sexta-feira, 21 de agosto de 2026

NA VERTENTE DA DÚVIDA E DA DOENÇA


Meios e exames nos nublam na presença da carne,
Porém somos um só, um só corpo e um só espírito,
Mantemos nossa identidade, mas nada é como se as coisas fossem solvidas
Nas questões em que empreendemos obras de fé, ou queremos trabalhar mais felizes...

Nada de doenças que nos acometem, por vezes durante décadas a fio, e de modo crônico,
Seria como um montante de ganhos tristes e líquidos na face de um inverno rubro.

O mote de viver é a vida, mas a vida que o Salvador nos ensina, dia a dia, perecemos, pois sim...

Apesar de tudo, a angústia de se viver é para os nobres de espírito, pois temos problemas de saúde graves
E aquilo que possa parecer a um homem o dote viril de sua circunstância reside na virilidade de seu carisma
No dom que o Espírito Santo trabalha sobre cada ser humano, preparando-nos para nosso encontro com Deus na vida eterna
Posto não será que seja a interpretação tão dogmática que quando perecemos ainda não possamos
Afirmar que a nódoa do pecado se nos atravessa, e a morte na Terra é inevitável, as doenças, as misérias materiais, os desencontros, os desamores, tudo,
E, no entanto, ainda citaremos a vida como ela se nos apresenta, depois da passagem, a um outro e feliz – aos que sofrem – destino...

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