quinta-feira, 4 de junho de 2026

É essa absoluta liberdade que diferencia a forma junguiana de imaginação ativa de quase todas as outras formas de meditação e o que a torna mais parecida com a imaginatio vera dos alquimistas. Estes últimos faziam experiências com a natureza completamente desconhecida (para eles) da realidade material e seu aspecto psíquico. Eles também não tinham nenhum programa e procuravam no escuro o que nada mais era do que sua própria experiência. Nao tinham opiniões, ou apenas algumas ideias vagas e intuitivas a respeito da coisa em si, nem diretrizes éticas de comportamento adotadas externamente. Buscavam a “realidade divina” no aqui agora da existencia material; em sua maioria, eles nada sabiam além disso. É por isso que o caminho deles e sua experiência dos símbolos se parecem com os de muitos homens e mulheres de hoje. (Von Franz, 1999, p. 180).

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