sexta-feira, 10 de julho de 2026

EM TEMPOS MAIS SILENCIOSOS


Nos silêncios de um dia não sejam os ruídos
Aquela soberba que não se tenha gratuitamente
Pois aquilo que não podemos acessar com uma vida serena
Pode auferir a presença latente em sermos mais unos com algo
Que pode significar a conciliação perene em estar mais coerentes.

Não fosse um tempo em que os cuidados sejam melhores do que o nada
Pois na vida que se almeja sempre, sem os vícios que abandonamos
Não fosse o tempo que urge sermos melhores e maiores do que aquilo
Que o viés de uma questão de termos ou não os insumos de apoio
Ou aquilo que não compreendemos totalmente, por deixarmos ser tolos!

Vestem-se de caráter na frente de uma espiritualidade latente
Quando nos predispomos ser a frente indispensável a nós mesmos,
Mesmo que a alguns inconscientemente uma queda seja de importância
Pois a questão de ver os dias mais solenes serão os mesmo daqueles que tenhamos
O véu do mesmo silêncio em encontrar pela vereda a equação que não resolvemos ainda...

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