Pois que relembremos os dias e as noites
Em que navegávamos por procelas e silêncios
Por veios inesgotáveis e por caminhos severos
Quanto a se supor que o valor das passadas
Se nos toquem a mais do se dizer, qual não fora,
A frente dos que se emocionam, a retórica da inocência,
Ou mesmo a frente dos que não se posicionam na justeza e na retidão
Por simplesmente não saberem que a vida se nos emociona tanto
Que por vezes a ausência de freios se nos colocam ausentes de sensatez.
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