terça-feira, 26 de novembro de 2024
segunda-feira, 25 de novembro de 2024
QUE DEUS INSPIRE O CORAÇÃO DAQUELES QUE, INOCENTEMENTE, APENAS BUSCAM O MELHOR PARA AS SUAS VIDAS, MAS POR VEZES AINDA NÃO POSSUEM A SINTAXE COMPORTAMENTAL QUE PROJETAM NA SOCIEDADE DITA NORMAL, NO SEU AMPLO CONTEXTO, INCLUSO NA FORMA EM QUE OS QUE SÃO CONSIDERADOS "NORMAIS" E QUE SE COMPORTAM LIVREMENTE OFENDENDO E AGREDINDO OUTROS NÃO SOFREM SEQUER A INTEVENÇÃO DO QUE SE PASSA NO MODO OBSERVADOR DO SISTEMA EM QUE NOS ENCONTRAMOS NESTA SOCIEDADE ONDE QUEM POSSUI MAIS RIQUEZA E PODER PODE MAIS.
domingo, 24 de novembro de 2024
INCONSÚTIL MEIO
Não que eu não me encontrasse em algum lugar
Mas, na realidade, nem real por vezes penso que estou
Vertendo o que é do que gira, mas a corrente das formigas passou...
Estarão agora em seus nichos, e mulheres com seus namorados
Ou meramente aquelas que dotaram por uma noite aquilo que não se sabe
Ou, quem saiba, algumas certamente possuirão mais certezas...
Não, eu prefiro a coisa mais concreta, aquilo que funcionou um dia
No que algo ou alguém, de apascentar meios, irrequieto, quem sabe em um tapete de
mensagens
Me encontre com um tipo de serviço que seja maior do que tudo isto...
Uma face é quase ridente, a outra pode ser turva, outra nubla ódios enquanto
olha o sexo,
Quem sabe a alfombra de registros, quem sabe o turvo fosse mais sincero na perversão
Ou o sádico virasse masoquista trocando os gestos...
Resta um apanhado cultural, resta a memória de inconsútil meio, uma peça de
teatro em Ipanema,
Um arfar de raposa-atriz noturna, uma verve inquieta de um circo de mendigos
Ou mesmo o abrigo que acabou de liberar quiçá ao menos um deles...
Não, que o trabalho é longo, e as investigações hão de começar sempre
No sempiterno movimento de auscultar sistemas, posto a investida vai ser sempre
dura
E na segunda certas estratégias prometem vir com figurinos distintos e
fantasiosamente certeiros...
Na autobiografia de um mosquito, nada seria mais contado, pois que um homem que
escreve
Sabe que bebe do seu próprio sangue sem transmitir a dengue, mas tendo que
perscrutar no seu dia a dia
As razões de estar silenciosamente comendo uma ração formosa, pelas mãos da
guerra...
Maravilhosamente posta a questão, a mulher crê que seja fácil, pelo menos
alguma, mas não verteria o silêncio
Outra que segue fremindo no seu colo o desejo de possuir alguém de outra forma
Qual não fosse, o interstício mesmo mais do útero congenial do desejo...
A noite prima por mais uma noite bem dormida, pois o potencial de um poeta
Não encontrará mais o subterfúgio de fugir das letras
Posto o equinócio biográfico revelará sempre a taciturna intensidade da
ausência...
E a sede que se pega trocando sensações táteis sem tocar
É o sereno ruminar do meio digital e seus meios tácitos
Sem que houvesse o outro meio, quiçá tecnicamente transcrito do Todo...
E aquilo que pensamos no ontem já sente o indolor processo da frente limitante
Onde o estudo desmesurado pousa o irrequieto resultado de um labor criterioso
Mesmo que não se importem tanto com aquilo que é dito sem a mesura de um meirinho...
MINHA AMIGA FORMIGA
Querida, és como uma irmã,
Que te encontrei em meu caminho deste domingo ensolarado
Por encima de um meio-fio, avisando algo, e eu obedeci
Posto sejas a autoridade da Natureza, esta consorte
Que eu encontro em tuas presenças, mas gostaria de saber ao menos
Se te encontro novamente, quem sabe em uma fila indiana
Ou mesmo no ventre de um caule, subindo para ver, mais alta...
Como és tantas, que tantas me dizem algo, e te encontro, e especialmente tu,
solitária,
Quiçá careça do carinho de uma grama, ou mesmo do pronto e úmido som da nuvem
Mas que te encontraria no momento exato, pois sei que não devo pisar onde não
devo.
Quem sabe que a tua presença já não está, quem sabe que tua forma é
inconfundível com as tuas iguais
De tantas e milhões que sois, que não pretendo jamais dizer que te encontro em
minha família natural
Posto que a Natureza é ela mesma a que revela que o prazer em te encontrar
cessa qualquer solidão
Já que sinto a presença de Deus em todos os movimentos e teus avisos
Sem me dar conta de que quiçá o Brahman impessoal, seja finalmente algo que
passo a ignorar
Quando, finalmente, se és tão suprema em uma vida, que sejas a manifestação
sublime de Deus no dia de hoje...
SE ALGUÉM USA A CANABIS - ERVA - COMO MEIO DE "MESCLAR" SUBSTÂNCIAS DEVASTADORAS DE DROGAS COMO A K9, E COMERCIALIZA COMO CANABIS, SEM AVISAR A VÍTIMA, DE DUAS UMA: OU SE IDENTIFICA EFETIVAMENTE OS AGENTES E A TOTALIDADE DO TRÁFICO DA SUBSTÂNCIA MESCLADA EM QUESTÃO, O QUE É PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL, OU SE RESTRINGE E CRIMINALIZA A ERVA QUE DÁ SUPORTE E BASE DE SUSTENTAÇÃO À DITA "MESCLA", ANTES QUE A SAÚDE PÚBLICA MENTAL VIRE UM CAOS NAS CIDADES E NO CAMPO.
A FORÇA ESTARÁ - SEMPRE - COM AQUELES QUE CREEM QUE UM OU VÁRIOS ESTADOS DE UMA UNIÃO SE FAZ COM A MESMA UNIÃO, ONDE PREVALEÇA A ORDEM CONSTITUCIONAL, ONDE A DEMOCRACIA SEJA RESPEITADA, E ONDE A JUSTIÇA E SUAS FORMAS MAIS PERENES SE FAÇA VALER DO MODO PRESENTE NOS VIRTUOSOS CAMINHOS DA SOBERANIA NACIONAL.
sábado, 23 de novembro de 2024
VOLTAR A PENSAR NA REALIDADE É COMO QUASE DESISTIR DE PENSAR EM AMAR E CONCLUIR QUE UM TRABALHO QUALQUER NOS APROXIME DO DESENVOLVIMENTO COMO SER HUMANO, POIS É ASSIM QUE ESTAREMOS MAIS MERECEDORES DE QUALQUER SENTIMENTO E MAIS PREPARADOS INCLUSO PARA ENFRENTAR SENTIMENTOS EM RELAÇÃO A NÓS MESMOS QUE NÃO SEJAM TÃO "POSITIVOS"...
A MULHER AMADA PODE SER TUDO, MENOS UMA MULHER QUE NÃO SAIBA QUE O AMOR É POSSÍVEL, POIS O AMOR É MAIOR QUANDO A GENTE SABE QUE EXISTE EM QUALQUER FORMA, MAS TEM QUE SABER COM MAIS PRÁTICA, POIS POR VEZES O MEDO DE AMAR A DEIXARÁ INIBIDA, E O HOMEM TEM QUE ENSINAR, ESPECIALMENTE ÀQUELAS QUE CARREGAM AS CICATRIZES DE TEREM AMADO DEMAIS, QUE O AMOR É MAIS SIMPLES, E QUE BASTARÁ QUE FIQUE EM COMPANHIA DELA MESMA, QUE SEJA, SONHANDO UM POUCO NESSE TAMANHO DO AMOR.
TODA A ORGANIZAÇÃO POSSUI SUA FORMA E FUNCIONAMENTO, SEUS MEMBROS E LIDERANÇAS, MAS SEMPRE SERÁ NO ESCOPO COLETIVO E SEUS REGISTROS E ESTATUTOS, E NORMAS E REGRAS, NO MAIS DAS VEZES SEMPRE DINÂMICAS, QUE A COISA SE PROCESSA EM ANDAMENTOS ONDE ALGUNS TRABALHAM E OUTROS DESCANSAM, ALGUNS AGEM DE SEUS PRÓPRIOS MODOS, CONFORME PRESCRIÇÕES E PRECEITOS, MAS O TODO ASSUME SUA IMPORTÂNCIA E AGREGA MAIS E MAIS A QUALIDADE DE MEMBROS NOVOS, NECESSARIAMENTE.
UMA BARATA NÃO É TÃO SERENA COMO AS FORMIGAS QUANDO TRABALHAM JUNTAS, POIS ESTÁ SEMPRE SÓ, ESSA É A SUA NATUREZA: COM REFLEXOS ATENTOS, SE ESCONDENDO NOS NICHOS E USANDO SUAS ANTENAS COM MUITA PROPRIEDADE, VERIFICANDO QUALQUER AMEAÇA À SUA VIDA E ENCONTRANDO NOS BURACOS OS ALIMENTOS DEIXADOS POR VEZES NOS RESTOS DO SER HUMANO E SEUS LIXOS, FAZENDO A LIMPEZA DO MEIO AMBIENTE, MAS DEDUZ-SE QUE É UM SER MAIS PRIMITIVO, PORQUANTO IGUALMENTE MUITO ANTIGO NA HISTÓRIA DAS ESPÉCIES DA NATUREZA.
O ESPAÇO E A NATUREZA
Por vezes nosso sono é intranquilo, por vezes nossos passos são inquietos pela manhã... Os que temos casa, isso é assaz importante, qual uma pequena caverna, remontemos a antiguidade, uma casa é quase isso, um espaço primordial, a arquitetura que nos abriga, o primeiro contato, o espaço onde nos deitamos, pois quando dormimos é essa a nossa posição, e estaremos um pouco melhor se bem dormimos à noite, mas isso depende da noite que tivemos. Se bebemos demais, naqueles locais, ambos todos na Natureza, naquilo que projetamos como espaço “exterior” ao nosso abrigo, veremos que nesses locais: um boteco, uma rua onde levamos a garrafa, uma comunidade, algo de se ver como um local que aparentemente nos põe a uma situação de pertencer, mas veremos que voltaremos depois, isso quando realmente ocorre, posto senão por vezes terminamos na rua, onde a Natureza, já na noite, já não é tão manifesta, pois pertence ao domínio da urbe, e nem os pássaros nos tecem companhia. Se juntarmos as partes dessa confusão toda, dormimos mal e, pela manhã, porventura quando havíamos retornado às nossas casas, procede termos dormido insuficientemente, e sentiremos já pela manhã a ressaca decorrente...
O
primeiro ato de segurar algo, de nos manifestar, quase invariavelmente, é ver
se o celular está carregado, ligá-lo, tomar algo, um copo de leite, que seja,
um café, ou nos preparar quando vamos ao trabalho. Esse trabalho que estamos
por um fio, que não sabemos se prosseguimos no emprego, já deram a advertência,
e estamos por um triz, o patrão já deixou claro que abusamos. “Você tem família,
amigo, e deve permanecer valorizando o que possui”, fala o patrão...
Vocês
vivem em uma cidade grande, por vezes, e aquilo que percebem como espaço dentro
de sua cidade, quando vão trabalhar pela manhã, faz parte da Natureza primeira,
apesar de vocês pensarem que a mesma Natureza não existe, pois são só prédios,
ruas de asfalto, carros, o metrô, os ônibus, a obra, aquela vida de operário,
que tanto nos inflama, que tanta vontade dá de tomar da cachaça, que a dor do
coração dá no peito nas brigas com as esposas... Mas acontece que o país não é
tão rico, está em busca disso, de se tornar maior, com mais empregos, e até estamos
com quase pleno emprego, diz a estatística, pois aqueles que estão ou caem nas
ruas por causa das drogas já não pertencem à realidade do trabalho formal. O
que se preza é que se construa, cada trabalhador, seu espaço, e que se lute
como sempre para adquirir as condições necessárias para se ter mais contato com
a Natureza, assim como com tudo o que ela representa, mas que a Natureza citada
está em cada movimento do vento, cada pássaro encontrado, cada cãozinho na rua,
e em cada ser humano, isso é um fato, pois todos fazemos parte, não apenas dos
espaços que estão presentes em nossa casa e nas ruas, nas fábricas e etc, como
da Natureza que é tudo isso e mais um pouco, posto a mesma areia, brita e
cimento que constrói vem dela: a nossa respiração igualmente, o nosso modo de
ver a vida, de crescer, o nosso alimento e o modo de nos alimentar, as questões
mais amplas de percebermos a vida sempre com o olhar em frente, com a certeza
de que os dias serão melhores a cada que vier, mas sempre será bem melhor se
não abusarmos do álcool, e muito menos das drogas.
sexta-feira, 22 de novembro de 2024
ABOUT THE TRUE VERSES
Mountains can be solving equations, can be solving walk
When the true past times where we found the lost life
Or desperate existential conditions, maybe the tension of chords
Growing under the incomprehension about the circumstance or not
Of themselves in the scope that the missions of table top of techno
Retrieve the same things that our ministers of misery
Don’t finish the same existential problems about the true verses of life!
quinta-feira, 21 de novembro de 2024
A VERACIDADE DO GESTO
Apontar uma direção, respirar afogueado, transmitir uma compra,
Conversar com alguém, meditar por dez segundos, citar uma obra,
Tudo demande algo com que contar, nem que a atitude mais derradeira
De um instante qualquer seja outra primeira em outro local, nem que o sono
Seja a ação quase crível de se ter para remediar o cansaço de outra noite
Quando remendamos algo de substância para encontrar caminhos...
O ato-verdade, aquilo que desejamos mais profundamente, ou na superfície
transparente
De uma vida em consonância com uma factibilidade não apenas na aparência, mas
no imo
Se torna modo de ser, a veracidade com que compatibilizamos o gestual, as
passadas das pernas
Como uma dança, um galgar espaços, uma mutação, um ato cavalheiro, uma mulher
que pede passagem
E a ela seja concedido o espaço, e que no espaço de um local seja dada a
largada para que outros entrem
E pensem no gesto, naquele gesto certeiro, na certeira fase do gesto, no ato do
decassilábico gesto...
Anuentes que somos, perfilhamos um além do próprio mar
Quando vemos o planar de um pássaro na orla, ou uma pedra que não pede passagem
Enquanto mocetões passeiam enfeixados por academias, ou no esforço de outros
Que não carregariam troféus pela fraqueza nos braços.
Visto que formos mais palpáveis do que uma massa alterna
Seríamos outros mesmos além de nós mesmos, um próprio alterno
Qual indiscreta semântica de um livro oculto na estante
Ou no dizer secreto de uma rotina, quem sabe, saberíamos mais, talvez...
E que por outros passariam as vertentes sem rótulos, os caudais das frentes de um ocaso
Mais da raridade que da falta, e de serviços vários estaríamos repletos, a cada qual no cumprir
Mesmo que soubéssemos que servir por mais um dia, outrossim, seria no mesmo
Em que espaçamos o não descansar para agirmos em caladas noturnas bem prováveis...