quinta-feira, 27 de novembro de 2025

O FACHO DE CONHECIMENTOS


Em uma tocha, um archote, ultrapassamos a fronteira que ignoramos,
Sendo a prática indelével a semântica de sermos melhores e mais amplos
Quando, a mais do que se dizer o oposto, não urgiríamos por mais frentes
Do que aquelas que supomos ser alternas, qual não dizemos, a fortaleza de gentes
E que, porventura seguiríamos na atenção nada derradeira, posto o serviço é de luzes...

Não seríamos um estofo claudicante de simples palavras, que dizemos por vezes no prazer
Em que soletramos sentimentos, supomos vertentes audíveis, tateamos incertezas do verbo
E o andamento sói reconhecermos que na verve, na pompa e na circunstância
A palavra mais ampla fica soletrada no véu de um ser que estiver sempre em companhia
Do que seja Supremo, um Ser Superior, esse Poder que emane de tal ou qual verdade circunspecta.

Nas falas da medicina, no reparte do pão da solidariedade, em um grupo de recuperação:
Ouvir palavras sábias e de autores de estudos e seus resultados, ou mesmo
Nas situações onde a sapiência de um mestre saberia menos do que a simplicidade de um reparte,
Ouviríamos quaisquer alteridade que nos segura nossa face, frente a frente ao espelho
Que, tacitamente, redescobrimos com o tempo que urge, eterno nos caudais do vento
E que, na textura de uma árvore secular, nos brinda com mais e mais conheceres... 

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