sexta-feira, 13 de dezembro de 2024
O SOL NASCENTE
Tudo perfaz o sol que não vemos por vezes no nascente
Mas que na noite anterior fora o poente mesclado com as chuvas
Que sempre ocultam sob a cor plúmbea escura o tom das luzes...
Não fosse por isso, quiçá não estarmos tão dispostos na primeira hora da manhã
Já nos dispomos logo após, qual peões em um tabuleiro onde recomeça um jogo
À profusão de palavras já renovadas em nossa sintaxe de equações simples
Onde uma noite de bom sono nos dá a salvaguarda de viver do melhor modo.
De dias a dias a contenda dos impropérios se dá por vezes,
Mas quando reiteramos a Paz como algo de extrema propriedade
A realidade já nos conforme, e que tenhamos mais de se falar do que propriamente o real
Quando o simples sonho de estarmos vendo o nosso quinhão do ser se torna crível.
E estando com a sintonia à Natureza, e igualmente àquela do Sol,
Veremos que o céu está azul pela beleza da luz e da cor infinita
Pois infinitos serão nossos sentimentos, já que de manhã as coisas
Estão mais descansadas na alfombra mesma de nossas rotinas e destinos paulatinos...
quinta-feira, 12 de dezembro de 2024
AS VEIAS DA FÉ
Quanto de saberes outros, quais incandescentes lavas
Perfaçam caminhos de crenças todas as que valeriam
O esforço em uníssono de sermos com a pedra de Pedro!
O rumorejar de ventos outros que nos trouxessem outrora
As pátinas de faróis rutilantes do ouro de um carmesim de Minas
Navegaria o barco silencioso por mares que não cessariam das orlas
Quanto da fé não disporíamos mais um minuto se não fosse o espírito!
Força suprema, bendito sejamos todos os que oramos perante o alto
Na comunhão de santos e santas, no oratório que rogamos na invocação
Perante o Cristo que salva, a todos os que estariam conosco sempre
E que, fartamente, deixaram as memórias nas alcatifas do nossos semblantes atônitos...
A mais se por dizer, que nos faltaria se não fora momentos solitários
Onde o homem se encontra com suas próprias veias, e escreve da tinta de seu sangue
Para que outros testemunhem seus sacrifícios, e mais do que suporia um momento sequer
A navegação ancoraria tênue e silenciosa com o sorriso de olhar frente à poesia!
quarta-feira, 11 de dezembro de 2024
POR UMA QUESTÃO DE ECONOMIA NACIONAL EM RELAÇÃO AO TRATAMENTO NA SAÚDE MENTAL, O COMBATE CONTRA AS DROGAS É SEMPRE BEM-VINDO, FELIZMENTE, POIS EM UM REGIME DE REDUÇÃO DE PERDAS NÃO PODE SER TOMADA A ATITUDE NA PONTA, QUANDO AS ENFERMIDADES PSÍQUICAS JÁ ESTÃO INSTALADAS DE FORMA MASSIVA NA SOCIEDADE BRASILEIRA.
SABERMO-NOS COM A CONSCIÊNCIA AFLORADA EM DECORRÊNCIA DA PUREZA DE CARÁTER QUE A SOBRIEDADE NOS CONCEDE, É APENAS VIVER A VIDA DO MELHOR MODO, EVITANDO NOS INTOXICAR COM COISAS QUE CAUSEM RUÍDOS EM NOSSOS COMPORTAMENTOS, ATITUDES E CERTAS AGRESSIVIDADES EM QUE NÃO ENCONTRAMOS A NÓS MESMOS NA SERENIDADE QUE VIRA A CARACTERÍSTICA INTRÍNSECA DE NOSSA RECUPERAÇÃO, E SEUS PROCESSOS.
A CONSCIÊNCIA DE QUE NÃO ESTAMOS SOZINHOS NO MUNDO NÃO DIZ RESPEITO APENAS À NATUREZA HUMANA, MAS A TODOS OS SERES QUE COABITAM COM O HOMEM NA TERRA. E ESSE GRAU DE HUMILDADE, DE QUE NÃO SOMOS SUPERIORES NEM À PRÓPRIA MATÉRIA COMPOSTA DA ENERGIA EM MOVIMENTO, É QUE NOS DÁ O SALVO CONDUTO A TERMOS UMA PREPARAÇÃO MAIOR PARA SE VIVER EM UM PLANETA ONDE ESTAMOS ACOSTUMADOS A EXPLORAR A MATÉRIA PARA DELA SUBTRAIR RIQUEZAS QUE MUITAS VEZES DEIXAMOS AO MENOS DE DISTRIBUIR DE FORMA MAIS EQUÂNIME.
A RETROSPECTIVA DE UM ANO SEMPRE É UMA FESTA PLENA DA CIDADANIA INTERNACIONAL, E TUDO O QUE ACONTECEU NO CENÁRIO MUNDIAL MERECE A CONSIDERAÇÃO HISTÓRICA A RESPEITO DO QUE FOI IMPORTANTE PARA O SER HUMANO E SUA CONSTRUÇÃO INEQUÍVOCA, APESAR DAS GUERRAS, DA DEVASTAÇÃO, DA MISÉRIA, E DOS DIVERSOS PROBLEMAS QUE O MESMO SER HUMANO TEM ENFRENTADO POR VEZES DURANTE DÉCADAS A FIO.
terça-feira, 10 de dezembro de 2024
APANÁGIOS DO CÉU
Mesmo que na alfombra de teu passado
Não vejas muita esperança de querer ao menos
A veste do amor de que estavas despida
Quando refletiste sobre o espelho a mirada linda...
Passa no céu a nuvem de nossos sonhos
Ou, quem o faça saber, o apanágio de saber quase ao menos
As letras que vertemos nas chuvas, ou o aparente escrutinar semblantes
Mesmo quando o saibamos do nada saber, ou quando o somos um padecimento.
Qual, o sofrimento humano, pudera, são tantos os homens sem teto
Que, outros tantos não padeceriam muito, posto já de terno e gravata
No capital montados, como se o alazão do tempo já não estivesse tão desperto...
Ao ser e ao não ser, somos quiçá o outro daquele merecimento
Na esteira de um produto anunciado, ou mesmo no conteúdo não envasado.
Posto ao menos que fôramos, a um tempo do merecer ou não, ou quem sabe saber um pouco menos.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
VINCULAR INTERESSES DE OUTRAS NAÇÕES E SEUS IDEÁRIOS DE NATUREZA POLÍTICA COM A REALIDADE DE UMA NAÇÃO NO MÍNIMO É USAR DE RECURSOS EXTRAS E DESNECESSÁRIOS PARA COMBATER A INDEPENDÊNCIA, A DEMOCRACIA E A SOBERANIA DE TODA UMA PÁTRIA QUE POR VEZES EMERGE DE SEUS PRÓPRIOS CONTEXTOS E DIFICULDADES, BUSCANDO APRENDER COM OUTRAS, MAS QUE DEVE SEMPRE NEGAR OS ATRELAMENTOS ECONÔMICOS DE CABRESTO OU COISAS CORRELATAS.
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