sábado, 1 de novembro de 2025

O HORROR É HUMOR OU FARSA...


               Teríamos encapsulado multidões, quando nos saberíamos mais lúcidos do que se tivéssemos caídos no ostracismo, a mais de se não poder, quer sejamos negros, haitianos, brasileiros nos EUA, africanos no Congo ou no Sudão do Sul, quer fôramos mais inteligentes do que o Apartheid palestino, quer fôssemos mais anfitriões da OTAN do que o baixinho da Ucrânia? Não seríamos quiçá melhores se não fôssemos os tais que disséssemos em nossa falsa diplomacia que a exploração da terra e suas riquezas ou do homem fosse tarefa factível e cumpridora das missões do capitalismo sem precedentes, internacional? Ou tudo não passaria de subterfúgios onde na realidade a veia mais poética talvez não fosse mais suficiente, e nem a presença de Cristo Salvador seria suficiente para conter a ganância furiosa dos demônios no eterno Hallowen sinistro em que se tornou a vida contemporânea... Só serão contemplados os gananciosos e demoníacos homens desta Terra sob o fogo cruzado, que virá de uma grande revolução, pois é chegada a hora de dar o troco, pois a segregação e a vinda de todos os fariseus para este mundo só encontrará a pacificação sobre a seara das armas, e será por vingança das forças militares de luz e dos eternos combatentes aliados dessas forças que daremos conta desse seres demoníacos, capitaneados pelos próceres da injustiça social que grassa sobre todos os continentes, com exceção do continente asiático, e em algumas fronteiras libertárias... Não que não fosse tal ou suficiente, mas o despreparo intelectual de muitos viventes, agora amparados pela inteligência artificial, esta ferramenta que só faz definhar a inteligência humana, posto apanágio dos tolos, quando certas fontes podem estar sendo manipuladas a bel prazer, seria igualmente tolo afirmar que quando um ser humano tente ser melhor ele seria dentro de sistemas que o impedem de prosseguir, mas a questão que reside no bom senso é sabermos que, mesmo sendo extremamente limitados sob muitos aspectos, a consciência de nossas limitações é que põe um termo final sobre as luzes do entendimento de si mesmo e de outros, no desenvolvimento mais cabal do que venha a ser a compreensão humana da totalidade, ou de algo que una as nações, e seja mais do que apenas a ganância supra citada, mas há seres humanos que não largam o osso com facilidade, pois sua modalidade de exploração do “outro” é fruto de um condicionamento reflexo só encontrado em manuais comportamentais do pioneiro Pavlov, e seus “ratos amestrados...” Beirando a insanidade, são usurpadores da alma dos outros, e redescobrem seus talentos sendo ou adorando um deus mercado, como se uma vida sem escrúpulos fizesse parte desse repertório desumano, onde uma pessoa em situação de rua tem que depender da caridade de outro cidadão para beber um copo de água...

              

Nenhum comentário:

Postar um comentário