido com a frente nada inóspita
Na forma que possa não a entendermos em pleno
Mas que, afora contratempos, falam alto à razão…

Algo dispare não deixa de ser recurso humano
De trabalharmos a visão que não se turve
Mas que, dentro do vaticínio previsível
Demonstre que a recuperação seja visível.


segunda-feira, 29 de novembro de 2021

A VIRTUDE DE UM BOM HOMEM É NÃO TRAIR SEUS SEMELHANTES.

SERIA MUITO SE DIZER QUE A LÓGICA PODE TUDO POR APARENTEMENTE ENCAIXAR COM GEOMETRIA OS MAIS DIVERSOS PENSAMENTOS.

O ERRO DA AUDIÊNCIA FORÇADA É A SUA PRETENSA PROMOÇÃO E NÃO A ASSERTIVIDADE DA ATRAÇÃO.

SEREMOS TODOS MAIORES SE SOUBERMOS COMBATER COM SAÚDE UM BOM COMBATE.

NA TATUAGEM DO HEROÍSMO NÃO HÁ ERRO DE GRAFIA...

QUANDO NOS RESSENTIMOS COM ALGO PODEMOS FICAR IRASCÍVEIS, E ISSO DEMANDA MUITA ATENÇÃO E CONTROLO.

ATRELARMOS COMPORTAMENTO COM O BOM SENSO É UM DOS SEGREDOS DA COEXISTÊNCIA PACÍFICA.

OS DIAS E AS NOITES JAMAIS SERÃO SOLITÁRIAS SE CULTIVAMOS - COMO MONGES - AS DÁDIVAS DE DEUS!

QUALQUER FERRAMENTA PARA SE COMBATER UM VÍCIO PARA QUEM NECESSITA É SEMPRE DA MAIS TOTAL IMPORTÂNCIA.

AS PEÇAS QUE CONSTRUÍMOS NA EMPRESA DA SOLIDARIEDADE SÃO CONFORMES AO ANDAMENTO DE UM BOM DESIGN.

NA BALANÇA DO JUSTO OS PESOS NÃO TRAVAM SEU FUNCIONAR.

NO RETRATO INDIZÍVEL DE UMA NOVELA INCAUTA REVEMOS AS AGRURAS DA FALSIDADE PROFISSIONAL.

FACES DE AMIANTO

 

Estejamos com um acordo na algibeira
Que nos recupere no dia a dia, por mais um
Quando nos relembramos daqueles
Que nos guarnecem no raiar de nossa esperança.

As vertentes de quaisquer faltas
Não nos acometam como destinos incertos
Ou a referência que não mais possuímos
Nas vigílias que nos tenham como predicados.

Quando nos apercebemos dos quilates
Em uma azáfama de ouros e joias
Não sabemos ao certo o tesouro
Que não verte sempre da matéria…

A questão que nos dite coisas melhores
Será sempre com a ressalva aramada
Qual escultura de forma perdida
Na coragem de se esculpir uma peça!

Posto a arte se dedique mais do que sempre
No que antes não nos dizia mais as frentes
Em que todos os dias reiteramos que o mesmo dia
Nas cortinas que nos carregam sob alfombras de gelo.

Quanto mais mandamos as tarefas que sobrecarregam
Nas condições em que nos situamos as pedras
Sabem mais do que algo que colocamos no vazio
Em que se torne mais alto o nosso poder espiritual.

No que nos claudiquemos o parecer da História
A cada qual temos a nossa particular e íntima
Mesmo tendo a certeza de que a vida não se resuma
Com os parâmetros iníquos de toda a vicissitude.

Nas retaguardas de um giro no escapulário
Vemos chegar um ícone como um retrato divinal
Onde, por de tanto nos assaltar fora a nossa versão
Seja sempre a versão da rotina saudável da superação!

Essas superações em busca de recuperação de nossa índole
Que seja esse o caminho que não se estende totalmente
Na outra busca de uma virtude seja a Verdade por Si
Sendo sempre a virtude que vem a ser o fator existencial…

Quando este ser se encontra com a exponencial qualidade
A veracidade de seus atos remonta a vida mais experta
Na função de ser por si a quadratura de uma vivência
Onde – por subterfúgios da fauna – recorramos ao céu!


sábado, 27 de novembro de 2021

LÁTEGOS DE ORDEM NEUTRA

 

Perfis transparentes invadem certos sítios
Quando enumeramos as conquistas da ciência
A saber, na miríade quase oclusa do conhecer
Quanto de gabaritos sem conta e sem réguas…

O aprumar-se sustenta um verticilo
Quase de se abrigar uma teia ao vento
Que promete passar de um tempo ao outro
E que, na redondilha, os versos respondem!

Não seremos algo além da simples iniciativa
Quando respirarmos de uma empresa
Na particularidade de seu empenho
Em que, por todos os lados, há conquistas.

E que a tecnologia venha de roldão
A alicerçar mudanças na ordem produtiva
Quais látegos de algodão sistêmico
Elevando a democratização do consumo.

Essa mesma plêiade de novidades
Passa a parecer um lote de maquilagem
Quando na verdade Fortran ainda exista
Na experiência consuetudinária de uma máquina.

Os objetos do sistema de objetos narrado antes
Revela os
gadgets e suas preferências
Seja em um display retórico e coligado,
Seja em um repente cru de um sertanejo!

Existe uma aurora boreal, há um fogo fátuo
Que reservam ambos as novidades do universo
Este, na extensão da nanociência
Assim como nos nossos colegas de tamanho.

A que se dizer possa, um beijo pode ser um selo
De alguma promessa futura na veia de uma esperança
A que o amor valha quando não se pese o necessário
E rudimentar equilíbrio da espada da Justiça.

A neutralidade de nossas metas compõe
Um cenário onde encontramos outros perfis
De filamentos quase ocres, em uma sabatina
Frequentemente aleatória, com causa justa!


Derivando algo de falsetes na clave de sol
Que a primavera não se ressinta jamais
De contestar o poder da Natureza
Onde navegamos em barco correto e íntegro.

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

UM SORRISO OCLUSO

 

Na esteira de qualquer arrependimento
Navegamos por retalhos quase ausentes
De um cetim colorido e adiado por ano
No veio de que estaremos por um dia
A mais do que vem por credo ou Lei.

Nessa questão de se relembrar algo forte
Nos dê a fortidão que se remonte
Nada do que não foi construído de forma vil
Quando na vertente de mais um tempo
Se nos repõem os óbices de mais vida.

A vida que não nos falte, apesar de muros
Que contém passos não dados em suas alturas
Na interposição de um caminho algo reto
Que, logicamente, transmuta em suas veredas…

Um dos dias solitários de mais correntezas
Vem como um tapete de cristal e sua novidade
Quando o que se espera é uma verdade única
Que, em um si mesmo da razão, verte no peito
A veracidade de estarmos na completude da veia.

Nas vertentes que surjam de cada passo a mais
Seguiremos nos períodos que – igualmente –
Nos ventilem caminhos mais sóbrios e iguais
Mesmo que não estejamos acordados ou notívagos
Nas horas da tarde que remetam ao vórtice
De uma fração que remonte a continuidade de estar bem.

Esse estar-se bem é condição primeva de todos os que vivam
Com a tenacidade de prosseguir com intenções justas
Que remetem a um bom senso e equidade de visão
Com o parecer da razão a anunciar as muito boas novas
Que, com o passar dos dias, nos lembram vitória a cada dia
E a cada passo, na questão da mente e do espírito, sempre!


quarta-feira, 24 de novembro de 2021

A GENTE SE ENCONTRA SEMPRE NOS LUGARES ONDE OS CASOS DE CRISES SE ACENTUAM, MAS NOS REUNIMOS PARA O BEM.

A VIRTUDE DE UM SER HUMANO É DO TAMANHO DE SUAS INTENÇÕES MAIS PREMENTEMENTE BOAS.

A VIDA NÃO SE SEGUE A QUE MUITOS NÃO SAIBAM O QUE DIZER QUANDO QUASE TUDO PENSAM ALGUNS QUE FORA DITO.

SEGUIREMOS POR ONDE A TRILHA DOS INFORTÚNIOS REVELE OUTROS E MELHORES CAMINHOS.

DEUS É A PÁTRIA DOS HOMENS, POIS ESTÁ NELES E EM TODOS OS SERES DO PLANETA, E NESTE, COMO UM TODO.

A CORREÇÃO DE UMA ATITUDE VERAZ É SEMPRE O QUE SE ESPERE DA HUMANIDADE E SUAS IDIOSSINCRASIAS.

QUANDO A QUEDA É BRUSCA DE TAL MODO QUE NOS PAREÇA O FIEL DA MEDALHA O JUSTO É QUE TOMEMOS NA VERDADE UMA DOSE QUE NÃO NOS FAZ BEM JAMAIS...

QUANDO ESTACIONAMOS EM UM LUGAR ERMO E SEM VERTENTES ILUSÓRIAS POR VEZES PODEMOS VER DIFERENÇAS NOS DETALHES MAIS AMPLOS.

A HORA DA INVESTIDA DE OUTROS SERES QUAIS NÃO SEJAM UNS DE CAMINHOS DIFERENTES DEPENDE DOS TRILHOS ONDE PASSAM OS CARROS E OS TRENS.

SEREMOS MAIS DISPOSTOS QUANDO A ATIVIDADE NÃO INCORRA EM ERROS CRASSOS QUANDO NA VERDADE ESTAMOS MELHORES DO QUE O PRÓPRIO TEMPO.

SOMOS O FUTURO?

 

            Quem sabe o que nos reserva algum desnivelamento de ordem progressiva, como a falta de comodidade nas vertentes do bom proceder, ou mesmo desse conforto que nos engana às vezes na folia abrupta da ociosidade… Como se não bastasse o horário dos intervalos, e nos pegamos na vez e na hora em que um ser produtivo pode, apesar de estar em descanso, partir para uma ação construtiva, no mais das vezes. Mas que, peça por peça, estaremos caminhando para aquele tom futurístico que já fundiu certos bronzes de Boccioni ou nas suas pinturas da rapidez de uma máquina em que se torna até mesmo o cacoete humano quando nos deparamos com o como e o porquê das intenções em nos permitirmos viver dentro de nosso escopo: criado, projetado e executado com a maestria da tecnologia. Esta mesma com certos padrões que universalizam Ocidente e Oriente com o mesmo passaporte da ciência, mas com dissenções de ordem econômica, na diuturna luta pela hegemonia do mercado. Na bonomia ou na falta de apetite vanguardista, os lados cada vez mais conservadores apenas depositam a mesma vanguarda nas ações de quem detém melhor as ferramentas, lutando a luta inglória de fazer da nação algo sem sal, inerme, aquém e dependente ao mesmo tempo das matrizes, os países de primeiro mundo. Essa dependência conta com o envase de muitos tipos de técnicos que trabalham financeiramente para a entrega das riquezas nacionais para o capital estrangeiro, tornando a nação algo cada vez mais distante do nosso ideal de pátria.
          O requisito indispensável ao desenvolvimento de uma nação é justamente a premissa de sermos racionais e nacionalistas. A razão que respeita a nação, a nação que respeite a razão primeira, o que nos move, não obstante uma lógica funesta possa parecer a solução e, no entanto, nem todo o pensar lógico pode ser a solução, pois o poder pelo poder jamais carecerá dos silogismos das lógicas sem cor. A questão não é apenas planetária, mas este que vos escreve garante que ao menos os países sensatos estão protegendo suas economias e instituições. Seus patrimônios, suas riquezas, suas empresas e seus trabalhadores. A vanguarda supracitada é justamente o know how de conhecer as coisas como sempre se faz com tecnologias independentes, sabendo-se construir o mesmo conhecimento e investindo na ciência com o merecimento ajustado às necessidades de toda uma Nação. Não basta apenas termos armas se na verdade pecamos por não saber fabricá-las, ou também pecamos por não saber fazer nem um smartphone, ou outra ferramenta eletrônica… Antes, devemos ao beabá industrial todas as nossas reservas, posto tornar a Amazônia árida ou “produtiva” não pode e não deve ser a solução, pois trocamos igualmente – no sentido de sermos celeiros – um contêiner de soja por um chip. Em termos de inteligência fabril estamos mais atrasados do que grande parte do planeta. Não temos inteligência tecnológica e não investimos no conhecimento como se deveria, pois apostamos cem por cento de nossas estratégias econômicas à perpetuação do poder, seria o mesmo se dizer que o país promete ter muitas riquezas, mas será mais preciso se dissermos que essas almejadas riquezas são finitas. O saber como, o conhecimento a gente herda para outros e outras gerações, e assim caminhamos para o futuro sem a defasagem de uma monolítica ignorância que nos impele a importar produtos caros devidamente manufaturados, e exportar toneladas de cereal na modalidade de exaurir os solos e destruir biomas. Não adianta sacarmos por um ano a miserabilidade do cenário se, depois de outro ano perdemos o poder, sem nem ao menos o ter aproveitado para fazer reformas estruturais na Nação. Sem tirar nem por, sem democratizar os meios de comunicação, sem mudar – realmente – a maneira de se fazer política, pois não será dando que se recebe, posto para receber temos que trabalhar a nossa boa vontade que deve ser baseada na honestidade acima de tudo, pois o que ocorre é transformarmos um pleito em um balcão de negócios, onde quem lucra mais será aquele preferencialmente vitorioso, nesse jogo sem tréguas.
           Aparentemente, tudo não passa de conservadorismo versus liberalidade, democracia versus fascismo, esperança versus agonia, concentração de rendas versus salários mais justos… Coisas da idade contemporânea, apesar de estarmos ainda engatinhando pelo novo milênio, com recursos amplificados e, no entanto, na vigilância necessária e permanente. Todos nós temos ouvidos para escutar e olhos para ver, e todos respiramos o mesmo ar, ou ao menos temos a Constituição para tal.


terça-feira, 23 de novembro de 2021

O CALDINHO REMANESCENTE DE UM AMOR SINCERO ENQUANTO POSSÍVEL APENAS TORNA-SE REAL SE O EXISTIR SE TORNAR MAIS PALPÁVEL PARA AMBOS.

A VIDA DA SOBRIEDADE NÃO DESFAZ OS NOSSOS PROBLEMAS, MAS NOS CONCEDE A SERENIDADE E A CORAGEM PARA COMBATÊ-LOS, OU NÃO, COM A AJUDA DA SABEDORIA.

O ECONOMÊS É COMO OS CÓDIGOS DO DIREITO: SOAM NO HERMETISMO E SE ALICERÇAM AMBOS POR SUAS LEIS, CONQUANTO QUE AS DO MERCADO NÃO SEJAM TÃO IMPORTANTES, POSTO A JUSTIÇA SER MAIS SÓLIDA.

NAS NOSSAS INSTÂNCIAS EXISTENCIAIS E NAS DIMENSÕES DE NOSSA ESPIRITUALIDADE QUE NÃO HAVA VACÂNCIA DE RESPONSABILIDADES.

SE NÓS TIRÁSSEMOS NOSSA ESPERANÇA DE UM BAÚ DARÍAMOS MELHOR CHANCE AO TEMPO SE A DEVOLVESSEMOS, POIS TALVEZ SEJA TEMPO DEMAIS PARA TANTO.

SE NÓS FICARMOS PENSANDO EM COMO SAIR DO BURACO COM UMA PÁ QUE CAVA DOS LADOS, NUNCA ENCONTRAREMOS A ESCADA.

TUDO QUE SE DESEJA JÁ EM SUAS PARTICULARIDADES ALTERNAS REMONTA ALGO QUE DISTA BASTANTE DE UMA FARSA EM SE EXISTIR POR VEZES NA MENTIRA.

NAS VERTENTES INDOMÁVEIS DE UM PENSAMENTO IRREQUIETO RESIDE O DESCONHECIMENTO DA DÚVIDA PREGRESSA.

CADA VEZ QUE NOS APROXIMAMOS DE UMA CONDUTA BOA O SENTIMENTO DA BOA VONTADE AFLORA NO CORAÇÃO.

AS FADIGAS MORAIS E ESPIRITUAIS NA VERDADE SÃO CONDIÇÕES MATERIAIS, EM QUE O ESPÍRITO VERDADEIRAMENTE ESTÁ A ESCUTAR.