Poderíamos
assentir que a forma mais sutil e derradeira do mal é justamente nos fazer
distrair em relação ao Poder de Deus, Sua Divindade mais sublime, o Salvador,
aquele que tira os pecados do mundo. Não apenas podemos meditar de modo
continuado quando de nosso pensamento n’Ele, mas sabermos do Pecado Original,
sem o qual não conheceríamos o nosso Senhor: Jesus Cristo. Pois viveríamos
eternamente no paraíso, e Deus não precisaria descender ao mundo para ensinar
Sua Palavra, já que não cometeríamos pecado, e o que fez o Diabo foi cindir a
alma do corpo, desunir o trigo da água, desfazer o milagre do pão, e nos tornar
mortais na Terra, depois de expulsos do Éden. E quando meditamos, por vezes
quando caminhamos, temos que saber que, como diria o poeta: “...são demais, os
perigos desta vida, pra quem tem paixão...”, Vinícius de Morais. Pode parecer
algo extremamente mundano, mas a citada vida tem por si a questão de que não
apenas a morte pode aparecer rapidamente, como devemos saber sempre que estamos
morrendo, dia a dia, mas que a vida há que ser vivida com entusiasmo, pois será
nas palavras de fé do Salvador que estaremos vivendo-a plenamente: a vida é um
aprendizado constante.
Poderíamos
crer até mesmo que Deus nos coloca no sofrimento para que foquemos na realidade
de sua presença entre nós, e que estaremos mais nobres de caráter quando um
homem viciado não for, qual um leproso, mais do que mais um diante de toda uma
sociedade de vícios e demandas da maldição, quando houvesse de estar solitário
e isolado perante os chamados alfas de uma sociedade, se na realidade quiçá afirmar
alfa seja uma metáfora tão restritiva quanto a geração “Z”, que nada mais faz
do que se preservar do álcool e outras drogas, fazer esportes e etc, levando a
vida de forma mais saudável. O que nos leva a pensar ao menos é que levar a
palavra adiante, passar a mensagem do Salvador para muitos ou poucos, não
importa tanto quando fazer com que se sinta a dimensão da mensagem. Não voga
sabermos ser mais ou menos importante se estamos em um grupo de recuperação de
alguma dependência a álcool ou drogas, pois esse patamar passa pelo crivo de
pertencermos a uma irmandade, como tantas são as irmandades mundo afora, pela
mesma intenção altruísta, de sermos os maiorais ou não, de que havia homens que
a fundaram, pois restará como medida áurea sempre a palavra do Senhor, aquele
que nos Salva da morte, essa parte em que não nos devemos esquecer – jamais.
Essa súplica não se torne um suplício, mas em determinados veios de nossa fé
saberemos crer que homens e mulheres são algo que remontam em nós mesmos aquilo
pelo qual viemos buscar diante do sagrado, e em meio ao profano... Mesmo
porque, o que nos cerca é uma humanidade que pode vir a pecar permanentemente,
mesmo depois do ato da confissão.
Esse esquecimento
continuado é como se houvesse uma consciência divina a que nos apartássemos
diuturnamente, não exatamente o fato de que estamos simplesmente morrendo, e
que isso nos leva ao caminho mais próximo do Salvador, mas justamente nos atos
e nas ações, na palavra que proferimos ao semelhante, nos exercícios da chamada
consciência que devemos praticar para que não ofendamos quaisquer seres que
sejam, e que não falemos maledicências nem do pior canalha, pois é isso que
quer satanás, fazermo-nos crer na distração e na impureza de nosso caráter e de
nosso espírito, mesmo porque ao diabo Cristo se revelar diante de um devoto é
algo que o afeta sobremodo...
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