Um tempo que passe, inexorável, tempo que demora
Quando dependemos de sua circunstância
E temos por fazer a via que urge a compreensão mesma dos limites.
Não que fôssemos por vezes atemporais, mas não seria mais do que isso,
Pois o tempo não diga mais ser aquilo de se ser a distinção
Do que vem a ser o peso e a medida, no que dele precisamos ele demora...
Quem dera o tempo não fosse mais urgente do que cumprir 24 horas
Posto a vista do vento não merece a parte mais rápida do reflexo
Quando, inconscientemente, o tempo nos diz mais respostas.
E será nessas decisivas respostas que nos restarão os resquício do que fomos
Quando surpreendentemente víamos os consortes desfilarem sob os túneis turvos do ocaso
Até mesmo nas simples memórias, até mesmo nos tecidos incontáveis do ser...
Seriam os dias mais inóspitos ao descrevermos que nem só de sombras vive o sol
Mas igualmente dos tons da Natureza, sua luz que refulgem em nosso peito
E que no lado avesso das desditas, nos assombra sobre modo as virtudes deste signo!
sexta-feira, 31 de julho de 2026
UM SIGNO DO TEMPO
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário