quarta-feira, 15 de julho de 2026

ERGAMOS A NÓS MESMOS


Sabendo-nos que somos iguais em algo, sabendo que estamos a sofrer por vezes,
Não tiremos das dúvidas as nossas conclusões, pois precipitar um ato antes de proferir o verbo
Não seja a própria convicção maior de se tentar ao menos compactuar com um Poder maior
Do que aquele que na verdade passa pelo mundo em seus gigantescos castelos...

Ver-se no espelho alto a alfombra de nós mesmos, como uma superfície onde encontramos
Aqueles que se foram, aqueles que ainda não amamos por não existir sequer,
Ou mesmo os dias que passam nublados em nosso crivo de pertencer à esfera do conhecimento.

O dia que não passaria, não seria o mesmo se não erguêssemos uma muralha do tamanho do mundo
Posto seremos mais ditosos e sinceros quando estivermos diante da textura de nosso saber
Ao vermos que silenciosamente somos aqueles que vieram para ajudar a reconstruir algo
Mesmo que seja dentro de nós mesmos apenas, pois não se infira algo que não retorne vívido
Quando ao parecer de um nexo ainda titubeante, uma palavra que seja, o citado verbo, mas de Deus...

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