Talha-se por vezes uma embarcação
de garapuvu para se aprender algo, e a história é para quem entende, mesmo que
por vezes o que se venha falar parte de experiência relativa, da vivência
cotidiana, que seja, a história de um período, semana, mês, ano, ou um minuto,
pois as caravanas de formigas exercem certos trabalhos e se organizam em
questão de segundos, por vezes... O que se apresente por vezes... Não fora
exatamente o quê em questão, mas as gentes em um restaurante possuem gestos,
faces, sorrisos, curtem, estão querendo fugir de algo, de uma tristeza, todos
tem a sua história, nem que seja por razões momentâneas, ou por questões de
direito e herança, de ganhos, de separações, de política, de crimes, ou mesmo
gentes que caminham fora do restaurante e possuem sua outra história, para não
se citar que todos possuem essa outra história, que pode ser coletivamente
similar, dentro de uma programação, ou mesmo um contexto que foi visto em uma
notícia, algo que uma imprensa tenha revelado, ou o atavismo do processo histórico
mais complexo daquele acadêmico que se debruça nos livros e vê a questão única
onde a história assume o perfil necessário para explicar não apenas o
surgimento das nações mas seus processos de civilização. Ou seja, de fato,
existe a história, e esta depende do tempo, possui suas linearidades, mas
também acontece em paralelismos, em desenvolvimentos outros, dentro de pequenos
nichos, ou mega continentes, dentro de uma marcha civilizatória, ou no simples
nascimento de uma criatura, seja um bebê ou um bezerro, e o símbolo anui que
seja algo de fato, o que remonta que a alguns o fato mais importante, o foco
seja mais a tecnologia, no exemplo cabal de nossa Era, e as rotinas, as
programações, os sistemas informacionais, intentam até mesmo subverter
processos históricos que passam a ser inevitáveis, pois no andamento da própria
história e sua dialética o que estará por vir não é questão do ato em si, mas é
em si mesma geratriz dos resultados da ação...
Não há não certeza na
Natureza, e a sua dialética não pressupõe as falhas, posto por questões da
mesma história, que por diversas questões de agenciamento reflexo urgiam por
ignorar, acaba por reciclar a si mesma, e seus seres, porventura, remetem a um
andamento tão sucinto que os próprios indígenas passam a conceituar de sua
forma ao homem branco como são as coisas, e como a mesma Natureza em vias de
recuperação ajuda estrutural e humanamente a reconstruir toda uma nação, incluso
a mesma e gigante em essência nação indígena que foi duramente castigada, a
ponto dessa barbárie extrema ter sido o mote transformador que conclui
historicamente na tomada de consciência das estruturas do poder no sentido de
recriar valores que, de forma fria e matematicamente pretensamente exata,
obtinha de seus pressupostos algo de comandos que falharam no viés até mesmo de
se descobrir que a mesma dialética da Natureza é a verdadeira e inexpugnável
inteligência do homem, porquanto ser que parte através da compreensão da existência
dos outros seres a existência de uma Verdade, que justamente a um exemplo cabal
de uma pessoa importante, se fala em uma Casa Comum, encerrando na plêiade dos
que – não compulsoriamente – creem, a união da espiritualidade dentro de um
contexto latino americano onde a religião se torna algo inevitável e âncora
transformadora dos sistemas de ordem lógica, ressaltando que a própria lógica
infere-se seja algo como fragmentária dentro do escopo em que, mais profundamente,
a própria literatura a respeito desses assuntos abordados, a história em
questão, vai revelar a premência de que não há mais a menor possibilidade de um
ser, por pior que seja, rejeitar a reconstrução natural e, sendo assim, a roda
dos diálogos que mantemos com a Natureza são mais giros nos ciclos que
compreendem etapas sucessivas e de valores onde quem ganha mais é o homem, na
comunhão necessária e na ampliação da bondade sobre a Terra.
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