Nos silêncios de um dia não sejam os ruídos
Aquela soberba que não se tenha gratuitamente
Pois aquilo que não podemos acessar com uma vida serena
Pode auferir a presença latente em sermos mais unos com algo
Que pode significar a conciliação perene em estar mais coerentes.
Não fosse um tempo em que os cuidados sejam melhores do que o nada
Pois na vida que se almeja sempre, sem os vícios que abandonamos
Não fosse o tempo que urge sermos melhores e maiores do que aquilo
Que o viés de uma questão de termos ou não os insumos de apoio
Ou aquilo que não compreendemos totalmente, por deixarmos ser tolos!
Vestem-se de caráter na frente de uma espiritualidade latente
Quando nos predispomos ser a frente indispensável a nós mesmos,
Mesmo que a alguns inconscientemente uma queda seja de importância
Pois a questão de ver os dias mais solenes serão os mesmo daqueles que tenhamos
O véu do mesmo silêncio em encontrar pela vereda a equação que não resolvemos
ainda...
sexta-feira, 10 de julho de 2026
EM TEMPOS MAIS SILENCIOSOS
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