Sinto passarem por mim os feixes, o imo que me ensombra, o caudal rumoroso dos
dias,
O relógio marcara o tempo em uma reunião da noite passada, e isso sobremodo me
fez bem
Quando, a propósito, estarmos em serviço delonga que não passemos mal sobretudo
Na mesma miríade circunflexa da informação, nas mesmas hostes dos códigos
ensaiados
Que tais mulheres que conhecemos no ypsolone, de suas desditas, encerram
o Mundo Novo Admirável...
Algum corredor polonês me afirmara um dia que as fronteiras seriam mais amplas
do que o provável
E que, algures, uma sombra de fetiche mundo se encerraria em um gesto de foguetes
Qual, se não fosse o suficiente, muitos homens e mulheres gostariam de estar em
posição
Para no mínimo supor que a mensagem dada fosse compreendida na íntegra.
Evadir-se de um vício severo é encontrar um propósito na vida, um sentido novo,
qual não seja,
Saber-se mais vivo perante aqueles – céticos – sobre a recuperação de um
enfermo
Que soletre as letras mais diletas diante dos que creem ser possível viver, ao
menos,
Com a certeza de que o substrato não faz a substância, nem o oposto ocorre...
sábado, 18 de julho de 2026
CANALETAS DO TEMPO
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