Sabendo-nos que somos iguais em algo, sabendo que estamos a sofrer por vezes,
Não tiremos das dúvidas as nossas conclusões, pois precipitar um ato antes de
proferir o verbo
Não seja a própria convicção maior de se tentar ao menos compactuar com um
Poder maior
Do que aquele que na verdade passa pelo mundo em seus gigantescos castelos...
Ver-se no espelho alto a alfombra de nós mesmos, como uma superfície onde
encontramos
Aqueles que se foram, aqueles que ainda não amamos por não existir sequer,
Ou mesmo os dias que passam nublados em nosso crivo de pertencer à esfera do
conhecimento.
O dia que não passaria, não seria o mesmo se não erguêssemos uma muralha do
tamanho do mundo
Posto seremos mais ditosos e sinceros quando estivermos diante da textura de
nosso saber
Ao vermos que silenciosamente somos aqueles que vieram para ajudar a reconstruir
algo
Mesmo que seja dentro de nós mesmos apenas, pois não se infira algo que não
retorne vívido
Quando ao parecer de um nexo ainda titubeante, uma palavra que seja, o citado
verbo, mas de Deus...
quarta-feira, 15 de julho de 2026
ERGAMOS A NÓS MESMOS
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