sexta-feira, 11 de fevereiro de 2022

TODAS AS VEZES QUE APREENDEMOS ALGO, ESSES DETALHES DA GUARDA ESPIRITUAL E SEUS BEM AVENTURADOS MOTIVOS NOS LEGAM ELUCIDARMOS QUESTÕES QUE NÃO ABRAÇAM AS IDIOSSINCRASIAS DA DUALIDADE OU DA POLARIZAÇÃO.

UM TERMO DE COMPREENSÃO PODE RESOLVER AS QUESTÕES MAIS DISTINTAS, OU ENVIESAR AS VIAS DA MESMA COMPREENSÃO QUANDO CONFUNDIMOS O APRENDER COM O APARENTAR COMPORTAMENTOS HIPOCRITAMENTE CONSIDERADOS NOCIVOS.

QUANDO NOS APERCEBEMOS DO QUILATE DOS SONHOS, UMA LINHA DE PALAVRAS PODE CRESCER PERANTE O INFINITO POSSÍVEL OU NÃO.

NAQUELES MAIS DISTANTES SENTIMENTOS, A VERDADE SOBRESSAI COMO UMA VERTENTE DE ÁGUA NO DESERTO.

AQUILO DE QUE DEPENDEMOS NA OCASIÃO DE NOSSOS ENCONTROS CONCRETOS PODE AJUDAR A TRANSCENDER A PRÓPRIA MATÉRIA.

UM DIA NA VIDA DE UM JUSTO PODE FAZER UMA DIFERENÇA DE SÉCULOS...

DE TODAS AS CLASSES AFETIVAS, AQUELA QUE SE TORNA DIFÍCIL POR VEZES É A MAIS BELA!

UM CHEGAR-SE COM DISCRIÇÃO

 

Como a renitente questão dos modos da vida
Nós preenchemos nosso tempo em navegares
Quiçá em um leito digital, ou talvez em rumores
Na inconclusa tarefa de realizar o possível na arte…

Essa paisagem quase cenográfica das letras
Remonta a que pensemos nos barcos felinianos
Quando partimos para encenar o falso teatro
Dentro das circunstâncias atenuantes da dúvida!

Chegamos a um limbo de primavera pueril
Ao esteio dos renovados, à súcia da floresta,
Ao amor consignado propriamente em contratos
Onde a locação de nossa vivência passa pelo outro.

Vivemos em um passado que em outrora possa ser
Uma turbulência em alto-mar, um sufoco paritário
Com os gestos de sufragar memórias claudicantes
Quando o que se espera ao menos seja um afago.

Por vezes triste é a canção cancioneira em um lago
Quando o que nos espera é o som de um relâmpago
Onde, na circunspecção de nos encontrarmos em um dia
A notívaga vertente luminosa nos aprume o suficiente.

Os benefícios da alma nos aprumam, a força fica crua
Na solidez da suficiência necessária, com a ternura
Que porventura vemos no coração dos aflitos…

Essa aflição demoradamente precisa e derradeira
Não possui um término determinado pelas circunstâncias,
Mas denota a compatibilidade de um ser que caminha apenas!

Seríamos falhos se não apresentássemos um tipo de fase
Onde a colaboração com o inaudito tempo eterno
Não revelasse que se marcaria por um dia de ajustes.

Essa vertente de algum conhecimento palpável
Sempre revela a maravilhosa capacitação solidária
Porquanto fôssemos algum tipo de indústria eterna.

No verso a ciência que não nos ajuda, na verdade,
Pode se revelar parâmetro incontestável em toda a nossa vida
Que, por uma razão primeira e particular, traz o nexo e a ventura.

Aquilo que esperamos do próximo e do distante
Apropria-se do distanciamento ou da aproximação
Quando sabemos que as vertentes de algum sentimento
É uma verdade em que nos sobre a revelação
De algo que fosse crível, mas de somenos importância.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

LASTROS DAS PRIMAVERAS

Nos escutares de toda uma vida, quase no ciclo derradeiro,
A questão de sermos quem somos nos capacita
Ao menos de respirarmos mais aliviados nas esteiras
Onde depositamos as flores de entardeceres
Quando o orvalho não subentende a totalidade industriosa.

O pão que por vezes evitamos a que Deus nos conceda
Será sempre o amálgama da ventura a que nos passemos
Ao menos na equação de que o alimento do espírito
Passa por vezes na carne que devemos evitar a todo o custo!

Não que seja a bendição algo que venha a nos tolher prazeres,
Mesmo que inegavelmente o mar não esteja muito para peixes
Mas que, por conveniência de passados conturbados,
O mundo possa encontrar suas próprias primaveras
Sob a influência de que aqueles despóticos senhores
Esqueçam ao menos de que seus poderes são finitos!

E que não nos esqueçamos que o sofrimento humano
Depende de uma postura humanística que reverbere
Os casos mais influentes na nossa acepção mesma da vida…

Que muitos possam ler as palavras que porventura
Possam encanecer nas longas veredas da vida
Os pelos em que Krsna por vezes esquece na beira dos Himalaias.

À terminação das linhas de fogo, algo nos entonteça de prazeres
Exatamente nas mesmas veias que nos suportam
Com ferramentas da veracidade cabal que enfeixam a vitória.

Na razão própria da poesia, e que ela nos permita navegar
Ao menos por um onirismo surreal, para que toquemos
O cerne mais profundo de nosso Eu, que seja, sejamos!

Outrora fossemos mais condescendentes com aquilo
Que não seja uma solidão compulsória, posto com isso
O olhar mesmo de Deus nos enfeixe o quadrante do amor!


 

domingo, 6 de fevereiro de 2022

POR VEZES TEMOS UM ENCONTRO COM O VERBO

 

         No tanto de compreendermos quiçá uma simples sílaba, o caminhar silencioso de um escritor possa nos redimir que depois de um período confortável de entendimento, igualmente silenciamos todo o parágrafo, na falta inenarrável que nos dê alguma reticência, ou uma exclamação no final da frase que encabece um grande significado. Escrever é algo tão mágico que transcende aquilo de possuirmos o poder da digitação e da impressão digital quando postamos na relação univitelina com o nosso próprio Ser! Quando chegam as horas mais confortáveis, quando cumprimos mais uma missão de um dia, iremos ter a noite como confidente secreta de amores em que Orfeu nos abre os braços ao menos para que possamos descansar o sono dos justos. Não há amarras apenas, há um caldo em que mulheres partem em navios a assombrar os mares sem a justificativa de encontros na cabine do capitão, sem as reservas dos amores possíveis, mesmo que o navio traga, em seu movimento, as visitações de outros barcos. Nada se torna secreto dentro de uma semântica que existe confabulada e crua dentro do pressuposto de uma razão trigueira que nos traz o sabor de colheitas no recôndito de nossos lares, sejam estes barcos, praças, mares, terra, uma nau atravessando o céu, sem sabermos exatamente o que nos espera nessa aventura que erra e que espaça o próprio tempo, a quem saiba ver e crer na questão…
        Seria muito dignar-se a escrever as linhas em que navegamos por orlas infinitas nas sombras de cada particularidade de seus desenhos no quebrar nas areias? Somos ondas infinitas, mas os nomes de Krsna são inumeráveis, como tanta é a dimensão de Deus, o mesmo Krsna Todo Atrativo, como de cada qual seremos melhores, por tanta acepção crua de sabermos que nem tudo é um máximo como Isso, esse isso que reitera por vezes uma ofensa velada se considerada apenas a palavra, peremptoriamente. Nesse mesmo passo contínuo vemos uma estrela em forma de mulher a recriar o nosso amor, vemos a galhardia de uma atleta no vôlei da vida, dando um saque de guerrear nas mesmas estrelas, quando por ventura a bola se choca na manchete. Sim, seríamos maiores do que o simples jogo, ou que sejamos virtuosos na senda de uma imaginativa chance de abarcarmos uma visão surreal, e externarmos competentemente nas letras, sem nos preocuparmos do atraso semântico, ou se não temos a preocupação cotidiana de um cotidiano integralmente compulsório, seja de que lado estejamos, ou quiçá, que porventura estarmos cônscios de que esses lados isolam a vereda de nossa visão para um axis ou outro. Questão dialética da geometria, e, sem por causalidade, interrompermos uma ingerência externa, quem sabe a mesma possa catar na inteligência recriada da escrita uma fonte mais confiável na lógica hegeliana do essente, do ser em ser… Não que sejamos tão partícipes de uma longa filosofia, mas que esta se revela ser mais forte do que um homem pode transudar verdades, posto não engatilharmos nossas propostas do livre pensamento naquilo que uma cartilha quase infundada nos queira resgatar do limbo presente para colocarmo-nos no limbo ausente.
        Essa veemência do contraditório nas leis que pensamos existam cabalmente vertem no casco da embarcação cracas tão oceânicas que por vezes as línguas estrangeiras são ternas quanto de sairmos de um entrave onde ternamente as coisas possam não permanecer, pois as modas de hoje são tão heroicas quanto as pedras que permanecem imóveis sem a premência em sofrerem a modelagem de milênios, enquanto o mar que as castigam sofrem da interferência lodosa dos sonhos de maré invadida pela farsa… A quantidade das águas soletra suas qualidades, e será óbvio afirmar que a motivação de que estamos ausentes do sentido máximo da justiça é ver que o mesmo lodoso fundo de um mar condenado estará presente no lodo que abraça o pensamento da diáspora humana. O poeta sua uma notícia baseada nas flores, e não descansará jamais seus braços e pernas quando carregar a cruz mais pesada que o espera no fim de sua vereda. Até que os sonhos e o onirismo destes descambem a acertar os ponteiros mais distantes de uma hora propícia, em que os pombos ensaiem seus erros na acepção de estarem conformes com seus achados do alimento: tipo um pão que brote de uma lixeira ou de uma casca de ovo com pedaços cozidos de claras, quiçá encontrando, o pombo de sexo humano, o ser que não encontraria jamais pegando seus restos. Ver-se-á a latitude do regresso, ou será que a plataforma da filosofia não encontre mais argumentações, ou mesmo uma especulação sadia por interveniência das palavras, posto que estas vertam, que tudo é progresso…!


NOS TOCAMOS EM SERMOS DE SERVIÇO CABAL QUANDO REGAMOS DE TUDO A RAIZ PRIMEIRA.

QUANDO A GENTE SE PRESTA A UMA MISSÃO QUE NÃO SEJA DERRADEIRA, A VERTENTE DE UMA VITÓRIA BATE POR VEZES À NOSSA PORTA.

NA LIDA DE UM TRABALHADOR FRUITIVO A QUESTÃO ESPIRITUAL É IGUAL ÀS CONDIÇÕES DE QUALQUER AGRUPAMENTO OUTRO.

COM A CORAGEM NECESSÁRIA PODEREMOS VIVENCIAR A EXISTÊNCIA DE UM SER QUE PREZE PELA CONDIÇÃO DE AUSENTAR-SE DOS CONFLITOS.

A VIDA A DOIS SE TORNA UNA DE DOIS COM UM TERCEIRO QUE É O CRIADOR QUE A TUDO IMANTA.

SE A VIDA NOS TENTA A SERMOS PIORES, ENTREMOS EM UMA MEDITAÇÃO PROFUNDA QUE NOS PERMITA PREVER NOSSO CARÁTER, EM UM INVENTÁRIO DE VERACIDADE SINCERA...

QUANDO ADMITIMOS QUE UM TANTO DE RAZÃO NOS CAIBA A TER UMA AUDIÊNCIA QUALQUER, DE QUALQUER MANEIRA QUEM SABE CONTESTEMOS ESSA MESMA RAZÃO.

QUANDO NOS REFRESCAMOS SOB A CHUVA DE VERÃO, O ORVALHO APENAS PEDE LICENSA PARA UMA OUTRA MANHÃ.

SE NA VIDA A GENTE ESQUECER UMA MEDIDA DE ENTRAR EM UM LABIRINTO, PODE SER QUE ESQUECEMOS DE LEVAR O CORDÃO, OU DE NOS ESQUADRINHAR INTERNAMENTE.

A TÍTULO DE REVERENCIARMOS UMA CIDADANIA QUASE ANTECIPADA, LEMBREMOS QUE A VIDA EM SI É DE CUNHO COLETIVO, ESSENCIALMENTE...

DE TUDO O QUE SE TEM DE MERITÓRIO DEVAMOS SEMPRE AGRADECER A DEUS POR NÃO MERECERMOS TANTO!

O QUE SE DIRIA A MAIS SE NÃO FÔRAMOS TÃO INOCENTES PERANTE AS NOSSAS ESPERANÇAS?

O CICLO NOS DESTINA POR PERÍODOS, A NÃO SER QUE ESTIMEMOS DAR UMA PARADA ANTES DE SEU MESMO TEMPO.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

A VIA DOS DESTINOS

 

Com o tempo pensei ser o caldo imaginativo
Uma esfera pensante, microrgânica, de bendição,
Talvez mental, talvez espiritual, de non sense,
De não sabermos mais o que seríamos sem o fluir
Onde nossas veias alimentam o nosso coração
Naquilo de se chamar o próprio estamento da alma!

Quando o tempo exaure suas possibilidades
Amamos como a uma peça de jardim japonês
A areia entrelaçada com o bambu ancinho
Na vertente de um Vivaldi e seus violinos…

A espera das companhias que sabem mais
Do que seu próprio verbo, sem mais,
Nos verte no peito a escala dos homens inquietos
Sobre espaçando a silhueta dos ventos.

Quem dera fossemos os números cardeais
A fremir na bússola as mãos mais cálidas
Do que aquela aldeia onde se chega caminhando
E onde ruminamos o próprio tempo do engatinhar…

Onde, crianças somos, a mais do se dizer,
Chegando igualmente sobre as alfombras
A que nos remetem visões do paraíso!

Que um vate nos ajude na tessitura das semânticas
Quando, a se perceber a latitude quadrática do tempo
Escolheremos a areia mais nobre da crisálida
De neve onde a ampulheta navegou o passado…

Triste ode de himeneu nos assombra uma paixão
Que da vertente inquieta se relaciona com o celibato
Na verve inocente daqueles que, sorrateiramente
Entubam o vórtice do prazer em estranhos treinares.

Quanto de se redimir a que se pergunta do tempo
O mesmo temporal se anuncia na palavra episódica
No que saibamos que a maior loucura de uma viagem
É psicodelicadamente estarmos lúcidos para sacá-la!

Saberíamos todos que a vertente que encampa a intenção
Nos abrem serenas nuvens de um algodão adocicado
Pelos nimbos de se decifrar histórias surreais…

Tudo o que a poesia pode revelar transcende a ilha
Convexa de nossas ilusões: o mote sincero
De estarmos prontos para o despertar ao diálogo
Constante da arte que parte para uma armadura
De tal consciência onde o fogo não se apaga.


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

AS FALHAS DO CARÁTER

 

          Se, por um lado, nos dispomos a ter a compreensão mais verdadeira de como certas instituições navegam pelo mesmo lado da hipocrisia, observando-se o falar paralelo – e não propriamente a ofensa frontal –, teremos a falha do caráter acentuada pela soberba de – imersos em ilusão, a Maya – acharmos que disputaremos interna ou externamente a questão de vencermos uma batalha por crermos fielmente que o “outro lado” estará, certamente, mais fragilizado por circunstâncias diversas de nossas atitudes. O mel não se encontra distante do favo, e sabermos disso renova uma esperança – aí sim – de não estarmos sozinhos, não pelo fato de nosso engajamento grupal, seja em que medida ou circunstância for, mas a ausência do mel tornará a nossa vida mais amarga, com toda a certeza de quem o experimentou ao menos uma vez na vida. Disso passamos ao amor, que nos digladia a certos homens e mulheres, em um tipo de hierarquia afetiva quase intelectual, mas que não passa de palavra jogada aos pombos, ou na dureza de um depoimento de fantoches, ou seja, empombado. A aversão ou a simpatia por sistemas totalitários é um reflexo permanente e cabal desse tipo de miudeza de caráter. Não há como frearmos as rodas da história, se no coletivo organiza-se uma arapuca covarde para retirar um tapete de panos rotos sob os pés de quem possua a fortaleza. Precisamos, sim, denunciar o monstro em que nos tornamos por vezes sem sequer termos a consciência de quem nos tornamos, ao assumirmos essas posições de mesquinhos procederes. Sob a batuta régia de uma pretensa hegemonia de grupo, essas locuções ensaiadas podem pretender retirar do imo de um ser suas qualidades humanas mais profundas mas, se estas estiverem realmente presentes, não há como afugentar a pureza de espírito do mesmo ser, mesmo quando somos aparentemente histriônicos na ventura de nossas proezas ensaiadas em algum cortiço existencial, mesmo que este seja um faustoso palácio de um mármore sintético, mesmo que alguém se pretenda mais lógico dos lógicos, sem saber que a aranha ao mesmo tempo tece a geometria de sua teia viscosa e traiçoeira. Saibam os pretensos fariseus arraigados em suas velhas e antigas empresas, sejam estatais ou de livre iniciativa, em seus predicados mais ricos e prósperos da fama, pompa e circunstância, que o ego não escapa de ninguém, posto ser falso na plataforma de uma simples inveja, ou da impotência perante alguém, ou algo. Não há – repito – como silenciar a história de cada qual, mesmo que na onipotência sem clarividência necessária, os atos, as ações e as mãos não estejam vinculadas a uma ajuda real, mas apenas verificando – com um olhar mais atento – a atinência na pretensão inquieta de sermos quem somos.
        Essa lauda trata de um necessário e quase completo inventário moral, como um guia que a quem vos fala ajuda pelo menos a encontrar as jaças em uma pedra filosofal, ou um diamante materialmente concreto. Perante esse jogo por vezes indigesto na exposição de uma atitude coletiva e regressa, saberemos com quem lidamos, quem somos e nos furtamos abertamente ao perscrutar atento da força que emerge de cada homem ou da ternura que brota do olhar sereno de uma mulher mais verdadeira e mais digna de atenção. Tanta é a covardia que se esconde sob panos quentes, que um dia de derrota, frente a um dia de vitória, para um sábio, será sempre o mesmo dia, e planejar outros dias é de vital importância, mesmo que o cavalheirismo esteja perdendo lacunas para a tirania. Ao menos temos por pressupostos indeléveis caminhos que nos levem à luz, mas infelizmente para a maior parte dos homens e mulheres neste planeta os caminhos estão se tornando cada vez mais obscuros, tal a ignorância trágica de quem é ilustrado pela verve dos ganhos materiais, ou de posições relevantes em relação ao poder que já exerceram ou que ainda exercem, em um tipo de lógica reversa que admite a brutalidade como benfazeja ordem de caráter. Por vezes, verdadeiros companheiros, pensaremos que a derrota é iminente, mas não há a derrota quando estamos plenamente associados com Krsna, a Suprema Personalidade de Deus. Nesse ponto deveremos estar cientes de que a vida de prazeres, a lida dos familiares, passa a ser importante, mesmo quando passamos por dias em que nossos atos estão sendo julgados pelo mesmo Poder Superior supracitado, e amplamente difundido em literaturas realmente perfeitas.
        É de vital importância que muitos, quando quebram os segredos do próximo para serem utilizados como informações, certamente por vezes creem que será de bom alvitre ser utilizada a argúcia como ferramental indispensável para uma recuperação apenas de uma substância, e não propriamente do encontro com uma vida realmente mais espiritualizada, anímica, cultural, ou o que quer que seja. O caminho do perdão é longo, mas a tirania repetida não deve ser perdoada, e o expurgo desses seres peçonhentos pode vir, dentro de uma paz necessária, através do ignorar-se a presença, ou do escutar suas lamúrias travestidas de arrogância ou joguetes da veracidade ausente, porquanto em um fechamento de suas próprias saúdes dentro de possíveis e até previsíveis sobriedades, pois quando perdemos o controle, ao retomarmo-lo o ego falso se pronuncia inúmeras vezes, e se perde um contato permanente com a bondade na intenção de tentar fazer fracassar aqueles que – aparentemente – são os mais fracos, mas que na realidade são verazes, verdadeiros guerreiros, e possuem uma coragem de titãs.
         Não será por desmerecer atitudes críveis de piedade sobre uma face da ignorância ou da falta de estratégia em estratificar certos membros da coletividade que andaremos sobre um mar de latas enferrujadas, mas certos galhos secos devem ser retirados do mato para aqueles que urgem por oxigênio possam respirar mais livremente. Essa questão de recobrar informações dentro de uma sociedade controladora faz afugentar de se pronunciar franca e sinceramente aqueles que são ou prezam pelo humanismo: qualidade intrínseca ausente de muitos e muitos homens e mulheres no planeta, portadores de doença ou não, posto ficar renovando invectivas cruentas é um dos caminhos da perdição intelectual e espiritual. Não adianta sermos respeitados por termos certas habilidades, de residirmos em um lócus bem situado, de nos taxarmos de sãos, ou de possuirmos a crença algo equivocada de que uma família pode ser um bem da coletividade ou, melhor dizendo, no que transcenda a consanguinidade.
       Um tesouro ignorado não irá para as mãos de quem houvera cobiçado, mas se manterá incólume ao desfrute do merecimento… Por essas razões, o que houver tratado em qualquer grupamento humano refletirá no futuro os erros cometidos, por ausência, por falta, ou por omissão. Todo o entusiasta, quando decepcionado com um território incompetente, revelado por invectiva e ensaios de orquestra mal afinada, já saberá traduzir behavioristicamente o comportamento de cada qual e, como diz um companheiro dileto, revelar-se-á mais, através do silêncio perscrutador do vitimado, com o auxílio de força responsável e confiável na sua estatura moral imperturbável.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

A VIDA SERIA MELHOR SE FIZÉSSEMOS DE NOSSAS ARTES A GRANDE CULINÁRIA COM TEMPEROS PRECISOS.

QUE UM BOM GENERAL SAIBA DE SUAS ESCOLAS QUE LHE GEREM BOAS ESCOLHAS, ASSIM SIGNIFICA QUE A DISCIPLINA ASSUME UM BOM RUMO.

SABER JOGAR GO É SABER LIDAR COM LIBERDADES SUPRIMIDAS E LIBERDADES CONQUISTADAS.

A QUÍMICA E A MATEMÁTICA SÃO AS GRANDES CIÊNCIAS DA BIOLOGIA E DA RAZÃO.

A CONQUISTA DA SOBRIEDADE EMOCIONAL É FRUTO DA SOBRIEDADE QUÍMICA.

VISTAMOS O CARÁTER DE NOSSAS RESILIÊNCIAS EM DURMIRMOS NA HORA E EVITARMOS O GOLE NEFASTO DA INEBRIANTE DESESPERANÇA!

A VIDA TERIA UM TAMANHO AGIGANTADO SE A ELA DESSEMOS O VALOR NECESSÁRIO.

SE TEIMARMOS EM JOGAR COM AS CARTAS ESCUSAS NA MANGA, ALGUM PRESSUPOSTO DE IDIOTISMO NOS ESPERARÁ POR ALGUM LUGAR DE NOSSAS VEREDAS...

UM EGO INFLADO INVADE A MENTE COM O CACOETE DA SOLIDÃO ACOMPANHADA!

RECRUDESCER SENTIMENTOS ODIENTOS TURVAM DE TAL MODO A NOSSA RAZÃO QUE A ANESTESIA DA ADICÇÃO PASSA A SER QUASE INEVITÁVEL, QUANDO ESTAMOS SEM O APOIO DOS SANTOS.

A VOZ DA DUALIDADE

 

Sintamos o vento em nosso eu, o verbo que sua a flores,
A vertente de uma poética caudalosa, em que teimemos
Em servir de auspiciosos dias o vão que não desprezemos
Quanto de resguardarmos nossos tempos a mais de dizer!

Quando dizemos algo, os que nos escutam sabem do saber
Em que residimos no introito de estarmos com fé no Senhor
Dos senhores que todos nos dizem que são da obra e do prumo
Quais caracóis maravilhosos de extrema e avizinhada lucidez.

Que melhores coisas em projeção do nosso ser consciente
Se reflitam em nossas reservas do eu gigantesco nosso e interno!

Não que não sejamos muitos, somos quiçá suficientes
Em nosso coletivo e no respiro de tantas as suficiências…

A maravilhosa concepção do mundo ombreia com o sistema
De planetas multifários, e estrelas de outras galáxias,
Assim como nas letras pode residir a galáxia do entendimento
E o seu lado sereno e lúcido de transmitir as pérolas do conhecer…

Quiçá a humildade do poeta torne a sua poesia mais próxima
De um começo de se engatinhar em busca de outros significados
Que não partam do cansaço em não nos deixar redimir promessas
Que, na verdade, não podem jamais perder para a insensatez.

O carinho do olhar de uma mulher, seja nova ou anciã,
Traz ao homem seu próprio olhar de perscrutador
De uma vivência conforme com o amor de descobrir
Que por vezes a incerteza não passa de um despertar espiritual!

Aquilo parte para um ressentir diário, moedas de César,
Deduz um algoritmo que não queremos querer de tão gasto
Pela incongruência de que as palavras em estudo diário
Nos veste uma semântica de um progresso cabal e festivo.

Não que não percamos de vez por vezes uma sagrada paciência
Ao ruminarmos ditos e mais frases que fogem de um período
Que, por sua inconsequência, reduz o léxico a uma gramática apenas.

Não queiramos ver o mundo por dualidades, senão seremos apenas
Um atacante contra o outro ensanduichando toda uma terra
Em que, por detrás de nosso conforto, hão de verificar
Que o mundo não é apenas a construção de um war game.

E se, no reducionismo de nossa parca experiência,
Verificarmos que a queda de braço revele o torque
Quanto de sabermos que ninguém jamais saberá
Que a flor que nasce do diplomático perdão não fenece jamais!



sábado, 29 de janeiro de 2022

UM ENCONTRO DE UM IRMÃO COM OUTRO NA SOBRIEDADE, FAZ COM QUE SE TORNEM IRMÃOS DE ALMA.

A LIBERDADE NAVEGA POR DENTRO - EXATAMENTE - DE NOSSO CORAÇÃO, ONDE RESIDE NOSSO ESPÍRITO!

MESMO QUE SEJAMOS AMADURECIDAMENTE DUROS, UM SORRISO OU CARINHO PODE NOS TRANSFORMAR EM UM PISTILO SERENO ESPERANDO O ORVALHO.

ENQUANTO HOUVER CHUVA, QUE DURMAMOS EM SUAS NOITES.

CONFIAR NO RUMO DA PALAVRA É COMO ESTAR ACOMPANHADO DE UMA VERDADEIRA COMPANHEIRA.

A INTERNET CAPITANEIA A NOSSA NAVEGAÇÃO RUMO À VERDADE, ESTA, INTRANSPONÍVEL E REFLEXIVA NAS BOAS ATITUDES.

A POESIA NÃO É APENAS PARA UM DESFRUTE, E SIM COMO UMA BÚSSOLA EM UMA VEREDA DE SOMBRAS...

ESTAR EM CASA É COMO UMA BÊNÇÃO E AMAR É COMO ESTAR EM CASA.

A VIDA NÃO É COMO UMA ALMA QUE NÃO SOBE, MAS SIM COMO UM CONHECIMENTO INTERNO.

O QUE SE PASSA NA EXPRESSÃO HUMANA É A RACIONALIDADE DO AFETO COM O COMUNGAR ESPIRITUAL...

A VIDA SEM SOBRIEDADE ESPIRITUAL É COMO UMA DANÇA EM SILÊNCIO, OU COMO UMA FLOR DE PLÁSTICO.

AQUELES QUE SOFREM COM DITOS PERMANENTES EM QUE O DESTINO NOS DITA, POR QUE NÃO EDIFICARMOS UMA RENITENTE EDIÇÃO DO QUE JÁ FOI ESCRITO HÁ MUITO?

SE ESTARMOS ALGUNS MESES SÓBRIOS NOS COLOCA EM LUCIDEZ EXTREMADA, O QUE NÃO AFIRMAR DEPOIS DE ANOS DE SOBRIEDADE E SAÚDE MENTAL?

VAI CHEGANDO UM VÉU QUE NOS COBRE DE SUBTERFÚGIOS ONDE NOS ENCONTRAMOS COM NEREIDAS.

O SONO É UMA TRANSPARENTE VERDADE QUE NOS INEBRIA SEM BEBIDA...

QUANDO A QUERÊNCIA DE NOSSO RIO GRANDE RELEMBRA ANITA GARIBALDI, OS POETAS SAEM PARA FESTEJAR A SUA NOBRE PRESENÇA DE GUERREIRA INCÓLUME E BRIOSA.

A SABER, O ENCONTRO DE UM DESCENDENTE DO JAPÃO COM OUTRO DA ITÁLIA PODE SER A RAZÃO DE UMA AMIZADE.

A ROMA QUE NÃO FOI ANUNCIADA PARA OS INCRÉDULOS QUE FIQUE A CARGO DO GENIAL FELINI.

RASCUNHAR UM RABISCO É COMO CRIAR A PIETÁ A PARTIR DO SORRISO DE BUONARROTI.

AQUELES QUE NAVEGAM SOBRE CRISTAL, QUE SAIBAM QUE A VEREDA DE TODOS TAMBÉM É DIAMANTINA.

A CASA DO MUNDO ESTÁ COM FUNDAÇÕES CHEIAS E REPLETAS DE BOM SALITRE, EXTERNAMENTE, O QUE A TORNA QUASE UM COURAÇADO FRENTE A UM OCEANO CHEIO DE INTENTOS RAZOÁVEIS.

APRENDER A TOCAR UM INSTRUMENTO NEM SEMPRE É TÃO CONFORTÁVEL, ASSIM COMO VIVER COM PLENITUDE NÃO NOS LEVA SEMPRE A UM CAMINHAR SERENO PORQUANTO QUEIRAMOS APENAS ISTO.

HÁ QUE SE REITERAR QUE TUDO O QUE URGE APARENTEMENTE PARA O BOM SENSO SE TORNA SENSATO QUANDO HÁ UMA RAZÃO INCONTESTE.

NÃO HÁ COMO NÃO POSSUIRMOS UM ENTENDIMENTO DA NATUREZA FEMININA, POSTO A EXPERIÊNCIA DE UM HOMEM QUIÇÁ JÁ TENHA AMADO COM TODA A SUA VIDA A VIDA DE UMA MULHER.

QUANDO SE FALA EM CORAGEM, SÓ A ALCANÇAREMOS QUANDO ESQUECERMOS O QUE SIGNIFICA A PALAVRA, QUANDO BEM ENTENDIDA A NOSSA ATITUDE EM VIVER PLENAMENTE.

O SOLO SAGRADO DA COMUNHÃO HÁ DE SER A PÁTRIA DOS VITORIOSOS NO PLANETA.

NADA SE GANHA COM UM RANCOR QUE AFIANÇA SUA PRÓPRIA DERROTA FRENTE A UM MURO DE SOLIDARIEDADE.

O PAPA FRANCISCO É UM HOMEM QUE ENALTECE AS GRANDES PERSONALIDADES HISTÓRICAS DE TODOS OS TEMPOS, COM O SEU EXEMPLO DE SACERDÓCIO E HUMILDADE SUPREMOS...

NENHUMA PALAVRA PROFERIDA EM NOME DE DEUS ESTÁ DISTANTE DA PAZ!

QUANDO UM HOMEM SOLETRA COM SEU PEITO E SUA CORAGEM A PALAVRA AMOR, PODE SER QUE UMA MULHER CHEIA DE PERDÃO ESTEJA O OBSERVANDO.

UM COMPUTADOR SIMPLES POR VEZES ESTÁ CONECTADO COM AS PRÓPRIAS DIFERENÇAS EM SEU CHIP, QUAL CIDADE NANOTECNOLÓGICA.

POR VEZES NÃO PENSAMOS EM NADA NEM MESMO DEPOIS DE PRESENCIARMOS AS CENAS DANTESCAS DA IMIGRAÇÃO NESTE MILÊNIO, QUE DEVERIA SER DE CONCÓRDIA, ASSIM COMO ACEITAMOS UM ABRIGO PARA OS ESTRANGEIROS, A SE FALAR QUE TODOS VERSEM SOBRE AS SUAS PRÓPRIAS VERDADES.

O QUE HÁ DE ERRADO EM PENSARMOS NA IGUALDADE ÉTNICA E RELIGIOSA?

A IRMANDADE DOS VITORIOSOS POSSUI O LÉXICO DO AMADURECIMENTO CABAL ENTRE SEUS MEMBROS...

A TEOLOGIA DOS INOCENTES POR VEZES SE TRADUZ EM UM PAGO A ALGUÉM QUE NÃO POSSUI A INOCÊNCIA, SENÃO A MALÍCIA DE ESTAR EXTORQUINDO EM NOME DE DEUS.

POR VEZES FALAMOS NA LIBERDADE SEM A LIBERTAÇÃO, E QUE ESTA VENHA PARA QUE A OUTRA REALMENTE EXISTA!

UM SINTOMÁTICO PROCEDER

 

          Quantos da humanidade carregam um tipo de cegueira existencial, nas horas de não querer ver ou se sentirem condoídos pelo sofrimento de um ser qualquer, seja humano ou da própria Natureza e seus outros seres? Existe um embasamento cabal que funciona dentro de engrenagens de ramos silvestres, dentro do movimento dos ventos…Fazer da vida uma ferramenta de hábitos saudáveis e construtivos talvez seja inviável na grande e sistêmica selva de sucessivos resultados, negativando ou positivando, ganhando ou perdendo no que, dizem, os centros a si relativizados desempatam o jogo ou o conflito de interesses. Nas escolas televisivas e tendenciosas com suas mais variadas linhas que se entrecruzam há uma relação com as massas de quase catarse, posto é o que resta de cultura nos países pobres… Um sintoma visível é presenciar um país pobre de outro: patronal, intransigente e significantemente luxuoso, nos que possam proceder assim. Um sintoma triste é o mito da superioridade humana sobre os animais, seus amigos de genética mais próxima. Enquanto não se souber de uma Verdade Absoluta, digamos – desculpe o trocadilho –, a Terra e sua superfície imensa revela ao mundo dos homens e mulheres poderosos que o que se espere deles é apenas um tipo de qualificação: de estarem no limbo, recolhendo os estragos que Gaia irrompe dentre os destroços, ou causando mais destruição!

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

SACRALIDADE

 

Enviemos ao altíssimo modo de ver a vida
Como um respirar que não seja alterno
De outras questões onde a circunflexão
Torna o entendimento popular uma escola
Tão necessária para que a funcionalidade
De uma estrofe não se esgote de significados.

De toda uma parafernália filosófica não somos
Os agentes inevitáveis do que jamais seja
Uma cartilha de caráter, mas que este evite
A mesma corruptela daquele, quando o que se pensa
É que justamente, pensem, o poeta é muito feliz
Dentro de sua penitência pétrea e, no entanto, necessária!

Enquanto o que é de material realmente se unir
Com o espírito dos corpos que são aparentemente
Materiais igualmente, o teor, a qualidade e a semântica
Ver-se-ia em um padrão em que talvez estejamos
Por questões de hierarquias capitais, mas que prossigamos
Posto um bom soldado não abandona seus deveres!

A rotina espartana a que todo o nosso oxigênio alimenta
Nas questões de não contaminarmos de más intenções
A veia mesma do progresso contínuo, pensemos mais
Em que a pacificação de um ser requer a habilidade
De uma vida sóbria e serena, mesmo quando em um combate
Em que por vezes estamos em contenda conosco mesmos!

Algumas obras são necessárias, precisamos pavimentar
Os caminhos para depois sinalizar a Ordem
Que se avizinha na mão de várias vias
E que, por ocasião do destino, remeta ao parecer
De um quinhão de merecimento que verte no ser
O ser que não deixaremos sofrer pela banalidade.

Não possuiremos frases feitas com uma intuição
Que seja de todo apenas um recrudescimento
De uma face ou duas, no que nos reste o merecimento
Que atue dentro de uma conveniência cabal
O ressurgimento da glória de uma promoção
Ou a mesma dita escola que requer atenção redobrada…

A via Ápia está dentro de nossas vidas, como veio
De um caminho antigo, onde bons legionários
Detinham, em se falar de Roma quase anunciada
Uma disciplina férrea, de se esperar que a conquista
Nos tempos de outrora era dura como uma rocha
Que Sísifo tinha que carregar em sua jornada eterna!



UMA ÚLTIMA PALAVRA É SEMPRE MAIS DO QUE O SILÊNCIO SUFICIENTE.

ACABAMOS POR DEIXAR QUASE INCOMPLETA A HISTÓRIA DA REDENÇÃO HUMANA!

O JOGO DE XADREZ, QUANDO EMPREGADO EM RELAÇÃO AO COTIDIANO, PODE NOS VALER UM ROQUE CONSAGRADOR, NO PRÓPRIO E NECESSÁRIO MOVIMENTO DA TORRE QUE PROTEGE DO XEQUE.

SE FALÁSSEMOS APENAS DAS FLORES NÃO SABERÍAMOS DAS PRAGAS QUE POR VEZES EMERGEM DA TERRA...

O BRILHO DA CONSCIÊNCIA DA LUZ, QUANDO APARECE, ILUMINA COISAS QUE NÃO ESQUECEMOS NO TOQUE DA REALIDADE REVISITADA.

QUASE PELA AUSÊNCIA O FATO DE ENCONTRAR GENTE HUMANA TORNA-SE POR VEZES UMA TAREFA HERCÚLEA.

TODOS POSSUÍMOS OS FATORES HERÓICOS DE NOSSAS REFERÊNCIAS HISTÓRICAS, MAS TEMOS QUE DISCERNIR QUE NENHUMA AÇÃO GENUÍNA NÃO VENHA SEMPRE COM MUDANÇAS ESTRUTURAIS EM SEU CERNE.

QUANDO TITULAMOS UMA SERENIDADE ALTERNA, TALVEZ SEJA APENAS PELA RETAGUARDA QUE CONQUISTAMOS COM MUITA LUTA.

QUANDO ESCAPAMOS ILESOS DOS PERIGOS DO MUNDO, O FATOR DE VOLTARMOS, OU TERMOS UM LUGAR PARA ONDE RETORNAR, REFLETE A PÁGINA SEGUINTE DE NOSSA PRÓPRIA HISTÓRIA.

SEM A PRESENÇA DE VERDADEIROS COMPANHEIROS AUSENTE DA HIPOCRISIA E MANIPULAÇÃO A VIDA SE TORNA MAIS FLUTUANTE, MAIS À DERIVA EXISTENCIAL.

terça-feira, 25 de janeiro de 2022

NAS VIDAS PRÓXIMAS COM LIDAS DISTANTES

 

           Requerer um processo cabal de proximidade com caminhos libertários, nos faz saber de antemão que a relativização da liberdade passa pela equação com lidas necessárias ao andamento regular e paulatino das versões que temos sobre uma recuperação de distâncias e proximidades. Nessa regularidade onde um gesto solidário e sincero nos encaminhe as verdadeiras faces da realidade, sabemos que não vergaremos ante dificuldades aparentes, onde um olhar distante não corresponde às pontualidades dos fatos. Sentimos crises abrangentes que nos engolfam qual tempestades que nos chegam à porta de nosso lar, mas de passar adiante nos colocamos qual vigilantes sobre o movimento quadrático de nossos atos que não nos coloquem em palpos de aranha, como se diz de perigos, algo como externos ou internos, qual salada que nos envolve nas cores das folhas, e que não experimentamos com larvas que esquecemos de lavar… Como farnéis enferrujados nas rodas de uma carroça, não esqueçamos de carregar com os ajustes necessários, com os cuidados nas trações animais e na consecução do provisionamento. Tudo isso, em um grande território é longo e demorado, afora, um quase continente, não de ser de ilha, mas de um grande e diverso país. As coisas acontecem pelo acolhimento onde o olhar de uma contenda de vulto pode funcionar como uma manivela importante e azeitada ao recolhimento da paz, ao andamento de uma garça que nos atraia maiores atenções, posto o treinar ausente de tudo é como apenas uma alavanca quase miticamente ilusória!
         Tudo haveremos de aprender, como por osmose que divide um cromossomo igual, e como a Pfizer possui o segredo de hospedar toda a ciência e toda a esperança, que nos faz vermos quão importante é a ciência aliada ao progresso. Como diria uma mulher ao homem, porte-se bem, não remexa bobagens e besteiras, que estamos nós dois fartos de nossa guerra fria e particular. Não, não há possibilidade de havermos de modo exangue procurar trocarmos nossas vestes para verificar tempos tão enormemente transformadores nesta contemporaneidade. Não – por favor – queiramos admitir que por um acesso de boa ventura estaremos nos comportando apenas por amor, posto sermos como as presas da águia quando esta se lança ao bote para se alimentar. Que não vejamos nunca, jamais, pedras que os Roling Stones tanto se esmeram no nome da banda, mas escutemos das músicas maravilhosas dos ingleses de sessenta e setenta, mas de nossa bossa Vinícius é diplomata de todos. Recusemos óbices fora de nossas propostas, e veremos que – pontuando mais uma vez – esperar por dias melhores é uma questão proeminente, idealmente e igualmente cabal!
         Por Deus que veremos dias melhores, veremos a gestão do próprio ser, seja humano ou animal, seja de todas as frentes da biologia, como as araras de Belém soltas do cativeiro preparatório para a liberdade na selva. Saberem como se alimentar, e sua plumagem amarela e verde, tão linda como um país, revelará aos povos que tudo se ajeita no grande jazz improvisado de nossas lideranças e nosso povo. Recrudesce a falta por vezes, mas no leito digital nunca um ser foi tão feliz por poder escrever palavras de acaloradas impressões de nossos entornos. Floripa encanta, Rio de Janeiro encanta, e os versos que o poeta deixa perdidos sobre a colunata do periodismo se dá como um ofício como qualquer outro, apenas com a maravilhosa atividade de polir um diamante bruto, redesenhando a gema, e aproveitando as jaças e suas impurezas da vida...


segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

ATRAVESSAR UM OCEANO A REMO É COMO SUPERAR AS VERTENTES DA VIDA INVICTAMENTE, A CADA ONDA, A CADA PROGRESSO.

O SINTOMÁTICO PARECER DE UM ADICTO REVELA MUITO DE QUE A DEPENDÊNCIA SEJA APENAS UM FRUTO DE UM HÁBITO.

UMA MUDANÇA CONSIDERÁVEL OCORRE TODA A VEZ QUE REVISITAMOS NOSSOS CONCEITOS, QUANDO AMPARADOS POR BOAS RAZÕES.

A CARACTERIZAÇÃO DE UM PERSONAGEM CÔMICO VÊ NO RISO O RESULTADO DE TODO UM TRABALHO NO TEATRO DA VIDA.

APERCEBERMO-NOS DAS FALHAS DE NOSSO CARÁTER VAI ALÉM DE QUALQUER MISSÃO POLÍTICA OU RELIGIOSA, POSTO SEMPRE EXISTENCIAL, EM ESSÊNCIA.

EM UMA DITA REALIDADE AUMENTADA, POR VEZES AS CAROCHAS VOAM SOBRE AS ÁGUAS DO PRATO DA PLANTA PARA ESCAPAR DAS INVECTIVAS DAS FORMIGAS.

NÃO HÁ NECESSARIAMENTE RETICÊNCIAS EM UMA FRASE SINCERA.

COMO SE FORA UM TEMPO DE PAZ, REMONTEMOS A CIÊNCIA DE DEUS EM TODOS OS CAMINHOS, QUAIS VEREDAS DE LUZ!

QUANDO ESTABELECEMOS QUAISQUER FATORES DE CONFLITO, BASTA TERMOS PACIÊNCIA PARA VERIFICAR AS CAUSAS ERRÁTICAS E ESPERAR A BONANÇA NATURAMENTE QUE VENHA SEMPRE...

UMA RECUPERAÇÃO SAUDÁVEL EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA É COMO UMA TAREFA REPETITIVA PARA SEDIMENTAR SOLUÇÃO.

domingo, 23 de janeiro de 2022

ANTES DA EXISTÊNCIA DE UM SER

 

Assim como uma cápsula efervescente,
Assim como uma música de um vivente,
Assim de se sentir apenas um bom sentimento
Que não, que não nos baste sermos bons
Quando o que se espera é uma batalha
Quase quadrilátera, posto o carro
Já esteja da cor da guerra, que a guerra
Dá um tesão na maldade, assim como
A loucura de um pobre vitimado do sistema
Esboça um ricto na face do algoz
Como em um verdugo não há sofrimento em matar.

Que seja colocada a palavra e que não seja vã,
Pois o que se sente é sempre uma conotação dual
Entre lados opostos, entre polos energéticos
Entre o negativo e o positivo
Ou entre o que se nega e aquilo que é da certeza.

Não, não há possibilidade de libertarmos o ser
Que nasce ontem de um mundo sem clima
Como não há clima entre a loucura racional e a normalidade insana!

O que importa é que o território da poesia é único
Dentro de suas particularidades, posto não haver condena
Dentro da verdade e seus propósitos de elucidar
O crime da censura em um duro olhar
Que não educa o próximo evadindo-se do critério salutar.

Quando tocamos uma avenca em um matinho
Verte-nos a ternura do acolhimento
Assim como um ser que volte a ver a vida
Dentro do escopo de maravilhosa biologia.

Nos critérios da vida saibam que a poesia não engana
Pois mergulha profundamente na sabedoria do inconsciente
Depois que este recebe em seus leito de areia da profundeza
Os cascalhos informativos que o mar recebe em sua superfície
Nos dias em que as farsas são ou não aceitas pela consciência!

Como o carinho que o homem faz brotar nas pernas de uma mulher
Quando tece a ternura de seu ventre e prorroga antiga razão
De não querer mais provar nada a si mesmo a não ser a companhia
Indelével do verdadeiro significado da palavra amante…

Quando não se vê em torno de um nada um ser que não remete
Ao considerar-se uma escala em um outro tornar-se a ser
A existência nos remeta à fé que temos em nossa salvação.

Tudo teria um significado mais afetuoso se nenhuma culpa
Fosse obtida de referências relativas, daquilo que prepara ou conclui
Ou do antes citado por próceres, e remediado na manipulação do fim.

A finalidade mais óbvia da linguística é descobrir antes a primeira impressão
Para, com base em questionamentos mais complexos, encontrar linques
Que entranhem, qual medusas oceânicas, seus tentáculos dentro
De mentes que por dureza por vezes vencem por serem totalmente inocentes!

E a métrica matemática do ritmo nos encaminha à música da poética
Quando encontra muros em olhares duros, ou incertezas pétreas
Na arguição serena da qual o vertiginoso e atávico analisar
Perpetua mãos furadas que vertem o ouro de novo para o aluvião...



sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

TODO DELEGADO DE QUALQUER AGREMIAÇÃO DEVE TOMAR DO PODER DECISÓRIO, EM CASO DE DÚVIDAS MAIORES.

EM GERAL, AS VÍTIMAS DO MUNDO SÃO SERES INVISÍVEIS.

UM DIÁLOGO QUALQUER PODE PLANTAR A BANDEIRA DE UM AMÁVEL SORRISO!

NÃO HÁ IGNORÂNCIA MAIOR DO QUE AQUELA QUE TEM MEDO DO CONHECIMENTO...

QUANDO SE QUER PARTIR PARA A IGNORÂNCIA, ESTA JÁ SE INSTALOU NO CORPO DO MENSAGEIRO.

NÃO HÁ POR QUE CRITICAR O CONSERVADORISMO, POIS ESTE ALICERÇA AO MENOS UMA SOMBRA DA SENSATEZ.

UMA FESTA RAVE É COMO UM RÓTULO DE UMA CERVEJA DEVASSA.

TECNICAMENTE, OS VÍCIOS POSSUEM LARGO ESPECTRO E DIFUSÃO ESMAGADORA.

LUTAR POR ALGO SALUTAR NÃO SIGNIFICA SE ARMAR OU PARTIR PARA A VIOLÊNCIA, POIS O COMBATE É OUTRO.

OS HOMENS QUE VERDADEIRAMENTE LUTAM PELA PAZ ENCONTRAM NAS GUERRAS A PREVISIBILIDADE ÓBVIA DE DERROTAS INUMANAS.

HAVERIA UM DIA EM QUE UMA ÚNICA NOTÍCIA FOSSE UM POUCO MAIS REALISTA EM RELAÇÃO AO MUNDO E À ESPERANÇA ENTRE OS POVOS?

O DESPERTAR DA CAUSALIDADE

 

          Há tempo que não sabemos relacionar a saudade com o término de um sentir, dentro do espectro de não termos a causalidade suficiente para crer na fé que haveria de ser inquebrantável, o sentimento que não nos falte, este mesmo, de acalentar um gesto que tenha uma interpretação sincera de se possuir a força que esteja dentro de nossa própria e citada fé, em algo que reside em nosso coração. Essa presença que não deixa ocos de esperanças, da ordenação própria e particular à qual nos faz não nos esquecermos que a falta desse pressuposto não é mais uma questão preferencial, mas parte de uma idiossincrasia do anímico, da espiritualidade que sentimos tão logo sintamos essa mesma presença… Algo a ser do mundo inteiro como comungar com a boa intenção, como prolongar o bem e como engatilhar as flores para um lançamento de afetos reencontrados, realmente é de excelente estimar quando o que se alcança em cada pequeno mundo revela-se por vezes um detalhe inegavelmente notável, dentro da conotação universal. Não que necessariamente se pressuponha um contexto que diferencie muito essas categorias de vivência cotidiana, mas que devamos urgir pela união de todos nas caminhadas mais diversas do mundo em cada vida e sua coletividade, seja nacionalidade, gênero, etnia ou cultura como um todo.
          Muitas coisas são paradoxais neste planeta, e aquelas que possuem o mesmo paradoxo da lógica que as une nos parece que cristalizam seus cernes como um conteúdo de ciclo em torno de uma axis apenas… Na geometria cartesiana o corpo pode se localizar em um espaço, teoria desmontada na matemática da física de Einstein, mas sob o escopo verdadeiro da ciência mais utilizada no padrão em que nos habituamos. Esse mesmo padrão que nos remonta a roda ou as esferas da balística, e seus cilindros decorrentes. A ponta de uma ogiva nada perde para a flecha de madeira, e o arco, para o fogo… A origem dos utensílios de defesa podem estar, como uma extensão do braço, em um símio, qual, assim é a tecnologia. Um pássaro constrói seu ninho, come, acasala e se defende, assim como muitos seres no planeta, conferindo a essas ações seu caráter, e que pensem, pois, em análises humanas mais acuradas, posto o homem ainda desconhecer sua própria realidade, em essência e precisão, haja vista suas buscas em favor do lado espiritual, que justifica sua existência de forma cabal, felizmente. A religião vem para “re-ligar” o homem a Deus, ou qualquer coisa que seja superior neste mundo, com relação ao materialismo imperante, onde, por mais que se busque, a própria Natureza desconstrói as certezas, em uma dialética onde a nova descoberta sofre suas mutações, e onde a evolução do pensamento desmonta coisas do passado, reinventando a mesma roda supracitada. Evolui-se e, no entanto, a roda fica como conquista, como patrimônio do pensamento e criatividade humanos, e Sócrates ainda é atual, assim como os Evangelhos, assim como toda a história de nossas civilizações e culturas. Por isso, há que se respeitar cada qual: a origem da ciência, a religião, o fruto da ciência como tecnologia, as centenas de etnias, os idiomas, a cultura aborígene australiana, a cultura dos índios como um todo, os movimentos de reivindicação que versem sobre a justiça social na Terra e, acima de tudo, um respeito gigante à nossa mãe Natureza, que nos concede, de graça, coisas que tiramos sem permissão, quando ignoramos Sua capacidade de reagir, frente aos descasos humanos como a devastação, a poluição, etc. A forma da terra é em si a mãe, que dá os frutos germinados com coerência e não adianta pensarmos em índices de desenvolvimento humano se não há índices de bem portar-se com a terra, nossa mãe, a Natureza, sempre citada com capitular, posto o que existe naturalmente sobre a nossa esfera mãe é a versão dela e da sua exploração desenfreada pelo homem, através de nosso Processo Civilizatório.
           Parece-nos evidente que desejamos montar no mundo esteiras de rendas, de orçamentos, que planejem sempre almejar mais poder, e os sistemas se batem como cães e gatos… Essa busca derradeira para ver quem destrói mais revela que a busca por religiões que pregam a tolerância e a Paz Mundial são medidas, ou saídas necessárias para o caos em que os Governos se tornaram.
          Apenas em uma sociedade livre se pode auferir o ganho maior espiritual que é a expressão, e a continuidade libertária daquela... Posto: quando há grilhões, que estes se rompam!