Em uma tocha, um archote, ultrapassamos a fronteira que ignoramos,
Sendo a prática indelével a semântica de sermos melhores e mais amplos
Quando, a mais do que se dizer o oposto, não urgiríamos por mais frentes
Do que aquelas que supomos ser alternas, qual não dizemos, a fortaleza de
gentes
E que, porventura seguiríamos na atenção nada derradeira, posto o serviço é de
luzes...
Não seríamos um estofo claudicante de simples palavras, que dizemos por vezes
no prazer
Em que soletramos sentimentos, supomos vertentes audíveis, tateamos incertezas
do verbo
E o andamento sói reconhecermos que na verve, na pompa e na circunstância
A palavra mais ampla fica soletrada no véu de um ser que estiver sempre em
companhia
Do que seja Supremo, um Ser Superior, esse Poder que emane de tal ou qual
verdade circunspecta.
Nas falas da medicina, no reparte do pão da solidariedade, em um grupo de
recuperação:
Ouvir palavras sábias e de autores de estudos e seus resultados, ou mesmo
Nas situações onde a sapiência de um mestre saberia menos do que a simplicidade
de um reparte,
Ouviríamos quaisquer alteridade que nos segura nossa face, frente a frente ao
espelho
Que, tacitamente, redescobrimos com o tempo que urge, eterno nos caudais do
vento
E que, na textura de uma árvore secular, nos brinda com mais e mais conheceres...
quinta-feira, 27 de novembro de 2025
O FACHO DE CONHECIMENTOS
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