quinta-feira, 30 de julho de 2026

A QUESTÃO DO SAGRADO NA ORAÇÃO


              Pedirmos algo em oração sempre pode ser uma voz de misericórdia, no sentido de pensarmos em aliviar o nosso fardo e do semelhante, como se de repente a coisa acontecesse no centro de nossas emoções, naquilo que nos coloca com desconfortos espirituais ou morais, no que venha a dar na mesma questão emocional e mental diante de muitos infortúnios que nos acometem. A oração nos aproxima de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nos aproxima de Deus e Sua Pessoa... Aos santos, ela nos guarnece, nos dá a proteção, como invocar a Santa Maria de Deus para sabermos que ela estará nos dando igualmente a sua proteção imaculada, assim como na forma de São Miguel, Santo Expedito, São Pedro ou São Francisco, entre outros, encontramos farta munição para nos guarnecermos contra o mal. É algo tão sagrado que seu poder se revela nas simples palavras pronunciadas, assim como levarei a esperança aos desesperados, se Deus me conceder essa graça e me fizer instrumento se Sua paz. Assim se fez e se faz a comunhão dos santos, assim como era no princípio e para todo o sempre... Mesmo que certas batalhas se nos apresentem, certamente serão lutas internas que nosso eu apresenta, ou mesmo quando certos agentes da lei estão em serviço, cumprindo duras missões combatendo o crime, e se não for do modo em que estiverem mais resolvidos internamente, isso não se dará efetivamente com a coragem necessária para se mudar o que estiver dentro das possibilidades.

              Muito de nós é afeito a uma construção moral e espiritual sobre os alicerces que deixamos erguidos de ante mão a que se proceda a erradicação de dúvidas, mesmo que alguns deles precisem ser refeitos. A luta contra a nicotina, e seu vício, demanda sermos mais do que tolerantes com aqueles que espiritualmente e materialmente são desonestos, pois não será na graça de um ou outro que estaremos mais aptos a desentranhar certos novelos e redes... As boas redes de pesca pescam homens, e estão cheias... Somos pescados por Deus todo o tempo, para formarmos um número de homens fortalecidos em fé e no Espírito Santo, todo o tempo em que nos dedicarmos a isso, como se fosse um mindfulness espiritual contínuo, ou seja, diuturnamente possuirmos a consciência espiritual aflorada, orando seguidamente e praticando, em todos os nossos passos, a prática da recordação, como se depois de tudo elucidássemos a um público dos céus o que foi bom e o que não foi no término de uma jornada de mais um dia. Esse relatar-se continuamente, mesmo em pensamentos, e o ato da oração, mesmo na gratidão pura e simplesmente, nos dá a força necessária e justa, mormente, naquele que nos fortalece todas as horas do dia.

              Deus é pleno, e em sua presença vemos que o Espírito se manifesta em nós e opera verdadeiros milagres. É aproximada a hora, é vista a fé, não se mescle esperança com amor, pois o amor é a própria consagração de um ato concreto, e o que antes projetamos ser algo possível mas distante, se torna simplesmente a consecução daquilo que sabemos ser certo, ou seja, mais um dia, dos bons ou dos ruins, mas que se viva com o que temos, e os recursos da oração vêm nos momentos difíceis e de angústia, mas também de felicidade, e podem muito bem premiarmo-nos com a dopamina espiritual contrapondo-se àquela: química, substrato da nicotina e todos os malefícios que a tantos domina em sua tentativa não malograda a muitos de escravizar um adicto a essa droga. Para não finalizarmos uma linha com um termo tão sujo, que sejamos mais limpos que a água da fonte, todos os dias, pois do maná receberemos o pão que recebemos todos os dias na comunhão sagrada, ou no ofertório que um programa religioso de TV todos os dias nos conceda nessa dádiva sagrada...

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