segunda-feira, 6 de março de 2023
OITENTA E NOVE PASSA A VIDA COMO EM UM FILME, EM TODAS AS FASES DE RECUPERAÇÃO ONDE EFETIVAMENTE UM POBRE SER AINDA NÃO CONHECIA A VIDA DE UMA SALA SÉRIA E MADURA, ONDE OS ALCOÓLICOS E USUÁRIOS DE OUTRAS DROGAS POR VEZES NÃO ENCONTRAM A RESSONÂNCIA QUE CONSTRÓI PARA UM PROGRESSO DO SER HUMANO, A SOBRIEDADE, ALGO QUE RESTAURA E REFORMA NOSSO CARÁTER NA DIREÇÃO DE UMA VIDA MAIS DIGNA, MESMO QUE TENHAMOS QUE ADQUIRIR HÁBITOS QUE, A ALGUNS, É PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL, ATÉ MESMO POR QUESTÕES DE ORDEM MATERIAL E FINANCEIRA.
domingo, 5 de março de 2023
O IGNORAR-SE HISTÓRICO
Talha-se por vezes uma embarcação
de garapuvu para se aprender algo, e a história é para quem entende, mesmo que
por vezes o que se venha falar parte de experiência relativa, da vivência
cotidiana, que seja, a história de um período, semana, mês, ano, ou um minuto,
pois as caravanas de formigas exercem certos trabalhos e se organizam em
questão de segundos, por vezes... O que se apresente por vezes... Não fora
exatamente o quê em questão, mas as gentes em um restaurante possuem gestos,
faces, sorrisos, curtem, estão querendo fugir de algo, de uma tristeza, todos
tem a sua história, nem que seja por razões momentâneas, ou por questões de
direito e herança, de ganhos, de separações, de política, de crimes, ou mesmo
gentes que caminham fora do restaurante e possuem sua outra história, para não
se citar que todos possuem essa outra história, que pode ser coletivamente
similar, dentro de uma programação, ou mesmo um contexto que foi visto em uma
notícia, algo que uma imprensa tenha revelado, ou o atavismo do processo histórico
mais complexo daquele acadêmico que se debruça nos livros e vê a questão única
onde a história assume o perfil necessário para explicar não apenas o
surgimento das nações mas seus processos de civilização. Ou seja, de fato,
existe a história, e esta depende do tempo, possui suas linearidades, mas
também acontece em paralelismos, em desenvolvimentos outros, dentro de pequenos
nichos, ou mega continentes, dentro de uma marcha civilizatória, ou no simples
nascimento de uma criatura, seja um bebê ou um bezerro, e o símbolo anui que
seja algo de fato, o que remonta que a alguns o fato mais importante, o foco
seja mais a tecnologia, no exemplo cabal de nossa Era, e as rotinas, as
programações, os sistemas informacionais, intentam até mesmo subverter
processos históricos que passam a ser inevitáveis, pois no andamento da própria
história e sua dialética o que estará por vir não é questão do ato em si, mas é
em si mesma geratriz dos resultados da ação...
Não há não certeza na
Natureza, e a sua dialética não pressupõe as falhas, posto por questões da
mesma história, que por diversas questões de agenciamento reflexo urgiam por
ignorar, acaba por reciclar a si mesma, e seus seres, porventura, remetem a um
andamento tão sucinto que os próprios indígenas passam a conceituar de sua
forma ao homem branco como são as coisas, e como a mesma Natureza em vias de
recuperação ajuda estrutural e humanamente a reconstruir toda uma nação, incluso
a mesma e gigante em essência nação indígena que foi duramente castigada, a
ponto dessa barbárie extrema ter sido o mote transformador que conclui
historicamente na tomada de consciência das estruturas do poder no sentido de
recriar valores que, de forma fria e matematicamente pretensamente exata,
obtinha de seus pressupostos algo de comandos que falharam no viés até mesmo de
se descobrir que a mesma dialética da Natureza é a verdadeira e inexpugnável
inteligência do homem, porquanto ser que parte através da compreensão da existência
dos outros seres a existência de uma Verdade, que justamente a um exemplo cabal
de uma pessoa importante, se fala em uma Casa Comum, encerrando na plêiade dos
que – não compulsoriamente – creem, a união da espiritualidade dentro de um
contexto latino americano onde a religião se torna algo inevitável e âncora
transformadora dos sistemas de ordem lógica, ressaltando que a própria lógica
infere-se seja algo como fragmentária dentro do escopo em que, mais profundamente,
a própria literatura a respeito desses assuntos abordados, a história em
questão, vai revelar a premência de que não há mais a menor possibilidade de um
ser, por pior que seja, rejeitar a reconstrução natural e, sendo assim, a roda
dos diálogos que mantemos com a Natureza são mais giros nos ciclos que
compreendem etapas sucessivas e de valores onde quem ganha mais é o homem, na
comunhão necessária e na ampliação da bondade sobre a Terra.
sábado, 4 de março de 2023
SE OS NOSSOS PASSOS VÃO EM DIREÇÃO À LUZ, INEGAVELMENTE NÃO PRECISAMOS RENEGAR NOSSO EU E TRANSFORMAR ALGO QUE TEM DADO CERTO, INDEPENDENTE, NO CURSO DE UM RIO QUE NÃO NECESSARIAMENTE HÁ DE DEPENDER DA INGERÊNCIA DE INTERPRETAÇÕES OU CRÍTICAS EQUIVOCADAS, PORTANTO REGRESSIVAS À MESMA CONSCIÊNCIA DA LUZ, SERENA E SÓBRIA, COMPULSORIAMENTE.
A LIBERDADE DA CIDADANIA SE TRADUZ EM NEGAR A COAÇÃO QUE ALGUÉM QUEIRA DETERMINAR POR INFERÊNCIA DOUTRINÁRIA, POSTO É UMA QUESTÃO DE GESTÃO INDIVIDUAL DA PRÓPRIA EXISTÊNCIA E DE LIVRE AÇÃO E PENSAMENTO, DENTRO DOS LIMITES DA CIVILIDADE, E ESSA ASSERTIVA PODE ATÉ SER CONSIDERADA UMA INFORMAÇÃO RELEVANTE ÀQUELES QUE DETÉM DENTRO DE SI UMA CURIOSIDADE EM QUE SE INFERIR ALGUM TIPO DE CONTROLE SOCIAL, PORQUANTO ESTE NÃO VERSE SOBRE AS QUESTÕES DOS DIREITOS INALIENÁVEIS DO SER HUMANO E A COERÊNCIA CORRELATA.
A PALAVRA ESPIRITUALIDADE ESTÁ POR VEZES SENDO SATURADA PELO LUGAR COMUM DA NÃO PRÁTICA, QUANDO O EGOÍSMO E CONSERVADORISMO DA NÃO ACEITAÇÃO DO PROGRESSO SOCIAL PASSA A SER NA VERDADE O ATRASO EXISTENCIAL EVIDENTE, MAS QUE SE APRESENTA MAIS CONCRETAMENTE NO VIÉS DAS RUAS EM QUE OS MAIS VULNERÁVEIS ESTÃO EXPOSTOS, À SOMBRA DA SOLEIRA DOS CONFORTÁVEIS CARROS E SEUS DITOS PROPRIETÁRIOS.
O SER AFRICANO
Do madeiro de Guiné, ao encouraçado, que seja, os tendões do casco
Na vicissitude de termos sempre uma rua de legado, ao que: andam nela?
E há da amplitude de um dia um templo, e um africano, artífice das tomadas,
E eis daquilo, compra-se uma escada maior, e que o trabalho é virtude grande,
É tarefa mesma da igualdade, é possibilidade, é consciência não do consciente,
Mas daquele que se turva turvando a cor, que se é a cor, que a cor é real por ser...
Não se diria o mesmo do continente, qual cisão de um Congo, seus carros de frutos
De uma indústria de interferências homicidas, a guerra, o fogo, os tiros, os estupros
Da França genocida, eis que surgem até opiniões, mas nos filmes a resistência é pura na visão de uma guerra cenográfica!
No de viés, o marimbondo é palavra como a sunga, e o branco veste a sunga africana
Sem saber que a malagueta que arde é como o dialeto que jamais encontrou na França...
Não, não seria rancor, mas de Portugal teríamos vários e vários barcos imensos
E Castro Alves falaria de um convés com doidas aspirais!
O ser úbere, farto, do branco do leite, feito mãe de ébano, o marido na chibata,
O filho no pelourinho, a ama amamentando, a casa aumentando sua escala histórica!
Não seria dizer do preconceito, que não fora, o ser africano, o ser brasileiro, a filial
De uma matriz, qual seja a filial africana, grande o suficiente, para ser tão questionável
Quanto o humanismo ausente de se ver no olhar de guerreiro de um negro egresso do cárcere.
E fica louco, de tanto ter levado as surras, e se torna companheiro, um amigo de um branco
Que, se não fora louco, posto ser louco por ser branco e amigo de um louco
Mais não seria mais louco a se ter de escrever um pouco para não enlouquecer, negro que não fora!
E se não o seja agora, que cante alto a chibata dos negros sobre a tirania dos brancos tiranos...
sexta-feira, 3 de março de 2023
POESIA DA EXATIDÃO
Veste-se de rumores aquela mulher que o homem vira, carente,
Já em outro certo momento, amada, ou ao menos preenchida
Pelo que se pretendia ao menos, mas que a poesia se preencha
De algo que construa, do gozo do poeta em se encontrar com linhas
Que, refeitas, não transudam a sexo, posto por vezes a presença
Demanda um tempo de antessala onde o circunflexo gesto
Culmina invariavelmente naqueles cinco minutos de coito final...
Não há introduções maiores, não há brincadeiras, nem a necessidade de um
Sequer saber que demande ajudas, posto a idiossincrasia de uma companheira
Por vezes não passa de alicerces de cetim, a não ser quando o funcional
Aparece no flashie de momentos, onde o viés de um pão seja servido,
Ou quando uma secretária paroquial revele a informação correta...
Todos sirvam em nossa pátria, a que nos demandemos esforços
Para que não deixemos desfilarem de novo caravanas prometidas
Quando vier uma liderança que não possui mais a liberdade de estar
Com seu ir e vir sem culpa, posto já ter que responder à justiça federal
Por atos golpistas, assim como a chusma que se revela pronta a cada dia.
De imprensa por imprensa, há hiatos sóbrios de altercados vieses
Onde a lógica é a do factual discurso do debate repetido em espelhos
Que no mais das vezes o aparelho todo está sendo usado para recolher
As pesquisas de campo subjacentes, para serem comercializadas em outras nações
Com que se tem o negócio já engatilhado há várias décadas, desde que os Marinho
criaram o império da mídia nativa.
Não seria muito afirmar que a relação haveria de ser boa, mas a veracidade é
que,
Dependendo das escolhas de alguns jornalistas, não haverá escolha dentro da
Agência
Que manda seus agentes como bonecos de papel bancarem a verdade e defenderem a
vida.
Serviço por serviço, a grande mídia e seu oligopólio, não perfaz a contradição
dos interesses
De modo gratuito, sabendo-se que toda a sua fragilidade reside em que, por conveniência,
Seus alicerces viciantes estão fundamentados nos folhetins que alimentam o povo
do ópio cultural
E tergiversam com Nova Iorque como berço da cultura universal, o que já beira o
lugar comum!
Em sendo desse modo, o beija pés da nação dos EUA, sempre se repete, sempre
somos subservientes,
Como se os filmes e a cultura mais polida, como se toda a tecnologia,
compulsoriamente
Devamos a eles, e essa modalidade colonial, não há como modificar a curto prazo
Principalmente quando alimentada por mídias que se atém de modo tentacular
nesse cerne.
No fundo, obviamente, quanto mais medidas de cunho popular o Governo de Lula
tomar,
Mais incomodadas ficarão as elites brasileiras, não que para isso não se possa
crescer em respeito,
Posto ninguém constrói um país sem nossa indústria nacional...
No entanto, os etnocratas que detém o
poder financeiro internacional
Pensam ter o poder de invalidar através de pressões e ameaças veladas à nossa
inteligência
Quando pressionam de diversas formas a economia, inferindo lucros exorbitantes
Onde o mais plausível seria haver menos concentração dessa riqueza, e
democracia nos lucros.
A QUESTÃO DA SOBERANIA DE UM GOVERNO POPULAR COMO O DE LULA É ACEITAR CADA ATO DE SEU GOVERNO, DENTRO DAS POSSIBILIDADES PERMITIDAS PELOS PODERES CONSTITUÍDOS, RECRIAR QUESTÕES DE NATUREZA FASCISTA É DEPOR CONTRA UM ANDAMENTO SAUDÁVEL DE NOSSA NAÇÃO, ONDE AQUELES QUE SÃO POBRES FINALMENTE ESTARÃO EM VIAS DE ENCONTRAR MAIS ESPERANÇA NO SEIO DE NOSSA PÁTRIA, E ISSO NÃO É COISA DE SE IMISCUIREM AQUELES PAÍSES QUE TEMEM CONTEXTOS PESSOAIS OU GEOPOLÍTICOS, POIS FAZ A GUERRA FRIA O GAGO QUE NÃO QUER FALAR A LÍNGUA DAS CIVILIZAÇÕES.
A INDÚSTRIA CULTURAL DE ENTRETENIMENTO É TÃO MASSIVAMENTE VIOLENTA QUE ACABA POR TREINAR POR TABELA ATÉ MESMO AQUELES QUE NÃO QUEREM MAIS SE ENVOLVER COM ESSAS QUESTÕES QUE SÃO VENTILADAS ATÉ MESMO EM LOCAIS PÚBLICOS ONDE A REAL PRESENÇA DOS CIRCUNSTANTES DEVERIA SER APENAS SE EXERCITAR E NÃO MEDIR FORÇAS DE ORDEM POLÍTICA OU OUTRAS QUESTÕES QUIMÉRICAS QUE OBVIAMENTE SEMPRE TÊM A INTENÇÃO DE DERRUBAR DEMOCRACIAS NA AMÉRICA LATINA, SEMPRE COM INGERÊNCIA DE AGÊNCIAS E SUAS MODALIDADES NOCIVAS DE ATUAÇÃO.
quinta-feira, 2 de março de 2023
FARÓIS DE AMIANTO
Antes de que as chuvas de outrora se avizinhem, as calhas musicais
Se aproximam dos rebitados encaixes daquelas telhas longas
Que percorrem o asfalto despejando a torrente da luz amarela
Mesclada com o branco da insanidade dos leds...
Qualquer arremedo da festa remediada para outro dia
Encontrará aquele olhar certeiro daquela mulher que gosta do exato
Nas suas engenharias de resultados, posto Mengele talvez lhe caiba bem
Em seus dentes daquele amianto onde sobram os pinos de titânio.
Catando as redes, o ourives tece das limalhas das luzes, o diapasão
Que já não encontra no amplexo feminino, tão farto da ausência do carinho
Que não muito tempo atrás era de praxe se encontrar na classe média dos desafetos!
Não, o não aceitar a classe inferior, que inferior de classificação, tarde não seria
Ao menos que teçamos uma poesia de linha igual a outra, na vertiginosa paralela
Onde por paradoxal que seja, as retas se encontrem em algum ponto
Antes de uma cunha regressa voltar a criar ruídos na engrenagem posta pela engenheira!
Mas sim, é de função de vernáculo que não conhece, ou conhece os limites de seu eixo
Que ensombra períneos avantajados pelas massagens de vultosos membros
Que porventura emanem de seitas igualmente avantajadas pelos séquitos perfurados pela vida...
O serenar das gotas que saem de tamanhas calhas, não resfolegam quais os lobos tranquilos
Que já derivaram no coito a sua tatuagem sem lembranças, onde aqueles que gostam dos cólons
São como perfuratrizes que a mesma engenheira comanda, por vezes experimentando a broca!
Assim a se dizer, qual não fora, a saída quase invectiva onde teria sido quase um cárcere
A questão sumamente espacial, mas o céu possa testemunhar, com o seu tecido de Krsna
Que além da pressuposição dos dias cinzas de chuva, os faróis de amianto retém o fogo
Que reverberaria a partir das baterias que ressurgem de neurônios convexos, mas inativos...
CRISTO E A CISÃO
Não se torne possível uma ruptura algo maior
Do que se flanqueia em nosso imo, em nossa arquitetura sacra
Porquanto, graças aos céus, os santos estão incólumes
E o Papa continua sendo, como todos os Papas, a própria anuência clerical!
Das irmãs de Cristo, das freiras nossas de cada dia, do nosso pão celebrado
Viria um homem que colocara-se em dúvida no pressuposto do que não ficou
Na atenção que seja, ao templo que se ergueu mais, de obra providencial
Aos que sejam da obra, que da obra se consolidam, mesmo
Que certas mulheres que se consideram feiticeiras
Tracem seus rumos dentro de uma redenção provavelmente possível.
Não se rompa a amarra de um grande barco, pois Noé não pede
Que se tenha que sair antes das chuvas, e aquelas gotas do madeiro
Haverão de ser recompostas em tempo farto, posto uma mão guerreira
Estará rumo à bendição de oferecer seus braços já mais refeitos
A uma missão de cumprir com a oferta aos desvalidos, o referendo, dentro do possível
Do serviço devocional, mesmo que as seitas cheguem a acreditar fartamente
Que o cânone seja inferior se postado aos olhos do Senhor o nível de
consciência.
POESIA DA REVOADA
Posto que se fique, uma lata a mais, a noite gris
De látegos da não conformidade, do champanhe,
Da vertente do não gozo, ou do gozo não lembrado
Em que relembremos que o comércio é grande
E os negócios não podem parar, nem que se tenha
De inferir àquele tal a ordem de outro que se diz dono.
Não, tal a princesa libertária, em um palco de estrelas
Não se alcança jamais a que está no céu, distante
Do recorte de crepom daquela recortada por tesouras
E colada quase rosa no ensaio de um brinquedo quase de festim!
Que a arma é linda, o treinamento passa a ser a própria submissão
A que a organização não feneça qual possível rosa onde se empunha
Bem forte nas pétalas rubras, para que os espinhos só machuquem os tais
Que sangram pelo nariz as vicissitudes de outras eras, onde o que se queria
Era a redondilha do que seja, ao menos, uma conquista de ouro olímpica
Dentro do marmóreo escopo que originou o renascentismo de uma Pietá!
Mas os carros partem sedentos, das latas de corvos da noite, e preparam os dias
Vindo e esquadrinhando as possíveis possibilidades outras em que os
empedernidos
Traquejam nas mídias os sorrisos farisaicos de certas verdades especulativas
Onde a notícia passa a não ser mais nada além do que se nega igualmente
Mas na esfera civilizada da experiência de quem já obteve seus alicerces de
lata.