O mar, proximal, remonta a esfera de mais um dia silencioso e nobre
Qual, não fosse a retenção da vida em mais de ruídos de outros dias
Naquilo de prescrever duas horas por dia, um ponto de vista entre outros,
A saber, estaremos em serviço sempre que for necessário, e isso é de suma
importância
Quanto querermos estar dentro de um jargão que mereça a atenção irrequieta de
outras questões
Quando a corrente do dito mar não encontra o diapasão dos pássaros de sua
orla...
A ver, quantos seríamos no despertar do que chamamos aurora, se esta pode estar
Em noites taciturnas, ou no vento morno do principiar do inverno
Quanto a sabermos, quem sabe, o dia seria melhor se os nossos mesmos pontos
fossem equidistantes
Daquilo a enfunar velas, dos ditames que não compreendemos totalmente
Ou mesmo quando em um navio sem escumas navegamos por mares mais distantes de
fortaleza
Onde buscamos ser aquilo que nos impinja o tempo mesmo em que a vida pediria
mais passagem.
quinta-feira, 13 de março de 2025
PONTOS DE VISTA
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