Quem dera, a responsabilidade de uma palavra
Que fosse, ao menos um alento, mas não a certeza inquieta
De que o fora o fosse, não estar feliz sozinho, ou na verdade
Sabermos que um livro seja uma fonte, e três a completude.
Um verso se sairia melhor do que a citada palavra
Posto no verbo metafórico a imagem soletra o dia
Conforme com a disciplina da rotina, conforme os dias passam, outros,
Em que esperamos aquilo que desejamos nas noites, somente dormir...
E o sono repara na borboleta noturna, de nossos sonhos não lembrados,
Quiçá de erros que vertemos na ternura de mais um amplexo virtual
Que seja, mais um tempo e estaremos em uma abril morno de tempo hábil
Consoante com a estação que nos acalente o espírito com a tepidez da espera do
inverno.
quinta-feira, 13 de março de 2025
DA SOLIDÃO E DAS GENTES
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