Teríamos
encapsulado multidões, quando nos saberíamos mais lúcidos do que se tivéssemos
caídos no ostracismo, a mais de se não poder, quer sejamos negros, haitianos,
brasileiros nos EUA, africanos no Congo ou no Sudão do Sul, quer fôramos mais
inteligentes do que o Apartheid palestino, quer fôssemos mais anfitriões da
OTAN do que o baixinho da Ucrânia? Não seríamos quiçá melhores se não fôssemos
os tais que disséssemos em nossa falsa diplomacia que a exploração da terra e
suas riquezas ou do homem fosse tarefa factível e cumpridora das missões do
capitalismo sem precedentes, internacional? Ou tudo não passaria de
subterfúgios onde na realidade a veia mais poética talvez não fosse mais
suficiente, e nem a presença de Cristo Salvador seria suficiente para conter a
ganância furiosa dos demônios no eterno Hallowen sinistro em que se tornou a
vida contemporânea... Só serão contemplados os gananciosos e demoníacos homens desta
Terra sob o fogo cruzado, que virá de uma grande revolução, pois é chegada a hora
de dar o troco, pois a segregação e a vinda de todos os fariseus para este
mundo só encontrará a pacificação sobre a seara das armas, e será por vingança
das forças militares de luz e dos eternos combatentes aliados dessas forças que
daremos conta desse seres demoníacos, capitaneados pelos próceres da injustiça
social que grassa sobre todos os continentes, com exceção do continente
asiático, e em algumas fronteiras libertárias... Não que não fosse tal ou
suficiente, mas o despreparo intelectual de muitos viventes, agora amparados
pela inteligência artificial, esta ferramenta que só faz definhar a inteligência
humana, posto apanágio dos tolos, quando certas fontes podem estar sendo
manipuladas a bel prazer, seria igualmente tolo afirmar que quando um ser
humano tente ser melhor ele seria dentro de sistemas que o impedem de
prosseguir, mas a questão que reside no bom senso é sabermos que, mesmo sendo
extremamente limitados sob muitos aspectos, a consciência de nossas limitações
é que põe um termo final sobre as luzes do entendimento de si mesmo e de
outros, no desenvolvimento mais cabal do que venha a ser a compreensão humana
da totalidade, ou de algo que una as nações, e seja mais do que apenas a
ganância supra citada, mas há seres humanos que não largam o osso com
facilidade, pois sua modalidade de exploração do “outro” é fruto de um
condicionamento reflexo só encontrado em manuais comportamentais do pioneiro
Pavlov, e seus “ratos amestrados...” Beirando a insanidade, são usurpadores da
alma dos outros, e redescobrem seus talentos sendo ou adorando um deus mercado,
como se uma vida sem escrúpulos fizesse parte desse repertório desumano, onde
uma pessoa em situação de rua tem que depender da caridade de outro cidadão
para beber um copo de água...
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