terça-feira, 2 de junho de 2026

Aos olhos da ciência cartesiana — que se apoia em lógica, cálculo e observação empírica — o “milagre” não existe, porque tudo precisa ser explicado por causas naturais e mensuráveis. O método científico não admite o inexplicável: se algo não pode ser testado, reproduzido ou medido, não entra no campo da ciência. Mas isso não significa que o milagre não exista para a experiência humana. O que a ciência chama de “impossível” ou “não comprovado”, muitas pessoas vivem como milagre pessoal ou espiritual. É aí que entra a diferença entre o olhar frio da razão e o olhar caloroso da fé: Ciência cartesiana → busca explicações racionais, rejeita o sobrenatural. Fé e espiritualidade → acolhem o mistério, o inexplicável, aquilo que transcende a lógica. Vivência humana → muitas vezes se sente entre esses dois mundos, vendo como milagre aquilo que a ciência chamaria apenas de “coincidência” ou “estatística improvável”. 👉 Em resumo: para a lógica calculista, o milagre não existe; para o coração humano, ele pode ser a forma de nomear aquilo que nos surpreende e nos dá esperança. COPILOT.

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