A mãe
Natureza fala mais alto do que um bramido de uma família inteira, quando
evocada no espírito da santidade... Fala na pronúncia de seus seres, como que
querendo participar do banquete da eternidade, um banquete onde os homens
perfazem seus dias com seus carros, sua poluição, suas guerras e, isoladamente,
como citado, uma família por vezes no colo da santidade, como tantas outras,
com seus labores, com suas tarefas e problemas, com os vícios e atitudes
dúbias, tantas são as famílias e tanto é o diferencial dentro delas. Céu e
terra se unem, mar e montanha, e por que não dizer, o sexo frágil e o forte,
subentendido que o inverso seja verdadeiro. Homem e mulher, nódoa e reflexo,
canto e grito, fogo e água, chão, buraco, teias e aranhas, serpentes e macacos,
cães e gatos, grades e cadeados, clubes e prisões... Modos de dizer coisas,
comunicações dispersas, quando de se dizer que a vida poderia ser perfeita, ou
mesmo que aquelas famílias no caminho da santidade seriam apenas famílias de
seres humildes e pobres, ou abastados e mesmo assim desapegados e bondosos.
Como se
diz na competência de cada ser humano em ser mais e melhor diante de que
podemos adiantar na confluência dos rios de nossas vidas, a maré mais ampla em
nosso mar, quem dera sermos mais sábios a cada dia que passa, mais zelosos com
relação à nossa saúde espiritual e física, sermos diletantes nas coisas de
amar, mas com igual zelo na intenção de fato, posto é da Natureza o sentimento
mesmo dos seres, por adiante de que na simples movimentação de um inseto
existem estratégias ocultas e um trabalho misterioso, como na maravilhosa dança
da abelha em sua geometria para localizar o mel. Desse mel misterioso, metaforicamente
uma visão clara do que a citada Natureza dispõe de si para nós, conforme os
desígnios do Espírito Santo, presente obviamente nos menores gestos daquela,
onde se supõe que a vida de um ser humano não seja substancialmente
verdadeiramente conforme com o fato de que possa explorar a Natureza citada,
quando na realidade quando o poder de Deus encaminha o ser que somos,
dependentes das forças naturais, a vida encerra em si o mistério do cosmo na
figura de Jesus, o Cristo, nosso Salvador.
Nos atos
de um ser, qual seja, o ato de se portar diante de um dia com a consciência
aflorada nos modos de cumprir a vida como quer que seja, um vício que se chame
arroubo de compulsão não nos abrace todo o tempo, como a nicotina mas, de
qualquer modo, que a nicotina seja algo não apenas de toxidade ímpar, mas que
seja enquadrada finalmente como droga na sociedade, posto sua natureza não é a
de impor os limites que vimos impor nos costados de toda uma sociedade que quer
se ver livre de seus grilhões. Não apenas ela, mas nos ímpetos de toda uma
correnteza vil, a mesma Natureza o sabe, faz parte dela saber de si, posto a
Natureza humana igualmente pertence aos mistérios do mal e do bem. Seria demais
demandar que fôssemos mais abertos do que o pertencimento de querelas que nos
dissessem que a questão dos vícios humanos fossem apartados daquela das
virtudes, pois será apenas nestas que residem as vias mais solenes do espírito,
mas na realidade, em uma realidade mais agigantada, o vício reside junto ao
território do sagrado como seu feroz credor... A real dimensão das dependências
de uma nação frente ao que se tornou a bestial organização criminal no nosso
país tem um fundo de consumo suficiente para contaminar provavelmente a maior
parte das famílias brasileiras, ou com casos de alcoolismo, ou drogas. No que
entendesse a Natureza humana e em conformidade com as Leis humanas, o que se veria
era apenas o ser humano como algoz de si mesmo, no que difere da Lei maior, que
é a de Deus. O distanciamento em que se tornou pleno o distinto e o igual no
temor a Deus, é que os que O temem ainda possuem um critério do que vem a ser o
justo no plano divino, enquanto os que O blasfemam não creem em Seu Poder, diante
do qual infelizmente já traçam um caminho pecaminoso de sombras, onde o crime
vira seu maior aliado. Não adianta compactuar com modos de agir ilícitos, ou
mesmo consumir uma erva que seja que cremos não ser droga, ou mesmo pensar que
estaremos mais “ligados” a partir do instante em que passemos a crer que esse
tipo de questão não nos reservaria mais tempo a pensar no assunto, senão que a
vida como a concebemos até então nos dite um modo mais livre das amarras não
apenas de grupos que nos coajam a agir, conforme a predição de suas
organizações e burocracias, mas de outros que nos obrigam a infligir, através
de condições subumanas, duras penas a que a culpa que carregamos pelos males da
humanidade se torne uma cruz mais difícil do que possamos suportar.
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