Não que queiras, mas usas, abusas e tropeças
Na vida ela mesma em que suas quedas e nuances
Sejam como um látego na carne, uma via de mão dupla,
A querência do desejo, uma vítrea exposição de áudio,
Um ausentar-se e querer frequentar o diapasão do afeto
Como se o uso de um objeto fosse o sentir de um homem.
Não que muitas quisessem algo, não o podemos afirmar ao certo
Mas muitos algos quase todas querem, mesmo porque o neologismo em
questão
Cabe exatamente no período, não apenas semântico, mas do nosso tempo!
O Poder ter em suas mãos o fruto da árvore do conhecimento, profano, luxurioso,
De saber que o pecado, já que todos o podem praticar livremente, e basta
retirarmos depois em um passo,
Nos alivia no momento em que o praticamos como algo errado e incerto,
E que atiça a curiosidade feminina, desde que o Éden era o lugar mais certo dos
que eram incertos...
No momento em que um homem medita na palavra exata, e que a palavra existe na
exatidão de seu Deus,
A frase seguinte não esboçara nenhum conhecimento que não seja exatamente e
sofreguidão
Em se obter, quais messalinas no meio de um deserto pagão, o Odisseu mais
genuíno, fruto de sua projeção
Ou mesmo daquele que busca a santidade sem se preocupar mais com os prazeres da
carne.
segunda-feira, 8 de junho de 2026
USE, MAS NÃO ABUSE...
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